Arquivo mensal: fevereiro 2014

Carnaval-Copa do mundo: Mulher brasileira é prostituta, Brasil é terra de bundas e as camisas da Adidas.

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Como muitos já sabem, a Adidas resolveu fazer camisas “homenageando” a  nossa cultura. Claro, com bundas. Vejam a imagem abaixo:

Ou seja, o estrangeiro enxerga o Brasil assim e o Brasil se VENDE assim pois  ser brasileiro ou brasileira é “adorar carnaval, futebol, samba e praia”. Observem:

Nossas escolas que deveriam educar relativizam o certo e errado e afirmam que isso é ” nossa cultura”. Vejam abaixo:

Este post passa longe de querer comandar a vida sexual alheia. Ele tem como objetivo questionar esta hipersexualidade pregada por feministas que querem se comportar como o cafa que elas dizem odiar amparadas na muleta da liberdade (como se vivessem no Oriente Médio rsrsrs), na total falta de responsabilidade aliadas a lógica  e principalmente o resto nada prazeroso disso tudo: a fama do Brasil de terra do turismo sexual e a fama de prostituta da mulher brasileira mundo afora que atinge qualquer mulher brasileira.

E sobre as camisetas?? O governo brasileiro fingiu um ataque de histeria com tal fato das camisetas. A patrulha politicamente correta saiu da toca, deixou o ufanismo tomar conta das emoções, e bradou: “Isso não. Somos “o império brasileiro agora na moda com a Copa aqui no nosso quintal”. Mas o fato é: A bunda feminina brasileira é um dos grandes atrativos nacionais no mercado de turismo internacional. Mulher brasileira no exterior é vista prostituta, vulgar, fácil. Todos sabem disso basta uma rápida procura na internet. E não é obra que se constrói em pouco tempo não…Enquanto alguém viaja para o exterior para ver a natureza, fazer compras, provar novos pratos, etc, o turista estrangeiro na sua maioria sabe que o Brasil é terra de bundas, sexo com um certa facilidade, futebol, carnaval, praias, turismo sexual e mais bundas.

Mas devemos ir procurar a fonte do problema….sem cair na coletivismo ufanista.

O Carnaval vem aí. A nosso cultura e nossos valores são relativizado e estereotipados ao extremo. Mais algumas toneladas de bundas de fora, rebolando, para todos apreciarem, a começar pela Globeleza (daquela Globo “conservadora”demais, né?). Os cartões postais são conhecidos: aquele bundão da mulata com o Pão de Açúcar ao fundo. Liga a TV: bundas rebolando, em tudo que é programa, desde Chacrinha, até Faustão, Caldeirão do Hulk, Pânico, etc. Baile funk: bundas, e mais bundas, descendo até o chão ao som de tá-tá-tá-tum-tum. Funkeiras louvado o seu feminismo e dizendo que surram com a bunda, adoram dar e distribuir. Há bunda pra todo lado. Somos o país das bundas. E tal imagem reflete algo ainda mais forte visto aos olhos de uma pessoa estranha a nossa cultura: o Brasil é uma terra de mulheres no cio e de extrema facilidade no assunto sexo. E tudo isso com o APOIO das feministas “meu corpo, minhas regras, fortes e modernas”. Vejamos:

Se alguém dizer que detesta carnaval (que nem uma festa brasileira é), ufanistas defensores de samba, axé e funk irão dizer que quem não gosta destes estilos musicais não é brasileiro de verdade. Hermes e Renato fazem piada com este assunto (veja abaixo) e lembram muito a feminista que postou aqui dizendo que brasileiro de verdade detesta rock por este ser capitalista opressor machista reaça (vejam o post aqui). Pois é, feminismo é doença mesmo….

O BBB deputado feminista Jean Wyllys e outros socialistas acham legal dar curso curso de inglês para prostitutas para melhor servirem durante a Copa do Mundo. Enquanto isso para taxistas, donos de restaurantes, pessoas que lidam com turistas, etc ….nada. Coisa de governo socialista que vive fora da realidade e pensa que ser mulher brasileira forte e moderna é ser piriguete, prostituta.

