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Atriz global feminista Taís Araújo demonstra que a ideologia supera o instinto materno ao falar da própria filha

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Uma menina gostar da cor rosa, brincar de casinha e boneca é a nova subversão para uma feminista atriz da Globo ( rede que promove tudo o que a esquerda e feministas adoram, desde a ditadura venezuelana, aborto e por fim figuras como o BBB Jean Wyllys, mas a mesma esquerda fala mal depois).

Taís Araújo, a patricinha feminista e atriz global, publicou um longo texto em seu perfil no Instagram sobre a filha, Maria Antônia, que tem 2 anos e oito meses e gosta de brincar de casinha, da cor rosa e de princesas. A atriz conta que se “arrepia da cabeça aos pés” ao ver o comportamento da menina. “Parece piada que minha filha aja de maneira tão contrária a tudo aquilo em que acredito; mais ainda, de maneira contrária a tudo o que prego no meu dia a dia, a tudo que acredito que seja uma construção social das mais cruéis que segregam meninas e traçam para elas um único e fatídico destino”, escreveu.

Enfim, tamanha imbecilidade vinda de uma pessoa que tem uma filha mostra o que estas ideolgias e teorias loucas causam. Uma pessoa normal apoiaria a filha ou deixaria ela brincar normalmente. Uma pessoa que tem estas ideologias como meta e pensa ser uma justiceira social  enxerga isso como “opressaum” e tenta usar a filha como cobaia.

Podemos ver que esta turminha como feministas -LGBT – justiceiros sociais fica revoltada quando uma crianç quer brincar de boneca mas fica calada quando amostras de “arte moderna” promovem menores fazendo sexo com animais e outros absurdos. Na verdade a rede Globo promove isso faz anos entre outras coisas.

Existem coisas que a ideologia não consegue segurar. Claro que algumas meninas brincam como brinquedos masculinos. Mas como sempre, este pequeno grupo é minoria é não a regra como mostram estudos. Meninos continuam a ser meninos e meninas continuam a ser meninas como afirma a biologia mesmo que teorias loucas de feministas doentes e justiceiros sociais tentem dizer o inverso.

Fatos mostram que meninos e meninas se diferem desde sempre. Vejam este filme abaixo aonde justiceiros sociais tentam manipular dados mas no fim a verdade felizmente vence.

Os dois sociólogos não souberam argumentar com os cientistas que mostraram fatos 🙂

O curso natural das coisas mostram que ela, a mamãe, está completamente equivocada em relação ao que construíram na sua própria mente esquerdista.  Isso vai mudar logo, essa pequena vai ser mais vítima da lavagem cerebral dessa seita chamada feminismo. 

Precisamos fazer alguma coisa antes que o mundo acabe por falta de sanidade mental. Estes artistas cada dia demonstram possuir problemas mas querem nos impor modelos de conduta. Hora de questionar isso, pessoal.

Por fim, um recado: Deixa a menina em paz, Taís. Use e abuse de amor e seja simplesmente mãe.

 

Feministas se manifestam em Porto Alegre a favor da mostra do Santander ficando nuas  e se masturbando em praça pública no meio da tarde.

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Faz poucos dias que as feministas queriam mostrar um tipo de arte que incluiu pedofilia e zoofilia para menores com o apoio de um banco internacional com o apoio da doente Luciana Genro. Isso aconteceu em Porto Alegre. Leiam mais aqui.

Mas como sempre acontece com a esquerda e feministas tudo somente tende a piorar….e muito.

Sabemos que toda feminista e simpatizante tem transtornos mentais pois estas malucas vivem fora da realidade. O pais vive um caso de tensão social, submerso em corrupção, afundado em crise econômica, gente morrendo no corredor de hospitais e baleados nas portas de suas casas,  mas feminista artista quer torrar dinheiro público visando abrir debates sobre penetração em animais. Isso que elas ainda usam filhos como cobaias se este sobreviveu ao aborto. Mas elas adoram mesmo quando tentam doutrinar o filho dos outros.

