Arquivo mensal: janeiro 2013

Tragédias no Brasil: Santa Maria, Rio de Janeiro, Xerém e outras cidades

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zeca pagodinho xerém Rio de Janeiro

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Mais uma tragédia acontece no Brasil e agora no Rio Grande do Sul. Lembram de Xerém? Lembram de outros acontecimentos assim como aquela Igreja que desabou com fiéis dentro?

De quem é a culpa? Quem é a pessoa culpada? Esta é a frase surge sempre DEPOIS que acontece uma fatalidade destas.

Embora alguém possa ter causado tal tragédia de algum certo modo, a culpa verdadeira é da FALTA DE PLANEJAMENTO E DA TAL MENTALIDADE da “festa, piadinha sobre coisas sérias”, falta de preparação e falta de educação do povo sobre aspectos de base de segurança que deixam sempre pessoas em risco. Mas agora tem o carnaval, né? O Brasil para por esta “festa popular” e logo tudo vai ser esquecido.

Esta mesma mentalidade que nos faz votar mal, que nos faz valorizar coisas ruins, que relativiza tudo sem objetividade, que nega o senso comum em coisas simples, que nos faz procurar pelos em ovos e nunca tentar solucionar de modo mais simples, que nos faz fazer brincadeiras com coisas sérias e sem respeitar os outros. Esta mentalidade matou os jovens em Santa Maria.

A culpa é desta mentalidade idiota de jeitinhos e de querer renegar o que qualquer ser racional resolveria em segundos. A culpa é desta nossa mentalidade carnavalesca como citamos nos posts anteriores. Nossa mentalidade Copa do Mundo. Sim, é esta mentalidade que nos fere a cada dia.

Em Xerém foi a enchente que levou Zeca Pagodinho as ruas. Ele foi ajudar de bom grado. Mas era clara a falta de preparo de profissionais que trabalham em casos assim que aconteceram antes mas ninguém se preparou para evitar ou melhorar. E nem é a culpa de quem ajuda no momento pois também falta equipamento e treinamento. Culpados são quem comandam e administram eles e renegam o preparo, treinamento que somados ao planejamento e educação do povo sobre segurança poderia ter salvo muitas vidas.

Falando com o meu pai que trabalhou como bombeiro quando jovem, ele me lembrou que no exterior isso acontece também e me deu exemplos. Mas depois de uma vez as pessoas se preparam e nunca levam segurança como brincadeira. As pessoas aprendem com seus erros. Não existem relativismos e nem negar o senso comum. Segurança é coisa séria. Mas quem aqui no Brasil leva as coisas a sério se o Carnaval, Copa do Mundo e tudo o mais merecem mais atenção? Agora tem carnaval, tem o BBB e tudo o mais. E existem aquelas pessoas que fazem piadinhas sem graça pois isso é “humor negro” e vontade de se expressar. Abutres sem alma.

Nesta nossa falta de planejamento e prioridades como aqui outras autoras sempre falam, colocamos policiais sem estrutura emocional para lidar com pessoas, criamos a famosa consumação (que é ilegal), colocamos seguranças que recebem ordens de idiotas que não possuem o bom senso de segurança coletiva e preferem que pessoas queimem vivaas ao invés de abrir uma porta (para muitas pessoas). E nos afirmamos como racionais.

Isso talvez seja fruto da mentalidade brasileira, das piadinhas sobre coisas séria e porque o Brasil (por sorte) nunca sofreu com desastres naturais como tornados, nevascas, avalanches, tsunamis, etc. Pensamos que um acidente ou tragédia nunca possa acontecer conosco. E nunca encaramos as coisas com seriedade. Nunca nos antecipamos ou planejamos prevenir um problema se algo acontece de modo imprevisto. E ficamos sem saber o que fazer depois 😦

Neste caso agora no Rio Grande do Sul, parece que o lugar possuia somente uma entrada e sem portas para sair em casos de perigo. Se adicionarmos agora pessoas em uma festa, bebidas, um perigo, terror coletivo e desespero podemos ver o resultado. O mesmo aconteceu em Xerém, quando as causas foram outras mas a mentalidade desesperada foi a mesma. E isto serve para muitos exemplos aqui.

Aqui no Brasil ainda algumas pessoas fazem piadas com isto. Sim, piadas com a desgraça de outras pessoas. Somos os “macacos bem humorados de bem com a vida que sorriem de tudo, até de desgraças”. Ninguém é humilde em dizer que errou ou usar de senso comum e empatia para resolver problemas.

Nossos pesames aos familiares que perderam pessoas queridas. Que esta triste fatalidade espalhe para o Brasil o planejamento e educação sobre segurança que devem ser encarado com seridade e fiscalizados. Sem brincadeiras. Imprevistos e perigo são coisas sérias que podem gerar morte. Sem treinamento e no desespero as pessoas deixam de pensar. Seria muito bom também pararmos de fazer piadinhas sobre assuntos sérios e que talvez demonstre o caos em muitos setores da nossa sociedade. A culpa e responsabilidade de tudo são e serão sempre nossas. O povo faz uma sociedade melhor e não deve tirar a responsabiliade de si mesmo.

Se alguém se revolta com algo injusto é taxada ou taxado. Ainda bem que existem revoltadas e revoltados. Ainda possuimos esperanças e devemos exigir melhorar, sem relativizar e devemos exigir objetividade em assuntos sérios.

