Arquivo mensal: dezembro 2014

Respondendo a jornalista feminista esquerdista esquizofrênica que ataca o seriado Chaves

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feminista falae sobre a serie chaves

Uma pessoa normal assiste a série de televisão mexicana Chaves, acha engraçado e fica emocionada. Além do mais é somente mais um programa de TV com drama e humor. Como o feminismo é um movimento esquerdista e a tal dita mente esquerdista ” revolucionaria” é esquizofrenia e sociopatia misturadas podemos meditar sobre o texto da jornalista feminazi da Folha Sylvia Colombo.

Vamos comentar o texto dela em negrito

Jornalista feminista: A exaltação do personagem conhecido aqui como Chaves é mais do que um sinal da imensa ignorância dos brasileiros com a cultura dos países latino-americanos. Reforça que, quando se trata do mundo regional, os gestos que se podem esperar do lado de cá são esses: a ridicularização, o tratamento como algo exótico e fútil, obviamente inferior. Para um produto cultural latino-americano ser consumido com êxito no Brasil, precisa ser assim: folclórico, tonto, mostrando que o outro é atrasado.

MCF: Mas hein? A maioria das pessoas ama o seriado Chaves por ter humor, drama, empatia, valores, etc. Ninguém se importa se o programa é da América Latina ou não.  O programa é simples, diverte e passa uma mensagem boa. Vai rebolar no batidão, ok?

Comecemos pelo nome do personagem. Ele nunca se chamou Chaves. Para entender a expressão “el chavo del ocho” (o rapaz do oito), porém, é necessária alguma intimidade com o idioma espanhol e sua coloquialidade. Muito complicado, certo? Fácil, chamamos de Chaves mesmo, sem nos importarmos de que fica completamente estranho tratar um garoto comum pelo sobrenome, dando-lhe um formalidade inexistente na série original basta ver que os outros personagens são chamados só pelos apelidos.

MCF: Jornalista feminazi as pessoas em muitos lugares dublam os filmes que mudam de nome para se adequar aos espectadores do local. Normal. Isso acontece na França, Espanha, Itália,  Brasil, etc. Isso também acontece com alguns personagens que mudam de nome não somente aqui no Brasil como no resto do mundo. Mimimi idiota de feminista como sempre.

Das centenas de pessoas que vi comentaram o assunto nas redes sociais, várias evocaram uma afetividade infantil ao lamentar a morte do ator que encarnava o protagonista. Até aí tudo bem. Quando somos crianças e adolescentes gostamos de coisas estúpidas, dizemos coisas estúpidas. Muito mais grave é chegar à fase adulta e mandar a observação, cheia de sabedoria, de que um programa tão raso como esse trazia uma espécie de “alta filosofia” embutida. “Chaves” não é “cult”, é ruim mesmo.

MCF: Que amargura e revolta. Chaves passa uma mensagem bacana com drama e humor. Isto é o que prende na série. Mas enfim, bom mesmo deve ser a arte feminista de se chamar de vadia, piranha, puta e dançar funk até o chão com um crucifixo no orifício anal, né?

Os roteiros eram estúpidos, os textos, fraquíssimos, as piadas, preconceituosas e machistas basta ver como são retratadas as mulheres no programa. Temos a menina histérica de vestido curto, a mulher mandona cheia de bobs no cabelo, ou uma mais velha, que sem rodeios é chamada de “bruxa”. Sem contar o modelo masculino (seu Madruga), um sujeito folgadão, desbocado e autoritário, a homofobia implícita de seu discurso e suas atitudes.

MCF: Vocês feministas  deveriam ser internadas.  O seriado não pode ser sexista como você diz (e intencionalmente tenta confundir os leitores/as com machismo) pois vocês enxergam sexismo e homofobia em tudo. Dona Florinda é sempre tratada bem por parte dos homens e todos os personagens como em um um programa de TV tem altos e baixos. Seu Madruga “opressor” sempre apanha da Dona Florinda e outras coisas mais. Sexista? Aonde??

Mas o pior é passar essa ideia de uma pobreza estereotipada latino-americana. A equação da série é essa: Chaves é um moleque de rua, mas é muito espirituoso. É pobre, dorme num barril, mas é um cara feliz. É ignorante, mas emite frases cheias de sabedoria, como “foi sem querer, querendo” (oi?). Ou seja, o programa reforça todos os chavões que ajudam a perpetuar uma sociedade desigual, onde é chique veranear em balneários como Acapulco e perfeitamente natural que exista uma distinção óbvia entre “gente de bem” e “gentalha”.

MCF. Nada mais feminista e esquerdista que isso. Enxergar guerra entre classes em tudo. Pobreza estereotipada latino-americana? Mas que diabos. Na visão esquerdista de vocês  aqui no Brasil se a pessoa é rica ela é culpada por ser rica. Se ela não pode ser rica e é classe média ela é culpada. Se for pobre ela tem que ser igual as outras (todas pobres). Que bom, né? E se ela for feliz (digo feliz e não um idiota bobo alegre) ela é culpada também. São vocês esquerdistas que apoiam um nacionalismo socialista aonde tem que gostar de samba, funk,  amar a favela, amar axé, carnaval, futebol, detestar outros idiomas e tudo o mais para ser “brasileiro de verdade”.

Para os que veem em Chaves um retrato romântico da pobreza latino-americana, pergunto ainda se têm ideia daquilo que o criou e que tanto lucrou com o sucesso do personagem: o grande império midiático chamado Televisa, maior conglomerado da língua hispânica, acusado de financiar campanhas eleitorais e de ter um forte lobby no Congresso.

MCF: Feminazi aprende uma coisa: Nenhuma empresa vive de ar e não existe almoço grátis. Para uma empresa sobreviver e pagar quem trabalha nela (sim, os trabalhadores) tem que ter lucro. Simples assim. Isso não é desonestidade, ok? Se a empresa tem algum problema com a justiça que ela seja investigada, julgada e se for o caso punida.