Arquivo mensal: dezembro 2012

Capitão Covarde e homens estranhos.O que aconteceu aos homens em 2012?

Padrão

“Oi, tudo bem? Ontem sai para beber um café com a minha amiga. Ela é simpatizante do movimento feminista e sempre tenta me converter ao feminismo. Como somos amigas desde criança  ignoro as rezas feministas dela. Para a minha surpresa ela estava reclamando que faltava homem no mercado, que os homens não eram mais realmente homens com H como eram uma vez e outras coisas que conheço outras mulheres que também reclamam disso. Eu respondi para ela: “Claro, estamos acabando com as características que fazem deles  homens desde cedo pois falamos que isto é errado”.

Ela começou a me questionar como boa feminista que é sobre estupros, mortes, igualdade e todas coisas que as feministas atribuem aos homens e eu pela primeira vez tomei coragem e falei: “As feministas estão conseguindo justamente destruir o atrativo de características masculinas que os fazem atraentes pois eles são diferente de nós”. Se alguma feminista ler isto e vocês quiserem publicar, informo que também detesto bandidos, estupradores, ogros doentes e tudo o mais. Mas quem disse que ser homem com H é ser isso tudo? Que revolta, aff.

Resumindo: ela é solteira, feminista e sempre atribui coisas ruins aos homens quando questionada. Ao mesmo tempo, quando falo que fui com o meu namorado ao cinema, jantar ela diz e demonstra sentir uma inveja branca. Meu namorado é normal e é pouco ligado a estas conversas. Possui as ditas características masculinas que ela fala. Seria ele um dos poucos que sobraram?. Estou falando de homem hetero, meninas. Beijos. Lourdes “

Este acima é um e antigo da leitora Lourdes da Cunha que gerou o post.

Olhem, achamos que toda mulher tem uma amiga que reclama que falta homem no mercado. E achamos que a Lourdes levantou um bom ponto. Fora os estupradores/ malucos e bandidos que existem, fora os homossexuais, fora os homens das cavernas e afins, para uma mulher hetero hoje achar um homem legal é cada vez mais complicado. Sem entrar na questão de bons x maus que iremos falar no futuro, mas o homem com H hoje desapereceu ou desaparece dia-a-dia. E surgem seres que dão medo conforme demonstram as fotos. E tem mão do feminismo neste assunto.

Homens ou mulheres nunca foram ou serão perfeitos embora qualquer ideologia tente dizer o inverso. Homens terão defeitos e qualidades assim como mulheres. Ambos possuirão pessoas psicopatas ou boas também. Porque é assim complicado tentar entender isto?

Claro que o homem deve se cuidar mas sem ser muito vaidoso, ser um homem que vive no mundo moderno,etc. Mas apesar de tudo  e principalmente ele deve ser homem.(Feministas, queremos um tempo, ninguém aqui fala de estupradores, homens malucos, psicopatas ou nada disso). Mas como eles surgem se as feministas acabam com eles antes?

Alguns exemplos dos homens modernos como Neymar (ou qualquer outro jogador que por um acaso bizarro do destino viraram alvos cobiçados por garotas) que ajudamos a formar podem ser vistos aqui:

schettino navio covardeO comandante italiano do navio que afundou retrata o tipo de homem que o feminismo ajudou a formar com a sua doutrina relativista. O texto no fim deste postagem explica bem isso.

75379_329836237116395_923154772_n

popozuda catra

mc_catra_23

justin bieber menina

tokio hotel menina

restart ridiculo

Seguindo o post, postamos um texto escrito por Hillary White que fala sobre o Capitão italiano que abandonou o navio no acidente da Itália que é uma amostra do homem moderno. Ninguém afirma que ele deveria morrer ou picuinhas feministas destes tipo. Somente citamos que com este modo de educar feminista aonde homens deixam de ser homens porque o feminismo diz que é errado, consequências surgem. Homens como Mc Catra, Neymar, Restart, Schettino, que mesmo sem saber o que seja feminismo assim como a Valesca e as pessoas que postamos no facebook fazendo sexo na rua entenderam o que o feminismo pode permitir, o que pode dar sem cobrar nada em troca, entenderam e sabem usar da pior parte do movimento utopia que promete “liberdade, igualdade e responsabilidade”. Porque, para eles valores masculinos desapareceram. Resultado: o homem infantil que no futuro pode vir a apoiar o feminismo por ter sexo sem se esforçar, para ter apoio das mulheres e ter mais sexo, por n motivos, mas que nunca vai ser homem com H como aqueles do passado.

O texto (editado) abaixo explica bem o tipo de homem que o feminismo ajuda a formar:

“Num vídeo, Michael Voris mencionou o tipo de homem que é aprovado pelos meios de comunicação controlados pelas feministas: fraco, burro e inútil, que precisa ser governado por mulheres fortes, modernas e inteligentes.

 Muitos países estavam representados na lista da tripulação do Costa Concordia. O desastre tem, por todos os lados, as impressões digitais de nossa cultura ocidental que está envenenada e morrendo.

Que tipo de homem foge, sob o manto da escuridão, de seu navio que está afundando, deixando aproximadamente 4.200 passageiros e tripulação para se virarem sozinhos? Que tipo de homens empurra violentamente mulheres idosas, menininhas e jovens mães para ele entrar primeiro nos botes salva-vidas? Ora, ora, os homens modernos, os homens sexualmente emancipados que foram criados conforme as doutrinas do feminismo e de nossos costumes “modernos”.

O que significa uma expressão como “mulheres e crianças primeiro” para homens modernos que foram ensinados a vida inteira que as mulheres nada mais são do que brinquedos sexuais e que as crianças nada mais são do que uma carga descartável?

Os detalhes do tombamento do Costa Concordia, um dos maiores navios cruzeiros que navegam pelo Mediterrâneo, chegaram à imprensa de língua inglesa uma semana mais tarde e todo mundo agora conhece a conversa de telefone gravada na qual o capitão da guarda costeira, Gregorio De Falco, ordena furiosamente que o capitão do navio, Francesco Schettino, volte a seu navio. Schettino respondeu mentindo repetidamente, enquanto estava tentando fugir num bote salva-vidas.

Os passageiros foram abandonados para se resgatarem sozinhos, ajudados por artistas contratados e poucos membros da tripulação. Uma mulher disse: “Havia homens grandalhões, membros da tripulação, empurrando todos nós para entrarem nos botes salva-vidas”. Outra passageira, uma avó, disse: “Eu estava ao lado dos botes salva-vidas, e homens grandalhões estavam me acertando e empurrando as meninas com brutalidade”.

Nos primeiros dias depois que o Costa Concordia tombou na água rasa a quase 300 metros da praia, toda a Itália foi pega em vergonha com as reportagens sobre a conduta de Schettino. Ele foi preso depois que chegou à praia e acusado de homicídio involuntário e abandono de seu navio. Ele foi apanhado tentando entrar num táxi, tendo, pelo que foi relatado, pedido ao taxista: “Tire-me daqui o mais rápido possível”.

Apelidado de “Capitão Covarde”, Schettino se tornou o centro da fúria nacional para os italianos que já estão fartos do estereótipo — que com demasiada frequência é acurado — dos homens italianos como permanentes adolescentes vaidosos, preguiçosos, irresponsáveis, egoístas e inconfiáveis.

Mas o problema não está limitado à Itália. A propósito, na mesma semana do caso do navio o grande apologeta católico americano Michael Voris estava fazendo uma série de vídeos sobre a feminilização dos homens e o efeito do feminismo na Igreja Católica e no mundo em geral, um assunto que poucos na Igreja Católica ousam puxar.

