Arquivo mensal: julho 2013

Quando o feminismo ataca até um recém nascido da família real da Inglaterra.

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bebe real e feministas mulheres contra o feminismo

Mais um exemplo de terrorismo feminista……

Que mundo é esse, hein? O bebê real acabou de nascer, mas já tem feministas e movimentos “sociais” querendo ensinar a família como deve cria-lo. Foram encontrados no twitter os seguintes comentários:

– Todo mundo está dizendo que é um menino, mas nós não saberemos realmente até que a criança anuncie com qual gênero ela se identifica, certo?
– Sério, não é meio cedo para estar forçando modelos de gênero na pobre criança?
– Nascimento do bebê real expõe o amor da mídia pelo patriarcado e a conformidade de gênero. Espero que Will e Kate tenham um bebê saudável e transsexual.
– Então o bebê real não é uma menina. Posso ter esperanças de que ele seja gay ou alguém não conformado com seu gênero? Se não puder, estou entendiado.
– O bebê real é um menino. Ótima forma de decepcionar o Feminismo, Kate! Poderíamos ter uma menina como terceira na linha do trono, mas ao invés disso, é uma festa da salsicha.
– É peculiar que quando a igualdade de gêneros esteja ganhando alguma atenção e não há urgência alguma para ter um homem como herdeiro do trono obsoleto, um homem nasce.
– Pode ser um garoto, depende de como ele vai resolver expressar seu gênero, se é que ele vai querer expressa-lo.
– Ah, por favor, não tentem forçar um gênero ao bebê real, por favor.
– É muito insensível por parte da mídia anunciar que o bebê real é um menino antes que ele tenha a chance de escolher sua própria identidade de gênero.

Fonte: www.facebook.com/asGarotasDireitas

Ficar em forma ou engordar? A luta feminista a favor da obesidade maquiada como “direito de escolha.”

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Diapositiva1

Feministas em geral detestam ficar em forma. Uma ou outra que usa de EUPIRISMO ou EGOPIRISMO pode dizer que se exercita pois é “a feminista diferente” mas uma boa parte dos argumentos do movimento feminista é que cuidar do corpo é “obra de mulher submissa, Amélia e burra mandada pelo patriarcado”. Isso na verdade é uma forma de preconceito pois uma mulher com um corpo legal também pode ser inteligente mas quando as feministas  falam o preconceito é maquiado por politicamente correto e vira uma coisa “moderna e contra o sistema” permitida. Isto é muito usado por marxistas culturais para justificar todos seus atos.  Assim elas podem ser preconceituosas. Se olharmos feministas como a blogueira Bola (ops, Lola) e outras gurus que comandam a massa de manobra podemos notar que esta conversa vira  um lema que é seguido por grande parte do movimento feminista. Ser obesa é legal, ser moderna e contra o sistema “que nos oprime.” Vitimismo e feminismo andam sempre juntos e atos como estes das feministas que pregam “que tudo nos oprime” é somente um modo para atrair jovens desavisadas que de tanto terem o cérebro lavado acham que virar funkeira como a Valesca é coisa chique ou ato de orgulho de uma “luta pela liberdade”. Feministas sempre copiando o mal exemplo. Sempre.

Qual o problema disso que inclusive é pregado em livros feministas e sites feministas?

Bem, apesar da liberdade de cada pessoa fazer o que quiser existir, a apologia neste caso a obesidade gera alguns problemas como:

A)     A cultura do mal exemplo vista como moderna ou a falta da cultura do bom exemplo. Aqui no Brasil isto é muito comum e é pregado como modelo moderno para as crianças por professores as doutrinam desde cedo. Jogue a liberdade usada como desculpa para tudo e o direito de escolhas usadas de modo infantil e misture a uma teoria doida e criamos um monstro, que em muitos casos viram leis e na nossa terra cada vez mais sem moral. Nossos exemplos se tornam o que deveria ser combatido. Relativize o que é certo e errado e negue o senso comum. Neste lugar, ser certo é errado e ser errado é certo. Neste lugar funk vira tese de mestrado e estudar de verdade é coisa antiquada. Neste lugar ser acima do peso é sinal de ser intelectual. Pessoas loucas como feministas e marxistas ainda justificam isso com teorias sem pé nem cabeça. Uma governante de esquerda certa vez disse que a diabetes “era doença de rico”. Um ex-presidente nosso afirmava que nunca precisou estudar. Reparem que o que se esconde nestes argumentos é sempre a mesma coisa e a longo prazo isto somente colabora para problemas e mais problemas pois o que é bom é visto como “antiquado e opressor”.

B)      Apologia a obesidade. A obesidade é uma das doenças que mais cresce no mundo moderno e atinge inclusive crianças. Muitas delas serão adultos obesos com o nosso atua estilo de vida. Imaginem o futuro delas se ainda forem estimuladas a serem obesas por teorias feministas e afins. A obesidade gera outros problemas como infartos, derrames e muitas outras doenças se associam e levam a morte. Tudo isso se combate com a “opressora” idéia de exercícios e uma alimentação correta. Mas para as feministas cuidar do corpo é “ser oprimida”.

C)      Gastos de dinheiro. Como este é um problema de Saúde Pública, se existisse uma campanha para educar o povo a se exercitar muitos gastos poderiam ser cortados.

D)     Depressão. Pessoas obesas podem dizer o que quiserem mas em geral elas tendem a ser mais depressivas. Se exercitar ajuda a pessoa no aspecto mental e social também.

E)      Problemas ao se locomover, com o metabolismo  e função de órgãos vitais . Que tem ou teve algum familiar obeso sabe como é complicado para estas pessoas se locomoverem. Algumas pessoas são obesas como resultado de outras doenças associadas com metabolismo e possuem problemas (o que é um outro caso e que muito difere da apologia a obesidade feita por feministas).

Longe de dizer que todo obeso é um criminoso. Muitas desta pessoas tem problemas de auto-estima, traumas, doenças severas etc e devem possuir ajuda que pode vir através de certo conselho adequado. Claro  que alguns obesos são alegres e felizes. Mas falando no geral não sobre o pessoal mas sobre a obesidade em si, esta nunca foi uma qualidade ou algo digno de ser estimulado como é pregado pelo movimento feminista que acha isso um “direito de escolha”.

Ninguém precisa ser uma Suzana Vieira da vida que tem medo de envelhecer e se comporta como uma adolescente mimada e é obcecada pelo culto ao corpo. Envelhecer é normal assim como um certo aumento de peso com a idade. Ninguém precisa se comportar como piriguetes, Valescas e outras mulheres prostitutas idiotas que as feministas nesta caso apoiam por quererem atrair mais seguidoras com frases de ordem “corpo e regras” sem objetividade de certo e errado. O problema é fazer apologia a obesidade que é um assunto sério e uma importante questão de Saúde Pública.

Lembrem-se: Quem  não valoriza cuidar da saúde uma hora vai ter que valorizar o tempo para cuidar da doença.

A feminista que ficou feliz em ser estuprada e defendeu o próprio estuprador.

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Amanda Kijera
Uma pessoa normal ao ser violentada por alguém faz o que? Quer justiça e prender o criminoso seja ele/ela quem for. Pouco importa nacionalidade, cor da pele, etc. O estupro sempre foi crime e deve ser punido como tal.

Mas o que faz uma feminista ? Como boas marxistas as feministas se comportam de modo”diferente” visto que elas adoram fazer a realidade se adequar as “perfeitas teorias feministas” por viverem na utopia de um mundo paralelo.

Para feministas o senso comum é “banal”. Preferem revolucionar e defender o estuprador por algum motivo maluco para defender as suas teorias doidas.

Leiam o texto sobre a feminista Amanda Kijera e a sua viagem ao Haiti. Sem palavras.

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Feminista violada no Haiti atribui culpas ao patriarcado do homem branco

Reparem bem na lógica da esquerdista Amanda Kijera. Depois de se ler isto, coloquem a questão: se o esquerdismo não é uma doença mental, então o que é uma doença mental?

