Arquivo mensal: março 2013

Porque odiar o funk carioca: mulher nua no palco, desculpas e relativismos marxistas culturais.

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O que aconteceu?

Durante um show de funk carioca (sem sermos politicamente corretas, um lixo musical que muito difere do excelente funk original) uma garota sobe no palco de um tal de Mc Magrinho, em trajes mega curtos. O lixo musical começa a tocar, com suas letras absurdas, vulgares e nojentas. Todo mundo no local parece amar estas coisas, homens ou mulheres.  Muitas garotas simulam movimentos sexuais e gritam as letras felizes como se isso fosse liberdade e dançam com rapazes metidos a pegadores que também simulam fazerem sexo. Uma garota sobe ao palco e começa a se esfregar em uma dança quase ato sexual com os dançarinos. Ela veste somente uma calcinha amarela estilo fio dental.

A dupla de dançarinos alternam passos de “dança” que simulam atos sexuais e passam a mão nela . Ela somente de calcinha continua dançando sem reclamar. Um dos dançarinos a pega no colo simulando sexo em pé e tenta tirar a calcinha dela. Ela resiste um pouco mas como era de se esperar pelo tamanho da calcinha e com aquela partner, esta estoura na parte lateral. Ela fica de pé e tenta arrumar. Os dois dançarinos com que ela dançava puxam a calcinha dela para baixo e a deixam nua. Ela sorrri ao ficar completamente nua na frente de todos enquanto o  lixo musicial continua a tocar. O climax do show. Pura obra de arte (ironia).

Os dançarinos falaram que isso é um show normal. Normal? Aqui no Brasil tudo é normal, matar é normal, roubar é normal, estuprar é normal. Vulgaridade? Normal. A pessoa tem que ser muito corajosa para dizer que isso é errado, absurdo. E deve se preparar para escutar que ela ela é “moralista, reaça, tradicional, antiquada, etc”. Ser contra isso é quase crime. Nossos exemplo de mulheres modernas hoje são prostitutas, mulheres “modernas” solteiras que se envolvem com caras com jeito de traficante. Ambos não pregam valores ou algo bom. Quanto mais baixaria melhor e isso hoje é ser normal, moderno. Puro marxismo cultural feminista.

Claro, do jeito que andam as coisas isso aqui está virando terra de ninguém. Inclusive o tal funk carioca é patrimônio cultural do Rio de Janeiro. Sim, este lixo musical que prega descaradamente promiscuidade, vulgaridade, baixaria, pornografia, faz apologia ao crime e ao uso de drogas é moda com inclusive programas populares da nossa TV dizendo que funk ” é legal, coisa moderna e cultura tradicional aqui do Brasil”. A Globo ama o funk e ser bandido hoje ou mulher de traficante é charme. Se alguma pessoa discorda é chamada de preconceituosa ou que detesta a verdadeira cara do povo do Brasil. E o que o mundo pensa do Brasil? E da mulher brasileira? Somos os palhaços com a simpatia de tudos maos o respeito de ninguém.

Mas e quem detesta o funk de qualquer modo ou os seus seguidores e seguidoras? Quem detesta é taxada/o de preconceituosa/o, antiquada, moralista, tradicional, conservadora, antibrasileira e tudo o mais. Lembram das estratégias do marxismo cultural? Elas surgem aqui.

Absurdos como este passam longe da tradicional dicotomia mulher x homem que feministas amam. Isto vai muito além disso. O foco principal deveria ser valores, responsabilidade, escolhas, certo x errado. Mas o que dizem as feministas?

A ministra da “cultura” Marta Suplicy diz que “funk é cultura”. Mas outras coisas bem menos chocantes não são segundo ela. Feministas adoram apoiar funkeiras que cantam absurdos e usam de relativismo moral para isso. Outras dizem que isso é somente “maiores de idade fazendo o que querem, nada demais” pois o corpo “é deles e ninguém pode julgar”.

Outras culpam os dançarinos que realmente são culpados mas tiram a responsabilidade da garota (também culpada) que subiu no palco quase nua porque quis e que se esfregava com homens de tipo duvidoso também porque quis. Fora que são estas mesmas pessoas (mulheres e homens) que ficam felizes com as letras absurdas do funk. Pagam para ir a eventos deste tipo e sempre justificam isso com a liberdade de escolha. Certeza absoluta: Escolher o lado errado e chorar depois pelo leite derramado.

É incrível como vivemos em um mundo de valores invertidos: uma mulher sendo usada como objeto e crendo que isso seja o ápice de sua liberdade. E tudo isso com o apoio das feministas. As covardes feministas relativistas morais e marxistas culturais.

Novamente tudo isso é relativizado e novamente surgem as estratégias do marxismo cultural. Culpem o sistema, o opressor homem branco, a moralidade, as mulheres de bem e os homens de bem que não os entendem e nem entendem o funk com suas letras “inocentes”. Uns e umas ainda se escondem no vitimismo de “oprimidos e oprimidas” por serem mulheres, negros, brancos, isso ou aquilo. Fugir da responsabilidade é tudo nestas horas.

O Rio, que dizem ser a cara do Brasil no exterior vai se tranformar a qualquer momento em sodoma e gomorra. Tudo que é errado é defendido por político corrupto, canal de TV popular que prega absurdos como “normal e moderno”. Tudo parece ser aceito sem ninguém questionar. O respeito humano acabou. Se funk for cultura as meninas menores de idade (muitas crianças) sem limites que frequentam o baile de hoje serão as prostitutas do futuro. Os garotos irão ser pais e as meninas mães precoces que aumentam o caos social. Tudo isso pela covardia politicamente correta de discordar ou patrulheiros relativistas morais que taxam, julgam, ofendem quem segue o senso comum com um pouco de objetividade. Chegamos no patamar aonde qualquer palavrão vira música e cultura e ninguém pode discordar.

Feminismo e marxismo cultural: a relação que nos atinge todos os dias em universidades, propagandas e escolas

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marxismo cultural feminismo

1) O que é o marxismo cultural?

Marxismo cultural é uma vertente do marxismo clássico mas com uma sutil e importante diferença. Enquanto o marxismo clássico se baseia em um conjunto de ideias filosóficas, econômicas e políticas (quase sempre em questionar o capitalismo e valores ocidentais vistos como antigos e caretas), o marxismo cultural atua na sociedade de modo quase invisivel, se infiltrando na cultura, nas escolas, Universidades, cinema, teatro, TV,outras formas de arte e instituições culturais da sociedade. De um modo mais grosseiro, podemos afirmar que o marxismo cultural é uma forma de propaganda que ajuda a lavar cérebros. Ele é muito forte no Brasil e é usado por alguns grupos com sedutoras promessas.

2) Mas o marxismo não faliu com com o fim do comunismo?

Em primeiro lugar, comunismo e marxismo são coisas diferentes. Em segundo, não, o marxismo não faliu completamente com o fim do comunismo. O marxismo clássico pode ter falido por ser uma ideologia incapaz, utópica e impraticável no mundo real, tanto do ponto de vista econômico (principalmente) e geopolítico. Por outro lado o marxismo cultural foi desenvolvido e demonstrou-se ser mais efetivo e mais forte, sendo usado como um tipo de “nova arma” intelectual para defensores de ideologias marxistas.  O ponto chave do marxismo cultural é o seu forte poder de propaganda que prega o mundo perfeito e politicamente correto, o modo que se infiltra nos meios culturais e que no Brasil encontrou espaço na sociedade brasileira.

3) Quem criou o marxismo cultural?