Outras feministas como a Tatiana Lionço querem que as crianças entrem na brincadeira e tenham direitos “sexuais”. Postamos sobre isso no passado. Procurem no blog.

E o que falar da prostituta-piriguete que pegou o turista sexual cantor teen Justin Bieber e postou na internet mundo afora? Feministas amam defender este tipo de garota e relativizam elas colocando-as no mesmo patamar de uam dona de casa, nutricionista, professora, etc. O piriguetismo é total filosofia feminista total “corpo dela, regras dela, faço o que quero, mulher forte e moderna”. Tal “jenia que pegou o Justin” quer copiar o comportamento do tipo de homem que deveríamos evitar. Nosso post sobre o tema pode ser lido aqui.

Em épocas de carnaval podemos ver em aeroportos e outros lugares cheios de turistas propagandas como: “Nesse carnaval o Brasil estará distribuindo X milhões de camisinhas gratuitamente. Com AIDS não se brinca.” E este é o mesmo tipo de propaganda que vai ser feito durante as Olimpíadas pois como disse a nossa presidente “Vamos trazer uma escola de samba e arrasar na abertura”. Ou seja, mais bundas. Nessas horas ninguém fala nada.

No Brasil, fora escola aonde alunas dançam funk,  feministas fazem tese de mestrado defendendo a funkeira Valesca que canta “traz a bebida que pisca, parei de dar e vou distribuir, hoje virei put@, etc.” Vejam:

Se alguém residiu ou reside no exterior sabe o que é o Brazilian day. Nele podemos ver brasileiras que adoram mostrar a bunda e toda a festa é feita em homenagem ao axé, samba, carnaval e mais bundas. Ser brasileira é sempre algo a ver com bunda e o pior, isso trazido por parte de mulheres também.

Se alguém for em algum salão de beleza feminino no exterior ou no Brasil vai saber que o que mais acontece é ter mulher brasileira alimentando o turismo sexual de um modo bem feminista. “Faço o que quero com o meu corpo e peguei muitos gringos ontem na balada, etc”, “Adoro ter marido GRINGO ou somente quero me casar com GRINGO, etc”. Mulher brasileira que vai viajar no exterior adora pegar-dar-distribuir para estrangeiros para contar para as amigas depois. Uma parte da mulher brasileira “feminista, forte e moderna” hoje faz turismo sexual. Do outro lado temos o turista sexual que tem na mente aquela fantasia da brasileira fácil, do carnaval, das bundas e nestas horas um alimenta o outro.

Ah, mas a culpa é do machismo? Sério.  Tentem  em um salão de beleza feminino falar de mulher para mulher e condenar estas mulheres acima como piriguetes, falsas conservadores e prostitutas que jogam a nossa imagem no lixo e que são vistas como modelos de comportamento em TVs, desfiles, na sociedade . Condenem as funkeiras nos bailes funks. Questionem o carnaval. Tentem dizer para todas elas mostrarem mais sobre o lado bom do Brasil ao invés de estereótipos para estrangeiro ver. Se você for homem como pai, marido, namorado, irmão tente  falar com uma destas criaturas para maneirar na sua “brasilidade” bundalizada. Elas irão taxar vocês de machistas rsrsrsrs. Entenderam? Nós também não.

Em resumo, possuímos os turistas sexuais de verdade, possuímos a falsa brasilidade de que temos que amar samba, axé, funk, carnaval pois para ufanistas isto é ser brasileiro ou brasileira ( o povo alegre que todos gostam mas ninguém respeita) e por outro lado temos todo um aparato construido por relativistas morais e feministas que abusam da falta de responsabilidade, invertem valores, usam de coletivismo barato, propaganda feminista e vitimismo aliados a impunidade.

