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Loucuras feministas da seita esquerdista: feminista suja urna com sangue de absorvente, danifica o equipamento e grita “LULA LIVRE”

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Muitas vezes falamos sobre política por ser algo importante pois isso afeta as nossas vidas.

Se colocarmos o feminismo no meio, devemos por motivos ainda mais claros falar sobre política. Querem saber o motivo? Pois bem, o feminismo sempre foi e sempre vai ser um movimento ligado a esquerda aonde mulheres fracas, frustradas, algumas desavisadas e outras na sua maioria sociopatas servem como massa de manobra barata da esquerda de Lula, do PT e outras quadrilhas ligadas a esquerda. E querem viver de mamata com o nosso dinheiro. 

No dia 28 de outubro votaremos para decidir quem vai ser o novo presidente do Brasil. E de um lado temos Bolsonaro com o apoio de atletas, membros da nossa familia real, Olavo de Carvalho e do povo. Do outro lado temos um candidato da principal seita da esquerda no Brasil, o PT, que comanda os partidos nanicos da esquerda. Esta seita nos roubou e patrocinou ditaduras, o Foro de SP, movimentos terroristas como o MST e outros absurdos. Podemos ver Lula xingando mulheres, chamando pessoas do sul de “viado” e viajando para o exterior vendendo mentiras sobre o Brasil. Sua boneca, Dilma, falava como uma viciada em crack e se aliou com as piores raposas velhas do nosso governo. O RELATIVISMO MORAL E a a LAVAGEM CEREBRAL feita por esta seita nas nossas universidades fez com bandidos virassem coitados e outros absurdos.

Mas quem ainda os defende? Podemos ver o perfil das feministas loucas que defendem esta gente quando votaram no primeiro turno faz alguns dias.

Uma mulher foi detida após danificar uma urna eletrônica, no Colégio Maria Inês Rodrigues, na manhã de domingo (7), em Ibiporã.

Testemunhas contaram que a suspeita estava descontrolada, quando jogou a urna no chão e começou a gritar “Lula Livre” e outras palavras de ordem. Além disso, a mulher também sujou a urna com sangue de um absorvente.

O Fórum Eleitoral da região e a Polícia Militar (PM) informaram que a mulher foi detida em flagrante. O PM que estava no local precisou acionar reforços, para conseguir encaminhar a suspeita à delegacia.

Ela foi levada à unidade e deve responder por crime eleitoral. A urna danificada foi substituída e a votação no local foi normalizada. De acordo com a Polícia Civil, a mulher tem 25 anos e já foi candidata a vereadora em Ibiporã.

Enfim, este acontecimento talvez gere um terceiro texto (leiam o primeiro aqui)  sobre as coisas mais nojentas feitas pelas feministas, as prostitutas baratas da esquerda que jogam a dignidade de qualquer mulher no lixo pois somente defendem coisas doentias.

Absurdos como este foram postados muitas vezes aqui no blog.

Logo, na hora de votar no dia 28 devemos escolher entre a seita esquerdista que tem como militante estas porcas loucas ou dar uma change a Bolsonaro que quer colocar o Brasil no lugar que deveria estar. Longe de Bolsonaro ser perfeito mas achamos que Bolsonaro provavelmente venha a trazer boas novidades desde a economia, a diplomacia e valores morais, coisas muito carentes na nossa sociedade.

 

Se estas feminazi loucas do “ele não” protestam contra Bolsonaro, Bolsonaro anda pelo caminho certo

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Bolsonaro nunca vai ser um deus e nunca vai ser perfeito.

Nenhum candidato vai ser independente do resultado deste domingo. Se ele vencer, esperamos que seja um bom presidente. Se errar em algo, como democracia devemos cobrar. De qualquer modo vai ter uma batalha dura pela frente  como anos de lavagem cerebral nas nossas escolas, um sistema sujo de politicagem, o Foro de SP, uma economia fraca e outras coisas para melhorar.

Entre ele e a esquerda que quebrou a Venezuela, sempre Bolsonaro.

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Mas podemos perceber uma coisa:  Depois de mulheres comandadas pelo PT e esquerda, as mandadas do “ele não” que ficam caladas quando Ciro e Lula ofendem mulheres e homossexuais, agora Ciro Gomes ataca Bolsonaro junto com a Marina e afirma que Bolsonaro “se recusa a vir ao debate”. Aquela esquerda paz e amor que tem professores que doutrinam nossos filhos em universidades “esqueceu” que Bolsonaro levou uma facada e precisa seguir recomendação médica. Atacam o candidato que nao pode se defender por nao estar presente depois de tomar uma facada a mando desta corja esquerdista.

E quem são as loucas feminiz do “ele não”? Vejam as fotos basta analizar pra ver quem TODAS feministas e afins tem problemas mentais. No passado este pessoal era tratado, hoje protestam nas ruas.

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Se formos analisar a hastag: #EleNão, com um olhar cético, podemos facilmente perceber que não se trata de um movimento espontâneo, sendo antes uma militância organizada e ideologicamente consciente de seus fins: usar de guerra entre classes, mulheres como massa de manobra e coletivismo feminista cego para defender o PT. Não se esperava menos das classes artísticas, as mesmas que sobrevivem e são alimentadas pelas numerosas tetas estatais. O #EleNão não é nadinha espontâneo: O #EleNão é, obviamente, uma via alternativa da esquerda para manter seu poderio político no cenário nacional, agindo como propagandista de um movimento que parece sugerir uma luta paralela ao da política eleitoreira, mas no fundo o discurso que sustenta o movimento é o que diz ser Bolsonaro a expressão do mal social em si. O #EleNão substitui a labuta digna, e verdadeiramente democrática, de investigar as fontes primevas por trás das afirmações de cada meio midiático e de formadores de opinião, por jargões, memes, vídeos e campanhas que facilitam essa investigação, encerrando-as, na maioria das vezes, em partidarismo sem nenhum compromisso com a verdade.

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Assim como os termos: “fascista”, “machista” e “homofóbico” se tornaram aríetes políticos, uma linguagem vazia de substância factual, servindo mais ao propósito da difamação do que de uma reta caracterização, o #EleNão serve como postulado facilitador e indutivo dos dogmas políticos que arregimenta o viés socialista; convencendo a massa influenciável, sem precisar citar o nome de Haddad — por exemplo —, que ele é melhor que Bolsonaro — “o fascista, machista, homofóbico, nazista”, etc.

Detalhe: existem gays, negros, judeus, mulheres e n grupos que apoiam Bolsonaro. Bolsonaro quer se aliar com Israel, Estados Unidos e outros lugares que possuem coisas boas a serem copiadas. O PT, PSOL  e outros esquerdistas se aliaram a Venezuela.

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Por trás do #EleNão há um #EleSim: Lula, o bandido comuna de 9 dedos que fazia sexo com animais e o seu apoio ao candidato Haddad, prefeito odiado em Sampa por ser daquela velha política que funciona através de conluios e acordos gerais entre políticos, empresários, artistas e midiáticos.

Obviamente que nem todos que utilizaram e utilizam tal hastag tinham a intenção primeva de promoção política de Haddad ou de quaisquer ideologias, e, por vezes, nem são socialistas por convicção, mas por conveniência e até mesmo por pressão grupal. Inocentes que desconhecem os truques da esquerda, desconhecem o Foro de SP e outras coisas. Muitos desses são frutos da última etapa do marketing de massa, isto é: tornaram-se militantes de causas que não conhecem; defendem pautas que sequer sabem do que se trata. Tais pessoas servem, sem perceber, às causas desses marqueteiros de causas políticas.

