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Ajude a publicar o livro “O outro lado do feminismo” no nosso idioma

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Cara leitora e caro leitor. Estamos fazendo parte de uma campanha e pedimos a ajuda de pessoas que lutam contra o feminismo. Participamos de uma campanha para publicar o livro “O outro lado do feminismo” no nosso idioma.

Como ajudar?

Escolha sua recompensa, faça sua contribuição e compartilhe nossa campanha em suas redes sociais. Nos ajude a publicr o livro “O outro lado do feminismo” no nosso idioma. Toda divulgação é fundamental para o sucesso desta empreitada. 

Mas do que se trata o livro O outro lado do feminismo?

As autorAs  sra. Schlafly e a sra. Venker desacreditam na propaganda feminista de que o feminismo moderno tem tudo a ver com igualdade. Elas mostram a verdade que esconde na propaganda feminista. Com meticulosidade devastadora, elas desembalam as várias razões pelas quais tão poucas mulheres hoje em dia estão dispostas a reivindicar o rótulo de “feminista”. O “feminismo” não é nada mais que a “esquerda feminina” direcionada a impor uma agenda esquerdista e radical às famílias, aos negócios e às instituições. Segundo, a promessa feminista de que as mulheres podem simplesmente ser como homens e desfrutar de tudo o que os homens tipicamente fazem – como sexo casual, longas horas no trabalho, menos tempo com a família – se provou vazia. Sofrimento, relações despedaçadas, casamentos fracassados, doenças sexualmente transmitidas, aborto e índices vertiginosos de crianças emocionalmente feridas tem sido o verdadeiro legado do feminismo. E a história completa você encontra em O Outro Lado do Feminismo.

Os direitos de tradução para o Brasil já estão garantidos. Agora só depende de cada um de nós para que este audacioso projeto venha ao mundo. Nos ajude nesta batalha para combater o feminismo. Clique no link abaixo para colaborar e nos ajude a divulgar.

http://www.kickante.com.br/campanhas/o-outro-lado-do-feminismo

A feminista Valesca Popozuda, a cara do novo modelo da educação brasileira?

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Pessoas de todas as classes e ideologias postam no facebook e em redes sociais que uma “educação de qualidade” é algo que vai melhorar a sociedade. Ficam revoltadas/os com absurdos, valores invertidos, caos social, etc. Todos defendem que a educação é a solução para nossos males, mas poucos questionam: qual modelo de educação?

Nestas horas basta observar fatos ASSUSTADORES nos dias de hoje. Caiu na rede a matéria do professor que usou a guru feminista piriguete Valesca Popozuda como modelo de pensadora aos seus estudantes. Sim, a mesma que foi ASSUNTO DE TESE DE MESTRADO FEITO POR OUTRA FEMINISTA. A mesma que é tida como modelo para as adolescentes como podemos ver na imagem acima. A mesma que viaja ao exterior queimando mais ainda a imagem da mulher brasileira, vista cada dia mais como uma prostituta no exterior  e isso com o apoio de feministas como Valesca.

Depois de causar,  a piriguete (feministas detestam falar tal palavra por mimimi) Valesca postou no seu facebook que quem critica o funk é por “preconceito”. Quem critica ela é por “ela ser mulher”. Quem critica o funk é porque “detesta o povo negro da favela”. Etc e etc. A feminista funkeira usou do que feministas usam como sempre: vitimismo, apelar para a guerra de classes, relativizar o bom e o mal  e ironizar pensadores para passar como “oprimida”.

O professor que pegou ela como exemplo fez a mesma coisa. Enfim, piriguete virou exemplo de conduta na sociedade, novela, cinema, livros, etc. Pior, isso entrou na escola. Se isso acontece na escola aonde o exemplo do melhor deveria ser dado, o que esperar da sociedade e futuros adultos ? Estamos andando no caminho do quanto  pior, melhor. As novelas da “conservadora” rede Globo colocam as piriguetes, prostitutas, traficantes, bandidos ou mulheres como Valesca no auge e tidas como “fortes, modernas, poderosas, exemplares”. Depois queremos reclamar da sociedade e valores invertidos como? Pior, na verdade muitas pessoas assistem tudo isso de modo passivo e sem nem saber o motivo disso tudo.

Duvidam_ Olhem o que prega esta feminista quando “canta”:

Sabemos que isto acontece faz tempo e foi planejado. Durante muitos anos o governo marxista e socialista (pais das feministas) vem modificando a cultura, a escola e as universidades procurando atingir  as pessoas desde a mais tenra idade, relacionando inclusive sexo como qualquer assunto como faz Valesca e o professor “moderno” que acha ela exemplar. Na verdade, o governo abriu as portas para este tipo de pessoa e  para o modo de educar relativista moral politicamente correto do socialista Paulo Freire (adorado por feministas e pelo Jean Wyllys) que doutrina ao invés de ensinar. Procurem sobre as cartilhas sobre sexo para menores de idade.

