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Professor acusado injustamente de estupro. O que acontece com a aluna que o acusou? NADA

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Lembram do projeto de lei que quer dar um basta nas falsas acusações de estupro? Escrevemos sobre isso neste post aqui. O estupro é um crime cruel e bárbaro mas igualmente cruel e bárbaro é acusar uma pessoa de estupro injustamente. E isso vem sendo estimulado pelo movimento feminista por mais de 25 anos. Postamos sobe o que as gurus feministas pensam aqui.

“Homens que são acusados injustamente de estupro podem às vezes ganhar com a experiência” Catherine Comins, Universidade Vassar assistente de reitor da Student Life in Time, Junho 3, 1991, p. 52.

Esta é a “igualdade feminista”.

Vejam este caso na Inglaterra.

Um professor, considerado inocente da acusação de estuprar uma aluna de 14 anos, disse que nenhum homem “em sã consciência” deveria se tornar professor.

Kato Harris, de 38 anos, foi acusado de violar e sodomizar uma aluna de uma escola particular para garotas, no outono de 2013.

A garota alegou que o estupro aconteceu quando o senhor Harris a convidou para se juntar a ele numa sala de aula durante o intervalo.

O Sr. Harris, que era chefe do departamento da escola em Londres, foi inocentado de uma acusação de estupro feita por uma garota de 16 anos, após 26 minutos de deliberação no júri ano passado.

Falando para a TalkRadio hoje, em sua primeira entrevista após ter seu nome limpo, o Sr. Harris disse que passou a se questionar por que qualquer homem com bom senso seguiria uma carreira no ensino.

O Sr. Harris disse no TalkRadio: “Depois da provação que passei, será que eu tomaria a decisão de lecionar de novo? A resposta é não, e certamente as pessoas compreenderão isso”.

“Tentei explicar por que meu caso possui uma mensagem muito forte para homens que estão pensando em se tornar professores. Vocês deveriam desistir. Não façam isso”.

“Hoje em dia, há um discurso nas escolas (e em outros lugares) onde há homens como funcionários, que diz que cada um deles pode ser um pervertido em potencial. Eles enxergam cada professor como um estuprador em potencial”.

Ele completou dizendo que se tornar um professor é como “comprar um bilhete de loteria”, explicando: “O menor “prêmio” seria uma falsa alegação de que você xingou ou tratou mal um aluno em sala de aula. O maior seria uma falsa acusação de estupro, baseado em uma aluna que esbarrou em você no corredor, e diz que você é quem a tocou de forma inapropriada”.

“Ou, pior ainda, você pode ganhar o “grande prêmio” e ser acusado, em três ocasiões diferentes, de sodomizar uma aluna na frente de toda a escola. Independente das opções, você desejaria uma delas? Qualquer homem que deseje ser professor tem uma chance, em cinco, de ser “premiado” dessa forma por sua escolha de profissão”.

“Quando você sabe o que vem pela frente, eu sinceramente não vejo a razão pela qual um homem, em sã consciência, iria querer ser professor”.

O Sr. Harris também disse que não tem sentimentos negativos com relação a acusadora, afirmando sentir uma “pena genuína” dela.

Ele deixou a escola antes das acusações serem feitas contra ele, em dezembro de 2014, e não acredita que a garota – para a qual ele nunca havia lecionado – nutrisse algum ressentimento por ele”.

Em uma entrevista dada no mês passado para o Mail on Sunday, o Sr. Harris disse: “Estou desempregado, morando numa quitinete e em breve não terei como pagar por moradia. Sou considerada uma pessoa nociva”.

Ele admitiu ao TalkRadio: “Sinto tristeza por tudo que perdi, mas isso é contrabalanceado pelo que ganhei, que foi liberdade e a capacidade de tomar decisões sobre o meu futuro”.

Ele acrescentou: “O que nós não podemos de forma alguma fazer é criar uma situação onde aceitamos quaisquer acusações de abuso sexual, sem investigá-las cuidadosamente, antes de levá-las a sério”.

As únicas soluções disponíveis para professores é “ensinar apenas alunos do sexo masculino, ou desistir da profissão”, disse ele.


Mulheres contra o feminismo: É triste isso, mulheres conseguem arruinar a vida de um homem ao inventar uma acusação de estupro, e provar a inocência é difícil. E como sempre as feministas as apoiam simplesmente por serem mulheres. Isso é um assunto batido mas que ninguém fala no movimento feminista. O problema é que em uma acusação desta gravidade, principalmente se o acusado for homem, as pessoas já enxergam o cara como culpado sem antes investigar. Muitas adolescentes, para esconder alguma coisa ou prejudicar alguém, mentem descaradamente e ainda tem o apoio da lei.

Além disso tudo, prejudica reais vitimas de estupro, banalizando casos assim e gerando gasto de dinheiro publico.

Esta garota que acusou o professor deveria ser presa e os pais delas igualmente punidos.

O caso do Leo Stronda e outras imagens que desmascaram o feminismo e movimentos simpatizantes

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Vazam nudes do Léo Stronda (sim, nem sabemos quem é mas o assunto é relevante pra mostrar a hipocrisia das mulheres simpatizantes do feminismo). A página do rapaz está cheia de mulher (aquelas que depois dizem serem objetificadas e usadas mimimi)  elogiando o ### do rapaz. Um monte de gente fazendo piada e ele mesmo levou na brincadeira.

Lembram quando vazaram fotos de celebridades NUAS? Foi mimimi machismo aqui, mimimi opressaummmm pra todo lado e etc. Sim, se fosse de alguma mulher, já teria protesto feminista e todos os homens que estivessem comentando seriam taxados como estupradores. As mulheres que estão lá elogiando ele, devem ser as mesmas que lutam contra a “objetificação do corpo da mulher”, e que dizem que todo homem é um estuprador em potencial.

Outra coisa: mais de 90% das mulheres simpatizantes do feminismo adoram dizer odiar um cara bombado pois preferem a inteligência e a sensibilidade do homem feminista. Pois bem, o rapaz é bombado e este bando de mulher afetada pelo feminismo ficou em polvorosa pelo rapaz. E os homens feministas sensíveis? Sendo humilhados como capachos que sempre foram.

Aquela coisa, né? Feminismo e coerência nunca andam juntos.

Funciona assim: feministas e simpatizantes sempre culpam alguém para fugir da responsabilidade dos próprios atos.

Se acham um cara bonito se comportam como cadelas no cio mas mesmo assim culpam o patriarcado se alguém (com sérios problemas visuais) achar elas bonitas. E se ninguém achar elas bonitas, a culpa vai ser do patriarcado e do mundo pois toda mulher é bonita. Mas elas podem decidir qual homem e qual mulher é bonita. Pode julgar. Outras pessoas, segundo elas, não podem opinar em nada. Afinal, feministas se acham superiores a todo o mundo.

Gostaríamos também de parabenizar as imagens bem feitas da India Capitalista Opressora. Ela usa de muito bom humor para desmascarar o feminismo e suas simpatizantes. Um excelente trabalho ilustrativo do  Emerson – desenhista e ilustrador. Curtam eles no facebook.

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Justin Bieber, Tati Neves, turismo sexual, brazilian day: Rebatendo feministas e simpatizantes que adoram dizer a frase “se o homem pega todas, mulheres pegar geral também”.

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Qualquer feminista ou simpatizante sempre diz esta frase: “se o homem pega todas, mulheres podem pegar geral também”.

Outras se ofendem e usam do politicamente correto quando chamamos uma piriguete de piriguete. Feministas defendem piriguetes com a frase feminista“meu corpo-minhas regras”.  Feministas defendem a Valeska Popozuda. Feministas gritam que fazem o que querem com o corpo delas, etc e etc. Feministas se taxam de vadias. Dizem ser contra a mulher objeto e o turismo sexual. E quase sempre a liberdade se transforma em desculpa ou muleta intelectual para elas agirem.

Pois bem. Quais são os fatos reais sobre isso tudo que elas falam?

Na sociedade Ocidental a liberdade existe e muito difere de outras sociedades. Aqui, mulheres e homens possuem um grande grau de liberdade. Uma mulher casa, faz sexo, trabalha e  namora com quem escolhe e porque QUER (e tudo isso sem dever nada ao feminismo mas aos costumes atuais e a fatos do passado como a II grande guerra). O mesmo vale para o homem.  Isso tudo na grande maioria dos casos. Hoje, uma mulher se veste como quiser e inclusive faz com o corpo dela o que quiser . Postamos sobre isso no passado. Qualquer pessoa pode usar o termo chulo ” pegar quem quiser”. Umas pessoas homens e mulheres inclusive pegam animais. Aquela coisa: papo feminista relativista moral mimimi “meu corpo minhas regras”. Qualquer uma/um pode pegar quem quiser mas nem todo mundo é obrigada/o a aceitar este tipo de comportamento que muito difere de um relacionamento amoroso  sexualmente e emocionalmente saudável.

Nesta onda de liberdade, o assunto mais falado nas redes sociais  foi o da brasileira ( infelizmente) que postou um vídeo no youtube com Justin Bieber na cama,  indo embora após supostamente ter feito sexo com o cantor em sua passagem ao Brasil. E não demorou muito para a identidade da garota que filmou o cantor dormindo, na casa alugada por ele no Rio de Janeiro, ser revelada. Se trata da “modelo” carioca Tati Neves. Além de postar diversas fotos de biquíni nas redes sociais – e de falar que o cantor tem o p@@@o  pequeno –  ela participou de concursos na Rede Globo (que idiotas dizem ser conservadora) deste ano. MAIS UMA piriguete (que feministas amam defender) joga o nome da mulher brasileira no lixo. Links de todo o mundo apontam mais uma vez o Brasil como terra de prostitutas, turismo sexual, etc.

Resumindo: a piriguete ( que feministas adoram defender com  a muleta de liberdade) QUIS fazer sexo com algum famoso que veio aqui fantasiando o que mundo fantasia: mulher brasileira= p@ta,vagabunda, etc. Brasil, terra do turismo sexual. A garota fez isso porque quis mas o relativismo moral feminsita DEFENDE ela como defende qualquer outra que se comporte com ela se comportou.

Aqui entra o feminismo mais uma vez que adora fugir da realidade ( E DA RESPONSABILIDADE). Vejamos o que as feminstas pensam nestas possibilidades:

Caso A – Se Justin Bieber tivesse estuprado a “modelo”  e fizesse sexo com ela sem ela querer, a culpa seria do “machismo”. Fato que as feministas negam: Estupro por sinal sempre foi crime.

Caso B- Se ele fizesse turismo sexual (viajar para outros lugares como intuito de fazer sexo) e ela não  quisesse (isso seria estupro também), a culpa segundo as feministas seria também do “machismo”. Fato que as feministas negam: Turismo sexual é uma coisa vista como negativa e novamente estupro sempre foi crime.

Caso C- Se uma garota que dorme com um turista sexual porque quer (afinal, mulheres fazem sexo com quem querem) a culpa também é do “machismo”. Fato que as feministas negam: filhas, neste caso aqui a garota ESCOLHE FAZER SEXO COM UM TURISTA SEXUAL. Cade aquela frase “meu corpo-minhas regras” agora? Aqui em geral o feminismo faz vitimismo e inocenta a garota. 

Caso D- Alguém taxar uma piriguete de biscate por jogar a nossa fama ainda  mais no lixo. Nest casos segundo as feministas a culpa/ responsabilidade não é das piriguetes (frases feministas surgem nesta hora: meu corpo- minhas regras, sou pu@a, sou funkeira, sou forte e moderna). Culpados/as? A culpa é de quem questiona as feministas e as piriguetes pois estas usam o corpo como quiserem. Fato que as feministas negam: responsabilidade.

Não estamos defendendo o JB e nem iremos defender qualquer outra pessoa que venha aqui fazer turismo sexual. Mas a falta de honestidade feminista chega a dar nojo. Piriguetes “fortes e modernas que comandam e escolhem” (que feministas amam defender) ESCOLHEM SAIR COM UM TURISTA SEXUAL nojento e depois o movimento feminista vem dizer que o “sistema e a sociedade” oprimem a piriguete quando ela usou a liberdade dela para sair com um cara que deveria ser evitado. Assim, funciona o feminismo: vitimismo e falta de responsabilidade.

Isso nunca foi novidade. Se alguma pessoa aqui teve  o azar de passar perto do tal Brazilian day (festa para brasileiros no exterior) vai perceber que o que mais existe é piriguete se enrolando na bandeira do Brasil e se jogando para cima de turista sexual ou qualquer homem estrangeiro durante esta tal festa. Mulheres deste tipo como elas e a tal “modelo” carioca Tati Neves nos envergonham e nos jogam cada vez mais no mapa de turistas sexuais. Elas adoram dizer a frase “se o homem pega todas, mulheres pegar geral também” sem questionar se o que elas fazem é certo ou não.  Elas adoram se apoiar na muleta da liberdade e esconder que elas MESMAS apoiam o turismo sexual.

As feministas com extrema desonestidade intelectual relativizam tudo e comparam Oriente, Ocidente  e relativizam tudo. O discurso feminista inocenta mulheres como estas abaixo que exibem um comportamento duvidoso e jogam mais a nossa fama no mais profundo lixo.  

Olhem a tal oprimida que alimentou mais a nossa fama e virou a nossa cara do exterior: http://uk.omg.yahoo.com/gossip/the-juice/justin-bieber-brazilian-tati-neves-secretly-films-him-hotel-room-bed-leaks-footage-twitter-122402507.html

Esta outra aqui posta fotos no facebook deste tipo: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=574715795888246&set=a.574715745888251.145594.100000494930983&type=1&theater

Lembram muito a feminista Valeska Popozuda com o relativismo moral que aumenta mais a fama do Brasil de terra do turismo sexual.

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E essa outra abaixo que vive nua ao redor do mundo carregando a bandeira do Brasil?


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Quando o feminismo ataca até um recém nascido da família real da Inglaterra.

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Mais um exemplo de terrorismo feminista……

Que mundo é esse, hein? O bebê real acabou de nascer, mas já tem feministas e movimentos “sociais” querendo ensinar a família como deve cria-lo. Foram encontrados no twitter os seguintes comentários:

– Todo mundo está dizendo que é um menino, mas nós não saberemos realmente até que a criança anuncie com qual gênero ela se identifica, certo?
– Sério, não é meio cedo para estar forçando modelos de gênero na pobre criança?
– Nascimento do bebê real expõe o amor da mídia pelo patriarcado e a conformidade de gênero. Espero que Will e Kate tenham um bebê saudável e transsexual.
– Então o bebê real não é uma menina. Posso ter esperanças de que ele seja gay ou alguém não conformado com seu gênero? Se não puder, estou entendiado.
– O bebê real é um menino. Ótima forma de decepcionar o Feminismo, Kate! Poderíamos ter uma menina como terceira na linha do trono, mas ao invés disso, é uma festa da salsicha.
– É peculiar que quando a igualdade de gêneros esteja ganhando alguma atenção e não há urgência alguma para ter um homem como herdeiro do trono obsoleto, um homem nasce.
– Pode ser um garoto, depende de como ele vai resolver expressar seu gênero, se é que ele vai querer expressa-lo.
– Ah, por favor, não tentem forçar um gênero ao bebê real, por favor.
– É muito insensível por parte da mídia anunciar que o bebê real é um menino antes que ele tenha a chance de escolher sua própria identidade de gênero.

Fonte: www.facebook.com/asGarotasDireitas

Caso feminista: a feminista Judith Grossman e o seu filho acusado de estupro: quando a cegueira do movimento feminista atinge quem amamos.

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O que acontece quando uma ferrenha feminista que luta por aquela igualdade feminista (aonde homens  todos são culpados e estupradores em potencial,  demonizam homens, etc mas MENTE lutar por igualdade e diz que isso é lutar também por direitos masculinos) tem o filho acusado de ser um estuprador em pleno Estados Unidos da América aonde o polticamente correto impera em meio a muitas leis feministas?

Foi o que aconteceu com a feminista Judith Grossman, feminista e defensora da teoria feminista”mulher forte e moderna contra o patriarcado formado pelos inimigos homens que oprimem as mulheres”. Judith teve o filho acusado como sendo o estuprador de uma ex-namorada que se baseou na Title IX, um lei americana de igualdade e gênero. Ironia do destino ela sempre foi uma defensora do Title IX, uma lei americana de 1972 que na teoria é “igualdade, amizade, paz e amor” mas em muitos aspectos é uma lei feminista. E a feminista Judith Grossman sentiu isso na pele através do seu filho.

Em resumo, o filho de Judith Grossman se relacionou sexualmente com uma garota que era sua namorada. A garota disse que esta relação foi sexo não-consensual (palavras bonitas para estupro) e ele foi julgado praticamente baseado nisso. E aqui começa o babado independente se o rapaz foi culpado ou inocente. Mais importante foi a reação do sistema ao julgar alguém que é homem e filho de feminista que cegamente apoia leis feministas. A reflexão sobre este acontecimento e deste artigo não devem ser subestimadas. O que anda escondido nas frases feministas de ordem que repetem as mesmas coisas mas agem de modo inverso? Isso pode atingir alguém que gostamos ou somos imunes a isso? Porque meninas se deixam doutrinar pelas feminisas e se tornam cada vez mais amargas e revoltadas? Porque elas querem atingir os jovens e usam de propaganda para isso? Porque elas agem de modo inverso ao que dizem? Porque elas dizem amar os homens e lutar por igualdade mas o movimento se chama feminismo e raramente os homens são bem visto por elas?

Ele poderia ser culpado, claro. Mas e se ele for inocente? Como ele ficaria ao ser julgado por leis feminstas que inclusive tiveram o apoio da mãe doutrinada e cega mas que agora sente na pele a punição pelo pecado feminista de ter tido um filho homem? Igualdade feminista :O

Claro. Todas sabemos que o estupro já é e sempre foi  considerado um crime cruel assim como o assassinato, entre outros crimes. As feministas parecem não saber disso. Queremos que estupradores e estupradoras (sim, elas existem) sejam punidos/as de modo duro e severo, assim como outro criminosos de natureza semelhante. Porém, na justiça de verdade para punir devemos saber quem e que ato esta pessoa criminosa fez para ser punida. E para isso precisamos de provas, fatos, dados, etc para evitarmos injustiças e outras coisa mais.

Judith começou a meditar sobre isso somente agora e por força do destnino. Nas palavras de Judith (artigo original abaixo), o seu filho foi intimado a comparecer para responder a essas acusações em questão de dias.  Como Judith afirma no seu texto redigido por ela MESMA

…..”Não houve investigação preliminar por parte de alguém na escola sobre essas acusações ou sobre o caso supostamente ter ocorrido alguns anos antes, nem foi considerada a possibilidade de que o ciúme ou a vingança poderia ser o motivo  de uma jovem desprezada atacar o ex-amante. Pior de tudo, o meu filho não seria proporcionado a presunção de inocência”…..

Sobre o estatutuo  IX:

……”O estatuto IX, que a chamada garantia de igualdade entre os sexos nos campus universitários, e aplicada por uma directiva recente do Departamento do Gabinete do Educação para os Direitos Civis, apagou a presunção de inocência“….

…..” Nos campus universitários de hoje, nem ” em casos de qualquer dúvida razoável”, nem mesmo por falta de um mínimo de evidências claras e convincentes” de prova é necessário para estabelecer a culpa de má conduta sexual”….

Sobre o modo que alguém pode acusar alguém:

…Estes procedimentos referentes ao processo  por ordem do governo federal, foram substituídos por aquilo que é conhecido como “a preponderância da evidência”. O que isto significa, na planície Inglês, é que tudo que a  acusadora do meu filho  necessita para estabelecer um tribunal no campus é que as alegações eram “mais provável que não terem ocorrido” por uma margem de prova que pode ser tão fina quanto 50,1% para 49,9 %…(Ou seja, somente a palavra).

…A carta (que o filho dela recebeu o intimando) não tinha mesmo as informações mais básicas sobre os atos que teriam acontecido anos antes. Nem eram as alegações apoiadas por qualquer prova que não seja a palavra da ex-namorada…..

Sobre a defesa do seu filho:

….”As muitas páginas de documentação que meu filho tinha juntos, que eram diretamente sobre o ponto sobre seu relacionamento com quem o acusou (a ex-namorada), durante o período de tempo de sua suposta conduta ilícita, foram demitidos como algo não relevante. O que era relevante, no entanto, de acordo com o comitê, foi o juramentado depoimento de “testemunhas” consideradas ter conhecimentos observável sobre o relacionamento há muito tempo entre meu filho e a ex-namorada.”……

….”durante o qual, meu filho relatou mais tarde, ele teve expressamente negado o seu pedido para ser representado por um advogado ou até mesmo ter um advogado de fora da porta da sala.”……

….”Perguntas de um passado distante, mesmo sobre assuntos não relacionados, foram arremessados ​​para ele sem nenhuma oportunidade para ele dar respostas atenciosas”…….

Sobre as testemunhas  que eram as provas do caso:

….”as lembranças desses jovens (sob intensa pressão dos colegas) eram relevantes, enquanto que os registros de e-mail do acusador ( ex-namorada) e postagens de mídia social não” ……

….”Enquanto meu filho foi instruído pelo comitê para não “discutir o assunto” com quaisquer potenciais testemunhas, estas testemunhas de acusação não foram identificados por ele, nem ele estava autorizado a confrontar ou questionar a eles ou seu acusador ( a ex-namorada)”…..

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Judith sofreu com o que muitos outros marxistas culturais sofreram: o efeito colateral de quando um grupo com privilégios tem o poder para se vingar sem que a sociedade perceba pois a propaganda é muito forte. Isto gera poder descabido e impunidade. Isto acontenceu com a Chaui e um fundador da escola de Frankfurt que sofreram com a criatura que criaram e apoiaram. A ideologia que promete o mundo melhor e justiça (propaganda) na verdade é uma ferramenta para valores invertidos, atos de vingança e  raiva de um grupo que tem o poder nas mãos. Tal grupo em geral é incapaz de possuir empatia e com sua cegueira vai fazer o que for preciso para atingir os seus objetivos, sendo um deles aumentar injustiças pelo politicamente correto e separar mulheres x homens, que faz um bom tempo começam a se enxergar como inimigos. Este grupo cria leis para si mesmo, faz vitimismo e repete frases antigas quando convém. Quando obtém o poder, este grupo aplica o seu senso de justiça e nega fatos que qualquer ser pensante usaria para julgar/punir/defender. E isto virou “justiça em prol da igualdade”.

A ironia é ver uma mãe feminista ter o filho atingido pela justiça feminista e aqui ela inicia a perceber o porque deveriamos ser contra o feminismo. Talvez ela nunca tenha percebido mas nesta luta por “igualdade” que ela lutou o filho dela tem menos direitos justamente por causa de mulheres como ela. Talvez ela nunca tenha percebido mas o filho dela hoje deve urinar como mulher, deve se comportar como mulher, deve por politicamente correto forçado a ser mulher e suas qualidades de homem que justamente o fazem diferente devem ser vergonhosas para ele. Isto tudo tomou tal proporção que a justiça que era ou deveria ser igual para todos, escolhe culpados baseando-se em gênero. Talvez ela nunca tenha percebido, mas gurus do movimento feminista sempre  perceberam disso. E sempre usaram a massa de manobra burra e barata com objetivos bem definidos escondidos em uma sedutora propaganda.

Artigo orginal aqui escrito pela própria Judith Grossman: http://online.wsj.com/article/SB10001424127887324600704578405280211043510.html

O mundo comunista paz e amor anti-Ocidente-capitalismo da Coréia do Norte: Terra de feministas?

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Podemos estar perto de uma terceira guerra mundial em grandes proporções. Guerra nuclear. Quase ninguém escaparia imune. Seriam os culpados desta guerra os EUA, capitalistas, o Ocidente opressor, a igreja ou qualquer outra religião, os homens machistas ocidentais, a mulher ocidental?

Nada disso. O grande culpado disso tudo seria a ditadura- governo da Coréia do Norte que luta pela “igualdade, liberdade amizade e contra a tirania do Ocidente capitalista”. Nossa, este governo  promete o que o governo cubano promete, o que as feministas e simpatizantes nos prometem!

Neste governo muito similar ao governo cubano que as pessoas não podem se expressar, sofrem lavagem cerebral desde crianças, sofrem por terem crenças, aonde o coletivo extermina a liberdade e responsabilidades individuais. Neste governo assim como no governo cubano homossexuais sofrem torturas, morrem e tudo o mais. Neste governo paz e amor anti-Ocidente e valores ocidentais marchas das vadias não existem pois são proibidas e censuradas a força. Neste governo libertador paz e amor mulheres devem lutar em guerras, treinam para matar sem piedade ao invés de terem filhos e trabalharem como fazem aqui no Ocidente “opressor”. Nada de feministas fazendo danças mostrando a bunda ou reclamando do machismo opressor que as impede de dormir com 100 homens em um ano e publicar blogs sobre isso como acontece aqui no Brasil (a internet assim como na China é censurada, a mesma coisa que o governo atual quer fazer no Brasil).

Nada de dançar funks com passos idealizados pela ginecologista e dizer que a responsabilidade de ser vulgar é “culpa do machismo que oprime”. Nada de bebedeiras e gritos de ordem nas ruas querendo pregar ideologias. Nada de possuir acesso a tecnologias e viver em harmonia ao poder nos expressar. Pouca qualidade de vida real. Pouca. Se falarmos dos gritos feminstas “hoje não vou dar, vou distribuir” cantados em funks? Roupas curtas? Nada. O que é liberado é o aborto e principalmente se a criança for menina.

Nesta terra legal, tudo é pago para o governo, que lucra com impostos em tudo e quase nada é iniciativa privada. O governo lucra com tudo e tem o poder sobre tudo. Ditadura total. Neste governo marxista cultural (igual as feministas) quase todo o dinheiro vai para fabricar armas. Sem leis especiais futeis sobre querer escrever presidentE/ presidentA, @, estudantx, leis especiais para grupos, kit-gay. E tudo isso sobre um forte censura.

Chocante, né? O “maldito” Ocidente capitalista é “opressor demais perante a Cuba, Coréia do Norte e outros lugares marxsitas culturais.” Nestes lugares nada se compara ao “opressor”Ocidente. Logo as feministas deveriam amar viver na Coréia do Norte.

Mas o que acontece se alguém atacar esta terra prometida chamada Coréia do Norte (Cuba e China entre outros) aonde dirigentes que pregam a “liberdade,igualdade, paz e amor” tem mais  poder, riqueza e acesso a tecnologia que as pessoas normais, que trabalham para viver na miséria e simplesmente comer com uma pobre qualidade de vida? Mas esperem, cade a igualdade?

Se alguns governantes de qualquer nação atacarem este lugar (principalmentes se forem dos EUA) provavelmente irão serem taxados de imperialisas, opressores, machistas, dominadores, etc e etc, contra o “coitado” governo da Coréia do Norte que não faz nada mais que ameaçar os outros com armas nucleares apoiado de certa forma pelo seu povo, que é comunista e simpatizante do marxismo cultural. Aquele tradicional vitimismo marxista cultural também praticado por feministas e grupos simpatizantes como GLBT e racialistas.

Coréia do Norte, Cuba, China e Camboja: definitivamente os lugares sagrados para as feministas.

Erin Pizzey: mulher,trabalhadora humanitária e ameaçada de morte pelas feministas

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Apesar de ser uma ensaísta e romancista de sucesso, Erin Pizzey ganhou reconhecimento internacional por seu trabalho humanitário, acolhendo e recuperando vítimas de violência doméstica. Em 1971, ela fundou o primeiro refúgio para mulheres do mundo moderno, o Chiswick Aid (organização hoje denominada como Refuge). Seu olhar clínico e sua experiência com incontáveis vítimas renderam importantes descobertas sobre a natureza e as causas da violência doméstica. Suas conclusões e evidências lançaram nova luz sobre a questão. Surpreendentemente, Pizzey se viu encurralada por manifestações feministas, boicotes organizados e ameaças de morte, devido à sua afirmação de que quase toda violência doméstica é recíproca. Segundo Pizzey, as mulheres são tão capazes de violência quanto os homens.

Seu nome completo é Erin Patria Margaret Pizzey. Seu pai era diplomata, mas não era um homem de posses. Fugindo da pobreza na Irlanda, sua família se transferiu para Shangai, onde logo ocorreria a invasão japonesa. Em 1942, toda a família foi capturada pelo exército inimigo, sendo futuramente trocada por prisioneiros de guerra, quando então puderam se reunir novamente. Apesar de ter nascido na China, no vilarejo de Tsingtao (hoje uma província conhecida como Qingdao), após uma movimentada juventude, Pizzey se estabeleceu na Inglaterra, onde estava destinada a iniciar uma carreira humanitária única naquela época.

Era o começo dos anos 70. Pouco a pouco, por toda Londres, mulheres que viviam presas a um cenário de opressão, humilhação e agressão física começaram a ouvir falar que em Chiswick, West London, no Terraço Belmont, havia um lugarzinho simples para onde era possível fugir e — mesmo sem dinheiro, mesmo arrastando filhos e independente de quem você seja ou do que possa ter feito — ser recebida de braços abertos e protegida. Chiswick era a certeza, não somente de um esconderijo seguro, mas de alimentação decente, cuidados médicos, asseio, roupas e, todos os dias, pontualmente as cinco, uma xícara bem quente de chá na companhia de Erin Pizzey.

A despeito do descrédito inicial de líderes comunitários, autoridades locais e membros da mídia, ela conseguiu inaugurar vários outros abrigos, gerenciados à semelhança de Chiswick. Não demorou muito para que a determinação de sua empreitada e a natureza inovadora de sua iniciativa conquistasse o público, ganhando o reconhecimento e os elogios de figuras importantes. Seu livro de 1974, Scream Quietly or the Neighbors Will Hear (Grite Baixinho ou Os Vizinhos Ouvirão, sem tradução no Brasil), sucesso de público e crítica, deu notoriedade à questão. Em 1975, discursando na House of Commons, Jack Ashley (MP) atestou que Pizzey foi “a primeira a reconhecer a seriedade da situação e quem primeiro fez algo de prático ao estabelecer o centro Chiswick Aid. Como resultado desse trabalho magnífico e pioneiro, agora a nação inteira veio a reconhecer o significado do problema”.

O que fez a diferença foi que, desde o início, Chiswick, seu primeiro abrigo, foi procurado por pessoas abusadas de todos os tipos, inclusive homens. Lidando com o problema em sua apresentação mais crua, não demorou muito para Pizzey perceber as limitações do papel masculino como agressor universal e a distância entre as políticas feministas e as reais necessidades da comunidade. Os freqüentadores de Chiswick mostraram a Pizzey que o maniqueísmo “mulheres são de Vênus, homens são do inferno” não descreve adequadamente a questão. A violência doméstica é recíproca, com ambos os parceiros abusando um do outro em taxas basicamente equivalentes. Por exemplo, acompanhando o histórico pessoal das muitas mulheres que reincidiam no abrigo, guardando informes sobre suas idéias, atitudes e reações agressivas, estudando sua capacidade de construir sempre o mesmo tipo de relacionamento, ela notou que a maioria das mulheres ali tinha tanta ou mais propensão à violência que seus parceiros, sejam maridos, namorados ou namoradas.

Intrigada, Pizzey uniu-se a outro interessado em violência doméstica, o Dr. John Gayford, do hospital Warlington. A pesquisa deles rendeu um ensaio intitulado Comparative Study Of Battered Women And Violence-Prone Women (algo como Estudo Comparativo Sobre Mulheres Agredidas e Mulheres com Propensão à Violência). O estudo faz uma distinção entre “mulheres genuinamente agredidas” e “mulheres com propensão à violência”. Desde então, descobertas similares relativas à mutualidade da violência doméstica têm sido amplamente confirmadas. O estudo de Pizzey e Gayford foi considerado uma inovação. Para Pizzey, contudo, era a comprovação de que a sociedade jamais havia olhado realmente para o problema. Ela se desligou do movimento feminista e começou sua própria campanha humanitária. Foi quando seu trabalho passou a sofrer injustas represálias que duraram mais de uma década, vindo a ser completamente obliterado.

Perplexa na época, hoje a ativista parece segura em explicar o ocorrido. Segundo Pizzey, grupos feministas em coalizão com lideranças trabalhistas femininas seqüestraram sua causa e a converteram numa tentativa de demonizar os homens — todos eles, o masculino em si — junto à comunidade internacional.

A intenção seria tornar mundialmente aceita, como um dogma político, a visão da mulher como vítima histórica dos homens, como o verdadeiro sexo superior, que só não se sobressaiu porque foi injustiçado por uma sociedade masculina decadente, sobre a qual a mulher não possui qualquer responsabilidade, estando acima de críticas. Era o que pregavam importantes aforismos feministas da época, tais como: “O único problema são os homens!” Após o seqüestro de seu trabalho, por qualquer razão, Pizzey testemunhou em toda a mídia os números da violência contra a mulher dispararem. Isso incentivou a disponibilidade de fundos públicos, tornando novas instituições de apoio (agora exclusivo a mulheres) financeiramente promissoras e espalhando-as — assim como a sua ideologia — rapidamente sobre o globo. Hoje, Chiswick Aid, o pequeno movimento independente que começou num terraço em Londres, foi renomeado de Women’s Aid e possui uma renda anual multimilionária, apoiada por uma complexa rede de financiamentos, praticamente impossível de ser fiscalizada.

Deixando de lado acusações de improbidade administrativa e de disseminação de intolerância contra os homens (misandria) visando lucro, Pizzey lamenta apenas que a iniciativa inaugurada por ela tenha sido levada do “pessoal para o político”, pondo em risco nossas noções sobre as relações humanas.

Seu livro mais procurado pelos estudiosos da violência doméstica é também seu trabalho mais acusado. Em Prone to Violence (algo como Propensão à Violência), Pizzey argumenta que boa parte das vítimas femininas que freqüentavam o refúgio demonstrava possuir personalidades solícitas a relacionamentos abusivos. Ela categoriza os diversos tipos de comportamento abusivo, explicando-os através de uma combinação dos possíveis fatores causadores, circunstâncias comuns aos relatos das muitas vítimas e agressores que cruzaram seu caminho.

Prone to Violence não apela ao maniqueísmo sexista que nascia na época, não elege culpados, nem promove receitas de bom comportamento. A máquina de escrever de Pizzey não tinha outra meta além de uma compreensão humanitária da questão. Ela chega a especular, por exemplo, que altos níveis de hormônios e neurotransmissores associados a determinados problemas de infância poderiam levar a adultos que repetidamente sofrem alterações violentas com parceiros íntimos — apesar dos custos físicos, emocionais, legais e financeiros —, numa despercebida tentativa de simular o impacto emocional de experiências marcantes da infância. O livro apresenta variadas estórias de distúrbios familiares, assim como uma discussão sobre as causas da ineficiência das agências estatais de assistência social.

Apesar de sua importância acadêmica ter sido diversas vezes reconhecida, a obra contribuiu ainda mais para a ferocidade da oposição feminista contra a pesquisa e os refúgios para ambos os sexos mantidos por Pizzey. Sua reputação herética se consolidou, a multidão com seus slogans exigia fogueira para a bruxa. Demonstrando bravura, ela afirma que foi só depois de inúmeras ameaças de morte contra ela, seus filhos e netos, bem como do linchamento de seu cachorro, que a família abandonou sua vida na Inglaterra para recomeçar nos Estados Unidos. Era como estar revivendo o pesadelo de sua infância na China, durante a invasão japonesa. Ela não sabia, mas após anos de exílio nos EUA, a crescente repercussão de sua obra entre políticos, terapeutas e intelectuais a tornaria bem-vinda novamente no Reino Unido.

Erin Pizzey nunca parou de trabalhar com vítimas de violência doméstica. Atualmente ela é membro-fundador da agência de caridade Mankind Initiative.

PONTOS DE VISTA E DEPOIMENTOS DE PIZZEY
– O que Teresa May [feminista famosa] não assume é que se uma em cada quatro mulheres sofre violência doméstica ao longo da vida, o mesmo ocorre com um em cada seis homens. Duas mulheres morrem por semana, assim como um homem morre. […] O que é preciso fazer é chegar ao ambiente onde se suspeita de que houve violência com uma abordagem terapêutica que proteja a ambos os lados.
– Nós temos que olhar para a violência doméstica a partir de uma perspectiva terapêutica. Porque não é como geralmente se pensa, isto é, o patriarcado, o que todos os homens fazem contra todas as mulheres…! A grande maioria dos homens jamais levantou um dedo para uma mulher.
– Houve grandes piquetes contra minha pessoa. E é claro que eu fiquei apavorada. Isso é uma indústria multimilionária, a violência doméstica, e as mulheres que controlam esse negócio não permitem que evidência alguma ameace seu financiamento.
– [Sobre o feminismo]
Eu me recordo dessa imensa promessa de que haveria esse novo movimento que iria unir as mulheres. E eu achei maravilhosa a idéia de que as mulheres seriam capazes de cooperar entre si, ao invés de apenas competir umas com as outras.
– Eu nunca acreditei totalmente no discurso da opressão feminina do começo dos setenta. Eu me uni ao feminismo por interação, não por revolução.
– Eu me lembro de ir para minha primeira reunião, de entrar nessa grande sala […] e olhar para as outras mulheres, que também me reconheceram. Uma delas me perguntou por que eu estava ali. Eu disse que vim porque estava sozinha, isolada, e que esperava encontrar outras mulheres que também desejassem fazer algo por nossas comunidades. Elas acharam uma tolice e responderam, irritadas, que meu problema era o meu marido, que ele estava me oprimindo, ele e o capitalismo.
– E lá fora havia grandes demonstrações [contra Chiswick] com cartazes exibindo mensagens como “todos os homens são bastardos, todos os homens são estupradores”. Eu fui lá e saí perguntando aos policiais: “se fossem contra negros ou judeus vocês prenderiam essas mulheres, por que não as prendem agora?” Eles ficavam muito desconfortáveis!
 – Ao longo dos doze anos em que gerenciei o refúgio, sempre que eu decidia falar havia gritos de feministas. Eu vinha tentando publicar um livro chamado Prone to Violence , finalmente conseguimos, mas eu precisei de escolta policial por toda a Inglaterra devido a ameaças de morte, a ameaças de bomba. Após tantos anos, a gota d’água foi quando o esquadrão anti-bombas veio até minha casa recolher um pacote suspeito. Eles disseram que agora tudo o que me fosse enviado deveria passar por eles primeiro, em razão da minha segurança e da segurança da minha família. E foi quando eu deixei a Inglaterra e entrei nesse exílio que já perdura a mais de quinze anos.
– [Perguntada sobre se nossa visão da violência doméstica é manipulada]
  -Sim, todo mundo sabe. Os números já demonstraram há muito tempo. A violência mais séria é entre duas mulheres.
 – Se você inaugura um movimento dedicado a promover o ódio aos homens, eu não tenho condições de participar dele.
 – O que eu digo desde o início de tudo é que não existe uma questão de gênero.
OBRAS DE ERIN PIZZEY (fonte: Wikipedia)
Não-ficção:
– Scream Quietly or the Neighbours Will Hear
– Infernal Child (an early memoir)
– Sluts’ Cookbook
– Erin Pizzey Collects
– Prone to violence ISBN 0-600-20551-7 Out of print
– Wild Child
– The Emotional Terrorist and The Violence-prone ISBN 0-88970-103-2
Ficção:
– In the Shadow of the Castle
– The Pleasure Palace (in manuscript)
– First Lady
– Counsul General’s Daughter
– The Snow Leopard of Shanghai
– Other Lovers
– Swimming with Dolphins
– For the Love of a Stranger
– Kisses
– The Wicked World of Women