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O único candidato antissistema que há nessa eleição é o #Bolsonaro, que inclusive levou uma facada e tendo jornalistas da esquerda justificando tal ato em nome do “amor”..
Não precisa gostar do Bolsonaro para fazer tal leitura; basta analizarmos os fatos.
Se a preocupação artística, midiática e militante fosse com o machismo, racismo, e demais discursos de Bolsonaro; eles também teriam se manifestado quando José de Abreu (petista) cuspiu no rosto de uma mulher; teriam rechaçado quando Ciro Gomes chamou Fernando Holiday de “capitãozinho do mato” relacionando sua posição política à sua cor negra; se o problema fosse homofobia, quando Ciro Gomes chamou Dória de “viado cheio de areia no cu” eles rechaçariam também o Ciro; ou se revoltaria também contra os diversos discursos machistas e homofóbicos de Lula.

A questão é muito mais medular do que o hipócrita “horror aos discursos de ódio”, uma conversa vazia da esquerda que se ofende com uma piada mas fica quieta para a selvageria da esquerda. A questão é que Bolsonaro não parece defender aquilo que agrada certos setores, parece fazer de sua posição antissistema algo popular; e isso é assustador para uma casta que aprendeu que o único modo de vida é através desse sistema que o candidato quer derrubar.
#MulherescomBolsonaro #Mulherescontraofeminismo #Elesim #17

Reino Unido: transgênero é preso com mulheres e abusa delas. Feministas ficam caladas.

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Karen White é acusada de ter agredido sexualmente quatro detentas com quem estava presa, na Inglaterra — Foto: Reprodução/Facebook/BBC

Quando abre-se as portas do relativismo moral sem certo e errado mais o politicamente correto obtemos uma mistura perigosa.

E isto na Europa é o que mais tem. Para os deslumbrados que acham tudo do exterior perfeito basta observar que muito lixo chega aqui no Brasil de lugares em teoria “desenvolvidos e superiores”. Talvez isto seja verdade na economia e quesito poucos impostos mas do ponto de vista moral tem muita coisa podre na Europa e outros lugares de “primeiro mundo”.

Vejamos o que acontece no Reino Unido, terra da rainha.

Karen White, de 52 anos, estava presa preventivamente por estupros e outros crimes sexuais que teria cometido – contra mulheres – quando ainda se apresentava como homem e se identificava como Stephen Wood.

Como, porém, se autodefine como transgênero, se veste de mulher e usa maquiagem, ganhou o direito de ser transferida para uma ala feminina onde cumpriria o restante da pena – uma vez que, no Reino Unido, autoridades prisionais adotam diretrizes recomendando que, em geral, o local de reclusão deve corresponder ao gênero que os detentos expressam.

Mas ela não havia feito cirurgia de mudança de sexo. E é acusada de ter aproveitado a proximidade com as presas com quem passou a dividir a cela para assediá-las sexualmente poucos dias depois de ter chegado.

O caso levantou críticas pelo fato de o histórico da presa ter sido desconsiderado em seu processo de transferência e fez ressurgir o debate sobre onde encarcerar mulheres trans com antecedentes de crimes sexuais praticados quando eram homens.

Acusações de violência sexual

Karen havia cumprido um ano e meio de prisão numa ala masculina, quando ainda se identificava como Stephen, por conduta obscena contra um menor.

Durante o julgamento desse crime, ela admitiu que, já na nova prisão, agrediu sexualmente duas das quatro detentas que a acusam de abusos.

Os crimes teriam ocorrido entre setembro e novembro do ano passado e incluído desde assédio sexual e toque indevido até exibição de genitais e comentários impróprios sobre sexo oral.

Vulnerabilidade dupla

O debate agora está centrado em se a autodeclaração de gênero é suficiente para que uma pessoa transgênero seja mantida em presídios femininos ou em celas com outras mulheres.

Os grupos que se opõem a essa autodefinição como critério para definir o local de reclusão alegam que ela traz o risco de homens – que eventualmente se passem por mulheres trans – terem acesso a mulheres vulneráveis.

