Mulheres contra o feminismo polonesas: “é hora de mostrar às feministas que a sua ideologia é estúpida e danosa para todas as mulheres.”

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Mulheres do mundo acordam contra o tumor chamado feminismo. Enquanto tem feminista esquerda caviar na Europa defendendo terrorista (as sufragetes), tem mulher inteligente desmascarando o feminismo. Interessante notar que a Europa Oriental que por anos sofreu com o comunismo tem mostrado pessoas que lutam abertamente contra movimentos ligadas a esquerda como o feminismo, justiceiros sociais que querem abrir fronteiras para o Islam e outros absurdos.

Um vídeo produzido pela página polonesa idź Pod Prąd tem feito sucesso nas redes sociais. Postado em 5 de fevereiro, o vídeo já teve mais de 650 mil visualizações e 6,9 mil compartilhamentos apenas na página que o postou e traz o depoimento de várias mulheres polonesas contra o feminismo.

Como uma entrevistada cubana falou uma vez: quem viveu em regimes de esquerda valoriza o conservadorismo e livre mercado.

Infelizmente na Europa Ocidental ainda tem imbecil apoiando o feminismo e outros absurdos mas bem menos que antigamente.

Notem a bonita mensagem das mulheres contra o feminismo polonesas:

“O feminismo tira do homem a oportunidade de ser forte, guiar o caminho e proteger a mulher. E tira da mulher as suas características naturais, como graciosidade, beleza, sensibilidade e o direito de ser frágil. O feminismo força a mulher a provar que pode ser igualzinha aos homens”, diz umas das mulheres que aparecem na produção.

Uma mulher diz que “é maravilhoso pedir ajuda a meu marido e saber que sempre posso contar com ele”. “Não consigo imaginar uma situação em que eu precise proteger meu esposo. Ser esposa e futura mãe faz com que eu me sinta realizada”, diz outra. “Desenvolva suas paixões, respeite a si mesma, respeite o seu corpo e, acima de tudo, comece a pensar”.

“Deus criou você de um jeito tão lindo. Deixe assim”, diz outra mulher. “Uma mulher não tem que mudar nada. Ela sabe que é uma mulher. Não sente falta de nada”. Outra afirma que o feminismo “é não-feminino”.

“O feminismo é idiota. É contra o bom senso”, diz outra participante. “Acho que hoje em dia as mulheres perderam a sua feminilidade, porque tentam se colocar no lugar dos homens”, afirma outra. O vídeo promove o slogan “Sou uma mulher, #NãoUmaFeminista”.

Assista abaixo \/

Página

A página idź Pod Prąd, que significa “Contra a corrente”, diz que oferece “pontos de vista que estão em conflito com as opiniões comumente promovidas”. “O mais importante, no entanto, é que queremos descrever a realidade não da perspectiva da teologia, dos dogmas ou do ensino variável das igrejas, mas com base na Palavra de Deus, a Bíblia”, diz o texto de apresentação da página.

“Deus não encaminhou as Sagradas Escrituras para a casta dos sacerdotes ou professores de teologia. Ele os escreveu como uma carta endereçada diretamente a você!”, diz o texto. “Por muitos anos em nossa terra natal, a noção de cristão foi fortemente desacreditada”, o que se deve, segundo a página, à ação de “fariseus religiosos” que ostentam o título de cristãos.

“Gostaríamos de dizer que não estamos interessadas no mundo projetado pelas feministas. Pouco nos importam a ideologia de gênero, as teorias queer, o ecologismo e suas outras ideias esquerdistas. Não queremos que nos digam o que devemos ser”, diz o texto que acompanha o vídeo. “É hora de mostrar às feministas que a sua ideologia é estúpida e danosa para todas as mulheres. É hora de mostrar às mulheres normais que há milhões de nós”.

Fonte: Sempre Família

Fórmula 1 bane modelos, mas feministas continuam a apoiar prostitutas e protestando peladas

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Politicamente correto e feminismo andam juntos sempre.

