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Feminista brasileira enfia estátua cristã na vagina em “apresentação artística”

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feminista envia santa na vagina e se masturba em apresentação artística

Cada dia mais as feministas se superam no quesito falta de respeito, escrotice e agressividade. E usam a sexualidade para causar usando a cartilha de Herbert Marcuse.

Algumas inocentes/mal intencionadas/ burras ainda fingem acreditar na propaganda feminista mas se estimularem os neurônios  em 2% verão que o feminismo tem uma agenda maluca e feministas são mulheres desequilibradas, doentes, esquizofrênicas e sociopatas que defendem esta agenda. Sim, toda feminista não presta. Elas tem idéias tortas e destrutivas desde a primeira onda do feminismo e seguem estas idéias como zumbis cegos.

Durante a “peça teatral” da ‘Cooperativa Caráter Invertido’, da Cidade do México, que contou com a ‘valorosa’ participação e contribuição da brasileira Lígia Maria (feminista levantando aquela triste fama da mulher brasileira), feministas como a Lígia enfiam uma imagem cristã na vagina e se masturbam. Vejam o filme adulto neste link http://midiapop.net/brasil/jeffersonulisses/veja-feminista-se-masturbando-com-santa-em-apresentacao-artistica/

Sempre postamos fatos e fatos que desmontam as teorias feministas. Procurem no nosso blog. Divulgamos isto como um alerta para que as pessoas parem de cair na mentira das feministas de “igualdade e coisinhas boas”. Esquerdismo nunca foi isso e o feminismo como movimento esquerdista nunca vai ser também.

Por favor, parem de cair nas mentiras de outras feministas como “isto não é feminismo”. Estas feministas querem limpar a barra das mais agressivas. A feminista ou simpatizante do feminismo que usa o relativismo moral, o deixa disso ou qualquer teoria maluca para justificar ou inocentar a psicocaptia de outra feminista é tão culpada quanto.  Feministas deixa disso NUNCA irão atacar as mais agressivas e irão fazer o papel da turma do deixa disso pois defendem a mesma matriz e e agenda feminista.

Meninas novas vítimas do feminismo e relativismo moral. O futuro da mulher moderna?

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funk pikachu feminismo

Cada dia estamos mais chocadas. Existem muitas filmagens feitas mostrando meninas rebolando ao som do funk carioca. Cantando (se podemos chamar isso de cantar) palavras vulgares. Meninos idem. Meninas e meninos menores de idade muito novos. Muitas pessoas odeiam o funk carioca por sinal por motivos muito claros. Mas as feministas adoram o funk por que este vai de encontro a agenda feminista e por ajudar a pregar o mito do bom selvagem de Rousseau. Uma grande amostra de feminismo, relativismo moral, cultural e nacionalismo imbecil.

Não são apenas as feminazis mas todos os progressistas defendem o funk como “puro exemplo de cultura nacional”. Logo esta turma fala das liberdades individuais MAS SEM FALAR DA RESPONSABILIDADE INDIVIDUAL. O discurso do politicamente correto é não reprimir a sexualidade das pessoas (como dizia o marxista cultural Herbert Marcuse) e então assistimos horrores como estes sendo tratados como normal. Cada dia mais cedo as pessoas entram nesta conversa. Menores de idade, meninos, meninas sendo presas para estas ideologias. Mas falar de bons valores? Nada, isso oprime o “povo” que expressa a pura “cultura brasileira”. Criticar? Isso  é “moralismo e ficar censurando a vagina alheia” e e assim vai. Todo aquele lixo relativista moral esquerdista pregado por desonestos intelectuais, covardes ou pessoas desinformadas cegas por um nacionalismo antiquado. Mas todos percebemos que a cada dia que passa os valores se invertem mais no mundo embora em muitos casos o Brasil parece ser o primeiro neste assunto.

Devemos perguntar quem quer isto. Quem quer jovens assim. Quem quer toda esta inversão de valores. Estas meninas serão esposas, namoradas, mães. Os meninos serão maridos e pais. Irão ter filhos e filhas. Como vai ser o modelo familar do futuro?

Porque odiar o funk carioca: mulher nua no palco, desculpas e relativismos marxistas culturais.

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O que aconteceu?

Durante um show de funk carioca (sem sermos politicamente corretas, um lixo musical que muito difere do excelente funk original) uma garota sobe no palco de um tal de Mc Magrinho, em trajes mega curtos. O lixo musical começa a tocar, com suas letras absurdas, vulgares e nojentas. Todo mundo no local parece amar estas coisas, homens ou mulheres.  Muitas garotas simulam movimentos sexuais e gritam as letras felizes como se isso fosse liberdade e dançam com rapazes metidos a pegadores que também simulam fazerem sexo. Uma garota sobe ao palco e começa a se esfregar em uma dança quase ato sexual com os dançarinos. Ela veste somente uma calcinha amarela estilo fio dental.

A dupla de dançarinos alternam passos de “dança” que simulam atos sexuais e passam a mão nela . Ela somente de calcinha continua dançando sem reclamar. Um dos dançarinos a pega no colo simulando sexo em pé e tenta tirar a calcinha dela. Ela resiste um pouco mas como era de se esperar pelo tamanho da calcinha e com aquela partner, esta estoura na parte lateral. Ela fica de pé e tenta arrumar. Os dois dançarinos com que ela dançava puxam a calcinha dela para baixo e a deixam nua. Ela sorrri ao ficar completamente nua na frente de todos enquanto o  lixo musicial continua a tocar. O climax do show. Pura obra de arte (ironia).

Os dançarinos falaram que isso é um show normal. Normal? Aqui no Brasil tudo é normal, matar é normal, roubar é normal, estuprar é normal. Vulgaridade? Normal. A pessoa tem que ser muito corajosa para dizer que isso é errado, absurdo. E deve se preparar para escutar que ela ela é “moralista, reaça, tradicional, antiquada, etc”. Ser contra isso é quase crime. Nossos exemplo de mulheres modernas hoje são prostitutas, mulheres “modernas” solteiras que se envolvem com caras com jeito de traficante. Ambos não pregam valores ou algo bom. Quanto mais baixaria melhor e isso hoje é ser normal, moderno. Puro marxismo cultural feminista.

Claro, do jeito que andam as coisas isso aqui está virando terra de ninguém. Inclusive o tal funk carioca é patrimônio cultural do Rio de Janeiro. Sim, este lixo musical que prega descaradamente promiscuidade, vulgaridade, baixaria, pornografia, faz apologia ao crime e ao uso de drogas é moda com inclusive programas populares da nossa TV dizendo que funk ” é legal, coisa moderna e cultura tradicional aqui do Brasil”. A Globo ama o funk e ser bandido hoje ou mulher de traficante é charme. Se alguma pessoa discorda é chamada de preconceituosa ou que detesta a verdadeira cara do povo do Brasil. E o que o mundo pensa do Brasil? E da mulher brasileira? Somos os palhaços com a simpatia de tudos maos o respeito de ninguém.