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Há duas semanas atrás, numa 2ª Feira de manhã, comecei a escrever o que eu pensava que seria um editorial inteligente em torno da violência contra as mulheres no Haiti. Este assunto, pensei eu, estava a ser mencionado diversas vezes pelas organizações femininas e como tal precisava de mais fundamentação.
Sempre determinada em preservar a dignidade do homem Negro num mundo que constantemente os estereotipa de selvagens e violentos, eu via esta escrita como mais uma oportunidade de combater “o homem” em favor dos meus irmãos.

Nessa noite, antes de ter terminado o artigo, fui mantida e violada repetidamente num telhado do Haiti por um dos homens em nome de quem eu havia passado grande parte da minha vida a advogar [isto é, um negro].

Isto deixou-me profundamente magoada. A experiência quase foi mais do que eu podia suportar. Implorei que ele parasse. Com medo que ele me matasse, implorei que ele honrasse o meu compromisso com o Haiti, a ele como um irmão na luta mutua em torno do término da opressão comum, mas ele nem ligou [porque será?].

Ele não se importou que eu fosse uma estudiosa do Malcolm X. Ele não só mandou-me calar como deu-me uma bofetada. Sobrepujada, parei de lutar a meio da noite.

Aceitando a fragilidade da minha condição, afastei para longe de mim a pulseira haitiana que eu havia orgulhosamente usado durante mais de um ano, com ela os meus sonhos da libertação humana.

….

Fui até ao Haiti depois do terremoto como forma de dar poder à auto-suficiência dos haitianos. Fui lá não só para lhes lembrar das inúmeras contribuições que os afro-descendentes fizeram ao mundo, como para lhes lembrar da sua resiliência e força como um povo.

Nunca me vi como alguém que se tornaria o receptáculo da raiva do homem Negro contra o mundo branco, mas foi nisso que me tornei. Embora eu me oponha ao comportamento do meu irmão [o violador negro], estou grata pela experiência [Ela está grata por ter sido violada por um negro]. Ela despertou-me e fez-me entender de um modo mais profundo o nível de terror que as minhas irmãs experimentam diariamente.

O homem Negro tem todo o direito de sentir a raiva que sentem em resposta à sua posição na hierarquia global, mas a sua raiva está mal direccionada.

As mulheres não são a fonte da sua opressão; as políticas opressivas e o ainda-por-questionar patriarcado do homem branco ainda dominam a arena mundial. Isto porque as mulheres – especialmente as mulheres de cor – são forçadas a suportar a resposta do homem Negro à condição do homem Negro.

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Como é possível que uma mulher seja violada e declare posteriormente estar “grata pela experiência”? Ora, quando a mulher é uma esquerdista e o violador faz parte dos grupos “protegidos” da esquerda política.

Segundo o esquerdume, toda a violência que os grupos protegidos fazem é sempre uma reacção à “opressão” que eles “sofrem” por parte do homem branco. O homem branco é, portanto, culpado pelos seus pecados e pelos pecados dos outros.

Alguém deveria dizer a esta feminista que ela não foi violada pelo “patriarcado do homem branco” mas sim por um homem negro. E se ela está grata pela experiência (como ela afirma) ela que voe até à Libéria onde cerca de 70% das mulheres já foram sexualmente abusadas pelo patriarcado do homem branco por outros negros.

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Antes que algum esquerdista ignorante me acuse de racismo, convém ressalvar umas coisas:
Não há nada na biologia dos negros que os torna mais violadores que os outros. Isto é uma questão política, cultural e comportamental.Se o homem branco crescesse naquela tipo de cultura, ele faria exactamente os mesmos erros.

O ponto do artigo não é dizer que este ou aquele grupo é mais violento, mas sim mostrar como a ideologia feminista-esquerdista destrói toda a racionalidade humana.
Nenhuma mulher mentalmente saudável diria que está grata por ter sido violada EXCEPTO uma feminista/esquerdista que tenha sido violada por pessoas pertencentes aos seus grupos “protegidos”.

Fonte: http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2011/09/feminista-violada-no-haiti-atribui.html