Sabemos que o banco Santander cedeu as pessoas que acharam de mal gosto e apelativo as tais obras de arte do RS. O banco sabiamento cancelou a amostra. Mas as feministas “artistas” lacradoras se manifestaram em Porto Alegre a favor da mostra do Santander Brasil / Santander Cultural com pedofilia e zoofilia. Como? Ficando nuas  e se masturbando em praça pública no meio da tarde.

Assistam no link aqui.

É incrível como os vermes esquerdosos sempre representam absolutamente o oposto de tudo que dizem combater. São ATRASADOS e RETRÓGRADOS ao extremo e odeiam tudo de civilizado. Ou será mesmo que retrocesso é a palavra correta? Aposto que nem nossos ancestrais da Idade da Pedra ficavam andando pelados por aí, futicando no ## dos outros, defecando em tudo quanto é lugar ou fazendo sexo com animais e crianças. A ESQUERDA É TÃO PODRE E NOJENTA que não existe um adjetivo que defina com precisão seus seguidores, mas tenho alguns que chegam perto: RETRÓGRADOS, ESQUIZOFRÊNICOS, PERTURBADOS, DOENTES MENTAIS E CRIMINOSOS.

Se estas retardadas tivessem que trabalhar de verdade para ganhar dinheiro não iam ter tempo de ficar fazendo papelão no meio da rua durante a tarde…vergonha alheia!

O mais incrível dessa história toda é ver socialista defendendo banco capitalista e estrangeiro. Isso não tem preço! Isso prova que pra esses retardados a ideologia sempre vai estar acima da lógica. Se a direita é contra eles apoiam, se é a favor eles são contra. Sim, esquerdismo é doença.

Uns “artistas ” de arte moderna criaram uma legião de idiotas pseudo intelectuais, que conseguem enxergar conceito artistico até em cocô de cachorro.
Isso não é arte. Michelangelo é conhecido pela pintura da Capela Sistina usando de talento e habilidade. Nos dias atuais no Brasil seria famoso por desenhar em paredes usando o próprio cocô e rebolando ao som do funk.

Quem apoia socialismo comunismo e movimentos derivados como o feminismo apoia a inversão de valores e estes absurdos.

Outro artigo sobre este tema aqui. 

Banco Santander de Porto Alegre promove exposição com quadros de pedofilia, zoofilia e similares

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Vejam as fotos acima aonde em uma delas 2 CRIANÇAS fazem sexo com um animal e outras mostram CRIANÇAS em poses sensuais e mensagens relacionadas ao movimento gay. Isto foi considerado arte em Porto Alegre.


Mais uma vez o Rio Grande do Sul se supera em atos nojentos. Mas o que esperar de quem possui faculdades de idiotas zumbis do Estado, pessoas que possuem o sonho de virarem concurseiros e figuras como Luciana Genro que apoiam ditaduras? E nem iremos citar a Maria dos Bandidos aqui que nem cuidar da filha sabe…..

Mas tudo isso foi superado…….e para a pior.

A exposição Queermuseu, feita no Santander Cultural de Porto Alegre/RS chamou a atenção não apenas pelos quadros com pedofilia e zoofilia, como também por seu financiamento: R$ 800.000,00 financiados por meio da Lei Rouanet.

A exposição foi  cancelada após mobilização da sociedade nas redes sociais pois algumas pessoas questionaram as mensagens das obras.

Detalhe: Tal amostra nojenta era destinada a CRIANÇAS. Leiam o edital da captação de recursos e esta lá  a quem foi destinado: escolas e crianças.

Muito preocupante o que consideramos como “Arte”. Hoje em dia qualquer imbecil pelada e gritando xingamentos virou arte (Funk carioca, que inclusive se trasnformou em tese de mestrado neste Brasil aonde tudo que for errado se torna modelo). Mais preocupante é não ter filtro algum ao selecionar o que será exposto ao público.

A fonte do financiamento, entretanto, foi pouco comentada: o próprio Grupo Santander Brasil financiou a obra por meio da Lei Rouanet, doando com isenção fiscal para que fosse realizada em suas dependências. Em outras palavras: o grupo deixou de destinar o valor – tirado de seus clientes pagadores de impostos – ao governo, destinou para uma exposição nas suas próprias instalações e obteve retorno com o capital “investido” por meio da venda das entradas. Um “negócio da China” que tem sido um padrão do grupo no Brasil. Fonte: ILSP

O editor do Zero Hora, jornal local do sul, inclusive quer “meter bala” em quem quiser boicotar esta tal amostra de arte. O rapaz para variar defende o esquerdismo total.

