Artistas e jornalistas contra o povo brasileiro: Museu de Arte Moderna de SP faz exposição onde crianças são forçadas a tocar homem nu

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Muita vezes a gente se pergunta se realmente é capaz de entender arte ou se somos preconceituosos. Afinal, parece que para entender arte a pessoa deve ser um “intelectual que enxerga tudo de modo diferente”. Pelo menos é assim que artistas ligados a esquerda deixam a entender com muito malabarismo intelectual adicional de relativismo moral e cultural na Globo e outros meios. Nossos jornais e imprensa adoram fingir serem “intelectuais e pensadores diferentes” do povo simples e trabalhador.

Mas se muitos pensam que o pessoal de Porto Alegre fez algo degradante (realmente fez e postamos sobre isso) com imagens de menores fazendo sexo com animais, outros em poses sensuais  e atacando costumes ocidentais, São Paulo agora parece ter feito algo muito pior.

O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) está realizando o “35º Panorama da Arte Brasileira – 2017“, exposição com curadoria de Luiz Camillo Osorio – diretor do Departamento de Filosofia da PUC-RJ – iniciada no último dia 26 de setembro e com término em 17 de dezembro.

Em uma das instalações, os visitantes – incluindo crianças – são convidados a tocar o coreógrafo Wagner Schwartz, o qual se encontra nu na instalação. De acordo com o site do MAM, “o coreógrafo apresenta La Bête, performance em que ele se torna um Bicho de Lygia Clark e pode ser manipulado pelo público”.

Em um registro feito pelo público, é possível ver que uma menina é incentivada por uma mulher a tocar um homem nu. No vídeo, fica CLARO que a criança não quer participar e tenta sair duas vezes. Mas a mulher a obriga a tocar o homem novamente. Enquanto isso, adultos filmam e assistem tudo calmamente.

Não vai demorar para começarem a defecar nos cantos e chamarem de arte ou de conceito fecal contra o preconceito ou passar o sangue menstrual na boca como fazem na Europa. A esquerda deixa a entender querer que voltemos a ser animais selvagens sem regras sem moral sem ética alguma com tudo “sendo liberado”. Que nojo dessa gente e jornalistas desta laia que defendem este absurdo.

Valores invertidos e pervertidos de todas as maneiras se infiltraram na nossa sociedade pregados por artistas charlatões que queimam o fime dos verdadeiros artistas.

Mas como pensa os artista da esquerda?

Criança sendo obrigada por uma mulher a apalpar homem nu é arte…..
Crianças vendo quadros pornográficos é arte…

Agora assistir “Pernalonga” ou cantar “Atirei o pau no gato” não pode, incentiva a violência! Uma modelo ser paga e tirar foto virou abuso!

Podemos ver a mentalidade doente das feministas e artistas ligados a esquerda.

Claro que a arte tem um papel importante na sociedade e de fazer questionar pois o ato de criar arte diferencia o homem dos animais. No Brasil, talvez arte seja uma prioridade distante visto a falta de recursos para outras coisas importante embora os artistas brasileiros tanto falem mal do capitalismo mas adoram um dinheiro da lei Roauanet. Algo muito sinistro acontece hoje pois o verdadeiro talento e arte se perderam no relativismo. Destruíram qualquer padrão e senso estético das pessoas para que lixos como esse sejam aceitos como arte. Depois se perguntam por que há discussões sobre se pichação é expressão cultural ou não. Uma vez que se desvincula a arte das noções de beleza e virtuosismo, qualquer coisa pode ser arte, até mesmo crime (pichação, pedofilia, etc). É por isso que as pessoas não vão mais aos teatros e museus. Hoje, arte não é mais sobre arte.

Mas devemos focalizar no ato feito contra a menina. Em resumo: abuso infantil e crime. Fontes revelam que esta atrocidade foi patrocinada com dinheiro público (Lei Rouanet). Estes artistas vagabundos lutam contra o povo que trabalhar e rala pra pagas as contas. Estes artistas querem afrontar e desafiar a sociedade, o povo e os valores morais que por anos criaram a sociedade. Parece alguma coisa orquestrada querendo nos fazer reagir somente com instintos  em meio ao caos que se instalou no mundo e no Brasil, em todas as esferas.