Mas e quem detesta o funk de qualquer modo ou os seus seguidores e seguidoras? Quem detesta é taxada/o de preconceituosa/o, antiquada, moralista, tradicional, conservadora, antibrasileira e tudo o mais. Lembram das estratégias do marxismo cultural? Elas surgem aqui.

Absurdos como este passam longe da tradicional dicotomia mulher x homem que feministas amam. Isto vai muito além disso. O foco principal deveria ser valores, responsabilidade, escolhas, certo x errado. Mas o que dizem as feministas?

A ministra da “cultura” Marta Suplicy diz que “funk é cultura”. Mas outras coisas bem menos chocantes não são segundo ela. Feministas adoram apoiar funkeiras que cantam absurdos e usam de relativismo moral para isso. Outras dizem que isso é somente “maiores de idade fazendo o que querem, nada demais” pois o corpo “é deles e ninguém pode julgar”.

Outras culpam os dançarinos que realmente são culpados mas tiram a responsabilidade da garota (também culpada) que subiu no palco quase nua porque quis e que se esfregava com homens de tipo duvidoso também porque quis. Fora que são estas mesmas pessoas (mulheres e homens) que ficam felizes com as letras absurdas do funk. Pagam para ir a eventos deste tipo e sempre justificam isso com a liberdade de escolha. Certeza absoluta: Escolher o lado errado e chorar depois pelo leite derramado.

É incrível como vivemos em um mundo de valores invertidos: uma mulher sendo usada como objeto e crendo que isso seja o ápice de sua liberdade. E tudo isso com o apoio das feministas. As covardes feministas relativistas morais e marxistas culturais.

Novamente tudo isso é relativizado e novamente surgem as estratégias do marxismo cultural. Culpem o sistema, o opressor homem branco, a moralidade, as mulheres de bem e os homens de bem que não os entendem e nem entendem o funk com suas letras “inocentes”. Uns e umas ainda se escondem no vitimismo de “oprimidos e oprimidas” por serem mulheres, negros, brancos, isso ou aquilo. Fugir da responsabilidade é tudo nestas horas.

O Rio, que dizem ser a cara do Brasil no exterior vai se tranformar a qualquer momento em sodoma e gomorra. Tudo que é errado é defendido por político corrupto, canal de TV popular que prega absurdos como “normal e moderno”. Tudo parece ser aceito sem ninguém questionar. O respeito humano acabou. Se funk for cultura as meninas menores de idade (muitas crianças) sem limites que frequentam o baile de hoje serão as prostitutas do futuro. Os garotos irão ser pais e as meninas mães precoces que aumentam o caos social. Tudo isso pela covardia politicamente correta de discordar ou patrulheiros relativistas morais que taxam, julgam, ofendem quem segue o senso comum com um pouco de objetividade. Chegamos no patamar aonde qualquer palavrão vira música e cultura e ninguém pode discordar.

O que as líderes feministas pensam sobre sexo, mulheres, casamento e sobre os homens?

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No dicionário da terra da fantasia feministas afirmar lutar por ” igualdade”, “justiça” e todas coisas boas do mundo. Feministas e pessoas inocentes/ignorantes no assunto vivem tirando a definição de feminismo do Google ou dicionário como bons justiceiros sociais que são.

Mas o que dicionário diz na teoria é muito distante de como as feministas (ou feminazi) agem na realidade.

Aqui podemos notar duas grandes características do movimento feminista que se originam da ideologia política mãe, o esquerdismo:

  1. Feministas mentem monopolizar a virtude como todo movimento esquerdista e mentem lutar por coisas bonitas, paz-amor, quando na verdade sempre trazem morte (aborto), discórdia (afetam relacionamentos), inveja (quero fazer o que um homem faz), censura (ouse dizer ser uma mulher contra o feminismo para uma feminista) e injustiças (acusar pessoas injustamente de estupros), entre outras coisas. Isto é uma constante no feminismo e outros movimentos e governos esquerdistas.
  2. Uso da teoria guerra entre classes (opressor x oprimido agora usando homem x mulher), utopia coletivista (igualdade total), mentiras (divida histórica), apelos coletivistas (mulheres, uni-vos) e muitas outras armadilhas para dividir e conquistar.

Infelizmente, mulheres desavisadas /mal intencionadas, homens bananas e ignorantes que acham mulheres acima da lei e tentam ser o “cavaleiro branco” apoiam o feminismo, um movimento na verdade criminoso, doentio, perverso e que vai usar qualquer coisa para destruir a sociedade e a base familiar.

Repetimos, o que dicionário diz na teoria sobre feminismo é somente propaganda muito distante de como as feministas (ou feminazi) agem na realidade. Infelizmente, esta ideologia assassina e diabólica que é o feminismo vem sendo ensinada em escolas e universidades aonde jovens e crianças possuem o cérebros lavados por uma propaganda mentirosa. Isto muito se assemelha com o que aconteceu com as crianças alemãs durante o regime nacionalista socialista (nazismo) e comunismo. Ou seja, o termo feminazi para uma feminista é perfeito. Além disso, todos estes regimes defendem mais estado, mais coletivo (como o feminismo faz) e menos indivíduo e auto- responsabilidade.

Portanto, vamos a origem do problema. O que pensam as feministas das primeiras ondas? O que pensam as “intelectuais e modernas líderes feministas” sobre o homem, sexo e relacionamentos? Leiam mais nas frases abaixo retiradas de fontes feministas.

Antes devemos deixar uma dica. Muita feminista/ simpatizante que segue o movimento feminista ou se diz feminista porque acha este movimento algo “moderno e que mente nos representar” anda servindo como massa de manobra barata ( feministas vida de gado). Pois bem, antes de virem no nosso blog ofender e dizer “mas o feminismo não diz isso, não generalizem, toda feminista é diferente de outra”, por favor se informem sobre quem comanda este movimento, sobre os reais objetivos deste e sobre o que pregam suas gurus realmente  que feministas seguem sem pensar pela forte propaganda feminista associada ao coletivismo. Embora as feministas possam ser diferente o que as une é  A MESMA IDEOLOGIA PREGADA POR PESSOAS QUE ESCREVERAM FRASES COMO ESTAS ABAIXO e muita feminista defende isto sem saber, porque acha tudo muito atraente. Logo, antes de virem com frases feitas de igualdade LEIAM sobre o que realmente pensa o movimento feminista nestas frases aqui.

