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Fim do mundo: meninos gays (um de 12 anos) se beijando em festa de aniversário e gritos de pura baixaria

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O mundo enlouqueceu completamente. Da Europa ao Brasil.

No Reino Unido, justiceiros sociais e politicamente corretos hoje chamam travestis para ensinar crianças de 02-03 anos que não  existe homem e mulher e ser travesti, gay é “bom e moderno”. Leiam neste artigo das Mulheres contra o feminismo do Reino Unido.

Bem, o Brasil como piora sempre tudo que chega do exterior (infelizmente nunca melhora o melhor) superou uma coisa tida como absurda. O assunto gerou amplo debate nas redes, com a maioria das pessoas se mostrando contrárias. Em especial por que pelo Artigo 217-A do Código Penal, é crime “Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos”.

Dois meninos gays de 12 anos se beijando em festa de aniversário e celebram com gritos de pura baixaria com o apoio dos pais. O filme causou revolta na internet e orgasmos nos movimentos LGBT, feministas e outros movimentos esquerdistas.

Bem, o que podemos comentar sobre tal acontecimento? Revoltante. Uma festa de aniversário de um casal formado por menino e menina seria igualmente revoltante afinal são crianças e não adultos.

O relativismo moral pregado pela esquerda que apoia tudo de mais nojento e degradante no Brasil e no exterior piora cada dia mais. Nem querem esconder mais. A coisa ficou escancarada.

Primeiro: Adolescentes não podem “namorar” com crianças. Isso configura crime. Gays conservadores igualmente ficaram chocados e contra o que aconteceu e consideram igualmente nojento e doentio celebrar uma atitude assim de crianças.

Segundo: os pais devem ser responsabilizados. A mãe do menino exala baixaria. O menino posta fotos sensuais vestido de menina mesmo antes dos 12 anos. Com certeza o menino já pratica safadezas desde muito cedo sob aval da mãe. Deixar o menino exposto a isso é uma espécie de abuso sexual, não de exercício de autoridade.

Terceiro: Pelo fim do relativismo moral. O certo sempre vai ser certo. O errado sempre vai ser errado. O relativismo moral existe no Brasil e no exterios mas em lugares como os Estados Unidos existe quem luta contra isso. Aqui no Brasil devemos parar de aceitarmos tudo dito pela esquerda.

Quarto: interessante ver como muitas mulheres simpatizantes do feminismo pensam: dizem que falta homem no mercado e dizem defender menores de idade mas apoima coisas deste tipo que afetam o crescimento de c.rianças

Ah, mas cada um faz o que quiser…. desonestos intelectuais como feministas podem dizer.

Pense: Um menor de 12 anos sabe o que quer da vida? Ele tem esta capacidade de decidir? Tudo deve ser liberado? Se os pais querem que a criança use drogas, vire prostituta, pode?

Enfim, devemos parar com esta covardia de aceitar o relativismo moral que abre as portas para pedofilia e tantas outras coisas. Fica um importante alerta aos pais, filhos e sociedade. É bizarro o que os esquerdistas fizeram com as nossas crianças. Sexualizaram a infância e induziram aqueles que ainda não têm condições de discernimento a escolherem sobre caminhos aos quais ainda não estão preparados para seguir. Lamentamos pelos garotos do vídeo e lamentamos por outras crianças que se enquadram no exemplo desses garotos. Isso nunca vai ser bonito.

 

 

Site esquerdista Catraca Livre: o desconstruir da masculinidade fingindo ser obra de arte

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A esquerda sempre tenta tenta desconstruir masculinidade e a feminilidade fingindo ser obra de arte. Isto sempre foi um golpe do movimento feminista e LGBT.

Olhem essa. Um rapaz afirma que em nome da arte vai fazer sexo anal e se penetrado.

Sim, para a esquerda isso é arte…Surprsa nenhuma isto surge no site esquerdista Catraca Livre.

Querer fazer sexo anal, ser gay, é problema de cada um. Exitem conservadores gays e tudo o mais. Agora usar de desculpas para fazer isso em público e dizer que é arte? É o absurdo do absurdo! Onde chegaremos? Não falta muito onde matar virará arte!

Este relativismo moral doentio anda sendo usado por maluco para fazer “arte”.

Isso agora virou arte? Usar de qualquer desculpa para realizar fantasias? O que aconteceu com o real estudo da arte? E o respeito com os reais artistas que infelizmente ficam quietos e andam ofuscados por estes doentes?

 

O suposto estupro da feminista Clara Averbuck e o desserviço prestado às mulheres

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Por Vanessa Rodrigues

No último dia 28 de agosto, a “escritora” Clara Averbuck escreveu em seu perfil no Facebook ter sido vítima de estupro durante uma corrida com um motorista do aplicativo Uber. No texto, a escritora afirma que estava bêbada quando ocorreu o fato e que o motorista em questão aproveitou-se da situação para praticar o suposto crime. Entretanto, o que mais chama atenção no relato é que Clara afirma que não irá realizar nenhuma boletim de ocorrência, visto que não quer se submeter ao que entende como “a violência que é ir numa delegacia da mulher ser questionada” ou “violência do estado”.

O argumento de Clara não faz sentido algum, principalmente partindo de alguém que se diz feminista. Ao recusar-se a realizar uma denúncia de maneira formal, a escritora está deixando que um suposto criminoso deixe de ser punido pelo crime gravíssimo que cometeu. Em plena era da ” lei do feminicídio”, algo tão defendido pelas feministas, faz algum sentido que uma militante deixe um estuprador impune? O Uber baniu o motorista e possui todos os dados sobre ele, incluindo duração da corrida, local de embarque e desembarque, tempo em que o carro ficou parado, etc. Se o Uber consegue identificar, o que impediria que o suposto estuprador fosse identificado pela polícia e respondesse pelo crime? Absolutamente nada.

Clara também afirma que seria julgada e questionada como vítima na delegacia da mulher. Faz algum sentido que alguém que esteja com medo de julgamentos divulgue a sua história no Facebook? Redes sociais são os melhores lugares para que as pessoas questionem relatos ou duvidar diretamente do que está escrito. Não faz sentido algum ter medo de um suposto questionamento da polícia, mas não ter medo de questionamentos e linchamento virtual.

A mesma pessoa que “teme julgamentos” fez questão de falar sobre o caso também em vídeo (cujo texto foi transcrito por diversas mídias, como o Estadão). De acordo com Clara, ela “não confia no sistema” e, por isso, não fez o boletim de ocorrência na polícia, dado que não tem como provar o suposto crime. Segundo ela, “violência sexual é o único crime que quem tem que provar é a vítima”. Não, querida: QUALQUER crime depende de provas para punir o criminoso. Ou você pensa mesmo que textão no Facebook deve ser suficiente para colocar alguém na cadeia, um local onde estupradores têm que ficar afastados dos demais presos se quiserem continuar vivos?

Para completar a história muito mal contada, Clara afirma que “o cara sabe onde eu moro, não me deixou na frente da minha casa, senão teria câmera e seria muito mais fácil identificar; ele parou na rua ao lado da minha casa porque já estava mal intencionado”. Ué, amiga: se você está com medo do cara que supostamente te estuprou, fazer textão no Facebook, divulgar no Instagram, fazer um vídeo e agendar uma aparição em um programa de televisão para “falar sobre feminismo” não me parece ser uma boa forma de se manter no anonimato, não acha? Sabe aquele boletim de ocorrência que você não quer fazer? Pois é, com ele a polícia poderia obter imagens de quaisquer câmeras, incluindo as da rua ao lado da sua casa.

Em resumo: Clara é só mais uma feminista prestando um desserviço às mulheres. A necessidade de exposição para ganhar curtidas, comentários, seguidores e mídia é tão grande, que entre denunciar um estuprador para a polícia e escrever textão lacrador, ela preferiu a segunda alternativa. Aliás, reitero que não duvido que o estupro tenha de fato acontecido, da mesma forma que não duvido que seja mais uma história fictícia, as já famosas “fanfics”. Não sabemos e provavelmente nem saberemos o que de fato aconteceu, visto que não haverá investigação policial sobre o caso, e tudo o que temos é mais um texto lacrador que viralizou na rede para ser em breve esquecido.

Minha única certeza sobre o caso é que Clara Averbuck deu um péssimo exemplo, deixando claro que é preferível lacrar nas redes sociais, colocando a culpa nos “homens que reproduzem a violência que eles conhecem”, do que tentar prender os estupradores. Na lógica de Clara, quem estupra deve permanecer impune e livre para fazer vítimas porque “estuprador não é monstro”, mas rende seguidores e mídia que é uma beleza.


Mulheres contra o feminismo: Excelente texto da Vanessa sobre este estupro aonde a suposta estuprada teve um comportamento muito suspeito. Estupro sempre foi um crime grave e sempre pregamos uma pena dura para o estuprador ou estupradora. Mas antes tudo deve ser bem investigado.

Clara reclama do estupro mas vai no Facebook reclamar para todo o planeta ler mas se nega a permitir que policiais investiguem o tal estupro.

Reclama da “cultura do estupro” mas certamente é contra revogar o estatuto do desarmamento para permitir que mulheres andem com uma arma na bolsa e mandem o criminoso para o colo do capeta.

Reclama do estupro que teria sofrido mas certamente é contra redução da maioridade penal; se o estuprador fosse um menor, portanto, o que ela faria?

Reclama que as mulheres tem medo de serem estupradas quando andam nas ruas mas certamente acha que “a polícia prende demais no Brasil” e que “cadeia não resolve, só entra no crime quem não tem oportunidade”.

É muita contradição…….

Ela simplesmente está incentivando mulheres a não denunciarem seus abusadores e deixarem estupradores livres e impunes para estuprar outras mulheres, quando ela faz todo esse terrorismo sobre a delegacia da mulher. Um completo desserviço.

Além do mais pelo relato dela o sujeito abusou dela passando-lhe mão, ele não chegou a estupra-la, isto é, força-la a fazer sexo com ele, não houve de fato estupro, por mais que a extrema esquerda tente mudar o significado da nossa linguagem e tentar redefinir a palavra estupro como qualquer tipo de assédio.

Hipocrisia da rede Globo feminista: quando mulheres adoravam o José Mayer pegador e assediam homens

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Por estes dias José Mayer, ator brasileiro de 67 anos conhecido por inúmeros papéis de homens pegadores foi acusado de assedio pela figurinista da TV Globo Suesllen Tonani – mais conhecida por Su Tonani. O ator interpretava um personagem, Tião Bezerra, na novela das nove em exibição na Globo “A Lei do Amor”. Uma iniciativa de funcionárias da Globo, incluindo atrizes como Camila Pitanga, Leandra Leal, Taís Araújo, Cléo Pires e outras, causou impacto: surgiram com camisas a dizer “Mexeu Com Uma, Mexeu Com Todas, Chega de Assédio”.

Vamos pensar com calma sobre este caso…..

Não adianta as atrizes culparem a tal da “cultura machista”. Até porque, se assim o fizerem, vão ter que encarar a realidade, ou seja, a de que a própria emissora na qual trabalham – a Globo, embora ela não esteja sozinha nisso – promove a vulgarização da mulher em programas de auditórios – levando “artistas” de funk, por exemplo -, em novelas e minisséries – cada uma mais imoral do que a outra -, em propagandas.

É curioso não haver NENHUMA revolta quanto a isso.

A suposta vitima, Suesllen Tonani, acusou o ator usando palavras como coisa de “homem rico e branco”. Sendo a moça vitima ou não, esta conversa politizada é muito estranha. Cantada é assedio? Para feministas, cantada e assédio é estupro. Casamento para elas é estupro.E ai? Como fica?

Claro, as feministas estão em extase com suas axilas peludas e falta de banho. Até parece elas até anseiam por essas situações. Lembram do caso daquela moça que sofreu estupro coletivo no Rio? Quando surgiu o fato da moça ter consentido com aquilo, muitas se mostraram decepcionadas.

José Mayer no auge da fama das telenovelas era o sonho de consumo destas mulheres que assistem novelas e seguem cegamente a rede bobo e estas malditas obras de engenharia social chamadas novelas. Mayer interpretou muitos papéis aonde literalmente era grosso, estúpido, mal educado, viril e tudo o mais. Era sempre visto como o machão. Muitas matérias foram feitas com ele em revistas femininas e as atrizes (bem pagas) aceitavam o papel com ele. Mulheres e mulheres queriam a fantasia do homem viril que “pegava de jeito as mulheres.”

Agora perto dos 67 anos e longe do auge da fama, as mesmas mulheres que antes vibravam pelo machão global o atacam como o “homem das cavernas.” E ao invés de focalizarem no ator José Mayer como culpado, agora chamam todos os homens de estupradores (isso na verdade já acontece faz um bom tempo). Feminismo é igualdade? Mentira. NUNCA FOI.

A Globo com suas novelas imbecis e BBBs sempre moldou o comportamento do brasileiro. De pessoas ricas a pessoas pobres, todo mundo é afetado por este rede imbecil que tem muitas estrelas que pregam o esquerdismo como Jean Wyllys, Camila Pitanga e tantos outros mas vivem na riqueza.

A mesma Globo emprega José de Abreu, o ator que cuspiu em uma mulher e as feministas ficaram caladas. José de Abreu é um ator feminista e esquerdista. A mesma Globo que emprega muitas artistas feministas.

A mesma Globo promove os funks e tenta moldar o resto do Brasil nos modelos cariocas mostrando somente o pior do Rio de Janeiro ou futilidades. Os tais funks cariocas enxergam a mulher como um objeto mas a Globo incentiva isso como símbolo do nosso “Brasil”.

A mesma Globo nas suas novelas prega a traição, aborto e tantas outras coisas.

E nem iremos citar aqui os muitos casos de mulheres tidas como fortes e poderosas que assediam homens na internet ou ao vivo mas depois ficam revoltadas quando o inverso ocorre. Isso é algo típico de uma mulher simpatizante do feminismo. Hipocrisia. O mesmo tipo de mulher que pede homem com pegada, macho e que chega junto mas faz textão quando um destes chega junto. Dizem que falta homem no mercado depois.

Estas mesmas mulheres que se comportam como cadelas no cio, renegam o certo e o errado, correm atrás de traficantes, bandidos e fantasiam com aquele tipo de homem que não presta e acham um cara legal chato e careta. Estas mesmas que consomem estas revistas escritas por jornalistas feministas que adoram causar tensão em um relacionamento.

Pois bem, o que elas tanto queriam aconteceu e a conta chegou.

Os jornalistas que tanto odeiam a Globo e os artistas que o assim o dizem mas vivem do emprego fornecido por esta emissora parecem se contradizer como sempre faz a esquerdas e movimentos similares como as feministas.

Deixamos o alerta: boicotem a Globo, desliguem a TV e achem outras modos de se informar e se divertir. O “mexeu com uma, mexeu com todas”é um outro mantra criado por feministas que criam o problema, apoiam e depois ficam culpando as estrelas.

Este é um dos tantos exemplos que mostra a hipocrisia dos meios de comunicação e jornalistas- mídia em geral.

O caso do Leo Stronda e outras imagens que desmascaram o feminismo e movimentos simpatizantes

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Vazam nudes do Léo Stronda (sim, nem sabemos quem é mas o assunto é relevante pra mostrar a hipocrisia das mulheres simpatizantes do feminismo). A página do rapaz está cheia de mulher (aquelas que depois dizem serem objetificadas e usadas mimimi)  elogiando o ### do rapaz. Um monte de gente fazendo piada e ele mesmo levou na brincadeira.

Lembram quando vazaram fotos de celebridades NUAS? Foi mimimi machismo aqui, mimimi opressaummmm pra todo lado e etc. Sim, se fosse de alguma mulher, já teria protesto feminista e todos os homens que estivessem comentando seriam taxados como estupradores. As mulheres que estão lá elogiando ele, devem ser as mesmas que lutam contra a “objetificação do corpo da mulher”, e que dizem que todo homem é um estuprador em potencial.

Outra coisa: mais de 90% das mulheres simpatizantes do feminismo adoram dizer odiar um cara bombado pois preferem a inteligência e a sensibilidade do homem feminista. Pois bem, o rapaz é bombado e este bando de mulher afetada pelo feminismo ficou em polvorosa pelo rapaz. E os homens feministas sensíveis? Sendo humilhados como capachos que sempre foram.

Aquela coisa, né? Feminismo e coerência nunca andam juntos.

Funciona assim: feministas e simpatizantes sempre culpam alguém para fugir da responsabilidade dos próprios atos.

Se acham um cara bonito se comportam como cadelas no cio mas mesmo assim culpam o patriarcado se alguém (com sérios problemas visuais) achar elas bonitas. E se ninguém achar elas bonitas, a culpa vai ser do patriarcado e do mundo pois toda mulher é bonita. Mas elas podem decidir qual homem e qual mulher é bonita. Pode julgar. Outras pessoas, segundo elas, não podem opinar em nada. Afinal, feministas se acham superiores a todo o mundo.

Gostaríamos também de parabenizar as imagens bem feitas da India Capitalista Opressora. Ela usa de muito bom humor para desmascarar o feminismo e suas simpatizantes. Um excelente trabalho ilustrativo do  Emerson – desenhista e ilustrador. Curtam eles no facebook.

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Como definir a marcha das vadias, feministas, os seus protestos e a sua luta “pela liberdade”.

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Feministas dizem lutar pela “liberdade, igualdadade e respeito”? Ou seria melhor falar a verdade: “Feministas  e a arte de desrespeitar pedindo respeito e querendo vingança ao abraçar teorias loucas de um passado mentiroso?”.

Elas dizem sempre  mas isso se mostra cada dia mais distante de ser o real motivo pelo que lutam. Feministas lutam pelo poder, querem se vingar por teorias marxistas absurdas implantadas nas suas mentes, usam qualquer coisa para os seus objetivos e fazem um jogo duplo marxista para isso. Fazem o jogo da força e da fraqueza. Se elas desafiam alguém para lutar contra elas, usam de coletivismo e atacam em grupo pois se dizem “fortes e livres”. Se elas vencem, se dizem “superpoderosas”. Se as/os oponentes reagem, vencem e esmagam as teorias infundadas delas, elas fazem vitimismo e dizem que o mundo conspira contra elas.

Foi o que aconteceu no nojento manifesto organizado pelas feministas e que acabou com estas imagens que beiram ao terrorismo. A marcha das vadias organizou um “show” a parte com feministas de braços unidos para proteger um grupo de terroristas feministas que simularam relações sexuais, se masturbaram com as cruzes e imagens, como mostram as fotos.  Os manifestantes cobriram a genitália com a imagem de Jesus Cristo; chutaram, pisotearam e destruíram cruzes e crucifixos; destruíram duas estátuas de Nossa Senhora. Fizeram mais, o que o noticiário não exibiu: eles simularam relações sexuais, se masturbaram com as cruzes. Tudo isso para “nos libertar” do Ocidente opressor capitalista. Deveriam fazer isso em Cuba ou no Oriente Médio, mas cade a coragem de lutar contra quem realmente oprime?

 O show foi planejado pelas feministas e passa longe de uma atitude isolada. O cenário do que é tido como “performance” não permite amenizar a ocorrência como uma “atitude impensada”. De maneira alguma. Nem mesmo os peregrinos, que participavam de um evento religioso, conseguiriam recolher às pressas – de improviso – tantos crucifixos; e para adquirir as DUAS imagens deliberadamente destruídas seria preciso, não apenas planejamento, mas juntar as economias de um bom número de fiéis, porque a maioria presente precisa trabalhar meses para comprar pelo menos UMA.
E para variar, existiam crianças no meio pois como bons marxistas as feministas querem doutrinar desde a mais tenra idade. Elas adoram usar crianças em seus protestos absurdos.
marchas das vadias feministas marxismo cultural
feministas ainda querem falar de respeito
Não é possível dizer que tal CRIME foi uma atitude isolada de dois manifestantes. Não. As fotos indicam que outras pessoas contribuíram e participaram do ato, fazendo uma corrente para proteger e estimular a macabra “performance”.  Tudo foi organizado. CRIME PREMEDITADO por um grupo, que poderia ser denunciado como BANDO ou QUADRILHA, caracterizado quando há uma associação de mais de três pessoas com o fim de cometer CRIME (Código Penal, Art. 288).
E a nossa imprensa? A Globo, que também é marxista cultural (prega o aborto, apoiou e apoia Jean Wyllys, novelas tem como autores membros GLBT, comunistas, feministas e toda este povo que promete um “mundo melhor”) aliviou este grupo que mente nos representar como mulheres. O tratamento dado pelo Jornal Nacional ao comportamento de dois participantes da Marcha das Vadias é apenas uma amostra de como a imprensa abordou o caso com brandura e até conivência. Não denunciou o que realmente aconteceu durante a passeata realizada no Rio de Janeiro, no mesmo local em que católicos se reuniram para a Jornada Mundial da Juventude: um CRIME. Conduta tipificada no Art. 208 do Código Penal, que reza: “ESCARNECER DE ALGUÉM PUBLICAMENTE, POR MOTIVO DE CRENÇA ou FUNÇÃO RELIGIOSA; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; VILIPENDIAR PUBLICAMENTE ATO OU OBJETO DE CULTO RELIGIOSO”.
Ninguém precisa concordar com tudo que a Igreja diz e muitas podem ter outras crenças. O problema é falar de respeito, igualdade, paz (que na verdade é SOMENTE PROPAGANDA feminista pois elas agem de modo inverso ao que dizem) e desrespeitar o que é importante para outras pessoas. Isso demonstra o ego das feministas e a neurose nelas de viverem em um mundo fora da realidade pois parece que nem elas acreditam mesmo no que falam pois vivem agindo de modo oposto ao que pregam. SEMPRE.
feministas patrulhamento ideologico medo censura
Além disso, a Presidente da República apoia as feministas pois sabe que o feminismo é um movimento marxista. Dilma recebeu as feministas e sabia muito bem que grupo estava recebendo. Porque a Marcha das Vadias é reincidente, o CRIME cometido durante a Jornada Mundial da Juventude não foi uma exceção. No ano passado, ela foi aplaudida pela Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres. Eleonora Menicucci considerou “importantíssimo”, disse que a “divulgação” que Marcha das Vadias estava tendo era “merecida” – ela era “bonita”. Acontece que, no Rio de Janeiro, manifestantes do grupo – uma QUADRILHA ou BANDO (art. 288, Código Penal) – invadiram uma igreja aos berros, reivindicando, diante do altar, o direito de MATAR – quer dizer, de ABORTAR . Estas mesmas depois falam da falta de respeito e da falta de liberdade.
Como definimos a marcha das vadias? Como definimos o feminismo e as feministas?  Repetimos Erin Pizzey, outra mulher contra o feminismo: “O feminismo é terrorismo marxista praticado por terroristas”.

Ficar em forma ou engordar? A luta feminista a favor da obesidade maquiada como “direito de escolha.”

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Feministas em geral detestam ficar em forma. Uma ou outra que usa de EUPIRISMO ou EGOPIRISMO pode dizer que se exercita pois é “a feminista diferente” mas uma boa parte dos argumentos do movimento feminista é que cuidar do corpo é “obra de mulher submissa, Amélia e burra mandada pelo patriarcado”. Isso na verdade é uma forma de preconceito pois uma mulher com um corpo legal também pode ser inteligente mas quando as feministas  falam o preconceito é maquiado por politicamente correto e vira uma coisa “moderna e contra o sistema” permitida. Isto é muito usado por marxistas culturais para justificar todos seus atos.  Assim elas podem ser preconceituosas. Se olharmos feministas como a blogueira Bola (ops, Lola) e outras gurus que comandam a massa de manobra podemos notar que esta conversa vira  um lema que é seguido por grande parte do movimento feminista. Ser obesa é legal, ser moderna e contra o sistema “que nos oprime.” Vitimismo e feminismo andam sempre juntos e atos como estes das feministas que pregam “que tudo nos oprime” é somente um modo para atrair jovens desavisadas que de tanto terem o cérebro lavado acham que virar funkeira como a Valesca é coisa chique ou ato de orgulho de uma “luta pela liberdade”. Feministas sempre copiando o mal exemplo. Sempre.

Qual o problema disso que inclusive é pregado em livros feministas e sites feministas?

Bem, apesar da liberdade de cada pessoa fazer o que quiser existir, a apologia neste caso a obesidade gera alguns problemas como:

A)     A cultura do mal exemplo vista como moderna ou a falta da cultura do bom exemplo. Aqui no Brasil isto é muito comum e é pregado como modelo moderno para as crianças por professores as doutrinam desde cedo. Jogue a liberdade usada como desculpa para tudo e o direito de escolhas usadas de modo infantil e misture a uma teoria doida e criamos um monstro, que em muitos casos viram leis e na nossa terra cada vez mais sem moral. Nossos exemplos se tornam o que deveria ser combatido. Relativize o que é certo e errado e negue o senso comum. Neste lugar, ser certo é errado e ser errado é certo. Neste lugar funk vira tese de mestrado e estudar de verdade é coisa antiquada. Neste lugar ser acima do peso é sinal de ser intelectual. Pessoas loucas como feministas e marxistas ainda justificam isso com teorias sem pé nem cabeça. Uma governante de esquerda certa vez disse que a diabetes “era doença de rico”. Um ex-presidente nosso afirmava que nunca precisou estudar. Reparem que o que se esconde nestes argumentos é sempre a mesma coisa e a longo prazo isto somente colabora para problemas e mais problemas pois o que é bom é visto como “antiquado e opressor”.

B)      Apologia a obesidade. A obesidade é uma das doenças que mais cresce no mundo moderno e atinge inclusive crianças. Muitas delas serão adultos obesos com o nosso atua estilo de vida. Imaginem o futuro delas se ainda forem estimuladas a serem obesas por teorias feministas e afins. A obesidade gera outros problemas como infartos, derrames e muitas outras doenças se associam e levam a morte. Tudo isso se combate com a “opressora” idéia de exercícios e uma alimentação correta. Mas para as feministas cuidar do corpo é “ser oprimida”.

C)      Gastos de dinheiro. Como este é um problema de Saúde Pública, se existisse uma campanha para educar o povo a se exercitar muitos gastos poderiam ser cortados.

D)     Depressão. Pessoas obesas podem dizer o que quiserem mas em geral elas tendem a ser mais depressivas. Se exercitar ajuda a pessoa no aspecto mental e social também.

E)      Problemas ao se locomover, com o metabolismo  e função de órgãos vitais . Que tem ou teve algum familiar obeso sabe como é complicado para estas pessoas se locomoverem. Algumas pessoas são obesas como resultado de outras doenças associadas com metabolismo e possuem problemas (o que é um outro caso e que muito difere da apologia a obesidade feita por feministas).

Longe de dizer que todo obeso é um criminoso. Muitas desta pessoas tem problemas de auto-estima, traumas, doenças severas etc e devem possuir ajuda que pode vir através de certo conselho adequado. Claro  que alguns obesos são alegres e felizes. Mas falando no geral não sobre o pessoal mas sobre a obesidade em si, esta nunca foi uma qualidade ou algo digno de ser estimulado como é pregado pelo movimento feminista que acha isso um “direito de escolha”.

Ninguém precisa ser uma Suzana Vieira da vida que tem medo de envelhecer e se comporta como uma adolescente mimada e é obcecada pelo culto ao corpo. Envelhecer é normal assim como um certo aumento de peso com a idade. Ninguém precisa se comportar como piriguetes, Valescas e outras mulheres prostitutas idiotas que as feministas nesta caso apoiam por quererem atrair mais seguidoras com frases de ordem “corpo e regras” sem objetividade de certo e errado. O problema é fazer apologia a obesidade que é um assunto sério e uma importante questão de Saúde Pública.

Lembrem-se: Quem  não valoriza cuidar da saúde uma hora vai ter que valorizar o tempo para cuidar da doença.