Estes artistas de esquerda, de alta do seu ego, esquecem que outras pessoas fazem arte sem abusar de menores e selvagerias maquiadas de diferentes.

Pois mais que nos taxem de xingamentos baseados na mente psicopata de um artista esquerdista sabemos que arte tem pouco a ver com abusar de uma menina. Isso não nos faz incultas, ignorantes ou preconceituosas que exigem censura. Existe um certo limite que a esquerda passou faz tempo e qualquer artista que ainda pense nunca vai precisar de abusar de menores para justificar uma arte nojenta e escrota.

Reais artistas deixamos um recado:  artistas charlatões queimam o fime dos verdadeiros artistas. O povo anda cheio destes intelectuais esquerdistas com teorias malucas. Basta olharmos nas redes sociais que o povo hostiliza os artistas cada vez mais. Hora dos artistas de verdade se unirem para desmascarar os charlatões que pensam serem os donos do mundo por votarem na esquerda. A população que quer somente viver em paz e pagar as contas não acha “fofo” colocar crianças para “brincar” com o corpo de um homem estranho nu num museu, em nome da “arte”. As pessoas estão é revoltadas, escandalizadas, chocadas.

O mesmo vale para os jornalistas: o povo deixou de acreditar nas mentiras contadas pela imprensa que vive em um mundo de fantasia. Hora dos bons se separarem dos charlatões.

 

Comissão nazista na UFRGS: negro só leva quota se provar que é negro pela cor da pele, tipo do cabelo e formatos do nariz e dos lábios

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Cotas sempre causaram nas redes sociais. Mas o que muito imaginavam, virou realidade em 2017.

Para variar, mais uma vez o maligno exemplo surge no Rio Grande do Sul  e em especial na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, um dos celeiros do esquerdismo no Brasil).

A UFRGS  decidiu criar uma comissão para avaliar se os candidatos ao sistema de cotas são de fato negros – o que vem sendo chamado de “tribunal racial”.

Que coisa mais absurda. Igual o que Apartheid fazia na África do Sul ou os nazistas e racialistas faziam no passado. Não duvido que logo decidam quem é negro ou não.

Mas e aquela conversa que somos o que queremos tanto contada pela esquerda e feministas? Homem pode dizer ser mulher, mulher poder dizer ser homem mas quem determina a sua etnia? O Estado.

E como vai ser isto no Brasil aonde grande parte do povo tem diversas origens? E sendo o Rio Grande do Sul predominantemente branco baseado no modo como foi colonizado como ficarão os brancos pobres? E os brancos pobres de outros estados que estudam na UFRGS?

A deliberação veio do Conselho Universitário da UFRGS, que se reuniu na última sexta-feira e bateu o martelo sobre a comissão.

Os alunos serão analisados “silenciosamente” pelo grupo, que deve levar em conta a cor da pele e outras características como “tipo de cabelo, formato do nariz e dos lábios”.

Na mesma reunião, o Conselho Universitário decidiu também reservar 25% das vagas a portadores de deficiência. Agora, existem oito diferentes categorias com reserva de vagas na UFRGS, mas todos eles se aplicam apenas a quem cursou o ensino médio inteiro na rede pública.

Ao todo, 50% das vagas do vestibular é destinada para o sistema de cotas.

Todos tem o direito à Educação, porém é necessário investimento tanto no aluno como no professor. Investir nesses programas sociais facilitando a entrada de alunos mal preparados na Universidade, sem reforçar a base da Educação (a melhor coisa para realmente educarmos todas as pessoas), é burrice, é jogar o dinheiro público no lixo. Não podemos aceitar que nossos filhos, sejam eles negros ou brancos, saiam de uma Universidade Pública como analfabetos funcionais. Professores, escolas e universidades devem educar e nunca doutrinar como acontece infelizmente no Rio Grande do Sul

 

 

Atriz global feminista Taís Araújo demonstra que a ideologia supera o instinto materno ao falar da própria filha

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Uma menina gostar da cor rosa, brincar de casinha e boneca é a nova subversão para uma feminista atriz da Globo ( rede que promove tudo o que a esquerda e feministas adoram, desde a ditadura venezuelana, aborto e por fim figuras como o BBB Jean Wyllys, mas a mesma esquerda fala mal depois).

