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Professor acusado injustamente de estupro. O que acontece com a aluna que o acusou? NADA

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Lembram do projeto de lei que quer dar um basta nas falsas acusações de estupro? Escrevemos sobre isso neste post aqui. O estupro é um crime cruel e bárbaro mas igualmente cruel e bárbaro é acusar uma pessoa de estupro injustamente. E isso vem sendo estimulado pelo movimento feminista por mais de 25 anos. Postamos sobe o que as gurus feministas pensam aqui.

“Homens que são acusados injustamente de estupro podem às vezes ganhar com a experiência” Catherine Comins, Universidade Vassar assistente de reitor da Student Life in Time, Junho 3, 1991, p. 52.

Esta é a “igualdade feminista”.

Vejam este caso na Inglaterra.

Um professor, considerado inocente da acusação de estuprar uma aluna de 14 anos, disse que nenhum homem “em sã consciência” deveria se tornar professor.

Kato Harris, de 38 anos, foi acusado de violar e sodomizar uma aluna de uma escola particular para garotas, no outono de 2013.

A garota alegou que o estupro aconteceu quando o senhor Harris a convidou para se juntar a ele numa sala de aula durante o intervalo.

O Sr. Harris, que era chefe do departamento da escola em Londres, foi inocentado de uma acusação de estupro feita por uma garota de 16 anos, após 26 minutos de deliberação no júri ano passado.

Falando para a TalkRadio hoje, em sua primeira entrevista após ter seu nome limpo, o Sr. Harris disse que passou a se questionar por que qualquer homem com bom senso seguiria uma carreira no ensino.

O Sr. Harris disse no TalkRadio: “Depois da provação que passei, será que eu tomaria a decisão de lecionar de novo? A resposta é não, e certamente as pessoas compreenderão isso”.

“Tentei explicar por que meu caso possui uma mensagem muito forte para homens que estão pensando em se tornar professores. Vocês deveriam desistir. Não façam isso”.

“Hoje em dia, há um discurso nas escolas (e em outros lugares) onde há homens como funcionários, que diz que cada um deles pode ser um pervertido em potencial. Eles enxergam cada professor como um estuprador em potencial”.

Ele completou dizendo que se tornar um professor é como “comprar um bilhete de loteria”, explicando: “O menor “prêmio” seria uma falsa alegação de que você xingou ou tratou mal um aluno em sala de aula. O maior seria uma falsa acusação de estupro, baseado em uma aluna que esbarrou em você no corredor, e diz que você é quem a tocou de forma inapropriada”.

“Ou, pior ainda, você pode ganhar o “grande prêmio” e ser acusado, em três ocasiões diferentes, de sodomizar uma aluna na frente de toda a escola. Independente das opções, você desejaria uma delas? Qualquer homem que deseje ser professor tem uma chance, em cinco, de ser “premiado” dessa forma por sua escolha de profissão”.

“Quando você sabe o que vem pela frente, eu sinceramente não vejo a razão pela qual um homem, em sã consciência, iria querer ser professor”.

O Sr. Harris também disse que não tem sentimentos negativos com relação a acusadora, afirmando sentir uma “pena genuína” dela.

Ele deixou a escola antes das acusações serem feitas contra ele, em dezembro de 2014, e não acredita que a garota – para a qual ele nunca havia lecionado – nutrisse algum ressentimento por ele”.

Em uma entrevista dada no mês passado para o Mail on Sunday, o Sr. Harris disse: “Estou desempregado, morando numa quitinete e em breve não terei como pagar por moradia. Sou considerada uma pessoa nociva”.

Ele admitiu ao TalkRadio: “Sinto tristeza por tudo que perdi, mas isso é contrabalanceado pelo que ganhei, que foi liberdade e a capacidade de tomar decisões sobre o meu futuro”.

Ele acrescentou: “O que nós não podemos de forma alguma fazer é criar uma situação onde aceitamos quaisquer acusações de abuso sexual, sem investigá-las cuidadosamente, antes de levá-las a sério”.

As únicas soluções disponíveis para professores é “ensinar apenas alunos do sexo masculino, ou desistir da profissão”, disse ele.


Mulheres contra o feminismo: É triste isso, mulheres conseguem arruinar a vida de um homem ao inventar uma acusação de estupro, e provar a inocência é difícil. E como sempre as feministas as apoiam simplesmente por serem mulheres. Isso é um assunto batido mas que ninguém fala no movimento feminista. O problema é que em uma acusação desta gravidade, principalmente se o acusado for homem, as pessoas já enxergam o cara como culpado sem antes investigar. Muitas adolescentes, para esconder alguma coisa ou prejudicar alguém, mentem descaradamente e ainda tem o apoio da lei.

Além disso tudo, prejudica reais vitimas de estupro, banalizando casos assim e gerando gasto de dinheiro publico.

Esta garota que acusou o professor deveria ser presa e os pais delas igualmente punidos.

Hipocrisia da rede Globo feminista: quando mulheres adoravam o José Mayer pegador e assediam homens

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Por estes dias José Mayer, ator brasileiro de 67 anos conhecido por inúmeros papéis de homens pegadores foi acusado de assedio pela figurinista da TV Globo Suesllen Tonani – mais conhecida por Su Tonani. O ator interpretava um personagem, Tião Bezerra, na novela das nove em exibição na Globo “A Lei do Amor”. Uma iniciativa de funcionárias da Globo, incluindo atrizes como Camila Pitanga, Leandra Leal, Taís Araújo, Cléo Pires e outras, causou impacto: surgiram com camisas a dizer “Mexeu Com Uma, Mexeu Com Todas, Chega de Assédio”.

Vamos pensar com calma sobre este caso…..

Não adianta as atrizes culparem a tal da “cultura machista”. Até porque, se assim o fizerem, vão ter que encarar a realidade, ou seja, a de que a própria emissora na qual trabalham – a Globo, embora ela não esteja sozinha nisso – promove a vulgarização da mulher em programas de auditórios – levando “artistas” de funk, por exemplo -, em novelas e minisséries – cada uma mais imoral do que a outra -, em propagandas.

É curioso não haver NENHUMA revolta quanto a isso.

A suposta vitima, Suesllen Tonani, acusou o ator usando palavras como coisa de “homem rico e branco”. Sendo a moça vitima ou não, esta conversa politizada é muito estranha. Cantada é assedio? Para feministas, cantada e assédio é estupro. Casamento para elas é estupro.E ai? Como fica?

Claro, as feministas estão em extase com suas axilas peludas e falta de banho. Até parece elas até anseiam por essas situações. Lembram do caso daquela moça que sofreu estupro coletivo no Rio? Quando surgiu o fato da moça ter consentido com aquilo, muitas se mostraram decepcionadas.

José Mayer no auge da fama das telenovelas era o sonho de consumo destas mulheres que assistem novelas e seguem cegamente a rede bobo e estas malditas obras de engenharia social chamadas novelas. Mayer interpretou muitos papéis aonde literalmente era grosso, estúpido, mal educado, viril e tudo o mais. Era sempre visto como o machão. Muitas matérias foram feitas com ele em revistas femininas e as atrizes (bem pagas) aceitavam o papel com ele. Mulheres e mulheres queriam a fantasia do homem viril que “pegava de jeito as mulheres.”

Agora perto dos 67 anos e longe do auge da fama, as mesmas mulheres que antes vibravam pelo machão global o atacam como o “homem das cavernas.” E ao invés de focalizarem no ator José Mayer como culpado, agora chamam todos os homens de estupradores (isso na verdade já acontece faz um bom tempo). Feminismo é igualdade? Mentira. NUNCA FOI.

A Globo com suas novelas imbecis e BBBs sempre moldou o comportamento do brasileiro. De pessoas ricas a pessoas pobres, todo mundo é afetado por este rede imbecil que tem muitas estrelas que pregam o esquerdismo como Jean Wyllys, Camila Pitanga e tantos outros mas vivem na riqueza.

A mesma Globo emprega José de Abreu, o ator que cuspiu em uma mulher e as feministas ficaram caladas. José de Abreu é um ator feminista e esquerdista. A mesma Globo que emprega muitas artistas feministas.

A mesma Globo promove os funks e tenta moldar o resto do Brasil nos modelos cariocas mostrando somente o pior do Rio de Janeiro ou futilidades. Os tais funks cariocas enxergam a mulher como um objeto mas a Globo incentiva isso como símbolo do nosso “Brasil”.

A mesma Globo nas suas novelas prega a traição, aborto e tantas outras coisas.

E nem iremos citar aqui os muitos casos de mulheres tidas como fortes e poderosas que assediam homens na internet ou ao vivo mas depois ficam revoltadas quando o inverso ocorre. Isso é algo típico de uma mulher simpatizante do feminismo. Hipocrisia. O mesmo tipo de mulher que pede homem com pegada, macho e que chega junto mas faz textão quando um destes chega junto. Dizem que falta homem no mercado depois.

Estas mesmas mulheres que se comportam como cadelas no cio, renegam o certo e o errado, correm atrás de traficantes, bandidos e fantasiam com aquele tipo de homem que não presta e acham um cara legal chato e careta. Estas mesmas que consomem estas revistas escritas por jornalistas feministas que adoram causar tensão em um relacionamento.

Pois bem, o que elas tanto queriam aconteceu e a conta chegou.

Os jornalistas que tanto odeiam a Globo e os artistas que o assim o dizem mas vivem do emprego fornecido por esta emissora parecem se contradizer como sempre faz a esquerdas e movimentos similares como as feministas.

Deixamos o alerta: boicotem a Globo, desliguem a TV e achem outras modos de se informar e se divertir. O “mexeu com uma, mexeu com todas”é um outro mantra criado por feministas que criam o problema, apoiam e depois ficam culpando as estrelas.

Este é um dos tantos exemplos que mostra a hipocrisia dos meios de comunicação e jornalistas- mídia em geral.

O antifeminismo certeiro de Camille Paglia

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Camille Paglia é mais uma daquelas mulheres que fala verdades que acaba com os argumentos feministas. Camille percebeu o que o movimento feminista fez as mulheres de hoje: a geração que se torna a cada dia mais infantil, que somente reclama e que tem h0je como principal objetivo pregar o movimento esquerdista para mulheres (feminismo) mostrando as seios de fora e escapando da Gillette para fugir da “opressão”. Tudo isso teclando do seu I-phone regado ao funk carioca feminista, vulgaridade e marxismo cultural. Marcuse definitivamente parece ser o pai das feministas.

Camille talvez tenha percebido com a idade que uma parte da geração dela  ajudou a estragar ainda mais as mulheres com o tal dito feminismo. Camille difere muito do perfil do perfil de mulheres antifeministas defensoras do modelo familiar ameaçadas de morte pelas feministas como Erin Pizzey mas mesmo assim é um calo no sapato das feministas. O feminismo de fato  não aquele da propaganda e sim é aquele que prega o incesto (sexo entre pais e filhos), ameaça de morte quem se diz contra o feminismo, possui uma inveja do membro masculino, prega o fim de pessoas negras e se esconde no vitimismo para manter o seu poder. Tudo para destruir os valores Ocidentais. Procurem em outros posts os absurdos cometidos por feministas. Deveriam ser presas.

Mas porque Camille é certeira quando critica o feminismo?

Simples. Ela prega a auto-responsabilidade sem vitimismo. Todas pessoas adoram as lindas palavras “liberdade, igualdade” usadas por esquerdistas em geral mas sempre fogem na hora da responsabilidade e da realidade.  Feministas vivem de utopia como se o mundo real fosse uma fantasia musical de um hippie sonhador. Feministas são especialistas nisso. Querem dar, distribuir, não se prevenir mas querem abortar e matar um inocente. Querem andar peladas nas ruas como se isso fosse normal e querem respeito. Querem punir o crime com flores e rosas. Negam crimes cometidos por mulheres. Relativizam a moral e a cultura mas reclamam da nossa sociedade cada vez mais violenta. Quando outras culturas abusam de mulheres, homens e menores de idade culpam a TPM. Odeiam a civilização Ocidental mas não querem ir morar no Iraque. Feministas muitas se assemelham com o marxista psicopata imbecil do BBB Jean Wyllys. Ambos defendem a mesma agenda doentia e fedem a hipocrisia do esquerdismo caviar.

A  cada geração as feministas ajudar a degradar mais a sociedade. E infelizmente outras mulheres muitas vezes desavisadas caem nesta propaganda pagando caro por isso com um futuro sombrio. Hoje podemos ver mulheres que não aceitam a sua feminilidade e os seus limites pois o feminismo disse que “podemos fazer tudo”, “somos Deusas”. Milhares de adolescentes mantidas pelos pais entram nessa. Vemos outras mulheres que querem competir com o homem em tudo, sendo chatas e infantis. Mulheres que no auge da beleza se comportaram de maneira vulgar e que com o tempo sentem falta de um ombro amigo e sofrem para ter um companheiro pois estes fogem de compromisso com mulheres deste tipo. A alegria destas se baseia depois de uma certa idade em escrever no facebook posts das estrelas, cuidar de filhos dos outros pois elas foram incapazes de ter uma família pois o instinto materno virou “opressaummmm”. As raras feministas que geram filhos que sobreviveram a ideologia feminista do aborto usam tais anjos como experiências de obras de engenharia social. 

Muito comum encontrarmos hoje uma mulher que fale da falta de um homem cavalheiro como o pai, o tio, etc. Outras falam que falta homem no mercado. Camille Paglia tem a resposta pra isso. Hoje as simpatizantes do feminismo pecam pelo ego elevado. Escolhem tanto como se fossem perfeitas e sem falhas, afastam quem talvez as ame e acabam sozinhas. O Ying que por escolha afeta o Yang.  Sendo que Ying e Yang não são iguais e nunca serão pois os diferentes se complementam. Sim. O feminismo criou mais mulheres infelizes que  demonizam os homens e atributos masculinos e incetivam a imagem do homem feminino que deve ter vergonha de ser homem por acreditar no falacioso argumento esquerdista da igualdade. Nunca foi segredo que o movimento feminista defende a agenda esquerdista e gay como regra base. Logo, os homens que entram nesta propaganda mentirosa para serem aceitos se tornam cada dia mais afeminados ao mesmo tempo que as mesmas mulheres querem um “homem de verdade”.

O feminismo gerou mais neuroses, mais infelicidade, mais raiva e revolta entre qualquer tipo de classe como sempre foi o seu objetivo. Camille Paglia passa longe de ser uma Erin Pizzey mas sempre foi certeira neste ponto.

Violência doméstica: O mito da violência contra a mulher feita por meninos e homens

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Em uma campanha anti-violência contra a mulher, um jornalista pede que garotos de seis a onze anos deem um tapa em uma menina. Todos os garotos se negam a fazer isso e rasgam muitos elogios a garota. Para muitas pessoas isso é algo comum. Mas para as feministas e idiotas úteis é uma amostra de que o mundo é opressor contra a mulher e que o dito jornalista criador da campanha é um machista estuprador em potencial que fez nada mais que o seu dever. Interessante notar que o jornalista apesar de  querer passar uma mensagem bonita acaba alimentando ainda mais o mito da violência doméstica que enxerga os homens como “maus, opressores” e as mulheres como “coitadas, oprimidas”em mais um exemplo de guerra entre classes via filosofia do tio das feminazi Karl Marx.

Mas qual é o mito desta campanha? Vamos desmascarar todos.

1/Homem bater em mulher é algo normal desde cedo?  O primeiro mito é que bater em mulher é algo comum e normal .Mentira. Assim como os meninos não quiseram bater na mulher muito homem igualmente não quer. Se fosse comum nós iríamos apanhar com hora marcada por “direito do homem em nos bater”. Meninos iriam bater em meninas por instinto. A propagnda em si desmistifica este ponto. Os meninos são fofos e super educados com a garota. Podemos ir mais longe. Isso acontece faz muito tempo.  Existem inclusives ditados bem antigos que afirma que “Em mulher não se bate nem com uma flor” e outros mais.

2/ Os homens são violentos opressores machistas capitalistas que oprimem a mulher?

Mentira. Erin Pizzey comprovou que a violência doméstica é igualmente praticada por homens e mulheres. Homens violentos atraem mulheres violentas e vice-versa.

3/ Os homens são mais fortes fisicamente e logo batem mais nas mulheres que são mais fracas ?

Aqui as feministas caem do cavalo mais uma vez. Argumento a) Se somos todas e todos iguais e a biologia “opressora” é mera construção social como que agora para favorecer as mentiras feministas o homem é mais forte?? Decidam-se, feminazi. O fato real é que homens e mulheres NUNCA serão iguais e que a maioria dos homens é mais forte mas NEM TODOS são mais fortes.

Argumento b) Nem sempre o mais forte é o agressor e a pessoa mais fraca é a agredida. E em casos aonde existem objetos, arma de fogo ou facas que viram armas e pouco adianta ser forte? E quando usa-se de manipulação emocional para contratar terceiros para bater em outra pessoa? E o terrorismo e a violência psicológica aonde mulheres sempre superam os homens e usam os filhos muitas vezes? Erin Pizzey também achou nas suas pesquisas que mulheres são mais violentas com idosos e menores de idade.

Obviamente as feministas nunca falam sobre o assunto pois elas usam do jogo marxista da guerra entre classes para atrair mais seguidoras. A culpa é do homem, dos meninos, do masculino. Por isso elas atacam mulheres como o nosso grupo, Erin Pizzey, Simone Alvim e tantas outras que lutam contra as mentiras do feminismo.

Vejam uma especialista sobre o assunto, Simone Alvim, a Erin Pizzey brasileira que desmascara as mentiras marxistas das feministas.

 

Sou mulher, brasileira e não sou uma prostituta como feministas querem vender.

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Mais uma leitora explica os motivos de ser contra o feminismo e lutar contra o que este movimento representa na realidade ao invés da propaganda e fantasia. Enviem os seus depoimentos.

“Sou mulher, brasileira e não sou uma prostituta como feministas querem vender. Nunca fui e nunca serei vadia, piriguete ou qualquer outro termo tido como moderno. E nunca irei fazer sexo com o meu pai ou filho como elas pregam também. Dançar funk, carnaval? Jamais.

Venho observando faz tempo como feministas adoram defender prostitutas, mulheres vulgares, golpistas, funkeiras e ao mesmo tempo falam de respeito, sociedade melhor e igualdade. Falam o A, fazem o B. Eu quero é fugir de uma sociedade feminista. Por isso me desliguei deste movimento. Felizmente acordei. Desde a época de Simone de Beauvoir que ser vulgar e ser uma reserva de esperma é algo moderno para as feministas. Simone foi uma reserva de esperma de Sartre porque quis e morreu triste e amargurada. Ela como marxista que foi quis abraçar a fantasia marxista do feminismo ao invés de fatos. E felizmente se foi. Hoje temos a Lola e a Valesca que infelizmente continuam com esta praga chamada feminismo, o defensor oficial de piriguetes e prostitutas que atingem a toda mulher brasileira.

Feministas podem pensar que mulheres que discordam delas são burras mas se enganam. Pensamos e sabemos diferenciar os fatos da propaganda. Eu li muito sobre feminismo. Por ter participado deste movimento sei as estratégias dele. Eu também fui censurada por feministas pois sempre me oponho a este movimento mentiroso e ditatorial. Mas não me calarei jamais. Chega de atingir meninas mais jovens com lavagem cerebral, chega.

Voltemos as piriguetes e feministas… Aqui em Salvador aonde moro e trabalho hoje em época de carnaval o que mais vejo é piriguete enrolada na bandeira do Brasil que vem aqui e ataca os gringos como se nunca tivessem visto homem na vida. Aqui em Salvador é cheio de estrangeiros e piriguetes querem pegar por serem exemplos de mulher de verdade. Elas infestam até aonde moramos, trabalhamos ou queremos relaxar. Querem dar, distribuir. Nos transformamos na capital nacional do turismo sexual junto com o Rio de Janeiro. Para estrangeiros, o carnaval nada brasileiro que importamos da Europa, não passa nada mais de uma ótima forma de se obter sexo fácil sem problemas.

Na verdade, a única imagem que o gringo forma sobre nossa nação é de um país imoral, que expõe mulheres que querem se expor como pedaços de carne e acham isso moderno, semi-nuas ou completamente nuas sem o mínimo pudor, na TV, nos Jornais, em todos os lugares, inclusive na frente das crianças. Eles longe de serem santos usam o que vendemos maquiado com relativismo moral. Um alimenta o outro. Alimentamos o que nos perturba e o que nos ofende.

A maioria destas piriguetes usa e abusa do apoio dado a elas por parte das feministas que relativizam a responsabilidade e pregam o relativismo moral. A piriguete é moderna e decidida que escolhe o que faz mas depois a culpa é sempre do homem ou de um fantasioso machismo pois hoje tudo virou machismo. Feministas, livres,fortes e modernas mas um segundo depois oprimidas pelo capitalismo machismo ou qualquer outra desculpa. Quem entende? Deve ser doença mesmo.

Aqui no Nordeste sei de meninas que foram mães aos 14 anos, 15 anos. Sei que feministas apoiam que estas garotas façam sexo pois o “corpo é delas e nem pai ou mãe podem se meter”. Se o pai falar algo vai ser taxado de machista. Se elas engravidam podem abortar, né? E nem vou falar em pedofilia afinal 15 anos…
Feministas adoram empurrar a responsabilidade para as outras pessoas. A culpa é da noite, do buraco na rua, do chuveiro. Infelizmente eu e muitas outras mulheres pagamos por este comportamento doentio. Também infelizmente a mulher brasileira aceita esta degradação e aquelas que deveriam reagir contra o movimento feminista e a sua agenda que apoia prostitutas fecham os olhos para tal. Nos omitimos e consentimos com a fama que nos atinge. Já vi até muitas alegando que é liberdade transar com 2,3,4. Tudo é liberdade agora, tudo. E depois reclamam que os homens nos tratam como objetos sexuais? Neste período de carnaval são divulgadas fotos vulgares no mundo inteiro intituladas: “Carnaval e a beleza da mulher brasileira”. E somos taxadas de prostitutas.
De quem é a culpa? Como disse o jornalista Paulo Eduardo Martins, a culpa é nossa, do povo. Neste caso a culpa também é nossa, mulheres que defendem a agenda feminista ou se omitem. Eu deixei de me omitir e vou lutar como puder contra este movimento.”

Como definir a marcha das vadias, feministas, os seus protestos e a sua luta “pela liberdade”.

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Feministas dizem lutar pela “liberdade, igualdadade e respeito”? Ou seria melhor falar a verdade: “Feministas  e a arte de desrespeitar pedindo respeito e querendo vingança ao abraçar teorias loucas de um passado mentiroso?”.

Elas dizem sempre  mas isso se mostra cada dia mais distante de ser o real motivo pelo que lutam. Feministas lutam pelo poder, querem se vingar por teorias marxistas absurdas implantadas nas suas mentes, usam qualquer coisa para os seus objetivos e fazem um jogo duplo marxista para isso. Fazem o jogo da força e da fraqueza. Se elas desafiam alguém para lutar contra elas, usam de coletivismo e atacam em grupo pois se dizem “fortes e livres”. Se elas vencem, se dizem “superpoderosas”. Se as/os oponentes reagem, vencem e esmagam as teorias infundadas delas, elas fazem vitimismo e dizem que o mundo conspira contra elas.

Foi o que aconteceu no nojento manifesto organizado pelas feministas e que acabou com estas imagens que beiram ao terrorismo. A marcha das vadias organizou um “show” a parte com feministas de braços unidos para proteger um grupo de terroristas feministas que simularam relações sexuais, se masturbaram com as cruzes e imagens, como mostram as fotos.  Os manifestantes cobriram a genitália com a imagem de Jesus Cristo; chutaram, pisotearam e destruíram cruzes e crucifixos; destruíram duas estátuas de Nossa Senhora. Fizeram mais, o que o noticiário não exibiu: eles simularam relações sexuais, se masturbaram com as cruzes. Tudo isso para “nos libertar” do Ocidente opressor capitalista. Deveriam fazer isso em Cuba ou no Oriente Médio, mas cade a coragem de lutar contra quem realmente oprime?

 O show foi planejado pelas feministas e passa longe de uma atitude isolada. O cenário do que é tido como “performance” não permite amenizar a ocorrência como uma “atitude impensada”. De maneira alguma. Nem mesmo os peregrinos, que participavam de um evento religioso, conseguiriam recolher às pressas – de improviso – tantos crucifixos; e para adquirir as DUAS imagens deliberadamente destruídas seria preciso, não apenas planejamento, mas juntar as economias de um bom número de fiéis, porque a maioria presente precisa trabalhar meses para comprar pelo menos UMA.
E para variar, existiam crianças no meio pois como bons marxistas as feministas querem doutrinar desde a mais tenra idade. Elas adoram usar crianças em seus protestos absurdos.
marchas das vadias feministas marxismo cultural
feministas ainda querem falar de respeito
Não é possível dizer que tal CRIME foi uma atitude isolada de dois manifestantes. Não. As fotos indicam que outras pessoas contribuíram e participaram do ato, fazendo uma corrente para proteger e estimular a macabra “performance”.  Tudo foi organizado. CRIME PREMEDITADO por um grupo, que poderia ser denunciado como BANDO ou QUADRILHA, caracterizado quando há uma associação de mais de três pessoas com o fim de cometer CRIME (Código Penal, Art. 288).
E a nossa imprensa? A Globo, que também é marxista cultural (prega o aborto, apoiou e apoia Jean Wyllys, novelas tem como autores membros GLBT, comunistas, feministas e toda este povo que promete um “mundo melhor”) aliviou este grupo que mente nos representar como mulheres. O tratamento dado pelo Jornal Nacional ao comportamento de dois participantes da Marcha das Vadias é apenas uma amostra de como a imprensa abordou o caso com brandura e até conivência. Não denunciou o que realmente aconteceu durante a passeata realizada no Rio de Janeiro, no mesmo local em que católicos se reuniram para a Jornada Mundial da Juventude: um CRIME. Conduta tipificada no Art. 208 do Código Penal, que reza: “ESCARNECER DE ALGUÉM PUBLICAMENTE, POR MOTIVO DE CRENÇA ou FUNÇÃO RELIGIOSA; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; VILIPENDIAR PUBLICAMENTE ATO OU OBJETO DE CULTO RELIGIOSO”.
Ninguém precisa concordar com tudo que a Igreja diz e muitas podem ter outras crenças. O problema é falar de respeito, igualdade, paz (que na verdade é SOMENTE PROPAGANDA feminista pois elas agem de modo inverso ao que dizem) e desrespeitar o que é importante para outras pessoas. Isso demonstra o ego das feministas e a neurose nelas de viverem em um mundo fora da realidade pois parece que nem elas acreditam mesmo no que falam pois vivem agindo de modo oposto ao que pregam. SEMPRE.
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Além disso, a Presidente da República apoia as feministas pois sabe que o feminismo é um movimento marxista. Dilma recebeu as feministas e sabia muito bem que grupo estava recebendo. Porque a Marcha das Vadias é reincidente, o CRIME cometido durante a Jornada Mundial da Juventude não foi uma exceção. No ano passado, ela foi aplaudida pela Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres. Eleonora Menicucci considerou “importantíssimo”, disse que a “divulgação” que Marcha das Vadias estava tendo era “merecida” – ela era “bonita”. Acontece que, no Rio de Janeiro, manifestantes do grupo – uma QUADRILHA ou BANDO (art. 288, Código Penal) – invadiram uma igreja aos berros, reivindicando, diante do altar, o direito de MATAR – quer dizer, de ABORTAR . Estas mesmas depois falam da falta de respeito e da falta de liberdade.
Como definimos a marcha das vadias? Como definimos o feminismo e as feministas?  Repetimos Erin Pizzey, outra mulher contra o feminismo: “O feminismo é terrorismo marxista praticado por terroristas”.

Ficar em forma ou engordar? A luta feminista a favor da obesidade maquiada como “direito de escolha.”

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Feministas em geral detestam ficar em forma. Uma ou outra que usa de EUPIRISMO ou EGOPIRISMO pode dizer que se exercita pois é “a feminista diferente” mas uma boa parte dos argumentos do movimento feminista é que cuidar do corpo é “obra de mulher submissa, Amélia e burra mandada pelo patriarcado”. Isso na verdade é uma forma de preconceito pois uma mulher com um corpo legal também pode ser inteligente mas quando as feministas  falam o preconceito é maquiado por politicamente correto e vira uma coisa “moderna e contra o sistema” permitida. Isto é muito usado por marxistas culturais para justificar todos seus atos.  Assim elas podem ser preconceituosas. Se olharmos feministas como a blogueira Bola (ops, Lola) e outras gurus que comandam a massa de manobra podemos notar que esta conversa vira  um lema que é seguido por grande parte do movimento feminista. Ser obesa é legal, ser moderna e contra o sistema “que nos oprime.” Vitimismo e feminismo andam sempre juntos e atos como estes das feministas que pregam “que tudo nos oprime” é somente um modo para atrair jovens desavisadas que de tanto terem o cérebro lavado acham que virar funkeira como a Valesca é coisa chique ou ato de orgulho de uma “luta pela liberdade”. Feministas sempre copiando o mal exemplo. Sempre.

Qual o problema disso que inclusive é pregado em livros feministas e sites feministas?

Bem, apesar da liberdade de cada pessoa fazer o que quiser existir, a apologia neste caso a obesidade gera alguns problemas como:

A)     A cultura do mal exemplo vista como moderna ou a falta da cultura do bom exemplo. Aqui no Brasil isto é muito comum e é pregado como modelo moderno para as crianças por professores as doutrinam desde cedo. Jogue a liberdade usada como desculpa para tudo e o direito de escolhas usadas de modo infantil e misture a uma teoria doida e criamos um monstro, que em muitos casos viram leis e na nossa terra cada vez mais sem moral. Nossos exemplos se tornam o que deveria ser combatido. Relativize o que é certo e errado e negue o senso comum. Neste lugar, ser certo é errado e ser errado é certo. Neste lugar funk vira tese de mestrado e estudar de verdade é coisa antiquada. Neste lugar ser acima do peso é sinal de ser intelectual. Pessoas loucas como feministas e marxistas ainda justificam isso com teorias sem pé nem cabeça. Uma governante de esquerda certa vez disse que a diabetes “era doença de rico”. Um ex-presidente nosso afirmava que nunca precisou estudar. Reparem que o que se esconde nestes argumentos é sempre a mesma coisa e a longo prazo isto somente colabora para problemas e mais problemas pois o que é bom é visto como “antiquado e opressor”.

B)      Apologia a obesidade. A obesidade é uma das doenças que mais cresce no mundo moderno e atinge inclusive crianças. Muitas delas serão adultos obesos com o nosso atua estilo de vida. Imaginem o futuro delas se ainda forem estimuladas a serem obesas por teorias feministas e afins. A obesidade gera outros problemas como infartos, derrames e muitas outras doenças se associam e levam a morte. Tudo isso se combate com a “opressora” idéia de exercícios e uma alimentação correta. Mas para as feministas cuidar do corpo é “ser oprimida”.

C)      Gastos de dinheiro. Como este é um problema de Saúde Pública, se existisse uma campanha para educar o povo a se exercitar muitos gastos poderiam ser cortados.

D)     Depressão. Pessoas obesas podem dizer o que quiserem mas em geral elas tendem a ser mais depressivas. Se exercitar ajuda a pessoa no aspecto mental e social também.

E)      Problemas ao se locomover, com o metabolismo  e função de órgãos vitais . Que tem ou teve algum familiar obeso sabe como é complicado para estas pessoas se locomoverem. Algumas pessoas são obesas como resultado de outras doenças associadas com metabolismo e possuem problemas (o que é um outro caso e que muito difere da apologia a obesidade feita por feministas).

Longe de dizer que todo obeso é um criminoso. Muitas desta pessoas tem problemas de auto-estima, traumas, doenças severas etc e devem possuir ajuda que pode vir através de certo conselho adequado. Claro  que alguns obesos são alegres e felizes. Mas falando no geral não sobre o pessoal mas sobre a obesidade em si, esta nunca foi uma qualidade ou algo digno de ser estimulado como é pregado pelo movimento feminista que acha isso um “direito de escolha”.

Ninguém precisa ser uma Suzana Vieira da vida que tem medo de envelhecer e se comporta como uma adolescente mimada e é obcecada pelo culto ao corpo. Envelhecer é normal assim como um certo aumento de peso com a idade. Ninguém precisa se comportar como piriguetes, Valescas e outras mulheres prostitutas idiotas que as feministas nesta caso apoiam por quererem atrair mais seguidoras com frases de ordem “corpo e regras” sem objetividade de certo e errado. O problema é fazer apologia a obesidade que é um assunto sério e uma importante questão de Saúde Pública.

Lembrem-se: Quem  não valoriza cuidar da saúde uma hora vai ter que valorizar o tempo para cuidar da doença.