Esta frase no facebook resume um pouco o que falamos acima:

“O que aconteceu em Santa Maria deveria nos fazer pensar. Aqui na Inglaterra tenho tido algumas experiências com equipes brasileiras que precisam filmar na cidade. A primeira coisa que faço é alertar para a rigidez das regras de segurança dos ingleses. Aqui graças aos céus, segurança é uma neurose. Já tive algumas experiências desagradáveis como a de receber email de autoridades reclamando do comportamento dos brasileiros em relação aos procedimentos de segurança. Não vou entrar em detalhes por questão de profissionalismo, mas vendo o que aconteceu no Rio Grande do Sul, não dá para evitar a reflexão. É claro que nenhum lugar no mundo está imune a tragédias, mas o que aconteceu nesse clube noturno, claramente, tem a ver com prevenção e preocupação com a segurança das pessoas que pagam para ali se divertirem. Não sei qual é o tamanho da população de Santa Maria, mas difícil imaginar que haja uma só pessoa na cidade que não tenha perdido um parente, um amigo, um conhecido. Mas o mais triste, sabendo como funciona a justiça no Brasil, é imaginar a duração do sofrimento na longa, cansativa e, em geral, vã peregrinação em busca de punição para os culpados. Quantas vezes ouvi durante algumas produções aqui: “como estes ingleses são chatos, não têm jogo de cintura, flexibilidade. Eu digo: felizmente, quando se trata de segurança eles são chatos, inflexíveis e sem jeitinho. Tomara que continuem assim. E tomara que a gente tenha a humildade de reconhecer que estamos errados e deveríamos aprender com eles e mudar. Além da perda de vidas, a grande tragédia é que um fato como esse sequer sirva para reflexão.”

Cenas de incêndios e desastres mundo afora que podem servir de alerta. Segurança é coisa séria. Prevenir e planejar nunca é demais

Roupa curta e vulgar: gosto, vontade, protesto, auto-afirmação, conforto, sedução ou beleza?

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Algumas mulheres usando roupa curta porque QUEREM e SEM serem oprimidas. Isso NUNCA deve ser  motivo para estupro ou apologia a este.

Uma questão que sempre gera muito debate é sobre a roupa curta feminina e que deixar o corpo a mostra.

Feministas amam afirmar que “a liberdade e o direito de escolher vestir o que quisermos” não pode ser julgada. Elas se enganam. A liberdade hoje já é existente e é fruto de mudanças na sociedade sem dever nada ao feminismo. Liberdade é sempre boa desde que acompanhada com responsabilidade. E isto hoje faz muita falta, principalmente aqui no Brasil em muitos casos. Isto tem uma causa que vai ser explicada em um futuro post.

Feministas adoram usar frases de “livres escolha e liberdade” para se justificar pelo que fazem ou de que alguém hoje as “oprime”. Mas o que acontece quando péssimas escolhas surgem ou se tais escolhas geraram algo indesejado? Nesta hora, fogem da responsabilidade e criam mais desculpas.

Mas falando em liberdade, gostos e julgamento a pessoa em si, mulher ou homen, hetero ou homo pode e DEVE ser julgada quando surta e passa de limites normais. E isto é o que deve ser aplicado quando notamos exageros de roupas vulgares, em ambientes inapropriados e tudo o mais. Falar o oposto é fugir da realidade e viver na utopia.

Beleza, classe, nudez em momentos certos e sensualidade MUITO DIFEREM da vulgaridade que feministas e piriguetes pregam com seus discursos relativistas. Estas fotos que postamos fazem parte do mesmo estilo do post sobre a mulher objeto. E aqui notamos mulheres feministas ou simpatizantes do feminismo que usam roupas vulgares porque querem e sem serem oprimidas. A tal liberdade existente de “feministas-piriguetes fortes e independentes” que de um momento a  outro passam a ser as oprimidas pelo patriarcado. Esta mudança de idéias, esta cultura de usar dois sapatos é simplesmente para fugir das responsabilidades ou falta de bom senso.

Mas porque fazem isso?

Gosto? Realmente pode ser gosto. Mas é um gosto péssimo e horroroso e podem ser criticadas e julgadas por isso. Vontade de se mostrar bonita? Desde quando ser bonita é andar quase pelada pela rua? Pior ainda é comentar ser contra a imagem da mulher objeto.

Estilo? Bem, talvez seja melhor definir como falta de estilo.

Modo de protestar pela liberdade? Estranho protestar por uma coisa que já é existente. Mas nunca entendemos como este pensamento de sair na rua nua ( ou quase) pode ajudar na luta pelos direios da mulher ou nos defender dos homens machistas (que devem ficar felizes em ver nossas filhas hoje quase peladas nas ruas). Daqui a pouco os homens começarão também a andar pelados para protestar. Seriam as roupas objetos opressores do patriarcado? Talvez sim na nova teoria feminista. Deveriam todas as pessoas voltarem a andar nuas?

Conforto? Certa vez estava no aeroporto em uma cidade da Europa e vi uma outra mulher caminhando. Era inverno e nevava. Resumo da vestimenta da moça: saia justa muito curta que cobria apenas a bunda. Um sapato de salto alto exagerado fora o decote bem generoso e um leve casaco. A garota estava mais com a bolsa, a mala e precisou correr para o check-in no aeroporto. E tudo isso no frio e com neve. Qualquer mulher normal e consciente passsa desconforto ao somente imaginar a situação pelo qual ela passou PORQUE QUIS e sem ser obrigada. Ou seja, o conforto é uma mentira.

Outros motivos parecem ser mais verdadeiros: a auto-afirmação, vaidade e sedução. Piriguetes que adoram roupa curta e feministas que as defendem possuem um ego inflado. Querem se auto-afirmar de maneira infantil e sem argumentos pois precisam disso. E irão fazer de tudo para mostrarem serem as diferentes, as novas intelectuais (?) da nova revolução cultural que inclui roupas curtas ao exagero. E irão também lutar pelo direito de não serem julgadas como boas feministas ou simpatizantes. Outras mais radicais querem dar a intender que querem seduzir somente para dizer não depois. Fora que isso muito atinge crianças e adolescentes que começam a achar isso “normal, libertador.” Todas aqui sabemos que feministas nunca pensaram muito em crianças, muito menos em dar bons exemplos.

Outro motivo é a sedução. Todo mulher sabe como é um homem hetero. O corpo fala sozinho (mas nunca justifica estupros e outros crimes, ok, revoltadas feministas e homens revoltados?) e eles se comportam em geral com um padrão ao demonstrar o que querem e desejam de modo bem mais direto (que algumas vezes é igualmente vulgar). O olhar masculino ao ver uma mulher sexy, bonita  (e até vulgar) é o que os faz justamente serem hetero. Muitas podem discordar mas dentre tantos defeitos e qualidades dos homens esta é uma característica bem masculina. Se uma mulher bonita se vestisse quase nua e  algum rapaz não olhasse e a desejasse mesmo que secretamente obviamente o rapaz teria uma grande probabilidade de ser gay. A sexualidade masculina é estranha e diferente da nossa e não vai ser o assunto hoje aqui. Deixaremos este post para o futuro.

Claro que como mulheres também desejamos um homem bonito, com jeito de homem e com um corpo bonito, mas existem outras qualidades que também apreciamos e a amostra do corpo masculino não precisa ser assim tão direta. Inclusive existem mulheres que também gostam de homens mais magros, com barba, sem barba e outras diferenças. Nada é unanimidade como em geral é no meio masculino.

Hoje, porém é moda ser vulgar. Novelas, BBBs, o mundo da moda que é o comandado por heteros, homos, homens, mulheres lucra muito com isso. O relativismo moral e a moda se alimentam mutualmente. Uma outra mulher uma vez disse que vulgaridade e baixaria são diferentes de sensualidade e classe. Esta frase bem objetiva diz tudo. Notem que nem as prostitutas do século passado se vestiam de modo vulgar como nossas filhas se vestem hoje. Talvez tenhamos perdido a classe com a ajuda do movimento feminista que na verdade sempre odiou ser mulher e quis copir o homem em tudo (e o pior tipo de homem).

Ou seja a questão da roupa curta pelas feministas se encaixa em um certo padrão verbal: relativismo moral> eliminar a responsabilidade e bom sens0 para fugir de questionamentos de homens ou outras mulheres>nunca contrariar ou criticar quem pode vir a se tornar uma feminista e possuir mais seguidoras (funkeiras, piriguetes, etc) mesmo que a pessoa se comporte muito mal> tratar todas mulheres ou homens como companheiras e companheiros de luta (coisas herdadas do marxismo) e que passa um sentimento de “irmandande”>criar um bandido taxado como estuprador, psicopata (homem) e possuir um sentimento misturado de inveja, raiva, revolta deste> querer igualar o corpo feminino- masculino e a sexualidade de ambos mesmo se diferentes > utopia de uma sociedade sem limites> vitimismo ao ser questionada se passar de limites que toda sociedade possui (casos de vestimentas acima)> recomeço do ciclo.

Porque toda mulher brasileira e homem brasileiro deveriam odiar carnaval.

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eu odeio carnaval

Talvez por saber que muitos turistas sexuais venham ao Brasil encontrar prostitutas ou piriguetes e que assim a fama da mulher brasileira no exterior seja a pior do mundo. E porque o feminismo com o seu relativismo moral de “nada é certo ou errado” apoia isso indiretamente.

Talvez por que o carnaval represente aquela mentalidade que todo mundo detesta mas ninguém faz nada para mudar. A mentalidade de minimizar problemas, fugir deles e fingir que a responsabilidade é de alguém. Talvez porque o estado brasileiro domine o povo através da propaganda cultural de nunca levar nada a sério pois “é Carnaval, Copa do Mundo,etc”. E isso atrasa o Brasil sempre sem nunca nos permitir crescer.

Talvez por saber que tendo esta mentalidade de “somos os alegres e possuimos a simpatia do mundo”, sejamos na verdade os palhaços do mundo e não tenhamos o respeito de ninguém. Sim, possuimos a simpatia de todos mas o respeito de ninguém.

Talvez por saber que esta mentalidade de carnaval e de fazer piadinhas sobre assuntos sérios como a tragédia de Santa Maria, a seca no Nordeste, corruptos e tudo o mais seja vista como algo “normal de pessoas bem humoradas”. Na verdade é uma mentalidade coletiva de um povo idiota, arrogante, que não sabe respeitar nada e que nunca lutou por nada mas quer tudo pronto. Por isso uns vão morar em ALGUNS lugares mais desenvolvidos no exterior (nem todos o são).

Talvez  por saber que é uma festa que estagna a economia do país, fazendo-o ficar anestesiado durante os seus dias de festa. O carnaval é uma doença coletiva que nem brasileira é. Hoje é baixaria e vulgaridade. Mas quem é contra por motivos simples e racionais é definida como uma pessoa “preconceituosa e com vergonha de ser brasileira”. Quem teria orgulho de ser terra de vagabundo, prostitutas e aonde todos param para esta festa cada vez mais degradante e vulgar?

Talvez por detestar homens e mulheres que amam se afirmar dizendo que “pegaram tantas/ tantos” e trocaram saliva (aquilo nem beijo é) em lugares que nos representam no exterior (péssima propaganda) que viraram turismo de baixaria entre turistas sexuais.

Talvez por detestar as feministas piriguetes que querem pegar porque os homens pegam e depois mentem nos representar.
Talvez  por saber que a violência aumenta drasticamente durante os seus dias de festa.
Talvez  por saber que o carnaval é a páscoa dos traficantes brasileiros. É quando o consumo de drogas entre os jovens do país aumenta assustadoramente.
Talvez eu odeie o carnaval por saber que é a festa mais explorada pela indústria pornográfica, que aproveita para exportar a imagem do brasileiro para o exterior, como sendo um povo promíscuo e da mulher brasileira como vadia e vulgar. É também no carnaval onde aumenta assustadoramente o número de doenças sexualmente transmissíveis, gravidez precoce, gravidez indesejada, violência sexual. É como se o povo perdesse os seus princípios éticos e morais durante os dias de festa do carnaval e se deleitasse no banquete de Baco.
Talvez por saber que aqui isso virou tradição e se alguém discorda desta tradição é taxado de pessoa preconceituosa e que não é verdadeiramente brasileira.

Talvez por saber que o Ministério do Turismo do Brasil sempre associa esta droga de festa ao Brasil e que ela é associada com as coisas citadas acima.

Talvez por saber que durante os seus dias de festa o consumo de álcool aumenta muito e junto com isso aumenta o número de brasileiros mortos no trânsito. Durante os seus dias de festa, morre-se mais pessoas do que em alguns país que estão em guerra. A polícia militar do Estado de São Paulo proíbe que qualquer policial tire férias, ou licença prêmio, durante o carnaval para tentar conter a fúria de um povo ensandecido, encharcado de álcool e drogas, que toma conta das ruas, enquanto que a maioria dos brasileiros, que assim como eu, tem nojo dessa festa, vai procurar refúgio em cidades pacatas do interior.
Talvez  por ser uma festa que divulga, no exterior, a imagem da mulher brasileira como sendo prostitutas e o homem como sendo um néscio festivo, que não leva nada a sério e que jamais ameaçará a hegemonia da elite global.

Talvez porque aquela festa ingênua, com fantasias criativas, acompanhadas das marchinhas alegres, deu lugar para uma festa bizarra, engolida pelas drogas e o álcool, onde as mulheres trocaram as fantasias criativas pelos seios expostos. O desfile de carnaval atual nada mais é que um palco de exibicionismo, cheio de mulheres vulgares dispostas a tudo para conseguirem contratos com revistas masculinas.

Talvez porque ele revela um Brasil do qual qualquer um se envergonharia.
Talvez  porque há muitos anos sepultaram… o verdadeiro carnaval.

Talvez pelas mentiras ditas para as pessoas: “Uma festa que representa a “cultura brasileira” por todo o mundo? Afinal… o Brasil é conhecido como o país do futebol, bunda, mulher e carnaval (Ops, agora do MMA também). Uma festa tão cheia de alegria, que mal pode haver nela para que eu a odeie tanto?”

Bem, alguém ainda acredita nesta mentira que engana gente inocente de que o intuito do carnaval é alegria?

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Frases feministas, sexo e Michael Jordan: Se um homem faz isso eu quero fazer também.

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Feminismo urinar em pé

Qualquer pessoa inteligente ao ler esta frase pronunciada como chamada do post ou escrita por alguém pensa em uma coisa: inveja desse alguém em querer ser outra pessoa e raiva desse alguém ser o que é.

E isto lembra aquela frase feminista dita por feministas de que o pênis é o  passaporte para alguma coisa nas teorias malucas delas em livros secretos. E aqui entra a inveja, visto que em terras feministas como a Noruega querem criar leis para probirem os homens de urinar em pé ao mesmo tempo que querem criar brinquedos e artefatos para as mulheres urinarem em pé. Um grande exemplo de tolerar o diferente e respeitar as diferenças.Só que não. Uma grande mentira  que vem acompanhado com a conversa de igualdade e de acabar com os gêneros na mais absoluta amostra de inveja e vergonha de serem mulheres.

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O líder do partido Democrata da Noruega,, um grupo dissidente do partido Progressita, Vidar Kleppe, está revoltado com a escola Dvergsnes, localizada em Kristiansand na Noruega, porque ela OBRIGA os alunos a sentarem no vaso na hora de urinar. Ao mesmo tempo querem estimular as meninas urinarem em pé. Isto é o feminismo :/

Ninguém precisa ser uma policial de serviços secretos  para ligar isso ao movimento lésbico que é ligado ao feminismo e que prega coisas como estas abaixo publicadas na internet. E ainda existem feministas que aliviam as feministas e negam a tal misandria, o revanchismo e raiva contra os homens. E aqui começamos a entender aquela conversa de “todo homem é um estuprador, sexo consensual com um homem é como estupro ou apoiar o ato de opressão criado pelos homens e o patriarcado” .Tudo começa a fazer sentido que gurus feministas comandem feministas com o o misto de raiva, revolta e inveja, adicionando outra maluquices, frases bonitinhas de efeito e de igualdade frutos do marxismo cultural. Outros absudos abaixo retirados da internet.

1- O casal heterossexual
O casal heterossexual é a unidade básica da estrutura política da supremacia masculina. No casal heterossexual, o amor e o sexo são usados para obscurecer as realidades da opressão, para previnir as mulheres de se identificarem umas com as outras de forma a se revoltarem e de identificarem “seus” homens como parte do inimigo. Qualquer mulher que toma parte em um casal heterossexual ajuda a assegurar a supremacia masculina por tornar sua fundação mais forte.

2-Mas parece que você está dizendo que mulheres heterossexuais são o inimigo!
Não. Homens são o inimigo. Mulheres heterossexuais são colaboradoras do inimigo.

3-Penetração durante o sexo. A penetração é um ato de grande significância simbólica pela qual o opressor entra no corpo do oprimido. Mas é mais do que um símbolo, sua função e efeito é a punição e o controle das mulheres. Não é só o estupro que serve a esta função, mas todo ato de penetração, mesmo aquilo que é eufemisticamente descrito como “fazer amor”.

4- Feminismo e lesbianismo político. Nós sim pensamos que todas as feministas podem e devem ser lésbicas políticas.

5- A sexualidade desempenha o papel de opressão nas mulheres. No casal heterossexual, o amor e o sexo são usados para obscurecer as realidades da opressão, para previnir as mulheres de se identificarem umas com as outras de forma a se revoltarem e de identificarem “seus” homens como parte do inimigo. Qualquer mulher que toma parte em um casal heterossexual ajuda a assegurar a supremacia masculina por tornar sua fundação mais forte.

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Nada contra as lésbicas. Existem também lésbicas que detestam o feminismo. Mas que muitas comandantes do movimento lésbico demonstram-se raivosas, invejosas e revoltosas e vendem isso maquiado como igualdade, amizade e tudo o mais é claro como o ar de um lindo parque verde. E as frases acima retiradas de blogs feministas demonstram que tal mentalidade é verdade e nunca foi a exceção.

Existe também aquele grupo de feministas que querem copiar os homens em tudo. Bem, um tudo seletivo mesmo que odeiem. Se o cara transa com muitas e ela acha errado, critica, chama ele de galinha ou acha ele um idiota, no final das contas ela vai copiar a mesma coisa que ele somente para dizer que pode. Quem sabe até escrever um blog idiota para dizer que quer transar com 100 homens em um ano e dizer que nos representa como mulheres. Se o homem começa a fazer um esporte mais duro e ela detesta, ela por ser feminista ou simpatizante vai fazer o mesmo esporte mesmo que odeie.

Isso sem falar que GERALMENTE com corpos diferentes homens e mulheres talvez tenham dificuldade na maioria dos casos em realizar algumas atividades talvez direcionadas mais a um que a outro. Se alguma feminista aqui vier comentar, por favor, sem EUPIRISMO de “eu sou diferente e eu faço o que o Michael Jordan faz mesmo sendo mulher”. Estamos falando de maioria e não todas as mulheres. Considere-se a exceção da exceção. Fazer algo ou não tampouco nos deixa como inferior em relação aos homens.  Eles também serão incapazes de fazer alguma coisa que podemos fazer. Isso varia. O que deve ser lembrado é que todas pessoas irão possuir limites. Pense no caso de Michael Jordan, um jogador de basquete homem que é a raridade da raridade entre muitos jogadores de basquete. Ou seja, mesmo dentro do grupo masculino outros homens são incapazes de fazer o que ele faz por muitos motivos: falta de talento para jogar basquete, falta de altura, falta de explosão muscular para saltar e tudo o mais. E isso não é opressão ou mania de perseguição feminista. Nem sempre querer é poder.

A pergunta final picuinha feminista é: Lutamos pelo direito de escolha, ter o poder de escolher e Você é mulher machista, subimssa, Amélia, antiquada, opressora, etc. 

Primeiro, quem é feminista deixou de pensar por si mesma em grande parte dos casos. Repetem frases prontas de um movimento antiquado que alguém colocou na cabeça delas através uma boa propaganda marxista cultural. A lavagem cerebral perfeita aconteceu ao ver estas malucas com a mentalidade vida de gado. Logo, vocês deixaram de pensar por si mesmas e perderam o direito de escolha. Outas feministas como as gurus acima citadas que defendem o feminismo por inveja e interesse escolhem hoje por vocês que enxergam homens como inimigos muitas vezes sem serem. Muitas ainda possuem a cara-de- pau de dizer que respeitam a diversidade. Pobres filhos de vocês (para as feministas que tiverem filhoe  e filhas). Irão virar cobaias infelizes de mães sem alma.

Segundo, hoje podemos ver n mulheres atuando em muitos campos (e muitas vezes sem dever nada ao feminismo como falamos por aqui). A liberdade no Brasil e Ocidente para muitas coisas  já existe hoje e quase para todas as pessoas (sem utopia). Isso é fruto das mudanças da sociedade que teve que se modificar com o que aconteceu durante guerras e outros fatos que alguns historiadores e historiadoras de qualidade podem imparcialmente explicar.

Crimes e problemas sociais: amostras do relativismo moral feminista no nosso dia a dia.

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Muitas pessoas feministas ou simpatizantes dizem não se sentir atingidas pelo feminismo e o seu  amigo, o relativismo moral no dia-a-dia. Na verdades elas se lamentam destas coisas mas quando convém, elas se tornam super mulheres ou super homens fortes, de aço e fingem que nada os abala. E no nosso grupo adoram postar e posar de pessoas paz e amor com problemas com as palavras limites, leis regras, sociedade, respeito e responsabilidade. Neste discurso delas que é pura utopia cegueira feminista taleban, o marxismo cultural as impede de ver as coisas abaixo. Se tudo “é permitido, nada tem limites e tudo é gosto e escolha que deve ser respeitado” o Brasil demonstra bem o futuro que quer ter e o que iremos deixar aos nossos filhos. Nosso governo deve amar o relativismo moral. O povo sente isso no dia-a-dia. E a propanda de liberdade e alegria do forte marxismo cultural no Brasil em praticamente todos os meios blinda os nossos ouvidos de fatos que sentimos na pele diariamente como estes abaixo. Se nada é errado e tudo é certo, podemos entender os absurdos abaixo:

Diapositiva11) Bandido solto e defensor da justiça preso.

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2) “Oprimidas pelo homens e patriarcado”candidatas a miss Bumbum. Deveriam se candidatar a miss vulgaridade. Devem se lamentar depois da fama da mulher brasileira. Seria isso hipocrisia relativista moral?

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3) Cantora que canta baixaria e é tida como mulher que revolucionou o sistema. Uma feminista comentou no nosso grupo no facebook que Valesca Popozuda é a nova guru feminista substituta de Simone de Belouvair. No Brasil é algo verdade mesmo.

4) O que falar de Jean Wyllys (aqui), deputado federal marxista eleitoral eleito por ajuda de companheiro de partido e que veio a fama através de um BBB que defende causas de alguns grupos e sem completa noção das prioridades coletivas para a realidade brasileira. O “nobre” deputado, que é contra a mudança da maioridade penal, deveria ver fatos como este. No Brasil relativista moral menor usa drogas, dirige, faz sexo, estupra, comete crimes mas é sempre aliviado pela sociedade aonde quem der umas palmadas leves no filhos é preso. Veja mais abaixo o resultado disso.

