Arquivo mensal: abril 2013

A relação entre feminismo-ateísmo- movimentos GLBT e racialismo.

Padrão
A relação entre feminismo-ateísmo- movimentos GLBT e racialismo.

312022_389322964468973_752353480_n

Hoje podemos perceber na internet e em outros lugares um certo grupo de pessoas debatendo sobre feminismo-ateísmo- movimentos GLBT e racialismo. Claro, que existem pessoas que podem defender uma destas ideologias e ser contra as outras, mas em GERAL um/a simpatizante de qualquer movimento acima também simpatiza com as outras. E isso é simples de explicar.

Antes de mais nada gostariamos de dizer que o ditado popular que religião não se debate é uma boa dica. Cada um acredita no que deseja ou deixa de acredita. Isto deve ser respeitado. O segundo é que pouco importa a cor da pele, no final de contas somos todas brasileiros e brasileiros. Viva a diversidade e o presente. O passado deve ser lembrado mas sem justificativa para mais brigas e guerras entre o nosso povo. Agora, voltemos ao texto.

O feminismo se baseia que o mundo desde sempre é dominando por homens que vivem com o objetivo de explorar a mulher. Que sempre foi assim e vai ser assim. Isso justifica a existência do feminismo que veio nos “libertar e salvar o planeta”. As feministas enxergam o mundo contra elas, como o papel masculino que tortura, oprime, violenta. Isto pode ser o pai, o marido, o sexo hetero por livre escolha, as leis, os deveres, o chefe, o casamento, o namoro, o filho, o emprego, o Ocidente, assim como qualquer religião aonde exista um homem no comando. Por estarmos no Ocidente, crenças judaico- cristãs em GERAL também são as mais odiadas pelas feministas pois elas enxergam isso como “opressão”. O engraçado é que em terras muçulmanas as feministas pouco se manifestam e inclusive muita mulher destes lugares é contra os métodos feministas de protestar (marcha das vadias).

O movimento GLBT que diz lutar por todos homossexuais (mas aonde nem todos homossexuais se sentem representados por seus ativistas) age de modo parecido. Eles se sentem oprimidos pela maioria hetero que tem o apoio da igreja. Aqui surge o link entre feminismo- movimento GLBT. O movimento GLBT detesta a crença judaico-cristã, porque esta vê o homossexualismo como pecado por ameçar o modelo familiar tradicional. Como as gurus do movimento feminista em geral parecem ser lésbicas militantes, elas comumente enxergam a crença judaico-cristã  como o homem hetero opressor torturador de mulheres. Visto que a mulher é menos direta ao se opor em certas atitudes do  movimento GLBT por vergonha de ser taxada e censurada muitas simpatizam “a força”.

Podemos notar também que algumas mulheres (talvez maioria) se sintam forçadas por um politicamente correto de evitar a questionar tal movimento. Além disso, o movimento GLBT também luta por um “mundo melhor e mais moderno” igual ao feminismo e praticamente estes movimentos andam juntos. Aqui novamente o Ocidente é visto como opressor, a religião e principalmente crenças judaico- cristãs que foram o berço da nossa civilização e possuem fortes diretrizes sobre viver em sociedade são combatidas pelo movimento GLBT. Bom lembrar que existe diferença entre o homossexual que é uma pessoa normal e o homoativista que é muito mais radical e que age de modo similar as feministas (Talvez porque as principais gurus feministas sejam em geral lésbicas???)

povo deslumbrado descendentes europeus africanos

Dica para os/as racialistas que detestam serem brasileiros/as e se consideram sempre “especiais ou oprimidos”. Postado no blog povo deslumbrado.

O movimento racialista (orgulhos raciais deste ou daquele grupo) possui a mesma cartilha e possui como alvo principal é atrair  a  mulher negra, embora o homem também seja seduzido com frases de efeito. O homem branco aqui também é visto como opressor mas também sobrando agora para mulheres, todos em geral com a pele branca ou relacionado a esta (pessoas pardas, mulatas, mestiças) pois se “contaminaram” com os “brancos”. O objetivo do movimento racialista é o reconhecimento da tal dívida histórica, e portanto direito de reivindicação de restituição, bem como a imputação do racismo como sendo um problema dos brancos, “negros podem ter preconceito, mas não podem ser racistas”. Aqui surgem aquelas camisetas tipo 100% negro, orgulho de ser negro ou qualquer outra cor por usarem de um princípio comum a todoas estas ideologias: a justificativa politicamente correta deste movimento é de que em um passado foram oprimidos por alguém e agora devem dar o troco e se revoltarem contra o sistema. Novamente aqui entra a justificativa de um mundo melhor e a luta pela igualdade de direitos e de expresssar mas desde que as pessoas concordem com determinados movimentos.

O ateísmo é a escolha certa para atrair todos simpatizantes destes grupos hoje que não se identificam com o Ocidente em si e a forte base judaico- cristã que assim ajudou a formar a civilização Ocidental. Podemos observar que existem lugares que discordam do de crenças crenças judaico- cristãs. E neste lugares o espaço foi ocupado por outras religiões e com outras diretrizes (budismo, islamismo, etc). Além disso, outros lugares que enfatizaram a razão “perfeita” acima de tudo, até acima da liberdade de escolha, geraram regimes simpatizantes ao ateísmo. Estes foram os regimes comunistas.  Hoje podemos perceber um aumento de simpatizantes do ateísmo, o neo-ateísmo, que parecem se sentir acima dos comuns mortais que acreditam em alguma religião. Novamente aqui a justificativa é um mundo melhor, sem guerras, paz e amor. Aqui a religião é vista como opressora.

Nada por acaso do destino, lugares aonde a democracia ainda  impera são lugares de origem historicamente nascidos em bases judaico- cristãs (Ocidente) ou que foram atingidos por esta. E nestes mesmos lugares estes grupos que se auto-alimentam mas possuem liberedade para protestar. Em outras terras com na maioria das vezes outras crenças ou falta delas como acontecem em terras comunistas, todo protesto similtar a ideologias como feminismo-ateísmo- movimentos GLBT e racialismo  é reprimido duramente e sem piedade.

Esta raiva e revolta do sistema Ocidental e de tudo que o representa nasce do marxismo. E o marxismo depois da derrota bélica adotou como estratégia usar a cultura ao invés de armas. Assim surgiu o marxismo cultural.

Todos estes grupos, feminismo-ateísmo- movimentos GLBT e racialismo, são os grupos de manobra base para o marxismo cultural, que possui estratégias bem definidas no modo de agir. Por isso estes grupos se atraem mesmo que um ou outra participante possa discordar dos outros movimentos. Se observarmos bem, podemos notar que talve 70% destes manifestantes simpatizem com os movimentos semelhantes as suas causas..E  notem que todos prometem revolucionar  e serem pela paz mesmo que se mostrem raivosos e com gurus que também adoram poder e desigualdades. A liberdade também é sempre muito comentada mas notem que se alguém se opor é perseguido por ser contra. Um sistema de censura politicamente correta muito parecido como as lutas de regimes marxistas. Tudo é propaganda.