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“Heterossexualidade é um costume obstinado na qual as instituições supremacistas masculinas asseguram sua própria perpetuação e controle sobre nós. As mulheres são conservadas, mantidas e contidas através do terror, violência e o spray de sêmen… [lesbianismo é] um meio ideológico, político e filosófico de liberação de todas as mulheres da tirania heterossexual…”

Cheryl Clarke, “Lesbianismo, um ato de resistência,” in This Bridge Called My Back: Writing by Radical Women of Color, ed. Cherrie Moraga (Women of Color Press,1983), pp.128-137
Cheryl Clarke was born in 1947 in Washington, DC. She received a B.A. from Howard University and an M.A., M.S.W., and Ph.D. from Rutgers University. Her books of poetry include Experimental Love (Firebrand Books, 1993), which was nominated for a 1994 Lambda Literary Award; Humid Pitch (1989); Living as a Lesbian (1986); and Narratives: Poems in the Tradition of Black Women (1983). Her poems and essays have appeared in numerous journals and anthologies including The Black Scholar, The Kenyon Review, Belles Lettres, The World in Us: An Anthology of Lesbian and Gay Poetry, and Persistent Desire: A Femme-Butch Reader (1992). She has read her poetry and spoken at venues throughout the United States and served as member of the editorial collective for Conditions magazine. Clarke is the Director of the Office of Diverse Community Affairs and Lesbian-Gay Concerns at Rutgers University. She lives in Jersey City, New Jersey.
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“Quando uma mulher atinge orgasmo com um homem ela está apenas colaborando com o sistema patriarcal, erotizando sua própria opressão…” Sheila Jeffrys, professora feminista lésbica e ativista política
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“Todos os homens são estupradores e é tudo o que eles são. Eles nos estupram com seus olhos, suas leis e seus códigos.” Marilyn French, novelista e feminista americana
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“Sexo é a cruz em que as mulheres são crucificadas… sexo só pode ser adequadamente definido como estupro universal.” Hodee Edwards, ‘Estupro define Sexo’
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“Numa sociedade patriarcal, toda relação sexual heterossexual é estupro porque as mulheres, como um grupo, não são fortes o suficiente para consentir.” Catherine MacKinnon in “Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women’s Studies, p. 129”
“Compare os relatos de vítimas de estupro com o de relatos de sexo das mulheres. Eles se parecem muito….A maior distinção entre coito (normal) e estupro (anormal) é que o normal acontece tão freqüentemente que alguém não pode fazer os outros enxergarem que há algo de errado nisso.” Catherine MacKinnon, citada no livro de Christina Hoff Sommers, “Hard-Line Feminists Guilty of Ms.-Representation,” Wall Street Journal, November 7, 1991.
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“Eu acredito que estupro exista a qualquer hora que a relação sexual ocorra quando este não foi iniciado pela mulher, por sua própria e genuína afeição e desejo”. De Robin Morgan, “Teoria e prática: Pornografia e Estupro” em “Indo muito longe” 1974.
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“Coito heterosexual é a pura, formalizada expressão de desprezo pelo corpo das mulheres” Andrea Dworkin, feminista americana famosa por sua oposição a pornografia.“O fato é que o processo de matar – ambos estupro e assalto doméstico são passos neste processo – é o ato sexual primário dos homens na realidade e/ou na imaginação.” Andrea Dworkin, Letters from a War Zone, p. 22..
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“Casamento como uma instituição desenvolveu-se do estupro como uma prática. Estupro, originalmente definido como abdução, tornou-se casamento por captura. Casamento significava que a tomada seria extendida em tempo […]. Apenas quando a masculinidade estiver morta – e ela perecerá quando a feminilidade devastada não mais a sustentar” Andrea Dworkin“Uma das razões que as mulheres são mantidas em um estado econômica de degradação – porque é assim que estão a maioria das mulheres – é porque isso é a melhor forma de manter as mulheres sexualmente disponíveis.” Andrea Dworkin, “Letters from a War Zone, p. 145.”http://radicalprofeminist.blogspot.com.br/2012/01/andrea-dworkin-quote-on-t-shirt-made-by.html
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“A descoberta dos homens que sua genitália poderia servir como arma pra gerar medo deve ser classificada como uma das descobertas mais importantes dos tempos pré-históricos, junto com o uso do fogo e o primeiro rudimentar machado de pedra.” Susan Brownmiller, Against Our Will: Men, Women, and Rape, p. 5.
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“Nossa cultura retrata sexo como estupro para que homens e mulheres se tornem mais interessados nisso”. Naomi Wolf, The Beauty Myth, p. 138.
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“Feministas há muito tempo criticaram casamento como um lugar de opressão, perigo e escravidão pras mulheres” Barbara Findlen, “É o casamento a resposta? Ms Magazine, Maio – Junho, 1995.
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O cuidado das crianças… é infinitamente melhor deixado aos melhores profissionais de ambos os sexos que escolheram isso como vocação… [Isto] iria enfraquecer a estrutura familiar enquanto contribuiria para a liberação das mulheres. “Kate Miller, Sexual Politics 178-179_
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“Homens que são acusados injustamente de estupro podem às vezes ganhar com a experiência” Catherine Comins, Universidade Vassar assistente de reitor da Student Life in Time, Junho 3, 1991, p. 52..
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“Todo homem é um estuprador em potencial”. Famosa feminista brasileira.
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“Não são as pessoas que são responsáveis pelo falhanço do casamento, é a própria instituição que é pervertida desde a origem.” Simone de Beauvoir.
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Depois de lermos tudo isso, lermos livros destas malucas, vermos os movimentos delas sem sentido e tudo mais, fruto do marxismo cultural e do amor de extremistas cegas que as seguem, nada mais justo que ler o post da Thalita Carvalho e mostrar esta imagem abaixo:
mulheres contra o feminismo

Marxismo cultural no dia-a-dia parte I: cotas, sexo e outros absurdos das universidades brasileiras.

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O marxismo cultural nasce com o marxismo como modelo econômico e nos golpeia todo o dia até hoje em forma de propaganda. Mas enquanto este na economia mostrou-se um tremendo desastre que pode ser comprovado pela total falha de países que possuiam este sistema embora extremistas ainda achem lugares como Cuba a “ilha da fantasia”, o marxismo cultural usou de outra arma: propaganda, frases prontas contra um sistema ou alguém e a promessa de um mundo melhor, afinal quase ninguém parece ser feliz com o modo em que vive e outras estratégias.

Aqui no Brasil ele é visto como algo legal, moderno e alguns intelectuais e professores pregam livremente suas idéias como sendo a doutrina perfeita para melhorar o ser humano, possuimos algo extremamente forte também na nossa cultura que favorece o marxismo cultural. Ele é muito popular nas universidades, livros e escolas pois é  algo extremamente atrativo.

