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O movimento feminista não é responsável pela conquista dos votos das mulheres: Demascarando as feminazi

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As feminazi, aquelas prostitutas baratas da esquerda, muitas vezes ficam com aquela conversa mentirosa de que devemos tudo as feministas.

Bem, estas porcas peludas que amam o Lula e o resto da esquerda mundial na verdade lutam para fazer surubas no carnaval e em bailes funks da vida ao mesmo tempo que fazemvitimismo. Na verdade esta seita de imbecis nunca fez nada por mim e tantas outras. Pior, elas queimam o filme das mulheres aqui no Brasil ou no exterior (mulher que dorme com todo mundo, prostituta, hipersexualisada, etc).

Mas realmente devemos algo as feministas ? Não. Nunca devemos nada as feminazi.

O primeiro voto feminino aqui no Brasil foi um evento NADA relacionado as feministas. A conquista do voto feminino ocorrey em 24 de fevereiro de 1932.

Através do Decreto nº 21.076, de 24 de fevereiro de 1932, o Presidente Getúlio Vargas dá direito ao voto feminino, suprimindo todas as restrições às mulheres e institui o Código Eleitoral Brasileiro, que definia o eleitor como o cidadão maior de 21 anos, sem distinção de sexo, alistado na forma do código. Não havia obrigatoriedade no voto feminino, mas existia no masculino, do mesmo modo que o alistamento nas forças armadas.

Lembremo-nos também de todos os envolvidos na história antes desta conquista.

Em 30 de setembro de 1890, durante a elaboração da primeira constituição republicana, o médico e intelectual baiano César Zama (homem) defendeu o sufrágio universal, sendo ele o pioneiro a defender a causa, a fim de que as mulheres pudessem participar efetivamente da vida política no país. Apesar de sua importância na luta pelo voto feminino, ele ficou mais conhecido por sua luta pelo fim da escravidão.

No Consultor Jurídico do jornal “O Estado de S. Paulo”, encontra-se a informação de que logo após a proclamação da República, o governo provisório convocou eleições para uma Assembleia Constituinte. Na ocasião, uma mulher conseguiu o alistamento eleitoral invocando a legislação imperial, a Lei Saraiva, promulgada em 1881, que determinava direito de voto a qualquer cidadão que tivesse uma renda mínima de 2 mil réis. Caso se houvesse registrado seu nome, ela poderia ser contada dentre as primeiras brasileiras a ter direito à voto.

Lopes Trovão, na discussão da Declaração de Deveres, defendeu com afinco a causa da oficialidade do voto feminino. Em 1 janeiro de 1891, 31 constituintes assinaram uma emenda ao projeto de Constituição, de autoria de Saldanha Marinho, conferindo o voto à mulheres brasileira.

Almeida Nogueira, na sessão de 2 de janeiro de 1891, defendeu a ideia do sufrágio feminino lembrando que não havia legislação que restringisse o voto às mulheres e que o projeto da nova constituição também não restringia esse direito cívico à elas (A constituição em vigor nessa data era a Constituição do Império de 1824 e determinava que as eleições eram censitárias e indiretas, mas não impedia oficialmente as mulheres de votar – essa constituição só impedia o voto de alguns religiosos que viviam em comunidade claustral).

A pressão contrária foi tão grande, que Epitácio Pessoa, que havia subscrito a emenda, dez dias depois tirou seu apoio, e o Brasil deixou de ser o primeiro país do mundo a conceder o direito de voto à mulher (em 1893, a Nova Zelândia venceu a corrida, tendo como protagonista o movimento sufragista liderado pela religiosa Kate Sheppard que comandava a Women’s Christian Temperance Union).

Em 1894, foi promulgada a Constituição Política da cidade de Santos, quando novamente houve uma tentativa de conferir direitos políticos às mulheres, derrubada por pressão dos cidadãos.

Mesmo com a defesa de César Zama, Lopes Trovão, Saldanha Marinho, Almeida Nogueira e os 31 constituintes que assinaram a emenda apoiando o direito de voto às mulheres, a Constituição da República aprovada de 1891, definia como eleitores, cidadãos de 21 anos, que se alistassem nas forças armadas (excetuando-se o alistamento de mendigos, analfabetos, praças e alguns religiosos sujeitos a voto obediência). Ou seja, tinha direito ao voto, quem tinha o dever se ir para a guerra, já que o sufrágio estava vinculado com o alistamento militar. Essa visão era um consenso naquela época em vários países: quem tinha o dever de ir à guerra, tinha o direito de escolher seus líderes; os poderes estavam vinculados com as responsabilidades, isto é, homens e mulheres tinham direitos diferentes, porque seus deveres eram diferentes na época.

Inclusive nesta época, anos da primeira guerra mundial, muitas mulheres se posicionaram contra o voto feminino, pois tinham receio de ter o direito à voto vinculado ao alistamento militar, e consequentemente serem convocadas a ir para a guerra, da mesma forma que os homens. Entre os primeiros países a aprovarem o voto feminino, muitos só permitiam o voto às mulheres que se alistavam no serviço militar.

Havia muita discussão quanto à inconstitucionalidade do veto ao voto feminino, entretanto, mesmo sem uma constituição que impedisse nem que confirmasse o direito, três mulheres se alistaram e chegaram a votar em Minas Gerais no ano de 1905, tendo seus votos posteriormente anulados. Seus nomes não foram registrados na história, infelizmente. Mas estas também poderiam ser contadas entre as primeiras mulheres a votar no Brasil.

Em 1910, a professora Leolinda Daltro, considerando que a Constituição de 1891 era omissa quanto ao voto feminino, requereu alistamento eleitoral, mas teve seu pedido negado. Reagiu reunindo-se com dezenas de colaboradoras, sendo a maior parte delas professoras também, e fundou, com estas mulheres, dentre elas a escritora Gilka Machado, uma associação civil denominada Partido Republicano Feminino. Na mesma época que Leolinda, Myrthes de Campos – primeira advogada a entrar para a OAB – também fez o mesmo requerimento e também teve seu pedido negado.

Novas tentativas na forma de emendas surgiram em 1917, 1920 e 1921, vindas de diversos autores.

Outros nomes conhecido do movimento sufragista foram Bertha Lutz e Jerônima Mesquita. Foram fundadoras da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF) em 1919, após Bertha Lutz ter representado o Brasil na assembleia geral da Liga das Mulheres Eleitoras, realizada nos EUA, onde foi eleita vice-presidente da Sociedade Pan-Americana.
Jerônima Mesquita, que fundou várias instituições e contribuiu bastante para o progresso nacional, tem seu nome lembrado por ter a data de seu aniversário – 30 de abril – se transformado no Dia Nacional da Mulher (ou Dia da Mulher Brasileira), pela Lei nº 6.971, de 9 de junho de 1980 (100 anos após seu nascimento e 8 anos após sua morte) assinada/aprovada pelo presidente militar João Figueiredo (último presidente do regime e que ficou mais tempo no poder na história nacional).

Vale lembrar também os nomes da poetisa Laura Brandão e a operária Maria Lopes que integravam o “Comitê das Mulheres Trabalhadoras”, fazendo propagando em fábricas, e da sufragista gaúcha Natércia da Silveira, fundadora da Aliança Nacional de Mulheres (1931).

A conquista do direito ao voto em 1932, foi consequência do trabalho feito não somente por elas e pelas organizações de mulheres da época, mas também de todos os envolvidos desde o primeiro indivíduo a defender o voto feminino muitos anos antes desses movimentos surgirem.

Em 1927, o Presidente Washington Luís manifestou-se a favor do voto às mulheres.

Logo depois, ainda no mesmo ano, Em 25 de outubro de 1927, pela Lei nº 660, projeto do governador Juvenal Lamartine de Faria, o Rio Grande do Norte foi o primeiro Estado que, ao regular o “Serviço Eleitoral no Estado”, estabeleceu que não haveria mais “distinção de sexo” para exercício do sufrágio.

Considerada pela história (por ter seu nome lembrado) como a primeira mulher a tirar o título de eleitor e votar no Brasil, a potiguar Celina Guimarães Viana, com apoio principal de seu marido, Elyseu de Oliveira Viana, requereu alistamento eleitoral, tendo seu nome incluso na lista de eleitores do Rio Grande de Norte, a primeira mulher na lista, em 25 de novembro de 1927. Várias outras mulheres requereram alistamento eleitoral após ela no Rio Grande do Norte e em outros 9 Estados brasileiros.

A professora catedrática da Escola Normal de Natal Júlia Alves Barbosa é que foi a primeira mulher a requerer alistamento eleitoral, antes de Celina (22 de novembro de 1927). O deferimento de Celina, por parte do juiz, saiu primeiro e mais rápido, por Celina ser uma mulher casada e respeitada, isto é, ser casada com um advogado e professor. O de Júlia só foi deferido depois (1º de dezembro de 1928), dada a sua condição de solteira. Júlia foi uma das fundadoras da Associação de Eleitoras Norte-rio-grandenses.
Segundo pesquisa do escritor João Batista Cascudo Rodrigues, o histórico do despacho foi vazado nestes termos (para inclusão de Celina na lista de eleitores):

“Tendo a requerente satisfeito as exigências da lei para ser eleitora, mando que inclua-se nas listas de eleitores. Mossoró, 25 de novembro de 1927.” – Israel Ferreira Nunes

Celina votou juntamente com outras mulheres na eleição de 5 de abril de 1928, na cidade de Mossoró, no estado do Rio Grande do Norte, sendo ela a primeira dentre as demais, no local onde hoje funciona a Biblioteca Municipal de Mossoró. Posteriormente foi pedida a anulação de seus votos pela Comissão de Poderes do Senado Federal.

Sobre sua participação histórica como a primeira mulher a votar no Brasil, mais tarde, Celina disse (parafraseando):

“Meu marido empolgou-se na campanha de participação da mulher na política brasileira e, para ser coerente, começou com a esposa dele, levando meu nome de roldão. Jamais pude pensar que, assinando aquela inscrição eleitoral, o meu nome entraria para a história. E aí estão os livros e os jornais exaltando a minha atitude. O livro de João Batista Cascudo Rodrigues – A Mulher Brasileira: direitos políticos e civis – colocou-me nas alturas. Até o cartório de Mossoró, onde me alistei, botou uma placa rememorando o acontecimento. Sou grata a tudo isso que devo exclusivamente ao meu saudoso marido”. – Celina Guimarães Viana

Um bom marido faz mais por qualquer mulher que ums seita coletiva de feminazi. Mesmo assim as feminista tem como parte da agenda demonizar os homens sendo que depois querem falar de igualdade.

Vale lembrar o nome da estudante de direito mineira: Mietta Santiago (Pseudônimo de Maria Ernestina Carneiro Santiago Manso Pereira), que descobriu que o veto ao voto das mulheres contrariava o artigo 70 da Constituição de 1891. Com garantia de sentença judicial (fato inédito no país o que a fez pioneira nessa situação), ela conquistou o direito de votar (e votou em si mesma para o cargo de deputada federal). Carlos Drummond de Andrade dedicou a Mietta o poema “Mulher Eleitora”.

A primeira mulher eleita no Brasil e na América Latina foi (prefeita) Alzira Teixeira Soriano, assumindo a prefeitura do município de Lages.

Persiste a ideia errônea de que as mulheres nunca participaram da política antes dos movimentos sufragistas. Na Idade Média, as mulheres participavam das funções públicas em diversos países e por vezes até mesmo votavam. Por ocasião dos Estados Gerais de 1380, as mulheres são citadas explicitamente entre as votantes em diversas partes do território francês. Com o fim da Idade Média, no final do século XVI a mulher foi afastada das funções públicas.

Voltando e concluindo a história da conquista do voto feminino no Brasil, finalmente em 1932, a mulher teve seu direito ao voto garantido, sendo assegurado novamente na Constituição de 1934 e nas posteriores, sem mais anulações. Se hoje temos este direito é graças a vários homens e mulheres que defenderam essa causa. Nos recusamos a dar predileção a alguém ou movimento como fazem as feminazi que pensam ser as donas do planeta.

No exterior, cada lugar passou por um caso diferente e nunca foi um movimento coletivo de cegas que conquistou o foto feminino. Mas no caso da Inglaterra podemos  destacar a  verdade e ver que as sufragetese endeuzadas por  eram terroristas ricas que faziam baderna e aterrorizavam o Reino Unido com bombas enquanto homens de todas as classes mas principalmente das classes mais pobres e analfabetos sem direito ao voto morriam na I guerra mundial. Muitos homens eram menores de 18 anos. Durante a batalha do Somme por exemplo,  no dia 1 de Julho de 1916, os britânicos sofreram 57.470 baixas (19.240 mortos) em um dia. Este ainda é considerado o mais sangrento dia na história do Exército britânico. Neste momento as sufragetes davam penas brancas aos homens que ainda estavam em casa sem ir a guerra (a pena branca é tida com um sinal de covardia no Reino Unido). As sufragetes foram as primeiras feminazi e enquanto os homens conquistaram o direito ao voto lutando em guerras, morrendo, matando e sendo aniquilados, as sufragetes conquistara o direito ao voto como mimimi.

Nosso futuro post vai ser sobre o trabalho feminino.


O nosso texto acima foi adaptado do artigo deste blog aqui- http://matriamulheres.blogspot.com/2016/02/conquista-do-voto-feminino-no-brasil.html?fbclid=IwAR11YdCejwrt0lp6LtAEqQL15N84QahmOatg5oG7P6hrL0cQM82E9j-ouwo

Para saber mais sobre o assunto deixamos duas dicas de livros:

Feminismo. Perversão e Subversão – https://www.amazon.com.br/Feminismo-Pervers%C3%A3o-Subvers%C3%A3o-Caroline-Campagnolo/dp/8595070547

https://livraria.nandomoura.com/feminismo-perversao-e-subversao

https://livrariadobernardo.com/feminismo-perversao-e-subversao

The Suffragette Bombers: Britain’s Forgotten Terrorists – Livro sobre os ataques com bombas e outros crimes cometidos pelas primeiras feminazi. A verdade sobre o movimento das sufragetes. 

https://www.goodreads.com/book/show/22226117-the-suffragette-bombers

 

Ativista Pietra Bertolazzi sofre ataques da seita feminista por ser contra o feminismo e lembrar que homens também morrem

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O feminismo sempre foi um tumor maligno na nossa sociedade. Nunca foi bom. As feminazi podem tentar enganar inocentes com aquela mentira de” igualdade, amor e somos todas iguais” mas sabemos bem o que esta seita quer e defende. Postamos muitos artigos sobre este tema como as mulheres que foram atacadas por serem contra o feminismo e o total apoio das feministas com movimentos ligados a esquerda aonde tentam nos usar como massa de manobra.

Mas quem estuda sobre o feminismo NUNCA VAI SER FEMINISTA.

Recentemente a ativista social e DJ anda sendo duramente atacada pelas feminazi. Qual foi o suposto “crime”dela? Pietra postou nas suas redes sociais que homens também morrem. Nada mais.

“Quase o dobro de homens são mortos por violência doméstica no País. E aí? Quem vai defender esses homens?”, diz a diretora do Fundo Social SP”.

Homens representam 96% das vítimas de mortes no Brasil e para quem sabe matemática básica percebe que ela não falou nenhum absurdo. Proporcionalmente a sociedade deveria estar preocupada com a morte de homens e mulheres inocentes mas devido a homens morrerem em uma maior quantia, Pietra abriu a caixa de pandora ao questionar a cegueira das feminazi que ainda enxergam somente a mulher como ser humano de modo proposital por terem raiva de homem.

Pietra obviamente causou uma revolta das feminazi que agora querem que ela seja demitida e mostrou o que o feminismo sempre foi: um movimento doentio e cego que quer nos usar como massa de manobra.

Pietra Bertolazzi tem executado um bom trabalho a frente da Escola de Beleza do Fundo Social de São Paulo, colaborando com a capacitação de centenas de mulheres em situação de vulnerabilidade, seja em comunidades carentes e a partir de agora, numa nova frente da Escola de Beleza em presídios femininos, uma iniciativa da própria Pietra, que está sendo lançada no dia de hoje.
Ela é mulher, mãe (recentemente deu à luz uma menina) e precisa ser respeitada, tanto quanto, as mulheres que a atacam, enquanto pedem respeito. Nas suas próprias redes sociais pessoais, há mulheres a apoiando e outras, em menor número, criticando.

Nosso total apoio a Pietra que realmente faz alguma coisa e mostra mais uma vez o que sempre falamos: A cegueira da seita feminista sempre quis usar mulheres como massa de manobra barata e cega. Somente mulheres imbecis e burras seguem o movimento feminista que fala de igualdade da boca pois atacam homens com uma raiva e revolta fruto de muita inveja.

Falar qualquer coisa contra o sistema mentiroso e desonesto como o feminismo causa a ira ensandecida das feministas. Quem ousar questionar as estatísticas mentirosas das feminazis vai estar sujeito(a) aos ataques desta seita de malucas.

Total apoio a Pietra Bertolazzi.

Site esquerdista Catraca Livre: o desconstruir da masculinidade fingindo ser obra de arte

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A esquerda sempre tenta tenta desconstruir masculinidade e a feminilidade fingindo ser obra de arte. Isto sempre foi um golpe do movimento feminista e LGBT.

Olhem essa. Um rapaz afirma que em nome da arte vai fazer sexo anal e se penetrado.

Sim, para a esquerda isso é arte…Surprsa nenhuma isto surge no site esquerdista Catraca Livre.

Querer fazer sexo anal, ser gay, é problema de cada um. Exitem conservadores gays e tudo o mais. Agora usar de desculpas para fazer isso em público e dizer que é arte? É o absurdo do absurdo! Onde chegaremos? Não falta muito onde matar virará arte!

Este relativismo moral doentio anda sendo usado por maluco para fazer “arte”.

Isso agora virou arte? Usar de qualquer desculpa para realizar fantasias? O que aconteceu com o real estudo da arte? E o respeito com os reais artistas que infelizmente ficam quietos e andam ofuscados por estes doentes?

 

Ator esquerdista José de Abreu cospe em mulher. Feministas permanecem em silêncio porque são um movimento de esquerda e o ator é de esquerda.

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Jose de Abreu cuspiu em mulher

Semana passada as mulheres mais uma vez foram usadas como massa de manobra pela esquerda que apela para uma mentirosa “opressão” para tirar o foco do Impeachment da terrorista e incompetente Dilma. Mas ela vai cair. Ninguém quer uma presidente demente, corrupta, terrorista e que fala como uma drogada no comando da nação.

No Facebook algumas feministas, mulheres ignorantes, inocentes e massa de manobra ficaram indignadas quando outra mulher escolheu ser  bela recatada e do lar”. Isto faz parte da agenda feminista faz mais de 70 anos e vocês podem ler isso aqui.

Esta mesma mulher (Marcela Temer) foi atacada sem piedade assim como são outras mulheres que fazem escolhas sem serem ligadas ao feminismo. Escrevemos sobre isso aqui. Sempre é assim.  Se você não for do movimento feminista elas querem acabar como você e até acham que você deve ser estuprada. Escrevemos sobre isso no passado.

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A semana acabou com o ator esquerdista José de Abreu cuspindo em uma mulher. As mesmas revoltadas do Facebook sumiram ou fingiram que não viram. Feministas permanecem em silêncio  porque são um movimento de esquerda (veja aqui) e o ator é de esquerda. Uma simples frase como “bela recatada e do lar” que mostra o que determinada mulher quer gera revolta mas um ator atacando outra mulher é de algo que não geral revolta.

Ridículo foi descobrir que o cuspidor de mulher foi ao vivo no Faustão (mas a Globo aonde ele trabalha não é golpista??) para posar como um grande sujeito, chorando de emoção para mostrar seu lado “humano” falso? E atribuiu a rejeição popular à Dilma o fato de ser mulher! Piada, né? Não, José de Abreu. Dilma é rejeitada por falar como uma paciente de manicômio, por defender ditaduras esquerdistas, por defender o Foro de SP, por apoiar marginais como feministas e o MST, por ser incapaz de gerenciar e comandar uma nação, por falir a nação, por ser capacho de Lula, por ser uma terrorista, etc.

Aonde estão as feministas, estas mulheres amarguradas que são pura massa de manobra da esquerda?

Querendo urinar em pé para copiar os homens e negando o senso comum (algo muito nojento de ser ver por sinal).

marcha_das_vadias monstroEnfiando um crucifixo na Abigail e deixando de se depilar para lutar contra o “capitalismo”?

Pregando o sexo entre pais e filhos, entre irmãos?

Infelizmente, muitas jovens ainda caem nas garras destas pessoas como este ator pago com a Lei Rouanet que prega pobreza mas vive na riqueza e essas feministas que teoria “luta pelos direitos das mulheres” nos discursos, enquanto, na prática, são apenas militantes de uma agenda esquerdista. Para a esquerda mentir é tão corriqueiro que eles já perderam a noção do ridículo. Hora de acordar e ver os fatos, leitoras e leitores.

O silêncio do feminismo esquerdista sobre o estupro coletivo no Piauí

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No estado do Piauí, quatro adolescentes foram brutalmente agredidas e estupradas. Como sempre falamos aqui nosso blog, estupradores ou qualquer outros criminosos devem ser investigados (para evitar falsas acusações) e se os crimes forem comprovados devem ser punidos severamente. Sem relativismos por cor de pele, idade, signo do zodíaco, estado de nascimento, data de nascimento, sexo, preferência sexual e tudo o mais. Objetividade e justiça.

Ficamos absurdamente chocadas sobre este assunto. Em paginas conservadoras muitas pessoas se prontificaram a ajudar as meninas que foram estupradas. E desejamos toda força aos familiares e as meninas. Também queremos justiça para punir os meliantes não por serem isso ou aquilo mas por serem criminosos. Mais uma vez objetividade e justiça. Sem relativismos.

Mas não houve revolta pública da militância feminista de esquerda. Estariam mais preocupadas em mostrar as tetas na Marcha das Vadias? Ou expor crianças a esta maligna seita com origens marxistas? Ou lutar para mudar a cor da embalagem de um ovo de chocolate e tantas outras coisas inúteis? Ou em lutar contra o desarmamento impedindo mulheres e homens de bem de se defenderem de criminosos? Ou estariam pregando que mulher deve dar para 5, trair marido, abortar, transar com os filhos e chamar isso de liberdade?

Sabemos o real motivo do silêncio feminista esquerdista. Tal silêncio feminista existe porque existem cinco suspeitos e/ou acusados com idades de 15 a 17 anos. Sim. Menores de idade que segundo as feministas “não sabem o que fazem”. Feministas sempre se opuseram a redução da maioridade penal pois são um movimento de esquerda e a esquerda é contra a redução da maioridade penal. Feministas como sempre defendem agenda . Menores de idade segundo elas podem fazer sexo, votar, fumar, beber, usar armas mas na hora do estupro são vitimas do “capitalismo, homem branco, machista,……zzzzzzzz  Responsabilidade? Ninguém nunca vai ver feminista defender isso. N-U-N-C-A.  Em tempos de debate da redução da maioridade penal, as feministas que MENTEM  lutar pelas mulheres, justiça, homens, igualdade e toda aquela propaganda mentirosa delas  preferem, antes e acima disso, defender a sua  agenda esquerdista, relativista e injusta. Mesmo que isso injustamente afete meninas estupradas.

Aonde se encontram as feministas terroristas defensoras de bandidos menores de idade Maria do Rosário, Luciana Genro, Manuela “patricinha” D’Avilla and Jandira Feghali??? Aonde se encontram estas relativistas que dizem “fugir do senso comum” por serem egocêntricas e defenderem uma agenda que a cada dia castiga mulheres e homens honestos? Talvez se encontrem nos seus apartamentos em bairros de luxo, pagos as nossas custas criando teorias fora da realidade para defender criminosos, viajando a Paris mas pregando a pobreza como “modelo”?

A história se repete com a velha jogada esquerdista de sempre. Um ato bárbaro contra meninas de estupro coletivo é  ignorado pela  militância esquerdista feminismo pois bate de encontro com a agenda (feminismo x luta contra a redução da maioridade penal). Isto sempre acontece em muitos casos aonde a justiça é o que menos importa. Reparem.

Em resumo, não queremos sangue de inocentes como os feministas esquerdistas do humaniza redes pregam com a sua mentira de “esquerdismo paz e amor, mundo de ilusão” ao mesmo tempo que defendem uma ideologia assassina como o esquerdismo e movimentos terroristas como o feminismo.

Queremos objetividade e justiça. Sem relativismos por cor de pele, idade, signo do zodíaco, estado de nascimento, data de nascimento, sexo, preferência sexual e tudo o mais. 

Meninas novas vítimas do feminismo e relativismo moral. O futuro da mulher moderna?

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funk pikachu feminismo

Cada dia estamos mais chocadas. Existem muitas filmagens feitas mostrando meninas rebolando ao som do funk carioca. Cantando (se podemos chamar isso de cantar) palavras vulgares. Meninos idem. Meninas e meninos menores de idade muito novos. Muitas pessoas odeiam o funk carioca por sinal por motivos muito claros. Mas as feministas adoram o funk por que este vai de encontro a agenda feminista e por ajudar a pregar o mito do bom selvagem de Rousseau. Uma grande amostra de feminismo, relativismo moral, cultural e nacionalismo imbecil.

Não são apenas as feminazis mas todos os progressistas defendem o funk como “puro exemplo de cultura nacional”. Logo esta turma fala das liberdades individuais MAS SEM FALAR DA RESPONSABILIDADE INDIVIDUAL. O discurso do politicamente correto é não reprimir a sexualidade das pessoas (como dizia o marxista cultural Herbert Marcuse) e então assistimos horrores como estes sendo tratados como normal. Cada dia mais cedo as pessoas entram nesta conversa. Menores de idade, meninos, meninas sendo presas para estas ideologias. Mas falar de bons valores? Nada, isso oprime o “povo” que expressa a pura “cultura brasileira”. Criticar? Isso  é “moralismo e ficar censurando a vagina alheia” e e assim vai. Todo aquele lixo relativista moral esquerdista pregado por desonestos intelectuais, covardes ou pessoas desinformadas cegas por um nacionalismo antiquado. Mas todos percebemos que a cada dia que passa os valores se invertem mais no mundo embora em muitos casos o Brasil parece ser o primeiro neste assunto.

Devemos perguntar quem quer isto. Quem quer jovens assim. Quem quer toda esta inversão de valores. Estas meninas serão esposas, namoradas, mães. Os meninos serão maridos e pais. Irão ter filhos e filhas. Como vai ser o modelo familar do futuro?

Usar esmalte Risqué virou “opressaum da CIA machista”mas sair suja e menstruada é luta feminista

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Por estes dias usar esmalte Risqué virou “opressaum da CIA zelitebranca capitalista machista hetero”mas sair suja e menstruada, parar de se depilar e pintar as axilas? Isso é o mais um exemplo de luta feminista contra o sistema. Assim querer urinar como homem,  como atacar quem luta contra o feminismo mesmo se mulher, os protestos doentes das marcha das vadias, seguir gurus feministas loucas que pregam raiva e revolta, apoiar o incesto, abortar, pregar o estupro de quem luta contra o feminismo, etc e etc. Absurdos da doentia agenda da seita feminista em busca do seu mundo melhor.

Mas claro. Usar absorvente é “coisa de machista”. Homens usam absorvente? Não, logo não vou usar. Se eles fazem eu quero fazer também mimimi.” Inveja? Não. Dane-se a biologia. O fato é que feminismo mistura inveja, infelicidade, raiva do feminino e do masculino em uma utopia em busca de uma igualdade mentirosa e sem sentido. Adiciona-se revolta, amargura, trauma e muito marxismo em um mix perigoso . Nesta foto podemos ver feministas  usando calça branca durante o ciclo menstrual SEM USAR ABSORVENTE como forma de protesto contra o “capitalismo opressor financiado pela CIA e pela beleza machista dazelite”. E tudo isso parece normal. Mas um esmalte fazer uma campanha bonita com homem no meio? Segundo feministas pura “opressaum”. E podemos notar muito recalque das feministas militantes defensoras do lesbianismo. Aquela inveja e recalque que somente elas possuem, entenderam?

A Campanha da Risqué “Homens que amamos” é mais uma prova cabal da histeria, falta do que fazer e vitimismo dessas criaturas abomináveis com mentes doentias que deveriam estar presas em hospitais psiquiatricos mas hoje ditam regras, doutrinam adolescentes quando não são professoras em escolas e universidades. Como bem disse uma leitora “bons tempos quando as psicopatas eram internadas para não pregarem suas loucuras doentias”. Hoje elas andam livres pelas ruas falando absurdos e por politicamente correto devemo achar normal, certo? Negativo. Feministas devem escutar as verdades quando mentem e fazem terrorismo mental.

Voltando a campanha…..A empresa criou uma campanha homenageando pequenos gestos românticos que os homens fazem que nos deixam felizes. As feminazistas, para não perderem o costume, se indignaram porque esses tais gestos não seriam “mais do que a obrigação” e mesmo assim “insignificantes perto do machismo da sociedade dazelite branca opresssora hetero financiada pela CIA”. Observem a volatilidade de pensamento destas doentes mas que nunca foi novidade para quem entende a mente de pessoas do movimento esquerdista feminista:

-Se o homem se torna um ser bruto, machismo mimmimimi
-Se o homem faz gestos fofos, machismo mimimimi
-Se o homem vira afeminidado para agradar porque umas idiotas dizem isso, machismo ou falta homem no mercado mimimimi
Resumo: sempre mimimimimimimimimi…

É impressionante a amargura que a alma de uma feminista carrega.  O mais curioso é que feminista sequer depila as axilas, defende a obesidade, evita de usar absorvente, luta contra o belo mas pinta as axilas e por que raios estão preocupadas com os nomes dos esmaltes? Muitas por sinal nem gostam de homens e preferem o lesbianismo.

O motivo? O feminismo vive de guerra e ódio entre as pessoas. Exaltar o romantismo, o amor, harmonia, o respeito e a dignidade humana é uma afronta para estas imbecis. O feminismo está sempre tentando roubar o romantismo, a cordialidade e a gentileza da relação entre homem e mulher. Como se fosse um pecado mortal para o homem cortejar. E para a mulher cortejada, uma ofensa. Como se os homens fossem obrigados a nos amar sem que tivessem que se encantar conosco (e vice e versa).O movimento está sempre tentando extirpar a feminilidade condenando a mulher a assumir postura cada vez mais masculinizada. Muitas se isolam pois sofrem com a censura coletiva feminista ou ficam depressivas como acontece em sociedades feministas. O mundo perfeito que nunca chega pois nunca existiu. Triste fim mas resultado de uma arrogante escolha de seguir gurus feministas e esta seita destrutiva.

Sabe quando uma mulher normal (equilibrada) poderia ser feminista? N.U.N.C.A. Jamais. É impossível preservar a sanidade defendendo ideais feministas e a agenda feminista que sempre desmascaramos aqui. Não dá, ou você é normal/equilibrada ou você é feminista. E a cada dia, isto está ficando mais evidente. A agenda feminista nasce de uma obra de engenharia social que a cada dia mostra mais a sua face e os seus absurdos. Por isso devem ser desmascaradas sem pena.

De qualquer forma, parabenizamos a iniciativa da empresa que de forma especial exaltou características masculinas próprias de homens de classe. Lamentamos, feministas: a campanha não foi feita para um público que se define como “vadias”, “putas”, “dou pra varios e sou funkeira” e que defende regimes assassinos, crimes, o incesto e o estupro de mulheres que lutam contra o feminismo