5) O que falar das mortes violentas em São Paulo e em Santa Catarina, com meios de transporte sendo incendiados, mortes e a população ficando indefesa. Claro, basta um criminoso ser investigado e condenado que os direitos humanos (comandados por feministas e simpatizantes) correm em defender bandidos.

6) O que falar dos corruptos investigados e condenados e que cujos defensores defendem ao blindar os ouvidos para FATOS comprovados criando teses absurdas para a defesa?

7) O que falar de casos como pesquisdoras de universidades criam teses absurdas sobre sexualidade infanatil? Leia mais no nosso post antigo aqui.

8) Novo modo de educar segundo pesquisadores de universidades brasileiras marxistas culturais abaixo.

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9) E a advogada e empregada nossa (do estado) que foi que gravou um filme fazendo sexo e foi amplamente defendida pelos meios feministas e marxistas culturais. Este povo sabe o que é decoro? Defendemos que o rapaz que apareceu no filme com ela também seja punido.

Como dica olhe a imagem abaixo de um exemplo-armadilha de relativismo moral, aonde frases de efeito de alguém inocente, utopia e propaganda marxista cultural podem alimentar um grande exemplo de regimes doentes, extremistas e psicopatas.

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Carnaval e o trabalhador que falou tudo sobre o Brasil. O que podemos aprender com eles?

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Por este dias o vídeo de um trabalhador brasileiro se popularizou na internet.

O homem (que não parece ser um estuprador em potencial e nem opressor do patriarcado, ok, feministas?) deve ter se cansado de muitas coisas e desabafou enquanto alguém o filmava. Mesmo sendo um humilde artesão (ele diz que trabalha com artesanato), ele demonstra conhecimento de muitos problemas que atingem o nosso país. Foi perfeito em tudo o que ele falou. Ele demonstrou aos elitistas e a todas pessoas humildes que para se fazer questionamentos inteligentes ninguém precisa ser rico, embora muitas vezes uma boa educação ajude. Mas o mais importan é QUERER PENSAR E SABER FAZER BOM USO DO cérebro. Porém, deveriamos pensar de modo correto e não pensar de qualquer maneira.

Alguém vai dizer: Espere um momento. Isto é “frase de reaça contra quem quer revolucionar o sistema”. Nada disso. O problema é o tipo de prioridades da revolução que querem fazer. E nem toda revolução gera governantes bons preocupados com o povo. Que o diga Fidel e outros ditadores. O marxismo cultural gerou além de prioridades absurdas gerou também assassinos, estupradores e psicopatas como Che Guevara. Ninguém fala isso no Brasil pela forte propaganda marxista cultural em universidades e na nossa cultura. E assim casos como o da professara e pesquisadora que ensina em universidades aumentam, valores invertidos aumentam e tudo isso vira uma bola de neve. Leia mais aqui

Outra pergunta que deveria ser feita é: Queremos realmente o Brasil que ele citou? Queremos melhorar? Nossos governantes querem isso? Ou possuimos medo e nos omitimos com estes absurdos?

Perguntamos isso porque para fazer o que ele comentou muito bem, trabalho e mudanças demonstram-se urgentes. E este é um dos problemas do povo brasileiro. Queremos um país que funcione como algo de primeiro mundo, mas nunca lutamos para construir isto. NUNCA. Os Estados Unidos e alguns outros lugares tidos como primeiro mundo passaram por muito processos de questionamentos internos, revoltas, em alguns casos guerras e tudo o mais que transformou a mentalidade das pessoas locais com OUTROS valores, preservando a individualidade de cada um mas que unida soma ao coletivo. O bem comum é prioridade na maioria destes lugares mas sempre preservando a individualidade. Claro, outros lugares mesmo que mais ricos ou pobres que o Brasil possuem problemas semelhantes aos nossos.

Podemos exemplificar isso no Brasil que todo mundo sabe. Sabemos o que deve ser feito, mas ninguém faz. O verdadeiro culpado de tudo é povo mesmo. Reclamamos que aqui precisa melhorar, mas nunca fazemos nada para mudar. Nunca. Observe abaixo:

1) Feriados: O povo brasileiro adora feriados. Muitos se preocupam mais com praias, calor e boa vida que com todo o resto do ano;

2) Carnaval e o tempo de trabalho: A frase que muitos falam que a o ano começa depois do carnaval explica muita coisa. Quase 3 meses do ano com a mentalidade de “aproveitar a vida”. Depois muitas pessoas se lamentam do estado do Brasil e do povo. Em qual lugar que quer ser competitivo (China, EUA como exemplo), as pessoas ficam este tempo sem levar nada a sério?

3) O povo brasileiro nunca lutou por algo sério e adora ser relativista moral. O povo brasileiro em si, nunca lutou para melhorar o Brasil. Nunca. As pessoas  quem lutaram para melhorar o Brasil foram cortadas dos livros e esquecidas pelo tempo. O relativismo morou sempre priorizou e defendeu bandidos, criminosos ou pessoas de conduta duvidosa. Copiamos o modelo cubano: Che Guevara, um estuprador, assassino e criminoso foi beatificado. Aqui fazemos a mesma coisa. Na verdade, sempre fizemos. Somos a terra aonde crianças brigam para ser o bandido em brincadeiras de polícia e ladrão. Isto diz muito sobre a nossa identidade.

4) Relativismo moral e falta de prioridades: Podemos ver milhares que se manifestam pelo direito de fumar maconha. Milhares na passeata gay. Milhares pela alegria de sediar a Copa. Milhares que se manifestam por causas NADA importantes. Pela dia nacional contra a corrupção ou outros protestos inteligentes e urgentes, os organizadores precisam tirar leite de pedra para juntar algumas pessoas. Jean Wyllys e outros marxistas culturais adoram tudo isso, pois gera votos.