O marxismo cultural possui algumas diretrizes base para perpetuar a sua propaganda e pela cultura do povo brasileiro (futuro post) podemos também perceber porque ele sempre é visto com algo “legal” no Brasil. Ele é sempre convidatitivo. Suas diretrizes podemos ler abaixo:

1) O marxismo cultural  como todo regime marxista prega que sempre alguém oprime alguém mesmo que isso nem seja verdade hoje ou nega o que historiadores falam sobre o passado se isso ofende esta diretriz. Exemplos de discursos marxistas culturais: brancos oprimem negros, homens oprimem mulheres,  heteros oprimem GLS, ricos oprimem pobres, estudantes oprimem estudantes, professores oprimem estudantes, pais oprimem filhos, etc.

Eles negam fatos de que negros, mulheres, grupos, GLS, crianças e adolescentes possuem capacidade de fazer coisas boas e ruins. Que hoje a sociedade mudou e a liberdade existe para quase todas pessoas. Mas para terem apoio minimizam a responsabilidade de tais grupos para manter a sua diretriz de opressor x oprimido.  O livro Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil fornece um exemplo disso: Zumbi, popular representante em lendas populares na defesa pela liberdade dos negros, comprovadamente possuia escravos negros. Existem outros exemplos denunciados por historiadores sérios (contra o marxismo cultural comum nas nossas universidades). Feministas censuram fatos de mulheres que violentam e estupram outras mulheres como denunciamos aqui. Estes parecem ser somente alguns exemplos mas hoje quem somente discorda do que os marxistas culturais pregam geralmente é taxada/o de alguma maneira ofensiva;

2) O marxismo cultural promete revolucionar para a melhor, usando leis que hoje devem punir quem no passado “oprimia” pois isso é a “justiça” e no seu mundo perfeito, sem falhas e que toda mudança é para a melhor. Aqui muitas vezes a utopia desta filosofia é misturada a demagogia. A utopia é algo quase sempre presente no marxismo cultural que usa de psicologia e do ser humano instatisfeito para conseguir o seu apoio;

3) A  desconstrução como base para algo “melhor”. O marxismo cultural usa da diretriz de desconstruir o que existe por ser “antiquado, careta, antigo, reaça e opressor” para algo “que ajude a melhorar o mundo e as pessoas”. Muitas pessoas querem fazer uma revolução contra qualquer coisa que represente o antigo sistema (sempre visto como opressor) para algo mais moderno que sirva a “liberdade, igualdade, amizade, caridade” e toda qualquer outra propaganda amiguinha marxista cultural. Um dos grandes objetivos de grupos marxista cultural hoje é destruir o modelo familiar atual com mulher, homem e filhos/as. Este é somente um exemplo;

4) Em geral, marxistas culturais sempre apresentam incoerência e hipocrisia pois agem ou agiram de modo contra o que afirmam e sua cegueira extremista os impede ver que seus gurus se comportam como o maior opressor capitalista ou qualquer outra pessoa “opressora”. Aqui podemos ver feministas que defendem o Mr Grey ou o Mc Catra,  estudantes ricos que estudaram em escolas boas que nunca sofreram e que lutam por cotas em universidades como se fossem minorias e pagam de pobres ou caridosos com outras pessoas, artistas anti-capitalismo como Chico Buarque  e Caetano que fingem serem do povo e populares mas cobram caro por seus shows, etc.

5) No Brasil isto ainda é mais forte pois na nossa cultura o mérito nunca foi valorizado e nossos exemplos de sucesso sempre foram alguém que taxamos como “grupo oprimido”, que temos pena e devemos recompensar. Vivemos no passado neste quesito e criamos falsos remédios como o assistencialismo para problemas das origens da  nossa cultura e estes sempre geram mais problemas futuros. O mérito aqui quase nunca existiu e uma seleção natural que geralmente acontece em casos aonde a quantidade de vagas é inferior a procura foi sempre mal vista como opressora (vestibular), afinal na utopia do marxismo cultural o que impera é a sociedade alternativa sem leis e a utopia que devemos ser iguais.  Objetividade ou regras baseadas no senso comum sempre foram denegridas no Brasil, bom mesmo é ser o diferente;

6) Quem revolucionou ontem vai oprimir/ falhar no futuro ou vai ser incapaz de gerar algo melhor pois é incapaz por ser sem mérito (falta de conhecimento) para uma futura responsabilidade governativa ou profissional. Que o diga o povo cubano;

7) Nossos exemplos de sucesso nunca foram pessoas que estudaram, trabalharam duro e conseguiram o sucesso como é o modelo dos Estados Unidos ou de outros lugares que criam tecnologia e pesquisa. O nosso modelo de sucesso nasce de Macunaíma, o errado sem honra, moral e valores que acaba sendo algo bom mais por sorte e jeitinho que mérito. Qualquer semelhança com o nosso ex-presidente que nunca foi chegado nos estudos nasce da nossa cultura pois pensamos que isso é certo.

Mas o que isso tudo é relacionado as cotas? Tudo, absolutamente tudo. Pense: O vestibular opressor é uma forma injusta de ver quem é capaz ou incapaz de fazer um curso na universidade.  Cada pessoa deveria ser analizada de modo individual e basedo na igualdade pois todos deveriam ter acesso as universidades, trabalho, moradia, etc. Além disso, o vestibular  faz parte do sistema opressor capitalista feito por pessoas de determinada cor de pele que sempre oprimiram outras pessoas. Logo, nada melhor que revolucionar criando um sistema aonde o mérito não conta nada e partir para a subjetividade do assistencialismo baseando-se na luta entre classes (opressor x oprimido) de séculos passados. Um erro atual com amostras de preconceito por julgar o outro incapaz tentando resolver outro erro que os marxistas culturais acreditam ter acontecido. E tudo isso para sermos politicamente corretos.

Ou, seja, as cotas são marxistas culturais e geram absurdos retratados por um professor nos filmes abaixo. E assim a longo prazo, a sociedade piora. O mérito não é estimulado, nem novas descobertas, alunos podem desisitir por falta de base escolar e tudo isso vira uma bola de neve.

Bem, uma coisa importante. Nenhum sistema vai poder avaliar uma grande quantidade de estudantes como os marxistas culturais querem de modo perfeito e sem falhas. Isto é utopia. E um sistema que pode ser visto como milagroso pode ser pior no futuro, principalmente se guiado por marxistas culturais.

Segundo, estes 7 elementos acima ditam o marxismo cultural no nosso sistema de ensino, na nossa cultura e isso nunca estimulou o mérito. Somada a falta de objetividade, podemos ver pesquisadores nas nossas universidades querendo pesquisar sobre a sexualidade das crianças ao invés de tecnologia (aqui) ou outras pesquisas sérais feitas em outros lugares (dos quais devemos comprar tecnologia). Isto deveria ser mudado pois a longo prazo é muito ruim pois estimula um certo assistencialismo. Muitos estudantes cotistas e inclusive alguns outros demonstram uma grave falha de aprendizado mas conseguem passar de ano porque professores recebem ordens para tal ou como marxistas culturais misturam o lado profissional com o pessoal.

Podemos ir além disso, hoje no Brasil podemos ver estudantes que não sabem somar, dividar, multiplicar e outras atividades de base passando de série pois isso é  igudaldade do governo. Tudo isso estimulado por um governo marxista que é contra o mérito e usa tal estratégia para conseguir votos. O coitadismo e vitimismo entraram no processo seletivo e de mérito.

Claro que existem estudantes cotistas, exemplares  que por capacidade e orgulho demonstram-se capazes. Mas seriam estes maioria? E aqueles que entram como notas baixas por serem cotisas e no futuro tornam-se evasores escolares?

Terceiro, seriam pessoas cotistas tidas como incapazes? Não seria isto preconceito? Seria bom corrigir uma injustiça com outra injustiça politicamente correta?

Quarto, com isso pode-se criar uma guerra étnica no Brasil em um certo aspecto. Se existem cotas para negros, porque não para orientais, mamelucos, mulatos e outros grupos tido como oprimidos? Se somos iguais perante a lei porque criar leis especiais para alguns?

Quinto, se alguém oprimiu alguém em 1400 seria agora a solução agora julgarmos as pessoas pela cor da pele por erros de antepassados ou pensar no mérito? Seria isso a desculpa mais simples (e que em alguns casos gera mais votos) para manter o sistema vitimista no Brasil assim como ele pois o assistencialismo é forte na nossa cultura e no nosso dia-a-dia? Seria bom corrigir um erro passado com outro erro por ser politicamente correto para arrotar ao mundo que o Brasil hoje diz ser um lugar melhor?

Sexto, o vestibular permanece ainda como processo seletivo mais por falta de outra alternativa que por simpatia do governo marxista cultural  que quer sempre “revolucionar” o sistema. O ENEM é um bom sistema sobre muitos aspectos e sem regalias a grupos especiais.

Sétimo, todas concordamos talvez que melhorar o ensino de base e médio é fundamental seja a base de tudo. Mas o governo quer realmente isso?

Absurdos sobre cotas  e sobre a educação brasileira nos links abaixo:

Cotas para mulheres (em geral, uma luta das feministas)

omarxismocultural.blogspot.com.br/2013/01/preparem-se-meninas-as-nossas-quotas.html

Carnaval e o trabalhador que falou tudo sobre o Brasil. O que podemos aprender com eles?

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Por este dias o vídeo de um trabalhador brasileiro se popularizou na internet.

O homem (que não parece ser um estuprador em potencial e nem opressor do patriarcado, ok, feministas?) deve ter se cansado de muitas coisas e desabafou enquanto alguém o filmava. Mesmo sendo um humilde artesão (ele diz que trabalha com artesanato), ele demonstra conhecimento de muitos problemas que atingem o nosso país. Foi perfeito em tudo o que ele falou. Ele demonstrou aos elitistas e a todas pessoas humildes que para se fazer questionamentos inteligentes ninguém precisa ser rico, embora muitas vezes uma boa educação ajude. Mas o mais importan é QUERER PENSAR E SABER FAZER BOM USO DO cérebro. Porém, deveriamos pensar de modo correto e não pensar de qualquer maneira.

Alguém vai dizer: Espere um momento. Isto é “frase de reaça contra quem quer revolucionar o sistema”. Nada disso. O problema é o tipo de prioridades da revolução que querem fazer. E nem toda revolução gera governantes bons preocupados com o povo. Que o diga Fidel e outros ditadores. O marxismo cultural gerou além de prioridades absurdas gerou também assassinos, estupradores e psicopatas como Che Guevara. Ninguém fala isso no Brasil pela forte propaganda marxista cultural em universidades e na nossa cultura. E assim casos como o da professara e pesquisadora que ensina em universidades aumentam, valores invertidos aumentam e tudo isso vira uma bola de neve. Leia mais aqui

Outra pergunta que deveria ser feita é: Queremos realmente o Brasil que ele citou? Queremos melhorar? Nossos governantes querem isso? Ou possuimos medo e nos omitimos com estes absurdos?

Perguntamos isso porque para fazer o que ele comentou muito bem, trabalho e mudanças demonstram-se urgentes. E este é um dos problemas do povo brasileiro. Queremos um país que funcione como algo de primeiro mundo, mas nunca lutamos para construir isto. NUNCA. Os Estados Unidos e alguns outros lugares tidos como primeiro mundo passaram por muito processos de questionamentos internos, revoltas, em alguns casos guerras e tudo o mais que transformou a mentalidade das pessoas locais com OUTROS valores, preservando a individualidade de cada um mas que unida soma ao coletivo. O bem comum é prioridade na maioria destes lugares mas sempre preservando a individualidade. Claro, outros lugares mesmo que mais ricos ou pobres que o Brasil possuem problemas semelhantes aos nossos.

Podemos exemplificar isso no Brasil que todo mundo sabe. Sabemos o que deve ser feito, mas ninguém faz. O verdadeiro culpado de tudo é povo mesmo. Reclamamos que aqui precisa melhorar, mas nunca fazemos nada para mudar. Nunca. Observe abaixo:

1) Feriados: O povo brasileiro adora feriados. Muitos se preocupam mais com praias, calor e boa vida que com todo o resto do ano;

2) Carnaval e o tempo de trabalho: A frase que muitos falam que a o ano começa depois do carnaval explica muita coisa. Quase 3 meses do ano com a mentalidade de “aproveitar a vida”. Depois muitas pessoas se lamentam do estado do Brasil e do povo. Em qual lugar que quer ser competitivo (China, EUA como exemplo), as pessoas ficam este tempo sem levar nada a sério?

3) O povo brasileiro nunca lutou por algo sério e adora ser relativista moral. O povo brasileiro em si, nunca lutou para melhorar o Brasil. Nunca. As pessoas  quem lutaram para melhorar o Brasil foram cortadas dos livros e esquecidas pelo tempo. O relativismo morou sempre priorizou e defendeu bandidos, criminosos ou pessoas de conduta duvidosa. Copiamos o modelo cubano: Che Guevara, um estuprador, assassino e criminoso foi beatificado. Aqui fazemos a mesma coisa. Na verdade, sempre fizemos. Somos a terra aonde crianças brigam para ser o bandido em brincadeiras de polícia e ladrão. Isto diz muito sobre a nossa identidade.

4) Relativismo moral e falta de prioridades: Podemos ver milhares que se manifestam pelo direito de fumar maconha. Milhares na passeata gay. Milhares pela alegria de sediar a Copa. Milhares que se manifestam por causas NADA importantes. Pela dia nacional contra a corrupção ou outros protestos inteligentes e urgentes, os organizadores precisam tirar leite de pedra para juntar algumas pessoas. Jean Wyllys e outros marxistas culturais adoram tudo isso, pois gera votos.

