Arquivo mensal: janeiro 2018

A definição do feminismo no dicionário não condiz com a realidade

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Muitas feministas são analfabetas funcionais e outras preferam fantasia aos fatos do dia-a-dia.

Uma das maiores mentiras que elas contam: Apelar para a definição do feminismo no dicionário.

Mas a mensagem paz e amor da fantasia não condiz com a realidade.

Vamos aos 2 fatos principais que mostram esta hipcrisia:

Feministas ameaçam outras mulheres de morte pois discordam do feminismo mas mentem ser paz e amor.

Ignoram os problemas masculinos e ainda acham legal acusar justamente de estupro.

Neste filme curto, Julie Borowski, ativista do movimento libertário americano, explica porque a maioria das mulheres não se identifica como feminista e que a definição do feminismo no dicionário não condiz com a realidade dos atos praticados pelas malucas cegas ideologicamente da seita chamada feminismo.

 

 

 

 

 

Atletas transsexuais competem contra mulheres roubando espaço feminino e feministas ficam caladas.

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Muitas pessoas andaram postando recentemente sobre atletas transsexuais que competem contra mulheres. E mais uma vez as feministas ficam caladas. Mais um caso de hipocrisia da seita feminista para defender a mentirosa teoria de gênero? Provavelmente.

Basta saber um pouco de biologia para saber que geralmente homens fisicamente nos superam se falarmos no quesito força fisica. Issa nada tem a ver com odiar homem, mulher, desigualdade ou qualquer outro mimimi feminista. Trata-se somente de um fato. 

Mas mesmo assim as feministas apoiam transsexuais competindo contra mulheres.

Que ironia do destino para as feministas de 2018: homens fisicamente mais fortes com o apoio das feministas vencendo mulheres e tudo isso suportado pelo politicamente correto.

Vamos ver alguns exemplos  que recentemente causaram nas redes sociais:

A ex-jogadora de vôlei Ana Paula Henkel usou suas redes sociais para criticar a liberação de Tifanny Abreu para atuar na Superliga feminina, o que a torna a primeira transexual a atuar na elite do vôlei brasileiro.  A ex-jogadora de vôlei questionou se atletas trans não teriam vantagem sobre atletas biologicamente mulheres. Tifanny Abreu, jogadora transexual, durante as partidas se mostra bem mais forte que as jogadoras mulheres.

Atleta da seleção brasileira por anos, outra jogadora Sheilla se manifestou sobre a polêmica envolvendo Tifanny, atleta trans que defende o Vôlei Bauru:

“Eu sou contra, depois de ter lido o que ele escreveu, depois de ter falado com outros médicos. Ela (Tifanny) tem ainda corpo de homem por mais que os hormônios estejam agora compatíveis, tem formação de corpo de homem.”

“Imagina se todos os gays, os viados resolverem jogar a Superliga Feminina. Vai virar uma Superliga que vai tirar nosso espaço porque a gente não consegue competir com eles”.

Outro caso interessante: Fallon Fox é lutadora de MMA que luta contra mulheres e ao assistir as lutas no Youtube podemos notar como ELE (sim, continua sendo homem) massacra as oponentes. Uma lutadora por sinal quase teve o rosto fraturado.

Mas aonde se encontram as feministas neste momento? Fogem do debate depois de haverem criado um grande problema. Abriram a caixa de Pandora com teorias sem fundamento e fogem da realidade que bate na porta.

Muitas mulheres ficam revoltadas com este fato dos transsexuais mas ao mesmo tempo atacam o marido, amigo, pai, namorado ou qualquer outra pessoa que questione estes fatos que possuem uma agenda. Estas infelizmente  enxergam homofobia em tudo e repetem frases sem sentido talvez devido a serem doutrinadas a anos e nunca terem questionado o movimento das feministas.

