Arquivo mensal: janeiro 2016

O silêncio das feministas diante das ações brutais cometidas contra mulheres por muçulmanos na Europa

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Os eventos na Alemanha na passagem do Ano Novo têm sido tratados de uma forma absurda, pela imprensa, autoridades policiais, feministas,  governos municipais e federal do país. Durante o período de ano novo,  muçulmanos estupraram e abusaram mulheres na Alemanha.

Ou seja….

1-Feministas e justiceiros sociais esquerdistas apoiaram o ato de abrir as fronteiras da Europa para muçulmanos (muitos dos quais odeiam o Ocidente, valores ocidentais e não estão acostumados a ver mulheres como pouca roupa entre outras coisas). O engraçado que as defensoras feministas e SJW dos estupradores justificam os atos deles com o fato das mulheres se vestirem pouca roupa em alguns casos (hipocrisia???) .

2-Ao serem alertados sobre o tal perigo da imigração ilimitada, taxaram quem os alertou de “racistas, machistas, capitalistas” e outros palavras que usam sempre. Na mente doentia deste povo que vive na terra da fantasia, somos todos iguais como cultura e leis.

3-Dezenas e dezenas de mulheres alemãs foram vítimas de agressões sexuais e estupros praticados por muçulmanos na cidade de Colônia, na Alemanha, durante a virada do ano.

4-A prefeita da cidade, Henriette Reker, feminista, esquerdista e seguidora fiél da agenda globalista da esquerda, inicialmente procurou ocultar a ocorrência dos atos de violência. Em seguida, tentou negar que os muçulmanos estrangeiros tivessem sido os autores das agressões. Diante das dezenas de depoimentos das vítimas, confirmando que os agressores eram muçulmanos, Henriette Reker afirmou que a responsabilidade pela violência é das mulheres agredidas, uma vez que elas não estão sabendo se adequar, do ponto de vista comportamental, ao novo ambiente multiculturalista da Alemanha.

5-Outras feministas culparam quem? O homem branco europeu ou toda e qualquer pessoa que defendesse o obvio: controle da fronteira e imigração são necessidades para a segurança de um povo. Feministas usaram de muitas desculpas para isso (relativismo cultural, relativismo moral, culparam as mulheres, culparam qualquer outra pessoa….) menos os estupradores, elas e a realidade dos fatos.

Até a bola (obesa da Lola) agiu assim e o Luciano Ayan mais uma vez a desmascarou no seu blog. Leiam o excelente texto do Luciano aqui. E vejam este outro post dele aqui que é chocante. Aonde estão as feministas?

Que contradição: feministas afirmam que, em caso de estupro, a culpa NUNCA é da mulher*, mas se o estuprador for muçulmano, a culpa é DELA por “não saber se adequar, do ponto de vista comportamental, ao novo ambiente multiculturalista da Alemanha”. (lógica???)

Pois bem, o que podemos aprender sobre este fato:

O feminismo nunca esteve preocupado com a defesa das mulheres. Feministas se aliam ao politicamente correto e são vitimas dele mas culpam alguma outra coisa como sempre. O feminismo não passa de um braço da esquerda marxista e de sua agenda ideológica que sempre vai culpar algo relacionado ao Ocidente (valores, cultura, mulheres,…)  e nunca vai atacar um movimento com objetivos similares. Neste ponto, a agenda feminista nunca ataca  em quantia significativa o islamismo e à invasão do ocidente pelos muçulmanos.

 

Norte, Sul, Leste, Oeste: Como querem destruir a identidade de cada brasileiro com esta conversa mentirosa de “igualdade”.

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Nestes dias um blog feminista que tem ajuda do governo publicou um artigo como muitos outros blogs feministas faz pregando um certo terrorismo ao negar diferenças entre as pessoas de cada Estado. Claro, como sempre taxam um lugar de opressor e outro de oprimido (guerra entre classes, racismo). Adicionam discursos vazios como igualdade, relativismo cultural e pregam uma certa brasilidade global aonde o Brasil se resume ao RJ e aonde todo brasileiro fala com aquele sotaque globo (carioca forçado) mesmo sendo pernambucano ou baiano.

Interessante como estes grupos feministas e demais esquerdistas sempre se aliam a uma realidade paralela para negar a realidade e a individualidade de cada pessoa, cada cultura e cada estado em nome de uma igualdade mentirosa e forçada.

Tal jogo nada e´ mais que o dividir para conquistar, criando conflitos e criando vitimismo em nome do nada.

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A realidade diz muita coisa para quem ainda pensa no nosso Brasil. No Nordeste muitos nordestinos se ofendem se são taxados como sendo de outro estados do Nordeste. Baianos são diferentes de cearenses. Amazonense são diferentes de quem nasceu no Amapá. Não são iguais e nem nunca serão e isso podemos falar sobre uma mesma região, muitas vezes mesmo dentro do mesmo estado. Imaginem comparar com pessoas do centro ou sul do Brasil. Costumes, hábitos, culturas,  clima, sotaque nada iguais que somente a Globo e esquerdistas tentam negar.

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Olhem a culinária, viagem e tentem falar com uma pessoa de outro Estado sem bairrismos. A que conclusão você chega: não somos iguais e nem nunca seremos quer seja como pessoas ou povo. Ser diferente não e´ o problema, desde que exista respeito.

Claro que existem casos de ignorância e falta de educação. Mas isso passa longe de ser racismo aqui no Brasil. Devemos ficar alertas a grupos no facebook ou internet que postam algo sobre racismo pois quase sempre não e´racismo.

Do mesmo modo a economia difere. Cada estado tem atrativos diferentes, climas e geografia peculiares. Uns usufruem do turismo (embora o nosso ministério do turismo explore um turismo idiota com aquela falsa brasilidade e ama vender favela como modelo de vida), outros apostam em industrias, outros apostam em outras fontes de renda.

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Por isso, uns estados possuem melhores praias, melhores escolas, melhores industrias. Cada povo uma cultura e umas culturas também se adaptam e se desenvolvem melhor em diferentes coisas (embora saibamos que a falta de recursos e planejamento existam em muitos lugares devido a cultura brasileira ser receptiva ao vitimismo, falsa brasilidade e ao esquerdismo. Mas isso pode ser mudado).

Nosso abraço a todos brasileiros e brasileiras de todos os lugares. Fica a dica: somos diferentes como pessoas, como brasileiros, com diferentes culturas e com pontos fortes e fracos. Alguns estados possuem uma economia superior, outros possuem mais turismo, outros mais planejamento. Infelizmente somos unidos pela falta do livre mercado, cultura de uma falsa brasilidade que atinge principalmente não cariocas, corrupção e falta de planejamento de um governo que culminou no desastroso mandato de uma feminista que acha a mandioca símbolo de desenvolvimento pois o cachorro vai atrás das crianças.

(Ser mulher não torna ninguém livre de criticas, ainda mais uma imbecil feminista terrorista que nem falar direito sabe).