Arquivo mensal: setembro 2013

Mulheres podem cometer casos de violência doméstica? Aprendam com o caso da psicopata da Universidade Federal do Rio Grande do Sul entre outros tantos.

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feminismo UFRGS impunidade
Erin Pizzey, Michele Elliott e Simone Alvin são algumas mulheres especialistas no tema violência doméstica. Chegaram a recolher dados sobre casos aonde a mulher se comporta como agressora contra crianças, homens, outras  mulheres e pessoas idosas. Este é um fato que a sociedade e as feministas se negam a encarar. Também não é incomum que tais pesquisadora sejam ODIADAS pelas feministas e tenham sofrido até ameaças de morte, censura e patrulhamento.
Qual é o motivo disso? Simples: feministas escondem casos como o da psicopata deste texto acima retirado do facebook de uma UNIVERSIDADE FEDERAL. Aqui neste caso da universidade do Rio Grande do Sul, a UFRGS.
O texto diz o seguinte:

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“#729 “Sou mulher, pratico boxe e muay thai e já fiz kung fu; sou mais forte que a maioria dos homens que vão à academia. Confesso que hoje eu literalmente espanquei meu namorado! E confesso também que só pratico todas essas lutas porque uma vez por mês eu fico de TPM e um lado obscuro e maléfico que existe dentro de mim decide vir a tona. não, não é aquelas TPM’s que a maioria das mulheres têm. é muito forte mesmo. durante uma semana eu fico extremamente agressiva e pratico as lutas acima só para extravasar (se não o faço, muitas vezes chego a dar socos na parede até o ponto de minha mão direita ficar roxa e totalmente sem sensibilidade; só para não descontar toda essa agressividade em pessoas inocentes ou objetos vítreos que encontro pela casa),fico uma semana com uma enxaqueca que dá uma vontade enorme de cortar minha cabeça só para ela passar, cólicas abdominais que me fazem contorcer de dor, uma dor nos olhos ao ponto que preciso andar de óculos escuros dentro de casa, uma fadiga enorme que vem sem explicação, dores musculares por todo o corpo, tenho ápices de felicidade e momentos de profunda depressão. e tudo isso para que ao término dessa maldita semana saia sangue pela minha ******. E eu tenho a enorme sorte de essa semana desgraçada cair bem na semana de provas da faculdade, faço um enorme esforço para conseguir estudar, reclamo disso para a única pessoa que pensei que iria me entender e aí o lindão fala que é “birra!”. Olha, não é facil eu perder o controle, eu realmente me isolo uma semana inteira para não descontar minha TPM em ninguém (dois anos de faculdade e ninguém desconfia que há um psicopata adormecido vivendo na minha cabeça e que desperta uma vez ao mês!), já tive que procurar tratamentos médicos diversas vezes e ele vem dizer que o meu problema é “birra!”… escrevi tudo isso porque eu sei que ele passa horas no face e lê essa página. Só para avisar: depois de hoje (e de tudo que aconteceu esse mês), deu para mim. Aproveite seu olho roxo e eu espero do fundo do meu coração que depois daquele chute no saco você nunca mais consiga ter uma ereção na sua vida! beijos ps: sim, ele já sabia desse meu “probleminha” assim que completou um mês de namoro, então, como diz aquele ditado: “ele cutucou a onça com a vara curta!” (e que varinha curta, hein querido??? kkkkk) #desabafei #TorcendoParaEleNãoLigarParaAPolícia #OdeioHashtag‘s”.

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Bem, este fato comprova a realidade. Como as especialistas Erin Pizzey, Michele Elliott e Simone Alvim sempre afirmaram mulheres podem agredir homens também assim como outras mulheres e crianças. E isto pouco tem a ver com o machismo, patriarcado ou tudo o mais. Agridem por serem agressoras mesmo e por quererem descarregar em alguém a sua raiva doentia e revolta. Tudo serve como motivo e aqui neste texto ela cita a TPM. No texto original inclusive muitas outras meninas apoiam a garota. Todas estudantes, muitas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, livres, fortes, nada oprimidas e talvez doutrinadar por professores marxistas-feminisas e afins.
Mas neste caso citado acima como em tantos outros similares as feministas fazem vistas grossas. Qual seria o motivo disto tudo?
Simples. No sentido oposto das pesquisadoras acima citadas que estudaram o assunto de modo imparcial e chegaram ao veredito que homens e mulheres se agridem de modo proporcional, na mente fantasiosa feminista os homens são culpados por todo o mal do planeta e isso também se refere a cometer atos de violência. A mulher aqui é vista como agente passivo como se fosse uma marionete burra e cega comandada por anos de homens psicopatas com leis absurdas, etc. Tudo isso se resume na palavras patriarcado. Na teoria feminista sempre fomos burras e incapazes até que as “super feministas” chegaram para nos “salvar”.
Não concordamos com este modo das feministas agirem, assim como o grupo Garotas Direitas, Mulheres Conservadoras e outros. Mulheres sabem pensar, possuem cérebro e bom senso e usar de tal conversa feminista para justificar erros cometidos por vontade própria é ter muita péssima fé  e interesses sujos feministas.
Vejamos, de um lado possuimos pesquisadoras sérias que comprovam a realidade: Homens x mulheres se agridem de modo proporcional. Do outro lado possuimos as feministas que possuem uma teoria e condenam outras mulheres que mostram as pesquisas e dados sérios que contrariam o feminismo e sofrem censura, patrulhamento e ameaças por isso. Feministas negando a REALIDADE por esta ser contra a FANTASIA do patriarcado , que na verdade nada mais é que um motivo falacioso para criar uma guerra entre classes. Tudo isso muito se assemelha ao modo marxista de doutrinar pessoas cegas.
 Podemos perceber aqui que os ditos direitos iguais e justiça caem mais uma vez por terras em se tratando de feministas mas isso vai além disso. Muitas outras mulheres também são agredidas por outras mulheres como citou a pesquisadora Michele Elliott. As feministas se omitem nestes casos e ao invés de punir a agressora e divulgar os fatos reais,  censura estes dados e patrulha quem os divulgar o que permite que culpadas por violentar outras mulheres escapem impunes. Tudo isso para preservar a falaciosa teoria do patriarcado aonde SEMPRE os homens são culpados. Em muitos destes casos o homem recebe a culpa sem nem estar envolvido e tudo isso para engordar os casos que as feministas criam nas sua mentes. Ninguém aqui nega fatos que existam homens agressores e psicopatas. Longe disso. Desejamos paz a todas as pessoas e justiça que puna o agressor ou agressora quer este seja mais forte ou fraco/a. O que procuramos questionar é a conversa feminista parcial que NEGA A REALIDADE e CENSURA algo que nada convém a MENTIRA DO PATRIARCADO  e protege psicopatas deste tipo acima.
Questionamos também um fato. E se fosse o oposto? Um garoto dizendo que espancou uma garota por alguma futilidade? Certo, leis especiais para proteger quem apanhou, campanhas feministas, etc e etc. Neste caso aqui percebemos um apoio de pessoas a favor da agressora, gritos de liberdade “sou forte e livre”,etc. Se o rapaz agredido reagisse mesmo ela sendo mais forte que ele, ela talvez choraria ou chamaria alguém para bater nele e se esconderia na frase “em mulher nunca se bate nem com uma  flor” impregnadas na nossa cultura pelo “maligno” patriarcado.
Cada vez mais podemos ver que o feminismo protege um certo grupo de pessoas, as feministas e mulheres que simpatizam com este movimento e reforçam a alma coletiva deste grupo que somente sabe atacar em bandos com teorias e que como bom grupo marxista vive de FUGIR DA REALIDADE.

http://teratologiacriminal.blogspot.com.br/2013/10/caso-silvia-calabresi-lima-goianiago.html?spref=fb

Vejam abaixo alguns casos de violência doméstica que as feministas nunca comentam ou falam (censura). Observem que além de homens outras mulheres e crianças também sofrem com isso.

Mãe mata a filha com pedradas e forja sequestro.

Mãe mata o filho

Mais um caso aonde outra  mãe mata um casal de filhos.

Lésbica mata companheira a facadas

Lésbica mata companheira por causa de DVD

Lésbica ciumenta mata a namorada

Feministas fazem ameaças de estupro e morte contra o nosso grupo…mais uma vez.

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ameaças feministas de estuproataques fErin Pizzey, mulher que ajudou homens e mulheres que sofreram com violência doméstica passou por ameaças, censura e patrulhamento por parte das feministas. A Bruna, do blog garotas direitas, idem. Isto também vale para o nosso grupo e outros grupos do facebook ou blogs como as mulheres conservadoras, mulheres inteligentes, etc.

As feministas adoram atacar qualquer uma que discorde delas. E atacam sem piedade.

Ameaças de estupro, morte, ofensas (traidoras, vadias, Amélias, etc) e tudo o mais fazem parte deste grupo também. Estratégias marxistas, ataques coletivos, gritos de ordem, apelos ao coletivismo, jogo duplo, falsas dicotomias, etc, tudo isso até agora foi usado para tentar nos calar.

Ao mesmo tempo os posts com ameaças que hoje postamos aqui revelam a verdadeira face das feministas. Este movimento mentiroso sempre foi propaganda e mentira e mais uma ferramenta para doutrinar cegas e revoltadas com a vida.

Leiam os textos de ameaças feitas ao nosso grupo e a outros grupos. Esta é a verdadeira face das feministas. O resto é propaganda. Sem mais.

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Replicando o post da Bruna: A nova violência contra a mulher

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Fonte: Blog garotas direitas

Um novo tipo de violência com a mulher aflorou nos últimos anos, e vem ganhando força de modo assustador no Brasil. Essa agressão não é praticada especificamente por homens ou por uma classe social, ela é praticada, infelizmente, por aqueles que se dizem defensores da causa das mulheres. É uma violência de caráter psicológico, da pior espécie imaginável: querem roubar, nada mais, nada menos, do que nossa identidade. Querem dizer para a mulher o que ela deve pensar e dizer – caso contrário, não pode se dizer mulher.

Os praticantes dessa violência alegam que uma mulher enquanto política, professora, advogada, mãe, ou qualquer que seja sua posição, só é verdadeiramente mulher se defender um aglomerado de pautas, como o aborto, as cotas para mulheres, a marcha das vadias, dentre outras. Os agressores querem transformar o sexo feminino numa massa acéfala, que vaga pelos mais diversos nichos repetindo frases decoradas. E o que acontece se você ousar discordar de alguma das pautas que eles defendem? Você é acusada de não ter consciência de gênero, de ser machista, de ser intolerante, de estar “cega pela religião”.
O debate entre pessoas que pensam de modo diferentes é saudável, independente do sexo dos debatedores. Mas daí a conceder previamente o status de párias aos que discordam, é um longo caminho sombrio. Presenciei discursos de feministas que alegam que mulheres envolvidas na política só são verdadeiramente representantes das mulheres se defenderem as pautas do movimento feminista. Essas pessoas ignoram completamente o fato de que as mulheres possuem capacidade de pensar, de raciocinar, de estudar, de discordar. Ignoram nosso bem mais precioso: nossa singularidade.

Não somos iguais aos homens, não somos iguais sequer umas às outras, e é nisso que reside nossa maior qualidade, nossa unicidade. Esquecem-se que a beleza de nossa espécie é a diversidade. Ninguém quer ser comum, todos queremos marcar, ter um diferencial… Então por que permitir tamanha violência e opressão umas com as outras, a ponto de tentar usurpar uma característica fundamental e intrínseca – ser mulher – apenas por discordâncias?

A mulher não é burra. Não precisa de uma cartilha ou pauta do que deve defender para ser mulher. Não precisa de Femen, marcha das vadias e ninguém ditando um manual do que é ser mulher. Respeito as tentativas de busca para soluções de problemas cotidianos – ainda que muitas vezes frustradas – de alguns movimentos sociais, mas não votei em nenhum líder desses movimentos e nem assinei nada que lhes desse direito de dizer que se eu não defender o que eles mandam, deixo de ser mulher. E o mesmo vale para os homens, discordar do movimento feminista em certos pontos não os torna machistas.

Esse pensamento de bloco é um mal avassalador que toma o Brasil e gera tanta segregação: se você não concorda com a massa, vai ser arrastado à força por ela. Muitos concordam por não saber discordar, ainda que lhe pareça anti-natural, acabam repetindo o mesmo discurso sem nem saber o que estão dizendo – falam de dados que nunca viram, de pesquisas que nunca leram, de casos que inventaram. É o medo de destoar, por acreditarem que o coletivo é onisciente. Mas ele não é. O coletivo é burro, assim como é qualquer um que se permite abrir mão de pensar e perde sua individualidade no meio da massa, sem sequer saber com o que está concordando.

E para qualquer um que quer defender a mulher, deixo um recado: defenda de verdade, respeite de verdade, inclusive quando ela discordar de você. “A mulher” não é um personagem pré-concebido, cada uma é de um jeito, tem suas crenças, e nem por isso ela é menos mulher, é burra ou deixa de ter consciência.

Beijinhos!
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MCF: Mais uma vez a Bruna disse tudo. Ela é outra de muitas que entendeu o jogo feminista “vitimista-mulher forte” que usa sempre desta face dupla nos  argumentos feministas. Esta conversa tem origem marxista e possui forte apelo coletivista. MST, GLBT e outros movimentos similares usam a mesma conversa.
Ao mesmo tempo as feministas tentam nos patrulhar e censurar sempre com as mesmas palavras (Ex: devemos tudo ao passado, leiam mais, etc e etc). Elas querem que sejamos livres mas somente prestamos se defendemos os ideais feministas que se contradizem a cada 5 segundos pois nem as feministas realmente acreditam neles.
As gurus sabem bem o motivo desta conversa fiada que sempre foi pura propaganda. Enquanto isto as  feministas vida de gado cérebro lavado ainda acham que o feminismo é tudo aquilo que diz ser e assim defendem absurdos como estes abaixo e cuja origem também é clara. O feminismo sempre foi uma ferramenta do mais puro marxismo cultural.valesca popozuda Londres vergonha
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