Num vídeo, Voris mencionou o tipo de homem que é aprovado pelos meios de comunicação controlados pelas feministas: fraco, burro e inútil, que precisa ser governado por mulheres fortes, modernas e inteligentes. Nos 50 anos passados, a Igreja Católica vem seguindo o mundo ao adotar o modelo feminista. Esse ideal, diz Voris, expulsou os homens fortes da Igreja e da vida familiar, empurrando-os para encontrar um canal para sua masculinidade em caminhos prejudiciais como a criminalidade e o tratamento das mulheres como meros objetos.

Depois de assistir ao vídeo, enviei um email a Michael perguntando se ele havia se lembrado de falar sobre o outro lado do feminismo: o ódio feminista aos homens e sua atitude de difamar e demonizar a força dos homens. De acordo com as doutrinas da ideologia feminista, os homens fortes são violentos, malignos e apavorantes. Em vez de heróis protegendo mulheres e crianças, o feminismo retrata homens fortes como monstros brutais, surradores de esposas e estupradores de crianças.

O desastre do Costa Concordia trouxe ao centro das atenções os efeitos que o feminismo, e sua filha prostituta, a Revolução Sexual, tiveram nos homens. O feminismo matou a prioridade cultural dos homens protegendo e se responsabilizando pelas mulheres. Num vídeo, Michael Voris falou da “jornada do herói”, o modelo original da cultura ocidental do rapaz que deixa o lar, enfrenta e vence adversidades e se torna um homem com capacidade de proteger uma família. Mas nossa cultura inspirada pelo feminismo, juntando forças com o materialismo consumista que mata a alma, jogou esses conceitos na lata de lixo.

Ao dizer às mulheres que elas não precisam dos homens e ao demonizar o valor da masculinidade, o feminismo ao mesmo tempo diz aos homens que eles nunca precisam crescer. Se o feminismo disse às mulheres que elas podem sair por aí dormindo com qualquer um “como se fossem homens”, devemos nos lembrar de que isso significa que os homens podem, em retribuição, fazer a mesma coisa. Em vez de insistirem em que os homens cresçam, se casem com uma mulher e protejam e cuidem de seus filhos, o feminismo oferece aos homens as mulheres como brinquedos e ao mesmo tempo oferece às mulheres a pílula anticoncepcional, aborto e tribunais para resolver questões de pensão alimentícia como plano B. O feminismo define “igualdade” como homens e mulheres competindo igualmente no mercado de trabalho e usando um ao outro igualmente como objetos.

Algum tempo atrás li um site interessante, embora profundamente assustador, que afirmava dar apoio aos homens contra o mundo feminista. Num artigo, os homens claramente irados apontavam para o injusto padrão duplo nas leis relativas à família. O sistema legal, agora preso firmemente nas garras das feministas, mantem os homens financeiramente responsáveis pelos filhos que eles geram quando se separam da mãe. Mas o artigo apontou, com suficiente lógica, que ao mesmo tempo o feminismo exige que a contracepção e o aborto sejam disponibilizados gratuitamente. Por que então, se as mulheres têm agora a liberdade de usar os homens como objetos sexuais, um homem deveria em algum momento ser responsabilizado pela paternidade? Por que os homens deveriam ser rotineiramente arruinados por ações legais de pensão alimentícia quando o aborto é legal e muito mais barato e fácil de conseguir?

Realmente, por quê? O feminismo, pelo fato de que é essencialmente desonesto, pueril e age só em causa própria, nunca confessará francamente as conclusões lógicas de suas suposições.

Recentemente, os papas escreveram contra o tipo de feminismo que promove o aborto e a contracepção e ao mesmo tempo cria uma divisão de hostilidade entre homens e mulheres. A promiscuidade geral, a contracepção, o aborto legal, o divórcio fácil, junto com uma cultura que adora a juventude e é loucamente materialista, disseram eles, criaram uma sociedade individualista de consumidores isolados para os quais todos os relacionamentos rotineiramente terminam em abandono. Uma vasta catástrofe cultural que deixa os filhos sem pais, diz às mulheres que elas não precisam dos homens e que diz aos homens que eles podem permanecer a vida inteira como adolescentes felizes e despreocupados.

Essa mensagem parece ter tido resultado especialmente evidente na Itália onde é facílimo encontrar homens que são a personificação do estereótipo consumista. O homem-criança efeminado é uma praga na Itália; meninos das mamães vaidosos, convencidos, superficiais e egoístas que vivem na casa dos pais quando já estão com trinta e quarenta anos de idade.

Outrora, o centro de vida dos italianos era a família; agora eles estão cada vez mais se divorciando ou se recusando a casar em primeiro lugar.

A jornalista italiana Rosaria Sgueglia escreve no Huffington Post que o ex-capitão do Costa Concordia é um daqueles homens italianos que estão à altura desse estereótipo ponto por ponto. Os italianos estão “furiosos”, escreveu ela, com “gente como o sr. Schettino que não fazem nada a não ser comprometer a imagem já danificada que o resto do mundo tem do povo italiano”.

“Diz-se que o homem italiano comum é narcisista, egomaníaco, covarde, egoísta, incapaz de seguir procedimentos básicos e incapaz de seguir as regras. Verdade ou não, é um estereótipo, um estereótipo que é fortemente comprovado pelos eventos trágicos mais recentes na Itália”.

Embora os italianos estejam descarregando sua fúria em Francesco Schettino por ser tudo o que eles odeiam em si mesmos, precisamos nos lembrar de que muitos países estavam representados na lista da tripulação do Costa Concordia. O desastre tem, por todos os lados, as impressões digitais de nossa cultura ocidental que está envenenada e morrendo.

Lendo as reportagens do Costa Concordia, não pude evitar reconhecer os resultados das novas prioridades de nossa sociedade. Muitos observadores fizeram a comparação com o desastre do Titanic. Cem anos atrás, os homens da primeira classe levantaram as mulheres e crianças da classe pobre e as colocaram nos botes salva-vidas tendo plena consciência de que estavam dando suas vidas. O capitão do Titanic, de acordo com os relatos, foi visto pela última vez segurando uma criança em seus braços buscando um jeito de salvá-la. Cem anos mais tarde, o que vemos é um oficial da guarda-costeira gritando para o “Capitão Covarde”: “Vada a bordo, cazzo!” que significa “Volte à bordo, caralho!”

Eis nosso admirável novo mundo sexualmente emancipado.”

Os homens de antigamente  dificilmente agiriam assim pois tinham responsabilidade que nascia do modo deles serem educados pois eram educados para se comportarem como homens (lembram, navio afundando, mulheres e crianças primeiro?) O modo feminista de educar hoje destruiu isso. Viva o feminismo por nos fazer evoluir e nos igualar. (Ironia modo on). Logo, se for do seu interesse se relacionar, casar, etc, tente achar um homem de verdade entre os poucos que ainda existem.  😦

Erin Pizzey: mulher,trabalhadora humanitária e ameaçada de morte pelas feministas

Padrão

Diapositiva1

Apesar de ser uma ensaísta e romancista de sucesso, Erin Pizzey ganhou reconhecimento internacional por seu trabalho humanitário, acolhendo e recuperando vítimas de violência doméstica. Em 1971, ela fundou o primeiro refúgio para mulheres do mundo moderno, o Chiswick Aid (organização hoje denominada como Refuge). Seu olhar clínico e sua experiência com incontáveis vítimas renderam importantes descobertas sobre a natureza e as causas da violência doméstica. Suas conclusões e evidências lançaram nova luz sobre a questão. Surpreendentemente, Pizzey se viu encurralada por manifestações feministas, boicotes organizados e ameaças de morte, devido à sua afirmação de que quase toda violência doméstica é recíproca. Segundo Pizzey, as mulheres são tão capazes de violência quanto os homens.