O marxismo cultural teve como criadores intelectuais marxistas que perceberam o fracasso do marxismo clássico e da luta armada marxista . Poderiamos chamar estas pessoas de “guerrilheiros intelectuais marxistas”. Logo, eles desenvolveram o marxismo cultural. Alguns deles foram Georg Lukács, Antonio Gramsci, entre outros. Um dos momentos importantes do marxismo cultural foi a criação da Escola de Frankfurt, uma escola de teoria social inter disciplinar neo-marxista. Tais pensadores marxistas mudaram a estratégia para o sucesso do marxismo.

A “Escola”  foi fundada no auditório da Universidade de Frankfurt em 22 de junho de 1924 como resultado de um encontro preliminar denominado de Erste Marxistische Arbeitswoche (Primeira Semana de Trabalho Marxista), ocorrido em um hotel em Ilmenau.

A fundação do Instituto é devida a Félix Weil, um jovem intelectual marxista que conseguiu convencer seu pai Herman Weil, um rico negociante, a amparar o pessoal da instituição que ele idealizou.

4) Quais são alguns dos dos princípios e estratégias do marxismo cultural?

  1. Lutas entre classes. Herdado do marxismo econômico. Substituindo proletariado x burguesia por Homem x mulher, esposa x marido, homem x mulher, adultos x crianças, brancos x negros, altos x baixos, etc. A velha idéia de “dividir para conquistar”. Divide-se a sociedade em grupos distintos para em seguida caracterizá-los como opressores ou vítimas a fim de quebrar a harmonia entre eles, sabendo que a paz acabaria e isso seria um excelente começo para implementar um novo sistema mais “progressista” cuja solução viria em uma sociedade marxista com a promessa de uma sociedade melhor, “perfeita”. Observem as leis brasileiras que prometem melhoras para certos grupos e que usam da justificativa da estratégia 5.
  2. Atacar a célula- mãe que molda o ser humano e gera empatia: a família. Marx via a família como o principal obstáculo na eliminação da propriedade privada e na submissão do povo ao Estado e o marxismo cultural herdou isso. Por isso os marxistas culturasi focam em desconstruir (na verdade destruir) o tradicional modelo familiar. Podemos considerar isso a mais radical aplicação da luta entre classes por isso o destaque, afinal, para a maioria das pessoas família é uma coisa sagrada mas não para os marxistas. Marxistas culturais adoram pregar um novo modelo de família que segundo eles é mais moderno para destruir o modelo antigo (visto enganosamente sempre como mau e ruim) pois somente este permite as pessoas procriarem. Hoje tal estratégia é muito usada por feministas e ativistas GLBT. Por isso, motivar esta guerra com o fator 1, a luta entre classes. O sucesso desse método é comprovado, tendo convertido a juventude da Alemanha ao Nazismo (um movimento socialista) a partir da endoutrinação das crianças nas escolas.
  3. Métodos a longo prazo. Essa estratégia da ênfase é no ensino das crianças, estudantes e em universidades, principalmente federais. O foco aqui é mudar o cerne do ser humano, mudar o subconsciente humano, mudar o senso comum, por isso  atuar nas crianças, estudantes e universidades, cujos professores as vezes sem saber simpatizam também com o marxismo cultural.  Simplificando, lavar cérebros e doutrinar estudantes exaltando idéias marxistas que combatam os valos ocidentais. Os relativismos surgem aqui e os valores invertidos também. O Brasil mostrou-se um terreno fértil pela cultural brasileira em si possuir simpatia por este tipo de idéais aonde o errado é certo e o certo é errado.
  4. Desconstrucionismo. A desconstrução de um texto (ou de um fato histórico) permite que se elimine o seu significado, substituindo-o por outro que se pretende com uma sedutora propaganda. Desconstruir um texto, uma sociedade, um grupo, uma identidade com a promessa de algo melhor para uma sociedade “perfeita”. Marxistas culturais adoram distorcer o sentido e tirar a objetividade dos argumentos. Isto atrapalha o oponente em um debate.
  5. Patrulha de idéias e politicamente correto. O patrulhamento que censura idéias ou pessoas que opinam contra quem é “correto” e que luta por alguma justificativa de passado que influi no presente. Uso de propaganda, falácias e ofensas do grupo politicamente correto para com o outro grupo como forma de censurar e demonizar pessoas ao invés de ver os fatos. Um exemplo disso é criar uma  “dívida histórica” sobre casos reais ou fantasiosos de injustiças entre pessoas e grupos existentes no passado  que hoje tornam a ser abertos para novos grupos se vingarem de certa forma ” politicamente correta” perpetuando assim mais injustiças. Imaginem se toda pessoa devesse responder por atitudes de seus antepassados?
  6. Revolução cultural, com o objetivo de mudar o senso comum da humanidade sobre o que é certo ou errado, relativismos e falta de objetividade o que bate de frente com as diretrizes de quase TODAS as religiões, que em geral possuem boas idéias e valores.
  7. Teoria Crítica da Sociedade cuja intenção é criticar a cultura ocidental. O Ocidente visto como mal e antiquado e os valores que formaram o Ocidente, os valores judaico- cristãos como “errados, injustos”. A promessa de uma mudança para uma sociedade progressita que é sempre superior a tradicional sociedade atual com seus valores “reaças”.  Gostariamos de lembrar que “progressista” e “retrógrado” não são sinônimos de “certo” e “errado”.
  8. O argumento falacioso da falsa dicotomia: Nesta estratégia muito usada por marxistas culturais que é uma forma de censura quando é conveniente, eles ameaçam o oponente com uma falsa dicotomia perante um grande grupo. Ao apresentar uma falsa dicotomia  em ser A ou B como (quando na verdade o assunto pode envolver outras escolhas)  eles tentam calar o oponente se este/esta for inocente nesta estratégia. Assim, o grupo marxista cultural pode falar o que quiser, atacando o oponente ou falando sobre o futuro progressita. Na verdade marxistas não tem qualquer plano para o futuro, eles adiam a solução dos problemas eternamente para o futuro, desse modo não precisam se comprometer pois nem eles acreditam realmente no que dizem. Isto na verdade é um conjunto de sofismas, retórica e demagogia.
  9. Consciência de classe. Lutar como classe, somente pela e para a classe, priorizando o modo coletivo perdendo a individualidade. Por isso o forte apelo coletivo como lutar por ser mulher, por ser isso ou aquilo. E o engraçado é que estes movimentos forçam uma igualdade baseada em utopia e embora digam respeitar a diversidade, na verdade não o fazem.
  10. Nomear o modelo tradicional da nossa sociedade com valores, deveres e responsabilidades como “antiquado, conservador, ultrapassado, etc”. Isto é um ataque usado para censurar e calar o oponente.
  11. Tudo isso transforma-se em uma sedutora propaganda que pode ser vista na TV, internet, universidades e tudo aonde existe cultura. Esta ideologia luta pela sociedade “perfeita marxista” (que na verdade nunca existiu).
  12. Mentir que feministas representam as mulheres, grupos GLBT representam os gays e racialistas representam os negros ou qualquer outra grupo. Justificar a revolta presente com o passado (mesmo que isso seja mentira muitas vezes). Censurar e patrulhar idéias, pensamentos e debates de mulheres, homossexuais, negros e outros que discordem destes movimentos politicamente corretos e que dizem lutar por “respeito, liberdade, igualdade, paz e harmonia”.

5) Quais são os objetivos do marxismo cultural?

O principal objetivo do marxismo cultural é o mesmo do marxismo clássico: a criação de um novo modelo de sociedade que eles sempre afirmam ser melhor (mas que nunca deu certo) sem os valores ocidentais tradicionais que eles encaram como “antigos, repressores, reaças, etc”. O objetivo no final ainda é implantar a revolução marxista. Não através dos meios armados ou de uma movimentação de violência, mas por meio da transformação da cultura ocidental. Algumas pessoas pensam que o objetivo do marxismo cultural é maior que isso.

6) Existem sociedades marxistas hoje?

Existem hoje algumas sociedades nos moldes similares de sociedades marxistas ideais. A sociedade marxista como Marx queria na verdade nunca deu certo e virou utopia. As sociedades que se baseiam no marxismo existem atualmente em governos comunistas como China, Cuba e Coréia-do-Norte. Muitos destes lugares possuem ainda pessoas na miséria, pobreza, censuram pessoas, torturam, diferenças entre classes, etc.

Inclusive, muitas pessoas devem ler para saber que realmente foi o socialismo, os milhões e mortos na mão de Stalin nos GULAGs. E também devem ler para saber que Karl Marx engravidou a própria empregada doméstica e nunca assumiu a criança, que não tinha o direito nem de comer na mesa com os outros filhos, comia no porão da casa. E saber mais sobre Engels era dono de uma fábrica onde os funcionários eram obrigados a trabalhar 16 horas por dia nas piores condições. Que sociedade perfeita é essa com criadores assim?

7) O modelo capitalista e sociedade tradicional são perfeitos e sem falhas?

Não, não são. Nenhum modelo é perfeito e nenhuma sociedade é perfeita. Talvez exista um sistema ou modelo que  possa surgir e mudar isto. Mas o que fatos mostram até agora e a própria história conta é que o modelo chamado como tradicional /capitalista é ainda melhor e superior ao modelo marxista. Fatos falam por si mesmos. Além disso, o modelo tradicional, com valores tradicionais e o capitalismo permitem melhor qualidade de vida para as pessoas, tecnologia e a preservação da espécie humana que consegue ainda viver em harmonia (nem sempre) na maioria das vezes.

8) Cite alguns exemplos de grupos marxistas culturais.

Movimento GLBT -Feminismo -Racialismo são frutos da mesma árvore, a árvore do Marxismo Cultural. A agenda programática dessas três ideologias é basicamente a mesma. Todos estes grupos seguem o que foi citado no pergunta 4. Nada disso é simples coincidência. Pregam absurdos muita vezes não apenas como algo normal mas como algo absolutamente positivo.

7) Como o marxismo cultural nos atinge no dia-a-dia? Cite exemplos?

Com a apologia a falta de objetividade, falta de responsabilidade e outras coisas. Tudo isso, a longo prazo e coletivamente gera um caos social, uma sociedade pior. Repare os valores invertidos aqui no Brasil.

Exemplos: Se ligarmos a TV podemos ver pessoas cometendo crimes, muitas vezes cruéis. Os direitos humanos misturaram casos absurdos de abusos de poder com defesas destes criminosos cruéis culpados, tirando a responsabilidades dos atos destes. A justificativa disso? O criminoso é branco, negro, pobre, isso, aquilo e muitas coisas da pergunta 4. A atitude individual e o ato em si quase nunca parecem ser lembrados. Isso gera impunidade tanto para ricos, como para pobre pois vira cultural. Em lugares assim, ser bandido, criminoso é ter justificativa para tudo.

E a senadora Marta Suplicy com seus planos sobre abolir nome de pai e mãe da carteira de identidade ou o que hoje é considerado modelo familar tradicional para algo “mais moderno, melhor e do futuro”?

Podemos ver feministas que usam todo a pergunta 4 para justificar tudo o que fazem, muitas vezes em atos com total falta de respeito contra qualquer pessoa. Elas esquecem que a sociedade mudou, o mundo mudou e ainda repetem palavras de ordem antigas. E com isso justificam os seus excessos com a pergunta 4. O grupo Femen e gurus feministas (em geral radicais, que comandam as feministas simpatizantes massa de manobra) agem do mesmo modo. A propaganda de liberdade, igualdade, etc é puro marxismo cultural.

Frases de gurus feministas que PROVAM a origem marxista cultural do movimento feminista (embora isso seja claro pelo modo de agir das militantes e atitudes feministas).

1-“O Cáucaso das mulheres sanciona o pensamento marxista-leninista.
(Robin Morgan, Sisterhood is Powerful, p. 597)

2-O feminismo, o socialismo e o comunismo são a mesma coisa, e o governo socialista/comunista é o objectivo do feminismo.(Catharine A. MacKinnon, Toward a Feminist Theory of the State (First Harvard University Press, 1989), p.10).

3-Um mundo onde o homem e a mulher seriam iguais é fácil de visualizar uma vez que foi isso que a revolução soviética prometeu.  (Simone de Beauvoir, The Second Sex (New York, Random House, 1952), p.806)”

Conseguiram enxergar como tudo é padronizado e bem organizado e similar? Tudo isso nasce de estratégias marxistas culturais.

O movimento GLBT que mente representar todos os homossexuais (assim como as feministas fazem conosco e dizem representar todas as mulheres) agem de modo similar as feministas e novamente, pergunta 4.

Grupos racialistas como “orgulho negro, orgulho afrodescendente, orgulho branco, europeu, etc” agem do mesmo modo. Parecem esquecer que somos todos humanos e deveriamos sermos julgados por nossos atos, com deveres e responsabilidades, além de direitos. Nossas atitudes deveriam ser de pessoas adultas, preocupadas em somar a sociedade. Mas aqui novamente feministas usam de armadilhas e estratégias da pergunta 4.

Todos as feministas se aliam e lutam por objetivos comuns e pregam absurdos muita vezes não apenas como algo normal mas como algo absolutamente positivo. A desculpa é sempre a mesma: de um mundo melhor. Seria isto verdade ou é somente propaganda para permitir que elas continuem fazendo os seus absurdos e tentem censurar quem discorda delas?

Universidades brasileiras, professores e pesquisas “estranhas”: o marxismo cultural na figura de Tatiana Lionço

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Nenhuma pessoa representa mais o feminismo e outros movimentos sociais que prometem “liberdade contra quem nos oprime” que a figura de Tatiana Lionço. Ela é uma das representantes do marxismo cultural/ feminismo no Brasil e que talvez explique um pouco a nossa sociedade doente e os nossos valores (ou a falta deles) pois aqui tudo é relativo. Protestamos por causas estranhas e relativamos o certo e o errado, mesmo que depois o errado possa nos atingir.

Professora universitária e pesquisdora federal (ou seja, paga com o nosso dinheiro) ela é uma feminista e simpatizante que prega uma doutrina (marxismo cultural) e defende grupos com interesses bem definidos (feministas, GLST, etc). O atual modelo familiar é visto como antigo por ela. O atual modelo de educar crianças é visto como antigo por ela. Feministas e simpatizantes, que em geram seguem cegamente ordens de gurus feministas (em geral, lésbicas revoltadas que condenam fazer sexo com homens como postamos aqui) aceitam de bom grado a propaganda feminista em geral pelo politicamente correto e agem do mesmo modo além de compactuar com idéias similares. Com Tatiana, não é diferente. O diferencial dela é que ela como professora ajuda a formar pessoas e a propagar a sua ideologia o que é perigoso para uma terra sem valores morais como o Brasil.

Como diria a cartilha marxista cultural, se infiltre nas universidades e escolas, afirme que isso é politicamente correto, pregue a idéia de uma sociedade perfeita, lave o cérebro de estudantes e destrua a sociedade. Os absurdo pregados por ela e outros professores “intelectuais” demonstram o porque do Brasil ser o que é. Porque importamos ainda tecnologia? Porque o nosso governo ao invés de fazer pesquisas sérias paga para marxistas culturais que defendem grupos com interesses. E estes pesquisam sobre procurar pelo em ovos e outras coisas. Tudo pelo “social”.

Sabemos que marxistas culturais sempre quiseram doutrinar a maior quantidade de pessoas que pudessem. Nada melhor para isso que usar universidades para isso e misturar uma propaganda  de “liberdade, revolta, igualdade” com utopia e propagandas de um mundo melhor.

A psicóloga Tatiana Lionço que é tida como uma professora, pesquisadora e pensadora “moderna” é uma das pessoas que passam por exemplares na sociedade pelo seu status tido como “intelectual de universidade” mas é uma farsa. Ela é somente exemplar como marxista cultural pois isso fica claro nos exemplos de suas teorias que entram nas universidades brasileiras e viram doce na boca de estudantes cabeça fraca que acham que o marxismo cultural é “luta contra o sistema, liberdade, igualdade” ou qualquer outra frase de efeito usada como propaganda mentirosa para um “mundo melhor e mais moderno contra o sistema”. Feministas usam da mesma propaganda.

Tatiana, como boa feminista e simpatizante do grupo GLST, adora falar sobre diferenças sexuais entre homens e mulheres, questão de gênero e modelos familiares sendo que leva isso para o lado das crianças. Leiam o discurso de  Tatiana Lionço no IX SEMINÁRIO LGBT PARA A INFANCIA:

…….“As brincadeiras sexuais infantis também podem envolver outros: MENINOS buscando conhecer os corpos de outros MENINOS e MENINAS buscando conhecer os próprios corpos e os de outras MENINAS e MENINOS. Então, quando MENINOS e MENINAS brincam inclusive sexualmente em seus corpos, com outros MENINOS e MENINAS, eles não estão sendo gays ou lésbicas, quando fazem isto com pares do mesmo sexo. Não é disso que se trata. Que deixem as crianças brincarem em paz... (SEXUALMENTE)…….

Mulheres contra o feminsimo: aqui o texto diz tudo. Parece uma propaganda ou apologia a homossexualidade para crianças, quando crianças deveriam ser tratadas como crianças e terem outros objetivos em mente.

……”Isto as tornarão adolescentes e adultos mais inteligentes e potencialmente mais perspicazes no enfrentamento e na transformação do mundo que lhe deixamos como herança”…...

Mulheres contra o feminsimo: Ou seja, ela deixa a entender que a pesssoa ser homossexual é ser “inteligente” e ser “hetero” é ser qualquer outra coisa.

Pessoas como ela defendem teorias que se não fossem pelo status de “intelectuais de universidades” talvez fossem presas pelo tamanho absurdo que pregam em nome de “um mundo melhor, mais moderno e evoluido”. O que ela prega descaradamente deixa portas abertas para pedofilia e outras coisas mais. Mas na sociedade brasileira marxista cultural isso é “normal”. Aqui tudo vira “normal”.

Além disso, esta pessoa que no Brasil hoje é tida como exemplar, moderna e forma futuros profissionais, faz apologia a idéias que de longe nada somam para a nossa sociedade. Nossas prioridades deveriam ser outras e podemos ver isto todos os dias. Nos falta tecnologia, pesquisas em campos produtivos e uma feminista manipula a psicologia para defender interesses de grupos que querem tratamento especial. Mas isto no Brasil é visto como algo moderno pelo marxismo cultural que é muito forte aqui e  normalmente é lei nas universidades brasileiras.

Percebemos que hoje está havendo uma grande confusão aos que querem usar os DIREITOS HUMANOS para obter todos os seus anseios e liberdades. Grupos que apoiam Tatiana hoje misturam A+B e mentem que isso é luta pelos direitos e conquistas para uma sociedade “melhor e moderna”. Usam de qualquer meio. Usam crianças, se mesclam a minorias usando de propaganda marxista cultural e dizem que isto é “o melhor” para a sociedade.  Ao mesmo tempo, uma pessoa que discorda deles e de suas estratégias que querem praticamente impor uma ideologia é taxada, ofendida e censurada pelo politicamente correto ou com frases que fazem parecer uma pessoa conservadora como pior, antiga. “Reaça” é um exemplo? Mas o que falar do reaça Jean Wyllys que é contra a mudança da maioridade penal?

Ficamos a nos perguntar o que será que vão ensinar aos nossos filhos nas escolas no futuro  já  o que está sendo ensinado hoje é absurdo. Seria melhor educar os nossos filhos em casa?

Para finalizar postamos algumas fotos da dita professora intelectual que ajuda a formar nossos jovens. Cada um usa o seu corpo do modo que desejar mas é um tanto estranho ver uma professora (fotos acima) que forma crianças e jovens afirmar que poderia ser uma atriz de filmes adultos e ter as costas beijadas por um ator gay de filmes adultos. Que exemplo bem estranho estamos querendo implementar como modelo “moderno” para as nossas filhas e filhos.

O arrependimento, sociedade machista, princípios, liberdade, bizzarices e feministas

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Oi meninas. Tudo bem?

Encontrei o blog mulheres contra o feminismo e me identifiquei completamente. Nunca fui defensora das feministas e as teorias delas. Sempre fui educada na maior parte do tempo por homens e muito aprendi com eles. Perdi a minha mãe cedo mas isso nunca me impediu de também valorizar a minha feminilidade e ter me transformando em um Zézinho.  Sigo o blog e leio quando possso. Hoje decidi escrever este e-email para contar sobre o que presenciei por estes dias. O maior exemplo de cara-de-pau sobre o uso da liberdade.

Tenho 22 anos e estou na faculdade. Tenho uma amiga muito bacana e ela me apresentou uma conhecida que iria começar a estudar na nossa faculdade. A menina parecia gente boa mas eu gosto de ter mais tempo para realmente fazer amizade. Apresentamos mais pessoas para ela e tudo estava indo bem.

Pois bem, esta aluna nova  ficou balançada pelo garoto que aqui é conhecido como o “pegador”. Acho que toda universidade, escola possui os mesmos tipos, né? Eu namoro, sou super na minha e sempre fui educada pelos meus tios, tias e o meu pai que podemos escolher quem entra nas nossa vidas. Ou seja, muita vezes a responsabilidade é nossa. Tenho hoje o meu segundo namorado (na verdade o primeiro namoro sério) que é um cara super legal e embora ainda sejamos jovens, fazemos alguns planos para um futuro. Mas tudo sem pressionar um ao outro.

Continuando sobre a nova garota, avisamos a ela que o “pegador”  era chave-de-cadeia. O “pegador” é um cara escroto, mulherengo, trai namoradas com melhores amigas, fala mal das garotas depois, etc. Na minha cabeça a garota tinha entendido a mensagem que o “pegador” era um garoto que deveria ser evitado. A garota disse que odiava homens assim, que era forte, livre, decidida, nunca quis homens assim, queria ter intimidade com alguém antes de fazer sexo, etc. Pois bem, descobri esta semana que faz 15 dias que a garota transou com o cara e este começou agora a falar dela.

Aviso aqui que não estou defendendo ou defenderei o garoto de nenhum modo, ok? Pois bem….

Fomos falar com ela e tudo o mais e ela estava triste. Disse que saiu com o cara e transou de primeira. Tentamos dar força e falamos que haviamos avisado ela. Para a nossa surpresa ela quis brigar com a gente e começou a falar que a culpa era da sociedade, dos homens, machismo, do patriarcado e tudo o mais. Por isso, decidi escrever este e-mail.

Nem sei muito sobre o feminismo pois tenho que estudar coisas mais importantes,  fora o meu trabalho. Sei algumas coisas que todo o mundo sabe e li alguns livros feministas que por sinal detestei. Não quero patrulhar a vida sexual ou julgar ninguém mas para mim é um tanto claro de quem é a culpa nestas horas sobre o que aconteceu: da garota que agora é minha ex- amiga. Ela foi avisada sobre o risco de se envolver com um homem canalha escroto. Ela sabia de todos riscos que falamos para ela como aviso mas ela não quis ouvir. O pensamento é: se o fogo queima porque vou mexer com fogo?  Se a sociedade é assim como ela diz porque eu nunca sofri com isso? Porque outras também não? Se os homens são assim porque eu nunca sofri com eles? Simples: porque eu tenho responsabilidade dos meus atos e tenho os meus valores e princípios. Eu escolho as pessoas que entram na minha vida, homens, mulheres e tenho noção do que faço. Ou seja, eu sei fazer escolhas.

Alguém talvez diga: sim, mas ele transou com ela e com muitas outras mas não vai ser julgado por isso por ninguém. Sinceramente isso é algo que podemos chamar de inveja do mal. Primeiro, este cara escroto também é julgado por pessoas como eu, outras mulheres e outros homens que condenamos o que ele faz. Segundo,  para ele transar com alguém a mulher tem que aceitar/ escolher e querer pois do contrário é estupro segundo as leis brasileiras ou leis ocidentais. O que me causa supresa é que mesmo avisadas as garotas ainda transem com ele que é um escroto completo. Terceiro, não é porque ele faz que é uma coisa certa e devemos copiar. Quarto, é muita covardia tirar o corpo fora e colocar a culpa no mundo ou no sistema, ainda mais hoje.

Desculpem o desabafo mas isso é o que mais vejo. Umas garotas e arrisco dizer maioria pensam serem as mulheres maravilhas uma hora, depois de agirem de modo errado ou compactuarem com algo errado choram como crianças e culpam a sociedade. Mas agiram porque queriam, né? E também vi amigas, amigos e pais aconselharem garotas com problemas deste tipo. Elas acham isso machismo (um conselho ou uma dica), agem errado porque querem e depois colocam a culpa no machismo novamente.

Bjos

Milene.

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Fora este e-mail podemos divagar sobre o mesmo tema pois ao abrir um portal da internet vimos algo mais ou menos assim: “Gretchen e a pornografia. Quero esquecer os filmes pornôs que eu fiz. A única coisa que eu me arrependo foi de ter feito aqueles filmes. É uma coisa q eu não gosto de comentar. Isso vem contra os meus princípios. “

Como disse a Milene acima não queremos patrulhar a vida sexual ou julgar ninguém mas é muita cara-de-pau e apelar para o relativismo que feministas adoram. Se realmente fosse contra os princípios dela, ela jamais teria feito, né? Liberdade na hora de agir, é forte para gritar que é feminista mas na hora da responsabilidade por se envolver com coisas duvidosas bate o arrependimento e o choro. Olhem, ninguém é obrigada a fazer o que não gosta hoje, salvo raros casos que a lei comum pune. Sem hipocrisia mas na hora de receber o cachê ela gostou, agora que o dinheiro já deve ter acabado vem falar que está arrependida ou que ninguém pode julgar. Isto é muito feminista. E outra porque feministas adoram dizer que ninguém pode julgar nada? Talvez seja por isso que para feministas  é algo normal usar crianças em marchas vulgares, defender piriguete funkeiras ou quem sabe condenar criminosos no Brasil seja algo errado pelos direitos humanos (em geral, comandados por feministas). Se tudo é relativo, nada é errado, nem o crime, né?

Claro, tudo hoje virou normal e nada pode ser julgado. E viva o caos da nossa sociedade, praticamente uma anarquia.

Mas ok, sem falar de arrependimento e falando de princípios. Quem tem princípios, jamais os perde. Quem valoriza algo e o acha nobre, não se vende, salvo em casos de extrema miséria e mesmo assim muitas vezes nem pessoas assim se vendem. Já pensaram se todas mulheres ou homens que passassem por necessidades fizessem isso. O que seria? O poder de decidir que possuimos hoje é usado de modo leviano e quando convém a culpa é “do patriarcado”. Sinceramente, ou alguém possui responsabilidade pelo que faz ou não. Uma coisa ou outra. Ficar nesse meio-termo é o fim e a maior amostra de covardia. O mesmo serve para o caso da garota que a Milene escreveu.

E para acabar este caso aqui muito bizzaro: “ESPOSA denuncia marido que a trocou por uma cachorra”

http://w180graus2-teste.tempsite.ws/geral/esposa-denuncia-marido-que-a-trocou-por-uma-cachorra-587182.html

Fora o absurdo deste doente aonde na Alemanha e outros lugares algumas pessoas querem legalizar  e achamos errado (mas segundo as feministas talvez seja permitido, afinal, “meu corpo, minhas regras”  e “ninguém pode julgar o que é certo e errado”) é interessante observar uma coisa:

a) A esposa ainda continua com o marido (um doente);

b) Ela foi denunciar ele a Delegacia da mulher (deveria ser alguma entidade ambiental) porque foi trocada por um animal e não para proteger o animal;

c) A culpa é do machismo e da sociedade (????);

d) As pessoas podem se divorciar, logo, porque continuar junto?

Feministas e a hipocrisia feminista: “Meu corpo minhas regras, faço o que quero sem dever nada a ninguém”?

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Soubemos que a tal funkeira feminista adepta do “meu corpo, minhas regras, faço o que quero sem dever nada a ninguém” foi visitar a Europa  e fazer shows para divulgar a real “cultura brasileira” 😦

A “cantora” funkeira feminista vulgar além de ser uma mentirosa, foi se prestar a ir empinar a bunda perante um guarda em frente ao castelo da rainha da Inglaterra, um lugar que deve ser cheio de turistas. Nos informamos mais e ficamos sabendo que ela viajou por toda a Europa fazendo os seus shows de mau gosto e dizendo que isso é a “cultura do Brasil.”

mulher brasileira prostituta

Recebemos da leitora Vanessa Moura, algo pior, muito pior. A leitora nos enviou o endereço de um blog aonde outra mulher brasileira normal se lamenta da péssima fama que possuimos ao redor do mundo. Neste blog a autora postou a foto de um cartaz feito por uma garota de programa, enrolada na bandeira do Brasil fazendo publicidade de um bordel  estrangeiro e onde é escrito uma frase  liberal tipo “sem censura/ vida louca”. A autora do texto também reclama da nossa fama e de como somos vistas no mundo. Sim, somos vistas como prostitutas, mulheres vulgares e de extrema facilidade. Post do blog da Carla aqui.

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Para finalizar, outra leitora enviou fotos de uma ex- latinete vulgar que se orgulha de ter bunda/ ser objeto e vive fazendo fotos com pouca roupa ao redor do mundo em eventos mundiais e sempre fazendo questão de dizer que é brasileira. Ela faz isso no facebook ou no twitter. Ela age de modo igual a funkeira: repete “meu corpo, minhas regras, faço o que quero sem dever nada a ninguém”, diz que quem discorda dela tem inveja, que não pode ser julgada por ninguém, que quem discorda dela é machista que enxerga o corpo feminino como algo podre, que a sociedade é machista, etc.

Podemos notar que a latinete, a funkeira parecem estar felizes e fazem isso porque querem. O mesmo deve acontecer com prostiutas que usam o corpo delas por livre escolha e relacionam isso a fama de serem brasileiras para ganharem dinheiro.