O marxismo cultural (que se difere nas estratégias do marxismo econômico) prega uma luta por um mundo melhor (e taxa quem discorda de reaça, antiquada/o, como se valores antigos fossem a mesma coisa que ruim, maus), prega que alguém oprime, que hoje ainda alguém é oprimido e confundem o que é realmente opressão com dificuldades, entre outras coisas. Tudo é pensado, montado e usado para dividir e separar as pessoas. Podemos notar 12 estratégias do marxismo cultural abaixo que são utilizados em grupos marxistas culturais (feministas, militantes GLBT, militantes racialistas):

  1. Lutas entre classes. Herdado do marxismo econômico. Substituindo proletariado x burguesia por Homem x mulher, esposa x marido, homem x mulher, adultos x crianças, brancos x negros, altos x baixos, etc. A velha idéia de “dividir para conquistar”. Divide-se a sociedade em grupos distintos para em seguida caracterizá-los como opressores ou vítimas a fim de quebrar a harmonia entre eles, sabendo que a paz acabaria e isso seria um excelente começo para implementar um novo sistema mais “progressista” cuja solução viria em uma sociedade marxista com a promessa de uma sociedade melhor, “perfeita”. Observem as leis brasileiras que prometem melhoras para certos grupos e que usam da justificativa da estratégia 5.
  2. Atacar a célula- mãe que molda o ser humano e gera empatia: a família. Marx via a família como o principal obstáculo na eliminação da propriedade privada e na submissão do povo ao Estado e o marxismo cultural herdou isso. Por isso os marxistas culturasi focam em desconstruir (na verdade destruir) o tradicional modelo familiar. Podemos considerar isso a mais radical aplicação da luta entre classes por isso o destaque, afinal, para a maioria das pessoas família é uma coisa sagrada mas não para os marxistas. Marxistas culturais adoram pregar um novo modelo de família que segundo eles é mais moderno para destruir o modelo antigo (visto enganosamente sempre como mau e ruim) pois somente este permite as pessoas procriarem. Hoje tal estratégia é muito usada por feministas e ativistas GLBT. Por isso, motivar esta guerra com o fator 1, a luta entre classes. O sucesso desse método é comprovado, tendo convertido a juventude da Alemanha ao Nazismo (um movimento socialista) a partir da endoutrinação das crianças nas escolas.
  3. Métodos a longo prazo. Essa estratégia da ênfase é no ensino das crianças, estudantes e em universidades, principalmente federais. O foco aqui é mudar o cerne do ser humano, mudar o subconsciente humano, mudar o senso comum, por isso  atuar nas crianças, estudantes e universidades, cujos professores as vezes sem saber simpatizam também com o marxismo cultural.  Simplificando, lavar cérebros e doutrinar estudantes exaltando idéias marxistas que combatam os valos ocidentais. Os relativismos surgem aqui e os valores invertidos também. O Brasil mostrou-se um terreno fértil pela cultural brasileira em si possuir simpatia por este tipo de idéais aonde o errado é certo e o certo é errado.
  4. Desconstrucionismo. A desconstrução de um texto (ou de um fato histórico) permite que se elimine o seu significado, substituindo-o por outro que se pretende com uma sedutora propaganda. Desconstruir um texto, uma sociedade, um grupo, uma identidade com a promessa de algo melhor para uma sociedade “perfeita”. Marxistas culturais adoram distorcer o sentido e tirar a objetividade dos argumentos. Isto atrapalha o oponente em um debate.
  5. Patrulha de idéias e politicamente correto. O patrulhamento que censura idéias ou pessoas que opinam contra quem é “correto” e que luta por alguma justificativa de passado que influi no presente. Uso de propaganda, falácias e ofensas do grupo politicamente correto para com o outro grupo como forma de censurar e demonizar pessoas ao invés de ver os fatos. Um exemplo disso é criar uma  “dívida histórica” sobre casos reais ou fantasiosos de injustiças entre pessoas e grupos existentes no passado  que hoje tornam a ser abertos para novos grupos se vingarem de certa forma ” politicamente correta” perpetuando assim mais injustiças. Imaginem se toda pessoa devesse responder por atitudes de seus antepassados?
  6. Revolução cultural, com o objetivo de mudar o senso comum da humanidade sobre o que é certo ou errado, relativismos e falta de objetividade o que bate de frente com as diretrizes de quase TODAS as religiões, que em geral possuem boas idéias e valores.
  7. Teoria Crítica da Sociedade cuja intenção é criticar a cultura ocidental. O Ocidente visto como mal e antiquado e os valores que formaram o Ocidente, os valores judaico- cristãos como “errados, injustos”. A promessa de uma mudança para uma sociedade progressita que é sempre superior a tradicional sociedade atual com seus valores “reaças”.  Gostariamos de lembrar que “progressista” e “retrógrado” não são sinônimos de “certo” e “errado”.
  8. O argumento falacioso da falsa dicotomia: Nesta estratégia muito usada por marxistas culturais que é uma forma de censura quando é conveniente, eles ameaçam o oponente com uma falsa dicotomia perante um grande grupo. Ao apresentar uma falsa dicotomia  em ser A ou B como (quando na verdade o assunto pode envolver outras escolhas)  eles tentam calar o oponente se este/esta for inocente nesta estratégia. Assim, o grupo marxista cultural pode falar o que quiser, atacando o oponente ou falando sobre o futuro progressita. Na verdade marxistas não tem qualquer plano para o futuro, eles adiam a solução dos problemas eternamente para o futuro, desse modo não precisam se comprometer pois nem eles acreditam realmente no que dizem. Isto na verdade é um conjunto de sofismas, retórica e demagogia.
  9. Consciência de classe. Lutar como classe, somente pela e para a classe, priorizando o modo coletivo perdendo a individualidade. Por isso o forte apelo coletivo como lutar por ser mulher, por ser isso ou aquilo. E o engraçado é que estes movimentos forçam uma igualdade baseada em utopia e embora digam respeitar a diversidade, na verdade não o fazem.
  10. Nomear o modelo tradicional da nossa sociedade com valores, deveres e responsabilidades como “antiquado, conservador, ultrapassado, etc”. Isto é um ataque usado para censurar e calar o oponente.
  11. Tudo isso transforma-se em uma sedutora propaganda que pode ser vista na TV, internet, universidades e tudo aonde existe cultura. Esta ideologia luta pela sociedade “perfeita marxista” (que na verdade nunca existiu).
  12. Mentir que feministas representam as mulheres, grupos GLBT representam os gays e racialistas representam os negros ou qualquer outra grupo. Justificar a revolta presente com o passado (mesmo que isso seja mentira muitas vezes). Censurar e patrulhar idéias, pensamentos e debates de mulheres, homossexuais, negros e outros que discordem destes movimentos politicamente corretos e que dizem lutar por “respeito, liberdade, igualdade, paz e harmonia”.

A lei Maria da Penha, a justiça de Bárbara Lopes, violência doméstica e igualdade. Brasil: um país de todos?

Padrão

Maria da Penha feminista igualdade

Feministas muito falam de lutar pela igualdade e justiça. Outras dizem que a lei Maria da Penha também foi criada para defender homens como afirma no nosso facebook a feminista Bárbara Lopes (que ainda trabalha no meio policial). Pois bem. Isto é uma mentira feminista das grandes. Mas as feministas cegas que repetem as mesmas coisa sempre parecem não saberem isso por serem massa de manobra burra e barata. E ficamos imaginando o que pensa a feminista Bárbara Lopes sobre justiça e igualdade no lugar aonde trabalha visto que ela é parcial em um trabalho que exige imparcialidade.

frase da Ministra (feminista) Iriny Lopez expliqua como funciona a igualdade feminista que luta por “justiça, igualdade” nas frases lindas como “Brasil: um país de todos”. Ela foi foi relatora da lei na Câmara dos Deputados.

Palavras ditas pela Ministra Iriny Lopez, unha e carne com a PresidenteE/A/O Dilma: “….A lei é clara, trata de gênero. A Lei Maria da Penha é para ser aplicada para proteger mulheres agredidas. Os homens são amparados pela legislação comum, o próprio Código Penal dá proteção a esses homens. Não é adequada a utilização da lei Maria da Penha para homens…..

Ao mesmo tempo possuimos a  Constituição que afirma:

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza(…):

I – homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição.

Sendo imparciais : Agressão é agressão, independente se é de homem pra mulher ou o contrário. Esses casos deveriam ser bem investigados e tratados igualmente como diz a Constituição. Criar mais leis é jogar dinheiro fora, aumentar a burocracia, injustiças e diferenças. Que fique bem claro, ninguém aqui é a favor da violência doméstica, que pode ser usada de muitos modos e por ambos os  gêneros e também entre pessoas do mesmo gênero. Outro ponto importante é que quem quer ser tratado com igualdade não aceita privilégios.

