Arquivo mensal: setembro 2015

Feministas brasileiras estranhamente defendem o uso da burca na Europa.

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Pesquisando sobre o caso dos refugiados na Europa achamos este blog de brasileiros que moram no exterior. E notamos uma blogueira que escreve para uma rede de blogs de brasileiros que moram no exterior defendendo o uso da burca na Europa. A blogueira parece ter forte tendências “revoluça estranhas”. Postaremos frases dela que parecem ser mais importantes e comentaremos depois:

Burqas e niqab: o debate encoberto pelo véu

Desde o dia 11 de abril, as mulheres muçulmanas estão proibidas de usar a burqa ou o niqab nos espaços públicos franceses. A proibição se apoia em inúmeras,  infinitas, incessantes e incandescentes alegações, mas as mais recorrentes delas são: o respeito ao principio do Estado Laico, a preservação da liberdade e do  direito da mulher e, claro, a segurança do pais que estaria em risco graças a terroristas que poderiam se utilizar tanto da burqa como do nijab para garantirem seus anonimatos para, posteriormente, se explodirem por ai.

Não é a primeira vez que me vejo frente à este tema. Lembro de uma conversa calorosa que tive com Pierre, logo que chegamos à Aix, sobre a regulamentação do uso dos trajes mulçumanos. Isso foi ha uns seis meses atrás, quando a lei ainda não tinha saído às ruas.

Continuo não achando justo tirar de uma mulher o seu direito de usar as roupas da sua religião, de portarem a sua cultura, sobretudo, os seus valores. Entendo a boa intenção da lei, mas ela é deficiente mesmo assim.

Quando Nicolas Sarkozy afirmou que tanto a burqa como o niqab não são símbolos religiosos, mas sim a forma mais pura de submissão feminina, ficou evidente naquele momento que o objetivo desta lei era o de libertar a mulher oprimida pelos panos. Mais ainda: tirar dos homens a autoridade a eles concedida pela religião de obrigarem às suas esposas a usarem a burqa ou o niqab.

E o presidente se deu mal porque usar a burqa ou o niqab é para muitas mulçumanas um ato de profundo respeito pela religião que elas professam, algo
que vai bem além da submissão. Quando o Estado tira o direito de cada uma dessas mulheres usarem os seus véus, ai sim elas se tornam, enfim, submissas, mas da lei. Para nós, trata-se de um amontoado de panos. Para elas, não.

Outra informação bem importante: a França é o país europeu que tem o maior número de mulçumanos: alguma coisa perto de 5 milhões. Bem distante desse número, estão as cifras referentes à população feminina que usa a burqa e o niqab: 2 mil. Tanto barulho por causa de uma minoria?

Por fim, o terceiro e último forte argumento da lei: a segurança nacional. Neste quesito, vou ser bem sucinta. Desde quando terrorista para se explodir e explodir os outros precisa esconder o rosto? Se eu andar na rua de óculos escuros, chapéu e cachecol, deverei também pagar multa? Motoboys proibidos então de usar capacete? Máscaras proibidas no carnaval de Annecy? Não, o argumento da tal segurança nacional não me convence.

Ao que tudo indica, o buraco é mais embaixo e é politico. Eu tenho a impressão, assim como muitos que eu conheço aqui, que esta lei tem uma mensagem escondida nas entrelinhas: diminuir a influência dos países mulçumanos no território francês. Garantir a soberania da França, da sua cultura e dos seus valores. Algo haver com a tal “Identidade Francesa”. No país que mais recebe imigrantes mulçumanos na França, essa lei nem de longe parece ser assim tão boazinha.

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Mulheres contra o feminismo:O texto é antigo mas serve para debatermos o caso de brasileiros/as sem noção que acham tudo lindo.

A blogueira saiu da sua nação (Brasil), um lugar fortemente conhecido por escolas que doutrinam pessoas na arte da utopia e um lugar praticamente isolado na questão de terrorismo internacional. Esta não é uma realidade nossa que sentimos na pele todo o dia. Possuímos já os nossos criminosos que fazem terrorismo doméstico por aqui.

Ou seja, existe um povo (neste caso o povo francês) que sofre esta violência diretamente na pele e cria uma maneira de evitar isso com  uma lei justa. Mas para uma brasileira paz e amor isso é “opressão.”

A França possui uma forte identidade nacional. Indo mais longe, a Europa possui assim como os EUA. Aquela coisa de orgulho de serem de lá. Nada errado nisso. Ninguém tem a obrigação de abrir mão da sua identidade, costumes e leis para agradar os politicamente corretos. Brasil é Brasil, Estados Unidos é Estados Unidos, Inglaterra é Inglaterra, França é França.  Ponto. Todos são Ocidentais mas cada lugar tem suas leis e costumes QUE DEVEM SER RESPEITADOS. Se você não esta feliz com estes costumes, retorne a sua terra natal.

Um detalhe importante que a blogueira paz-amor justiceira social e defensora do uso da burca possui um namorado/ marido que se chama Pierre, francês, europeu. Ele e ela possuem valores ocidentais que valorizam  a liberdade de escolha. Não possui um marido chamado Mohamed. Ela não é de uma religião um tanto estranha que obriga mulheres a se comportarem de tal modo e muitas vezes humilha e violenta quem discorda. Ou mata.

Bom mesmo é ser livre mas querer a REAL opressão das outras pessoas para se fingir progressista.

Outras blogueiras progressistas que comentam no texto misturam o ateísmo militante (aquela conversa de estado laico quando convém) mas batem de frente com as colegas que defendem o islamismo por terem MEDO de serem taxadas de defensora dos valores ocidentais. Estes progressistas são uma piada. Uma sem noção compara um simples crucifixo com a burca. Hello, crucifixos e afins não impedem o reconhecimento do rosto da pessoa.

Outra blogueira (a mesma que acha o crucifixo opressor) opina que as mulheres devem escolher fazer o que quiserem pois tudo deve ser baseado na liberdade e direito de escolha. Que devem se libertar dos maridos opressores e do Ocidente. Que cada cultura é relativa e quem discorda é racista.

Hoje mulheres feministas escolhem correr com o sangue da menstruação aparecendo ou passar tal sangue na boca. Veja isto na Women Against Feminism UK.  Logo, para esta outra blogueira justiceira social que vive em algum planeta tudo se justifica com a palavra liberdade. 

Ela deve tentar ir ao Oriente Médio com um simples crucifixo no pescoço ou ir tentar beber uma cerveja em um bar sozinha no Oriente Médio. Engraçado. Os muçulmanos quando vem para o Ocidente causam sempre e na nossa casa devemos nos adaptar a eles. Quando ocidentais viajam para o Oriente Médio novamente os ocidentais devem se adaptar. NUNCA os muçulmanos. Que liberdade é essa??

Outra diz que a burca  não impede a identificação.  Imaginem pegar um avião com pessoas vestindo esta coisa. NEVER.

https://brasilcomz.files.wordpress.com/2011/05/burqa.jpg?w=652

A blogueira diz que tudo é culpa da “extrema direita”. A blogueira esquerdista deve ESTUDAR mais. A extrema direita francesa é amiga de Vladimir Putin (ex-agente da KGB e que ainda odeia o Ocidente e seus valores).  Que raios de direita é essa?

Outro detalhe é que os esquerdistas adoram pagar de progressistas e justiceiros sociais em nação alheia e redes sociais. Mas na própria casa limitam a vida de quem não quer se adaptar por lá. Procurem um vídeo de Putin que fala sobre quem quiser ir morar na Rússia.

O alto índice de muçulmanos na França mostra o provável caos que infelizmente vai existir na Europa em alguns anos. Isto é matemática e infelizmente uma provável realidade. As filhas destas blogueiras feministas que vivem na terra da utopia (caso, elas não abortarem os fetos em nome da modernidade) se caso permanecerem na Europa irão ter maridos e namorados muçulmanos visto a migração em massa de nações muçulmanas, a baixa taxa de natalidade dos europeus e Ocidentais sem noção que acham tudo lindo e assim abrem as suas portas para quem quer que seja.

A burca vai ter que ser vestida querendo ou não.

O que notamos no texto da blogueira uma pessoa perdida com relação ao mundo real e que mistura feminismo, esquerdismo caviar, utopia e relativismo cultural. E mais uma vez a prova que quando ideologias similares como feminismo e progressistas eles criam uma fantasia para culpar. Esta pode ser “a direita, o marido, o Ocidente, patriarcado” quando na verdade eles mesmos possuem culpa ou medo de encarar os fatos.

Texto original aqui