5) A frase relativista moral “Hipocrisia. Todo mundo gosta de carnaval”. MENTIRA. Nem todo mundo gosta de carnaval. Atualmente é durante este tempo de “festa e alegria” da mentirosa identidade do povo brasileiro que aumentam os casos de turismo sexual, de crimes e outras coisas. Isso seria algo para condenarmos, mas aqui é visto como “cultura”. Muita gente tem que “gostar” de carnaval por ser a Única Opção pois o Brasil para e todo o resto deixam de funcionar.

6) Carnaval: O carnaval é uma coisa nojenta em si e nem brasileiro é. Se antigamente esta festa que mentimos ser brasileira para gringo ver era um momento de alegria para o povo durante alguns dias, hoje é na verdade a festa da promiscuidade na maioria dos casos. Se antigamente o carnaval eram 3,4 dias de festa, hoje ele é uma semana. E em alguns estados do Brasil este tempo aumenta para 15 a 30 dias.

7) O “oprimido povo do carnaval”: Mulheres quase peladas nos desfiles. Pessoa fazendo sexo na rua. Homens se comportam como psicopatas que nunca viram mulhers. Mulheres se comportam como se nunca tivessem visto homem. Todo este povo que o feminismo chama de “oprimido” depois reclama do caos que é o Brasil. Claro, formado por pessoas desta laia.

8) Marxista culturais adoram chamar outras pessoas de elitistas. Bom seria se todos pudessemos ser elites e que lutassemos para melhor o Brasil, sem ostentar. O problema dos marxistas culturais e seu opositores é que eles se fecham neste debata guerra fria comunismo x capitalismo e blindam os seus ouvidos.  E nossas elites demonstram-se elitistas e ostentantes. Ser pobre nunca foi escolha. Sempre foi um acaso ou resultado de um ato com muitas causas. Ao mesmo tempo no Brasil ser rico é a mesma coisa que ser opressor (o que é mentira). Poucas pessoas pensam em casos de pessoas  ricas, nobres, que batalharam de modo honesto e vieram de baixo e que ajudam os outros sem querer ostentar e aparecer. Muitas pessoas pobres e ricas lutam pelo bem comum. Ou seja, existe a terceira alternativa que quase ninguém comenta.

9) A cultura do ser pobre, burro é ser brasileiro: Se alguém abrir um site de famosos podemos ver pessoas sempre com a mesma conversa. “Eu ia ser criminoso, bandido, mas começei a jogar futebol e hoje sou famoso”. Ou seja, a pessoa que era humilde MAS IRIA ESCOLHER uma péssima estrada ficou famoso ao JOGAR BOLA. A mentirosa mensagem que fica é “Para melhorar de vida eu deveria ser bandido ou fazer algo que os idiotas valorizam e é algo sica inútil mas o povo idiota valoriza”. Outras escolhas como TRABALHAR E ESTUDAR  para fazer o Brasil crescer NUNCA parecem ser consideradas. O mesmo vale para o nosso ex-presidente que passa a mensagem: “Nunca estudei e sou feliz assim” ou a nossa atual presidente que fez um discurso no Nordeste por estes dias e cometeu propositalmente erros gramaticais para se dizer “do povo”. Estimulamos sempre o errado.

Este texto e filme que circulam na internet falam outras verdades.

“Queria ser presidente por um dia. Faria uma lei que anulasse o carnaval em prol da nação. Argumentos lógicos não me faltam: Diminuição de acidentes;menor índice de HIV positivo; melhorar imagem do país no exterior; cortar semana ociosa para que aumentemos nossa renda; valorizar a imagem da mulher brasileira; investir os 2 bilhões por ano do carnaval em educação; diminuir consumo de drogas nesse período….
 
Acho que não teria o apoio popular pra isso. Já tivemos presidentes que 
afundaram a educação, a habitação, a reforma agrária, a inflação, a 
renda familiar, os empregos, e até mesmo presidente que roubou nossa 
poupança. Ninguém reclamou. Porém se eu acabasse com o carnaval 
certamente me matariam.
.
Mesmo sabendo o risco que corro, aceitaria essa missão suicida, afinal, é melhor morrer no país do 
carnaval do que viver no carnaval desse pais.”

Marxismo cultural no Brasil: no feminismo, na família, nas Universidades, na cultura

Padrão

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O marxismo cultural hoje e seus frutos que nos atingem no dia-a-dia. Outros absurdos mais abaixo. Note como algumas imagens são incoerentes como assim é o feminismo e suas defensoras.

O marxismo nasce com o “pensador” Karl Marx. Marx possuia origem holandesa-judaica-alemã e provinha de uma família com bens materiais frutos em grande parte do trabalho do seu pai. Seu pai, embora descendente de rabinos havia se convertido ao cristianismo luterano. Marx iniciou a estudar direito e mais tarde escolheu outros rumos como filosofia e jornalismo. Depois da morte do seu pai, as dificuldades financeiras começaram a atingir a sua família.

Marx casou-se e  teve 7 filhos, sendo que 4 morreram pela falta de condições materiais nesta época. Possuiu um outro filho fora do casamento que ele não reconheceu. Impedido de seguir uma carreira acadêmica, transformou-se em editor de um jornal. Depois desta fase inicial, sua vida financeira melhorou e Marx viveu confortavelmente até 1848 com a renda oriunda de seus trabalhos, seu salário e presentes de amigos e aliados, além da herança legada por seu pai. Entretanto, em 1849 Marx e sua família enfrentaram grave crise financeira.

Marx era um radical que era contra a religião e contra o sistema capitalista, mesmo enquanto estes tenham formado em grande parte a base da sociedade ocidental e sua modernidade, diferentes do comunismo. Nunca foi um forte trabalhador, nem oprimido embore sempre tenha sido sempre contra o sistema que explora os trabalhadores (similar as feministas). Pode-se adicionar que embora fosse contra as elites, Marx era um homem das elites desde  o seu nascimento. Suas filhas, por exemplo possuiam todas as regalias da época que as garotas de alta classe deveriam ter com aulas de piano, canto e desenho.

Marx foi expulso da França, Alemanha e foi proibido de residir em Paris, tendo-se depois transferido a Londres aonde faleceu. Entres suas obras importantes, o Manifesto Comunista (escrito em parceria com Friedrich Engels) ganhou destaque.

O Marxismo real demonstrou-se um fracasso no mundo real (queda do comunismo)e podemos perceber isso estudando um pouco de geopolítica. Lugares como Cuba, China, ex-Alemanha Oriental e ex-URSS demonstram o fracasso deste movimento. Porém, o Marxismo cultural talvez teve o caminho inverso graças a “terrenos ricos” em nutrientes na espécie humana: a insatisfação, a falta de responsabilidade, um modo de colocar a culpa no outro e outras coisas mais.

Mas o que é o marxismo cultural?