Em comunicado emitido no último dia 31 de janeiro, a Fórmula 1 decidiu banir as grid girls (aquelas modelos que promovem os eventos por escolha)  nas corridas da categoria. O argumento utilizado foi que a prática “não faz parte dos valores da marca, além de ser questionável com as normais sociais modernas.” Em contrapartida, várias grid girls manifestaram-se contrárias à decisão, por motivo óbvio: é um trabalho como qualquer outro e a decisão “politicamente correta” prejudica diretamente as mulheres que realizam o trabalho.

O caso das grid girls prova que o feminismo e o “politicamente correto” não têm absolutamente nada a ver com a defesa dos direitos da mulher, mas sim com militância partidária e ideológica. As feministas são as que mais lutam pelo “empoderamento masculino”: para desempregar o máximo de mulheres ou substituí-las por homens com perucas.

Mas embora as feminsta afirmam serem contra mulheres objetificadas (neste caso, modelos que trabalham de forma respeitosa) as mesmas feministas apoiam que prostitutas sejam liberadas, apoiam o turismo sexual e muitas feministas celebridades justiceiras sociais andam peladas em capas de revistas e falando de emperamento. E a marcha das vadias com as feministas andando peladas nas ruas e doutrinando menores? Para as feminstas neste caso, pode.

Não é a primeira vez que decisões influenciadas pelo ruído de feministas carolas prejudicam o trabalho de outras mulheres. Uma lei sancionada no Rio de Janeiro no início deste ano proíbe veiculação de propaganda considerada “machista ou misógina” com multas que podem chegar a R$ 1,3 milhão. Em suma: adeus propagandas com belas mulheres de biquíni, mesmo que as modelos recebam um ótimo cachê pelo trabalho e a peça publicitária contribua para fomentar o portfólio das profissionais.

Podemos mudar a frase que abriu este texto: o Estado, feministas fascistas, politicamente correto e feminismo andam juntos sempre.

As feministas não se importam com as mulheres perdendo seus empregos, apenas com a “causa” da militância barulhenta. Para Michelle Westby, ex-grid girl e atualmente piloto dublê, o trabalho como grid girl contribuiu diretamente para inseri-la em um ramo do mercado (o automobilismo) completamente dominado por homens e o fim das grid girlsfará com que trabalhadoras percam empregos apenas para agradar feministas. Outra grid girlRebecca Cooper, afirmou que é ridículo ver mulheres que dizem lutar pelos direitos das mulheres impedindo modelos de trabalharem com o que gostam e dizendo o que elas podem ou não fazer. Para Cooper, “o politicamente correto enlouqueceu”. Fato.

Na hora de impor vontades contrárias à liberdade feminina, nenhuma militante feminista lembra da “sororidade” ou do “empoderamento”, afinal, esses termos vazios servem somente ao que agrada as militantes. Para elas, a mulher só é livre caso se comporte de acordo com a cartilha de regras morais aprovada pelas feministas carolas. Se você não segue os padrões feministas, você será oprimida.

O caso das grid girls prova que o feminismo e o “politicamente correto” não têm absolutamente nada a ver com a defesa dos direitos da mulher, mas sim com militância partidária e ideológica. Basta ver como são tratadas as mulheres que vão contra o padrão de comportamento imposto por elas (grid girls e modelos de propaganda, por exemplo), que cometeram a “ousadia” de se casar com homens da “extrema-direita” ou “golpistas” (como Melania Trump ou Marcela Temer) ou criticam a militância feminista como Rachel Sheherazade. Todas são ridicularizadas sem que qualquer feminista defenda-as.

Qual será o próximo “lacre”? Demissão das assistentes de palco? Fim das modelos fotográficas e de passarela? Fim dos concursos de miss? Pelo visto, o grande objetivo é excluir definitivamente mulheres destes postos de trabalho, ou, quem sabe, substituí-las por “mulheres trans”, afinal, Pablo Vittar e afins estão autorizados pela militância a expor o seu “corpo sensual”. “Mulher trans” seminua é lacre, grid girl é machismo e misoginia.

Ironicamente, as feministas são as que mais lutam pelo “empoderamento masculino”: para desempregar o máximo de mulheres ou substituí-las por homens com perucas. Tudo em nome de uma sociedade com mais mulheres “empoderadas” de cabelo roxo, axila cabeluda, barba por fazer e pernas peludas.

Texto adaptado pela #muherescontraofeminismo.

Texto original: Vanessa Rodrigues-Bacharel em Serviço Social, co-fundadora do grupo de estudos Libertas UECE e membro do grupo de estudos Dragão do Mar.

A definição do feminismo no dicionário não condiz com a realidade

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Muitas feministas são analfabetas funcionais e outras preferam fantasia aos fatos do dia-a-dia.

Uma das maiores mentiras que elas contam: Apelar para a definição do feminismo no dicionário.

Mas a mensagem paz e amor da fantasia não condiz com a realidade.

Vamos aos 2 fatos principais que mostram esta hipcrisia:

Feministas ameaçam outras mulheres de morte pois discordam do feminismo mas mentem ser paz e amor.

Ignoram os problemas masculinos e ainda acham legal acusar justamente de estupro.

Neste filme curto, Julie Borowski, ativista do movimento libertário americano, explica porque a maioria das mulheres não se identifica como feminista e que a definição do feminismo no dicionário não condiz com a realidade dos atos praticados pelas malucas cegas ideologicamente da seita chamada feminismo.

 

 

 

 

 

Atletas transsexuais competem contra mulheres roubando espaço feminino e feministas ficam caladas.

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Muitas pessoas andaram postando recentemente sobre atletas transsexuais que competem contra mulheres. E mais uma vez as feministas ficam caladas. Mais um caso de hipocrisia da seita feminista para defender a mentirosa teoria de gênero? Provavelmente.

Basta saber um pouco de biologia para saber que geralmente homens fisicamente nos superam se falarmos no quesito força fisica. Issa nada tem a ver com odiar homem, mulher, desigualdade ou qualquer outro mimimi feminista. Trata-se somente de um fato. 

Mas mesmo assim as feministas apoiam transsexuais competindo contra mulheres.

Que ironia do destino para as feministas de 2018: homens fisicamente mais fortes com o apoio das feministas vencendo mulheres e tudo isso suportado pelo politicamente correto.

Vamos ver alguns exemplos  que recentemente causaram nas redes sociais:

A ex-jogadora de vôlei Ana Paula Henkel usou suas redes sociais para criticar a liberação de Tifanny Abreu para atuar na Superliga feminina, o que a torna a primeira transexual a atuar na elite do vôlei brasileiro.  A ex-jogadora de vôlei questionou se atletas trans não teriam vantagem sobre atletas biologicamente mulheres. Tifanny Abreu, jogadora transexual, durante as partidas se mostra bem mais forte que as jogadoras mulheres.

Atleta da seleção brasileira por anos, outra jogadora Sheilla se manifestou sobre a polêmica envolvendo Tifanny, atleta trans que defende o Vôlei Bauru:

“Eu sou contra, depois de ter lido o que ele escreveu, depois de ter falado com outros médicos. Ela (Tifanny) tem ainda corpo de homem por mais que os hormônios estejam agora compatíveis, tem formação de corpo de homem.”

“Imagina se todos os gays, os viados resolverem jogar a Superliga Feminina. Vai virar uma Superliga que vai tirar nosso espaço porque a gente não consegue competir com eles”.

Outro caso interessante: Fallon Fox é lutadora de MMA que luta contra mulheres e ao assistir as lutas no Youtube podemos notar como ELE (sim, continua sendo homem) massacra as oponentes. Uma lutadora por sinal quase teve o rosto fraturado.

Mas aonde se encontram as feministas neste momento? Fogem do debate depois de haverem criado um grande problema. Abriram a caixa de Pandora com teorias sem fundamento e fogem da realidade que bate na porta.

Muitas mulheres ficam revoltadas com este fato dos transsexuais mas ao mesmo tempo atacam o marido, amigo, pai, namorado ou qualquer outra pessoa que questione estes fatos que possuem uma agenda. Estas infelizmente  enxergam homofobia em tudo e repetem frases sem sentido talvez devido a serem doutrinadas a anos e nunca terem questionado o movimento das feministas.

Percebemos cinco pontos neste debate com as malucas feministas:

Primeiro, a tal homofobia e o tal machismo citadas pela suja e nojenta midia feminista nunca existiu desde modo que falam nas redes sociais. Na verdade, existem gays e travestis conservadores que detestam o movimento LGBT. Entre os mais populares podemos citar o falecido deputado Clodovil Hernandes  e o gay conservador Milo Yiannopoulos. Milo é ferrenho questionador do movimento LGBT e feministas. Feministas e militantes LGBT atacam mulheres e gays conservadores pelo simples fatos que feministas e militantes LGBT defendem a esquerda. Muitas mulheres como Erin Pizzey e o nosso grupo aqui sofrem ataques das feministas que querem nos calar.

Segundo, negar fatos e ciências parece ser comum no meio LGBT e feminista. Acusam um casamento entre homem e mulher de algo nocivo para a sociedade e opressão mas acham o mesmo casamento normal entre gays. O mesmo vale se os casais decidirem ter filhos.

Terceiro, usar de fatos e senso comum para desmisticar fraudes e militantes da seita feminista LGBT em nada torna uma pessoa criminosa. As feministas que andam acusando homens injustamente de estupro e querendo sabotar relacionamentos com teorias loucas. Existem muitas outras mulheres ao redor do mundo contra estas doidas chamadas feministas.

Quarto, o movimento LGBT e feminista se aliam em muitos casos a pessoas que querem destruir os valores ocidentais e maltratam mulheres e gays nos seus países de origem sendo que aqui no Ocidente mulheres possuem um ampla gama de direitos e privilégios.

Por último, embora as feministas tanto falem de igualdade pois na teoria o feminismo parece ser bonzinho, na vida real a atitude das feministas mostram extrema invejam, rancor e inveja dos homens. Querem sempre competir sem entender que homens e mulheres se complementam. Elas igualmente mostram a hipocrisia do movimento feminista ao negar os problemas dos homens. Possuem filhos, maridos ou pais?

A falta de empatia do movimento feminista e fuga da fantasia nunca se baseia em fatos. Quem estuda sobre feminismo nunca vai ser feminista.

Sabemos dos podres do feminismo de usar o feminismo e aborto para eliminar pessoas negras, acusar homens injustamente de estupro, enviar homens para morrer na guerra enquanto as feministas ficavam em casa seguras soltando bombas pelas cidades ou  feministas querer doutrinar os próprios filhos.

Repetindo o jornalista gay ant-LGBT Milo Yiannopoulos: O feminismo é um câncer.

 

Feministas apoiam o turismo sexual ao”empoderar”o vulgar clipe da Anitta

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Feministas possuem um modo padronizado de comportamento: reclamam de um problema mas ao mesmo tempo apoiam este problema. Isto parece acontecer com marginais (o caso Champinha vide a defesa que a Maria dos Bandios fez) e vai até o turismo sexual.

Todas aqui conhecemos como os estrangeiros enxergam as brasileiras no exterior: vulgar, prostituta barata.

Durante a Copa e Jogos no Brasil postamos sobre o comportamento selvagem de algumas brasileiras em geral ao ver um homem estrangeiro que faziam prostitutas passar vergonha. As mesmas que falavam de amor e respeito se comportavam como cadelas no cio com jornalistas enaltecendo esta vulgaridade como “empoderamento” (palavra feminista escrota por sinal). Mas as mesmas ficam de mimimi com a nossa triste fama mundo afora e culpam o Tio Patinhas por isso.

No carnaval tudo se repete: estragamos uma festa que nunca foi brasileira, o brasileiro mostra a sua selvageria em poucos dias e mais uma vez as brasileiras se queimam. Mas ficam de mimimi como sendo “objetificadas pelo planeta”.

Agora, Anitta, funkeira feminazi mostra o seu traseiro, enaltece a favela (mas mora em um bairro bom), enaltece a vulgaridade e as feministas aplaudem o tal “empoderamento”. 2 minutos depois querem parar de ser objetificadas, dizem ser contra mulheres peladas (mas vivem peladas) e ficam de mimimi contra o turismo sexual.

Hora de se decidir, feminazis prostitutas da esquerda.

Alguns fatos: italianos lideram o ranking em turismo sexual no Brasil.