Sem hipocrisia. Um país que faz de tudo para colocar a bunda das mulheres no topo da hierarquia dos valores nacionais com apoio de feministas que vandalizam a nossa cultura e nossos valores sociais e familiares, um lugar que prega a falsa brasilidade do samba, carnaval,  agora querer ser moralista e fingir não saber a causa do problema? Vamos acordar, meninas e ver que o problema parte de uma parte do povo brasileiro e da parcela tanto masculina como feminina. E as feministas apoiam isso com relativismo moral e falta de responsabilidade pelos próprios atos.

O feminismo de Gabi Garcia, lutadora de jiujitsu e o “apoio” as mulheres pela revista Gracie Mag. Apoio?

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Diapositiva1Conversando com uma amiga feminista esta semana ela me falou de um exemplo de mulher “forte, moderna” que “faz tudo o que um homem faz” e era “oprimida pelo sistema capitalista ” (tradicional propaganda feminista para desavisadas). A tal exemplo de mulher era a lutadora de jiu jitsu Gabriela Garcia (foto acima) que faz um discurso feminista tradicional (preconceito,  sou oprimida pelo sistema, etc e etc) e que se apoia na guerra entre classes, igualdade total, utopia para defender idéias com fundo feminista-marxista. Fui pesquisar sobre ela, sobre o que ela faz , sua “luta” pelas mulheres e como quer nos representar .

Resumindo: a moça quando era criança era maior que outras meninas e gordinha. Sofria  pois outras crianças de ambos os sexos provocavam ela. Ela cresceu com raiva e revolta por isso e achou na arte marcial um modo de soltar a sua ira. Até aqui tudo bem. O problema é ela se dizer “oprimida pela sociedade” e que hoje que quer ser um exemplo para as mulheres e repete todo aquela propaganda feminista tradicional novamente.

Comprei uma revista na banca que falava sobre ela e fui pesquisar. O que sabemos sobre a “coitada e oprimida” da Gabriela Garcia? A arte marcial que ela treina foi criada por homens e ela treina com outras mulheres em uma equipe formada por homens e aonde o seu professor é um homem. Se fosse oprimida realmente estaria trabalhado na roça sem receber nada, seria escrava de levar chicotadas ao invés de treinar e sendo aceita por homens. Enfim, nestes dias de hoje tudo virou opressão…

Podemos adicionar que depois da nossa pesquisa notamos que enquanto as outras meninas possuem características corporais bem femininas, Gabriela Garcia é fisicamente maior que as outras. Mas tudo bem, isso é genética. O ponto é o vitimismo feminista dela.

O mais engraçado é ver esta menina que mente nos representar no mundo da luta  como fazem as feministas depois vir falar de preconceito e fazer discurso feminista em uma revista  vulgar e de “esportes” como a tal revista Gracie Mag que possui fotos de mulheres nuas como estas abaixo na parte chamada Gracie Girl. Coerência? Pra que, né? Vejam as fotos:

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Ou seja, uma lutadora feminista mentindo nos representar e “lutar por nós “usa da propaganda de uma revista cujo assunto é artes marciais mas que explora mulheres nuas. Coerência manda lembranças para a lutadora e para esta revista sem base. A revista toda alternativa moderna politicamente correta ao mesmo tempo quer agradar tanto que cheira a hipocrisia. Traz uma lutadora simpatizante do feminismo que desconhece as bizarrices  feministas (incesto, falsas acusações de estupro, pedofilia, fim do modelo familiar tradicional, ameaças de morte a homens e mulheres que discordam do feminismo) e ao mesmo traz mulheres nuas de pernas abertas rsrsrs. Que legal, né?

Gabriela Garcia desconhece que o feminismo se apoia no jogo marxista de “somos todas iguais” para defender teorias que ela repete como um papagaio idiota (mas  ela usa do seu peso e tamanho maior para vencer as iguais oponentes menores). Gabriela Garcia usa da falaciosa mentira da dívida histórica para querer vingança contra os “opressores” homens ( que treinam com ela e ensinam ela). Ela usa do mesmo argumento marxista de guerra entre classes para dizer lutar contra “o sistema opressor” masculino.

Resumindo: Gabriela Garcia é uma idiota útil (leiam mais aqui e aqui). Desconhece que feministas nascem do marxismo e comunismo (vejam mais aqui) apoiam a pedofilia, o falso testemunho perante a lei (aqui), o incesto (veja aqui), o relativismo moral, o fim do modelo familiar tradicional (aqui)  e tantos outros absurdos. E pelo que andamos pesquisando esta tal lutadora vive viajando para os EUA rsrsrs.

Pesquisando mais um pouco descobrimos que ela reclama por ter pouco reconhecimento. Depois de olhar uma outra revista, achamos que lutadores menores homens ganham MENOS que lutadores maiores homens. Ou seja, as pessoas querem ver lutar homens de maior porte e assim quem organiza os eventos paga mais para os lutadores maiores devido ao maior interesses dos espectadores (lei de mercado). Porém, para uma feminista ou marxista isto é “injusto” pois todos devem “ganhar a mesma coisa” (puro marxismo). E assim começa o vitimismo socialista e a luta pela “igualdade”.

A tal lutadora que hoje se orgulha de “ser forte e se aceitar como é ” (conversa feminista) na verdade emagreceu e possui  massa muscular. Se caso se aceitasse de verdade como prega teria se mantido gordinha pois afinal isto é o que o feminismo prega, que sejamos gordas (Vejam o nosso post antigo aqui sobre o assunto).

Realidade x fantasisa: Feminismo, GLBTs e simpatizantes que mentem sobre o monopólio das virtudes e fins nobres.

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Uma pessoa racional que vive na realidade sabe que existem pessoas de excelente caráter com mentalidade conservadora. Também aqui nunca negamos que existem conservadoras mau caráter. Mas se formos pensar  e generalizar sem totalizar, os conservadores e simpatizantes em geral defendem valores íntegros e se apegam a realidade dos fatos. Assim poderíamos dizer que tal grupo e seus simpatizantes (que no Brasil se demonstram cada vez mais escassos devido ao patrulhamento, censura e a falta de estudo neste tema em escolas e universidades) defendem virtudes e fins nobres baseados na realidade. Podemos ver amigos e familiares indignados com problemas atuais do Brasil que exigem atitudes mais racionais e conservadoras. Mas como os conservadores são ignorados pelas escolas e universidades ou censurados pela turma feminista simpatizante paz e amor, a nossa casa caminha a cada dia mais para o buraco.

Aqui surge uma coisa que hoje iremos colocar em palavras. A diferença entre REALIDADE X FANTASIA E UTOPIA entre pessoas contra o feminismo e pessoas defensoras do feminismo.

Grupos que odeiam mortalmente pessoas conservadoras como as feministas, militantes GLBT, extremistas defensores da natureza, militantes racistas, etc se apegam a uma utopia completamente fora da realidade aonde uma pé de alface é melhor que um filho, aonde a pessoa nasce do sexo masculino pode querer ser um pé de laranja, aonde a vagina é somente uma ilusão para nossos olhos e pode ser trocada por um órgão sexual masculino comprado no Ebay, aonde uma pessoa de 1,55 é igual a uma pessoa de 1,96 e ambos podem jogar basquete perfeitamente, aonde em um jogo todos podem vencer, etc e etc. Se utilizam de um relativismo moral e cultural nojento para afirmar absurdos, ao mesmo tempo que pregam tal relativismo.

Outra coisa interessante que grupos como as feminista fazem é justamente o monopólio das virtudes, dos fins nobres. Somente elas mentem lutar pelo bem (um bem relativista  e mentiroso na mentalidade doentia delas). As feministas e simpatizantes mentem que a sua causa é nobre e demonizam quem as condena e ou quem condena os métodos por elas utilizados. Elas acham o aborto legal e esta vira um método para evitar a gravidez aliado a desculpa da liberdade usada como muleta na falta de argumentos e responsabilidade. Elas pregam a agressividade gratuita baseadas em mentiras marxistas como guerra de classes e uma mentirosa divida histórica (que nos deixaria ligadas ao passado eternamente além de punir inocentes que hoje tem pouco a ver com o passado). Resumindo, elas podem quebrar, ofender, xingar, ameaçar de morte, estupro e tudo o mais pois “lutam pelo bem de um mundo melhor”. Basta uma pessoa dizer ser contra o que elas dizem lutar (absurda diferença entre realidade x fantasia) e os métodos feministas que a censura e patrulhamento feminista coletivista irão fazer parte da vida desta pessoa que terá a sua reputação atacada.

Imbuídas de sua suposta superioridade moral, de seu chamado “divino” mascarado de “científico” para um mundo melhor, essa/e militante da causa “justa e nobre” está disposto a sacrificar pessoas de carne e osso, fetos, valores na luta por sua conquista abstrata, seja a “Liberdade, seja a Justiça, seja a Igualdade”.

Ataques em grupos violentos com alvos bem definidos serão regra. “Não se fazem omeletes sem quebrar ovos” ou “os fins justificam os meios” são as máximas adotadas por todo aquele que se julga detentor de uma missão tão benigna que permite a adoção de métodos dos mais nefastos e cometer atrocidades para aliar a fantasia e a fuga da realidade a uma suposta divida histórica mentirosa. Feministas podem nestas horas pregar o fim da família, a morte de homens, de crianças, da sociedade, mutilação genital, de fazerem sexo na rua como animais no cio, etc tudo justificado como causa “justa e nobre”. Outros grupos usam de propaganda similar. Invasores de terras são vistos como justiceiros, sindicatos que impõe greves e impedem os demais de trabalhar são vistos como “combatentes da boa luta”, e black blocs, até ontem, eram vistos como “manifestantes” ou “ativistas” reivindicando melhores “serviços públicos”.

Estes sociopatas sempre partiram da premissa de que suas metas são tão louváveis que permitem quaisquer meios. De negar a realidade, ao relativismo moral, a morte, a censura, do patrulhamento, da censura,  ao terrorismo.

Muitos homens que apoiam o movimento feminista também caem nessa conversa de utopia x realidade.

realidade x fantasia

Afinal, que mundo melhor é essas que elas dizem lutar, que condenam o homem por ser homem, que pregam uma igualdade utópica e comunista,  que pregam a mutilação genital alheia, que pregam a morte de inocentes e a falta de responsabilidade? Elas acreditam mesmo no que dizem ou fazem isso sem saber o porque?

A perseguição a Rachel Sheherazade: Verdades ditas por ela mas sufocadas por grupos marxistas e seu patrulhamento doentio.

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Rachel Sheherazade fala sobre a realidade.  Fato simples. Nada mais. E isto para um povo acostumado a viver de mentiras como o brasileiro é como provocar um tigre furioso cego. Anos de doutrina marxista nas universidades, escolas, na cultura, teatro, cinema, cena musical e tudo o mais fez o certo virar errado, o errado virar certo. Obra mestres de engenheiros sociais com uma agenda pronta. Deixamos um aviso: Se você não entendeu a revolução cultural marxista que atingiu tudo que deveria gerar cultura no Brasil pelos últimos 50 anos e reclama do que acontece hoje, deveria se informar mais 🙂

Rachel parece ter compreendido isso e se pronunciou sobre o fato do menor que havia cometidos crimes e foi preso na rua pelo povo. Mas como para os marxistas bandido bom é bandido livre e pouco importa a classe social…….todo marxista ou simpatizante do marxismo, socialismo e comunismo viu nisso uma chance de trazer para a realidade a famigerada guerra entre classes,  patrulhamento de idéias alheias e censura.

Esse é o método que tem sido usado conta a jornalista Rachel Sheherazade desde que esta expressou a opinião da maioria da população brasileira sobre o caso do meliante preso ao poste no Rio de Janeiro. Rachel também deve estar cansa de impunidade assim como a maioria dos brasileiros. Isso mesmo: maioria, pois gostem ou não, as pesquisas são claras em indicar que a maioria da população brasileira é contra a impunidade, é a favor da redução da maioridade penal e é favorável à legítima defesa. A maioria da população não quer mais que os bandidos sejam bajulados e protegidos enquanto os policiais são tratados como monstros, não quer sentir medo ao andar nas ruas, não quer deixar de comprar um celular melhor ou um bom carro — conquistado graças ao trabalho e dedicação — por medo de estar mais propenso a assaltos e roubos. E é essa maioria que está sendo deixada à margem, enquanto os senhores da razão repetem mentiras absurdas incessantemente, na desesperada busca de alguém que neles creia. Nas suas cabeças, se a maioria discorda deles, ela deve ser calada ou manipulada para concordar à força.

Rachel no passado desmascarou feministas, militantes GLBT, a turma que adora fantasiar o brasileiro paz-amor-carnaval-bundas, BBBs, defensores de bandidos da esquerda caviar como Caetano e muitas outras coisas. Mas o que ela falou ultimamente demonstra a voz de uma mulher cansada de tanta impunidade gerada por valores invertidos pensados de um governo que quer acabar com tudo.

Rachel anda sofrendo ataques de todo o tipo de gente que defende a agenda marxista (fim do modelo familiar tradicional, fim da sociedade Ocidental, fim dos valores ocidentais). Quem seriam tais grupos? Feministas, militantes GLBT, defensores do governo como Jean Wyllys, Carta Capital, petistas, tucanos, intelectuais paz e amor, igualdade que falam de paz mas vivem nos seus apartamentos de luxo, comunistas e toda uma série de militantes esquerdo-fascistas.

Tais idiotas querem o que toda agenda marxista quer: estado grande, dono de tudo, censura, patrulhamento e calar a boca de quem enxerga fatos aos invés de um mundo de utopias. Tais idiotas xingam outras pessoas sem se apegar a fatos e sem saber o que é fascismo realmente (o estado no controle total de tudo). Tais idiotas querem um estado fascista, gordo, que pague tudo (como se os impostos fosse pago por  uma terceira pessoa) e ainda querem ofender quem ainda pensa no Brasil. Tais idiotas querem inverter o certo e errado, acabar com o modelo familiar e nos desunir a cada dia mais.

Rachel nunca se escondeu ou fez vitimismo. Mulher que ama ser mãe também é profissional e nunca desdenhou da maternidade como fazem as feministas. Defende homossexuais por serem pessoas e não por serem militantes como faz o movimento GLBT que desdenha de gays que detestam tal movimento como gays de direita ou como Clodovil. Rachel é cristã mas nunca tentou impor a sua crença. Simplesmente quer um estado ocidental laico (que muito difere de um estado ateu). Além disso, ela sabe como a Igreja foi importante para o Ocidente e afetou este assim como o budismo afetou o Oriente e o Islamismo afetou o Oriente Médio. Estes por sinal nunca terão uma jornalista como Rachel porque embora o cristianismo seja tido como vilão, foi a religião que mais defendeu a mulher e colocou esta como alguém para complementar o homem. Fatos falam por sim. Ou talvez bom seria um estado ateu (em geral comunistas) como Cuba, Coréia do Norte, China aonde mulher é mais um tijolo no muro tendo que abortar, ser estuprada e ficar quieta devendo tudo ao coletivo e a igualdade? Paz e amor? Sei..Somente a Carta Capital para fazer idiotas úteis entrarem nessa nessa. Mas a Carta Capital é aquela mesma que defende portos em Cuba, mais poder ao estado e apoia a ditadura cubana de décadas e racistas como Che e outros? Direitos humanos? Sabem o que é isso realmente?

Rachel fala o que uma pessoa conservadora pensa. No Brasil atual cujo povo que foi praticamente imbecializado por universidades,escolas e toda uma cena cultural de esquerda caviar paz e amor fugindo da realidade por décadas, uma pessoa como Rachel é como a luz nas trevas pois praticamente pouca pessoas sabem o que é alguém ser conservador. Rachel faz parte do time de peso de um grupo de conservadores que possuem negros, mulheres, homens, baixos, altos, etc nas suas fileiras. Conservadores sempre foram renegados no Brasil e isto talvez explique o nosso caos social e nossos valores invertidos. O mundo melhor paz e amor nos prometido por Ches e feministas da vida foi uma mentira, um caos que em nada virou realidade.

Pois é, esta é a Rachel Sheherazade e esta nos representa embora não concordemos com tudo o que ela fala ( Concordamos com ela em 95% dos casos).

Para quem diz (ou mente somente para passar por boazinha ou bonzinho) defender a liberdade de expressão deixamos esta frase:

“Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até o ultimo instante seu direito de dizê-la.”( Frase atribuída a Voltaire.)

Também recomendamos: http://www.implicante.org/artigos/a-cruzada-contra-rachel-sheherazade/

http://lucianoayan.com/2014/02/06/rodrigo-constantino-rachel-sheherazade-e-uma-argumentacao-racional-sobre-o-caso-do-marginalzinho-amarrado-ao-poste/

 

Feminismo Revolução Cultural: o feminismo prostituta de Beyoncé, Valesca e outras.

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Uma das armas do feminismo é atacar via revolução cultural. Ou seja, feministas e grupos simpatizantes a elas tentam aglomerar intelectuais, artistas, autores, atrizes, atores, diretores, etc  para a longo prazo afetarem a cultura e mudarem a sociedade. Isto no Brasil funciona a todo o vapor. Muitos artistas (em geral, esquerdistas) por outro lado simpatizam com a propaganda feminista e assim um alimenta o outro. Este é o caso de Beyoncé e Valesca  Popozuda, as feministas que pegamos como exemplo.

Reparem: ambas se auto-denominam “divas, mulheres fortes, modernas, livres, poderosas” e tudo o mais. Ambas simpatizam com o movimento feminista e “cantam” a mulher rica, poderosa, moderna Sex and the City que ao invés de dar quer distribuir. Ambas pregam o tradicional discurso feminista de mulheres injustiçada, objetos, coitadas, oprimidas, contra a pedofilia, etc. Elas se colocam como paladinas e defensoras das mulheres de um certo modo, ao menos na esfera musical do mundo pop e dizem querer igualdade. Mas tentem mostrar os podres do feminismo (muitos por sinal) e preparem-se para sofrer censura, patrulhamento e ofensas.

Tal tipo de mulher feminista simpatiza com  a vulgaridade e usa desta para causar. Tal tipo de mulher confunde vulgaridade como sensualidade e o momento certo de ser sensual. Tal tipo de mulher nega um fato: a sexualidade feminina em muito difere da masculina. Tal tipo de mulher cai no conto feminista em negar a realidade que somos diferentes. Tal tipo de mulher nega que homens e mulheres se complementam. Tal tipo de mulher enxerga homens e mulheres como mais um tijolo na parede em torno de causas que prometem o mundo. Tal tipo de mulher defende o marxismo e suas teorias “defensoras dos mais pobres”  escondidas em uma casa cara com paredes protegidas. Tal tipo de mulher usa de coletivismo, censura e psicologia barata para pregar a guerra entra homens x mulheres. Tal tipo de mulher serve como massa de manobra ou guru manipuladora das feministas.

Como o feminismo nunca foi bom em ligar a teoria com a realidade, isso também ocorre com a Beyoncé. De Valesca pouco falaremos aqui pois muito falamos dela no passado.

Voltando a Beyoncé:

-A moça quer tanto falar de mulher objeto mas praticamente depende do corpo para vender discos. Mostrar a bunda em qualquer tipo de show faz parte do seu perfil muito mais que cantar;

-A moça é casada com o rapper Jay-Z. Rappers pop em geral cantam obras estilo funkeiro MC Catra de modo a ostentar mulheres, dinheiro, etc. Fora as letras de uma vulgaridade absurda;

-A moça quer usar de uma dualidade tradicionalmente feminista. Se diz forte e poderosa mas também oprimida. Diz defender o feminismo e prega as mulheres deixarem de serem objeto mas vive mostrando a parte traseira nos seus show em trajes tamanho P;

-Uma pergunta Beyoncé faria todo este sucesso se fosse mais cheinha? Usaria estes trajes? Deixaria de cantar em playback?

No Grammy 2014 a poderosa Beyoncé foi criticada por pais e outras pessoas por ter exagerado na seu show. Talvez o ego de mulher “forte,feminista e poderosa” a tenha impedido de perceber que o seu show seria visto por crianças.

Leiam abaixo:

“Os fãs, e pais descontentes, recorreram ás redes sociais para demonstrar o seu desagrado, onde surgiram mensagens como: “Desculpa Beyoncé!!! A classe ganha SEMPRE! É um dia triste quando as nossas crianças nem podem assistir aos Grammys”; “A atuação da Beyoncé foi demasiado sexual…Tive de deitar os meus filhos mais cedo…Para poder fazer twerk com a Queen Bey”; “A atuação da Beyoncé nos Grammys foi demasiado sensual para as crianças? Tentem demasiado sensual ponto!!! ” e “Mais alguém acha que o strip da Beyoncé poderia ter sido adiado para mais tarde no evento – para depois das crianças irem para a cama?”.

Mas com Beyoncé pouco nos importamos. O foco aqui é o que ela representa e prega para os mais jovens. O que ela representa para a cultura assim como tantas outras pessoas homens e mulheres que agem de modo similar a ela. Vale o mesmo para as funkeiras, para os funkeiros ou qualquer outro artista de qualquer estilo, homem ou mulher. A liberdade e o relativismo cultural e estético do que é visto como arte hoje afetam o comportamento dos mais novos. Tais artistas muita vezes viram exemplos a serem seguidos e copiados. Eles afetam a nossa cultura e os mais jovens. Eles afetam o modo como educamos os nossos filhos.

Fica o alerta 🙂

Mulher feminista tenta assassinar homens no Sul do Brasil com objeto cortante em nome da causa feminista.

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Vejam abaixo: A mulher feminista abaixo cujo nome é Tamires querendo matar homens em nome da causa feminista. Lindo, né?Este homem que poderia ter sido morto poderia ser o seu pai, marido, filho ou outro parente de alguém. Nunca defendemos atacar mulheres ou homens  como prega o falso movimento paz e amor feminista. Crime é crime e homem ou mulheres devem ser punidos se criminosos.

Por outro lado as feministas adoram atacar pessoas tanto verbalmente como fisicamente. Tanto homens como mulheres. Elas querem nos calar a qualquer modo. O grupo no facebook mulheres para casar se lamentou disso por estes dias. O mesmo aconteceu conosco quando feministas desejavam que fossemos estupradas, pegassemos  AIDS, abortassemos e tantas outras coisas. Elas fazem isso para nos assustar e para patrulhar idéias alheias que desmascaram o feminismo.

A feminista Tamires com certeza é mais uma dessas feministas de internet que odeia o capitalismo mas deve ter facebook, ama  a Lola, deve acessar blogs feministas e comentar em sites feministas além de querer cometer crimes em nome de “um mundo melhor feminista”. Reparem nas frases padronizadas que ela repete e poderiam sair da boca de qualquer feminista (afinal, todas falam a mesma coisa).

Acordem, pessoas. Ninguém pode fugir da realidade e do que  verdadeiramente representa o movimento feminista. Desde as desculpas delas para serem violentas, até os modos para acabar com o modelo familiar tradicional, o modo que querem atingir nossas filhas e filhos e os nossos valores. Por isso elas pregam o incesto, a pedofilia e outras coisas mais.

Existe a diferença entre a propaganda e a realidade do movimento feminista.