Seu nome completo é Erin Patria Margaret Pizzey. Seu pai era diplomata, mas não era um homem de posses. Fugindo da pobreza na Irlanda, sua família se transferiu para Shangai, onde logo ocorreria a invasão japonesa. Em 1942, toda a família foi capturada pelo exército inimigo, sendo futuramente trocada por prisioneiros de guerra, quando então puderam se reunir novamente. Apesar de ter nascido na China, no vilarejo de Tsingtao (hoje uma província conhecida como Qingdao), após uma movimentada juventude, Pizzey se estabeleceu na Inglaterra, onde estava destinada a iniciar uma carreira humanitária única naquela época.

Era o começo dos anos 70. Pouco a pouco, por toda Londres, mulheres que viviam presas a um cenário de opressão, humilhação e agressão física começaram a ouvir falar que em Chiswick, West London, no Terraço Belmont, havia um lugarzinho simples para onde era possível fugir e — mesmo sem dinheiro, mesmo arrastando filhos e independente de quem você seja ou do que possa ter feito — ser recebida de braços abertos e protegida. Chiswick era a certeza, não somente de um esconderijo seguro, mas de alimentação decente, cuidados médicos, asseio, roupas e, todos os dias, pontualmente as cinco, uma xícara bem quente de chá na companhia de Erin Pizzey.

A despeito do descrédito inicial de líderes comunitários, autoridades locais e membros da mídia, ela conseguiu inaugurar vários outros abrigos, gerenciados à semelhança de Chiswick. Não demorou muito para que a determinação de sua empreitada e a natureza inovadora de sua iniciativa conquistasse o público, ganhando o reconhecimento e os elogios de figuras importantes. Seu livro de 1974, Scream Quietly or the Neighbors Will Hear (Grite Baixinho ou Os Vizinhos Ouvirão, sem tradução no Brasil), sucesso de público e crítica, deu notoriedade à questão. Em 1975, discursando na House of Commons, Jack Ashley (MP) atestou que Pizzey foi “a primeira a reconhecer a seriedade da situação e quem primeiro fez algo de prático ao estabelecer o centro Chiswick Aid. Como resultado desse trabalho magnífico e pioneiro, agora a nação inteira veio a reconhecer o significado do problema”.

O que fez a diferença foi que, desde o início, Chiswick, seu primeiro abrigo, foi procurado por pessoas abusadas de todos os tipos, inclusive homens. Lidando com o problema em sua apresentação mais crua, não demorou muito para Pizzey perceber as limitações do papel masculino como agressor universal e a distância entre as políticas feministas e as reais necessidades da comunidade. Os freqüentadores de Chiswick mostraram a Pizzey que o maniqueísmo “mulheres são de Vênus, homens são do inferno” não descreve adequadamente a questão. A violência doméstica é recíproca, com ambos os parceiros abusando um do outro em taxas basicamente equivalentes. Por exemplo, acompanhando o histórico pessoal das muitas mulheres que reincidiam no abrigo, guardando informes sobre suas idéias, atitudes e reações agressivas, estudando sua capacidade de construir sempre o mesmo tipo de relacionamento, ela notou que a maioria das mulheres ali tinha tanta ou mais propensão à violência que seus parceiros, sejam maridos, namorados ou namoradas.

Intrigada, Pizzey uniu-se a outro interessado em violência doméstica, o Dr. John Gayford, do hospital Warlington. A pesquisa deles rendeu um ensaio intitulado Comparative Study Of Battered Women And Violence-Prone Women (algo como Estudo Comparativo Sobre Mulheres Agredidas e Mulheres com Propensão à Violência). O estudo faz uma distinção entre “mulheres genuinamente agredidas” e “mulheres com propensão à violência”. Desde então, descobertas similares relativas à mutualidade da violência doméstica têm sido amplamente confirmadas. O estudo de Pizzey e Gayford foi considerado uma inovação. Para Pizzey, contudo, era a comprovação de que a sociedade jamais havia olhado realmente para o problema. Ela se desligou do movimento feminista e começou sua própria campanha humanitária. Foi quando seu trabalho passou a sofrer injustas represálias que duraram mais de uma década, vindo a ser completamente obliterado.

Perplexa na época, hoje a ativista parece segura em explicar o ocorrido. Segundo Pizzey, grupos feministas em coalizão com lideranças trabalhistas femininas seqüestraram sua causa e a converteram numa tentativa de demonizar os homens — todos eles, o masculino em si — junto à comunidade internacional.

A intenção seria tornar mundialmente aceita, como um dogma político, a visão da mulher como vítima histórica dos homens, como o verdadeiro sexo superior, que só não se sobressaiu porque foi injustiçado por uma sociedade masculina decadente, sobre a qual a mulher não possui qualquer responsabilidade, estando acima de críticas. Era o que pregavam importantes aforismos feministas da época, tais como: “O único problema são os homens!” Após o seqüestro de seu trabalho, por qualquer razão, Pizzey testemunhou em toda a mídia os números da violência contra a mulher dispararem. Isso incentivou a disponibilidade de fundos públicos, tornando novas instituições de apoio (agora exclusivo a mulheres) financeiramente promissoras e espalhando-as — assim como a sua ideologia — rapidamente sobre o globo. Hoje, Chiswick Aid, o pequeno movimento independente que começou num terraço em Londres, foi renomeado de Women’s Aid e possui uma renda anual multimilionária, apoiada por uma complexa rede de financiamentos, praticamente impossível de ser fiscalizada.

Deixando de lado acusações de improbidade administrativa e de disseminação de intolerância contra os homens (misandria) visando lucro, Pizzey lamenta apenas que a iniciativa inaugurada por ela tenha sido levada do “pessoal para o político”, pondo em risco nossas noções sobre as relações humanas.

Seu livro mais procurado pelos estudiosos da violência doméstica é também seu trabalho mais acusado. Em Prone to Violence (algo como Propensão à Violência), Pizzey argumenta que boa parte das vítimas femininas que freqüentavam o refúgio demonstrava possuir personalidades solícitas a relacionamentos abusivos. Ela categoriza os diversos tipos de comportamento abusivo, explicando-os através de uma combinação dos possíveis fatores causadores, circunstâncias comuns aos relatos das muitas vítimas e agressores que cruzaram seu caminho.

Prone to Violence não apela ao maniqueísmo sexista que nascia na época, não elege culpados, nem promove receitas de bom comportamento. A máquina de escrever de Pizzey não tinha outra meta além de uma compreensão humanitária da questão. Ela chega a especular, por exemplo, que altos níveis de hormônios e neurotransmissores associados a determinados problemas de infância poderiam levar a adultos que repetidamente sofrem alterações violentas com parceiros íntimos — apesar dos custos físicos, emocionais, legais e financeiros —, numa despercebida tentativa de simular o impacto emocional de experiências marcantes da infância. O livro apresenta variadas estórias de distúrbios familiares, assim como uma discussão sobre as causas da ineficiência das agências estatais de assistência social.

Apesar de sua importância acadêmica ter sido diversas vezes reconhecida, a obra contribuiu ainda mais para a ferocidade da oposição feminista contra a pesquisa e os refúgios para ambos os sexos mantidos por Pizzey. Sua reputação herética se consolidou, a multidão com seus slogans exigia fogueira para a bruxa. Demonstrando bravura, ela afirma que foi só depois de inúmeras ameaças de morte contra ela, seus filhos e netos, bem como do linchamento de seu cachorro, que a família abandonou sua vida na Inglaterra para recomeçar nos Estados Unidos. Era como estar revivendo o pesadelo de sua infância na China, durante a invasão japonesa. Ela não sabia, mas após anos de exílio nos EUA, a crescente repercussão de sua obra entre políticos, terapeutas e intelectuais a tornaria bem-vinda novamente no Reino Unido.

Erin Pizzey nunca parou de trabalhar com vítimas de violência doméstica. Atualmente ela é membro-fundador da agência de caridade Mankind Initiative.

PONTOS DE VISTA E DEPOIMENTOS DE PIZZEY
– O que Teresa May [feminista famosa] não assume é que se uma em cada quatro mulheres sofre violência doméstica ao longo da vida, o mesmo ocorre com um em cada seis homens. Duas mulheres morrem por semana, assim como um homem morre. […] O que é preciso fazer é chegar ao ambiente onde se suspeita de que houve violência com uma abordagem terapêutica que proteja a ambos os lados.
– Nós temos que olhar para a violência doméstica a partir de uma perspectiva terapêutica. Porque não é como geralmente se pensa, isto é, o patriarcado, o que todos os homens fazem contra todas as mulheres…! A grande maioria dos homens jamais levantou um dedo para uma mulher.
– Houve grandes piquetes contra minha pessoa. E é claro que eu fiquei apavorada. Isso é uma indústria multimilionária, a violência doméstica, e as mulheres que controlam esse negócio não permitem que evidência alguma ameace seu financiamento.
– [Sobre o feminismo]
Eu me recordo dessa imensa promessa de que haveria esse novo movimento que iria unir as mulheres. E eu achei maravilhosa a idéia de que as mulheres seriam capazes de cooperar entre si, ao invés de apenas competir umas com as outras.
– Eu nunca acreditei totalmente no discurso da opressão feminina do começo dos setenta. Eu me uni ao feminismo por interação, não por revolução.
– Eu me lembro de ir para minha primeira reunião, de entrar nessa grande sala […] e olhar para as outras mulheres, que também me reconheceram. Uma delas me perguntou por que eu estava ali. Eu disse que vim porque estava sozinha, isolada, e que esperava encontrar outras mulheres que também desejassem fazer algo por nossas comunidades. Elas acharam uma tolice e responderam, irritadas, que meu problema era o meu marido, que ele estava me oprimindo, ele e o capitalismo.
– E lá fora havia grandes demonstrações [contra Chiswick] com cartazes exibindo mensagens como “todos os homens são bastardos, todos os homens são estupradores”. Eu fui lá e saí perguntando aos policiais: “se fossem contra negros ou judeus vocês prenderiam essas mulheres, por que não as prendem agora?” Eles ficavam muito desconfortáveis!
 – Ao longo dos doze anos em que gerenciei o refúgio, sempre que eu decidia falar havia gritos de feministas. Eu vinha tentando publicar um livro chamado Prone to Violence , finalmente conseguimos, mas eu precisei de escolta policial por toda a Inglaterra devido a ameaças de morte, a ameaças de bomba. Após tantos anos, a gota d’água foi quando o esquadrão anti-bombas veio até minha casa recolher um pacote suspeito. Eles disseram que agora tudo o que me fosse enviado deveria passar por eles primeiro, em razão da minha segurança e da segurança da minha família. E foi quando eu deixei a Inglaterra e entrei nesse exílio que já perdura a mais de quinze anos.
– [Perguntada sobre se nossa visão da violência doméstica é manipulada]
  -Sim, todo mundo sabe. Os números já demonstraram há muito tempo. A violência mais séria é entre duas mulheres.
 – Se você inaugura um movimento dedicado a promover o ódio aos homens, eu não tenho condições de participar dele.
 – O que eu digo desde o início de tudo é que não existe uma questão de gênero.
OBRAS DE ERIN PIZZEY (fonte: Wikipedia)
Não-ficção:
– Scream Quietly or the Neighbours Will Hear
– Infernal Child (an early memoir)
– Sluts’ Cookbook
– Erin Pizzey Collects
– Prone to violence ISBN 0-600-20551-7 Out of print
– Wild Child
– The Emotional Terrorist and The Violence-prone ISBN 0-88970-103-2
Ficção:
– In the Shadow of the Castle
– The Pleasure Palace (in manuscript)
– First Lady
– Counsul General’s Daughter
– The Snow Leopard of Shanghai
– Other Lovers
– Swimming with Dolphins
– For the Love of a Stranger
– Kisses
– The Wicked World of Women

Você é moralista? O relativismo moral atual feminista para mulheres e homens.

Padrão

Você é uma moralista. O grupo de vocês é moralista.

Assim as feministas nos chamam. Assim elas taxam. E elas possuem frases prontas para isso:

“Ninguém pode nos julgar”, “Alguém paga as minhas contas?”, “Eu dou para quem eu quero porque a buceta é minha”, O que é certo e errado depende de cada um”,  etc e etc. Outras chamam isso de inveja ou hipocrisia. Note, nunca ninguém é culpada/o de nada mesmo errando em muitos casos.

Isso tem um nome e chama-se o relativismo moral, uma arma muito usada por feministas. Como ninguém pode ser julgada/o e tudo é permitido segundo o tal relativismo moral feminista, certas festas são deturpadas, tudo vira arte (até lixo cultural), nenhuma mulher ou homem podem ser julgados (no futuro talvez pessoas criminosas?) e quem sabe um absurdo como fazer sexo no meio da rua seja uma modernidade contra o sistema opressor ultrapassado.Ou ensinar a filha de 8 ,9 anos dançar um funk vulgar como postamos no facebook seja uma nova forma de educar.

Lembrem-se: NADA PODE SER JULGADO POIS NADA é CERTO OU ERRADO. Ninguém pode julgar o outro, segundo o feminismo, isto é moralismo “careta, antiquado, ultrapassado”. Bom mesmo é essa vida moderna que levamos e aonde as pessoas agem de tal modo porque QUEREM mas que segundo o feminismo é culpa do sistema. O feminismo e feministas inclusivem apoiam pessoas ou ideologias que elas afirmam ser contra.

Fotos abaixo retratam isso:

215917_562712947076430_1189381733_n

Contra-capa do CD de uma tal pseudo-artista defendida por Lola e outras feministas que dizem lutra contra isso. Reparem nos nomes” das obras de “arte”. Existe a necessidade destes nomes ou isto chama-se oportunismo ligado ao feminismo? Lembre-se, NADA pode ser jugado.

140224

Natal, uma festa familiar? Ajudando a ser contra o sistema e o opressor Papai Noel, religiosas, conservadoras, escravas, submissas e quem for contra o feminismo que tem algo “contra o corpo feminino” nada melhor que ficar quase nua sem necessidade. Afinal, o que é certo e errado, quem pode nos julgar? Isto vale para mulher ou homem, ok?

popozuda catra

O tal MC Catra que canta funks absurdos e é ovacionado por algumas mulheres e homens na sua parceria com a tal Popozuda (que as feministas apoiam). Lembrem-se, nada pode ser julgado. Nem as letras destes “artistas”. Tudo é permitido.

Mas afinal, o que é ser moralista? Um moralista é uma pessoa que defende  a moral, valores importantes e a coisa antiga que hoje virou piada no modo de se expressar, os bons costumes.  Com um modo de propaganda feminista marxista cultural, feministas afirmam que quem discorda delas é contra o sexo, o prazer, a liberdade e tudo o mais e adora ridicularizar quem discorda delas. Nunca fomos contra o sexo, a sexualidade, o prazer, a liberdade desde que usados com responsabilidade. Simples.

A moral muda de lugar para lugar como Oriente e Ocidente e possui outros fatores relevantes que ajudam a formar os valores morais locais. Mas em geral a moral ocidental é similar. Chamar alguém de moralista é um tanto estranho pois existe a boa moral (bons valores) e o inverso (maus valores). Ou seja, a moral ajuda a definir o que é CERTO e ERRADO. Se alguém é contra a moral, esta pessoa quer ter o direito de nunca ser julgada, afinal, nada é certo ou errado e tudo é permitido. O tal relativismo moral. Um bom lugar para se esconder sem assumir responsabilidades.