Ativistas defensores dos direitos das pessoas transgênero, no entanto, afirmam que os presos dessa comunidade já estão entre os mais vulneráveis e são humilhados pelo sistema prisional.

Para Janice Turner, colunista dos jornais britânicos The Times e The Guardian, no caso de White, os antecedentes eram visíveis e poderiam ter sido usados para evitar que ele fosse transferido para a prisão feminina.

“Prender estupradores em cadeias femininas, deixá-los no meio de presas vulneráveis, alumas delas vítimas de estupro, é como colocar a raposa no galinheiro”, escreveu Turner no Times.

A colunista afirma que a segurança das mulheres parece ser menos importante que a “expressão de gênero”.

Frances Crook, gerente-executiva da organização Howard League para a Reforma Penal, argumenta que mulheres em situação de vulnerabilidade estão sendo colocadas em risco por um pequeno número de homens cujo principal interesse é fazer-lhes mal.

“É um debate muito tóxico, mas acho que o sistema prisional tem sido influenciado por conversas extremas e se viu forçado a tomar decisões que têm feito mal às mulheres, tendo colocado os funcionários em uma situação extremamente difícil”, disse ela em um artigo publicado no Guardian.

Mudança de sexo, mudança de prisão

Em julho, quando Karen White se viu diante de juízes no tribunal de Leeds, na Inglaterra, declarou que não havia assediado as detentas já que não se sentia atraída por mulheres. Afirmou ainda que sofria de disfunção erétil.

No entanto, um dos casos pelo qual foi condenada aconteceu justamente quando estava na fase de transição para deixar de ser Stephen e passar a ser Karen.

Crimes sexuais

Frances Crook considera que qualquer um que tenha cometido crimes sexuais ou violentos contra mulheres, que queira ser transferido mas não tenha concluído a mudança de sexo, ou seja, que “ainda tenha o pênis e hormônios masculinos”, não deveria ser colocado junto às detentas.

Segundo uma investigação da BBC, dos 125 presos transgênero em prisões britânicas, 60 estão encarcerados em razão de crimes sexuais.

Estima-se que 25 deles estejam em prisões femininas e outros 34 que nasceram homens e vivem como mulheres estejam em alas especiais para homens que cometeram crimes sexuais.

De acordo com autoridades carcerárias, muitos pediram transferência para prisões femininas.

O Ministério da Justiça pediu desculpas por não ter levado em conta o histórico de crimes de White em seu processo de transferência de prisão e que está revisando agora os seus processos de avaliação.

Um porta-voz do Serviço Prisional disse que “embora tenhamos o cuidado de lidar com todos os prisioneiros, incluindo transgêneros, com tato e de acordo com a lei, estamos certos de que a segurança de todos os presos deve ser nossa prioridade absoluta”.

#MulherescomBolsonaro, #gayscomBolsonaro: o terror da esquerda

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A esquerda sempre usou de guerra entre classes (jogar A contra B) em muitos lugares do planeta para dividir o povo, causar certo tumulto e tomar o poder usando e palavras bonitas e a mentira de um mundo perfeito de igualdade. Isto sempre foi um truquezinho sujo da esquerda em todo o planeta.

Mas basta olharmos em lugares como Cuba e Venezuela que aonde existe esquerda, existe fome, morte e muita pobreza ao mesmo tempo que seus governantes ditadores vivem com tudo do bom e do melhor enquanto o povo tem que fugir para os Estados Unidos. Mas as nossas universidades e intelectuais de esquerda tanto falam contra o capitalismo em uma amostra imbecil e antiquada de anti-americanismo juvenil sendo que querem viajar para o exterior e fazer compras tomando bebidas quentes aromatizdas fingindo serem descolados e gravando tudo no I-phone.

Dois grupos em especial dizem ser defendidos pela esquerda: gays e mulheres. Ambos são usados pela esquerda como massa de manobra para dividir a sociedade e criar o caos.

Mas basta estudar um pouco e pesquisar sem cair nas mentiras emotivas e apelativasa da esquerda que percebemos mulheres contra o feminismo (nosso grupo) sendo que grande parte delas apoia Bolsonaro nesta corrida eleitoral por a) ser contra o feminismo e o resto da agenda esquerdista b) ser a melhor alternativa com chance entre os outros candidatos para tirar a seita do PT com sua sede ditatorial pelo poder.

Longe de ser perfeito #Bolsonaro parece ser a melhor alternativa pois se mostra contra o Foro de SP e outros absurdos defendidos pela esquerda.

O outro grupo que cresce? Bem, os #gaysdedireita que hoje apoiam #Bolsonaro, os #gayscomBolsonaro

Todo gay que estudou sobre o passado deveria ter o dever moral de ser contra a esquerda. Por qual motivo algumas pessoas poderiam perguntar? Ora, por onde o esquerdismo tomou poder, gays foram enviados a campos para serem “re-educados” e muitos acabaram torturados e mortos. Embora muitas pessoas achem todos os gays intelectuais existe muito gay desavisado sobre como os comunistas russas matavam gays em gulags. E em solo latino-americano muitas coisas deste tipo igualmente aconteceram.

Deixamos o posto e pequenos filmes de #gayscomBolsonaro. Isto causa dor de barriga na esquerda. Você, gay de direita, mostrou e mostra que é patriota nato, apaixonado pela sua nação e por isso quer ver mudanças. Está do lado da moralidade e da ética e não dos privilégios do politicamente correto. Interessante notar que muitos #gaysdedireita igualmente foram contra o kit gay e filmes pornográficos nas escolas para menores de idade.

Texto de Kauan Carvalho, gay que apoia Bolsonaro:

Sofri bullying, sofri homofobia, mas eu sofro muito mais diante de toda violência, criminalidade que aterroriza o país e que atinge gays, heteros, brancos, negros, homens, mulheres, ricos, pobres.. sem distinção e a impunidade que estarrecedoramente prevalece pras “vítima da sociedade”, sofro muito mais com a bandidagem que tomou conta do país e com o medo consequente de andar na rua, de pegar um ônibus, sofro muito mais com a falta de liberdade por causa da violência, sofro muito mais com o caos generalizado, com a desordem funesta que se tornou o Brasil, país onde sou obrigado a viver pelas minhas circunstâncias e que não quero que aqui piore e se torne uma Venezuela, Jair Messias Bolsonaro não é perfeito, mas é o único presidenciável que nitidamente representa solução pra este país destroçado pelo que a esquerda fez em décadas, só Bolsonaro pode aproveitar o que restou do Brasil e reerguer este país ou então continuamos na mesma ou nos tornamos uma Venezuela #EleSim #BolsonaroPresidente#BolsonaroSim #GaysComBolsonaro

Resumo: pessoas de todos os tipos cansaram do PT e o resto da esquerda que vivem no seu mundo faz de conta. E todos preferem Bolsonaro ao mais do mesmo da esquerda com o seu Foro de SP querendo destruir o Brasil.

Para quem votar em 2018? FHC, ex-presidente do PSDB diz que apoia PT contra Jair Bolsonaro

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Mais do mesmo: o primo fingido (partido socialista do Brasil – PSDB) diz que apoia o PT (primo raivoso) contra #Bolsonaro.

Era de se esperar pois ambos partidos, PSDB e PT, nasceram do esquerdismo e ficam fazendo aquela guerra de tesouras para enganar desvisados.

Fica claro que #Bolsonaro com o apoio do povo mexe com as velhas raposas que querem se manter no poder. Bolsonaro parece ser a melhor alternativa para acabar com esta briga fingida de comadres PSDB x PT.

FHC disse à Jovem Pan que não faria objeção a uma eventual aliança entre PSDB e PT – sim: o PT do mensalão e do petrolão – contra Jair Bolsonaro no segundo turno.

Embora o presidenciável Geraldo Alckmin tenha se apressado a minimizar o desgaste eleitoral, escrevendo no Twitter que “Não tem aliança com o PT, nem com o Bolsonaro, meu compromisso é com você!”, a declaração de FHC, pelo menos em matéria de ideologia, tem coerência. O PSDB é mais próximo do PT que de Bolsonaro.

Além de defender a descriminalização das drogas e do aborto (AGENDA FEMINISTA), o próprio FHC declarou em 2005 que o que separa PT e PSDB não é nenhuma diferença ideológica, mas pura e simplesmente a disputa pelo poder – ainda que o ex-presidente tenha amarelado para pedir o impeachment de Lula naquele ano, quando estourou o escândalo do mensalão.

Em 2014, FHC afirmou: “Sou de esquerda, mas ninguém acredita.”

Só não acredita quem caiu na propaganda petista que pintou o PSDB como “direita” só por estar, dentro do campo ideológico esquerdista, à direita do PT.

Privatizar um par de estatais, como Telebras e Vale do Rio Doce, para fazer caixa em tempos de crise não torna ninguém um defensor direitista do liberalismo econômico.

Tanto que o economista Gustavo Franco trocou o PSDB pelo Partido Novo alegando que seu ex-partido hesita em defender ideias pró-mercado ou mesmo as renega.

Há anos, na verdade, líderes tucanos disputam com petistas quem representa a autêntica esquerda.

No segundo turno de 2006, Geraldo Alckmin tentou abertamente superar Lula em esquerdismo, declarando o seguinte:

“Sou mais à esquerda [do que ele] no apreço à democracia e no sentido econômico.”

Só mesmo alguém forjado em ambiente esquerdista para considerar que o apreço à democracia cresce conforme o grau de esquerdismo do indivíduo; e para vestir uma jaqueta e um boné com símbolos de estatais, como fez Alckmin na ocasião, a fim de provar que não é “privatista”, como a campanha petista o acusava.

Em 2014, Aécio Neves disse: “Para a direita, não adianta me empurrar que eu não vou.”

No mesmo ano, Danilo Gentili perguntou ao senador tucano Aloysio Nunes: “Quem é mais esquerda: PT ou PSDB?”

Nunes respondeu: “PSDB.” 

Em 2015, José Serra, hoje investigado por supostos pagamentos da Odebrecht para suas campanhas, também se disse “mais à esquerda que o PT”, que classificou de “partido de corporações”.

Até outro dia, portanto, toda a cúpula tucana reivindicava publicamente sua credencial esquerdista, inclusive Alckmin, que também responde por supostos pagamentos da Odebrecht para suas campanhas, no caso 10 milhões de reais de caixa dois.

O PSDB se diz de Centro na corrida eleitoral de 2018, mas essa posição avulsa, que busca descolar o partido do recente desgaste da esquerda no país, é recente.

A afetação tucana de neutralidade e moderação entre dois alegados extremos, Lula à esquerda e Bolsonaro à direita, também tem de ser confrontada com o histórico de declarações e atos de Alckmin e da cúpula do PSDB, e com os métodos financeiros e apoios políticos utilizados para chegar ao poder.

Aceitar premissas de marqueteiros é coisa de militante e inocente útil, não de jornalista.

Via #FelipeMouraBrasil

Mulheres ganham menos que homens? Mentira. Professora Christina Hoff Sommers e Dr Jordan Peterson explicam com fatos o que Bolsonaro quis dizer

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As feminazi sempre ficam de mimimi quando fala-se sobre os ganhos salariais de homens e mulheres. E faz um bom tempo atacam o Bolsonaro com esse “mimimi machismo” por ele supostamente ter afirmado que mulheres devem ganhar menos que homens. Essa é de longe uma das mentiras mais propagadas pelo movimento feminista, movimento esse que consegue enganar muitas pessoas vendendo uma mentira: O de que as mulheres são “oprimidas” na sociedade ocidental.

Pois bem, vamos ser racionais sem o tal fanatismo feminista e os fatos baseados em pesquisa.

Os fatos citados que queremos analizar nem nascem das falas de Bolsonaro e sim da Professora Christina Hoff Sommers, uma escritora, professora e filósofa norte-americana, conhecida por sua crítica ao feminismo e o Doutor em Psicologia Dr Jordan Peterson. Christina e Jordan faz um bom tempo que ficaram populares na internet por desmascarar as feministas em universidades. 

Ambos explicam os reais motivos porque homens e mulheres ganham menos de modo racional e com dados.

Obviamente que as feminazi como sempre puxam aquele mito da igualdade em todos os setores da sociedade (como os comunistas sempre fizeram) para gerar mais conflito e alvejando mulheres frustradas, emotivas e cegas pelo esquerdismo.

Neste pequeno filme abaixo Christina Hoff Sommers desfaz alguns dos mitos propagandeados por grupos feministas e desmascara a verdade inconveniente por trás desses movimentos.

Perguntas para as feministas:

1-Se as mulheres ganham menos porque os empregadores (que querem lucro) ainda contratam homens? Que lógica é essa? Seriam os empregadores malucos?

2-Se falarmos de igualdade salarial outra pergunta deve ser feita. Entre um grupo de mulheres do mesmo campo profissional todas ganham a mesma coisa?

Provavelmente não e ninguém vai ver feminista tendo ataque por isso. Ué, que igualdade é essa?

3-Se as feministas tanto querem igualdade no trabalho porque alguns tipos de trabalho como pedreiro, mineiro e muitos outros trabalhos perigosos que exigem força física ainda na sua maioria são feito por homens e ninguém nunca viu feministas lutando e fazendo fila para pegar estes empregos? Não somos todas/os iguais e o gênero é uma construção social? Provavelmente ninguém vai ver feminista tendo ataque por isso porque elas querem “igualdade” quando é conveniente e criam esta conversa para gerar conflito na sociedade, algo típico de todo esquerdista.

O fato é: salários são baseados em acordos e lei de oferta e procura. Simples economia.

Esta não é uma questão de gênero e nunca foi. Quem mais geral lucro tem o poder de barganhar  um salário maior. Quem trabalhar 70 horas semanais vai ganhar mais que quem trabalha 10.  É entre você e o mercado. Este é um simples caso de capitalismo. Isso não é diferença de remuneração entre homens e mulheres e simplesmente lei de mercado: oferta, procura . Você é compensado com base no valor que gera. A lutadora de MMA Ronda Jean Rousey desmascarou uma feminista que veio com esta conversa  mentirosa de desigualdade salarial neste vídeo aqui.

Se as leitoras e leitores quiserem se aprofundar mais neste mentira feminista da desigualdade salarial entre homens e mulheres sugerimos ler este  excelente artigo de economia do site Spotniks

Abaixo podemos conferirs duas partes da famosa entrevista do Dr. Jordan Peterson à jornalista feminazi Cathy Newman, do Channel 4 do Reino Unido. Assistam toda a entrevista no youtube. Jordan humilha a feminista raivosa esquerdista caviar com calma e gentileza. E desmente o mito de que mulheres  ganham menos que homens por simplesmente serem mulheres.

Érica Paes, lutadora global feminista promove vitimismo e falácias sobre violência doméstica/ feminicídio

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Muitos pais e mães querem que filhos pratiquem artes marciais. Uns escolhem o judo ou jiu jitsu. Outros preferem capoeira, boxe, krav maga ou caratê . Parece que artes marciais ensinam disciplina, educam e passam uma certa etiqueta de conduta. Mas sabemos que existem bandidos no meio como foi o caso do professor de jiu jitsu que estuprou um menino.

No Facebook das #mulherescontraofeminismo surgiu um texto sobre violência doméstica recomendado por uma leitora de uma tal lutadora global Érica Paes que fala em auto-defesa. Tudo estava indo bem quanto notamos que a lutadora iniciou com postagens completamente feministas.  Postamos um texto bem antigo sobre como feministas se infiltram nos meios masculinos e depois demonizam os homens que as acolheram e este parece ser mais um caso. Ao investigarmos o Facebook da “lutadora” fica clara a ideologia feminista aonde mulheres são anjo e homens são o diabo.

Mais uma vez na maior hipocrisia, a feminista fala mal de homens sendo que quem criou as artes que ela luta foram homens lutadores, os lutadores da família Gracie, apoiadores de #JairBolsonaro. As feministas defensoras do socialismo hoje se apoiam nas artes marciais criadas por homens para ganhar dinheiro com as mulheres e vendem para o mundo que qualquer coisa se torna abuso e estupro.

Sim, sabemos de casos violentos de estupro, abuso e assassinato que podem envolver homens e mulheres (fatos que as feministas negam).

No Brasil (em si um lugar violento aonde feministas defendem bandidos) existe o crime de homicídio (assassinato) aonde engloba-se homens, mulheres, gays, heteros, brancos, negros. Ou seja, qualquer pessoa. A culpa é do bandido e nunca da vítima. Ambos podem ser  homens, mulheres, gays, heteros, brancos, negros. Ou seja, qualquer pessoa.

Mas o que fazem as feministas e o resto da esquerda. Criam a tal mentira do feminicídio. Ao entrarmos no Facebook da “lutadora da Globo” notamos que ela faz politicagem e se envolve com outras feministas que fazem parte do governo. Ocupando espaços como sempre faz a esquerda para depois impor leis e regras.

Fica o alerta: tem muita mulher que pensamos ser conservadora ou que apoia o correto por andar em um ambiente que em teoria possui certa honra e respeito. Mas esta mesma mulher pode ser feminista infiltrada. E os homens que apoiam este tipo de mulher tendem a levar uma bela punhalada pelas costas.

Por fim, deixamos a aula do mito do feminicídio com a #mulhercontraofeminismo Thais Azevedo

Thais Azevedo destrói a mentira do feminicídio. Assitam abaixo.

E sobre violência doméstica…

Você já ouviu falar em Erin Pizzey?

Preocupada com violência doméstica, ela foi a criadora do primeiro abrigo para mulheres vítimas dessa situação na Inglaterra no início dos anos 70.
No início era uma feminista engajada, até que percebeu que entre as 100 primeiras mulheres que recebeu no abrigo, mais de 70% delas era tão ou mais violentas do que os parceiros que estavam pretendendo fugir.
E que a violência doméstica possui índices similares tanto para homens quanto para mulheres e não apenas o homem era o agressor como divulgam até hoje.
Ela começou a divulgar este fato que foi reprovado pelo movimento feminista pois ameaçava a sua agenda de dominação ideológica e podia interferir na arrecadação de dinheiro.
O resultado: Erin e seus familiares foram ameaçados de morte, seu abrigo foi tomado pelo movimento e até mesmo teve sua correspondência desviada pelo esquadrão antibombas. Um dia, seu cachorro foi encontrado morto na propriedade da família. Temendo por todos, ela teve que fugir do país com toda a família. Mas continua a dar palestras e entrevistas
desmascarando e revelando as táticas sujas da agenda feminista.
Separe três minutos e meio do seu tempo para ver o vídeo em que ela conta brevemente a história.
Erin não é mais feminista.
PENSE: Feminismo não é um movimento por direitos iguais.
#mulherescontraofeminismo

Outro entrevista bem interessante sobre o tema no Brasil. Se as feministas refletissem com sinceridade essa questão de que não importa o gênero, violência é inaceitável, elas deixariam seu movimento. Só que é necessário haver a maldita luta de classes e alimentar o marxismo-cultural. Assim, cria-se os “movimentos sociais para minorias”, gastando o dinheiro público para dar privilégios à grupos que deviam ser vistos como iguais perante a Lei.