Taís Araújo, a patricinha feminista e atriz global, publicou um longo texto em seu perfil no Instagram sobre a filha, Maria Antônia, que tem 2 anos e oito meses e gosta de brincar de casinha, da cor rosa e de princesas. A atriz conta que se “arrepia da cabeça aos pés” ao ver o comportamento da menina. “Parece piada que minha filha aja de maneira tão contrária a tudo aquilo em que acredito; mais ainda, de maneira contrária a tudo o que prego no meu dia a dia, a tudo que acredito que seja uma construção social das mais cruéis que segregam meninas e traçam para elas um único e fatídico destino”, escreveu.

Enfim, tamanha imbecilidade vinda de uma pessoa que tem uma filha mostra o que estas ideolgias e teorias loucas causam. Uma pessoa normal apoiaria a filha ou deixaria ela brincar normalmente. Uma pessoa que tem estas ideologias como meta e pensa ser uma justiceira social  enxerga isso como “opressaum” e tenta usar a filha como cobaia.

Podemos ver que esta turminha como feministas -LGBT – justiceiros sociais fica revoltada quando uma crianç quer brincar de boneca mas fica calada quando amostras de “arte moderna” promovem menores fazendo sexo com animais e outros absurdos. Na verdade a rede Globo promove isso faz anos entre outras coisas.

Existem coisas que a ideologia não consegue segurar. Claro que algumas meninas brincam como brinquedos masculinos. Mas como sempre, este pequeno grupo é minoria é não a regra como mostram estudos. Meninos continuam a ser meninos e meninas continuam a ser meninas como afirma a biologia mesmo que teorias loucas de feministas doentes e justiceiros sociais tentem dizer o inverso.

Fatos mostram que meninos e meninas se diferem desde sempre. Vejam este filme abaixo aonde justiceiros sociais tentam manipular dados mas no fim a verdade felizmente vence.

Os dois sociólogos não souberam argumentar com os cientistas que mostraram fatos 🙂

O curso natural das coisas mostram que ela, a mamãe, está completamente equivocada em relação ao que construíram na sua própria mente esquerdista.  Isso vai mudar logo, essa pequena vai ser mais vítima da lavagem cerebral dessa seita chamada feminismo. 

Precisamos fazer alguma coisa antes que o mundo acabe por falta de sanidade mental. Estes artistas cada dia demonstram possuir problemas mas querem nos impor modelos de conduta. Hora de questionar isso, pessoal.

Por fim, um recado: Deixa a menina em paz, Taís. Use e abuse de amor e seja simplesmente mãe.

 

Feministas se manifestam em Porto Alegre a favor da mostra do Santander ficando nuas  e se masturbando em praça pública no meio da tarde.

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Faz poucos dias que as feministas queriam mostrar um tipo de arte que incluiu pedofilia e zoofilia para menores com o apoio de um banco internacional com o apoio da doente Luciana Genro. Isso aconteceu em Porto Alegre. Leiam mais aqui.

Mas como sempre acontece com a esquerda e feministas tudo somente tende a piorar….e muito.

Sabemos que toda feminista e simpatizante tem transtornos mentais pois estas malucas vivem fora da realidade. O pais vive um caso de tensão social, submerso em corrupção, afundado em crise econômica, gente morrendo no corredor de hospitais e baleados nas portas de suas casas,  mas feminista artista quer torrar dinheiro público visando abrir debates sobre penetração em animais. Isso que elas ainda usam filhos como cobaias se este sobreviveu ao aborto. Mas elas adoram mesmo quando tentam doutrinar o filho dos outros.

Sabemos que o banco Santander cedeu as pessoas que acharam de mal gosto e apelativo as tais obras de arte do RS. O banco sabiamento cancelou a amostra. Mas as feministas “artistas” lacradoras se manifestaram em Porto Alegre a favor da mostra do Santander Brasil / Santander Cultural com pedofilia e zoofilia. Como? Ficando nuas  e se masturbando em praça pública no meio da tarde.

Assistam no link aqui.

É incrível como os vermes esquerdosos sempre representam absolutamente o oposto de tudo que dizem combater. São ATRASADOS e RETRÓGRADOS ao extremo e odeiam tudo de civilizado. Ou será mesmo que retrocesso é a palavra correta? Aposto que nem nossos ancestrais da Idade da Pedra ficavam andando pelados por aí, futicando no ## dos outros, defecando em tudo quanto é lugar ou fazendo sexo com animais e crianças. A ESQUERDA É TÃO PODRE E NOJENTA que não existe um adjetivo que defina com precisão seus seguidores, mas tenho alguns que chegam perto: RETRÓGRADOS, ESQUIZOFRÊNICOS, PERTURBADOS, DOENTES MENTAIS E CRIMINOSOS.

Se estas retardadas tivessem que trabalhar de verdade para ganhar dinheiro não iam ter tempo de ficar fazendo papelão no meio da rua durante a tarde…vergonha alheia!

O mais incrível dessa história toda é ver socialista defendendo banco capitalista e estrangeiro. Isso não tem preço! Isso prova que pra esses retardados a ideologia sempre vai estar acima da lógica. Se a direita é contra eles apoiam, se é a favor eles são contra. Sim, esquerdismo é doença.

Uns “artistas ” de arte moderna criaram uma legião de idiotas pseudo intelectuais, que conseguem enxergar conceito artistico até em cocô de cachorro.
Isso não é arte. Michelangelo é conhecido pela pintura da Capela Sistina usando de talento e habilidade. Nos dias atuais no Brasil seria famoso por desenhar em paredes usando o próprio cocô e rebolando ao som do funk.

Quem apoia socialismo comunismo e movimentos derivados como o feminismo apoia a inversão de valores e estes absurdos.

Outro artigo sobre este tema aqui. 

Banco Santander de Porto Alegre promove exposição com quadros de pedofilia, zoofilia e similares

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Vejam as fotos acima aonde em uma delas 2 CRIANÇAS fazem sexo com um animal e outras mostram CRIANÇAS em poses sensuais e mensagens relacionadas ao movimento gay. Isto foi considerado arte em Porto Alegre.


Mais uma vez o Rio Grande do Sul se supera em atos nojentos. Mas o que esperar de quem possui faculdades de idiotas zumbis do Estado, pessoas que possuem o sonho de virarem concurseiros e figuras como Luciana Genro que apoiam ditaduras? E nem iremos citar a Maria dos Bandidos aqui que nem cuidar da filha sabe…..

Mas tudo isso foi superado…….e para a pior.

A exposição Queermuseu, feita no Santander Cultural de Porto Alegre/RS chamou a atenção não apenas pelos quadros com pedofilia e zoofilia, como também por seu financiamento: R$ 800.000,00 financiados por meio da Lei Rouanet.

A exposição foi  cancelada após mobilização da sociedade nas redes sociais pois algumas pessoas questionaram as mensagens das obras.

Detalhe: Tal amostra nojenta era destinada a CRIANÇAS. Leiam o edital da captação de recursos e esta lá  a quem foi destinado: escolas e crianças.

Muito preocupante o que consideramos como “Arte”. Hoje em dia qualquer imbecil pelada e gritando xingamentos virou arte (Funk carioca, que inclusive se trasnformou em tese de mestrado neste Brasil aonde tudo que for errado se torna modelo). Mais preocupante é não ter filtro algum ao selecionar o que será exposto ao público.

A fonte do financiamento, entretanto, foi pouco comentada: o próprio Grupo Santander Brasil financiou a obra por meio da Lei Rouanet, doando com isenção fiscal para que fosse realizada em suas dependências. Em outras palavras: o grupo deixou de destinar o valor – tirado de seus clientes pagadores de impostos – ao governo, destinou para uma exposição nas suas próprias instalações e obteve retorno com o capital “investido” por meio da venda das entradas. Um “negócio da China” que tem sido um padrão do grupo no Brasil. Fonte: ILSP

O editor do Zero Hora, jornal local do sul, inclusive quer “meter bala” em quem quiser boicotar esta tal amostra de arte. O rapaz para variar defende o esquerdismo total.

Mas relativistas morais, justiceiros sociais e idiotas esquerdistas de todo o Brasil agora iniciam a falar de ditadura e censura….Nudez e atos sexuais sempre foram usados como arte em pinturas e esculturas lindas que visavam mostrar a habilidade do artista com tintas, madeira e pedra. A nudez e o sexo pouco tem a ver com a revolta do povo contra esta atitude imbecil do banco Santander. O maior problema aqui é deixar a entender que tudo é possível em nome da arte. Incluindo as mais perversas ideias do ser humano pode ser exposto em nome da arte. Pode-se fazer peça teatral com pessoas sendo abusadas em nome da arte, podem ter animais abusados em nome da arte. Ou como fizeram os atores da obra de arte “macaquinhos” cheirar e enfiar o dedo na bunda alheia. E tudo se agrava quando destinamos esta obra paga com o nosso dinheiro  e visando atingir menores e escolas. Um objetivo sinistro existe com certeza.

Os relativistas morais que acham tudo liberdade, vivem na ilha da fantasia e chamam questionamentos objetivos de censura demonstram a mais baixa desonestidade intelectual. A falta de empatia ao notar um menor de idade sendo obrigado por professores zumbis da esquerda a visitar uma amostra dessas aonde um outro menor faz sexo com animais e outro se veste de forma sensual deixaria qualque familiar revoltado, mas este bando de idiotas acha tudo liberdade. Podem afirmar serem intelectuais defensores da liberdade sem limite, mas este grupo duvido que deixa os filhos sem limites. Acabam sendo manipulados pela esquerda que tanto dizem odiar.

Um ponto positivo: Finalmente a sociedade reage a revolução marcuseana. O engenheiro social Herbert Marcuse foi um sinistro iniciador de obras assim e cita a teoria no seu livro que ainda modela o pensamento de professores de universidades infelizmente.  É um alento para uma socidade de valores invertidos que  o povo democraticamente reagiu.

Queremos dar os parabéns para todos que se mobilizaram para mostrar que ali, no Santander Cultural, não se tratava de arte coisíssima alguma; muito menos de algo relacionado a “liberdade de expressão”, como alguns querem fazer parecer e assim triunfar no seu limpismo virtual, o que estava a disposição de excursoes de crianças naquele banco, é a continuidade de um plano nefasto.

Questionar, denunciar esse plano, boicotá-lo e dar nomes aos culpados. Este sempre vai ser o caminho. Arte boa deve ser louvada. Lixos deste tipo, boicotados.

A sociedade finalmente ainda respira um pouco de ar puro e senso comum. Obras de “arte” deste tipo deve ser boicotadas e achamos que o dinheiro deveria ser melhor usado.

 

O suposto estupro da feminista Clara Averbuck e o desserviço prestado às mulheres

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Por Vanessa Rodrigues

No último dia 28 de agosto, a “escritora” Clara Averbuck escreveu em seu perfil no Facebook ter sido vítima de estupro durante uma corrida com um motorista do aplicativo Uber. No texto, a escritora afirma que estava bêbada quando ocorreu o fato e que o motorista em questão aproveitou-se da situação para praticar o suposto crime. Entretanto, o que mais chama atenção no relato é que Clara afirma que não irá realizar nenhuma boletim de ocorrência, visto que não quer se submeter ao que entende como “a violência que é ir numa delegacia da mulher ser questionada” ou “violência do estado”.

O argumento de Clara não faz sentido algum, principalmente partindo de alguém que se diz feminista. Ao recusar-se a realizar uma denúncia de maneira formal, a escritora está deixando que um suposto criminoso deixe de ser punido pelo crime gravíssimo que cometeu. Em plena era da ” lei do feminicídio”, algo tão defendido pelas feministas, faz algum sentido que uma militante deixe um estuprador impune? O Uber baniu o motorista e possui todos os dados sobre ele, incluindo duração da corrida, local de embarque e desembarque, tempo em que o carro ficou parado, etc. Se o Uber consegue identificar, o que impediria que o suposto estuprador fosse identificado pela polícia e respondesse pelo crime? Absolutamente nada.

Clara também afirma que seria julgada e questionada como vítima na delegacia da mulher. Faz algum sentido que alguém que esteja com medo de julgamentos divulgue a sua história no Facebook? Redes sociais são os melhores lugares para que as pessoas questionem relatos ou duvidar diretamente do que está escrito. Não faz sentido algum ter medo de um suposto questionamento da polícia, mas não ter medo de questionamentos e linchamento virtual.

A mesma pessoa que “teme julgamentos” fez questão de falar sobre o caso também em vídeo (cujo texto foi transcrito por diversas mídias, como o Estadão). De acordo com Clara, ela “não confia no sistema” e, por isso, não fez o boletim de ocorrência na polícia, dado que não tem como provar o suposto crime. Segundo ela, “violência sexual é o único crime que quem tem que provar é a vítima”. Não, querida: QUALQUER crime depende de provas para punir o criminoso. Ou você pensa mesmo que textão no Facebook deve ser suficiente para colocar alguém na cadeia, um local onde estupradores têm que ficar afastados dos demais presos se quiserem continuar vivos?

Para completar a história muito mal contada, Clara afirma que “o cara sabe onde eu moro, não me deixou na frente da minha casa, senão teria câmera e seria muito mais fácil identificar; ele parou na rua ao lado da minha casa porque já estava mal intencionado”. Ué, amiga: se você está com medo do cara que supostamente te estuprou, fazer textão no Facebook, divulgar no Instagram, fazer um vídeo e agendar uma aparição em um programa de televisão para “falar sobre feminismo” não me parece ser uma boa forma de se manter no anonimato, não acha? Sabe aquele boletim de ocorrência que você não quer fazer? Pois é, com ele a polícia poderia obter imagens de quaisquer câmeras, incluindo as da rua ao lado da sua casa.

Em resumo: Clara é só mais uma feminista prestando um desserviço às mulheres. A necessidade de exposição para ganhar curtidas, comentários, seguidores e mídia é tão grande, que entre denunciar um estuprador para a polícia e escrever textão lacrador, ela preferiu a segunda alternativa. Aliás, reitero que não duvido que o estupro tenha de fato acontecido, da mesma forma que não duvido que seja mais uma história fictícia, as já famosas “fanfics”. Não sabemos e provavelmente nem saberemos o que de fato aconteceu, visto que não haverá investigação policial sobre o caso, e tudo o que temos é mais um texto lacrador que viralizou na rede para ser em breve esquecido.

Minha única certeza sobre o caso é que Clara Averbuck deu um péssimo exemplo, deixando claro que é preferível lacrar nas redes sociais, colocando a culpa nos “homens que reproduzem a violência que eles conhecem”, do que tentar prender os estupradores. Na lógica de Clara, quem estupra deve permanecer impune e livre para fazer vítimas porque “estuprador não é monstro”, mas rende seguidores e mídia que é uma beleza.


Mulheres contra o feminismo: Excelente texto da Vanessa sobre este estupro aonde a suposta estuprada teve um comportamento muito suspeito. Estupro sempre foi um crime grave e sempre pregamos uma pena dura para o estuprador ou estupradora. Mas antes tudo deve ser bem investigado.

Clara reclama do estupro mas vai no Facebook reclamar para todo o planeta ler mas se nega a permitir que policiais investiguem o tal estupro.

Reclama da “cultura do estupro” mas certamente é contra revogar o estatuto do desarmamento para permitir que mulheres andem com uma arma na bolsa e mandem o criminoso para o colo do capeta.

Reclama do estupro que teria sofrido mas certamente é contra redução da maioridade penal; se o estuprador fosse um menor, portanto, o que ela faria?

Reclama que as mulheres tem medo de serem estupradas quando andam nas ruas mas certamente acha que “a polícia prende demais no Brasil” e que “cadeia não resolve, só entra no crime quem não tem oportunidade”.

É muita contradição…….

Ela simplesmente está incentivando mulheres a não denunciarem seus abusadores e deixarem estupradores livres e impunes para estuprar outras mulheres, quando ela faz todo esse terrorismo sobre a delegacia da mulher. Um completo desserviço.

Além do mais pelo relato dela o sujeito abusou dela passando-lhe mão, ele não chegou a estupra-la, isto é, força-la a fazer sexo com ele, não houve de fato estupro, por mais que a extrema esquerda tente mudar o significado da nossa linguagem e tentar redefinir a palavra estupro como qualquer tipo de assédio.

Policial carioca que dançou funk com bandido no programa da Globo tem fotos nuas vazadas na internet

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Lembram daquele programa lixo da Globo chamado esquenta? Pois bem, vamos recordar…

Durante um destes programas uma capitã da PM do Rio de Janeiro, Julia Liers, dançou funk com um bandido ex-traficante do Complexo do Alemão. Os outros militares que igualmente estavam no programa “cairam na gandaia” ao mesmo tempo que representavam a corporação.

Claro que as pessoas tem liberdade para fazer o que quiserem mas existe aquele ditado: Tudo é lícito mas nem tudo convém.

Imaginem a mensagem que aquele fato passou para o povo? Os mesmos policiais que dizem combater este estilo musical nojento chamado funk que promove o crime (passa longe do funk de verdade, anos 70) ao escutar aquele lixo saem mexendo como cachorros no cio.

Vergonhoso mas esse é o retrato atual da PMERJ e do estado do Rio de Janeiro que uma vez foi o lugar do nascimento do choro e do orgulhoso reino imperial brasileiro. O Rio de Janeiro virou uma favela ao aberto. Quanto mais vagabundo, bandido e piriguete, melhor. Os ricos do RJ pouco sabem o passado do RJ mas adoram fingir serem viajados e conhecedores dos museus da Europa. Adoram ostentar riqueza assim como os mais pobres.

As cariocas afirmam serem contra a imagem de mulher objeto mas ao escutarem um funk, rebolam sem parar. O carnaval mostra somente o lado pior do Brasil. Estamos generalizando sem totalizar. Tem muitas pessoas que detestam esta imagem do povo carioca mas infelizmente parecem ser poucos.

Se adicionarmos o tumor do Brasil, TV Globo, temos muita engenharia social que prega somente o pior dos piores. E tudo isso enfiando goela abaixo um estilo de vida carioca para outros estados que passam longe de ser o Rio de Janeiro.

O RJ por sinal é aquele lugar que adora criar uma imagem do Brasil culturalmente socialista. Os favelados “viraram oprimidos pelo capitalismo e a favela era um lugar bom e coletivista antes do homem branco”. Guerra entre classes e outros truques da esquerda viraram rotina no RJ e universidades cariocas. Funk inclusive virou tese de mestrado para mostrar a verdadeira brasilidade do Brasil “revolussaum”.

Neste relativismo moral e cultural a capitã da PM do Rio de Janeiro, Julia Liers, sofreu com criminosos.

Ela teve fotos vazadas na internet por bandidos que roubaram o celular da capitã. Ela tinha fotos nuas em poses sensuais. Ou seja, bandidos funkeiros vazaram as fotos da policial que estava rebolando com um bandido ao som do funk  carioca (estilo musical de bandidos).

E depois querem que levemos este Brasil com seriedade…..

Provavelmente, logo um grupo da morte vai ser criado para eliminar quem vazou as fotos e dar aquele jeitinho carioca de abafar o caso. Mas se negar a andar com bandidos e meliantes ? Isso, virou “preconceito”.

Esta parece ser a triste realidade do Brasil: falta de bons exemplos.