Claro que ninguém é perfeita/o e vai fazer a coisa certa sempre. O problema é criar desculpas para não fazer a coisa certa porque quer e colocar a culpa em alguma coisa ou alguém, algo muito comum hoje. E isto em muitos casos é o que o feminismo prega.

Quem são as primeiras pessoas a nos ensinarem valores e a diferenciar o certo e errado?  Mamães e papais. Estes dois seres são o nosso primeiro grupo social a nos ensinar algo desde o berço. E aqui, vai de sorte de cada um a possuir pessoas que lhe ensinem bons valores. O problema é o jogo de probabilidades. Hoje, mais casais se separam, as pessoas se enxergam como inimigos (homem x mulher), crianças são criadas sem figuras que lhe ensinem o certo e errado. E isso a longo prazo é muito pouco animador criando cada vez mais uma onda de seres pensantes que deixaram de pensar sobre o que é certo e o que não é. Podemos notar isso ao vermos jovens da nova geração, rica em tecnologia mas pobre em outras coisas. Cada vez mais tudo é “relativo”.

Ao longo do tempo, fora os nossoa pais, amizades, o ambiente em que vivemos e outras coisas irão nos ajudar a saber o que é certo e errado.

As feministas usam de uma  estratégia muito marxista cultural: Ridicularizar quem defende valores e idéias seguindo uma objetividade moral baseada em sensos comuns. Querem ser as diferentes, contra o sistema. Fazem isso pelo motivo de tentar atrair mais pessoas (afinal, é tentador viver aonde tudo é permitido sem regras) e ridicularizar o lado oposto como moralista ultrapassado ( segundo elas quem tenta combater o feminismo, sendo mulher ou homem). Para propagar mais este mito elas pegam como exemplo falsos moralistas ou pessoas que usam da moral para ganhar dinheiro. Logo, na mente feminista, melhor nada poder ser julgado sobre certo e errado desde que sirva a elas.

Todas as pessoas possuem valores. Todas. E todas possuem uma certa base do que é certo e errado. Sem isso em uma sociedade, nos tornariamos coletivamente primatas sem regras, sem leis. Os valores e a moral foram quem formaram a base da civilização a longo prazo e nos permitiu sobreviver e darmos um salto em muitas coisas.

Mas o que querem dizer realmente as feministas com as frases “Ninguém pode nos julgar”, “Alguém paga as minhas contas”, “Eu dou para quem eu quero porque a buceta é minha”, O que é certo e errado depende de cada um” e outra mais?

Traduzindo, eu posso errar porque quero ou por outro motivo, posso querer errar de novo e não quero ser julgada/o por isso.

Se você concorda conosco e discorda das fotos, você segundo as feministas é uma moralista. Ou parece estar acordando sobre o que realmente o feminismo prega com o seu relativismo moral para nunca poder ser julgado, tentando assim atrair mais pessoas com um populismo barato mesmo que reclame dos problemas criados por este relativismo  moral no futuro.

Igualdade: Quem paga a conta durante o encontro, jantar, cinema, balada?

Padrão

pagar a conta primeiro encontro

Recebemos dois e-mails de setembro sobre este assunto: Quem deveria pagar a conta em um relacionamento durante um jantar, cinema, festas e outras coisas mais? Seria isto um ato do homem ou da mulher? Ambos e-mails tiveram como origem justamente uma mulher de 20 anos  e um homem de 25. Desculpem a resposta tardia 🙂

Nos tempos antigos prezava a etiqueta da época que o homem deveria arcar com todas as despesas. O homem na época pagava tudo. Era algo social e uma regra tradicional. O homem deveria cuidar da mulher. Mas hoje o tempo mudou, surgiu o feminismo, relacionamentos foram transformados e muitas pessoas não sabem como agir em casos assim. Outras fingem não saber. Sim, existem homens mal educados exploradores mas também existem mulheres golpistas exploradoras. Possuimos imparcialidade diferente das feministas 🙂

Mulheres e homens sempre foram complementares e deveriam saber a conviver em momentos tensos como em casos de problemas financeiros. Ninguém tem o direito de humilhar a outra pessoa ou obrigar a outra pessoa a pagar as suas contas usando de joguinhos psicológicos ou atos violentos para isso. Deveriamos viver unidos mas sem perder a nossa individualidade mas sempre respeitando a outra pessoa. Falta de respeito nunca foi ou é brincadeira. Deveriamos viver como pessoas sabendo dos nossos limites, qualidades e defeitos. Isto é o que deveria ser o objetivo de um casal: diferenças mescladas para somar, momentos de tempestade passageiros mas com um grande tempo de harmonia, paz e companheirismo frutos de valores em comum, amor a si mas respeitando ao outro sempre de modo educado. Quem faz o oposto destas coisas dificilmetne ama o outro. E algumas perguntas devem ser respondidas antes de “pagar a conta”.

De quanto tempo é este relacionamento? Quem é a pessoa, ela é companheira, educada e sabe nos respeitar? Esta pessoa demonstra interesse em dividir momentos de alegria ou dificuldades ou quer explorar?

Toda mulher gosta de um gesto de educação nos primeiros encontros. E alguns homens ainda pagam a conta nestes casos. Até aqui nada demais. Seria talvez um forma de colocar o tradicionalismo de antigamente nos dias de hoje.

Mas se o relacionamento é mais longo como 3 semanas, 2 meses, depende de cada caso sinceramente achamos injusto o homem arcar com todas despesas.  Hoje podemos ganhar dinheiro com o nosso trabalho (isso não nasceu com o feminismo) e muitas outras adoram dizer isto para o mundo. As feministas inclusive vivem dizendo e ostentando que pagam tudo, dividem sempre, que fazem tudo que um homem faz  e etc, embora não sabemos se isso seja verdade na vida real. Outras ficam usando ambas as vantagens do vazio entre a mulher moderna forte, livre e a mulher tradicional de antigamente. A famosa feminista quando convém.

Não é incomum ver também algumas mulheres liberais, modernas e que podem tudo na hora de debater, gritar, discutir e ganhar  dinheiro voltarem no tempo na hora de pagar a conta e querem a tradição de tempos passados. Homens reclamam disto como foi o caso do nosso leitor. Desta ambiguidade de algumas mulheres que ora são fortes e liberais, ora mais tradicionais e usam vantagens de ambos os lados.

O melhor caminho ainda é a conversa, que deve ser debatida com argumentos e de modo adulto, respeitando os limites financeiros e a vontade da/do partner. Existem momentos em que uma pessoa do casal sendo homem ou mulher passa por momentos financeiros complicados e quer evitar gastar. Por outro lado, ninguém suporta uma pessoa sofina. Se ambos se amarem, forem adultos e saberem conversar, quem pode mais ajuda o outro naturalmente sem ser explorado. E a outra pessoa vai retribuir no futuro. Companheirismo, lembrem disso.

Para finalizar, gostariamos de deixar uma dica aos garotos e garotas 🙂

Aos homens que em geral ainda flertam mais e tomam a iniciativa com uma mulher:

Se a sua namorada é feminista ou simpatizante (quero igualdade, sou forte, liberal, bla bla) trate ela como você trataria um amigo seu homem. Sem confortos a mais visto ela ter dito e exigido isso. Isto é igualdade. Vale para despesas, mudanças, trocar pneu, fazer esforço, carregar objetos pesados, carona e tudo o mais. Pergunte se você faria isso por um amigo seu de longa data ( comparando com um relacionamento com ela mais longo)  ou para algum conhecido de poucas horas (comparanddo a um relacionamento inicial). Trate ela de igual para igual. Ela pediu isso.

