Arquivo mensal: agosto 2017

Policial carioca que dançou funk com bandido no programa da Globo tem fotos nuas vazadas na internet

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Lembram daquele programa lixo da Globo chamado esquenta? Pois bem, vamos recordar…

Durante um destes programas uma capitã da PM do Rio de Janeiro, Julia Liers, dançou funk com um bandido ex-traficante do Complexo do Alemão. Os outros militares que igualmente estavam no programa “cairam na gandaia” ao mesmo tempo que representavam a corporação.

Claro que as pessoas tem liberdade para fazer o que quiserem mas existe aquele ditado: Tudo é lícito mas nem tudo convém.

Imaginem a mensagem que aquele fato passou para o povo? Os mesmos policiais que dizem combater este estilo musical nojento chamado funk que promove o crime (passa longe do funk de verdade, anos 70) ao escutar aquele lixo saem mexendo como cachorros no cio.

Vergonhoso mas esse é o retrato atual da PMERJ e do estado do Rio de Janeiro que uma vez foi o lugar do nascimento do choro e do orgulhoso reino imperial brasileiro. O Rio de Janeiro virou uma favela ao aberto. Quanto mais vagabundo, bandido e piriguete, melhor. Os ricos do RJ pouco sabem o passado do RJ mas adoram fingir serem viajados e conhecedores dos museus da Europa. Adoram ostentar riqueza assim como os mais pobres.

As cariocas afirmam serem contra a imagem de mulher objeto mas ao escutarem um funk, rebolam sem parar. O carnaval mostra somente o lado pior do Brasil. Estamos generalizando sem totalizar. Tem muitas pessoas que detestam esta imagem do povo carioca mas infelizmente parecem ser poucos.

Se adicionarmos o tumor do Brasil, TV Globo, temos muita engenharia social que prega somente o pior dos piores. E tudo isso enfiando goela abaixo um estilo de vida carioca para outros estados que passam longe de ser o Rio de Janeiro.

O RJ por sinal é aquele lugar que adora criar uma imagem do Brasil culturalmente socialista. Os favelados “viraram oprimidos pelo capitalismo e a favela era um lugar bom e coletivista antes do homem branco”. Guerra entre classes e outros truques da esquerda viraram rotina no RJ e universidades cariocas. Funk inclusive virou tese de mestrado para mostrar a verdadeira brasilidade do Brasil “revolussaum”.

Neste relativismo moral e cultural a capitã da PM do Rio de Janeiro, Julia Liers, sofreu com criminosos.

Ela teve fotos vazadas na internet por bandidos que roubaram o celular da capitã. Ela tinha fotos nuas em poses sensuais. Ou seja, bandidos funkeiros vazaram as fotos da policial que estava rebolando com um bandido ao som do funk  carioca (estilo musical de bandidos).

E depois querem que levemos este Brasil com seriedade…..

Provavelmente, logo um grupo da morte vai ser criado para eliminar quem vazou as fotos e dar aquele jeitinho carioca de abafar o caso. Mas se negar a andar com bandidos e meliantes ? Isso, virou “preconceito”.

Esta parece ser a triste realidade do Brasil: falta de bons exemplos.

Karma: Professora de SC feminista agredida por menor é esquerdista, defensora de “minorias” e apoia ataques a Bolsonaro

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Lembram de quando uma professora foi agredida por um aluno menor de idade gay e a esquerda ficou quieta? O aluno inclusive passou a mão nela. Vejam isto aqui. 

Agora aconteceu um outro caso destes com um diferencial.

Mais uma professora foi agredida por um aluno. Marcia Friggi, de Indaial (SC), havia pedido que estudante se retirasse de sala.  Ela relata ter recebido uma sequência de socos depois de ter expulsado o estudante de sala por mau comportamento. O caso aconteceu no CEJA (Centro de Edução de Jovens e Adultos) da cidade.

Em uma publicação feita no Facebook no início da tarde, Marcia deu detalhes do incidente, que ocorreu após ela ter pedido que o aluno colocasse o livro sobre a mesa.

“Eu coloco o livro onde eu bem quiser”, foi a resposta do garoto. Depois de ser contestado, ele ofendeu a professora com um termo chulo e foi expulso de sala. Ao acompanhar o aluno, a professora acabou sendo agredida com uma sequência de socos.