Percebemos cinco pontos neste debate com as malucas feministas:

Primeiro, a tal homofobia e o tal machismo citadas pela suja e nojenta midia feminista nunca existiu desde modo que falam nas redes sociais. Na verdade, existem gays e travestis conservadores que detestam o movimento LGBT. Entre os mais populares podemos citar o falecido deputado Clodovil Hernandes  e o gay conservador Milo Yiannopoulos. Milo é ferrenho questionador do movimento LGBT e feministas. Feministas e militantes LGBT atacam mulheres e gays conservadores pelo simples fatos que feministas e militantes LGBT defendem a esquerda. Muitas mulheres como Erin Pizzey e o nosso grupo aqui sofrem ataques das feministas que querem nos calar.

Segundo, negar fatos e ciências parece ser comum no meio LGBT e feminista. Acusam um casamento entre homem e mulher de algo nocivo para a sociedade e opressão mas acham o mesmo casamento normal entre gays. O mesmo vale se os casais decidirem ter filhos.

Terceiro, usar de fatos e senso comum para desmisticar fraudes e militantes da seita feminista LGBT em nada torna uma pessoa criminosa. As feministas que andam acusando homens injustamente de estupro e querendo sabotar relacionamentos com teorias loucas. Existem muitas outras mulheres ao redor do mundo contra estas doidas chamadas feministas.

Quarto, o movimento LGBT e feminista se aliam em muitos casos a pessoas que querem destruir os valores ocidentais e maltratam mulheres e gays nos seus países de origem sendo que aqui no Ocidente mulheres possuem um ampla gama de direitos e privilégios.

Por último, embora as feministas tanto falem de igualdade pois na teoria o feminismo parece ser bonzinho, na vida real a atitude das feministas mostram extrema invejam, rancor e inveja dos homens. Querem sempre competir sem entender que homens e mulheres se complementam. Elas igualmente mostram a hipocrisia do movimento feminista ao negar os problemas dos homens. Possuem filhos, maridos ou pais?

A falta de empatia do movimento feminista e fuga da fantasia nunca se baseia em fatos. Quem estuda sobre feminismo nunca vai ser feminista.

Sabemos dos podres do feminismo de usar o feminismo e aborto para eliminar pessoas negras, acusar homens injustamente de estupro, enviar homens para morrer na guerra enquanto as feministas ficavam em casa seguras soltando bombas pelas cidades ou  feministas querer doutrinar os próprios filhos.

Repetindo o jornalista gay ant-LGBT Milo Yiannopoulos: O feminismo é um câncer.

 

Feministas apoiam o turismo sexual ao”empoderar”o vulgar clipe da Anitta

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Feministas possuem um modo padronizado de comportamento: reclamam de um problema mas ao mesmo tempo apoiam este problema. Isto parece acontecer com marginais (o caso Champinha vide a defesa que a Maria dos Bandios fez) e vai até o turismo sexual.

Todas aqui conhecemos como os estrangeiros enxergam as brasileiras no exterior: vulgar, prostituta barata.

Durante a Copa e Jogos no Brasil postamos sobre o comportamento selvagem de algumas brasileiras em geral ao ver um homem estrangeiro que faziam prostitutas passar vergonha. As mesmas que falavam de amor e respeito se comportavam como cadelas no cio com jornalistas enaltecendo esta vulgaridade como “empoderamento” (palavra feminista escrota por sinal). Mas as mesmas ficam de mimimi com a nossa triste fama mundo afora e culpam o Tio Patinhas por isso.

No carnaval tudo se repete: estragamos uma festa que nunca foi brasileira, o brasileiro mostra a sua selvageria em poucos dias e mais uma vez as brasileiras se queimam. Mas ficam de mimimi como sendo “objetificadas pelo planeta”.

Agora, Anitta, funkeira feminazi mostra o seu traseiro, enaltece a favela (mas mora em um bairro bom), enaltece a vulgaridade e as feministas aplaudem o tal “empoderamento”. 2 minutos depois querem parar de ser objetificadas, dizem ser contra mulheres peladas (mas vivem peladas) e ficam de mimimi contra o turismo sexual.