Mas relativistas morais, justiceiros sociais e idiotas esquerdistas de todo o Brasil agora iniciam a falar de ditadura e censura….Nudez e atos sexuais sempre foram usados como arte em pinturas e esculturas lindas que visavam mostrar a habilidade do artista com tintas, madeira e pedra. A nudez e o sexo pouco tem a ver com a revolta do povo contra esta atitude imbecil do banco Santander. O maior problema aqui é deixar a entender que tudo é possível em nome da arte. Incluindo as mais perversas ideias do ser humano pode ser exposto em nome da arte. Pode-se fazer peça teatral com pessoas sendo abusadas em nome da arte, podem ter animais abusados em nome da arte. Ou como fizeram os atores da obra de arte “macaquinhos” cheirar e enfiar o dedo na bunda alheia. E tudo se agrava quando destinamos esta obra paga com o nosso dinheiro  e visando atingir menores e escolas. Um objetivo sinistro existe com certeza.

Os relativistas morais que acham tudo liberdade, vivem na ilha da fantasia e chamam questionamentos objetivos de censura demonstram a mais baixa desonestidade intelectual. A falta de empatia ao notar um menor de idade sendo obrigado por professores zumbis da esquerda a visitar uma amostra dessas aonde um outro menor faz sexo com animais e outro se veste de forma sensual deixaria qualque familiar revoltado, mas este bando de idiotas acha tudo liberdade. Podem afirmar serem intelectuais defensores da liberdade sem limite, mas este grupo duvido que deixa os filhos sem limites. Acabam sendo manipulados pela esquerda que tanto dizem odiar.

Um ponto positivo: Finalmente a sociedade reage a revolução marcuseana. O engenheiro social Herbert Marcuse foi um sinistro iniciador de obras assim e cita a teoria no seu livro que ainda modela o pensamento de professores de universidades infelizmente.  É um alento para uma socidade de valores invertidos que  o povo democraticamente reagiu.

Queremos dar os parabéns para todos que se mobilizaram para mostrar que ali, no Santander Cultural, não se tratava de arte coisíssima alguma; muito menos de algo relacionado a “liberdade de expressão”, como alguns querem fazer parecer e assim triunfar no seu limpismo virtual, o que estava a disposição de excursoes de crianças naquele banco, é a continuidade de um plano nefasto.

Questionar, denunciar esse plano, boicotá-lo e dar nomes aos culpados. Este sempre vai ser o caminho. Arte boa deve ser louvada. Lixos deste tipo, boicotados.

A sociedade finalmente ainda respira um pouco de ar puro e senso comum. Obras de “arte” deste tipo deve ser boicotadas e achamos que o dinheiro deveria ser melhor usado.

 

O suposto estupro da feminista Clara Averbuck e o desserviço prestado às mulheres

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Por Vanessa Rodrigues

No último dia 28 de agosto, a “escritora” Clara Averbuck escreveu em seu perfil no Facebook ter sido vítima de estupro durante uma corrida com um motorista do aplicativo Uber. No texto, a escritora afirma que estava bêbada quando ocorreu o fato e que o motorista em questão aproveitou-se da situação para praticar o suposto crime. Entretanto, o que mais chama atenção no relato é que Clara afirma que não irá realizar nenhuma boletim de ocorrência, visto que não quer se submeter ao que entende como “a violência que é ir numa delegacia da mulher ser questionada” ou “violência do estado”.

O argumento de Clara não faz sentido algum, principalmente partindo de alguém que se diz feminista. Ao recusar-se a realizar uma denúncia de maneira formal, a escritora está deixando que um suposto criminoso deixe de ser punido pelo crime gravíssimo que cometeu. Em plena era da ” lei do feminicídio”, algo tão defendido pelas feministas, faz algum sentido que uma militante deixe um estuprador impune? O Uber baniu o motorista e possui todos os dados sobre ele, incluindo duração da corrida, local de embarque e desembarque, tempo em que o carro ficou parado, etc. Se o Uber consegue identificar, o que impediria que o suposto estuprador fosse identificado pela polícia e respondesse pelo crime? Absolutamente nada.

Clara também afirma que seria julgada e questionada como vítima na delegacia da mulher. Faz algum sentido que alguém que esteja com medo de julgamentos divulgue a sua história no Facebook? Redes sociais são os melhores lugares para que as pessoas questionem relatos ou duvidar diretamente do que está escrito. Não faz sentido algum ter medo de um suposto questionamento da polícia, mas não ter medo de questionamentos e linchamento virtual.

A mesma pessoa que “teme julgamentos” fez questão de falar sobre o caso também em vídeo (cujo texto foi transcrito por diversas mídias, como o Estadão). De acordo com Clara, ela “não confia no sistema” e, por isso, não fez o boletim de ocorrência na polícia, dado que não tem como provar o suposto crime. Segundo ela, “violência sexual é o único crime que quem tem que provar é a vítima”. Não, querida: QUALQUER crime depende de provas para punir o criminoso. Ou você pensa mesmo que textão no Facebook deve ser suficiente para colocar alguém na cadeia, um local onde estupradores têm que ficar afastados dos demais presos se quiserem continuar vivos?

Para completar a história muito mal contada, Clara afirma que “o cara sabe onde eu moro, não me deixou na frente da minha casa, senão teria câmera e seria muito mais fácil identificar; ele parou na rua ao lado da minha casa porque já estava mal intencionado”. Ué, amiga: se você está com medo do cara que supostamente te estuprou, fazer textão no Facebook, divulgar no Instagram, fazer um vídeo e agendar uma aparição em um programa de televisão para “falar sobre feminismo” não me parece ser uma boa forma de se manter no anonimato, não acha? Sabe aquele boletim de ocorrência que você não quer fazer? Pois é, com ele a polícia poderia obter imagens de quaisquer câmeras, incluindo as da rua ao lado da sua casa.

Em resumo: Clara é só mais uma feminista prestando um desserviço às mulheres. A necessidade de exposição para ganhar curtidas, comentários, seguidores e mídia é tão grande, que entre denunciar um estuprador para a polícia e escrever textão lacrador, ela preferiu a segunda alternativa. Aliás, reitero que não duvido que o estupro tenha de fato acontecido, da mesma forma que não duvido que seja mais uma história fictícia, as já famosas “fanfics”. Não sabemos e provavelmente nem saberemos o que de fato aconteceu, visto que não haverá investigação policial sobre o caso, e tudo o que temos é mais um texto lacrador que viralizou na rede para ser em breve esquecido.

Minha única certeza sobre o caso é que Clara Averbuck deu um péssimo exemplo, deixando claro que é preferível lacrar nas redes sociais, colocando a culpa nos “homens que reproduzem a violência que eles conhecem”, do que tentar prender os estupradores. Na lógica de Clara, quem estupra deve permanecer impune e livre para fazer vítimas porque “estuprador não é monstro”, mas rende seguidores e mídia que é uma beleza.


Mulheres contra o feminismo: Excelente texto da Vanessa sobre este estupro aonde a suposta estuprada teve um comportamento muito suspeito. Estupro sempre foi um crime grave e sempre pregamos uma pena dura para o estuprador ou estupradora. Mas antes tudo deve ser bem investigado.

Clara reclama do estupro mas vai no Facebook reclamar para todo o planeta ler mas se nega a permitir que policiais investiguem o tal estupro.

Reclama da “cultura do estupro” mas certamente é contra revogar o estatuto do desarmamento para permitir que mulheres andem com uma arma na bolsa e mandem o criminoso para o colo do capeta.

Reclama do estupro que teria sofrido mas certamente é contra redução da maioridade penal; se o estuprador fosse um menor, portanto, o que ela faria?

Reclama que as mulheres tem medo de serem estupradas quando andam nas ruas mas certamente acha que “a polícia prende demais no Brasil” e que “cadeia não resolve, só entra no crime quem não tem oportunidade”.

É muita contradição…….

Ela simplesmente está incentivando mulheres a não denunciarem seus abusadores e deixarem estupradores livres e impunes para estuprar outras mulheres, quando ela faz todo esse terrorismo sobre a delegacia da mulher. Um completo desserviço.

Além do mais pelo relato dela o sujeito abusou dela passando-lhe mão, ele não chegou a estupra-la, isto é, força-la a fazer sexo com ele, não houve de fato estupro, por mais que a extrema esquerda tente mudar o significado da nossa linguagem e tentar redefinir a palavra estupro como qualquer tipo de assédio.

Policial carioca que dançou funk com bandido no programa da Globo tem fotos nuas vazadas na internet

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Lembram daquele programa lixo da Globo chamado esquenta? Pois bem, vamos recordar…

Durante um destes programas uma capitã da PM do Rio de Janeiro, Julia Liers, dançou funk com um bandido ex-traficante do Complexo do Alemão. Os outros militares que igualmente estavam no programa “cairam na gandaia” ao mesmo tempo que representavam a corporação.

Claro que as pessoas tem liberdade para fazer o que quiserem mas existe aquele ditado: Tudo é lícito mas nem tudo convém.

Imaginem a mensagem que aquele fato passou para o povo? Os mesmos policiais que dizem combater este estilo musical nojento chamado funk que promove o crime (passa longe do funk de verdade, anos 70) ao escutar aquele lixo saem mexendo como cachorros no cio.

Vergonhoso mas esse é o retrato atual da PMERJ e do estado do Rio de Janeiro que uma vez foi o lugar do nascimento do choro e do orgulhoso reino imperial brasileiro. O Rio de Janeiro virou uma favela ao aberto. Quanto mais vagabundo, bandido e piriguete, melhor. Os ricos do RJ pouco sabem o passado do RJ mas adoram fingir serem viajados e conhecedores dos museus da Europa. Adoram ostentar riqueza assim como os mais pobres.

As cariocas afirmam serem contra a imagem de mulher objeto mas ao escutarem um funk, rebolam sem parar. O carnaval mostra somente o lado pior do Brasil. Estamos generalizando sem totalizar. Tem muitas pessoas que detestam esta imagem do povo carioca mas infelizmente parecem ser poucos.

Se adicionarmos o tumor do Brasil, TV Globo, temos muita engenharia social que prega somente o pior dos piores. E tudo isso enfiando goela abaixo um estilo de vida carioca para outros estados que passam longe de ser o Rio de Janeiro.

O RJ por sinal é aquele lugar que adora criar uma imagem do Brasil culturalmente socialista. Os favelados “viraram oprimidos pelo capitalismo e a favela era um lugar bom e coletivista antes do homem branco”. Guerra entre classes e outros truques da esquerda viraram rotina no RJ e universidades cariocas. Funk inclusive virou tese de mestrado para mostrar a verdadeira brasilidade do Brasil “revolussaum”.

Neste relativismo moral e cultural a capitã da PM do Rio de Janeiro, Julia Liers, sofreu com criminosos.

Ela teve fotos vazadas na internet por bandidos que roubaram o celular da capitã. Ela tinha fotos nuas em poses sensuais. Ou seja, bandidos funkeiros vazaram as fotos da policial que estava rebolando com um bandido ao som do funk  carioca (estilo musical de bandidos).

E depois querem que levemos este Brasil com seriedade…..

Provavelmente, logo um grupo da morte vai ser criado para eliminar quem vazou as fotos e dar aquele jeitinho carioca de abafar o caso. Mas se negar a andar com bandidos e meliantes ? Isso, virou “preconceito”.

Esta parece ser a triste realidade do Brasil: falta de bons exemplos.

Karma: Professora de SC feminista agredida por menor é esquerdista, defensora de “minorias” e apoia ataques a Bolsonaro

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Lembram de quando uma professora foi agredida por um aluno menor de idade gay e a esquerda ficou quieta? O aluno inclusive passou a mão nela. Vejam isto aqui. 

Agora aconteceu um outro caso destes com um diferencial.

Mais uma professora foi agredida por um aluno. Marcia Friggi, de Indaial (SC), havia pedido que estudante se retirasse de sala.  Ela relata ter recebido uma sequência de socos depois de ter expulsado o estudante de sala por mau comportamento. O caso aconteceu no CEJA (Centro de Edução de Jovens e Adultos) da cidade.

Em uma publicação feita no Facebook no início da tarde, Marcia deu detalhes do incidente, que ocorreu após ela ter pedido que o aluno colocasse o livro sobre a mesa.

“Eu coloco o livro onde eu bem quiser”, foi a resposta do garoto. Depois de ser contestado, ele ofendeu a professora com um termo chulo e foi expulso de sala. Ao acompanhar o aluno, a professora acabou sendo agredida com uma sequência de socos.

 A professora se disse “dilacerada”. “Estou dilacerada por ter sido agredida fisicamente. Estou dilacerada por saber que não sou a única, talvez não seja a última”, disse.  Ela também divulgou uma sequência de fotos que a mostram com o rosto sangrando logo após a agressão.
Ao olharmos isso em um primeiro momento pensamos em inocentar a professora, certo? Obviamento o aluno parece ser culpado.
Porém, um detalhe…
A dita professora é simpatizante da esquerda. Consta no perfil público da professora que ela é defensora do Lula, diz que o impeachment foi golpe, e idolatra a comunista que agrediu o Bolsonaro.
A mesma esquerda defensora da “Pedagogia do Oprimido” de Paulo Freire nas escolas brasileiras, esta desgraceira que tomou conta do ensino no Brasil.  A mesma esquerda que acha palmadas “opressaum”. A mesma esquerda que tudo deve ser liberado e o relativismo moral deve imperar. A mesma esquerda que inocentou a Maria dos Bandidos quando esta defendia um estuprador que matou um rapaz e estuprou uma menina por dias. Vale lembrar também que esta mesma professora apoiou o ato da aluna que deu uma ovada no Bolsonaro e incentivou outros atos violentos contra quem sem define mais a direita (liberais ou conservadores). Ela foi vítima de uma agressão, mas colabora com o sistema que que produziu os agressores.
Esse é um dos resultados do relativismo esquerdista e seus valores distorcidos. O fruto maduro do que foi semeado desde os anos 60 com aquela conversa de boi dormir de paz e amor mentirosa mas na verdade a pura ideologia esquerdopata, o anti-regras, anti-respeito, anti-meritocracia, etc… Notícia infeliz mas rotineira e veremos ainda  muito disso pela frente. A doutrina implantada esboça seus efeitos. Essa é a criação de Paulo Freire e seus professores de esquerda (como a professora agredida) que criaram esse tipo de aluno, desconstruido, desrespeitoso o famoso “oprimido” e “coitadinho” . Esse é o método de Paulo Freire e alunos como esse o resultado final.

Mais um caso intolerância dos grupos tidos como “especiais” pela ideologia esquerdista e agora quem pagou a conta sentindo na pele não foi uma professora mas uma doutrinadora que foi atacada pela mesma ideologia que sempre pregou para os seus alunos.

Basta ver a sua página no Facebook defendendo a bandidagem que transformou a educação no Brasil um lixo e as escolas em verdadeiras penitenciárias. Ainda assim não desejamos o seu mal porque no fim quem realmente sofre são aqueles professores que fazem do seu trabalho um sacerdócio na entrega total ao verdadeiro e mais nobre ensino. Pra ela quem não gosta de bandido e é a favor da família é nazista. Esta imbecil nem sabe o que o maligno nazismo é (nacional socialismo).

Fica a dica: tome cuidado com o que desejar e ensinar aos outros. Esta “professora” está colhendo os frutos da educação que ajudou a implementar no Brasil com o seu esquerdismo doentio.

PS: faz alguns anos o aluno/a tinha o direito de aprender (consequentemente o professor tinha o dever de ensinar) e dever de respeitar os professores e colegas. Se tentasse dançar fora do ritmo, ia para a diretoria, os pais recebiam um bilhete, o aluno só voltava à sala de aula com a assinatura dos responsáveis no bilhetinho. Agora, os alunos são cheios de direitos e os professores, que tanto lutaram para chegarmos a esse ponto, tornaram-se reféns dos galalaus truculentos de 1,80 m e 17 aninhos de idade. Aqui se planta, aqui se colhe.

Feminista Isadora Freixo, fiha de Marcelo Freixo, fica brava com outras feministas quando atacam o pai dela por “machismo”

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Sempre postamos aqui dados e fatos contra o feminismo. E uma trama mimizenta feminista mostra mais uma vez por quais motivos ser contra o feminismo nos dias de hoje é um dever.

Resumindo: a ex-namorada do politico do PSOL do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, o acusou de ser machista opresssor e aquela coisa toda. Mas Freixo, como todo bom esquerdista e apoiodor da maluca da Luciana Genro, se diz feminista e defensor das mulheres.

Esta conversa de acusar homens injustamente de qualquer coisa nasceu nos anos 60 e existem relatos de acontecimentos de homens acusados injustamente ainda nos anos 30. Logo, isso NUNCA foi novo e sempre esteve no meio do mundo feminista pois para as feministas fatos pouco importam. O que elas querem? Conflito, briga, tumulto para atrair mais gente para esta nojenta ideologia feminista que ataca inocentes de todos os tipos, inclusive certos homens.

A filha de Frexio, Isadora Freixo, doutrinada pela esquerda e pelas feminazi, agora coloca panos quentes pra defender o pai ao mesmo tempo que sofre ataques das feministas que na luta por mais poder, querem ferrar o pai dela.

Podemos resumir o texto da zumbi feminista que talvez agora tenha acordado para esta seita chamada feminismo? Duvidamos.

Um resumo do textão da Freixinha: A ideologia feminista que ataca inocentes só é gostosa quando é no dos outros. Quando é no do seu pai, seu filho, no seu familiar “mimimii, não é esse o feminismo que eu acredito.”

Texto da menina abaixo (original aqui) e comentaremos no final: 

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“Diante de tamanha injustiça não posso mais ficar calada. Fui criada para não baixar a cabeça pras injustiças, pro machismo, pra não aceitar nenhuma forma de opressão. Nem mesmo de parentes mais próximos. Se meu pai tivesse cometido qualquer forma de machismo eu jamais iria defendê-lo. Resolvi falar porque o que vem acontecendo é um linchamento nas redes, baseado numa acusação injusta e que utiliza uma luta importante como arma de vingança, deslegitimando as denúncias reais. Quero deixar claro que meu pai não pediu defesa, o que ele pediu foi para que eu não me envolvesse. Mas na primeira “denúncia” de sua ex-namorada, eu fui citada, marcada e acusada a partir de boatos e acabei sendo envolvida publicamente nesta história, mesmo sem querer. Apesar disso, ninguém se interessou em ouvir o que eu tinha a dizer. E agora resolvi relatar um pouco do que vivi durante a relação desta moça com meu pai.

Meu pai e minha mãe se separam quando eu tinha 8 anos. Durante quatro anos meus pais tiveram guarda compartilhada, até minha mãe decidir ir morar em Campos. A partir daí, passei a ir pro Rio pelo menos 1 vez ao mês para ficar com meu pai. Ele sempre foi muito presente e carinhoso. Conheci sua última namorada quando eu tinha 15 anos. No início, não tinha muito contato, já que eles estavam começando a namorar e eu não morava com ele. Mas depois que eles foram morar juntos os problemas começaram.

Os ciúmes dela comigo eram evidentes e apareciam de várias formas. Sempre que eu ia para o Rio ela arrumava um motivo para brigas onde exigia 100% da atenção do meu pai, saia de casa e não parava de ligar para ele, falava que se ele não fosse encontra-la era porque ele não se importava com ela. Durante os 2 anos de relação ela quase nunca foi visitar os meus avós, meu irmão ficou os 2 anos sem pisar na casa do meu pai pois não se sentia confortável. Meu pai errou sim. Errou ao deixar essa situação se prolongar e não mostrar o quanto a família é parte dele, mas em nenhum momento fez as atrocidades que está sendo acusado de cometer.

Lembro-me de um dia que passamos juntos e sua ex-namorada não foi, mesmo sendo diversas vezes convidada. Ela passou o dia todo mandando mensagens para o meu pai e quando chegamos em casa ela começou a gritar com ele, empurrando ele diversas vezes e falando que ele tinha abandonado ela. Meu pai não revidou como ela alega, nem nesta nem nas outras brigas que presenciei. Ele se manteve calmo, respondendo que estava comigo o dia inteiro e que a tinha convidado, mas que ela não quis ir. Ela disputava comigo um espaço que não era de disputa.

Além da minha mãe, meu pai teve dois outros casamentos, além deste último relacionamento. Tenho uma boa relação com todas as ex-companheiras do meu pai, mas com a última moça sempre foi diferente, desde o início eu e meu irmão fomos bloqueados em todas as redes sociais dela.

Os últimos dois Natais em que eles estavam juntos foram um caos. Ela ficava brigando com meu pai pelo telefone e ele passava o Natal inteiro tentando fazer as pazes. Em ambos, meu pai teve que ir embora mais cedo para conversar com ela e evitar mais conflitos. Nos picos da depressão dela, havia sempre o fantasma de que ela voltasse a tentar cometer um ato extremo. No reveillon de 2016, eu ia ficar com meu pai do dia primeiro até minhas aulas voltarem, mas tive que ir mais cedo pra casa pois ela sempre arrumava briga quando eu estava por perto.

Sobre as acusações feitas a respeito do meu pai, a primeira ocorreu uma semana depois do seu aniversario de 50 anos, onde ele apareceu publicamente pela primeira vez com a namorada nova. A segunda denúncia foi dois dias depois do dia dos namorados, quando ele e a nova namorada postaram, pela primeira vez, fotos juntos. A terceira e mais recente ocorreu durante a viagem de férias do casal, duas horas depois da sua nova namorada postar uma foto com declarações de amor.

Não aceito que digam que eu não sei quem é meu pai, pois quem sabe é esta moça que conviveu com ele pouco mais de dois anos. Não vou tolerar que falem que eu “também” estou sendo manipulada, porque isso nunca existiu. Não venham dizer que estou sendo instrumentalizada. Sou jovem sim, mas não sou burra nem ingênua. Jamais compactuaria com atitudes opressoras, violentas ou machistas. Nunca vi ou ouvi meu pai cometendo tais atitudes de que é acusado. Nem com sua ex, nem com ninguém. Convivo com ele há quase 19 anos e ele sempre me educou pelos princípios do feminismo. Meu lugar de fala é legítimo e mereço ser ouvida. Na primeira postagem, a moça falou sobre a importância da sororidade, enquanto atacava a mim e minha mãe. Essa compreensão de sororidade que só beneficia a um indivíduo, não se alinha com o que entendo como feminismo. Me irrita que uma bandeira tão importante para mim e outras mulheres seja usada como arma de forma tão egoísta, individualista e vingativa. Toda mulher deve sim ser ouvida ao reivindicar o lugar de vítima. Mas não se pode usar uma luta que não é sobre justiçamento, e sim sobre justiça, para acabar com a vida de uma pessoa inocente por conta de ressentimento de uma relação que não deu certo.

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O que notamos:

1- Diante do post dela, deixa a entender que a ex do pai fez um denúncia falsa.
Então ela é a favor de que denúncias falsas de agressão e estupro sejam crimes inafiançáveis, indo contra a doutrina feminista de que todo homem é potencial estuprador e quando é denunciado é verdade SIM? Ou que o ato de acusar homens injustamente de estupro sempre foi pregado pelas feministas desde os anos 70?

2-A hipocrisia dessas feministas fede, igual o caráter podre delas. Nojo dessa laia desgraçada. NOJO.

Homem aleatório acusado de estupro = “É culpado, ponto final. Vamos acabar com a vida dele. Pelo fim da cultura do estupro”.
Pai, irmão, ou amigo sendo acusado = “Vamos ter responsabilidade. Não se pode cometer injustiças. Denúncia falsa, é um absurdo, mimimi”.

3- Agora pense nas feministas que estão votando contra a petição que transforma falsa acusação de estupro em crime hediondo e tente ver sentido nisso.

4-Imagina se a acusação fosse contra Bolsonaro. Garanto que já estaria crucificado e torturado de todas as formas pelas feministas.