Não devemos nada ao feminismo por Talyta Carvalho.

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mulheres contra o feminismo

Belo texto contra a ditadura feminista e o marxismo cultural feminista:

“As feministas chamaram de libertação a saída forçada da lar para trabalhar; sua intolerância tornou constrangedor decidir ser dona de casa e cuidar dos filhos

Na história da espécie humana, a ideia de que a mulher deveria trabalhar prevaleceu com frequência muito maior do que a ideia de que deveria ficar em casa cuidando dos filhos.

Não raro, o trabalho que cabia à mulher era árduo e de grande impacto físico. Para a mulher comum na pré-história, na Idade Média, e até o século 19, não trabalhar não era uma opção.

Uma das conquistas do sistema econômico foi que, no século 20, a produtividade havia aumentado tanto que um homem de classe média era capaz de ter um salário bom o suficiente para que sua esposa não precisasse trabalhar.

No período das grandes guerras e no entreguerras, a inflação, os altos impostos e o retorno da mulher ao mercado de trabalho (que significou um aumento da mão de obra disponível) diminuíram de tal modo a renda do homem comum que já não era mais possível que maioria das mulheres ficasse em casa.

Esse movimento forçado de saída da mulher do lar para o trabalho as feministas chamaram de libertação.

Óbvio que não está se defendendo aqui que as mulheres não possam trabalhar, não casar, não ter filhos ou que não possam agir de acordo com as suas escolhas em todos os âmbitos da vida. Não é essa a questão para as mulheres do século 21 pensarem a respeito.

O ponto da discussão é: em que medida a consequência do feminismo, para a mulher contemporânea, foi o estrangulamento da liberdade de escolha?

Explico-me. Por muito tempo, as feministas reivindicaram a posição de luta pelos direitos da mulher, exceto se esse direito for o direito de uma mulher não ser feminista.

Assumir uma posição crítica ao feminismo é hoje o equivalente a ser uma mulher que fala contra mulheres. Ilude-se quem pensa que na academia há um ambiente propício à liberdade de pensamento.

Como mulher e intelectual, posso afirmar sem pestanejar: nunca precisei “lutar” contra meus colegas para ser ouvida, muito pelo contrário. A batalha mesmo é contra as colegas mulheres, intolerantes a qualquer outra mulher que pense diferente ou que não faça da “questão de gênero” uma bandeira.

Não ser feminista é heresia imperdoável, e a herege deve ser silenciada. Até mesmo porque há muito em jogo: financiamentos, vaidades, disputas de poder, privilégios em relação aos colegas homens -que, se não concordam, são machistas e preconceituosos, claro.

Outro direito que a mulher do século 21 não tem, graças ao feminismo, é o direito de não trabalhar e escolher ficar em casa e cuidar dos filhos -recomendo, sobre a questão, os livros “Feminist Fantasies”, de Phyllis Schlaffly, e “Domestic Tranquility”, de F. Carolyn Graglia.

Na esfera econômica, é inviável para boa parte das famílias que a esposa não trabalhe. Na esfera social, é um constrangimento garantido quando perguntam “qual a sua ocupação?”. A resposta “sou só dona de casa e mãe” já revela o alto custo sóciopsicológico de uma escolha diferente daquela que as feministas fizeram por todas as mulheres que viriam depois delas.

O erro do feminismo foi reivindicar falar por todas, quando na verdade falava apenas por algumas. De fato, casamento e maternidade não são para todas as mulheres. Mas a nova geração deve debater esses dogmas modernos sem medo de fazer perguntas difíceis.

De minha parte, afirmo: não devo nada ao feminismo.”

TALYTA CARVALHO, 25, é filósofa especialista em renascença e mestre em ciências da religião pela PUC

Texto retirado da jornal Folha de São Paulo.

Link: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/29978-nao-devemos-nada-ao-feminismo.shtml

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  1. Será mesmo que não deve? Será que seria quem é hoje se não fosse o feminismo? tenho minhas dúvidas sobre visões radicais que combatem visões radicais. Ao falar do radicalismo do feminismo, a autora também é radicalista.