Mas como o feminismo é marxista cultural podemos notar que o ´bem maior´ é sempre uma ótima justificativa para se ignorar a Constituição. A verdade é que a famosa ” luta pela igualdade feminista” é uma propaganda e motivo para elas gritarem, mesmo sem provavelmente nunca terem acreditado nisso. E isso serve o objetivo de grupos marxistas culturais, que é separar homens e mulheres por leis politicamente corretas que podem criar injustiças ao mesmo tempo que negam uma lei imparcial é o que querem os marxistas culturais. Por isso segregar em nome de um “mundo melhor”. Leiam mais sobre o marxismo cultural, violência doméstica  e Erin Pizzey, que também foi ameaçada por feministas.

A idéia feminista de proteger os fracos dos fortes é errada; quando seria mais eficiente proteger as vítimas dos agressores. Muitas vezes a vítima é forte e o agressor é fraco. Adicione uma sociedade que adora o vitimismo e detesta investigar a fundo a verdade e possuimos casos de injustiça que geram mais revolta e raiva.  Mas é isso o que elas querem. Além disso, feministas tem a triste mania de confundir direitos com JUSTIÇA.

E aqui fica a pergunta: como feministas lutam por igualdade e contra o sexismo se o que mais querem é fugir da igualdade e criar leis sexistas? Isto explique porque devemos cuidar dos nossos filhos, principalmente se forem meninos afinal como dizem as feministas “podem ser estupradores em potencial”. Além do mais hoje é comum vermos meninas de 12, 13 anos lendo sobre feministas e se transformando em garotas revoltadas com a vida. Infelizmente pura massa de manobra barata. Como sempre dissemos e copiando Erin Pizzey, o feminismo é um movimento terrorista e não é bom para ninguém.

Embora a lei tenha um bom objetivo mas sendo imparciais como sempre, devemos dizer que ela sozinha é injusta. Ou cria-se uma lei similar para os homens ou muda-se a lei como foi escrita. Deixamos este vídeo imparcial e bem legal que talvez explique melhor sobre falsas dicotomias e sobre o que seria justo:

Pornografia, sexo e prostituição: a hipocrisia e falta de coerência feministas

Padrão

feministas na guerra com a depilação feminina

72319_10151540109079056_298838015_n

                                                                     “Deixei de me depilar pelo bem das mulheres. Nossa, sou demais”.

Antes de mais nada que fique avisado que achamos sexo uma coisa boa. Depois disso que sabemos as diferenças entre pornografia, sexo e prostituição. O que queremos falar é sobre a hipocrisia e falta de coerências feministas em relação a estes assuntos.

Embora as feministas se afirmem como “mulheres super poderosas, modernas, intelectuais e tudo o mais” no quesito sexo e assuntos mais picantes (como uma forma de propaganda libertária que quer chocar o sistema) além de outros assuntos, podemos perceber que grande parte das feministas ou simpatizantes do feminismo nem sabe porque defende o feminismo ou não sabe o que as feministas gurus querem ou defendem. Lavagem cerebral coletiva em massa. Querem exemplos?

A imagem acima é um exemplo. Todas sabemos que feministas acham pelo em ovo em tudo e criam teorias absurdas pela neurose e mente abalada por anos de lavagem cerebral feminista-marxista cultural. Pois bem, o movimento que diz que “podemos fazer o que queremos dos nossos corpos” (e isto inclui se depilar, que hoje inclusive é uma escolha), é o mesmo movimento que acha que mulheres que se depilam totalmente fazem apoiam a pedofilia (?) Essas mesmas feministas acham que homem que gosta de mulher depilada é pedófilo (?) e apoia a pedofilia. Podemos achar isso na internet entre outras teorias loucas. Falamos sobre as feministas que são contra a depilação que pararam de se depilar para ser contra o patriarcado em um post antigo aqui mas este assunto veio de novo a tona. Talvez devamos  parar de escovar os dentes também, parar de usar cremes e homens, por favor, parem de fazer a barba. Assim iremos mudar o mundo. Talvez seja melhor que começemos a fazer a barba e que os homens se depilem para assim nos transformarmos em clones mal acabados um do outro. Tudo pela igualdade feminista que “vai nos libertar” bla bla bla. O movimento GLBT vai adorar.

E o sexo? Debata sobre sexo com uma feminista. Tente. Ela não vai falar que gosta de sexo, sexo é  legal e tudo mais. Ela  quer ir além para provar que pode. Ego inflado? Que nada! Ela vai querer chocar e fazer tudo o que puder para isso. Vai dizer coisas deste tipo: que pode sair nua porque nas cavernas as pessoas andavam nuas, quer mostrar que pode esfregar a periquita na cara das pessoas, vai querer fazer uma orgia na frente dos pais que devem aceitar isso como “moderno, do futuro” ou outros absurdos como discutira a vida sexual em rede nacional. E não vai querer ser julgada por isso. Feministas desconhecem a palavra intimidade. Tudo para elas é vida loka estilo BBB. Mas embora digam ser completamente livres para pensar e transar e tudo o mais as suas gurus (que comandam as feministas cegas massa de manobra) acham que fazer sexo por escolha com homem é “compactuar com a sociedade patriarcal” ou “sexo por escolha com homem é um ato de estupro”. A tradicional falta de coerência feminista soma a cegueira coletiva.

E a pornografia? Pois bem, novamente o duplo julgamento. Feministas adoram dizer ser contra a mulher objeto e a pornografia mas dizem que cada uma faz o que quer com o próprio corpo. Fora que muitas feministas adoram defender quando convém quem ganha dinheiro como objeto. Mas e as atrizes de filmes adultos ? Para feministas as atrizes são “oprimidas pelo patriarcado, forçadas e estupradas, abusadas”, etc. Procurem no Google alguma atriz ou ator deste tipo de  filme e vocês verão que muitas possuem 100 filmes ou mais feitos. Na nossa sociedade faz um bom tempo que fazemos escolhas e temos direitos de ir e vir. Porque uma pessoa com 100 filmes ou mais continua fazendo filmes deste tipo e ainda ganhando dinheiro se é oprimida/o? Provavelmente muitas delas gozem e realizem fantasias com os homens e vice-versa. Estas atrizes podem passsar longe de serem exemplos, mas dizer que elas são violentadas é exagero. No final feministas, perdem mais uma vez.

A mesma coisa server para a prostituição que sempre existiu e sempre vai existir. Feministas dizem ser contra a mulher objeto quando a prostituição é um caso da mulher ser objeto. Umas inclusive por que querem acham legal ser mulher objeto. E cade as feminista nesta hora? Outras se tornaram prostitutas por falta de escolha ou fizerem péssimas escolhas e hoje até se arrependem, caindo em uma vida de drogas e tristeza. Mas aqui também feminismo em muitos casos apoia a prostituição como “nobre e exemplar” pois adora apoiar mal exemplos. Na verdade feministas adoram a cultura do péssimo exemplo.  Aquela coisa: para atrair mais seguidoras elas usam da conversa de “sem limites, sem regras”, o que amplia a quantidade de pessoas que possam se identificar de algum modo com o feminismo, mesmo que isso seja um mal exemplo para alguém como crianças, filhos. Afinal, tudo é certo, nada é errado, relativismo moral. No final, o que são as crianças ou valores para as feministas? Palavras, nada mais.

feminismo crianças relativismo moral

O resultado do relativismo moral e outros absurdos feministas misturados com a propaganda-mentira de liberdade, igualdade, etc. Responsabilidade que é bom, nunca. Tudo é culpa de alguém.