Se a sua namorada é mais tradicional, trate de pagar os primeiros encontros e sonde a reação dela. Todas mulheres gostam mas sabem que os tempos mudaram e mulheres ganham dinheiro podendo trabalhar. Depois de um tempo inicial curto, algumas mulheres  irão querer dividir ou entrar em um acordo de alternar os pagamentos de modo proporcional durante encontros. Este é o esperado mesmo que o relacionamento ande para frente ou não pois é baseado no mundo de hoje. Nada mais justo. Demonstra que ela se importa com você e é companheira, embora não seja somente este fator que vai dizer o quanto vai se prolongar o relacionamento. Ele demonstra um pouco da pessoa.

Meninos, cuidado: Se a sua namorada cria desculpas para não pagar as contas de encontros e baladas; Se a sua namorada foge destes assuntos mesmo depois de algum tempo de relacionamento; Se a sua namorada usa da ambiguidade moderna feminista- mulher tradicional dos tempos antigo, achamos que ela tem provavelmente uma personalidade de golpista-exploradora-infantil. Fica o alerta 😉

Para as mulheres:

Um homem cavalheiro hoje é algo cada vez mais raro. E sim, agradeçam ao feminismo por isso 😦

Aceite de bom agrado e seja educada se o rapaz for também educado. Se o cara for grosso, mande ele se catar. Todas pessoas gostam de pessoas educadas (talvez as piriguetes pensem diferente). Pelo que notamos, homens legais não gostam de mulheres interesseiras. Os cafas adoram pois não querem se relacionar de modo sério com ninguém, pagam e fazem de tudo para transar com qualquer uma mas até eles tentam economizar e escrevem em blogs sobre isso. Logo, homens legais não irão gostar de serem explorados. E irão fugir de golpistas se inteligentes.

Ter a conta paga ao nosso ver nunca foi um modo de sermos submissas. Faz parte do jogo e do flerte durante muito tempo em um momento inicial para algumas embora hoje outras prefiram dividir muitas vezes diretamente. Mas todas sabemos que os tempos mudaram e hoje também ganhamos o nosso dinheiro (sem dever em nada ao feminismo). Prolongar isto e fazer o outro pagar tudo é uma maldade para com alguém que pode ser o nosso parceiro durante um longo tempo. Pensem nisso e leiam o testo abaixo da psicóloga Mariana Matos. Quem concorda e quem discorda?

Acordo

“Para a psicóloga Mariana Matos, na hora de pagar a conta faz toda a diferença o tipo de relação estabelecida entre o casal. “Uma coisa é o início, outra é o dia a dia quando nem há mais separação do meu e do seu dinheiro”, explica ela.

Seja no começo, seja no meio, o importante é não ser muito rigoroso. “Quando os homens estão passando por um momento de situação financeira apertada ou vice-versa, pensam até em não chamar a garota para sair porque não têm grana. No entanto, a maior parte das mulheres não se incomodaria em dividir ou mesmo pagar a conta se ela estiver muito a fim de sair com o rapaz”, afirma Mariana, lembrando que é muito diferente não pagar porque não tem e não pagar porque não quer.

A psicóloga afirma que a mulher quer ser independente financeira e emocionalmente, mas quando a conta chega na mesa bate um tradicionalismo. “Mesmo podendo dividir há quem prefira que o homem pague tudo, um resquício de machismo”, explica, acrescentando que isso não pode ser um problema que impeça um casal de sair junto. “No fundo a mulher gosta da gentileza”, afirma.

Para que o casal tenha o seu próprio acordo sobre quem vai pagar as contas, conversar é fundamental. “O assunto dinheiro é um dos mais difíceis entre um casal, tanto para quem tem muito como para quem tem pouco”, ressalta, lembrando que é um tema cheio de simbolismos. “É bom ter tudo às claras, estabelecer prioridades e saber o que é importante para o outro na hora em que a conta chega”, conclui.”

Não devemos nada ao feminismo por Talyta Carvalho.

Padrão

mulheres contra o feminismo

Belo texto contra a ditadura feminista e o marxismo cultural feminista:

“As feministas chamaram de libertação a saída forçada da lar para trabalhar; sua intolerância tornou constrangedor decidir ser dona de casa e cuidar dos filhos

Na história da espécie humana, a ideia de que a mulher deveria trabalhar prevaleceu com frequência muito maior do que a ideia de que deveria ficar em casa cuidando dos filhos.

Não raro, o trabalho que cabia à mulher era árduo e de grande impacto físico. Para a mulher comum na pré-história, na Idade Média, e até o século 19, não trabalhar não era uma opção.

Uma das conquistas do sistema econômico foi que, no século 20, a produtividade havia aumentado tanto que um homem de classe média era capaz de ter um salário bom o suficiente para que sua esposa não precisasse trabalhar.

No período das grandes guerras e no entreguerras, a inflação, os altos impostos e o retorno da mulher ao mercado de trabalho (que significou um aumento da mão de obra disponível) diminuíram de tal modo a renda do homem comum que já não era mais possível que maioria das mulheres ficasse em casa.

Esse movimento forçado de saída da mulher do lar para o trabalho as feministas chamaram de libertação.

Óbvio que não está se defendendo aqui que as mulheres não possam trabalhar, não casar, não ter filhos ou que não possam agir de acordo com as suas escolhas em todos os âmbitos da vida. Não é essa a questão para as mulheres do século 21 pensarem a respeito.

O ponto da discussão é: em que medida a consequência do feminismo, para a mulher contemporânea, foi o estrangulamento da liberdade de escolha?

Explico-me. Por muito tempo, as feministas reivindicaram a posição de luta pelos direitos da mulher, exceto se esse direito for o direito de uma mulher não ser feminista.

Assumir uma posição crítica ao feminismo é hoje o equivalente a ser uma mulher que fala contra mulheres. Ilude-se quem pensa que na academia há um ambiente propício à liberdade de pensamento.

Como mulher e intelectual, posso afirmar sem pestanejar: nunca precisei “lutar” contra meus colegas para ser ouvida, muito pelo contrário. A batalha mesmo é contra as colegas mulheres, intolerantes a qualquer outra mulher que pense diferente ou que não faça da “questão de gênero” uma bandeira.

Não ser feminista é heresia imperdoável, e a herege deve ser silenciada. Até mesmo porque há muito em jogo: financiamentos, vaidades, disputas de poder, privilégios em relação aos colegas homens -que, se não concordam, são machistas e preconceituosos, claro.

Outro direito que a mulher do século 21 não tem, graças ao feminismo, é o direito de não trabalhar e escolher ficar em casa e cuidar dos filhos -recomendo, sobre a questão, os livros “Feminist Fantasies”, de Phyllis Schlaffly, e “Domestic Tranquility”, de F. Carolyn Graglia.

Na esfera econômica, é inviável para boa parte das famílias que a esposa não trabalhe. Na esfera social, é um constrangimento garantido quando perguntam “qual a sua ocupação?”. A resposta “sou só dona de casa e mãe” já revela o alto custo sóciopsicológico de uma escolha diferente daquela que as feministas fizeram por todas as mulheres que viriam depois delas.

O erro do feminismo foi reivindicar falar por todas, quando na verdade falava apenas por algumas. De fato, casamento e maternidade não são para todas as mulheres. Mas a nova geração deve debater esses dogmas modernos sem medo de fazer perguntas difíceis.

De minha parte, afirmo: não devo nada ao feminismo.”

TALYTA CARVALHO, 25, é filósofa especialista em renascença e mestre em ciências da religião pela PUC

Texto retirado da jornal Folha de São Paulo.

Link: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/29978-nao-devemos-nada-ao-feminismo.shtml

Meu filho: por ter nascido homem, um criminoso segundo feministas e o seu sexismo.