Marxismo cultural é um movimento ideológico que pretende implantar a revolução marxista no Brasil, no mundo. Não através dos meios armados ou de uma movimentação de violência hoje(pois isto foi tentado no passado por muitas ditaduras que “lutavam pelo povo” mas falharam como  foi o caso no Brasil aonde revolucionários queriam na verdade criar uma ditadura de esquerda no Brasil), mas por meio da transformação da cultura ocidental ao renegar alguns importantes valores. Os ditos valores invertidos, a falta de objetividade entre o certo e errado e a fator cultural no Brasil (mas não somente no Brasil)de sempre desvalorizar os méritos criam um terreno rico para o marxismo cultural. Disto nascem problemas que precisam serem resolvidos com objetividade. Ao mesmo tempo os marxistas culturais e feministas também reclamam destes problemas.

Mas o marxismo e o comunismo acabaram?

O que desapareceu foi o comunismo real por ser ineficaz, no entanto, os ideais marxistas continuam de pé e muito vivos, basta lermos os programas dos partidos no Brasil e veremos que aquilo que se pretende com o marxismo continua sendo o ideal de toda uma movimentação política. Só que esses adeptos da cultura marxista estão convencidos de que não conseguirão implantá-la a força como no passado se antes não destruírem a cultura, que há no país, toda baseada em importantes valores, o que é típico do Ocidente como já foi dito.

Quais os principais meios utilizados pelos marxistas culturais pare divulgas as suas idéias?

O primeiro ponto é que eles agem em dois campos muito distintos. Tudo envolve propaganda. O primeiro campo mais importante para eles são as universidades, onde, basicamente, quase todos os professores, de alguma forma, foram influenciados por esse tipo de pensamento materialista e socializante. Isto no Brasil é algo que podemos notar. Já o segundo são os meios de comunicação. Através das novelas, filmes, propagandas, eles vão influenciando e montando a mentalidade do povo de uma forma contraria ao mundo real e à visão da realidade. Desvalorizar méritos, o senso comum entre certo e errado, criar desculpas para defender o errado ou desvirtuar o certo, jogar a credibilidade de valores bons no lixo (taxar de conservadora, ultrapassada, antiga, etc) tudo isso é um modo de propaganda marxista cultural.

Carl Marx, o pai do feminismo?

Poderiamos dizer que sim pois o feminismo possui discursos em forma de um padrão cérebro lavado baseados no marxismo cultual.  Carl Marx era a incoerência em pessoa: fazia parte da elite, gostava de dinheiro, trabalhava pouco, viveu de herança ao mesmo tempo qeu lutavava pelo povo como “pensador” deste. E muitas pensadoras feministas ou defensoras destas são ou foram profundamente marxistas, anti-capitalismo, paz-e-amor mesmo que tenham nascido em classes ricas, nunca tenham sido exploradas, com carros caros, roupas caras, viajando para o exterior e outros luxos, nem sempre fruto de trabalho (assim como Karl Marx). Lola, que no Brasil é uma guru feminista, é declaradamente anti-capitalista, ensina inglês (idioma do capitalista Tio Sam ou do Império da Rainha) e trabalha em Universidades (terreno chave por marxistas culturais). Pobres estudantes 😦

Repare no que afirmam as feministas e compare com Karl Marx. Exemplos abaixo:

a) Feministas são contra a família tradicional: Mulher, homem. Feministas dizem que diferenças base entre homens e mulheres (que geram filhos e formam novas famílias) devem ser combatidas renegando em 100% a biologia. O modo tradiconal de viver é “sexista”. Casamento para gurus feministas? Isto é ser oprimida. Ter sexo com o seu marido,namorado? Fazer apologia ao estupro. Gurus feministas embora neguem demonstram uma revolta absurda contra homens.

Feministas querem a igualdade mesmo que nem sempre seja realmente  assim e ignoram diferenças entre homens e mulheres pela sua utopia (como Marx fazia no seu modelo de sociedade perfeita). E amboso odeiam o modelo familiar. Qual o melhor meio de destruir o ambiente familiar que pregar a raiva entre homens e mulheres? Que ridicularizar um sexo (homens ou mulheres)? Ridicularizar quem segue o modelo tradicional e doutrinar crianças com idéias marxistas culturais aonde tudo “é sexismo” e aonde nunca existiram diferenças entre homens e mulheres? Que pregar que roupas masculinas e femininas devem ser iguais pois o  inverso é”sexismo”.

Teorias feministas vindas das universidades feministas  SEMPRE são certas. Quem discorda tem altum defeito. Muito marxista isso embora lute pela “liberdade, respeito e igualdade”. E isto tem um alvo.

Marx afirmava como objetivo:

  “Abolição da família!
Até os mais radicais ficam indignados diante desse desígnio infame dos comunistas. Sobre que fundamento repousa a família atual, a família burguesa?
No capital, no ganho individual.
A família, na sua plenitude, só existe para a burguesia, mas encontra seu complemento na supressão forçada da família para o proletário e na prostituição pública.
A família burguesa desvanece-se naturalmente com o desvanecer de seu complemento e uma e outra desaparecerão com o desaparecimento do capital.”

Quem era a família burguesa para Marx? Marido, mulher, filho, filha, avô, avó, são – “família burguesa”.
Disto sabemos, o que não sabemos é como seria a “família comunista” para Karl Marx, isso ele nunca disse. Como seria o novo modelo familiar feminista?

Propagandas feministas baseadas no Marxismo cultural ou resultados deste que podemos ver abaixo:

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A tal falta de liberdade hoje.

Diapositiva1Se segundo as feministas nada é certo e errado e crianças devem ter sua sexualidade estimulada com pregam nas nossas Univesidades cheias de “intelectuais”, isso seria certo?

253138_339377899488919_933526008_nResultado hoje de uma sociedade marxista cultural feminista sem valores.

bolo de feto feminista

O amor das feministas pelas crianças que defendem a liberdade sem responsabilidade de uma uma sociedade moderna e “melhor”: bolo de feto. Leia mais no nosso post antigo.

feminista e machista

Como o feminismo é coerente ao lutar contra o machismo e mulher objeto. Exemplo perfeito é a Valesca Popozuda “oprimida” que canta “To com o c* pegando fogo” abraçando o Mc Catra. Lutem contra o sistema rsrsrs.

princessboy

Feministas dizem ser contra o sexismo pois segundo elas sexismo é o homem se comportar como homem (para feministas se comportar como homem é ser um opressor, assassino). Fico imaginando a alegria feminista ao doutrinar uma criança para prova como a sua ideologia é “liberdade contra o sistema”. Talvez nunca tenham pensado que este garoto pode sofrer no futuro ou no seu dia-a-dia. Quem é mãe de meninos talvez possa entender melhor. Christina Hoff desmascarou as feministas e suas teses de “sexismo”. Feministas querem clones ou escravos, nunca quem discorde delas.

b) Feministas lutam pela igualdade. Igualdade Marxista.

Esta fato é mentiroso de natureza pois nem entre pessoas do mesmo sexo somos iguais, o que dizer de homens e mulheres e que a filosofia chinesa antiga (que ignorantes feministas chamaram de machista rsrsr) declarava como Ying e Yang, lados complementares em harmonia. Pois bem, Marx possuia este discurso de “igualdade” que as feministas pegaram emprestado. Para Marx, a igualdade deveria existir na teoria pois todos somos iguais, sem classes bla bla bla. Na verdade Marx sempre foi de uma classe, a aristocracia. Ele NUNCA foi do povo realmente. E nos lugares em que foi instalado o Comunismo, classes e elites SEMPRE existiram, com regalias, poder, conforto enquanto comandam quem tem o cérebro lavado. O mesmo acontece com as feministas.

c) Marx lutava pela liberdade. Hoje as feministas lutam pelo…

o que elas definem ser liberdade dependendo do momento ao mesmo tempo que repetem o discurso de oprimidas. No tempo de Marx, talvez nem tudo fossem flores no quesito liberdade. Mas ele era um pessoa com luxos neste quesito também. Mas tudo bem. O feminismo hoje, em 2012, repete a mesma conversa da época de Marx ao mesmo tempo em que pessoas fazem sexo na rua, na TV, fazem apolgia a vulgaridade em funks ou pais ensinando crianças a dançarem funks com letras vulgares como denunciamos no nosso grupo do facebook, entre outras coisas.

d) Marx pregava o fim da opressão das elites assim como feminismo. Fake.

Marx pregava a liberdade dos oprimidos ao mesmo tempo que fazia parte de uma elite. Marx nunca foi oprimido. E quem oprime hoje? O sistema, assim como no tempo do “pensador” Karl Marx. Detalhe que o sistema sempre existiu, Marx gostava do sistema e nos governos que usam o modelo marxista de governo, os opressores continuam oprimindo. O mesmo vale com o feminismo aonde quem lidera o movimento nunca foi uma mulher oprimida e quase na sua maioria sempre foi parte de uma ELITE.

e) Marx era contra o capitalismo (uma ideologia). Feministas demonstram-se ser contra os homens.

Marx mesmo tendo sido da aristocracia escolheu alguém para lutar contra por algum motivo depois de formar teorias loucas. Estes eram os capitalistas, embora Marx fosse as vezes mais poderoso e rico que capitalistas. O feminismo fez o mesmo mas trocou o nome capitalista pela palavra homem, mesmo estes nem sempre tendo direitos como outra mulher contra o feminismo, Christina Hoff explica nesta palestra. Veja mais aqui.

f) Marx era contra a religião. Assim como muitas feministas.

Feministas em geral pregam  contra a religião. São contra o cristianismo na sua maioria e muitas também são contra qualquer religião como budistas, cultos africanos. Isso nasceu de modo popular com o Marxismo. Pessoas de todas as crenças nos apoiam, inclusive ateus. A diferença dos ateus que nos apoiam é que estes respeitam a crença dos outros quer sendo de qualquer religião (e somos um grupo de mulheres com diferentes crenças, por isto evitamos posts religiosos). O modo ateu feminista quer pregar e obrigar quem discorda delas a força, ao mesmo tempo que diz “respeitar a liberdade”. Tudo isto porque os estudos delas pregam a verdade absoluta.

g) Marx era um intelectual logo, nunca pregou tais absurdos. Feministas adoram dizer isso também.

Pensando deste modo elitista realmente, feministas e marxistas culturais deixam a entender que absurdos  sempre foram  frutos somente de camadas mais pobres. Mas para quem chamava o povo de alienado (Marx) e para quem taxa de quem discorda do feminismo de “incapazes, traidora, escravas,etc” nada nos causa surpresa. Tais “qualidades” foram como as feministas nos taxaram por discordamos delas.

h) Utopia marxista feminista e o modo marxista feminista de evoluir e se aperfeiçoar.

Marx sabia da utopia. Demonstrou-se contra o anarquismo por considerar este utopia. Sabia do socialismo de utopia. Mas como  uma pessoa com o ego inflado, sempre pensou alcançar o ideal perfeito, mesmo sendo formado em uma sociedade com milheres de pessoas imperfeitas. Qual a melhor remédio para isto? Culpar o outro, o sistema ou taxar o povo de incapaz (assim como fez Marx  e seus defensores fizeram ao declarar que os “trabalhadores são alienados e não percebem que são dominados por essas perversidades burguesas”. Assim as feministas fazem conosco). O feminismo segue a cartilha TODA. E assim como Marx, o feminismo também reclama do sistema mesmo que ajude a colaborar com o sistema com idéias tortas como estimular a sexualidade precoce, falta de bons valores, regras,etc. Feministas defendem o modo viver a vida louca baseadas na liberdade marxista contra o sistema adaptado por elas ao modo feminista de liberdade. Mas também reclamam do resultado disto tudo.

i) A contra-cultura feminista baseada no marxismo cultural. Vivendo a vida louca.

Isto é comum de ver no dia-a-dia, tudo obras do marxismo cultural em forma de propaganda para o povo. Exemplos: “Use drogas e faça o que quiser do seu corpo. Ninguém pode mandar no corpo do outro. Transe com quem quiser, deixe de se limitar e liberte-se do sistema. Trair é algo normal, deixe de ser antiquada ou quadrada. Ninguém te entende? O sistema é capitalista, machista, antiquado e deve ser mudado. Devemos nos modernizar e evoluir do passado e regras caretas reaças. Deixe de regras, mulher é assim, homem é assado. Somos todos iguais e lutamos pela mesma bandeira, em todo o planeta. O homem é culpado, a pessoa de n cor é a culpada disto tudo. Defendemos um mundo sem fronteiras, sem regras e crenças. Defendemos a sociedade alternativa e tudo para o povo, bla bla bla etc”. Este é um tipo de discurso marxista cultural feminista.”

Para finalizar, abaixo uma outra obra que talvez tenha inspirado diretamente o feminismo e suas seguidoras talvez nunca tenham lido com 2 fatos importantes: 1) Qualquer semelhança com os dias de hoje, não é mera coincidência.2) Tendo a História se encarregado de pôr fim à questão ideológica, a meditação dos ideais, então preconizada, poderá revelar assombrosas semelhanças nos dias de hoje. O feminismo assim como outras filosofias marxistas culturais camufla-se em “liberdade, amizade,etc”.

Decálogo de Lenin (1913)

1.. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;

        2.. Infiltre e, depois, controle todos os veículos de comunicação de massa;

        3.. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;

        4.. Destrua a confiança do povo em seus líderes;

        5.. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;

        6.. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;

        7.. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;

        8.. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;

        9.. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;

        10.. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa…