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Érica Paes, lutadora global feminista promove vitimismo e falácias sobre violência doméstica/ feminicídio

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Muitos pais e mães querem que filhos pratiquem artes marciais. Uns escolhem o judo ou jiu jitsu. Outros preferem capoeira, boxe, krav maga ou caratê . Parece que artes marciais ensinam disciplina, educam e passam uma certa etiqueta de conduta. Mas sabemos que existem bandidos no meio como foi o caso do professor de jiu jitsu que estuprou um menino.

No Facebook das #mulherescontraofeminismo surgiu um texto sobre violência doméstica recomendado por uma leitora de uma tal lutadora global Érica Paes que fala em auto-defesa. Tudo estava indo bem quanto notamos que a lutadora iniciou com postagens completamente feministas.  Postamos um texto bem antigo sobre como feministas se infiltram nos meios masculinos e depois demonizam os homens que as acolheram e este parece ser mais um caso. Ao investigarmos o Facebook da “lutadora” fica clara a ideologia feminista aonde mulheres são anjo e homens são o diabo.

Mais uma vez na maior hipocrisia, a feminista fala mal de homens sendo que quem criou as artes que ela luta foram homens lutadores, os lutadores da família Gracie, apoiadores de #JairBolsonaro. As feministas defensoras do socialismo hoje se apoiam nas artes marciais criadas por homens para ganhar dinheiro com as mulheres e vendem para o mundo que qualquer coisa se torna abuso e estupro.

Sim, sabemos de casos violentos de estupro, abuso e assassinato que podem envolver homens e mulheres (fatos que as feministas negam).

No Brasil (em si um lugar violento aonde feministas defendem bandidos) existe o crime de homicídio (assassinato) aonde engloba-se homens, mulheres, gays, heteros, brancos, negros. Ou seja, qualquer pessoa. A culpa é do bandido e nunca da vítima. Ambos podem ser  homens, mulheres, gays, heteros, brancos, negros. Ou seja, qualquer pessoa.

Mas o que fazem as feministas e o resto da esquerda. Criam a tal mentira do feminicídio. Ao entrarmos no Facebook da “lutadora da Globo” notamos que ela faz politicagem e se envolve com outras feministas que fazem parte do governo. Ocupando espaços como sempre faz a esquerda para depois impor leis e regras.

Fica o alerta: tem muita mulher que pensamos ser conservadora ou que apoia o correto por andar em um ambiente que em teoria possui certa honra e respeito. Mas esta mesma mulher pode ser feminista infiltrada. E os homens que apoiam este tipo de mulher tendem a levar uma bela punhalada pelas costas.

Por fim, deixamos a aula do mito do feminicídio com a #mulhercontraofeminismo Thais Azevedo

Thais Azevedo destrói a mentira do feminicídio. Assitam abaixo.

E sobre violência doméstica…

Você já ouviu falar em Erin Pizzey?

Preocupada com violência doméstica, ela foi a criadora do primeiro abrigo para mulheres vítimas dessa situação na Inglaterra no início dos anos 70.
No início era uma feminista engajada, até que percebeu que entre as 100 primeiras mulheres que recebeu no abrigo, mais de 70% delas era tão ou mais violentas do que os parceiros que estavam pretendendo fugir.
E que a violência doméstica possui índices similares tanto para homens quanto para mulheres e não apenas o homem era o agressor como divulgam até hoje.
Ela começou a divulgar este fato que foi reprovado pelo movimento feminista pois ameaçava a sua agenda de dominação ideológica e podia interferir na arrecadação de dinheiro.
O resultado: Erin e seus familiares foram ameaçados de morte, seu abrigo foi tomado pelo movimento e até mesmo teve sua correspondência desviada pelo esquadrão antibombas. Um dia, seu cachorro foi encontrado morto na propriedade da família. Temendo por todos, ela teve que fugir do país com toda a família. Mas continua a dar palestras e entrevistas
desmascarando e revelando as táticas sujas da agenda feminista.
Separe três minutos e meio do seu tempo para ver o vídeo em que ela conta brevemente a história.
Erin não é mais feminista.
PENSE: Feminismo não é um movimento por direitos iguais.
#mulherescontraofeminismo

Outro entrevista bem interessante sobre o tema no Brasil. Se as feministas refletissem com sinceridade essa questão de que não importa o gênero, violência é inaceitável, elas deixariam seu movimento. Só que é necessário haver a maldita luta de classes e alimentar o marxismo-cultural. Assim, cria-se os “movimentos sociais para minorias”, gastando o dinheiro público para dar privilégios à grupos que deviam ser vistos como iguais perante a Lei.

 

 

 

Como definir a marcha das vadias, feministas, os seus protestos e a sua luta “pela liberdade”.

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Feministas dizem lutar pela “liberdade, igualdadade e respeito”? Ou seria melhor falar a verdade: “Feministas  e a arte de desrespeitar pedindo respeito e querendo vingança ao abraçar teorias loucas de um passado mentiroso?”.

Elas dizem sempre  mas isso se mostra cada dia mais distante de ser o real motivo pelo que lutam. Feministas lutam pelo poder, querem se vingar por teorias marxistas absurdas implantadas nas suas mentes, usam qualquer coisa para os seus objetivos e fazem um jogo duplo marxista para isso. Fazem o jogo da força e da fraqueza. Se elas desafiam alguém para lutar contra elas, usam de coletivismo e atacam em grupo pois se dizem “fortes e livres”. Se elas vencem, se dizem “superpoderosas”. Se as/os oponentes reagem, vencem e esmagam as teorias infundadas delas, elas fazem vitimismo e dizem que o mundo conspira contra elas.

Foi o que aconteceu no nojento manifesto organizado pelas feministas e que acabou com estas imagens que beiram ao terrorismo. A marcha das vadias organizou um “show” a parte com feministas de braços unidos para proteger um grupo de terroristas feministas que simularam relações sexuais, se masturbaram com as cruzes e imagens, como mostram as fotos.  Os manifestantes cobriram a genitália com a imagem de Jesus Cristo; chutaram, pisotearam e destruíram cruzes e crucifixos; destruíram duas estátuas de Nossa Senhora. Fizeram mais, o que o noticiário não exibiu: eles simularam relações sexuais, se masturbaram com as cruzes. Tudo isso para “nos libertar” do Ocidente opressor capitalista. Deveriam fazer isso em Cuba ou no Oriente Médio, mas cade a coragem de lutar contra quem realmente oprime?

 O show foi planejado pelas feministas e passa longe de uma atitude isolada. O cenário do que é tido como “performance” não permite amenizar a ocorrência como uma “atitude impensada”. De maneira alguma. Nem mesmo os peregrinos, que participavam de um evento religioso, conseguiriam recolher às pressas – de improviso – tantos crucifixos; e para adquirir as DUAS imagens deliberadamente destruídas seria preciso, não apenas planejamento, mas juntar as economias de um bom número de fiéis, porque a maioria presente precisa trabalhar meses para comprar pelo menos UMA.
E para variar, existiam crianças no meio pois como bons marxistas as feministas querem doutrinar desde a mais tenra idade. Elas adoram usar crianças em seus protestos absurdos.
marchas das vadias feministas marxismo cultural
feministas ainda querem falar de respeito
Não é possível dizer que tal CRIME foi uma atitude isolada de dois manifestantes. Não. As fotos indicam que outras pessoas contribuíram e participaram do ato, fazendo uma corrente para proteger e estimular a macabra “performance”.  Tudo foi organizado. CRIME PREMEDITADO por um grupo, que poderia ser denunciado como BANDO ou QUADRILHA, caracterizado quando há uma associação de mais de três pessoas com o fim de cometer CRIME (Código Penal, Art. 288).
E a nossa imprensa? A Globo, que também é marxista cultural (prega o aborto, apoiou e apoia Jean Wyllys, novelas tem como autores membros GLBT, comunistas, feministas e toda este povo que promete um “mundo melhor”) aliviou este grupo que mente nos representar como mulheres. O tratamento dado pelo Jornal Nacional ao comportamento de dois participantes da Marcha das Vadias é apenas uma amostra de como a imprensa abordou o caso com brandura e até conivência. Não denunciou o que realmente aconteceu durante a passeata realizada no Rio de Janeiro, no mesmo local em que católicos se reuniram para a Jornada Mundial da Juventude: um CRIME. Conduta tipificada no Art. 208 do Código Penal, que reza: “ESCARNECER DE ALGUÉM PUBLICAMENTE, POR MOTIVO DE CRENÇA ou FUNÇÃO RELIGIOSA; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; VILIPENDIAR PUBLICAMENTE ATO OU OBJETO DE CULTO RELIGIOSO”.
Ninguém precisa concordar com tudo que a Igreja diz e muitas podem ter outras crenças. O problema é falar de respeito, igualdade, paz (que na verdade é SOMENTE PROPAGANDA feminista pois elas agem de modo inverso ao que dizem) e desrespeitar o que é importante para outras pessoas. Isso demonstra o ego das feministas e a neurose nelas de viverem em um mundo fora da realidade pois parece que nem elas acreditam mesmo no que falam pois vivem agindo de modo oposto ao que pregam. SEMPRE.
feministas patrulhamento ideologico medo censura
Além disso, a Presidente da República apoia as feministas pois sabe que o feminismo é um movimento marxista. Dilma recebeu as feministas e sabia muito bem que grupo estava recebendo. Porque a Marcha das Vadias é reincidente, o CRIME cometido durante a Jornada Mundial da Juventude não foi uma exceção. No ano passado, ela foi aplaudida pela Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres. Eleonora Menicucci considerou “importantíssimo”, disse que a “divulgação” que Marcha das Vadias estava tendo era “merecida” – ela era “bonita”. Acontece que, no Rio de Janeiro, manifestantes do grupo – uma QUADRILHA ou BANDO (art. 288, Código Penal) – invadiram uma igreja aos berros, reivindicando, diante do altar, o direito de MATAR – quer dizer, de ABORTAR . Estas mesmas depois falam da falta de respeito e da falta de liberdade.
Como definimos a marcha das vadias? Como definimos o feminismo e as feministas?  Repetimos Erin Pizzey, outra mulher contra o feminismo: “O feminismo é terrorismo marxista praticado por terroristas”.

Mulheres cultas e trabalhadoras ameaçadas por serem contra o feminismo e suas mentiras.

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Algumas pessoas desconhecem que existem outras mulheres que lutam ativamente contra o feminismo. Sim, este raivoso movimento que mente nos representar possui outras mulheres contra ele. Existe esta falsa propaganda feminista na sociedade como se toda mulher devesser ser feminista, pois de algum modo devemos algo a ele e isto é coisa de mulher”moderna” pois o feminismo “promete o futuro”. Esta pressão é muita usada por feministas que deixam a entender serem as “verdadeiras defensoras” da verdade sobre serem mulheres e o papel da mulher na sociedade segundo as feministas. Tudo é propaganda feminista. Uma mentirosa propaganda. Este post tem o objetivo de enfatizar que existem MUITAS  outras mulheres contra o feminismo e que nunca devemos nada a ele. Estas outras mulheres foram ameaçadas como também fomos e também foram censuradas pelos movimentos feministas. Liberdade, respeito, igualdade? Puras mentiras feministas da ditatura feminista hoje existente no Brasil. O movimento feminista é uma ditadura que censura e condena quem discorde delas. Todas as outras mulheres abaixo aqui sofreram com isso também.

Erin Pizzey: trabalhadora social inglesa que possui um tradicional abrigo para homens e mulheres que sofrem de abusos domésticos. Erin é uma ex-feminista e decidiu abandonar as feministas por notar a verdade escondida embaixo dos movimentos feministas que usavam de falsa propaganda como “amor, igualdade, paz, liberdade etc” e outras mentiras do mito paz e amor para outros fins. Erin descobriu que mulheres abusam de homens e violentam homens fisicamente ou psicologicamente semelhante a homens que maltratam mulheres. Isto na época foi algo novo que fugia do conto feminista que homens sempre maltratam mulheres. Erin descobriu que ambos os sexos podem ser violentos e podem gerar crianças violentas em um ciclo vicioso o que é perigoso para todos. Erin quis falar a verdade mas foi censurada pelo movimento feminista que era feliz com a verdade oculta, pois neste ciclo vicioso a estrutura familiar era arruinada, tendo o homem sempre como culpado.  Além disso, o movimento feminista lucrava com esta mentira por desviar incentivos financeiros do governo para fins feministas, sempre tendo o homem como culpado. Casos de injustiça eram considerados justiça por politacamente correto. Por falar a verdade, Erin sofreu ameaças de morte por parte das feministas, teve o seu cachorro morto e precisou mudar de continente por motivos de segurança.

Esther Margareta Katzen, mais conhecida como Esther Vilar: escritora, mais conhecida pelo seu livro de 1971, O Homem Domado, e suas continuações, que argumentam, ao contrário da retórica feminista e dos direitos femininos, que as mulheres em culturas industrializadas não são oprimidas, e que ao invés disso exploram um sistema bem estabelecido de manipulação dos homens.  Nele, ela alega que as mulheres não são oprimidas pelos homens, mas os controlam em um relacionamento que é vantajoso à elas mas no qual a maioria dos homens não tomam ciência.

Debateu com gurus feministas que a ofenderam sem refutar os seus argumentos. Pelas as controvérsias em torno do livro sofreu  ameaças de morte de grupos feministas.

Algumas das estratégias descritas no livro e usadas pelas mulheres segundo a autora são: atrair homens com sexo, usando estratégias de sedução; Usar o elogio para controlar homens administrando-o com cuidado; Usar chantagem emocional como meio de controlar os homens; Uso de amor e romance como um pretexto para disfarçar suas intenções e motivos reais.

Michele Elliott– Mestre em psicologia, autora, professora e trabalhadora social especializada em crianças. Em 1992, Elliott publicou seu livro “Abuso Sexual de Crianças Feminino, o último tabu “, o primeiro livro a abordar a questão do abuso sexual por mulheres. O livro foi bem recebido pelos profissionais e organizações. Mike Lew descreveu como” um trabalho importante e desafiador “, ajudando a” forjar uma nova compreensão das questões “. Doody anual afirmou que era” um livro extremamente valioso para todos os profissionais, e isso aumenta muito o estado atual do conhecimento, ou a falta que conhecimento, que pode ter uma profunda influência sobre o desenvolvimento da sobrevivência e recuperação “.

Trabalho de Elliott em expor a questão da pedofilia feminina também resultou na hostilidade de feministas que quiserem censurar o livro como fizerem com outros casos de mulheres que falavam a verdade contra a “verdade feminista”. Ao divulgar Abuso Sexual de Crianças Feminino Elliott organizou uma conferência em Londres sobre o abuso sexual por mulheres  e sofreu ameaças. Depois de publicar o livro Elliott foi sujeita a um “dilúvio” de mensagens de ódio das feministas.

Christina Hoff. Christina Hoff Sommers é uma autora americana e ex-professora de filosofia que é conhecida por sua crítica do feminismo do final do século 20, e seus escritos sobre o feminismo na cultura americana contemporânea. Seus livros mais discutidos sãoWho Stole Feminism?: How Women Have Betrayed Women e The War Against Boys: How Misguided Feminism Is Harming Our Young Men. Christina fala sobre a desinformação muitas vezes proposital sobre a violência doméstica contra a mulher, a raiva de feministas contra homens, violência doméstica contra os homens/ meninos e sobre dados manipulados pela mídia feminista.

Karen Straughan (Girl Writes That). Vlogueira e blogueira que desmascara as feministas e os dogmas feministas como “cultura do estupro”, “homens ganham mais”, “homens isso, aquilo”, “mulheres sempre foram vítimas do sistema”, etc. Ela questiona o mundo visto pelas feministas e os reais motivos do movimento feminista. Também sofre ameças por partes das feministas que em geral sempre repetem a mesma conversa.

Suzanne Wenker é vice-presidente do Centro de Política Casamento e autora de quatro livros, incluindo How to Choose a Husband (And Make Peace With Marriage) (February 2013), The War on Men (February 2013, eBook only), The Flipside of Feminism (2011), and 7 Myths of Working Mothers (2004).

Suzanne é uma colaboradora freqüente do Fox News.com e tem escrito extensivamente sobre política, educação de filhos, e a influência do feminismo na sociedade americana. Seu trabalho foi publicado no New York Post, St. Louis Post-Dispatch, Parents.com, Human Events, National Review Online, e CNSnews.com. Além disso, Suzanne apareceu no ABC, CNN, FOX, C-Span, e outros canais, bem como de programas de rádio de todo o país.