      • Essa história de que o feminismo combate a violencia contra as mulheres e se não fosse por ele seríamos destruídas e eternamente oprimidas é uma bobagem sem tamanho. Eu sou contra a violência. Ponto. Violencia contra a mulher, contra o homem, contra a criança ou contra o idoso. Contra o negro, contra o branco, contra o homossexual e contra o heterossexual. Por que uma categoria tem que ser defendida e protegida mais que outra? Quando matam ou espancam um homem é menos grave do que quando espancam uma mulher? E não me venha dizer que os homens são agressores de mulheres, porque mulheres também brigam entre si, homens agridem homens e mulheres agridem homens. E tudo é absurdo! E mais: Eu trabalho fora, sou solteira e não tenho filhos. Mas, se um dia vier a me casar( e quero), eu gostaria sinceramente de poder me dedicar somente a minha família. Mas quando falo isso, sou moralmente apedrejada por praticamente todas as mulheres ao meu redor, como se isso fosse um crime. Parabéns a Talita, texto perfeito!

    • Não, ela n foi radicalista, mas sim REALISTA, pois n deixou de apresentar fatos e constatar a realidade atual que todos estão carecas de saber, o fato de apresentar-se indignada devido aos prejuízos que o movimento feminista trouxe a ela não é algo que tranforme o texto em radical, existe alguma mentira ali no texto dela? Não consigo encontrar. Antes de afirmar que alguém está sendo radical, exponha primeiro em que parte exatamente e argumente. Sinto muito, mas foi bastante sem sentido e falacioso esse seu ponto de vista.

  2. Se não fosse o movimento feminista, até hoje as mulheres ficariam presas dentro de casa, esperando os maridos chegarem, tirarem-lhe os calçados, lavarem-lhes os pés, serem suas serviçais, de vez em quando tomarem uns sopapos em caso de atrevimento, e deixarem seus corpos e genitálias à disposição do homem. Se você, mulher, quer tal vida, problema seu, mas não encha o saco de quem acha que isso é ridículo e absurdo, como é o caso de grandes feministas, como Simone de Beauvoir. Você, mulher, quer “não dever nada” ao feminismo? Simples: pare imediatamente de estudar ou de pensar em ter alguma profissão ou fonte de renda própria, porque isso foram conquistas do movimento feminista. Dedique-se tão somente ao serviço doméstico e a ser um robô totalmente controlado pelo homem. E, sim, mantenha sempre o corpo em forma, porque é só para isso que você serve: para servir ao homem. Era assim antes do feminismo, então se não querem ser hipócritas, direto pro fogão e não quero ouvir um pio, senão a borduna vai comer!

    • Bom, então você também acha que o sexo é estupro? Porque é isto que as supostas GRANDES feministas defendem! Você também acha que todas as mulheres devem ser lésbicas porque o homem é um ser desprezível que deveria ser completamente expulso das nossas pobres vidas atormentadas? Somos contra a violencia contra as mulheres, sim, assim como somos contra a violencia contra os homens, também. E tem mais: as feministas que odeiam tanto a subserviencia da cozinha e da casa, foram criadas por alguém, alguém cozinhou ou cozinha pra elas e a casa delas é limpa por alguém. Quer dizer que se eu morar sozinha, tenho que cozinhar pra nao ficar com fome, mas se eu cozinhar para um homem, eu sou menor e desprezível? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk As casas das feministas não são limpas por elas? E as casas das lésbicas, são limpas por elas ou por suas parceiras? E se há empregadas, a empregada é mulher? Então, quer dizer que ela, como mulher, não pode se rebaixar ao papel de cozinheira e empregada, mas outra mulher pode? kkkkkkkkkkkkkkkk2 O preconceito contras mulheres que não se casavam deveria mesmo ter sido substituído pelo preconceito contras as mulheres que se casam e cuidam de seus lares e de seus filhos? Outro dia, eu fiquei sabendo de uma briga feia, com agressões físicas, envolvendo dois homossexuais do sexo masculino! E então, o feminismo também vai ajudar este grupo a se defender das agressões do homem cruel e agressor? E sim, estou indo cozinhar, porque preciso comer! PS: AS MULHERES TRABALHAVAM ANTES DO MOVIMENTO FEMINISTA! UMA DAS PRIMEIRAS REIVINDICAÇÕES DO MOVIMENTO FOI A IGUALDADE SALARIAL ENTRE OS SEXOS. Como você pode afirmar que as mulheres não trabalhavam fora? Primeiro estudar, depois discutir! PS2: Existem, sim, reivindicações justas no movimento feminista. Mas, o grande problema deste movimento é que as líderes deste movimento atraem militantes dizendo que lutam pela igualdade entre os sexos. E isso é mentira. Se todas as reivindicações do feminismo fossem atendidas, as mulheres seriam colocadas num pedestal e os homens seriam a escória. E eu não quero isto. Somente respeito e boa convivencia entre os dois já basta. E não precisamos do feminismo pra isso. Todo ser humano só precisa de bom senso e amor ao proximo pra isso. Abaixo o machismo e abaixo o feminismo!

    • A questão é justamente esta. A maioria das feministas não sabem o que realmente “as cabeças pensantes do feminismo” defendem. Senão, boa parte delas não faria parte deste movimento. Aliás, as dissidentes do movimento são prova disto. Quando começam a descobrir as reais intenções das “líderes” e discordam, passam a ser constrangidas e perseguidas( as vezes até ameaçadas). Eu tenho um avô de 84 anos, semi-analfabeto, que portanto nunca recebeu influências do feminismo e é um homem do século passado.
      Ele tratou minha avó com respeito, apesar da sua formação antiga. Viajaram juntos muitas vezes, ela participava da vida dele, acompanhando-o e isso não era visto como anormal. Quando tiveram filhos, ela passou a ficar mais em casa( o que é óbvio, afinal não se pode viver viajando ou na rua, enfim, por causa da atenção necessária à crianças pequenas). Sempre houveram homens estúpidos e sempre existiram homens que trataram com respeito suas mulheres. Acho ridículo é essa luta “contra os homens” como se todos eles fossem iguais e inimigos. E se você acha esta aí demente, deveria ler as teorias das outras loucas que andam palestrando por aí pelo mundo e sendo aplaudidas de pé. Tem livros que dão vontade de vomitar.

      • Temos também Valerie Solanas, que escreveu que o macho é um aleijado, inútil e que nao tem sequer a serventia da reprodução, já que não se depende mais tecnicamente da existencia do macho pra reprodução. Ela escreveu um livro cuja abreviação é S.C.U.M. Citei outros aí embaixo, acho que escrevi no local errado, mas acho que vai dar pra você visualizar. PS: Gostei de conhecer você, é um cara que tem bom-senso e prestou atenção aos meus argumentos. Obrigada pela atençao, mesmo que não concorde. Creio que com a leitura destes que te passei, verás que as nossas críticas não são invenções sem sentido. Um abraço.

    • E com relação ao outro post( que não tem link pra eu responder), as chamadas “feministas” de outrora jamais seriam aceitas pelas “feministas” de hoje. Lutar por respeito é uma coisa, lutar “contra os homens” é outra coisa. Uma feminista dos dias atuais jamais aceitaria qualquer tipo de ligação, por exemplo, com uma mulher do movimento sufragista( elas eram conservadoras, pró-vida, pró-família). A questão da violência é uma questão que tem mais a ver com o indivíduo, com a agressividade individual, com problemas individuais do que com qualquer outra coisa. Existem pessoas(independente de sexo) que não aceitam ser contrariadas e que portanto, tem tendencias violentas( seja agressão física, verbal e outras). Essa história de “não precisamos dos homens” , que era uma das principais chamadas das feministas radicais( na famosa frase PRECISAMOS TANTO DE UM HOMEM COMO UM PEIXE DE UMA BICICLETA) é uma grande bobagem. Todos precisamos de todos, homens precisam de mulheres, mulheres precisam de homens e graçss a Deus, somos diferentes. A competição, ou a tentativa de provar que alguém é maior, mais capaz, mais importante é uma perda de tempo. Enfim, como falei antes. A favor do bom-senso, respeito e amor ao proximo e isso sempre foi pregado. Ouvia quem queria, assim como hoje ouve quem quer. Respeito não se pode exigir, só pode ser dado voluntariamente. E como te falei, cozinhar pra um homem ou pra filhos que nascerem de mim, ou estender a mão pra servir a outros não me diminui em nada. E todos temos obrigação moral de servir, alguns tem mais dificuldades em admitir ou fazer isto. Se todos só servissem a si mesmos, estaríamos perdidos. PS: Eu pensava como você , até começar a ler as teorias de algumas feministas como esta louca aí do estupro, e comecei a perceber que no anseio de dizer coisas novas, a maioria delas não fala mais coisa com coisa e boa parte, defende, sim, que toda relaçao sexual é estupro e que o lesbianismo deveria ser regra. Caso não acredite, vou postar alguns links aqui mais tarde. Até mais.

      • Eu gostaria muito que você me enviasse tais links destas feministas “de hoje”. Pelo que me parece, estas a quem você se refere não são propriamente feministas, mas, sim, militantes de uma defesa extremista do homossexualismo (lesbianismo como medida do “normal”, “heterofobia” como resposta à homofobia etc.). Ou seja, de modo algum tais “feministas” respondem pelo feminismo, mesmo o feminismo nos dias de hoje.

        O que acho preocupante são estes ataques ao feminismo – e tomando, por feminismo, este lesbianismo xiita -, isso num mundo em que, ainda que as mulheres tenham conquistado muitos direitos, elas ainda são o “segundo” sexo – o primeiro é o sexo masculino. Eu vejo não raras vezes, no local de trabalho, casos de assédio moral que certamente não ocorreriam se a vítima do assédio fosse um homem.

        Outro exemplo: mesmo tendo (re)conquistado espaços no mercado de trabalho, as mulheres ainda são obrigadas a cumprir a maior parte do trabalho doméstico, daí a sobrecarga sobre as mulheres – mesmo sendo engenheiras, professoras, gerentes, médicas, advogadas etc., delas ainda se espera que cuidem da casa, da limpeza, dos filhos etc.

        Feministas de verdade lutam pela extinção, não das diferenças óbvias entre homens e mulheres, mas de posturas culturais que usam tais diferenças como justificativa para manter relações desiguais entre os sexos.

        Me pergunto como alguém racional, razoável e bem informado pode ser contrário a uma luta com sentido tão óbvio como esta.

        até.

      • http://www.brasildefato.com.br/node/13101 Te trarei algumas referencias aki, de livros e de artigos publicados na internet, de fontes supostamente imparciais, se é que isto é possível. Este que estou postando é só um pouco dos bastidores do feminismo e suas reais intenções. Vi sua resposta agora, mas procurarei algumas referencias pra você. Obrigada.

      • (Chicago Women’s Liberation Union pamphlet, Lesbianism and Feminism, 1971; Stevi Jackson, Sue Scott, Feminism and Sexuality: A Reader, Columbia University Press, 1996, p. 282) Nestes textos, que são estudos sobre o feminismo e a sexualidade, são citadas muitas frases ditas por feministas em palestras e conferencias mundo afora, inclusive a célebre frase de TI-GRACE ATKINSON que diz: “O feminismo é a teoria , o lesbianismo a prática”, entre outras.