5) A frase relativista moral “Hipocrisia. Todo mundo gosta de carnaval”. MENTIRA. Nem todo mundo gosta de carnaval. Atualmente é durante este tempo de “festa e alegria” da mentirosa identidade do povo brasileiro que aumentam os casos de turismo sexual, de crimes e outras coisas. Isso seria algo para condenarmos, mas aqui é visto como “cultura”. Muita gente tem que “gostar” de carnaval por ser a Única Opção pois o Brasil para e todo o resto deixam de funcionar.

6) Carnaval: O carnaval é uma coisa nojenta em si e nem brasileiro é. Se antigamente esta festa que mentimos ser brasileira para gringo ver era um momento de alegria para o povo durante alguns dias, hoje é na verdade a festa da promiscuidade na maioria dos casos. Se antigamente o carnaval eram 3,4 dias de festa, hoje ele é uma semana. E em alguns estados do Brasil este tempo aumenta para 15 a 30 dias.

7) O “oprimido povo do carnaval”: Mulheres quase peladas nos desfiles. Pessoa fazendo sexo na rua. Homens se comportam como psicopatas que nunca viram mulhers. Mulheres se comportam como se nunca tivessem visto homem. Todo este povo que o feminismo chama de “oprimido” depois reclama do caos que é o Brasil. Claro, formado por pessoas desta laia.

8) Marxista culturais adoram chamar outras pessoas de elitistas. Bom seria se todos pudessemos ser elites e que lutassemos para melhor o Brasil, sem ostentar. O problema dos marxistas culturais e seu opositores é que eles se fecham neste debata guerra fria comunismo x capitalismo e blindam os seus ouvidos.  E nossas elites demonstram-se elitistas e ostentantes. Ser pobre nunca foi escolha. Sempre foi um acaso ou resultado de um ato com muitas causas. Ao mesmo tempo no Brasil ser rico é a mesma coisa que ser opressor (o que é mentira). Poucas pessoas pensam em casos de pessoas  ricas, nobres, que batalharam de modo honesto e vieram de baixo e que ajudam os outros sem querer ostentar e aparecer. Muitas pessoas pobres e ricas lutam pelo bem comum. Ou seja, existe a terceira alternativa que quase ninguém comenta.

9) A cultura do ser pobre, burro é ser brasileiro: Se alguém abrir um site de famosos podemos ver pessoas sempre com a mesma conversa. “Eu ia ser criminoso, bandido, mas começei a jogar futebol e hoje sou famoso”. Ou seja, a pessoa que era humilde MAS IRIA ESCOLHER uma péssima estrada ficou famoso ao JOGAR BOLA. A mentirosa mensagem que fica é “Para melhorar de vida eu deveria ser bandido ou fazer algo que os idiotas valorizam e é algo sica inútil mas o povo idiota valoriza”. Outras escolhas como TRABALHAR E ESTUDAR  para fazer o Brasil crescer NUNCA parecem ser consideradas. O mesmo vale para o nosso ex-presidente que passa a mensagem: “Nunca estudei e sou feliz assim” ou a nossa atual presidente que fez um discurso no Nordeste por estes dias e cometeu propositalmente erros gramaticais para se dizer “do povo”. Estimulamos sempre o errado.

Este texto e filme que circulam na internet falam outras verdades.

“Queria ser presidente por um dia. Faria uma lei que anulasse o carnaval em prol da nação. Argumentos lógicos não me faltam: Diminuição de acidentes;menor índice de HIV positivo; melhorar imagem do país no exterior; cortar semana ociosa para que aumentemos nossa renda; valorizar a imagem da mulher brasileira; investir os 2 bilhões por ano do carnaval em educação; diminuir consumo de drogas nesse período….
 
Acho que não teria o apoio popular pra isso. Já tivemos presidentes que 
afundaram a educação, a habitação, a reforma agrária, a inflação, a 
renda familiar, os empregos, e até mesmo presidente que roubou nossa 
poupança. Ninguém reclamou. Porém se eu acabasse com o carnaval 
certamente me matariam.
.
Mesmo sabendo o risco que corro, aceitaria essa missão suicida, afinal, é melhor morrer no país do 
carnaval do que viver no carnaval desse pais.”

O mito da opressão feminina hoje e da mulher objeto/ sexualidade feminina na mídia

Padrão

opressao feminina masculina

Opressão é o efeito negativo experimentado por pessoas que são alvo do exercício cruel do poder numa sociedade ou grupo social. O termo deriva da idéia de ser “esmagada”. Uma pessoa oprimida é uma pessoa sem direitos, sem liberdade. Uma pessoa realmente oprimida provavelmente não vai possuir muitas escolhas. Ser uma pessoa obrigada a fazer coisas tem muito a ver com opressão. Um escravo é oprimido. Quem não tem liberdade em Cuba, na China ou em alguns lugares no Oriente Médio é uma pessoa oprimida.

Hoje ainda existem pessoas oprimidas de ambos os sexos mas nem toda pessoa que diz que é oprimida (com fazem as feministas e simpatizantes) realmente é. E é muito simples de constatar isso.

Diferente do que a mentalidade e seita feminista prega (as mulheres são sempre oprimidas bla bla) na verdade mulheres e homens podem ser oprimidos. E hoje talvez em muitos casos hoje os homens sejam mais oprimidos que as mulheres se formos pensar de modo imparcial. Ambos podem passar por opressão também somente por um tempo, isto pode atingir os dois em diferentes casos e claro, isso depende de pessoa para pessoa.

Índice

Uma mulher sendo preparada para ser apedrejada: a verdadeira oprimida. Como ela existem outras mulheres espalhadas pelo mundo realmente oprimidas de algum modo. O mesmo vale para homens. Ninguém é anjo ou diabo baseando-se em homem ou mulher com pregam as feministas. Os dois podem ser ambos.