O Brasil é o segundo maior destino para turismo sexual no mundo, perde apenas para a Tailândia. Cerca de 1000 websites novos surgem todos os anos com o intuito de “vender o país” para aqueles que procuram prostituição e drogas em suas viagens. A cidade do Rio de Janeiro, por ser o principal cartão-postal do Brasil, é a mais vendida quando se trata de turismo sexual. Um dos sites, por exemplo, diz oferecer “inesquecíveis férias eróticas na bela e encantadora cidade do Rio de Janeiro, na costa sudeste de um dos países sexualmente mais festivos do mundo, o Brasil”. Informa ainda que “nossas jovens mulheres não apenas serão suas deusas do sexo, como também serão suas guias turísticas, tradutoras, parceiras de dança e namoradas pessoais”.

Um efeito direto desse cenário é o aumento também da prostituição infantil. Segundo a BBC em uma reportagem (http://www.bbc.com/…/not…/2010/07/100730_brasil_pedofilia_rc), crianças estão suprindo uma crescente demanda de turistas estrangeiros que viajam ao Brasil atrás de sexo. A cada semana, operadores de turismo despejam nas cidades brasileiras milhares de homens europeus que chegam em voos fretados especialmente ao Nordeste em busca de sexo barato, incentivando assim a exploração sexual. A matéria inclusive relata diálogos com essas menores, como esse que cito aqui:

-“Oi, meu nome é C. Você quer fazer um programa?”, ela pergunta. C. pede menos de R$ 10 por seus serviços. Uma mulher mais velha chega perto e se apresenta como mãe da menina.

-“Você pode escolher outras duas meninas, da mesma idade da minha filha, pelo mesmo preço”, ela diz. “Eu posso levar você a um motel local onde um quarto pode ser alugado por hora.”

Nesse mesmo país existe a Anitta, artista reverenciada por seu caso particular com o sucesso: tudo o que ela canta e faz vira hit e assunto. A cantora tem passe livre em todo o meio artístico, cultural, musical e até mesmo político do país. É a paladina dos “desconstruídos.”. Em seu novo clipe, Vai Malandra, que está chegando no mundo todo, Anitta aparece em um clipe musical com uma batida simples, 3 notas musicais, 20 bundas e um amigo famoso fazendo participação. Junta-se a isso o fato de a música ser lançada no final do ano e pronto, temos a fórmula mágica do sucesso!!

A música fala basicamente de bundas dançando. Na parte cantada em inglês, um estrangeiro diz algo como: “Veja meu ziper, encoste sua bunda nele, quero te dar uns tapas, acho que você aguenta, quero ver você nua, Na favela onde tudo acontece. Todo o Brasil está sentindo isso”.

No fundo, é isso que o povo gosta e é isso que a mídia gosta de mostrar. Se não tiver bunda, sacanagem e polêmica, não vende. Tem que apelar pro lado animal, pro instinto, pro desejo carnal, a música por si mesma ficou de lado faz tempo. A música que faz sucesso hoje virou sinônimo de acasalamento.

Em seu clipe, Anitta, eleita “Mulher do Ano 2017”, a queridinha do estabilishment cultural brasileiro e rainha dos progressistas desconstruídos de mente aberta, pinta o sete da futilidade, da objetificação sexual da mulher e da venda das favelas como paraísos de prostituição. Todos aplaudem!

No mundo real, uma garota de 13 anos de idade, que trabalha nas ruas desde os 7, relata para a BBC:

“Todo dia eu peço a Deus que me tire dessa vida. Às vezes eu paro, mas depois volto para as ruas para procurar homens. A droga faz mal, a droga é minha fraqueza, e os clientes estão sempre a fim de pagar.”

Vai malandra.

Querem criticar Bolsonaro? Preso em saída temporária estupra 2 mulheres em 3 dias. ABSURDO

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Câmera de monitoramento flagrou o homem que estuprou duas mulheres (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Feministas sempre protegem os bandidos. Jean Wyllys, Maria dos Bandidos e o resto da corja nojenta esquerdista adoram ofender e denegrir pessoas que querem punir bandidos. Um dos maiores alvos parece ser Bolsonaro, que quer penas duras para crimes como assassinato e estupros.

Ao mesmo tempo a corja nojenta esquerdista diz nos defender.