Outra coisa estranha é que embora a liberdade de escolha exista para quem quer fazer péssimas escolhas (pornografia, prostitutas, drogas e tudo mais), as feministas pegam estes modelos como exemplos de “pessoas modernas, futuristas” para crianças, jovens e tudo mais.  Uma apologia a coisas estranhas que elas mesmo reclamam depois ao verem absurdos que apoiam diretamente ou indiretamente. A liberdade vira desculpa para justificar idiotices que atingem a sociedade. Enquanto bons exemplos de verdade viram quadradice, do passado opressor, de gente idiota e “boazinha”. Feministas nunca pegam um bom exemplo para defender em debates. Observem.

O ponto é que as feministas repetam as coisas sem pensar e nem ligam para a coerência. Elas miram o seu objetivo (atrair mais mulheres simpatizantes ou afins) para engrossar o coletivo, para mais mass de manobra e fazer barulho. Mas nem mesmo elas acreditam no que elas falam ou pregam.  Umas poucas tolas massa de manobra talvez acreditem mesmo que isso é “futuro” embora no mundo na mente delas neguem que o “futuro” parece estar transformando crianças em adultos cada vez mais cedo,  casos de crimes , impunidade, gravidez indesejada e caos social parecem piorar cada vez mais . No final, elas sempre culpam alguém.

Outras repetem e agem sem pensar, sendo massa de manobra barata e descartável. Outras, possuem raiva de serem mulher e gostariam de serem homens (milstantes lésbicas feministas) e irão fazer de tudo para sabotar a relação mulher x homem. Elas fazem isso por não terem poder como minoria e querem forçar uma ditadura baseadas no vitimismo.  As maiores gurus e intelectuais feminstas são deste grupo e comandam o resto que aceita cegamente por cair na propaganda de luta por” um mundo melhor”. E usam de muita propaganda como a “sociedade do  futuro”. Se alguém se opuser a elas é taxada de reaça, antiquada, ocidentalizada e tudo o mais. O engraçado é que as sociedades mais livres hoje e que permitem elas falarem com protestos muitas vezes agressivos são justamente as sociedades de cunho Ocidental, com origens judaico-cristãs conservadoras que geraram a democracia. As “perfeitas” sociedades marxistas-atéias que elas tanto querem são ditaduras quase sem nenhuma liberdade de expressão e muito repressoras. E outras sociedades possuem crenças muito diferentes da nossa sociedade Ocidental, com origens judaico-cristãs. Nestes lugares nem sempre a democracia, harmonia, protestos, frases prontas e vitimismos nunca seriam permitidos.

marxismo cultural feminismo

Marginais soltos, caos na segurança pública, marxismo cultural, valores invertidos e universidades marxistas.

Padrão

ufrgs

“Oi meninas. Tudo bem?

Meu nome é Adriana e sou do Rio Grande do Sul. Faz alguns dias eu me lembrei do que é escrito aqui no blog pois começo a perceber que é pura verdade. O que me fez pensar foi um debate sobre segurança aqui em Porto Alegre. Em resumo: dois marginais foram presos aqui em Porto Alegre depois de terem cometido um crime. Os marginais cometeram um crime e enquanto fugiam dispararam tiros em uma rua bem movimentada que poderia ter atingido qualquer pessoa. Os marginais depois foram presos graças aos policiais que deram uns sopapos neles.

Logo depois um jornalista aqui do sul, o Lasier Martins, fez um comentário no Jornal do Almoço, programa da RBS (filiada da Globo), defendendo os dois marginais que que foram presos pela BM na rua Cristiano Fischer, comentando que os “pobrezinhos” foram agredidos pelos  policiais. Lembrei do blog, do post sobre segurança que foi escrito sobre os problemas do RJ e SC (aqui) e pensei: Valores invertidos>governo e propagandas marxistas culturais> povo marxista cultural> problemas de segurança, caos social, terra sem lei, sem certo e sem errado.

Começo a perceber que isto é mais comum do que pensamos. Eu achava que estava sozinha quando pensava isso e agora entendo o porque. Aqui no Rio Grande do Sul ainda existe a Universidade Federal do Rio Grande do Sul que embora seja boa é um ninho de professores marxistas culturais que quase sempre defendem causas tortas por um “mundo melhor”. Os estudantes de alguns cursos da Federal daqui adoram chamar quem segue o senso comum de fascista e reacionário. Parece que eles vivem em mundo parelelo e fora da realidade.

Noto que é  por causa dos comentários destes que vivem fora do mundo real que nós POPULAÇÃO estamos cada vez mais encarcerados e notamos criminosos barbarizando a população, porque sempre tem alguém para defende-los procurando uma justificativa. Mas defender quem trabalha, estuda e é honesto ninguém quer. Talvez marxistas culturais sejam massa de manobra mas defendem de modo direto ou indireto por politicamente correto algo que deve ser condenado. Teve também uma mulher que filmou e mandou para o jornal o ocorrido e aposto que essa no dia em que for assaltada vai reclamar.

Por esse tipo de gente que esses criminosos se proliferam e nós pessoas de bem ainda temos que conviver com isso. Também não é mero acaso que dois importantes nomes do marxismo cultural no governo do Brasil como Tarso Genro e Maria do Rosario sejam daqui. Tarso inclusive é a favor da lei da imprensa que ao meu ver cheira censura e é o mesmo que defendeu aquele terrorista italiano. Talvez o RS seja o estado mais marxista cultural do Brasil infelizmente. Eu pessoalmente acho que a UFRGS é a universidade mais marxista cultural do Brasil. Muito estudante compra a idéia de ser visto como intelectual, moderno, sem regras que os professores marxistas vendem com o objetivo do mundo melhor em um modelo marxista. Por isso muitos apoiam o feminismo e causa assim, mesmo que depois se lamentem do estado da sociedade do Brasil, problemas de segurança, etc.

Conheço também pessoas que fazem mestrado ou doutorado no exterior em lugares até conservadores e ficam felizes com a objetividade e valores morais destes  mas que querem que  o Brasil se tranforme em Cuba ou qualquer outro estado marxista. Eu acho que nem os marxisas sabem do que falam e nem realmente acreditam no que pregam. Isto também vale para as feministas que vivem em um mundo fora da realidade. Por exemplo, no meu curso 80 é composto de outras mulheres e 20% de garotos. Se ainda fossemos oprimidas isso seria diferente. Sei que as mulheres sempre estudaram pois li isso aqui. Mas as feministas fecham os olhos para isso. Feminismo virou religião, assim como qualquer doutrina marxista cultural.

Publiquem o meu e-mail se acharem interessante. Obrigada pelo espaço.”

Adri

Recebido via e-mail no dia 18/04/2013. Deixamos aqui algumas  perguntas: Qual seria a universidade mais marxista cultural do Brasil? Os estudantes percebem que são doutrinados e se tornam massa de manobra como no caso de estudantes daquela professora, a Tatina Lionço, que defende teses absurdas e ganha para ainda para “pesquisar”? Os professores marxistas culturais percebem que são manipulados e manipulam criando uma cascata de valores invertidos que atinge a todos, inclusive eles mesmos? As pessoas realmente depois querem debater por acreditarem nestas mentiras marxistas culturais ou isto é somente hipocrisia para passar por intelectual e depois reclamar do caos no mundo sem fazer nadar para mudar?

Nicole Bahls, Gerald Thomas, a cultura do estupro e o patriarcado: teorias feministas.

Padrão

Imagine que o professor do seu filho na escola ao invés de ensinar biologia, contas e regras gramaticais ministra aulas de tapa na bunda e arrancar a roupa de meninas a força. Quem faz isso melhor ganha nota 10 e passa de ano. Imaginem no estupro como sendo algo normal, completamente comum em uma sociedade. Imaginem homens que estuprem mulheres a toda hora. Passou na rua, olhou, gostou, estupra.  Chegou em algum bar para pedir um café, estupra.Imaginem policiais estuprando mulheres na rua e que soltam estupradores das cadeias ao invés de prende-los. Imaginem uma aula de ” Como estuprar” nas aulas das universidades ou pais ensinandos os seus filhos a estuprarem. Imaginem propagandas dizendo” estupre e seja feliz”, “estupre e ganhe uma viagem para a Coréia do Norte, a terra prometida” e outras coisas assim.