Uma das formas de opressão que o feminismo tanto condena ou apoia quando é conveniente é o caso do corpo e da sexualidade da mulher na   na mídia. Feministas pregam isso pois:(1) segundo elas uma “força sobrenatural de intenções masculinas” obriga as mulheres a mostrarem o corpo (patriarcado) . Logo depois, (2) as feministas acham que mulher que mostra o proprio corpo ( e em casos sem um porque claro) é a revolucionaria lutando contra o sistema que as oprime (?). Em um terceiro momento, (3) as feministas dizem que fazem isso para mostrar o seu poder (se auto-afirmar) pois os homens também fazem isso (?) ou (4) deveriam fazer isso (?), ou (5) que deveríamos voltar a andar nuas pela rua  pois a nudez é uma coisa linda (?), no tempo das cavernas todos andávamos nuas (?), etc. Loucas teorias feministas 😦

As feministas misturam o conceito de pessoa oprimida. Elas escolhem as pessoas oprimidas (para elas somente mulheres embora digam luta pela igualdade) misturam com quem SE DIZ oprimida SEM SER realmente, jogam tudo em um saco, misturam este conceito (que assim atrai mais seguidoras) com palavras bonitas de “liberdade, amizade, sem regras,etc), escolhem um culpado (no caso qualquer homem) e VENDEM isso via mídia como moderno, justo. Quem é contra elas, mulher ou homem, é …….(qualquer ofensa feminista a sua escolha).

Fatos hoje parecem demonstrar que a verdade é outra. Existem pessoas oprimidas sim, tanto mulheres como homens. O corpo do ser humano sempre foi objetivo de beleza e mostrado. Tanto homens como mulheres foram retratados em modelos de beleza nem sempre comuns. Porque? As pessoas que olham uma publicidade querem enxergar o que não é verdadeiro ou o que idealizam, afinal o ser humano gosta de fantasias. Mostrar o que alguns consideram “feio” não faz o produto competir em igualdade com outro produto que mostra algo fantasiosamente bonito. Existe sim uma futilidade no meio (que é gestida por mulheres, homens, heteros, homos) e claramente existe um excesso de vaidade aos extremos com valores invertidos no meio, isto é fato. Isso talvez nos demonstre que como seres humanos que somos imperfeitos e longe de sermos “seres evoluídos.”

Podemos colocar o fato clima-cultural aqui também. Em lugares aonde o calor é maior, mostrar um corpo bonito é algo que preciso pois é status social. No frio, mostrar o corpo exagerado é morrer de hipotermia. Se no Brasil possuir um quadril com curvas é algo sexy, nos EUA possuir um belo par de seios é algo mais sexy ainda. Na antiguidade, ser mais cheinha era mais sexy que ser magra. O que é bonito muda com o tempo, com o gosto e com o que vende. A moda que vende novamente aqui é criada por homos, heteros, mulheres e homens. O patriarcado? Cade?

Homens e mulheres olham a beleza de forma diferente em muitos casos. E isso implica em desejos diferentes, prioridades diferentes e o sexo ou o que atrai é também visto de modo diverso. Em geral (casos de homens que não se enquadram neste padrão é algo incomum mas existem também) o homem possui um padrão de comportamento: olho o corpo da mulher e a sua beleza. Em um segundo momento, outras coisas contam para ele dependendo dos valores que ele possui e quer em uma parceira.

Para a mulher é mais complexo. Umas mulheres acham bonito homem com barba, outras não. Umas acham um corpo malhado legal, outras não. Umas gostam de partes do corpo malhadas, outras preferem outras partes do corpo malhadas.Umas gostam de um homem mais selvagem e forte, outras não. Umas adoram um romantismo, outras detestam. Outras querem um homem com status e poder financeiro, outras não se importam tanto com isso. Em um segundo momento ( muitas vezes antes disso), outras coisas contam para ela dependendo dos valores que ela possui também. Somos complicadas rs.

Feministas adoram usar frases de “livres escolha e liberdade” para se justificar pelo que fazem ou de que alguém hoje as “oprime”. Mas o que acontece quando péssimas escolhas surgem ou se tais escolhas geraram algo indesejado? Nesta hora, fogem da responsabilidade e criam mais desculpas.

Olhando umas fotos que sempre causam na internet, podemos ver n garotas e garotos mostrando o corpo porque querem e SEM SEREM OPRIMIDAS/OS. Seria isto opressão como as feministas talebans e suas seitas adoram pregar?

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A atleta oprimida. Modelo e atleta coloca foto na internet dizendo ao Bicampeão olímpico e mundial Usain Bolt “pense na minha bunda para correr mais.”

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“Modelo oprimida” posta foto na internet dando as boas vindas ao jogador Pato. Super oprimida quem se assume como Maria Chuteira e vai chorar com a sociedade machista que a oprime bla bla bla.

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Concurso Miss Bumbum. Moças “super oprimidas”. Estamos vendo a senzala ao fundo e as torturas  feitas a elas fora a arma segurada pelo bandido enviado pelo patriarcado que as oprime (ironia modo on).

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Nova moda na internet oprimida pelo patriarcado. Tirar foto mostrando a bunda para ficar famosa e querer respeito por isso pela luta para melhorar a nossa vida. E viva o feminismo com estas teorias que muito nos ajudam (Ironia 2)

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Amostra de “arte” com letras musicais “oprimidas pelo patriarcado”que refletem o quanto o povo é oprimido hoje e sem liberdade de se expressar.

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Crianças que desconhecem o que o é certo e errado porque “o patriarcado oprime” e relativistas morais que perderam o sentido de certo e errado que viraram educadores. Moderno modo de educar como prega aquela professora de universidade feminista.

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Homem e mulher “oprimidos pelo patriarcado” transando na rua. Afinal, os animais também fazem isso na rua, né?

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Manifestantes feministas “oprimidas”pelo sistema manifestando ficando nuas e falando besteiras. Como isso ajuda a melhorar a nossa vida ainda é um mistério.

Mais oprimidas pelo sistema e sem escolha” abaixo: