Arquivo mensal: junho 2019

Caso Rhuan: Mãe e parceirA arrancam o pênis de filho, assassinam, esquartejam e tentam triturar os ossos (além de fritar a carne). A grande mídia abafa o assunto

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Caso Rhuan: O crime mais cruel do Brasil foi cometido por duas mulheres.  E o povo de verdade quer somente uma coisa: Justiça para punir quem matou um anjo inocente do pior modo que uma pessoa possa imaginar.

Mas para punir estas duas criminosas devemos falar sobre o tabu que as cadelas das feministas e lacradoras/res em geral nunca falam: Mulheres criminosas, que matam, torturam, abusam sexualmente. Gays e mulhers não morrem apenas; matam também. Mas todos ficam calados quando isso acontece ou criam desculpas: foi stress, o tempo, a TPM, o menor chorava demais.

Somente os racionais culpam a pessoa criminosa.

Nenhuma global postou no Instagram sobre o caso do menino Rhuam. Não vimos movimentos políticos progressistas subindo nenhuma hastag no Twitter. Não houve “textão” de repúdio de nenhuma feminista no Facebook e as grandes plataformas de notícias da internet não deram o destaque devido na semana.

Na sexta-feira passada (31), um casal lésbico cometeu um crime absurdo, brutal e bizarro. Antes, há um ano, a mãe do menino Rhuan Maicon o mutilou numa “cirurgia de mudança de sexo” forçada, no Acre. O menino teve o seu pênis removido. E na semana passada, em Brasília, juntamente com sua companheira, Rosana Auri da Silva Candido assassinou, degolou e esquartejou o seu filho. Para finalizar ainda tentou triturar os ossos (além de fritar a carne) para dar um sumiço com o corpo.

O menino possuia pouco contato com o pai pois a mãe alienou ele e uma outra menina de 8 anos que presenciou o assassinato e esquartejamento do menino. O pai faz poucos dias que descobriu aonde os filhos estavam pois a separação havia sido forçada pela mãe e dois não se viam há cinco anos.

A menina possui uma resistência à figura masculina pois as assassinas doutrinavam a pobre criança.

Este caso assombroso pouco foi falado. A repercussão foi ínfima, digna de uma nota de rodapé de um editorial despretensioso. Não houve comoção, porque muitos destes são capazes de humanizar um cachorro (como foi naquele do episódio do Carrefour) e desumanizar o ser humano. Os lacradores e lacaradoras que querem salvar o mundo, por medo do politicamente correto negam-se a comentar que duas mulheres tenham cometido tal crime.

O que quero dizer com tudo isto? É simples: não vimos nada disso porque a indignação é sempre seletiva, ainda mais quando se trata da classe artística e, especialmente, da grande mídia.

Devemos falar sobre este tabu sem criar desculpas como TPM, stress em prola da defesa das nossas crianças.

Nossa Ministra dos direitos humanos que sofre ataque das feministas e estranhamente defende uma agenda feminista mas fica calada em casos aonde mulheres cometem crimes deste tipo tem O DEVER MORAL DE SE PRONUNCIAR.