Absurdo, né?

Pois bem, isso para as feminstas não é um absurdo. Na doentia mente feminista isto é real e isso é usado como uma propaganda terrorista para termos medo e cairmos no conto feminista de “liberdade, amizade e coisinhas fofas”. Para elas o estupro é uma coisa que é pregada como normal e comum no Brasil ou no mundo Ocidental. Para elas isso é a cultura do estupro. Devem fingir não saber que nas nossas leis estupro é crime e o é faz um bom tempo.

Em um site feminista popular dois pseudo-artistas (algo que muito existe no Brasil) fizeram um teatro combinado.  Misture na receita: Uma paniquet vulgar ou piriguetes do tipo semelhante. Um pseudo-intelectual frustrado. Ela, que ganha dinheiro pela imagem de piriguete que “pega” todos, vulgar, corpo bonito e nada mais. Ela ama isso. Ele, que pensa ser o perfeito entendedor do intelecto humano e pseudo-artista sendo um pobre coitado. Coloque mais um programa de TV é mais escroto ainda, tudo pela audiência. E nasceu a porcaria que feministas levam a sério para suas teorias. Depois disso, todo homem estupra e vivemos na cultura do estupro. O dito intelectual foi vulgar com a paniquete e também com o outro entrevistador que era homem e tentou apalpar ambos. No final das contas, um programa de mal gosto igual aos muitos que existem na nossa TV pois isso é vendido como cultura idiota. E as feministas definiram que isso é cultura do estupro. Engraçado as feministas que sempre dizem que nada é errado e tudo é permitido terem chiliques por um teatro combinado. Cultura do estupro. Mas hein?

Algumas pessoas podem dizer: “Mas e se fosse uma filha sua? Aposto que a opinião seria diferente”. Pode ser, mas antes de tudo e falando com o instinto materno nas alturas, em primeiro lugar eu nunca ensinaria a minha filha a ser vulgar, se comportar como piriguete-feminista-vitimista. Ela nunca se prestaria a este papel ou se envolveria com este tipo de gente. Nunca ensinaria a minha filha a fazer este tipo de escolha e fugir da responsabilidade de como se comporta, como se veste, como se mostra e do seu papel como mulher e ser humano de bem. Nunca.

Mas pior de tudo é ver feminista que leva isso a sério e chama isso de cultura do estupro em 2013 como alguma regra secreta que elas imaginam realmente existir e adoram responder defendendo comportamentos estranhos de mulheres metidas a modernas e homens do futuro. Piada. Mas quem são os culpados pela cultura do estupro? Os homens que se juntam secretamente para dominar o mundo desde a época das cavernas e formaram uma seita para torturar as mulheres: o patriarcado.

Na teoria feminista tudo funciona assim: os homens exploram as mulheres. Qualquer homem é um estuprador em potencial. Tudo é culpa deles. Inclusive fazer sexo com homem segundo as feministas é apoiar o estupro como postamos aqui no passado. Bom, mesmo é o sexo somente entre mulheres. No mundo feminista, mulheres são sempre oprimidas pelos homens e nunca tem direito de escolha. No mundo feminista mulheres vão lutar em guerras. Mulheres não estudam porque não podem. Mulheres não podem fazer sexo e ter prazer. Mulheres são estupradas todo o dia por qualquer homem, marido, pai porque isso é o que o patriarcado prega. No mundo feminista toda mulher ganha menos por ser mulher. No mundo feminista toda mulher faz o trabalho de pedreiro, mineiro e tem que pagar pensão para o homem. No mundo feminista a mulher é exploradada pelo homem em tudo. Mas seria isto verdade?

Um exemplo de como as feministas enxergam o mundo: uma garota quer sair e um pai aconselha a filha a usar uma roupa mais longa. Segundo as feministas ele é machista da seita do patriarcado. Se um pai aconselha a filha a evitar de se envolver com certas pessoas ou a ir em certos lugares, a culpa é do patriarcado. Se ele apoia o que a menina quer vestir ou aconselha ela a fazer o que ela quer mesmo sendo uma escolha ruim, ele é conivente com a sociedade que objetifica a mulher e o patriarcado.

No mundo feminista toda mulher é oprimida e todo homem oprime. E esta idéia feminista sobre o mundo é que justifica o feminismo que “nos liberta e salva” de tudo isso. Esta é a propaganda que elas nos vendem. Quem é contra o feminismo é vista como burra ou ignorante demais e precisa ser “libertada” por este movimento” perfeito”.

E os homens nisso tudo? Eles ficam em casa, manipulando tudo, bebendo cerveja, arrotando e pensando no melhor modo do destruir as mulheres ou nos estuprrar, eles nos mandam fazer as piores tarefas do mundo, os serviços mais pesados e nos prendem em correntes. Isto para as feministas é o patriarcado. Homem é igual a bandido.

O ponto é que no mundo real muitas coisas aconteceram de modo diferente. No mundo real a necessidade sempre foi mais forte que teorias absurdas e tudo isso fez o ser humano sobreviver. No mundo real homens e mulheres lutaram para se ajudar mutuamente e vencerem. No mundo real, homens lutaram em guerras que foram criadas por homens ou mulheres. No mundo real mulheres e crianças se salvavam primeiro. Os homens morriam por serem homens longe de casa. No mundo real, o homem em geral fazia o trabalho mais pesado por ser mais forte e não querer sacrificar a mulher, enquanto esta cuidava da casa e dos filhos por ter maiores dotes sociais. No mundo real, homens faziam serenatas para as mulheres e o romantismo existia. No mundo real, as gurus feministas parecem detestar sexo. No mundo real, homens possuiam um certo tipo de comportamento enquanto mulheres possuiam outro. No mundo real, homens possuiam uns gostos e as mulheres outros. Existiam homens loucos e mulheres loucas, existiam homens bons e mulheres boas. Existiam também  seres malignos de ambos os sexos. Hoje, também no mundo real, concursos pagam o mesmo. No mundo real nunca presenciamos uma mulher que ganhe menos por ser mulher ou um homem que ganhe mais por ser homem.

Com a II guerra tudo mudou. Faltavam trabalhadores homens pois estes estavam morrendo nas guerras. Para a sociedade se manter e o ser humano sobreviver, a mulher mais por necessidade que por gosto teve que sair de casa e ir trabalhar. Umas tomaram gosto. Os homens voltaram. Tudo isso veio da necessidade do ser humano sobreviver e fatos históricos mudaram o mundo. As mudanças nasceram disso . Logo depois, apareceram as feministas gritando a mentira do feminismo  dizendo que salvaram o planeta do “patriarcado”.  E elas fizeram tanta propaganda que o mundo mudou para a pior. Hoje cantores ao invés de cantarem “Meu amor” cantam “cachorra, vou te comer”. Ao invés de mulher se dar valor, ela vai copiar o Mc Catra ou o Neymar. E a nova onda é ser igual a Valezca Popozuda que deu e distibuiu para quem quis e prega que isso é ser a “forte mulher brasileira.”

O mundo mudou? Com certeza. O modo de cortejar mudou. Hoje chamar de cachorra é elogio. Dançar de modo vulgar é moda. Também hoje podemos ver muito homem que fica perdido ao levar um “não” de uma mulher. Mas, lembrando também que muitas mulheres que dão em cima de um rapaz se não são correspondidas ofendem o cara de gay, frouxo e por ai vai. É como se ele tivesse a obrigação de aceitar as investidas dela pois ela é a “feminista mulher moderna que chega junto” quando na verdade quer se auto-afirmar. Prova disso, foi a Fernanda do BBB, que enquanto o André não se declarou ela não sossegou. Já estava a ponto de chamar o cara de v#### em rede nacional. Mas aqui as feministas ficam cegas e irão achar qualquer desculpa para blinda-las. Ex: falácia do escocês (ela não é mulher de verdade, ela nunca foi feminista de verdade, etc). Feministas tentam criar teorias intelectuais mas somente falam falácias para copiarem sempre o comportamento masculino da pior espécie.