Vejam este caso revoltante abaixo:

Um homem acusado de estuprar duas mulheres foi preso, na noite desta sexta-feira (22), em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Ele deixou o presídio há três dias, depois de ser beneficiado pela saída temporária de Natal.

Tiago Amaro das Virgens tem 31 anos. Ele estava preso, há quatro anos, por roubo e cumpria pena na penitenciária 1 de São Vicente. Na última quarta-feira (20), ele saiu da cadeia após receber o benefício da saída temporária de Natal.

No mesmo dia, ele praticou o primeiro crime. A vítima saía do trabalho quando foi abordada por ele. Segundo a Polícia Civil, Tiago levou a mulher para um matagal para estuprá-la e usou uma faca para ameaçá-la O suspeito ficou mais de uma hora e meia com a vítima.

“Pensei que eu ia morrer, que dali eu não saia mais. Ele falava que ia parar uma hora e fiquei muito tempo ali. (Ele falava) para mim não gritar, não fazer nada, nenhum barulho, não mexer em nada. Só consegui correr porque ele se distraiu e eu consegui levantar”, conta a mulher.

Já nesta sexta-feira (22) de manhã, ele invadiu um salão de beleza, no bairro Ocian. Testemunhas relataram que viveram momentos de pânico. Ele deu um soco no rosto de uma das funcionárias do estabelecimento. Ele roubou e estuprou uma cliente do salão.

“Ele foi para o fundo, amarrou a gente. A minha cliente chegou e eu pedi, a todo o momento, para ele ir embora logo para ela não poder ver ele. Ele falava que ‘tô indo’, mas ficava procurando dinheiro. Ela chegou, ele já pegou os pertences dela e abusou dela”, conta a funcionária do salão.

Após denúncias, Tiago foi preso na casa da avó dele. A roupa que ele usava no momento do crime também foi encontrada no local. Tiago tentou fugir da polícia, pulando muro da residência e o telhado, mas os policiais militares conseguiram detê-lo em outra casa.

Ainda segundo a Polícia Civil, ele estava sendo procurado desde que familiares e amigos da primeira vítima usarma as redes sociais para espalhar a notícia. Tiago apareceu nas imagens gravadas por câmeras de um circuito de monitoramento de segurança do bairro Ocian, antes de invadir o salão. As imagens ajudaram a policia a identificá-lo rapidamente. As vítimas já o reconheceram como o autor dos crimes.


Mulheres contra o feminismo: Indulto de Natal? Bandido que cometeu crimes tem que ter direito a fazer festa? Será que a Justiça não percebe o aumento dos crimes com esses indultos de datas festivas?

Mas e as vitimas? Que direito tem?

Este absurdo de indulto existe somente aqui no Brasil. Preso deve ficar preso e pagar pelos crimes que cometeu. Essa vai pra conta da esquerda(feministas  e simpatizantes) que aprovam esse indulto de Natal. Quem fez  coisa errada tem que cumprir na cadeia.

Crimes menores devem ser punidos proporcionalmente mas crimes graves devem ser severamente punidos. E lugar de bandido sempre vai ser na cadeia.

Todo ano acontece isso, Natal, Páscoa, dia das mães, etc. Mas a culpa é da direita machista mimimi capitalista punitivista, que defende leis rígidas, não é, cretinos? Duas mulheres pagaram por isso, feministas e demais esquerdistas.

Muitos dos esquerdistas do Brasil que defendem bandido se comportam igualmente aos esquerdistas europeus que abriram as portas pro terror.

Este foi o segundo estupro cometido por Tiago Amaro das Virgens em três dias. Mas quando Bolsonaro ou outros mais a direita querem punir os bandidos, aumentar o poder dos policiais e liberar armas para as pessoas se defenderem, as feminazi e o resto da esquerda quererm chamar os direitos dos manos.

Querem acabar com crimes tipo o estupro deste tipo com bossa nova, funk mostando os peitos na Paulista.

Feminista sem noção: surfista de SC comete suicídio, feminista culpa o “homem branco e o machismo”

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O surfista brasileiro Jean da Silva

Jean da Silva,  um campeão brasileiro de surfe em 2010, tirou a própria vida aos 32 anos. O atleta natural de Joinville (SC) foi encontrado morto na casa dos pais, na última sexta-feira. A causa da morte não foi revelada pelos familiares, mas amigos próximos afirmam que Jean, que nunca deu sinais aparentes de depressão, cometeu suicídio aos 32 anos. Neste domingo, diversos representantes de elite do surfe, como Gabriel Medina e Mineirinho, prestaram homenagens ao amigo, tratado por todos como uma pessoa alegre e serena.

Em suas redes sociais, Jean exibia com entusiasmo as fotos das diversas viagens que fazia em busca de ondas, sempre ao lado de amigos. A última postagem é de um dia antes de sua morte, relembrando uma passagem pelas Ilhas de Mentawai, na Indonésia.

Os amigos ouvidos de Jean pela reportagem pediram anonimato e disseram que ainda buscam explicação para o suicídio. Um deles disse que o fim de um namoro teria deixado o atleta, que não tinha filhos, bastante abalado. Ainda assim, não dava sinais de depressão. “Da última vez que conversamos ele estava normal, feliz, brincando com todo mundo”, contou um dos amigos.

Jean é filho de uma família tradicional de Joinville e sempre se dedicou ao surfe, virando profissional ainda na adolescência. Era patrocinado por uma marca de surfe, o que lhe garantia uma situação financeira estável. Segundo amigos, não usava drogas e cuidava rigorosamente da  saúde. Recentemente, vinha tendo mais cuidados com a alimentação e praticava yoga e meditação.

Pois bem, uma pessoa normal fica triste com esse acontecimento e deseja conforto aos familiares.

Mas não uma feminista sem noção e com tremenda falta de respeito.

Neste post  do blog Origem Surf uma feminista culpa o racismo e o homem branco pela morte do rapaz. Indo mais longe a feminista levanta a bandeira do lesbianismo, usa e abusa da guerra entre classes e defende que pessoas gordas continuem gordas. E diz que “suicídio é um tabu”.

O que isso tem em comum com a morte do rapaz? NADA.

Olhem a mente doentia da feminista que escreve frases to tipo abaixo:

“E se Jean tivesse sofrido um acidente de carro, ou estivesse entre as vítimas de um ataque terrorista? Alguma coisa mudaria? Teríamos tido tantos acessos? Acredito que não. O suicídio é um tabu, assunto abominado por séculos pela esmagadora maioria das religiões ao redor do planeta. O que torna o suicida um ser quase invisível,  e um pecador, claro.

Mas o surf, esse surf excludente atual, machista, misógino e preconceituoso, essa patotinha composta por surfistas incríveis, saudáveis, sarados e felizes da TV (#sqn), pode levar muita gente bacana pro buraco.

Vai ver se o surf afasta a depressão do surfista gordo, ou da menina feia e lésbica sem patrocínio, ou do atleta que fala errado porque não teve acesso à educação de qualidade, ou ainda porque é preto ou tem o “cabelo ruim”.

Jean não era pobre, nem preto, nem ignorante. Muito pelo contrário. Era de uma família tradicional de Joinville, sul do País. Teve acesso aos melhores colégios, era “branco”.


Mulheres contra o feminismo: Sinceramente, estas feministas tem problemas e parecem viver no mundo de faz de contas. E que tremenda falta de respeito com os familiares, viu?

Achar  que suicídio é um tabu? Logo vai querer quebrar o tabu, querida? Diga isso aos familiares que perderam uma pessoa amada: seu fiho quebrou um tabu.

O suicídio em si sempre vai ser visto como resposta para uma pessoa atormentada e muitas vezes depressiva. Esta pessoa precisa de AJUDA. Sem fazer malabarismo intelectual. Suicídio nunca vai ser ou deveria ser visto como tabu. Citar isso é menosprezar e aliviar uma coisa muito grave.

Agora o rapaz morreu e a feminista vai culpar ele por ser branco e nunca ter passado por dificuldades financeiras? Quer dizer que ricos podem morrer por serem ricos? Ou brancos pode morrer por serem brancos? Ou quem tem acesso as melhores escolas deve morrer por isso ? 

O que de relevante entre a morte do rapaz e o lesbianismo ou pessoas gordas ou pessoas feias?