Meu filho: por ter nascido homem, um criminoso segundo feministas e o seu sexismo.

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Feministas querem eliminar qualquer diferenças entre homens e mulheres, usando crianças para provar suas teses malucas. A ditadura da igualdade forçada ao marxismo cultural  e a idéia de “evolução” e “modernidade” cria pessoas traumatizadas, incontentes e incapazes de aceitar o outro por ser diferente. Ou feministas possuem vergonha de serem mulheres?

Muito houve-se falar hoje em dia dos valores invertidos que professores pregam por defenderem esta ou aquela ideologia. No Brasil, os professores tendem a ser de esquerda principalmente no campos da humanas mas sem se restringir a estas em qualquer Universidade ou escola. Todas pessoas sabem mas fingem que isto é uma fantasia ou um grupo pequeno, quando na verdade é tudo muito real, praticado por um grande grupo e graças ao forte marxismo cultural, algo aqui tido como “legal, moderno, a sociedade perfeita do futuro”.

O problema é quando isso nos atinge ou atinge quem amamos. O problema é quando querem doutrinar crianças que querem somente ser crianças. O feminismo e as feministas adoram fazer isso, assim como  o khmer vermelho fazia com crianças no Camboja e outros grupos similares fazem ao redor do mundo. Somos cobaias para eles. No caso do Khmer Vermelho, tudo virou uma carnificina em nome da “igualdade forçada” em forma de ditadura. Usar crianças, lavando os seus cérebros é algo muito feminista. E todos sabem de quem as feministas herdaram tal “nobre” atitude.

E comos citado acima, o Brasil é um terreno muito fértil para isso. Forte propaganda marxista cultural,  forte propaganda contra o ex-regime militar, imagem do Brasil associada a “responsabilidade é do governo+ assistencialismo que gera votos+ igualdade sem meritrocracia”, governantes que embora adepto dos “companheiras/ companheiros” e igualdade, amam um certo conforto e luxo bem ao estilo Ocidente Tio Sam,etc. Por um certo acaso, funk hoje é cultura, ser vulgar e brega é ser “popular”, a liberdade é usada de um modo sujo, ninguém pode questionar este modelo que é errado mas é a perfeita cara da brasileira, mesmo que muitos discordem. E quem discorda é preconceituosa. O mesmo vale para os homens.

Encontrei uma dessas educadoras querendo educar o meu filho de 5 anos. Feminista estilo Khmer Vermelho. O perigo é nos omitirmos como fazem outras mulheres com filhos que caem na conversa da propaganda feminista  de”desconsidere diferenças entre meninos e meninas, isto é sexismo, isto é machismo ou qualquer outra propaganda”. O perigo é deixarmos o nosso instinto materno de lado para cairmos na conversa feminista do que é melhor para os nossos filhos pois a propaganda feminista que hoje é muito forte afirma que isto é o futuro, moderno e outras coisas. O risco é grande, principalmente quando as feministas além da propaganda usam de agressividade coletiva e fingimento intelectual para ATACAR crianças ou quem discorde delas, sendo mulheres ou homens.

Irei tentar resumir o que houve comigo e com o meu fiho.

Levo ele a escola maternal em dias alternados com o seu pai e nunca fui de ficar em cima dele, pois sempre confiei em professores. Nunca quis ser  super protetora embora eu e meu marido cuidemos dele sempre. Super proteger os filhos ao meu ver é errado pois eles ficam dependentes. Cuidar é uma coisa bem diferente de super proteger.

Conversando com ele sobre o que tinha aprendido na escola, ele me falou de uma tia ( como chama a professora) nova que veio ensinar eles. Eu conhecia a antiga educadora e gostava dela. Pensei que esta fosse igual ou similar embora cada profissional tenha um certo método preferido. Sem problemas.

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Depois de alguns dias perguntei a mesma coisa a ele que me respondeu que a “tia” estava ensinando ele a usar o giz cor-de-rosa. Pensei, tudo bem. Fui ver os seus desenhos e praticamente, tudo era rosa. Detalhe que antes ele usava todas as cores nos seus desenhos. Fiquei um pouco pensativa e disse ao meu marido. Ele argumentou que faz parte do aprendizado da criança mas decidimos começar a olhar com mais cuidado a nova professora.

As crianças tiveram um dia em que iam brincar de  alfaiate/ costureira. Pegavam pedaços de papéis, recortavam e colavam com a idéia de fazer qualquer tipo de roupa.  Tudo bem mas um porém aqui. Meu filho, que sempre foi um menino normal e com brincadeiras masculinas chegou em casa com um vestido de papel e com amostras de maquiagem feitas com material escolar. Eu fiquei chocada pois ANTES nunca o havia visto assim. E fiquei muito preocupada.

Pensei que o meu filho tivesse tendências homossexuais. Nunca tivemos problemas ou preconceito com homossexuais, que isto fique claro. Nunca deixaria de amar o meu filho mesmo se ele fosse homossexual. Ao mesmo tempo eu não gostaria que ele fosse homossexual por muitos motivos como o bullying que ele provavelmente iria sofrer, o preconceito e outros problemas que homossexuais passam. Acho que grande parte das pessoas pensam assim. Isso não é homofobia, ok, feministas?

Para a minha surpresa o meu filho disse que a sua nova professora havia dito para as meninas criarem roupas de meninos e vestirem-se como garotos e vice-versa. Ele também citou que ela estava ensinando os meninos a fazerem xixi sentados e as meninas de pé. Fiquei muito indignada pela atitude da professora e falei com o meu marido que ficou também indignado.

odiar homens

A misandria feminista hoje vista como algo libertador, moderno e de uma sociedade do futuro. Ao mesmo tempo podemos ver mulheres dizendo que falta homem no mercado ou das saudades do homem de antigamente. Claro, o feminismo com a sua mentalidade anda acabando com eles desde o berço.

Fui levar ele na escola mais cedo para conhecer a professora nova. Pedi educadamente para falar com ela sobre o meu filho e comentei casualmente sobre ele chegar em casa praticamente vestido de menina e maquiado. Para minha surpresa ela confirmou tudo e disse que é um método novo anti-sexismo de educar as crianças (feminista detected). Disse que o meu filho e outras crianças eram RESISTENTES (ou seja, detestavam) ao novo método de trabalho implantado por ela. Mantive a calma, contei até 10 e questionei um pouco mais a dita educadora e ela começou a soltar aquele discurso que todas sabemos: patriarcado, sexismo, igualdade, liberdade e tudo o mais. Segundo ela, um novo mundo começa com um olhar moderno das pessoas e a igualdade feminista.

Continuou com suas teorias e o modo como falava dos alunos meninos: que eram teimosos ao novo sistema, frutos de pais machistas e que foram educados ao modo antigo. Todas sabemos que crianças precisam ser educadas mas a pessoa que educa deve somar conhecimentos a elas e sabendo valorizar um pouco o que querem além de seus talentos naturais. E convenhamos, que raio de educadora é essa que enxerga crianças como cobaias de ideologias extremistas? Ela pensou que as meninas talvez gostem de ser meninas sendo a mesma coisa com os meninos.

Ela percebeu que tinha invadido um terreno sagrado para quem tem filhos. Tentou se explicar de diferentes maneiras mas sempre voltava com a sua ideologia libertadora e moderna (feminista marxista cultural). Eu fiquei imaginando o meu filho, que começou a pouco aprender coisas que tanto sofremos para ensinar como ir ao banheiro sendo cobaia de uma louca que possui teorias malucas de igualdade sem saber respetar os outros, muito menos meninas ou meninos, crianças de 5,6 anos. Qual menininha gostaria de fazer xixi em pé porque uma professora quer igualdade em tudo? Novamente a tal DITADURA FEMINISTA com teorias de igualdade forçadas semelhantes ao estilo do Khmer Vermelho.

Fiz o que tinha que fazer: chamei a diretora e disse a ela que discordava dos novos métodos da nova professora e retirei o meu filho da escola. Se estas novas educadoras feministas querem cobaias e julgam crianças, que façam isso com os seus filhos e filhas (por algum motivo uma ou outra feminista possui filhos). Meu filho é uma criança como tantas outras e deve ser educado sim, punido sim (quando faz coisas erradas sem ser espancado violentamente) e saber o que é certo e errado. Mas hoje no modo feminista de educar, meu filho é visto como um criminoso, futuro estuprador, bandido, asssassino e todas qualidades que feministas colocam aos homens mesmo que eles possuam 5 anos de idade e sejam crianças.

As feministas querem é castrar o homem por ser diferente das mulheres porque alguém disse que isso é certo. Umas afirmam que querem criar um homem que respeite as mulheres e etc. Uma grande piada. Conheço homens que respeitam mulheres, meu marido, meus primos, meu pai. Nenhum era feminista, nenhum estuprou, matou ou fez estas coisas absurdas que feministas dizem. Se elas generalizam por seus traumas, fazem uma falsa propaganda raivosa contra crianças e querem vingaça, que procurem ajuda profissional para se tratar ou ESCOLHAM parceiros/companheiros legais. Dizer que o mundo é um problema sem jeito é amargura, revolta, falta de esperança e falta de AMOR. E crianças de 5 anos não tem culpa de terem nascido meninos ou meninas para depois se transformarem em cobaias das feministas. Ser um bandido, criminoso ou psicopata tem pouco a ver com o sexo da pessoas e sim com a sua personalidade, seus valores ou faltas destes, INDEPENDENTE do sexo. Se fosse assim não existiriam criminosas mulheres e nem presídios femininos.

Outras mulheres contra o feminismo também comentam mentiras que as feministas contam e a sua revolta contra homens e meninos. Vejam mais abaixo.

https://www.youtube.com/watch?v=AZK75pF_oJU

https://www.youtube.com/watch?v=_aXJ5vaEjEo

https://www.youtube.com/watch?v=Y-fp21upXqU

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  1. Morra Gisele Bundchen

    Desejar a morte de alguém já é um absurdo, ainda mais de alguém que nunca lhe fez mal (na verdade, que vc sequer conhece). O título acima é uma postagem da Simone Andrea sobre a Gisele Bundchen.

    O ódio de uma mulher por outra bem sucedida. Aliás, o ódio é o que move essa mulher, como se pode ver pelas suas outras postagens. E ela ainda é da área jurídica. Minha nossa!

    O link da postagem está está abaixo:
    http://simoneandrea.blogspot.com.br/2012/09/morra-gisele-bundchen.html

  2. Ainda acho que sua atitude ainda não foi a melhor, apesar de ser melhor do que não ter feito nada.

    Deveria era juntar outros pais da escolinha e fazer uma manifestação pela DEMISSÃO dessa pseudoeducadora.

  3. Então, mesmo sendo feminista descordo da forma em que a professora tratava os alunos. Acho que sim, o sexismo tem que acabar pois isso de “Coisa de menina” “Coisa de menino” só atrapalha a vida das pessoas. Porém, não significa que alguem induza as crianças a, por exemplo, fazer xixi em pé/sentado não é dessa forma que faz o sexismo acabar é com educação! É mostrar as crianças que um homem não é superior a mulher por ser homem, de que as mulheres podem fazer o que quiser com seu próprio corpo. E outra coisa, as feministas não odeiam os homens ou não tem filhos realmente muitas não tem filhos mas mulheres que são machistas também muitas não tem. O grupo que transmite o odio aos homens são as feminazis, que são aquelas pessoas que acham que a mulher é superior aos homens e isso é errado! Se o homem não é superior a mulher, a mulher também não é superior aos homens. Sou feminista, casada, tenho 2 filhos e amo meu marido, ele me respeita e vice-versa, ele sabe que eu mando em minha vida e não acha que isso é errado.

      • mwarararararararararararararararararararrarararararararaararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararrarararaaaaaarrrrrrraarararararararararararararararararararararararararararararararararararararararararara. Só falta ela dizer que na Europa ta tudo bem que não existe essa de radical muçulmano estuprando mulheres locais, que tudo é invenção dos opressores brancos de olhos azuis.

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