Hora de se decidir, feminazis prostitutas da esquerda.

Alguns fatos: italianos lideram o ranking em turismo sexual no Brasil.

O Brasil é o segundo maior destino para turismo sexual no mundo, perde apenas para a Tailândia. Cerca de 1000 websites novos surgem todos os anos com o intuito de “vender o país” para aqueles que procuram prostituição e drogas em suas viagens. A cidade do Rio de Janeiro, por ser o principal cartão-postal do Brasil, é a mais vendida quando se trata de turismo sexual. Um dos sites, por exemplo, diz oferecer “inesquecíveis férias eróticas na bela e encantadora cidade do Rio de Janeiro, na costa sudeste de um dos países sexualmente mais festivos do mundo, o Brasil”. Informa ainda que “nossas jovens mulheres não apenas serão suas deusas do sexo, como também serão suas guias turísticas, tradutoras, parceiras de dança e namoradas pessoais”.

Um efeito direto desse cenário é o aumento também da prostituição infantil. Segundo a BBC em uma reportagem (http://www.bbc.com/…/not…/2010/07/100730_brasil_pedofilia_rc), crianças estão suprindo uma crescente demanda de turistas estrangeiros que viajam ao Brasil atrás de sexo. A cada semana, operadores de turismo despejam nas cidades brasileiras milhares de homens europeus que chegam em voos fretados especialmente ao Nordeste em busca de sexo barato, incentivando assim a exploração sexual. A matéria inclusive relata diálogos com essas menores, como esse que cito aqui:

-“Oi, meu nome é C. Você quer fazer um programa?”, ela pergunta. C. pede menos de R$ 10 por seus serviços. Uma mulher mais velha chega perto e se apresenta como mãe da menina.

-“Você pode escolher outras duas meninas, da mesma idade da minha filha, pelo mesmo preço”, ela diz. “Eu posso levar você a um motel local onde um quarto pode ser alugado por hora.”

Nesse mesmo país existe a Anitta, artista reverenciada por seu caso particular com o sucesso: tudo o que ela canta e faz vira hit e assunto. A cantora tem passe livre em todo o meio artístico, cultural, musical e até mesmo político do país. É a paladina dos “desconstruídos.”. Em seu novo clipe, Vai Malandra, que está chegando no mundo todo, Anitta aparece em um clipe musical com uma batida simples, 3 notas musicais, 20 bundas e um amigo famoso fazendo participação. Junta-se a isso o fato de a música ser lançada no final do ano e pronto, temos a fórmula mágica do sucesso!!

A música fala basicamente de bundas dançando. Na parte cantada em inglês, um estrangeiro diz algo como: “Veja meu ziper, encoste sua bunda nele, quero te dar uns tapas, acho que você aguenta, quero ver você nua, Na favela onde tudo acontece. Todo o Brasil está sentindo isso”.

No fundo, é isso que o povo gosta e é isso que a mídia gosta de mostrar. Se não tiver bunda, sacanagem e polêmica, não vende. Tem que apelar pro lado animal, pro instinto, pro desejo carnal, a música por si mesma ficou de lado faz tempo. A música que faz sucesso hoje virou sinônimo de acasalamento.

Em seu clipe, Anitta, eleita “Mulher do Ano 2017”, a queridinha do estabilishment cultural brasileiro e rainha dos progressistas desconstruídos de mente aberta, pinta o sete da futilidade, da objetificação sexual da mulher e da venda das favelas como paraísos de prostituição. Todos aplaudem!

No mundo real, uma garota de 13 anos de idade, que trabalha nas ruas desde os 7, relata para a BBC:

“Todo dia eu peço a Deus que me tire dessa vida. Às vezes eu paro, mas depois volto para as ruas para procurar homens. A droga faz mal, a droga é minha fraqueza, e os clientes estão sempre a fim de pagar.”

Vai malandra.