Se formos conversar com uma feminista ela provavelmente vai repetir as frases da latinete vulgar como sempre fazem. Uma feminista provavelmente vai dizer que “ela tem o direito de fazer o que quer, afinal, o corpo é dela, que ela não pode ser julgada, que isto é um direito individual, que ela não representa ninguém a não ser ela, que tudo é culpa do machismo e do patriarcado que olham o corpo feminino como vulgar, que a nudez é uma coisa normal pois quando vivivamos nas cavernas andavamos nuas”  e todo este tipo de argumento feminista marxista cultural.

Isto prova que o feminismo é um movimento burro e feito por extremistas cegas. E que o feminismo muito colabora para esta nossa triste imagem.

Feministas são incapazes de diferenciar o grupo B do grupo C, feministas imaginam um mundo de utopia e são tão covardes que são incapazes de questionar uma outra mulher que age de modo errado SIM. Que vergonha em admitir isso, que medo. E sim, estas piriguetes infelizmente nos representam quando se enrolam na bandeira do Brasil, quando vivem dizendo que são brasileiras e andam peladas. Nos representam porque esta propaganda infeliz que elas fazem nos atinge mundo afora por falarmos o mesmo idioma ou por elas darem a entender que em terras brasileiras ser assim é normal, que isto é ser mulher brasileira.

Estas infelizes se escondem por de trás de frases feministas para fugir da própria responsabilidade e evitarem de serem julgadas (bem, isto é muito feminista). Fazem isso para ganhar dinheiro de um jeito pouco nobre, aonde a hipocrisia de ser uma mulher objeto nesta hora vale a pena pelo dinheiro ganho e tudo isso porque querem, por livre escolha. Pior é o governo de Dilma que comprou esta idéia e quer mostrar “mulata, samba e mulheres nuas” na abertura de futuros eventos importantes aqui no Brasil.

Mas o feminismo é incapaz de separar isso e deixa a entender que elas são oprimidas. Logo, o feminismo é incapaz de pregar liberdade individual e responsabilidade juntos. A cegueira feminista é coletiva por isso repetem frases de ordem nada objetivas enquanto o problema se torna pior. Para as feministas tudo isso é obra de alguém, de algo mais forte. O tal patriarcado. Pois bem, se todos homens obrigassem estas garotas a fazerem isso, concordariamos. Mas o que acontece se mulheres assim agem por livre escolha? Segundo, as feministas melhor esconder, censurar e fingir que é um caso isolado e deixar o problema a crescer por medo de questionar alguém. Percebemos é que o patriarcado hoje nada mais é que uma mentira contada para nos assustar, para termos medo e nos jogar em meio as feministas.

Mulhres exploradas existem? Sim, existem. O que podemos ver é casos de bandidas e bandidos que traficam mulheres para o exterior, casos de criminosos que exploram outras pessoas. Este é um caso e hoje é retratado em novelas. Mas é um caso de crime e criminosos (homens e mulheres) que exploram outra pessoas. E isto é crime, não é algo tolerado como dizem as feministas. Tais criminosas e criminosos merecem ser punidos e isso acontece pois é lei.

O segundo caso são os das fotos acima, aonde piriguetes, prostitutas e afins usam de vitimismo para não serem julgadas e colocam a culpa em alguém que pode ser a religião, homens, mulheres contra elas, o governo, etc, mesmo que tenham agido por livre escolha. Elas se defendem com frases feminisas, o feminismo para atrair mais pessoas usa de utopia e frases marxistas culturais isenta estas pessoas de responsabilidade, usa defalta objetividade ao solucionar estes problemas e uma bola de neve se cria.

Ao mesmo tempo, existe quem consome o produto. Homens, mulheres. Isto muito é usado como desculpa para as feministas minimizarem a responsabilidade individual e assim elas colocam a culpa no sistema. Na verdade, drogas e prostitutas sempre existiram e irão existir. O problema é nos basearmos por baixo, no pior, nos consumidores para justificar a falta de responsbilidade e tentar diminuir o problema. Este modo de criar desculpas é muito marxista cultural, pois nega a responsabilidade da pessoa para culpar alguém, justifica tendo o consumidor como desculpa e adiciona-se frases prontas de ninguém poder julgar nada, nada é errado (puro feminismo). Assim a bola de neve cresce até explodir. Se adotassem a idéia de que a responsabilidade é nossa, do uso consciente na nossa liberdade individual muita coisa mudaria 🙂

Algumas outras mulheres contra o feminismo opinam sobre o assunto:

“Feministas tendo ataques por dizer que ela “pode fazer o que quer com o corpo dela, ninguém pode julgar e achando a atitude dela contra o patriarcado, libertadora e tudo o mais”. Estas mesmas se lamentam da imagem da mulher brasileira. Modo feminista de pensar. Vergonha que existam mulheres assim, uma hora fortes, outra hora que fazem vitimismo para amenizar os seus erros.”

V.M.

“Fui à Alemanha em Dezembro. Viajei com croatas e eles me perguntavam de onde eu era: Quando respondi Brasil, caíram na risada. Brasil é país prá se fazer festa. Mulher lá é prostituta. Gente! Como me entristece saber que as mulheres são mal vistas lá fora e até mesmo as pessoas sérias pagam por isto e ainda vendemos este escândalo chamado carnaval e importamos a Marcha das Mulheres (respeitado às que merecem). Não vejo sentido chamar a minha classe de Vadia.”

S.G.A

“Feministas sempre defendem mulheres como elas e similares usando da desculpa de liberdade de usar o corpo, para justificar qualquer modo vulgar, nojento e ainda mentem nos representar. Como fica a mulher brasileira nisso tudo com um fama atual ruim? Cada vez pior. Estas terroristas perderam a capacidade de pensar. Isto é deplorável. Muita feminista defende esta mulher ou outras parecidas a ela. Vergonhoso.”

J.S.R

“Muito bem dito aqui: é por isso que as brasileiras são mal vistas em outros países… por causa dessas aberrações aí de cima como a tal popozuda, todos acabam julgando de forma universal as brasileiras. Que extrema falta de educação a atitude dela. Então é isso que ela quer, levar esta imagem deplorável das mulheres para outro país? É como também já foi dito: isso nem merece ser chamada de mulher!!!!”

P.C.J

“Se fosse um homem que fizesse algo semelhante para com policial mulher, as feministas diriam que foi machismo, falta de respeito etc! Claro que NÃO defendo que homens o podem fazer, só estou a mostrar a contradição feminista!”

T.M.

“Meninas, existe um porque disso tudo. Muita brasileira mistura a idéia de liberdade e libertinagem e ela mesma alimenta este ciclo embora tire o corpo fora e culpe o machismo em certas horas para fugir do julgamento. Vejo isso direto aqui na Europa e por isso evito dizer que sou brasileira. Muitas outras brazucas correm ao ver um estrangeiro para obterem o passaporte dele como esposas, um casamento por interesse descarado. Outras usam da desculpa do feminismo brasileiro que quer copiar os homens para dormirem com qualquer gringo pois ista gera um certo status e alimenta o ego destas loucas. Conheci outras mulheres aqui que transam com o cara nem sabem quem é e somente se for gringo, um deslumbre absurdo. E se somarmos ainda as prostitutas profissionais, possuimos um belo grupo que denigre a nossa imagem. Isto infelizmente está longe do fim. Uma pena “

P.M.

“Patriarcado? Machismo? Pelo amor de Deus, faz um bom tempo que somos emancipadas para fazer o que queremos porque culpar alguém por nossas escolhas? Eu passei por uma dessas. Falei com uma garota aqui na França que era vulgar e vivia dizendo que era brasileira para transar com os gringos. Falei o que pensava e disse para ela maneira pois de certa forma ela representava a nossa imagem de mulher brasileira. Pois bem, a garota me chamou de machista e antiquada e disse que a piriquita era dela. Além de feminsita era extremamente individualista. E pior que isso é tido como moderno nos dias de hoje. Na verdade a mulher brasileira hoje possui culpa por isso. Deveriamos passar longe desta gente e desmascarar elas sempre que pudermos. Assim a nossa fama vai mudar :)”

J.R.

Mulheres x homens: Quando o governo do Brasil prega a segregação e chama isso de justiça

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As feministas lutam por direitos iguais, né? Nada disso. Aqui um exemplo real disso. Nós estamos dando passos na direção de um verdadeiro apartheid de “gênero” entre homem x mulher no Brasil e é bom que isso seja dito sem mentiras. A guerra que as feministas querem causar é clara de ver. Olhem este absurdo, a tal Lei 4.733

Sim, no Brasil foram criados lugares nos trens diferenciados entre homens e mulheres. Sim, alguns vagões por lei devem ser usados somente por mulheres e outros somente por homens. Tudo isso acontece nos trens da SuperVia e do metrô.

Isso nos lembra algo. Lembram dos casos do Apartheid na África do Sul ou nos Eua (em especial o Missisipi) aonde negros e brancos possuiam lugares diferentes?  Ou nos lugares da Europa aonde certas nacionalidades não poderiam se misturar com outras em trens, escolas, bares, etc.  Agora tudo issso mudou e o caso é entre homens x mulheres que devem POR LEI ocuparem vagões separados. E isso é obra das “santas” feministas governantes que mentem lutar por algumas coisa mas agem de modo inverso. E sempre tendo alguém como bandido, especialmente se tiver pinto.

A causa desta lei segundo as feministas “é impedir que os homens nos abusem e nos estuprem”. Aqui podemos ver feministas fazendo suas obras. Lembram daquela frase feminista “todo homem é um estuprador em potencial” ditas pelas feministas? Aqui esta frase aparece nesta lei absurda. Segundo elas, se todo homem é bandido como prega a linda filosofia feminista, melhor separar homens das mulheres. Claro, nada melhor que criar um trem somente nosso e que nos separe deles. Afinal, este é o verdadeiro objetivo feminista: nos separar e afastar dos homens e afastar eles de nós. Seria isso obra de feministas lésbicas? Pior de tudo é ainda falar sobre igualdade de direitos e  dizer que o feminismo é humanista. Hipocrisia que chega a doer na alma.

Outra frase de efeito feminista surge aqui: “Não ensine seu filho a estuprar para não serem estupradores na hora do transporte, no bar, na escola, etc”. Hello, feministas. Alguma pessoa normal ensina os filhos a serem estupradores? Alguém nos mostre isso por favor se existir. Alguma sociedade como o Brasil ou outro lugar Ocidental ensina os homens a estuprarem ou faz apologia ao estupro entre crianças? Alguma mãe ou pai que amam o seu filho ensinam meninos a estuprarem alguém? Isto é matéria hoje nas escolas? Que propaganda mentirosa terrorista feminista é essa? Tudo isso para causar medo e atrair mais simpatizantes para este movimento terrorista. Daqui a pouco falar com um homem vai ser o que? Crime?

Olhem o que afirma esta feminista que ainda mente nos representar, subsecretária estadual do Direito da Mulher, Ângela Fontes. Observem a sua frase  carregada de raiva feminista e frases de efeito feminstas. Direitos iguais? Amor pelo sexo masculino? Sei. Ela deve amar os homens assim como as gurus feministas amam sexo hetero.

“No Cedim, não recebemos reclamações, mas sabemos que a lei não é cumprida. Infelizmente, no país há leis que pegam e outras que não pegam. Mas uma lei nunca vai pegar quando há quadros de humor na TV fazendo piada com a situação. Os homens se sentem apoiados pela cultura machista patriarcal.”

Sim, claro. O tal patriarcado. Alguém ainda acredita nisso? Uma seita formada por possuidores de pinto para dominar o mundo e acabar conosco porque somos mulheres? Hello, feministas alucinadas merecem remédio tarja preta.

Claro que existem homens molestadores mas isso acontece não por eles serem homens e sim porque estes homens em particular são doentes, tarados, psicopatas. E se uma lésbica nos molesta? E se uma mulher molesta um homem como muito acontece hoje por algumas modernas que querem imitar homem cachorro? E se um gay molesta outro homem? E se alguém molestar crianças. Devemos agora criar vagões separados pelo gosto sexual, pela idade, sexo, etc, etc, para sermos politicamente corretas? E se um casal de namorados entrar no trem? Enfim, lei absurda e completamente idiota.

Querem solucionar o problema? Bem, apliquem leis duras, filmem tudo, melhorem a segurança para todas as pessoas. Realmente lutem por igualdade punindo a pessoa culpada de qualquer escolha sexual, gênero e sem deixar os “direitos humanos” aparecerem nesta hora. Tudo sem relativismos. Errou, paga proporcionalmente a crime. E por sinal muitas destas pessoas que reclamam por justiça ou de uma sociedade com muitos criminosos e violenta são as mesmas pessoas feministas defensoras dos direitos humanos que justificam tudo com o social (claro que existem casos reais, mas isso não justifica péssimas escolhas). Por isso ser bandido no Brasil sempre foi visto como legal. A sociedade apoia o bandido culturalmente.

Ainda existe feminista que diz que essa lei não funciona pois é Brasil, terra do jeitinho e somos “selvagens” comparados aos suecos (a terra perdida feminista). Sinceramente, esta lei é uma amostra da ditadura feminista aonde querem nos impor leis idiotas pagas com o bolso do contribuinte para  fazer engolir por politicamente correto o que as feministas querem, para nos afastar dos homens assim taxando eles todos como bandidos e outros motivos todos das feministas terrroristas. O marxismo cultural parece ter caido no gosto das pessoas aqui no Brasil.

Sou mãe de meninos. No futuro ser mãe de um algum menino talvez também seja crime. Pelas nossas leis e propaganda do governo, estamos nos encaminhando para um futuro assim.

 

O que as líderes feministas pensam sobre sexo, mulheres, casamento e sobre os homens?

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No dicionário da terra da fantasia feministas afirmar lutar por ” igualdade”, “justiça” e todas coisas boas do mundo. Feministas e pessoas inocentes/ignorantes no assunto vivem tirando a definição de feminismo do Google ou dicionário como bons justiceiros sociais que são.

Mas o que dicionário diz na teoria é muito distante de como as feministas (ou feminazi) agem na realidade.

Aqui podemos notar duas grandes características do movimento feminista que se originam da ideologia política mãe, o esquerdismo:

  1. Feministas mentem monopolizar a virtude como todo movimento esquerdista e mentem lutar por coisas bonitas, paz-amor, quando na verdade sempre trazem morte (aborto), discórdia (afetam relacionamentos), inveja (quero fazer o que um homem faz), censura (ouse dizer ser uma mulher contra o feminismo para uma feminista) e injustiças (acusar pessoas injustamente de estupros), entre outras coisas. Isto é uma constante no feminismo e outros movimentos e governos esquerdistas.
  2. Uso da teoria guerra entre classes (opressor x oprimido agora usando homem x mulher), utopia coletivista (igualdade total), mentiras (divida histórica), apelos coletivistas (mulheres, uni-vos) e muitas outras armadilhas para dividir e conquistar.

Infelizmente, mulheres desavisadas /mal intencionadas, homens bananas e ignorantes que acham mulheres acima da lei e tentam ser o “cavaleiro branco” apoiam o feminismo, um movimento na verdade criminoso, doentio, perverso e que vai usar qualquer coisa para destruir a sociedade e a base familiar.

Repetimos, o que dicionário diz na teoria sobre feminismo é somente propaganda muito distante de como as feministas (ou feminazi) agem na realidade. Infelizmente, esta ideologia assassina e diabólica que é o feminismo vem sendo ensinada em escolas e universidades aonde jovens e crianças possuem o cérebros lavados por uma propaganda mentirosa. Isto muito se assemelha com o que aconteceu com as crianças alemãs durante o regime nacionalista socialista (nazismo) e comunismo. Ou seja, o termo feminazi para uma feminista é perfeito. Além disso, todos estes regimes defendem mais estado, mais coletivo (como o feminismo faz) e menos indivíduo e auto- responsabilidade.

Portanto, vamos a origem do problema. O que pensam as feministas das primeiras ondas? O que pensam as “intelectuais e modernas líderes feministas” sobre o homem, sexo e relacionamentos? Leiam mais nas frases abaixo retiradas de fontes feministas.

Antes devemos deixar uma dica. Muita feminista/ simpatizante que segue o movimento feminista ou se diz feminista porque acha este movimento algo “moderno e que mente nos representar” anda servindo como massa de manobra barata ( feministas vida de gado). Pois bem, antes de virem no nosso blog ofender e dizer “mas o feminismo não diz isso, não generalizem, toda feminista é diferente de outra”, por favor se informem sobre quem comanda este movimento, sobre os reais objetivos deste e sobre o que pregam suas gurus realmente  que feministas seguem sem pensar pela forte propaganda feminista associada ao coletivismo. Embora as feministas possam ser diferente o que as une é  A MESMA IDEOLOGIA PREGADA POR PESSOAS QUE ESCREVERAM FRASES COMO ESTAS ABAIXO e muita feminista defende isto sem saber, porque acha tudo muito atraente. Logo, antes de virem com frases feitas de igualdade LEIAM sobre o que realmente pensa o movimento feminista nestas frases aqui.

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“Heterossexualidade é um costume obstinado na qual as instituições supremacistas masculinas asseguram sua própria perpetuação e controle sobre nós. As mulheres são conservadas, mantidas e contidas através do terror, violência e o spray de sêmen… [lesbianismo é] um meio ideológico, político e filosófico de liberação de todas as mulheres da tirania heterossexual…”

Cheryl Clarke, “Lesbianismo, um ato de resistência,” in This Bridge Called My Back: Writing by Radical Women of Color, ed. Cherrie Moraga (Women of Color Press,1983), pp.128-137
Cheryl Clarke was born in 1947 in Washington, DC. She received a B.A. from Howard University and an M.A., M.S.W., and Ph.D. from Rutgers University. Her books of poetry include Experimental Love (Firebrand Books, 1993), which was nominated for a 1994 Lambda Literary Award; Humid Pitch (1989); Living as a Lesbian (1986); and Narratives: Poems in the Tradition of Black Women (1983). Her poems and essays have appeared in numerous journals and anthologies including The Black Scholar, The Kenyon Review, Belles Lettres, The World in Us: An Anthology of Lesbian and Gay Poetry, and Persistent Desire: A Femme-Butch Reader (1992). She has read her poetry and spoken at venues throughout the United States and served as member of the editorial collective for Conditions magazine. Clarke is the Director of the Office of Diverse Community Affairs and Lesbian-Gay Concerns at Rutgers University. She lives in Jersey City, New Jersey.
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“Quando uma mulher atinge orgasmo com um homem ela está apenas colaborando com o sistema patriarcal, erotizando sua própria opressão…” Sheila Jeffrys, professora feminista lésbica e ativista política
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“Todos os homens são estupradores e é tudo o que eles são. Eles nos estupram com seus olhos, suas leis e seus códigos.” Marilyn French, novelista e feminista americana
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“Sexo é a cruz em que as mulheres são crucificadas… sexo só pode ser adequadamente definido como estupro universal.” Hodee Edwards, ‘Estupro define Sexo’
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“Numa sociedade patriarcal, toda relação sexual heterossexual é estupro porque as mulheres, como um grupo, não são fortes o suficiente para consentir.” Catherine MacKinnon in “Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women’s Studies, p. 129”
“Compare os relatos de vítimas de estupro com o de relatos de sexo das mulheres. Eles se parecem muito….A maior distinção entre coito (normal) e estupro (anormal) é que o normal acontece tão freqüentemente que alguém não pode fazer os outros enxergarem que há algo de errado nisso.” Catherine MacKinnon, citada no livro de Christina Hoff Sommers, “Hard-Line Feminists Guilty of Ms.-Representation,” Wall Street Journal, November 7, 1991.
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“Eu acredito que estupro exista a qualquer hora que a relação sexual ocorra quando este não foi iniciado pela mulher, por sua própria e genuína afeição e desejo”. De Robin Morgan, “Teoria e prática: Pornografia e Estupro” em “Indo muito longe” 1974.
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“Coito heterosexual é a pura, formalizada expressão de desprezo pelo corpo das mulheres” Andrea Dworkin, feminista americana famosa por sua oposição a pornografia.“O fato é que o processo de matar – ambos estupro e assalto doméstico são passos neste processo – é o ato sexual primário dos homens na realidade e/ou na imaginação.” Andrea Dworkin, Letters from a War Zone, p. 22..
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“Casamento como uma instituição desenvolveu-se do estupro como uma prática. Estupro, originalmente definido como abdução, tornou-se casamento por captura. Casamento significava que a tomada seria extendida em tempo […]. Apenas quando a masculinidade estiver morta – e ela perecerá quando a feminilidade devastada não mais a sustentar” Andrea Dworkin“Uma das razões que as mulheres são mantidas em um estado econômica de degradação – porque é assim que estão a maioria das mulheres – é porque isso é a melhor forma de manter as mulheres sexualmente disponíveis.” Andrea Dworkin, “Letters from a War Zone, p. 145.”http://radicalprofeminist.blogspot.com.br/2012/01/andrea-dworkin-quote-on-t-shirt-made-by.html
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“A descoberta dos homens que sua genitália poderia servir como arma pra gerar medo deve ser classificada como uma das descobertas mais importantes dos tempos pré-históricos, junto com o uso do fogo e o primeiro rudimentar machado de pedra.” Susan Brownmiller, Against Our Will: Men, Women, and Rape, p. 5.
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“Nossa cultura retrata sexo como estupro para que homens e mulheres se tornem mais interessados nisso”. Naomi Wolf, The Beauty Myth, p. 138.
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“Feministas há muito tempo criticaram casamento como um lugar de opressão, perigo e escravidão pras mulheres” Barbara Findlen, “É o casamento a resposta? Ms Magazine, Maio – Junho, 1995.
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O cuidado das crianças… é infinitamente melhor deixado aos melhores profissionais de ambos os sexos que escolheram isso como vocação… [Isto] iria enfraquecer a estrutura familiar enquanto contribuiria para a liberação das mulheres. “Kate Miller, Sexual Politics 178-179_
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“Homens que são acusados injustamente de estupro podem às vezes ganhar com a experiência” Catherine Comins, Universidade Vassar assistente de reitor da Student Life in Time, Junho 3, 1991, p. 52..
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“Todo homem é um estuprador em potencial”. Famosa feminista brasileira.
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“Não são as pessoas que são responsáveis pelo falhanço do casamento, é a própria instituição que é pervertida desde a origem.” Simone de Beauvoir.
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Depois de lermos tudo isso, lermos livros destas malucas, vermos os movimentos delas sem sentido e tudo mais, fruto do marxismo cultural e do amor de extremistas cegas que as seguem, nada mais justo que ler o post da Thalita Carvalho e mostrar esta imagem abaixo:
mulheres contra o feminismo