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Síndrome de Tieta: a fama das brasileiras de serem prostitutas e garotas de programa mundo afora

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Capa de uma revista de Portugal.

Recentemente postamos sobre a Luana Piovani e umas suas apoiadoras que moram no exterior ficaram revoltadas com o que postamos.

Pois bem, a verdade é que faz muitos anos que as brasileiras tem fama de vagabundas e prostitutas na Europa. Comportamentos como de Luana e de funkeiras como Valesca Popozuda somente pioram a nossa fama.

Na verdade, existe um certo tabu no meio feminino sobre o assunto. Sabe-se que existe mas poucas falam sobre as reais causas desta infeliz imagem. A desculpa mais mentirosa que vi na internet é culpar o “capitalismo, machismo, racismo, etc” como faz qualquer feminista esquerdista.

A fama de vagabuda da mulhere brasileira se baseia na imagem do Brasil que é passada pelo povo do Brasil e em especial pelas mulheres brasileiras. Muitas possuem a Síndrome de Tieta, frase que se relaciona com a personagem de Jorge Amado que sai da sua cidade, vira prostitua de luxo e volta pra casa empoderada dando aula de meu corpo, minhas regras. O Brasil tem mania de celebrar o errado e com muito relativismo moral renegar o certo.

Fatores abaixo que apoiam a nossa infeliz fama:

0- Casamentos com gringos por interesse (mulheres golpistas);

1- Prostituição brasileira: Grande parte das prostitutas da Europa em geral tem como “trabalhadoras” mulheres do Brasil;

2- O lixo do nosso carnaval, aonde grande partes mulheres saem peladas/ roupas curtas e se comportam como se estivessem no cio (principalmente se aparecer um gringo a briga para engravidar, passaporte vai ser enorme);

3- A facilidade da mulher brasileira deslumbrada em eventos internacionais (Copa do Mundo, Jogos esportivos, etc)

4- Estilos musicais como o funk que queimam a imagem do Brasil em geral e tem o amplo apoio de muitas mulheres que acham o estilo “divertido” mesmo que nos ofenda;

5- A facilidade da mulher brasileira que viaja ao exterior e tem como meta dormir como homens de diversas nacionalidades para provar e contar para as amigas;

6- O Brasil ainda é infelizmente um destino para turistas sexuais (maioria italianos e portgueses) mas as mulheras brasileiras na verdade ainda toleram este tipo de homem por achar o sotaque divertido, de novela, acham que se relacionar dar status, etc.

7- A ideologia feminista que diz que tudo pode ser feito sem regras, o corpo é dela, etc. No final das contas as brasileiras dormem com o gringo turista sexual por empoderamento, ele vai embora, posta na internet, queima o filme dela e ela se revolta com o pai visto como “opressor” que queria que ela se preservasse.

8- A pornografia brasileira no exterior;

9- Na Europa tem muita prostituta estrangeira se passando por brasileira para o pessoal ver como andam as coisas;

10- A mídia espanhola é terrível, eles noticiam sempre mulheres brasileiras como prostitutas e quando a polícia flagra uma casa de prostituição, na Espanha;

11- Na baixaria da TV italiana e revistas de fofoca as brasileiras gostam de mostrar vulgaridade;

Caso Rhuan: Mãe e parceirA arrancam o pênis de filho, assassinam, esquartejam e tentam triturar os ossos (além de fritar a carne). A grande mídia abafa o assunto

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Caso Rhuan: O crime mais cruel do Brasil foi cometido por duas mulheres.  E o povo de verdade quer somente uma coisa: Justiça para punir quem matou um anjo inocente do pior modo que uma pessoa possa imaginar.

Mas para punir estas duas criminosas devemos falar sobre o tabu que as cadelas das feministas e lacradoras/res em geral nunca falam: Mulheres criminosas, que matam, torturam, abusam sexualmente. Gays e mulhers não morrem apenas; matam também. Mas todos ficam calados quando isso acontece ou criam desculpas: foi stress, o tempo, a TPM, o menor chorava demais.

Somente os racionais culpam a pessoa criminosa.

Nenhuma global postou no Instagram sobre o caso do menino Rhuam. Não vimos movimentos políticos progressistas subindo nenhuma hastag no Twitter. Não houve “textão” de repúdio de nenhuma feminista no Facebook e as grandes plataformas de notícias da internet não deram o destaque devido na semana.

Na sexta-feira passada (31), um casal lésbico cometeu um crime absurdo, brutal e bizarro. Antes, há um ano, a mãe do menino Rhuan Maicon o mutilou numa “cirurgia de mudança de sexo” forçada, no Acre. O menino teve o seu pênis removido. E na semana passada, em Brasília, juntamente com sua companheira, Rosana Auri da Silva Candido assassinou, degolou e esquartejou o seu filho. Para finalizar ainda tentou triturar os ossos (além de fritar a carne) para dar um sumiço com o corpo.

O menino possuia pouco contato com o pai pois a mãe alienou ele e uma outra menina de 8 anos que presenciou o assassinato e esquartejamento do menino. O pai faz poucos dias que descobriu aonde os filhos estavam pois a separação havia sido forçada pela mãe e dois não se viam há cinco anos.

A menina possui uma resistência à figura masculina pois as assassinas doutrinavam a pobre criança.

Este caso assombroso pouco foi falado. A repercussão foi ínfima, digna de uma nota de rodapé de um editorial despretensioso. Não houve comoção, porque muitos destes são capazes de humanizar um cachorro (como foi naquele do episódio do Carrefour) e desumanizar o ser humano. Os lacradores e lacaradoras que querem salvar o mundo, por medo do politicamente correto negam-se a comentar que duas mulheres tenham cometido tal crime.

O que quero dizer com tudo isto? É simples: não vimos nada disso porque a indignação é sempre seletiva, ainda mais quando se trata da classe artística e, especialmente, da grande mídia.

Devemos falar sobre este tabu sem criar desculpas como TPM, stress em prola da defesa das nossas crianças.

Nossa Ministra dos direitos humanos que sofre ataque das feministas e estranhamente defende uma agenda feminista mas fica calada em casos aonde mulheres cometem crimes deste tipo tem O DEVER MORAL DE SE PRONUNCIAR.

 

O movimento feminista não é responsável pela conquista dos votos das mulheres: Demascarando as feminazi

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As feminazi, aquelas prostitutas baratas da esquerda, muitas vezes ficam com aquela conversa mentirosa de que devemos tudo as feministas.

Bem, estas porcas peludas que amam o Lula e o resto da esquerda mundial na verdade lutam para fazer surubas no carnaval e em bailes funks da vida ao mesmo tempo que fazemvitimismo. Na verdade esta seita de imbecis nunca fez nada por mim e tantas outras. Pior, elas queimam o filme das mulheres aqui no Brasil ou no exterior (mulher que dorme com todo mundo, prostituta, hipersexualisada, etc).

Mas realmente devemos algo as feministas ? Não. Nunca devemos nada as feminazi.

O primeiro voto feminino aqui no Brasil foi um evento NADA relacionado as feministas. A conquista do voto feminino ocorrey em 24 de fevereiro de 1932.

Através do Decreto nº 21.076, de 24 de fevereiro de 1932, o Presidente Getúlio Vargas dá direito ao voto feminino, suprimindo todas as restrições às mulheres e institui o Código Eleitoral Brasileiro, que definia o eleitor como o cidadão maior de 21 anos, sem distinção de sexo, alistado na forma do código. Não havia obrigatoriedade no voto feminino, mas existia no masculino, do mesmo modo que o alistamento nas forças armadas.

Lembremo-nos também de todos os envolvidos na história antes desta conquista.

Em 30 de setembro de 1890, durante a elaboração da primeira constituição republicana, o médico e intelectual baiano César Zama (homem) defendeu o sufrágio universal, sendo ele o pioneiro a defender a causa, a fim de que as mulheres pudessem participar efetivamente da vida política no país. Apesar de sua importância na luta pelo voto feminino, ele ficou mais conhecido por sua luta pelo fim da escravidão.

No Consultor Jurídico do jornal “O Estado de S. Paulo”, encontra-se a informação de que logo após a proclamação da República, o governo provisório convocou eleições para uma Assembleia Constituinte. Na ocasião, uma mulher conseguiu o alistamento eleitoral invocando a legislação imperial, a Lei Saraiva, promulgada em 1881, que determinava direito de voto a qualquer cidadão que tivesse uma renda mínima de 2 mil réis. Caso se houvesse registrado seu nome, ela poderia ser contada dentre as primeiras brasileiras a ter direito à voto.

Lopes Trovão, na discussão da Declaração de Deveres, defendeu com afinco a causa da oficialidade do voto feminino. Em 1 janeiro de 1891, 31 constituintes assinaram uma emenda ao projeto de Constituição, de autoria de Saldanha Marinho, conferindo o voto à mulheres brasileira.

Almeida Nogueira, na sessão de 2 de janeiro de 1891, defendeu a ideia do sufrágio feminino lembrando que não havia legislação que restringisse o voto às mulheres e que o projeto da nova constituição também não restringia esse direito cívico à elas (A constituição em vigor nessa data era a Constituição do Império de 1824 e determinava que as eleições eram censitárias e indiretas, mas não impedia oficialmente as mulheres de votar – essa constituição só impedia o voto de alguns religiosos que viviam em comunidade claustral).

A pressão contrária foi tão grande, que Epitácio Pessoa, que havia subscrito a emenda, dez dias depois tirou seu apoio, e o Brasil deixou de ser o primeiro país do mundo a conceder o direito de voto à mulher (em 1893, a Nova Zelândia venceu a corrida, tendo como protagonista o movimento sufragista liderado pela religiosa Kate Sheppard que comandava a Women’s Christian Temperance Union).

Em 1894, foi promulgada a Constituição Política da cidade de Santos, quando novamente houve uma tentativa de conferir direitos políticos às mulheres, derrubada por pressão dos cidadãos.

Mesmo com a defesa de César Zama, Lopes Trovão, Saldanha Marinho, Almeida Nogueira e os 31 constituintes que assinaram a emenda apoiando o direito de voto às mulheres, a Constituição da República aprovada de 1891, definia como eleitores, cidadãos de 21 anos, que se alistassem nas forças armadas (excetuando-se o alistamento de mendigos, analfabetos, praças e alguns religiosos sujeitos a voto obediência). Ou seja, tinha direito ao voto, quem tinha o dever se ir para a guerra, já que o sufrágio estava vinculado com o alistamento militar. Essa visão era um consenso naquela época em vários países: quem tinha o dever de ir à guerra, tinha o direito de escolher seus líderes; os poderes estavam vinculados com as responsabilidades, isto é, homens e mulheres tinham direitos diferentes, porque seus deveres eram diferentes na época.

Inclusive nesta época, anos da primeira guerra mundial, muitas mulheres se posicionaram contra o voto feminino, pois tinham receio de ter o direito à voto vinculado ao alistamento militar, e consequentemente serem convocadas a ir para a guerra, da mesma forma que os homens. Entre os primeiros países a aprovarem o voto feminino, muitos só permitiam o voto às mulheres que se alistavam no serviço militar.

Havia muita discussão quanto à inconstitucionalidade do veto ao voto feminino, entretanto, mesmo sem uma constituição que impedisse nem que confirmasse o direito, três mulheres se alistaram e chegaram a votar em Minas Gerais no ano de 1905, tendo seus votos posteriormente anulados. Seus nomes não foram registrados na história, infelizmente. Mas estas também poderiam ser contadas entre as primeiras mulheres a votar no Brasil.

Em 1910, a professora Leolinda Daltro, considerando que a Constituição de 1891 era omissa quanto ao voto feminino, requereu alistamento eleitoral, mas teve seu pedido negado. Reagiu reunindo-se com dezenas de colaboradoras, sendo a maior parte delas professoras também, e fundou, com estas mulheres, dentre elas a escritora Gilka Machado, uma associação civil denominada Partido Republicano Feminino. Na mesma época que Leolinda, Myrthes de Campos – primeira advogada a entrar para a OAB – também fez o mesmo requerimento e também teve seu pedido negado.

Novas tentativas na forma de emendas surgiram em 1917, 1920 e 1921, vindas de diversos autores.

Outros nomes conhecido do movimento sufragista foram Bertha Lutz e Jerônima Mesquita. Foram fundadoras da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF) em 1919, após Bertha Lutz ter representado o Brasil na assembleia geral da Liga das Mulheres Eleitoras, realizada nos EUA, onde foi eleita vice-presidente da Sociedade Pan-Americana.
Jerônima Mesquita, que fundou várias instituições e contribuiu bastante para o progresso nacional, tem seu nome lembrado por ter a data de seu aniversário – 30 de abril – se transformado no Dia Nacional da Mulher (ou Dia da Mulher Brasileira), pela Lei nº 6.971, de 9 de junho de 1980 (100 anos após seu nascimento e 8 anos após sua morte) assinada/aprovada pelo presidente militar João Figueiredo (último presidente do regime e que ficou mais tempo no poder na história nacional).

Vale lembrar também os nomes da poetisa Laura Brandão e a operária Maria Lopes que integravam o “Comitê das Mulheres Trabalhadoras”, fazendo propagando em fábricas, e da sufragista gaúcha Natércia da Silveira, fundadora da Aliança Nacional de Mulheres (1931).

A conquista do direito ao voto em 1932, foi consequência do trabalho feito não somente por elas e pelas organizações de mulheres da época, mas também de todos os envolvidos desde o primeiro indivíduo a defender o voto feminino muitos anos antes desses movimentos surgirem.

Em 1927, o Presidente Washington Luís manifestou-se a favor do voto às mulheres.

Logo depois, ainda no mesmo ano, Em 25 de outubro de 1927, pela Lei nº 660, projeto do governador Juvenal Lamartine de Faria, o Rio Grande do Norte foi o primeiro Estado que, ao regular o “Serviço Eleitoral no Estado”, estabeleceu que não haveria mais “distinção de sexo” para exercício do sufrágio.

Considerada pela história (por ter seu nome lembrado) como a primeira mulher a tirar o título de eleitor e votar no Brasil, a potiguar Celina Guimarães Viana, com apoio principal de seu marido, Elyseu de Oliveira Viana, requereu alistamento eleitoral, tendo seu nome incluso na lista de eleitores do Rio Grande de Norte, a primeira mulher na lista, em 25 de novembro de 1927. Várias outras mulheres requereram alistamento eleitoral após ela no Rio Grande do Norte e em outros 9 Estados brasileiros.

A professora catedrática da Escola Normal de Natal Júlia Alves Barbosa é que foi a primeira mulher a requerer alistamento eleitoral, antes de Celina (22 de novembro de 1927). O deferimento de Celina, por parte do juiz, saiu primeiro e mais rápido, por Celina ser uma mulher casada e respeitada, isto é, ser casada com um advogado e professor. O de Júlia só foi deferido depois (1º de dezembro de 1928), dada a sua condição de solteira. Júlia foi uma das fundadoras da Associação de Eleitoras Norte-rio-grandenses.
Segundo pesquisa do escritor João Batista Cascudo Rodrigues, o histórico do despacho foi vazado nestes termos (para inclusão de Celina na lista de eleitores):

“Tendo a requerente satisfeito as exigências da lei para ser eleitora, mando que inclua-se nas listas de eleitores. Mossoró, 25 de novembro de 1927.” – Israel Ferreira Nunes

Celina votou juntamente com outras mulheres na eleição de 5 de abril de 1928, na cidade de Mossoró, no estado do Rio Grande do Norte, sendo ela a primeira dentre as demais, no local onde hoje funciona a Biblioteca Municipal de Mossoró. Posteriormente foi pedida a anulação de seus votos pela Comissão de Poderes do Senado Federal.

Sobre sua participação histórica como a primeira mulher a votar no Brasil, mais tarde, Celina disse (parafraseando):

“Meu marido empolgou-se na campanha de participação da mulher na política brasileira e, para ser coerente, começou com a esposa dele, levando meu nome de roldão. Jamais pude pensar que, assinando aquela inscrição eleitoral, o meu nome entraria para a história. E aí estão os livros e os jornais exaltando a minha atitude. O livro de João Batista Cascudo Rodrigues – A Mulher Brasileira: direitos políticos e civis – colocou-me nas alturas. Até o cartório de Mossoró, onde me alistei, botou uma placa rememorando o acontecimento. Sou grata a tudo isso que devo exclusivamente ao meu saudoso marido”. – Celina Guimarães Viana

Um bom marido faz mais por qualquer mulher que ums seita coletiva de feminazi. Mesmo assim as feminista tem como parte da agenda demonizar os homens sendo que depois querem falar de igualdade.

Vale lembrar o nome da estudante de direito mineira: Mietta Santiago (Pseudônimo de Maria Ernestina Carneiro Santiago Manso Pereira), que descobriu que o veto ao voto das mulheres contrariava o artigo 70 da Constituição de 1891. Com garantia de sentença judicial (fato inédito no país o que a fez pioneira nessa situação), ela conquistou o direito de votar (e votou em si mesma para o cargo de deputada federal). Carlos Drummond de Andrade dedicou a Mietta o poema “Mulher Eleitora”.

A primeira mulher eleita no Brasil e na América Latina foi (prefeita) Alzira Teixeira Soriano, assumindo a prefeitura do município de Lages.

Persiste a ideia errônea de que as mulheres nunca participaram da política antes dos movimentos sufragistas. Na Idade Média, as mulheres participavam das funções públicas em diversos países e por vezes até mesmo votavam. Por ocasião dos Estados Gerais de 1380, as mulheres são citadas explicitamente entre as votantes em diversas partes do território francês. Com o fim da Idade Média, no final do século XVI a mulher foi afastada das funções públicas.

Voltando e concluindo a história da conquista do voto feminino no Brasil, finalmente em 1932, a mulher teve seu direito ao voto garantido, sendo assegurado novamente na Constituição de 1934 e nas posteriores, sem mais anulações. Se hoje temos este direito é graças a vários homens e mulheres que defenderam essa causa. Nos recusamos a dar predileção a alguém ou movimento como fazem as feminazi que pensam ser as donas do planeta.

No exterior, cada lugar passou por um caso diferente e nunca foi um movimento coletivo de cegas que conquistou o foto feminino. Mas no caso da Inglaterra podemos  destacar a  verdade e ver que as sufragetese endeuzadas por  eram terroristas ricas que faziam baderna e aterrorizavam o Reino Unido com bombas enquanto homens de todas as classes mas principalmente das classes mais pobres e analfabetos sem direito ao voto morriam na I guerra mundial. Muitos homens eram menores de 18 anos. Durante a batalha do Somme por exemplo,  no dia 1 de Julho de 1916, os britânicos sofreram 57.470 baixas (19.240 mortos) em um dia. Este ainda é considerado o mais sangrento dia na história do Exército britânico. Neste momento as sufragetes davam penas brancas aos homens que ainda estavam em casa sem ir a guerra (a pena branca é tida com um sinal de covardia no Reino Unido). As sufragetes foram as primeiras feminazi e enquanto os homens conquistaram o direito ao voto lutando em guerras, morrendo, matando e sendo aniquilados, as sufragetes conquistara o direito ao voto como mimimi.

Nosso futuro post vai ser sobre o trabalho feminino.


O nosso texto acima foi adaptado do artigo deste blog aqui- http://matriamulheres.blogspot.com/2016/02/conquista-do-voto-feminino-no-brasil.html?fbclid=IwAR11YdCejwrt0lp6LtAEqQL15N84QahmOatg5oG7P6hrL0cQM82E9j-ouwo

Para saber mais sobre o assunto deixamos duas dicas de livros:

Feminismo. Perversão e Subversão – https://www.amazon.com.br/Feminismo-Pervers%C3%A3o-Subvers%C3%A3o-Caroline-Campagnolo/dp/8595070547

https://livraria.nandomoura.com/feminismo-perversao-e-subversao

https://livrariadobernardo.com/feminismo-perversao-e-subversao

The Suffragette Bombers: Britain’s Forgotten Terrorists – Livro sobre os ataques com bombas e outros crimes cometidos pelas primeiras feminazi. A verdade sobre o movimento das sufragetes. 

https://www.goodreads.com/book/show/22226117-the-suffragette-bombers

 

Feministas apoiam transgêneros que ocupam o lugar de mulheres: a doentia agenda feminista

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Ao entrarmos na internet podemos perceber que mundialmente feministas apoiam transgêneros que ocupam o lugar de mulheres. Claramente existe uma agenda que quer demonizar homens, jogar mulheres contra os homens e defender o relativismo moral e a falta de um senso comum racional na sociedade.

As feministas criam  o problema e depois reclamam como todo o movimento esquerdista. Tudo isso para defender a mentirosa teoria de gênero, o politicamente correto e negar a biologia.

Basta saber um pouco de biologia para saber que geralmente homens fisicamente nos superam se falarmos no quesito força fisica. Issa nada tem a ver com odiar homem, mulher, desigualdade ou qualquer outro mimimi feminista. Trata-se somente de um fato. 

Vejo muita inocente falando de lutar por igualdade mas na hora de esportes quer que homens compitam em outra categoria. Mas se este se declarar trans, aplaudem o homem “empoderado” (palavra feminazi) com o apoio dos amigos gays enquanto falam mal do marido/ namorado “opressor” com quem tem filhos.

Este mesmo tipo diz que o casamento oprime as mulheres e querem dar a Abigail na balada pra qualquer um. Mas querem que gays casem (????)

Estas inocentes devem escolher o que querem.

A falta de empatia do movimento feminista e fuga da fantasia nunca se baseia em fatos e dabates racionais. Quem estuda sobre feminismo nunca vai ser feminista.

Tenham muito cuidado ao desejar coisas, meninas. E parem de acreditar na mentira das feministas.

O feminismo é um câncer.

Ativista Pietra Bertolazzi sofre ataques da seita feminista por ser contra o feminismo e lembrar que homens também morrem

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O feminismo sempre foi um tumor maligno na nossa sociedade. Nunca foi bom. As feminazi podem tentar enganar inocentes com aquela mentira de” igualdade, amor e somos todas iguais” mas sabemos bem o que esta seita quer e defende. Postamos muitos artigos sobre este tema como as mulheres que foram atacadas por serem contra o feminismo e o total apoio das feministas com movimentos ligados a esquerda aonde tentam nos usar como massa de manobra.

Mas quem estuda sobre o feminismo NUNCA VAI SER FEMINISTA.

Recentemente a ativista social e DJ anda sendo duramente atacada pelas feminazi. Qual foi o suposto “crime”dela? Pietra postou nas suas redes sociais que homens também morrem. Nada mais.

“Quase o dobro de homens são mortos por violência doméstica no País. E aí? Quem vai defender esses homens?”, diz a diretora do Fundo Social SP”.

Homens representam 96% das vítimas de mortes no Brasil e para quem sabe matemática básica percebe que ela não falou nenhum absurdo. Proporcionalmente a sociedade deveria estar preocupada com a morte de homens e mulheres inocentes mas devido a homens morrerem em uma maior quantia, Pietra abriu a caixa de pandora ao questionar a cegueira das feminazi que ainda enxergam somente a mulher como ser humano de modo proposital por terem raiva de homem.

Pietra obviamente causou uma revolta das feminazi que agora querem que ela seja demitida e mostrou o que o feminismo sempre foi: um movimento doentio e cego que quer nos usar como massa de manobra.

Pietra Bertolazzi tem executado um bom trabalho a frente da Escola de Beleza do Fundo Social de São Paulo, colaborando com a capacitação de centenas de mulheres em situação de vulnerabilidade, seja em comunidades carentes e a partir de agora, numa nova frente da Escola de Beleza em presídios femininos, uma iniciativa da própria Pietra, que está sendo lançada no dia de hoje.
Ela é mulher, mãe (recentemente deu à luz uma menina) e precisa ser respeitada, tanto quanto, as mulheres que a atacam, enquanto pedem respeito. Nas suas próprias redes sociais pessoais, há mulheres a apoiando e outras, em menor número, criticando.

Nosso total apoio a Pietra que realmente faz alguma coisa e mostra mais uma vez o que sempre falamos: A cegueira da seita feminista sempre quis usar mulheres como massa de manobra barata e cega. Somente mulheres imbecis e burras seguem o movimento feminista que fala de igualdade da boca pois atacam homens com uma raiva e revolta fruto de muita inveja.

Falar qualquer coisa contra o sistema mentiroso e desonesto como o feminismo causa a ira ensandecida das feministas. Quem ousar questionar as estatísticas mentirosas das feminazis vai estar sujeito(a) aos ataques desta seita de malucas.

Total apoio a Pietra Bertolazzi.

Loucura: Nova Iorque aprova o aborto até 9 meses de idade

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Sempre avisamos aqui a olhar com cautela muitos modelos de conduta vindo do exterior.

Pois bem, o Senado do Estado de Nova York (Estados Unidos) aprovou por 38 votos contra 24 uma nova lei do aborto que permitirá esta prática durante toda a gravidez. Ou seja, o ser humano no ventre da mulher pode ter sido completamente formado e a mulher tem o direito de abortar um dia antes desta pessoinha nascer.

A Lei de Saúde Reprodutiva foi aprovada na terça-feira, 22 de janeiro, depois de uma disputa legal que começou em 2007.

Esta norma permitirá aos profissionais de saúde, como praticantes de enfermaria e médicos assistentes, que realizam abortos. Além disso, endossa o aborto tardio em qualquer momento.

Isto sempre foi defendido pela esquerdista americana Hillary Clinton e o seu grupo de feminazi.

O estado americano assim se torna o ícone da barbárie mundial com direito a comemoração com luzes rosas em prédios da cidade.

Voltamos a era dos Maias e nazistas, que matavam os deficientes ou indesejados assim que nasciam. Uma amostra clara de eugenia pura.

As “luzes” deveriam ser da cor vermelha, de sangue.

Enquanto isso na Europa os seguidores do Islam possuem muitos filhos que seguem a lei da Sharia e os europeus tem poucos filhos ou preferem ter cachorro, gato e assistir Netflix.

Quem vai herdar a terra?

Repitimos: SEMPRE BOM olhar com muita CAUTELA muitos modelos de conduta vindo do exterior. 

Evitem a propaganda das assassinas feminiazi que fogem da responsabilidade. Aborto sempre vai ser assassinato.

Não aceitem que jornalistas estrangeiros esquerdistas vendam mentiras sobre o Brasil.

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Depois da posse do Presidente Bolsonaro fomos ler certos jornais estrangeiros como a BBC, um dos antros do esquerdismo e globalismo mundial, entre tantos outros jornais e sites internacionais.

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Pois bem: salvos alguns casos eles repetem o que o jornalismo esquerdista dita. Mimimi nutricionista, eletricista entre aquela coisa de sempre.

Infelizmente, certas brasileiras e brasileiras sofrem de deslumbre por tudo que for estrangeiro e assim aceitam tudo o que for escrito por um estrangeiro como verdade absoluta.

HORA DE ACORDAR PARA A REALIDADE, LEITORAS E LEITORES.

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O Brasil possui n defeitos assim como qualidades. O mesmo vale para o exterior e nem todo estrangeiro que diz amar o Brasil realmente o faz (que o digam os turistas sexuais, homens que as feministas dizem odiar enquanto defendem as piriguetes que queimam o nosso filme sendo na maioria das vezes no carnaval e ano novo).

Muitos destes jornalistas estrageiros “intelectuais” possuem uma agenda e querem estereotipar o Brasil. Sempre pregamos que os impostos fossem reduzidos e tantas outras coisas que nunca foram feitas pelos governos do Brasil. Sempre desmascaramos feministas que doutrinam nossos filhos e defendem bandidos . Se for para criticar coisas que realmente devem ser melhoradas aqui no Brasil devemos fazer sem piedade e sugerir o que mudar.

No entanto, notamos que estes jornalistas menosprezam Bolsonaro e Trump assim como todo liberal-conservador. Estes mesmos jornalistas ficaram calados durante os governos corruptos do PT. Ficam calados na hora de falar sobre ditaduras esquerdistas. Taxam de populistas ou qualquer outra coisa ao mesmo tempo que fecham os olhos para os seus problemas da Europa aonde suas mulheres sofrem estupro por imigrantes ilegais. Os franceses em geral tem uma mentalidade mais esquerdista e notamos muito esquerdista brasileiro que tanto fala mal do Ocidente ficar postando artigos de franceses como isso qualificasse mais um argumento do que um artigo brasileiro.

Existe muito estrangeiro ignorante e esquerdista, pessoal.

Como exemplo postamos este excelente texto da #canetadesquerdizadora aonde um jornalista de esquerda norte-americano (sim, existe esquerdista em todo o planeta) posta um texto mentiroso sobre a primeira-dama aonde transformou o discurso de Michelle Bolsonaro em “saudação militar”. Desonestidade intelectual de esquerdista das piores que foi desmascarada pela caneta desquerdizadora.  Vejam aqui.  

Ou quem sabe este esquerdista da Nova Zelândia aqui que quer ensinar brasileiro sobre a vida no Brasil. O rapaz gay  esquerdista repete como um papagaio aquela palavras de sempre: nutriocinista, eletricista, etc. Na Nova Zelândia, terra liberal e capitalista e com dinheiro é mole tentar ser “resistência”. Este tipo de imbecil existe no mundo todo e fede a hipocrisia, pessoal. Repetimos: Existe muito estrangeiro ignorante e esquerdista. Podem falar outro idioma mas isso não quer dizer que sejam melhores por isso. Por favor, saibam filtrar com cautela o que um estrangeiro quer falar sobre o Brasil.

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