Seu primeiro livro, 7 Myths of Working Mothers, argumenta que as crianças e carreiras exigentes são incompatíveis. O Flipside of feminism, lançado em 2011, é uma conta explosiva dos danos deixados na esteira do movimento feminista. Seu original de e-book,  The war on men, é um olhar, concisa autoritária no mito da igualdade de gênero. E seu mais recente lançamento, How to Choose a Husband (And Make Peace With Marriage), lança um olhar duro para a revolução sexual e incentiva as mulheres a rejeitar o roteiro cultural têm sido vendidos sobre o amor, o sexo, os homens eo casamento.

Ayn Rand.Nascida Alissa Zinovievna Rosenbaum, de origem judaico-russa , em 1905, Ayn Rand deixou seu país, ao completar 21 anos de idade, rumo aos Estados Unidos, supostamente para visitar parentes, mas, de fato, com a intenção de por lá ficar. Na terra natal, com a revolução russa e a vitória final dos comunistas, sua família de classe-média, que fugira para a Criméia, teve seus bens confiscados e ficou na miséria. Mesmo assim, de volta a Petrogrado, Alissa conseguiu se formar, em 1924, em Filosofia e História na universidade local e, no ano seguinte, 1925, logrou obter permissão para visitar parentes nos EUA, a terra da liberdade, como aprendera nas aulas de história ainda no secundário. Nunca mais retornou. Foi escritora, dramaturga, roteirista e controversa filósofa origem,  mais conhecida por desenvolver um sistema filosófico chamado de Objetivismo, e por seus romances The Fountainhead (que foi lançado no Brasil com o título de “A Nascente” e deu origem a um filme homónimo conhecido no Brasil por “Vontade Indômita”) e Atlas Shrugged (“A Revolta de Atlas” no Brasil). Nascida e educada na Rússia, Rand emigrou para os Estados Unidos em 1926. Ela trabalhou como roteirista em Hollywood e teve uma peça produzida na Broadway, em 1935-1936. Ela alcançou a fama com seu romance The Fountainhead, publicado em 1943, que em 1957 foi seguido por seu melhor e mais conhecido trabalho, o romance filosófico Atlas Shrugged.

Talyta Caravalho. Filósofa especialista em renascença e mestre em ciências da religião pela PUC-SP. Escreveu um texto interessante na Folha de SP (que publicamos aqui no nosso blog) sobre o feminismo no contexto atual e se transformou imediatamente em um alvo por parte das feministas. Feminstas além de repetirem a mesma conversa marxista cultural e a atacarem pessoalmente com argumentos antigos fizeram campanhas contra Talyta. Uma amostra de censura ditatorial feminista.

Kelly Mac. Blogueira que é contra o feminismo por ele atualmente ser praticamente anti-homem. O blog dela é awomanagainstfeminism.blogspot.com

camile paglia

Camille Paglia. Outra mulher dissidente do movimento feminista, Camille faz profundos questionamentos sobre o movimento que diz nos representar. Ela possui uma célebre fase sobre a marcha das vadias: ““Não se chame de vadia a não ser que você esteja preparada para viver e se defender como tal”. Ela também foi entrevistada pela revista ÉPOCA aonde quem quiser pode ler a entrevista aqui. Segundo ela a biologia supera ideologia e isso é uma coisa que bate de frente com a ideologia da seita feminista.

Gertrud von Le Fort. Famosa escritora alemã de romances, poemas e ensaios. Estudou teologia e filosofia. Nasceu em 1876 e faleceu em 1971. Teve a sua face em selos postais como uma homenagem da Alemanha ao seu trabalho.

Erin Pizzey: mulher,trabalhadora humanitária e ameaçada de morte pelas feministas

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Apesar de ser uma ensaísta e romancista de sucesso, Erin Pizzey ganhou reconhecimento internacional por seu trabalho humanitário, acolhendo e recuperando vítimas de violência doméstica. Em 1971, ela fundou o primeiro refúgio para mulheres do mundo moderno, o Chiswick Aid (organização hoje denominada como Refuge). Seu olhar clínico e sua experiência com incontáveis vítimas renderam importantes descobertas sobre a natureza e as causas da violência doméstica. Suas conclusões e evidências lançaram nova luz sobre a questão. Surpreendentemente, Pizzey se viu encurralada por manifestações feministas, boicotes organizados e ameaças de morte, devido à sua afirmação de que quase toda violência doméstica é recíproca. Segundo Pizzey, as mulheres são tão capazes de violência quanto os homens.

Seu nome completo é Erin Patria Margaret Pizzey. Seu pai era diplomata, mas não era um homem de posses. Fugindo da pobreza na Irlanda, sua família se transferiu para Shangai, onde logo ocorreria a invasão japonesa. Em 1942, toda a família foi capturada pelo exército inimigo, sendo futuramente trocada por prisioneiros de guerra, quando então puderam se reunir novamente. Apesar de ter nascido na China, no vilarejo de Tsingtao (hoje uma província conhecida como Qingdao), após uma movimentada juventude, Pizzey se estabeleceu na Inglaterra, onde estava destinada a iniciar uma carreira humanitária única naquela época.

Era o começo dos anos 70. Pouco a pouco, por toda Londres, mulheres que viviam presas a um cenário de opressão, humilhação e agressão física começaram a ouvir falar que em Chiswick, West London, no Terraço Belmont, havia um lugarzinho simples para onde era possível fugir e — mesmo sem dinheiro, mesmo arrastando filhos e independente de quem você seja ou do que possa ter feito — ser recebida de braços abertos e protegida. Chiswick era a certeza, não somente de um esconderijo seguro, mas de alimentação decente, cuidados médicos, asseio, roupas e, todos os dias, pontualmente as cinco, uma xícara bem quente de chá na companhia de Erin Pizzey.

A despeito do descrédito inicial de líderes comunitários, autoridades locais e membros da mídia, ela conseguiu inaugurar vários outros abrigos, gerenciados à semelhança de Chiswick. Não demorou muito para que a determinação de sua empreitada e a natureza inovadora de sua iniciativa conquistasse o público, ganhando o reconhecimento e os elogios de figuras importantes. Seu livro de 1974, Scream Quietly or the Neighbors Will Hear (Grite Baixinho ou Os Vizinhos Ouvirão, sem tradução no Brasil), sucesso de público e crítica, deu notoriedade à questão. Em 1975, discursando na House of Commons, Jack Ashley (MP) atestou que Pizzey foi “a primeira a reconhecer a seriedade da situação e quem primeiro fez algo de prático ao estabelecer o centro Chiswick Aid. Como resultado desse trabalho magnífico e pioneiro, agora a nação inteira veio a reconhecer o significado do problema”.

O que fez a diferença foi que, desde o início, Chiswick, seu primeiro abrigo, foi procurado por pessoas abusadas de todos os tipos, inclusive homens. Lidando com o problema em sua apresentação mais crua, não demorou muito para Pizzey perceber as limitações do papel masculino como agressor universal e a distância entre as políticas feministas e as reais necessidades da comunidade. Os freqüentadores de Chiswick mostraram a Pizzey que o maniqueísmo “mulheres são de Vênus, homens são do inferno” não descreve adequadamente a questão. A violência doméstica é recíproca, com ambos os parceiros abusando um do outro em taxas basicamente equivalentes. Por exemplo, acompanhando o histórico pessoal das muitas mulheres que reincidiam no abrigo, guardando informes sobre suas idéias, atitudes e reações agressivas, estudando sua capacidade de construir sempre o mesmo tipo de relacionamento, ela notou que a maioria das mulheres ali tinha tanta ou mais propensão à violência que seus parceiros, sejam maridos, namorados ou namoradas.

Intrigada, Pizzey uniu-se a outro interessado em violência doméstica, o Dr. John Gayford, do hospital Warlington. A pesquisa deles rendeu um ensaio intitulado Comparative Study Of Battered Women And Violence-Prone Women (algo como Estudo Comparativo Sobre Mulheres Agredidas e Mulheres com Propensão à Violência). O estudo faz uma distinção entre “mulheres genuinamente agredidas” e “mulheres com propensão à violência”. Desde então, descobertas similares relativas à mutualidade da violência doméstica têm sido amplamente confirmadas. O estudo de Pizzey e Gayford foi considerado uma inovação. Para Pizzey, contudo, era a comprovação de que a sociedade jamais havia olhado realmente para o problema. Ela se desligou do movimento feminista e começou sua própria campanha humanitária. Foi quando seu trabalho passou a sofrer injustas represálias que duraram mais de uma década, vindo a ser completamente obliterado.

Perplexa na época, hoje a ativista parece segura em explicar o ocorrido. Segundo Pizzey, grupos feministas em coalizão com lideranças trabalhistas femininas seqüestraram sua causa e a converteram numa tentativa de demonizar os homens — todos eles, o masculino em si — junto à comunidade internacional.

A intenção seria tornar mundialmente aceita, como um dogma político, a visão da mulher como vítima histórica dos homens, como o verdadeiro sexo superior, que só não se sobressaiu porque foi injustiçado por uma sociedade masculina decadente, sobre a qual a mulher não possui qualquer responsabilidade, estando acima de críticas. Era o que pregavam importantes aforismos feministas da época, tais como: “O único problema são os homens!” Após o seqüestro de seu trabalho, por qualquer razão, Pizzey testemunhou em toda a mídia os números da violência contra a mulher dispararem. Isso incentivou a disponibilidade de fundos públicos, tornando novas instituições de apoio (agora exclusivo a mulheres) financeiramente promissoras e espalhando-as — assim como a sua ideologia — rapidamente sobre o globo. Hoje, Chiswick Aid, o pequeno movimento independente que começou num terraço em Londres, foi renomeado de Women’s Aid e possui uma renda anual multimilionária, apoiada por uma complexa rede de financiamentos, praticamente impossível de ser fiscalizada.

Deixando de lado acusações de improbidade administrativa e de disseminação de intolerância contra os homens (misandria) visando lucro, Pizzey lamenta apenas que a iniciativa inaugurada por ela tenha sido levada do “pessoal para o político”, pondo em risco nossas noções sobre as relações humanas.

Seu livro mais procurado pelos estudiosos da violência doméstica é também seu trabalho mais acusado. Em Prone to Violence (algo como Propensão à Violência), Pizzey argumenta que boa parte das vítimas femininas que freqüentavam o refúgio demonstrava possuir personalidades solícitas a relacionamentos abusivos. Ela categoriza os diversos tipos de comportamento abusivo, explicando-os através de uma combinação dos possíveis fatores causadores, circunstâncias comuns aos relatos das muitas vítimas e agressores que cruzaram seu caminho.

Prone to Violence não apela ao maniqueísmo sexista que nascia na época, não elege culpados, nem promove receitas de bom comportamento. A máquina de escrever de Pizzey não tinha outra meta além de uma compreensão humanitária da questão. Ela chega a especular, por exemplo, que altos níveis de hormônios e neurotransmissores associados a determinados problemas de infância poderiam levar a adultos que repetidamente sofrem alterações violentas com parceiros íntimos — apesar dos custos físicos, emocionais, legais e financeiros —, numa despercebida tentativa de simular o impacto emocional de experiências marcantes da infância. O livro apresenta variadas estórias de distúrbios familiares, assim como uma discussão sobre as causas da ineficiência das agências estatais de assistência social.

Apesar de sua importância acadêmica ter sido diversas vezes reconhecida, a obra contribuiu ainda mais para a ferocidade da oposição feminista contra a pesquisa e os refúgios para ambos os sexos mantidos por Pizzey. Sua reputação herética se consolidou, a multidão com seus slogans exigia fogueira para a bruxa. Demonstrando bravura, ela afirma que foi só depois de inúmeras ameaças de morte contra ela, seus filhos e netos, bem como do linchamento de seu cachorro, que a família abandonou sua vida na Inglaterra para recomeçar nos Estados Unidos. Era como estar revivendo o pesadelo de sua infância na China, durante a invasão japonesa. Ela não sabia, mas após anos de exílio nos EUA, a crescente repercussão de sua obra entre políticos, terapeutas e intelectuais a tornaria bem-vinda novamente no Reino Unido.

Erin Pizzey nunca parou de trabalhar com vítimas de violência doméstica. Atualmente ela é membro-fundador da agência de caridade Mankind Initiative.

PONTOS DE VISTA E DEPOIMENTOS DE PIZZEY
– O que Teresa May [feminista famosa] não assume é que se uma em cada quatro mulheres sofre violência doméstica ao longo da vida, o mesmo ocorre com um em cada seis homens. Duas mulheres morrem por semana, assim como um homem morre. […] O que é preciso fazer é chegar ao ambiente onde se suspeita de que houve violência com uma abordagem terapêutica que proteja a ambos os lados.
– Nós temos que olhar para a violência doméstica a partir de uma perspectiva terapêutica. Porque não é como geralmente se pensa, isto é, o patriarcado, o que todos os homens fazem contra todas as mulheres…! A grande maioria dos homens jamais levantou um dedo para uma mulher.
– Houve grandes piquetes contra minha pessoa. E é claro que eu fiquei apavorada. Isso é uma indústria multimilionária, a violência doméstica, e as mulheres que controlam esse negócio não permitem que evidência alguma ameace seu financiamento.
– [Sobre o feminismo]
Eu me recordo dessa imensa promessa de que haveria esse novo movimento que iria unir as mulheres. E eu achei maravilhosa a idéia de que as mulheres seriam capazes de cooperar entre si, ao invés de apenas competir umas com as outras.
– Eu nunca acreditei totalmente no discurso da opressão feminina do começo dos setenta. Eu me uni ao feminismo por interação, não por revolução.
– Eu me lembro de ir para minha primeira reunião, de entrar nessa grande sala […] e olhar para as outras mulheres, que também me reconheceram. Uma delas me perguntou por que eu estava ali. Eu disse que vim porque estava sozinha, isolada, e que esperava encontrar outras mulheres que também desejassem fazer algo por nossas comunidades. Elas acharam uma tolice e responderam, irritadas, que meu problema era o meu marido, que ele estava me oprimindo, ele e o capitalismo.
– E lá fora havia grandes demonstrações [contra Chiswick] com cartazes exibindo mensagens como “todos os homens são bastardos, todos os homens são estupradores”. Eu fui lá e saí perguntando aos policiais: “se fossem contra negros ou judeus vocês prenderiam essas mulheres, por que não as prendem agora?” Eles ficavam muito desconfortáveis!
 – Ao longo dos doze anos em que gerenciei o refúgio, sempre que eu decidia falar havia gritos de feministas. Eu vinha tentando publicar um livro chamado Prone to Violence , finalmente conseguimos, mas eu precisei de escolta policial por toda a Inglaterra devido a ameaças de morte, a ameaças de bomba. Após tantos anos, a gota d’água foi quando o esquadrão anti-bombas veio até minha casa recolher um pacote suspeito. Eles disseram que agora tudo o que me fosse enviado deveria passar por eles primeiro, em razão da minha segurança e da segurança da minha família. E foi quando eu deixei a Inglaterra e entrei nesse exílio que já perdura a mais de quinze anos.
– [Perguntada sobre se nossa visão da violência doméstica é manipulada]
  -Sim, todo mundo sabe. Os números já demonstraram há muito tempo. A violência mais séria é entre duas mulheres.
 – Se você inaugura um movimento dedicado a promover o ódio aos homens, eu não tenho condições de participar dele.
 – O que eu digo desde o início de tudo é que não existe uma questão de gênero.
OBRAS DE ERIN PIZZEY (fonte: Wikipedia)
Não-ficção:
– Scream Quietly or the Neighbours Will Hear
– Infernal Child (an early memoir)
– Sluts’ Cookbook
– Erin Pizzey Collects
– Prone to violence ISBN 0-600-20551-7 Out of print
– Wild Child
– The Emotional Terrorist and The Violence-prone ISBN 0-88970-103-2
Ficção:
– In the Shadow of the Castle
– The Pleasure Palace (in manuscript)
– First Lady
– Counsul General’s Daughter
– The Snow Leopard of Shanghai
– Other Lovers
– Swimming with Dolphins
– For the Love of a Stranger
– Kisses
– The Wicked World of Women