 A professora se disse “dilacerada”. “Estou dilacerada por ter sido agredida fisicamente. Estou dilacerada por saber que não sou a única, talvez não seja a última”, disse.  Ela também divulgou uma sequência de fotos que a mostram com o rosto sangrando logo após a agressão.
Ao olharmos isso em um primeiro momento pensamos em inocentar a professora, certo? Obviamento o aluno parece ser culpado.
Porém, um detalhe…
A dita professora é simpatizante da esquerda. Consta no perfil público da professora que ela é defensora do Lula, diz que o impeachment foi golpe, e idolatra a comunista que agrediu o Bolsonaro.
A mesma esquerda defensora da “Pedagogia do Oprimido” de Paulo Freire nas escolas brasileiras, esta desgraceira que tomou conta do ensino no Brasil.  A mesma esquerda que acha palmadas “opressaum”. A mesma esquerda que tudo deve ser liberado e o relativismo moral deve imperar. A mesma esquerda que inocentou a Maria dos Bandidos quando esta defendia um estuprador que matou um rapaz e estuprou uma menina por dias. Vale lembrar também que esta mesma professora apoiou o ato da aluna que deu uma ovada no Bolsonaro e incentivou outros atos violentos contra quem sem define mais a direita (liberais ou conservadores). Ela foi vítima de uma agressão, mas colabora com o sistema que que produziu os agressores.
Esse é um dos resultados do relativismo esquerdista e seus valores distorcidos. O fruto maduro do que foi semeado desde os anos 60 com aquela conversa de boi dormir de paz e amor mentirosa mas na verdade a pura ideologia esquerdopata, o anti-regras, anti-respeito, anti-meritocracia, etc… Notícia infeliz mas rotineira e veremos ainda  muito disso pela frente. A doutrina implantada esboça seus efeitos. Essa é a criação de Paulo Freire e seus professores de esquerda (como a professora agredida) que criaram esse tipo de aluno, desconstruido, desrespeitoso o famoso “oprimido” e “coitadinho” . Esse é o método de Paulo Freire e alunos como esse o resultado final.

Mais um caso intolerância dos grupos tidos como “especiais” pela ideologia esquerdista e agora quem pagou a conta sentindo na pele não foi uma professora mas uma doutrinadora que foi atacada pela mesma ideologia que sempre pregou para os seus alunos.

Basta ver a sua página no Facebook defendendo a bandidagem que transformou a educação no Brasil um lixo e as escolas em verdadeiras penitenciárias. Ainda assim não desejamos o seu mal porque no fim quem realmente sofre são aqueles professores que fazem do seu trabalho um sacerdócio na entrega total ao verdadeiro e mais nobre ensino. Pra ela quem não gosta de bandido e é a favor da família é nazista. Esta imbecil nem sabe o que o maligno nazismo é (nacional socialismo).

Fica a dica: tome cuidado com o que desejar e ensinar aos outros. Esta “professora” está colhendo os frutos da educação que ajudou a implementar no Brasil com o seu esquerdismo doentio.

PS: faz alguns anos o aluno/a tinha o direito de aprender (consequentemente o professor tinha o dever de ensinar) e dever de respeitar os professores e colegas. Se tentasse dançar fora do ritmo, ia para a diretoria, os pais recebiam um bilhete, o aluno só voltava à sala de aula com a assinatura dos responsáveis no bilhetinho. Agora, os alunos são cheios de direitos e os professores, que tanto lutaram para chegarmos a esse ponto, tornaram-se reféns dos galalaus truculentos de 1,80 m e 17 aninhos de idade. Aqui se planta, aqui se colhe.

Feminista Isadora Freixo, fiha de Marcelo Freixo, fica brava com outras feministas quando atacam o pai dela por “machismo”

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Sempre postamos aqui dados e fatos contra o feminismo. E uma trama mimizenta feminista mostra mais uma vez por quais motivos ser contra o feminismo nos dias de hoje é um dever.

Resumindo: a ex-namorada do politico do PSOL do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, o acusou de ser machista opresssor e aquela coisa toda. Mas Freixo, como todo bom esquerdista e apoiodor da maluca da Luciana Genro, se diz feminista e defensor das mulheres.

Esta conversa de acusar homens injustamente de qualquer coisa nasceu nos anos 60 e existem relatos de acontecimentos de homens acusados injustamente ainda nos anos 30. Logo, isso NUNCA foi novo e sempre esteve no meio do mundo feminista pois para as feministas fatos pouco importam. O que elas querem? Conflito, briga, tumulto para atrair mais gente para esta nojenta ideologia feminista que ataca inocentes de todos os tipos, inclusive certos homens.

A filha de Frexio, Isadora Freixo, doutrinada pela esquerda e pelas feminazi, agora coloca panos quentes pra defender o pai ao mesmo tempo que sofre ataques das feministas que na luta por mais poder, querem ferrar o pai dela.

Podemos resumir o texto da zumbi feminista que talvez agora tenha acordado para esta seita chamada feminismo? Duvidamos.

Um resumo do textão da Freixinha: A ideologia feminista que ataca inocentes só é gostosa quando é no dos outros. Quando é no do seu pai, seu filho, no seu familiar “mimimii, não é esse o feminismo que eu acredito.”

Texto da menina abaixo (original aqui) e comentaremos no final: 

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“Diante de tamanha injustiça não posso mais ficar calada. Fui criada para não baixar a cabeça pras injustiças, pro machismo, pra não aceitar nenhuma forma de opressão. Nem mesmo de parentes mais próximos. Se meu pai tivesse cometido qualquer forma de machismo eu jamais iria defendê-lo. Resolvi falar porque o que vem acontecendo é um linchamento nas redes, baseado numa acusação injusta e que utiliza uma luta importante como arma de vingança, deslegitimando as denúncias reais. Quero deixar claro que meu pai não pediu defesa, o que ele pediu foi para que eu não me envolvesse. Mas na primeira “denúncia” de sua ex-namorada, eu fui citada, marcada e acusada a partir de boatos e acabei sendo envolvida publicamente nesta história, mesmo sem querer. Apesar disso, ninguém se interessou em ouvir o que eu tinha a dizer. E agora resolvi relatar um pouco do que vivi durante a relação desta moça com meu pai.

Meu pai e minha mãe se separam quando eu tinha 8 anos. Durante quatro anos meus pais tiveram guarda compartilhada, até minha mãe decidir ir morar em Campos. A partir daí, passei a ir pro Rio pelo menos 1 vez ao mês para ficar com meu pai. Ele sempre foi muito presente e carinhoso. Conheci sua última namorada quando eu tinha 15 anos. No início, não tinha muito contato, já que eles estavam começando a namorar e eu não morava com ele. Mas depois que eles foram morar juntos os problemas começaram.

Os ciúmes dela comigo eram evidentes e apareciam de várias formas. Sempre que eu ia para o Rio ela arrumava um motivo para brigas onde exigia 100% da atenção do meu pai, saia de casa e não parava de ligar para ele, falava que se ele não fosse encontra-la era porque ele não se importava com ela. Durante os 2 anos de relação ela quase nunca foi visitar os meus avós, meu irmão ficou os 2 anos sem pisar na casa do meu pai pois não se sentia confortável. Meu pai errou sim. Errou ao deixar essa situação se prolongar e não mostrar o quanto a família é parte dele, mas em nenhum momento fez as atrocidades que está sendo acusado de cometer.

Lembro-me de um dia que passamos juntos e sua ex-namorada não foi, mesmo sendo diversas vezes convidada. Ela passou o dia todo mandando mensagens para o meu pai e quando chegamos em casa ela começou a gritar com ele, empurrando ele diversas vezes e falando que ele tinha abandonado ela. Meu pai não revidou como ela alega, nem nesta nem nas outras brigas que presenciei. Ele se manteve calmo, respondendo que estava comigo o dia inteiro e que a tinha convidado, mas que ela não quis ir. Ela disputava comigo um espaço que não era de disputa.

Além da minha mãe, meu pai teve dois outros casamentos, além deste último relacionamento. Tenho uma boa relação com todas as ex-companheiras do meu pai, mas com a última moça sempre foi diferente, desde o início eu e meu irmão fomos bloqueados em todas as redes sociais dela.

Os últimos dois Natais em que eles estavam juntos foram um caos. Ela ficava brigando com meu pai pelo telefone e ele passava o Natal inteiro tentando fazer as pazes. Em ambos, meu pai teve que ir embora mais cedo para conversar com ela e evitar mais conflitos. Nos picos da depressão dela, havia sempre o fantasma de que ela voltasse a tentar cometer um ato extremo. No reveillon de 2016, eu ia ficar com meu pai do dia primeiro até minhas aulas voltarem, mas tive que ir mais cedo pra casa pois ela sempre arrumava briga quando eu estava por perto.

Sobre as acusações feitas a respeito do meu pai, a primeira ocorreu uma semana depois do seu aniversario de 50 anos, onde ele apareceu publicamente pela primeira vez com a namorada nova. A segunda denúncia foi dois dias depois do dia dos namorados, quando ele e a nova namorada postaram, pela primeira vez, fotos juntos. A terceira e mais recente ocorreu durante a viagem de férias do casal, duas horas depois da sua nova namorada postar uma foto com declarações de amor.

Não aceito que digam que eu não sei quem é meu pai, pois quem sabe é esta moça que conviveu com ele pouco mais de dois anos. Não vou tolerar que falem que eu “também” estou sendo manipulada, porque isso nunca existiu. Não venham dizer que estou sendo instrumentalizada. Sou jovem sim, mas não sou burra nem ingênua. Jamais compactuaria com atitudes opressoras, violentas ou machistas. Nunca vi ou ouvi meu pai cometendo tais atitudes de que é acusado. Nem com sua ex, nem com ninguém. Convivo com ele há quase 19 anos e ele sempre me educou pelos princípios do feminismo. Meu lugar de fala é legítimo e mereço ser ouvida. Na primeira postagem, a moça falou sobre a importância da sororidade, enquanto atacava a mim e minha mãe. Essa compreensão de sororidade que só beneficia a um indivíduo, não se alinha com o que entendo como feminismo. Me irrita que uma bandeira tão importante para mim e outras mulheres seja usada como arma de forma tão egoísta, individualista e vingativa. Toda mulher deve sim ser ouvida ao reivindicar o lugar de vítima. Mas não se pode usar uma luta que não é sobre justiçamento, e sim sobre justiça, para acabar com a vida de uma pessoa inocente por conta de ressentimento de uma relação que não deu certo.

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O que notamos:

1- Diante do post dela, deixa a entender que a ex do pai fez um denúncia falsa.
Então ela é a favor de que denúncias falsas de agressão e estupro sejam crimes inafiançáveis, indo contra a doutrina feminista de que todo homem é potencial estuprador e quando é denunciado é verdade SIM? Ou que o ato de acusar homens injustamente de estupro sempre foi pregado pelas feministas desde os anos 70?

2-A hipocrisia dessas feministas fede, igual o caráter podre delas. Nojo dessa laia desgraçada. NOJO.

Homem aleatório acusado de estupro = “É culpado, ponto final. Vamos acabar com a vida dele. Pelo fim da cultura do estupro”.
Pai, irmão, ou amigo sendo acusado = “Vamos ter responsabilidade. Não se pode cometer injustiças. Denúncia falsa, é um absurdo, mimimi”.

3- Agora pense nas feministas que estão votando contra a petição que transforma falsa acusação de estupro em crime hediondo e tente ver sentido nisso.

4-Imagina se a acusação fosse contra Bolsonaro. Garanto que já estaria crucificado e torturado de todas as formas pelas feministas.

Feminista no Facebook acha os filhos de Bolsonaro bonitos e é censurada por outras feministas.

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O movimento feminista é mesmo uma piada feita por mulheres fracas e choronas prostitutas da esquerda.

Feministas odeiam o Bolsonaro e o resto dos seus familiares por serem mais a direita com muitas idéias conservadoras e até liberais (menos Estado). Todas deputadas e senadoras feministas tem o apoio de partidos comunistas e socialistas. Feministas, que sempre fora as prostitutas baratas da esquerda, as apoiam sem pensar e atacam qualquer um que bata de frente com a esquerda .

Claro, tudo isso através da internet e usando I-phone mamando nas tetas deste governo esquerdista.
Uma feminista postou em grupo no Facebook que acha os filhos de Bolsonaro bonitos e é censurada por outras feministas. Na foto podemos ver Bolsonaro e seus filhos e uma feminista comentando que pena que os homens ao redor do Bolsonaro sejam muito bonitos tirando fotos com um “fascista” ( a esquerda chama todo mundo de fascista quando eles na verdade querem mais poder ao Estado, o verdadeiro fascismo).

Imediatamente a feminista foi censurada por outras feministas.

Mas a Nossa Senhora dos Prints mais uma vez fez o seu trabalho.

Pois é: este movimento de mulheres de esquerda chamado feminismo que querem forçar um lesbianismo esquerdista goela abaixo muitas vezes cai por terra quando naturais substancias hormonais entram em atividade.

Mas é a natureza: os homens da esquerda tem aquela masculinidade do BBB Jean Wyllys. A esquerda em si é coisa de gente frouxa. Inclusive os gays conservadores como Milo Yiannopoulos mesmo sendo gays possuem mais masculinidade que o mais hetero dos homens esquerdistas.