Estas terroristas até hoje acreditam nas suas mentiras e querem nos converter com suas teorias sem nenhuma base e completamente fora da realidade. Feministas coms seus “malabarismos psicológicos” se blindam para nunca ter culpa de nada. Também querem é se auto-afirmar tendo sempre o homem como exemplo a ser copiado mas usam da desculpa da igualdade para se justificar mas elas na verdade fogem da igualdade. Elas conseguem praticar misandria e misoginia ao mesmo tempo. O feminismo que elas tanto falam lutar por direitos iguais ( deveria se chamar humanismo ao invés de feminismo), hoje não passa de psicologia barata e hipócrita. E podemos ver que os meios de comunicação que são puro marxismo cultural apoiam o feminismo com chamadas baratas e complemaente recheadas de hipocrisia feminista como foi este caso destes dois pseudo-artistas entre tantos outros.

As heresias de Erin Pizzey, outra mulher que desmascara o feminismo.

Padrão
Apesar de ser uma ensaísta e romancista de sucesso, Erin Pizzey ganhou reconhecimento internacional por seu trabalho humanitário, acolhendo e recuperando vítimas de violência doméstica. Em 1971, ela fundou o primeiro refúgio para mulheres do mundo moderno, o Chiswick Aid (organização hoje denominada como Refuge). Seu olhar clínico e sua experiência com incontáveis vítimas renderam importantes descobertas sobre a natureza e as causas da violência doméstica. Suas conclusões e evidências lançaram nova luz sobre a questão. Surpreendentemente, Pizzey se viu encurralada por manifestações feministas, boicotes organizados e ameaças de morte, devido à sua afirmação de que quase toda violência doméstica é recíproca. Segundo Pizzey, as mulheres são tão capazes de violência quanto os homens.
 Seu nome completo é Erin Patria Margaret Pizzey. Seu pai era diplomata, mas não era um homem de posses. Fugindo da pobreza na Irlanda, sua família se transferiu para Shangai, onde logo ocorreria a invasão japonesa. Em 1942, toda a família foi capturada pelo exército inimigo, sendo futuramente trocada por prisioneiros de guerra, quando então puderam se reunir novamente. Apesar de ter nascido na China, no vilarejo de Tsingtao (hoje uma província conhecida como Qingdao), após uma movimentada juventude, Pizzey se estabeleceu na Inglaterra, onde estava destinada a iniciar uma carreira humanitária única naquela época.
Era o começo dos anos 70. Pouco a pouco, por toda Londres, mulheres que viviam presas a um cenário de opressão, humilhação e agressão física começaram a ouvir falar que em Chiswick, West London, no Terraço Belmont, havia um lugarzinho simples para onde era possível fugir e — mesmo sem dinheiro, mesmo arrastando filhos e independente de quem você seja ou do que possa ter feito — ser recebida de braços abertos e protegida. Chiswick era a certeza, não somente de um esconderijo seguro, mas de alimentação decente, cuidados médicos, asseio, roupas e, todos os dias, pontualmente as cinco, uma xícara bem quente de chá na companhia de Erin Pizzey.
A despeito do descrédito inicial de líderes comunitários, autoridades locais e membros da mídia, ela conseguiu inaugurar vários outros abrigos, gerenciados à semelhança de Chiswick. Não demorou muito para que a determinação de sua empreitada e a natureza inovadora de sua iniciativa conquistasse o público, ganhando o reconhecimento e os elogios de figuras importantes. Seu livro de 1974, Scream Quietly or the Neighbors Will Hear (Grite Baixinho ou Os Vizinhos Ouvirão, sem tradução no Brasil), sucesso de público e crítica, deu notoriedade à questão.
Em 1975, discursando na House of Commons, Jack Ashley (MP) atestou que Pizzey foi “a primeira a reconhecer a seriedade da situação e quem primeiro fez algo de prático ao estabelecer o centro Chiswick Aid. Como resultado desse trabalho magnífico e pioneiro, agora a nação inteira veio a reconhecer o significado do problema”.
O que fez a diferença foi que, desde o início, Chiswick, seu primeiro abrigo, foi procurado por pessoas abusadas de todos os tipos, inclusive homens. Lidando com o problema em sua apresentação mais crua, não demorou muito para Pizzey perceber as limitações do papel masculino como agressor universal e a distância entre as políticas feministas e as reais necessidades da comunidade.
Os freqüentadores de Chiswick mostraram a Pizzey que o maniqueísmo “mulheres são de Vênus, homens são do inferno” não descreve adequadamente a questão. A violência doméstica é recíproca, com ambos os parceiros abusando um do outro em taxas basicamente equivalentes. Por exemplo, acompanhando o histórico pessoal das muitas mulheres que reincidiam no abrigo, guardando informes sobre suas idéias, atitudes e reações agressivas, estudando sua capacidade de construir sempre o mesmo tipo de relacionamento, ela notou que a maioria das mulheres ali tinha tanta ou mais propensão à violência que seus parceiros, sejam maridos, namorados ou namoradas.
Intrigada, Pizzey uniu-se a outro interessado em violência doméstica, o Dr. John Gayford, do hospital Warlington. A pesquisa deles rendeu um ensaio intitulado Comparative Study Of Battered Women And Violence-Prone Women (algo como Estudo Comparativo Sobre Mulheres Agredidas e Mulheres com Propensão à Violência). O estudo faz uma distinção entre “mulheres genuinamente agredidas” e “mulheres com propensão à violência”. Desde então, descobertas similares relativas à mutualidade da violência doméstica têm sido amplamente confirmadas. O estudo de Pizzey e Gayford foi considerado uma inovação. Para Pizzey, contudo, era a comprovação de que a sociedade jamais havia olhado realmente para o problema. Ela se desligou do movimento feminista e começou sua própria campanha humanitária. Foi quando seu trabalho passou a sofrer injustas represálias que duraram mais de uma década, vindo a ser completamente obliterado.
Perplexa na época, hoje a ativista parece segura em explicar o ocorrido. Segundo Pizzey, grupos feministas em coalizão com lideranças trabalhistas femininas seqüestraram sua causa e a converteram numa tentativa de demonizar os homens — todos eles, o masculino em si — junto à comunidade internacional.
A intenção seria tornar mundialmente aceita, como um dogma político, a visão da mulher como vítima histórica dos homens, como o verdadeiro sexo superior, que só não se sobressaiu porque foi injustiçado por uma sociedade masculina decadente, sobre a qual a mulher não possui qualquer responsabilidade, estando acima de críticas. Era o que pregavam importantes aforismos feministas da época, tais como: “O único problema são os homens!” Após o seqüestro de seu trabalho, por qualquer razão, Pizzey testemunhou em toda a mídia os números da violência contra a mulher dispararem. Isso incentivou a disponibilidade de fundos públicos, tornando novas instituições de apoio (agora exclusivo a mulheres) financeiramente promissoras e espalhando-as — assim como a sua ideologia — rapidamente sobre o globo. Hoje, Chiswick Aid, o pequeno movimento independente que começou num terraço em Londres, foi renomeado de Women’s Aid e possui uma renda anual multimilionária, apoiada por uma complexa rede de financiamentos, praticamente impossível de ser fiscalizada.
Deixando de lado acusações de improbidade administrativa e de disseminação de intolerância contra os homens (misandria) visando lucro, Pizzey lamenta apenas que a iniciativa inaugurada por ela tenha sido levada do “pessoal para o político”, pondo em risco nossas noções sobre as relações humanas.
Seu livro mais procurado pelos estudiosos da violência doméstica é também seu trabalho mais acusado. Em Prone to Violence (algo como Propensão à Violência), Pizzey argumenta que boa parte das vítimas femininas que freqüentavam o refúgio demonstrava possuir personalidades solícitas a relacionamentos abusivos. Ela categoriza os diversos tipos de comportamento abusivo, explicando-os através de uma combinação dos possíveis fatores causadores, circunstâncias comuns aos relatos das muitas vítimas e agressores que cruzaram seu caminho.
Prone to Violence não apela ao maniqueísmo sexista que nascia na época, não elege culpados, nem promove receitas de bom comportamento. A máquina de escrever de Pizzey não tinha outra meta além de uma compreensão humanitária da questão. Ela chega a especular, por exemplo, que altos níveis de hormônios e neurotransmissores associados a determinados problemas de infância poderiam levar a adultos que repetidamente sofrem alterações violentas com parceiros íntimos — apesar dos custos físicos, emocionais, legais e financeiros —, numa despercebida tentativa de simular o impacto emocional de experiências marcantes da infância. O livro apresenta variadas estórias de distúrbios familiares, assim como uma discussão sobre as causas da ineficiência das agências estatais de assistência social.
Apesar de sua importância acadêmica ter sido diversas vezes reconhecida, a obra contribuiu ainda mais para a ferocidade da oposição feminista contra a pesquisa e os refúgios para ambos os sexos mantidos por Pizzey. Sua reputação herética se consolidou, a multidão com seus slogans exigia fogueira para a bruxa. Demonstrando bravura, ela afirma que foi só depois de inúmeras ameaças de morte contra ela, seus filhos e netos, bem como do linchamento de seu cachorro, que a família abandonou sua vida na Inglaterra para recomeçar nos Estados Unidos. Era como estar revivendo o pesadelo de sua infância na China, durante a invasão japonesa. Ela não sabia, mas após anos de exílio nos EUA, a crescente repercussão de sua obra entre políticos, terapeutas e intelectuais a tornaria bem-vinda novamente no Reino Unido.
Erin Pizzey nunca parou de trabalhar com vítimas de violência doméstica. Atualmente ela é membro-fundador da agência de caridade Mankind Initiative.
PONTOS DE VISTA E DEPOIMENTOS DE PIZZEY
 