      • Em que pese o fato de as primeiras feministas terem encontrado nos ideais democráticos de inspiração iluminista – igualdade e liberdade, representados mais diretamente pelo direito à participação na vida política e por leis que promovam uma justiça mais equânime – o campo propício para suas reivindicações, o cerne das referências filosóficas que embasam os ideais democráticos – representadas por pensadores como John Locke, Jean-Jacques Rousseau e Jeremy Bentham – estava já impregnado de conceitos que excluíam a mulher de uma participação mais ativa na condução da sociedade. Um forte exemplo disso é o direito ao voto, que já na Grécia Antiga, em pleno nascedouro da democracia ateniense, era vetado para as mulheres.
        Feministas norte-americans em movimento pelo voto feminino em fevereiro de 1913
        A luta pelo voto feminino foi sempre o primeiro passo a ser alcançado no horizonte das feministas da era pós-Revolução Industrial. As “suffragettes” (em português, sufragistas), primeiras ativistas do feminismo no século XIX, eram assim conhecidas justamente por terem iniciado um movimento no Reino Unido a favor da concessão, às mulheres, do direito ao voto. O seu início deu-se em 1897, com a fundação da União Nacional pelo Sufrágio Feminino por Millicent Fawcett (1847-1929), uma educadora britânica. O movimento das sufragistas, que inicialmente era pacífico, questionava o fato de as mulheres do final daquele século serem consideradas capazes de assumir postos de importância na sociedade inglesa como, por exemplo, o corpo diretivo das escolas e o trabalho de educadoras em geral, mas serem vistas com desconfiança como possíveis eleitoras. As leis do Reino Unido eram, afinal, aplicáveis às mulheres, mas elas não eram consultadas ou convidadas a participar de seu processo de elaboração.
        Ainda que obtendo um limitado sucesso em sua empreitada – a conversão de alguns membros do então embrionário Partido Trabalhista Britânico para a causa dos direitos das mulheres é um exemplo -, a maioria dos parlamentares daquele país acreditava, ainda respaldados nas idéias de filósofos britânicos como John Locke e David Hume, que as mulheres eram incapazes de compreender o funcionamento do Parlamento Britânico e, por conseguinte, não podiam tomar parte no processo eleitoral.
        Movimento anti-sufragista nos Estados Unidos da América
        O movimento feminino ganhou, então, as ruas e suas ativistas passaram então a ser conhecidas pela sociedade em geral pelo (à época, ofensivo) epíteto de “sufragistas”, sobretudo aquelas vinculadas à União Social e Política das Mulheres (Women’s Social and Political Union – WSPU) movimento que pretendeu revelar o sexismo institucional na sociedade britânica, fundado por Emmeline Pankhurst (1858-1928). Após ser detida repetidas vezes com base na lei “Cat and Mouse”, por infrações triviais, inspirou membros do grupo a fazer greves de fome. Ao serem alimentadas à força e ficarem doentes, chamaram a atenção da opinião pública pela brutalidade do sistema legal na época e também divulgaram a sua causa. Ela foi uma militante que imprimiu um estilo mais enérgico ao movimento, o qual culminou com situações de confronto entre sufragistas e policiais e, finalmente, com a morte de uma manifestante, Emily Wilding Davison (1872-1913), que se atirou à frente do cavalo do rei da Inglaterra no célebre Derby de 1913, tornando-se a primeira mártir do movimento.
        Mesmo que tenha causado grande comoção o movimento pelo voto feminino na Inglaterra da década de 1910, as ações de protesto empreendidas pelas sufragistas, contudo, apenas vieram a obter um parcial sucesso com a aprovação do Representation of the People Act de 1918, o qual estabeleceu o voto feminino no Reino Unido – em grande parte, dizem alguns historiadores, motivado pela atuação do movimento das sufragistas na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), já que as sufragistas deixaram as ruas e assumiram importante papel nos esforços de guerra.
        A lei britânica de 1918 deu forças a mulheres de diversos outros países para que buscassem seus direitos ao voto, que as primeiras feministas consideravam de importância maior que outras questões referentes à situação feminina justamente por acreditarem que, pelo voto, as mulheres seriam capazes de solucionar problemas causados por leis injustas que lhes vetavam o acesso ao trabalho e à propriedade, por exemplo. Habilitando-se ao sufrágio, as mulheres passariam a ser também elegíveis e assim, pensavam as feministas, poderiam concorrer de igual para igual com os homens por cargos eletivos

  3. E com relação à questão de “como alguém racional, razoável e bem informado pode ser contrário a uma luta com sentido tão óbvio como esta.” a resposta é a seguinte: Quando a propaganda da luta não reflete a realidade da luta, o fato de ser bem informado te faz rejeitar esse marketing tão bonzinho que esconde outros interesses.

  4. Pingback: O que as líderes feministas pensam sobre sexo, casamento e sobre o homem? | Mulheres contra o feminismo

  5. Vi o programa Na Moral e achei muito corajoso e interessante o seu ponto de vista, luto contra essa visão de gênero equivocada que o “Partido Feminista impõe nos dias atuais, deturpando todo o conceito de viver em respeito e em liberdade de expressão.

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