Padrão

princessboy

Feministas querem eliminar qualquer diferenças entre homens e mulheres, usando crianças para provar suas teses malucas. A ditadura da igualdade forçada ao marxismo cultural  e a idéia de “evolução” e “modernidade” cria pessoas traumatizadas, incontentes e incapazes de aceitar o outro por ser diferente. Ou feministas possuem vergonha de serem mulheres?

Muito houve-se falar hoje em dia dos valores invertidos que professores pregam por defenderem esta ou aquela ideologia. No Brasil, os professores tendem a ser de esquerda principalmente no campos da humanas mas sem se restringir a estas em qualquer Universidade ou escola. Todas pessoas sabem mas fingem que isto é uma fantasia ou um grupo pequeno, quando na verdade é tudo muito real, praticado por um grande grupo e graças ao forte marxismo cultural, algo aqui tido como “legal, moderno, a sociedade perfeita do futuro”.

O problema é quando isso nos atinge ou atinge quem amamos. O problema é quando querem doutrinar crianças que querem somente ser crianças. O feminismo e as feministas adoram fazer isso, assim como  o khmer vermelho fazia com crianças no Camboja e outros grupos similares fazem ao redor do mundo. Somos cobaias para eles. No caso do Khmer Vermelho, tudo virou uma carnificina em nome da “igualdade forçada” em forma de ditadura. Usar crianças, lavando os seus cérebros é algo muito feminista. E todos sabem de quem as feministas herdaram tal “nobre” atitude.

E comos citado acima, o Brasil é um terreno muito fértil para isso. Forte propaganda marxista cultural,  forte propaganda contra o ex-regime militar, imagem do Brasil associada a “responsabilidade é do governo+ assistencialismo que gera votos+ igualdade sem meritrocracia”, governantes que embora adepto dos “companheiras/ companheiros” e igualdade, amam um certo conforto e luxo bem ao estilo Ocidente Tio Sam,etc. Por um certo acaso, funk hoje é cultura, ser vulgar e brega é ser “popular”, a liberdade é usada de um modo sujo, ninguém pode questionar este modelo que é errado mas é a perfeita cara da brasileira, mesmo que muitos discordem. E quem discorda é preconceituosa. O mesmo vale para os homens.

Encontrei uma dessas educadoras querendo educar o meu filho de 5 anos. Feminista estilo Khmer Vermelho. O perigo é nos omitirmos como fazem outras mulheres com filhos que caem na conversa da propaganda feminista  de”desconsidere diferenças entre meninos e meninas, isto é sexismo, isto é machismo ou qualquer outra propaganda”. O perigo é deixarmos o nosso instinto materno de lado para cairmos na conversa feminista do que é melhor para os nossos filhos pois a propaganda feminista que hoje é muito forte afirma que isto é o futuro, moderno e outras coisas. O risco é grande, principalmente quando as feministas além da propaganda usam de agressividade coletiva e fingimento intelectual para ATACAR crianças ou quem discorde delas, sendo mulheres ou homens.

Irei tentar resumir o que houve comigo e com o meu fiho.

Levo ele a escola maternal em dias alternados com o seu pai e nunca fui de ficar em cima dele, pois sempre confiei em professores. Nunca quis ser  super protetora embora eu e meu marido cuidemos dele sempre. Super proteger os filhos ao meu ver é errado pois eles ficam dependentes. Cuidar é uma coisa bem diferente de super proteger.

Conversando com ele sobre o que tinha aprendido na escola, ele me falou de uma tia ( como chama a professora) nova que veio ensinar eles. Eu conhecia a antiga educadora e gostava dela. Pensei que esta fosse igual ou similar embora cada profissional tenha um certo método preferido. Sem problemas.

521726_484722881549804_1656441496_n

Depois de alguns dias perguntei a mesma coisa a ele que me respondeu que a “tia” estava ensinando ele a usar o giz cor-de-rosa. Pensei, tudo bem. Fui ver os seus desenhos e praticamente, tudo era rosa. Detalhe que antes ele usava todas as cores nos seus desenhos. Fiquei um pouco pensativa e disse ao meu marido. Ele argumentou que faz parte do aprendizado da criança mas decidimos começar a olhar com mais cuidado a nova professora.

As crianças tiveram um dia em que iam brincar de  alfaiate/ costureira. Pegavam pedaços de papéis, recortavam e colavam com a idéia de fazer qualquer tipo de roupa.  Tudo bem mas um porém aqui. Meu filho, que sempre foi um menino normal e com brincadeiras masculinas chegou em casa com um vestido de papel e com amostras de maquiagem feitas com material escolar. Eu fiquei chocada pois ANTES nunca o havia visto assim. E fiquei muito preocupada.

Pensei que o meu filho tivesse tendências homossexuais. Nunca tivemos problemas ou preconceito com homossexuais, que isto fique claro. Nunca deixaria de amar o meu filho mesmo se ele fosse homossexual. Ao mesmo tempo eu não gostaria que ele fosse homossexual por muitos motivos como o bullying que ele provavelmente iria sofrer, o preconceito e outros problemas que homossexuais passam. Acho que grande parte das pessoas pensam assim. Isso não é homofobia, ok, feministas?

Para a minha surpresa o meu filho disse que a sua nova professora havia dito para as meninas criarem roupas de meninos e vestirem-se como garotos e vice-versa. Ele também citou que ela estava ensinando os meninos a fazerem xixi sentados e as meninas de pé. Fiquei muito indignada pela atitude da professora e falei com o meu marido que ficou também indignado.

odiar homens

A misandria feminista hoje vista como algo libertador, moderno e de uma sociedade do futuro. Ao mesmo tempo podemos ver mulheres dizendo que falta homem no mercado ou das saudades do homem de antigamente. Claro, o feminismo com a sua mentalidade anda acabando com eles desde o berço.

Fui levar ele na escola mais cedo para conhecer a professora nova. Pedi educadamente para falar com ela sobre o meu filho e comentei casualmente sobre ele chegar em casa praticamente vestido de menina e maquiado. Para minha surpresa ela confirmou tudo e disse que é um método novo anti-sexismo de educar as crianças (feminista detected). Disse que o meu filho e outras crianças eram RESISTENTES (ou seja, detestavam) ao novo método de trabalho implantado por ela. Mantive a calma, contei até 10 e questionei um pouco mais a dita educadora e ela começou a soltar aquele discurso que todas sabemos: patriarcado, sexismo, igualdade, liberdade e tudo o mais. Segundo ela, um novo mundo começa com um olhar moderno das pessoas e a igualdade feminista.

Continuou com suas teorias e o modo como falava dos alunos meninos: que eram teimosos ao novo sistema, frutos de pais machistas e que foram educados ao modo antigo. Todas sabemos que crianças precisam ser educadas mas a pessoa que educa deve somar conhecimentos a elas e sabendo valorizar um pouco o que querem além de seus talentos naturais. E convenhamos, que raio de educadora é essa que enxerga crianças como cobaias de ideologias extremistas? Ela pensou que as meninas talvez gostem de ser meninas sendo a mesma coisa com os meninos.

Ela percebeu que tinha invadido um terreno sagrado para quem tem filhos. Tentou se explicar de diferentes maneiras mas sempre voltava com a sua ideologia libertadora e moderna (feminista marxista cultural). Eu fiquei imaginando o meu filho, que começou a pouco aprender coisas que tanto sofremos para ensinar como ir ao banheiro sendo cobaia de uma louca que possui teorias malucas de igualdade sem saber respetar os outros, muito menos meninas ou meninos, crianças de 5,6 anos. Qual menininha gostaria de fazer xixi em pé porque uma professora quer igualdade em tudo? Novamente a tal DITADURA FEMINISTA com teorias de igualdade forçadas semelhantes ao estilo do Khmer Vermelho.

Fiz o que tinha que fazer: chamei a diretora e disse a ela que discordava dos novos métodos da nova professora e retirei o meu filho da escola. Se estas novas educadoras feministas querem cobaias e julgam crianças, que façam isso com os seus filhos e filhas (por algum motivo uma ou outra feminista possui filhos). Meu filho é uma criança como tantas outras e deve ser educado sim, punido sim (quando faz coisas erradas sem ser espancado violentamente) e saber o que é certo e errado. Mas hoje no modo feminista de educar, meu filho é visto como um criminoso, futuro estuprador, bandido, asssassino e todas qualidades que feministas colocam aos homens mesmo que eles possuam 5 anos de idade e sejam crianças.

As feministas querem é castrar o homem por ser diferente das mulheres porque alguém disse que isso é certo. Umas afirmam que querem criar um homem que respeite as mulheres e etc. Uma grande piada. Conheço homens que respeitam mulheres, meu marido, meus primos, meu pai. Nenhum era feminista, nenhum estuprou, matou ou fez estas coisas absurdas que feministas dizem. Se elas generalizam por seus traumas, fazem uma falsa propaganda raivosa contra crianças e querem vingaça, que procurem ajuda profissional para se tratar ou ESCOLHAM parceiros/companheiros legais. Dizer que o mundo é um problema sem jeito é amargura, revolta, falta de esperança e falta de AMOR. E crianças de 5 anos não tem culpa de terem nascido meninos ou meninas para depois se transformarem em cobaias das feministas. Ser um bandido, criminoso ou psicopata tem pouco a ver com o sexo da pessoas e sim com a sua personalidade, seus valores ou faltas destes, INDEPENDENTE do sexo. Se fosse assim não existiriam criminosas mulheres e nem presídios femininos.

Outras mulheres contra o feminismo também comentam mentiras que as feministas contam e a sua revolta contra homens e meninos. Vejam mais abaixo.

https://www.youtube.com/watch?v=AZK75pF_oJU

https://www.youtube.com/watch?v=_aXJ5vaEjEo

https://www.youtube.com/watch?v=Y-fp21upXqU

Oscar Niemeyer: o humanista que amava Stalin e cobrava caro

Padrão
Nota das blogueiras do mulheres contra o feminismo: Niemeyer em muito se parece com Chico Buarque, Gilberto Gil e outros que queria revolucionar o mundo no passado. Eram os mesmos que lutaram contra o regime militar para criar uma nova ditadura cubana no Brasil. Historiadores hoje admitem isso. Tudo nasce do marxismo cultural no Brasil, uma terra fértil para tal ideologia . Hoje tais artistas cobram caro, muito caro e adoram luxo mesmo que odeiem o capitalismo. Defendem ainda pessoas como Che Guevara, Stalin e outras coisas mais mesmo o tempo mostrando os absurdos que eles cometeram. Niemeyer possuia talento, mas nunca foi santo e exemplo a ser seguido em tudo como pregam nestes dias.
“Oscar Niemeyer era quase uma unanimidade. A reação à sua morte comprova isso. Mas será que tanta reverência se deve somente às suas qualidades artísticas? Muitos consideram que Niemeyer foi um gênio. Não sou da área, não me cabe julgar. Ainda assim, não creio que tanta idolatria seja fruto apenas de suas curvas.
Tenho dificuldade de entender por que o responsável pelo caríssimo projeto da construção de Brasília, o oásis dos políticos corruptos afastados do escrutínio popular, mereceria um prêmio em vez de um castigo. Por acaso as pirâmides do Faraó eram boas para o povo? Mas divago.
Eis a questão: por que Niemeyer foi praticamente canonizado? Minha tese é que ele representava o ícone perfeito da CHEC (Comunistas Hipócritas da Esquerda Caviar). No Brasil, você pode ser podre de rico, viver no maior conforto de frente para o mar, mamar nas tetas do governo, desde que adote a retórica socialista.
Falar em “justiça social” enquanto enche o bolso de dinheiro público, isso merece aplausos por aqui. Já o empresário que defende o capitalismo, produz bens demandados pelo povo e não depende do governo é visto como o vilão. Os discursos sensacionalistas valem mais do que as ações concretas. Imagem é tudo!
As curvas traçadas pelo “poeta do concreto”, que considerava o dinheiro algo “sórdido”, custavam caro. Quase sempre eram pagas pelos nossos impostos. Foram dezenas de milhões de reais só do governo federal. Muito adequado o velório ter sido no Palácio do Planalto, o maior cliente do arquiteto. Licitação e concorrência? Isso é coisa de liberal chato.
Niemeyer virou um ícone contra o excesso de razão nas construções, mas acabou com extrema escassez de razão em suas ideias políticas. Sempre esteve do lado errado, alimentado por um antiamericanismo patológico. Defendeu os terroristas das Farc, os invasores do MST e o execrável regime comunista, mesmo depois de cem milhões de vidas inocentes sacrificadas no altar dessa ideologia.
Ele admirava os tiranos assassinos Fidel Castro e Stalin, e chegou a justificar seus fuzilamentos. Até o fim de sua longa vida, usou sua fama para disseminar essa utopia perversa, envenenando a cabeça de jovens enquanto desfrutava do conforto capitalista.
No meu Aurélio, há uma palavra boa para definir pessoas assim, que curiosamente vem antes de “craque” e depois de “crânio”. Talvez Niemeyer fosse as três coisas ao mesmo tempo.
Roberto Campos certa vez disse: “No meu dicionário, ‘socialista’ é o cara que alardeia intenções e dispensa resultados, adora ser generoso com o dinheiro alheio, e prega igualdade social, mas se considera mais igual que os outros.” Bingo!
Para quem ainda não está convencido de que toda essa comoção tem ligação com sua pregação política, pergunto: seria a mesma coisa se ele defendesse com tanta paixão Pinochet em vez de Fidel Castro? A tolerância seria a mesma se, em vez de Stalin, fosse Hitler o seu guru?
E não me venham dizer que são coisas diferentes! Tanto Stalin como Hitler eram monstros, da mesma forma que o comunismo e o nacional-socialismo são igualmente nefastos. Que grande humanista foi esse homem que defendeu até seu último suspiro algo tão desumano assim?
Acho compreensível o respeito pela obra de Niemeyer, ainda que gosto seja algo subjetivo e que a simbiose com o governo mereça críticas. Entendo o complexo de vira-lata que faz o povo babar com os poucos brasileiros famosos mundialmente. Mas acho inaceitável misturarem as coisas e o colocarem como um ícone do humanismo. Não faz o menor sentido.
Seu brilhantismo como artista não lhe dá um salvo-conduto para a defesa de atrocidades. É preciso saber separar as coisas, o gênio artístico do homem e suas ideias. E tenho certeza de que não é apenas sua arquitetura que gera essa idolatria toda. Basta ver a reação quando questionamos a pessoa, não o arquiteto.
Sua neta Ana Lúcia deixou clara a confusão: “As ideias que ele tentou passar de humanismo, justiça social, isso é tão importante quanto as obras dele. Acho que a gente tem que preservar e difundir o pensamento dele.” Como assim?
Aproveito para avisar que sou sensível ao sofrimento das vítimas do comunismo, mas sou imune à patrulha ideológica da CHEC. A afetação seletiva da turma “humanista” não me sensibiliza. É até cômico ser rotulado de radical por stalinistas.
Por fim, espero que Niemeyer chame logo seu camarada Fidel Castro para um bate-papo onde ele estiver, e que lá seja tão “paradisíaco” como Cuba é para os cubanos comuns. Talvez isso o faça finalmente mudar de ideologia…”
Autor: Rodrigo Constantino (aqui)