Pizzey novamente na Inglaterra, depois de sofrer ameaças por parte das feministas
“Vivem me dizendo que duas mulheres morrem a cada semana devido a seus maridos. Um homem também morre, embora não falem, nem dos outros três que se suicidam semanalmente. Eu conheço esses homens, eu sei por que se matam.”

— Erin Pizzey (a mulher que mais compreendeu e enfrentou a violência doméstica na Inglaterra, em depoimento na parte 3 do documentário)

– O que Teresa May [feminista famosa] não assume é que se uma em cada quatro mulheres sofre violência doméstica ao longo da vida, o mesmo ocorre com um em cada seis homens. Duas mulheres morrem por semana, assim como um homem morre. […] O que é preciso fazer é chegar ao ambiente onde se suspeita de que houve violência com uma abordagem terapêutica que proteja a ambos os lados.
– Nós temos que olhar para a violência doméstica a partir de uma perspectiva terapêutica. Porque não é como geralmente se pensa, isto é, o patriarcado, o que todos os homens fazem contra todas as mulheres…! A grande maioria dos homens jamais levantou um dedo para uma mulher.
– Houve grandes piquetes contra minha pessoa. E é claro que eu fiquei apavorada. Isso é uma indústria multimilionária, a violência doméstica, e as mulheres que controlam esse negócio não permitem que evidência alguma ameace seu financiamento.
– [Sobre o feminismo] Eu me recordo dessa imensa promessa de que haveria esse novo movimento que iria unir as mulheres. E eu achei maravilhosa a idéia de que as mulheres seriam capazes de cooperar entre si, ao invés de apenas competir umas com as outras.
– Eu nunca acreditei totalmente no discurso da opressão feminina do começo dos setenta. Eu me uni ao feminismo por interação, não por revolução.
– Eu me lembro de ir para minha primeira reunião, de entrar nessa grande sala […] e olhar para as outras mulheres, que também me reconheceram. Uma delas me perguntou por que eu estava ali. Eu disse que vim porque estava sozinha, isolada, e que esperava encontrar outras mulheres que também desejassem fazer algo por nossas comunidades. Elas acharam uma tolice e responderam, irritadas, que meu problema era o meu marido, que ele estava me oprimindo, ele e o capitalismo.
– E lá fora havia grandes demonstrações [contra Chiswick] com cartazes exibindo mensagens como “todos os homens são bastardos, todos os homens são estupradores”. Eu fui lá e saí perguntando aos policiais: “se fossem contra negros ou judeus vocês prenderiam essas mulheres, por que não as prendem agora?” Eles ficavam muito desconfortáveis!
– Ao longo dos doze anos em que gerenciei o refúgio, sempre que eu decidia falar havia gritos de feministas. Eu vinha tentando publicar um livro chamado Prone to Violence , finalmente conseguimos, mas eu precisei de escolta policial por toda a Inglaterra devido a ameaças de morte, a ameaças de bomba. Após tantos anos, a gota d’água foi quando o esquadrão anti-bombas veio até minha casa recolher um pacote suspeito. Eles disseram que agora tudo o que me fosse enviado deveria passar por eles primeiro, em razão da minha segurança e da segurança da minha família. E foi quando eu deixei a Inglaterra e entrei nesse exílio que já perdura a mais de quinze anos.
– [Perguntada sobre se nossa visão da violência doméstica é manipulada] Sim, todo mundo sabe. Os números já demonstraram há muito tempo. A violência mais séria é entre duas mulheres.
– Se você inaugura um movimento dedicado a promover o ódio aos homens, eu não tenho condições de participar dele.
– O que eu digo desde o início de tudo é que não existe uma questão de gênero.
 OBRAS DE ERIN PIZZEY
Não-ficção:
 – Scream Quietly or the Neighbours Will Hear
– Infernal Child (an early memoir)
– Sluts’ Cookbook
– Erin Pizzey Collects
– Prone to violence ISBN 0-600-20551-7 Out of print
– Wild Child
– The Emotional Terrorist and The Violence-prone ISBN 0-88970-103-2
Ficção:
– In the Shadow of the Castle
– The Pleasure Palace (in manuscript)
– First Lady
– Counsul General’s Daughter
– The Snow Leopard of Shanghai
– Other Lovers
– Swimming with Dolphins
– For the Love of a Stranger
– Kisses
– The Wicked World of Women
 Fonte: Diário de desinformação

Redução da maioridade idade penal no Brasil e fascismo. O que é realmente o fascismo?

Padrão

O povo brasileiro na sua maioria apoia  a redução da maioridade pena no Brasil. E sabem o motivo? A realidade brasileira hoje difere muito do mundo paz e amor que feministas,  defensores dos “direitos humanos”e outros marxistas culturais imaginam como perfeito. Hoje menor de 18 anos estupra, mata, assalta bem diferente de jovens inocentes de 1800. Esta é a verdadeira realidade brasileira. Triste, mas esta é a verdade. Claro que qualquer pessoa gostaria que qualquer criminoso/a largasse a vida do crime com conselhos, palavras. Melhor ainda se fossem menores. Todas as pessoas seriam mais felizes. Mas isso é na teoria.

Infelizmente a realidade brasileira é outra. Marxistas culturais, feministas e simpatizantes se negam a ver isso com sempre. E ainda mais engraçado é ver pessoas reclamando do caos  da segurança pública aqui no Brasil aonde basta ligarmos a TV para vermos absurdos mas moram em alguns lugares aonde as leis são severas mas sempre achando criminosos de menor de idade inocentes aqui no Brasil aonde o caos impera.

Criminosos devem ser punidos. Simples. Uma pena proporcional ao crime. Se hoje fazem sexo com 13, 14 anos, se engravidam, se votam, se dirigem e tudo o mais porque adolescentes ainda devem ser tratados como crianças inocentes sendo que a realidade é outra?

Claro que bons exemplos, boa educação e tudo o mais criam um ser humano melhor. Mas o ser humano parece estar muito longe da perfeição e nem sempre ser criminoso é sinônimo de pobreza (isto é preconceito). E aqueles menores de qualquer classe social que escolhem o crime porque querem viver a vida loucamente? Engraçado é ver os marxistas culturais paz e amor politicamente corretos que cometem preconceito sem saber através de uma utopia feliz.

E uma pessoa sabendo da realidade do Brasil se defender a mudança da maioridade pena é chamada de fascista. Mas hein?

Todo mundo sabe que o termo fascista é hoje pejorativo; um adjetivo frequentemente utilizado para se descrever qualquer posição política da qual o orador marxista cultural e simpatizante não goste.  Não há ninguém no mundo atual propenso a bater no peito e dizer “Sou um fascista; considero o fascismo um grande sistema econômico e social.”

Porém, afirmo que, caso fossem honestos, a vasta maioria dos políticos, intelectuais e ativistas do mundo atual teria de dizer exatamente isto a respeito de si mesmos. O atual governo brasileiro é fascista. O regime cubano é também fascista.

O fascismo é o sistema de governo que carteliza o setor privado, planeja centralizadamente a economia subsidiando grandes empresários com boas conexões políticas, exalta o poder estatal como sendo a fonte de toda a ordem, nega direitos e liberdades fundamentais aos indivíduos e torna o poder executivo o senhor irrestrito da sociedade. Isto é realmente fascismo.

Tente imaginar algum país cujo governo não siga nenhuma destas características acima.  Tal arranjo se tornou tão corriqueiro, tão trivial, que praticamente deixou de ser notado pelas pessoas.  Praticamente ninguém conhece este sistema pelo seu verdadeiro nome.

É verdade que o fascismo não possui um aparato teórico abrangente.  Ele não possui um teórico famoso e influente como Marx.  Mas isso não faz com que ele seja um sistema político, econômico e social menos nítido e real.  O fascismo também prospera como sendo um estilo diferenciado de controle social e econômico.  E ele é hoje uma ameaça ainda maior para a civilização do que o socialismo completo.  Suas características estão tão arraigadas em nossas vidas — e já é assim há um bom tempo — que se tornaram praticamente invisíveis para nós.

E se o fascismo é invisível para nós, então ele é um assassino verdadeiramente silencioso.  Assim como um parasita suga seu hospedeiro, o fascismo impõe um estado tão enorme, pesado e violento sobre o livre mercado, que o capital e a produtividade da economia são completamente exauridos.  O estado fascista é como um vampiro que suga a vida econômica de toda uma nação, causando a morte lenta e dolorosa de uma economia que outrora foi vibrante e dinâmica.

Benito Mussolini resumiu a doutrina fascista numa regra concisa: “Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado.” No Brasil, se você é contra essa idéia, se você é a favor da iniciativa particular e das liberdades individuais, logo aparece um chimpanzé acadêmico que tira daí a esplêndida conclusão de que você é Benito Mussolini em pessoa. E não caia na imprudência de imaginar que essa conversa é demasiado pueril para enganar o resto da macacada. Quando você menos espera, guinchados de ódio cívico se erguem da platéia, e uma frota de micos, lêmures, babuínos, orangotangos e macacos-pregos se precipita sobre você, às dentadas, piamente convicta de estar destruindo, para o bem da humanidade símia, um perigoso fascista. Cuidado, portanto, com o que diz por aí. Você não faz idéia da autoridade intelectual dos chimpanzés na terra do mico-leão.

Na verdade, a idéia oficial de “fascismo” que se transmite nas nossas escolas não tem nada a ver com o fenômeno que em ciência histórica leva esse nome. É uma repetição fiel, devota e literal das fórmulas de propaganda concebidas por Stálin no fim da década de 30 para apagar às pressas a raiz comum dos dois grandes movimentos revolucionários do século e atirar ao esquecimento a universal má impressão deixada pelo pacto germano-soviético. Nessa versão, o fascismo e o nazismo surgiam como movimentos “de extrema-direita”, criados pelo “grande capital” para salvar “in extremis” o capitalismo agonizante. É lindo imaginar aqueles banqueiros judeus de Berlim, reunidos em comissão médica em torno do leito do regime moribundo, até que a um deles ocorre a solução genial: “É moleza, turma. A gente inventa a extrema-direita, ela nos manda para o campo de concentração, e pronto: está salvo o capitalismo.”

No entanto as origens e a natureza do fascismo não são mistério nenhum, para quem se disponha a rastreá-las em autênticos livros de História.

Todas as ideologias e movimentos de massa dos dois últimos séculos nasceram da Revolução Francesa. Nasceram dela e nenhum contra ela. As correntes revolucionárias foram substancialmente três: a liberal, interessada em consolidar novos direitos civis e políticos, a socialista, ambicionando estender a revolução ao campo econômico-social, a nacionalista, sonhando com um novo tipo de elo social que se substituísse à antiga lealdade dos súditos ao rei e acabando por encontrá-lo na “identidade nacional”, no sentimento quase animista de união solidária fundada na unidade de raça, de língua, de cultura, de território. A síntese das três foi resumida no lema: Liberdade-Igualdade-Fraternidade.

A conjuração igualitarista de Babeuf e seu esmagamento marcaram a ruptura entre os dois primeiros ideais, anunciando duzentos anos de competição entre revolução capitalista e revolução comunista. Que cada uma acuse a outra de reacionária, nada mais natural: na disputa de poder entre os revolucionários, ganha aquele que melhor conseguir limpar sua imagem de toda contaminação com a lembrança do “Ancien Régime”. Mas para limpar-se do passado é preciso sujá-lo, e nisto concorrem, com criatividade transbordante, os propagandistas dos dois lados: as terras da Igreja, garantia de subsistência dos pobres, tornam-se retroativamente hedionda exploração feudal; a prosperidade geral francesa, causa imediata da ascensão social dos burgueses, torna-se o mito da miséria crescente que teria produzido a insurreição dos pobres; a expoliação dos pequenos proprietários pela nova classe de burocratas que se substituíra às administrações locais (e que aderiu em massa à revolução) se torna um crime dos senhores feudais. A imagem popular da Revolução ainda é amplamente baseada nessas mentiras grossas, para cuja credibilidade contribuiu o fato de que fossem apregoadas simultaneamente por dois partidos inimigos.

A terceira facção, nacionalista, passa a encarnar quase monopolisticamente o espírito revolucionário na fase da luta pelas independências nacionais e coloniais (o Brasil nasceu disso). A parceria com as outras duas transforma-se, aos poucos, em concorrência e hostilidade abertas, incentivadas, aqui e ali, pelas alianças ocasionais entre os revolucionários nacionalistas e os monarcas locais destronados pelo império napoleônico.

Pelo fim do século XIX, as revoluções liberais tinham acabado, os regimes liberais entravam na fase de modernização pacífica. O liberalismo triunfante podia agora reabsorver valores religiosos e morais sobreviventes do antigo regime, tornados inofensivos pela supressão de suas bases sociais e econômicas. Ele já não se incomodava de personificar a “direita” aos olhos das duas concorrentes revolucionárias, rebatizadas “comunismo soviético” e “nazifascismo”. Assim começou a luta de morte entre a revolução socialista e a revolução nacionalista, cada uma acusando a outra de cumplicidade com a “reação” liberal.

Essa é a história. O leitor está livre para tentar orientar-se entre os dados, sempre complexos e ambíguos, da realidade histórica, ou para optar pelas simplificações mutiladoras. A primeira opção fará dele um chato, um perverso, um autoritário, sempre a exigir que as opiniões, essas esvoaçantes criaturas da liberdade humana, sejam atadas com correntes de chumbo ao chão cinzento dos fatos. A segunda opção terá a vantagem de torná-lo uma pessoa simpática e comunicativa, bem aceita como igual na comunidade tagarela e saltitante dos símios acadêmicos.