Este objetivo de doutrinar desde cedo e atacar  cultura nasceu durante o regime militar. Militares nunca entenderam a guerra cultural e deixaram escolas e a academia serem comandadas por gente  deste tipo como marxistas  que querem atacar os valores de base da sociedade.  A Ana Paula Campagnolo e muitas outras pessoas denunciam casos absurdos no nosso sistema de educação doutrinar alunos e alunas sem esconder os motivos.

Ah,mas e o MEC? O MEC também nunca foi coisa que prestasse. Ainda no governo do socialista THC (popular FHC),  foi implantado em escolas de todo Brasil, como material didático da cátedra de Historia, o famigerado livro de comédia de Mário Schmidt. Quando se pensou que havíamos chegado ao fundo do poço, eis que um analfabeto foi eleito presidente da república e deu novas diretrizes ao MRC, provando que a coisa poderia ficar cada vez pior.

Nisso tudo, entrou na moda o embuste do tal “preconceito linguístico” (“nois pega os peiche, as mina e os manu”), o que levou Marcos Bagno a fazer fama e fortuna e crianças e adolescentes brasileiros a serem convencidos de que escrever e falar errado é “algo normal e moderno”. As funkeiras e funkeiros adoraram. Além de pregar baixaria, vulgaridade, estimular o turismo sexual e o uso de drogas, os funkeiros e funkeiras começaram usar da guerra de classes para causar e ganhar mais dinheiro. E muitas usam daquela frase tipo “se você não gosta de funk, samba ou axé não é brasileiro/a de verdade”.

Por outro lado, a importância da família na condução da educação dos filhos em contraposição ao Estado  é algo que deveria ser forte. Ao mesmo tempo, o estado marxista brasileiro faz de tudo para destruir o modelo familiar existente como querem seguidores feministas, militantes GLBT como Jean Wyllys e demais marxistas. Jogam a esposa contra o marido e vice-versa, os pais contra os filhos, filhos contra pais, etc. Assim fica mais fácil dividir as pessoas para conquistar, sempre oferecendo o estado como “remédio para tudo”.

Resumindo: fim do tempos. Nissos filhos e filhas viram cobaias de obras da mais pura engenharia social. Ser bandido virou coisa boa, piriguete exemplo de mulher, a novela prega isso, o cinema, os “artistas” pregam modas grotescas, tudo virou arte boa (sem nada poder ser questionado),….O resultado: casos como os de Valesca, Mc Catra e toda uma corja metida a intelectual sambando na mente dos nossos filhos e filhas.

Temos que bater na tecla do ”homeschooling” (ensino escolar feito em casa) pois é a forma mais rápida de começarmos a mudar este quadro e questionarmos os professores que lavam o cérebro de nossos filhos.

 

A mídia feminista: de Marília Gabriela a Andressa Urach, site yahoo, Globo e novelas

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Não é de hoje que Marília Gabriela  e outras pessoas representantes da mídia se mostram feministas ou apoiam o feminismo diretamente ou indiretamente. Mesmo que digam pregar uma coisa, adoram fazer o oposto, afinal a coerência nunca foi forte do feminismo. E aqui podemos incluir Marília Gabriela que representa o feminismo metido a intelecual-superior e Andressa Urach, que representa o feminismo 50 tons de cinza /estilo piriguete, este muito mais popular no Brasil.

Mas aonde surge aqui a incoerência da feminista “intelectual” Gaby?

A “jornalista” Gaby entrevistou a “modelo” Andressa Urach no seu programa e esta contou que sofreu abuso sexual quando era menor (dos 2 aos 8 anos). Como é de se esperar todo o mundo vai ter pena dela, afinal abuso sexual é coisa séria, crime extremamente sério. O estranho é que esta “modelo” é aquela que vira e mexe fica nua no Twitter. Ela é aquela mesma que é sempre candidata a miss bumbum Brasil. Pior, ela é aquela mesma que foi a Paris tirar a roupa e ficou enrolada na bandeira do Brasil. A mesma que fez a mesma coisa nos Estados Unidos. Ela é a mesma que foi para Londres durante os Jogos Olímpicos e também ficou quase nua e usando roupas com a bandeira do Brasil. Na verdade, ela usa de qualquer contexto para tirar a roupa e chamar atenção dizendo que é brasileira. Fora os boatos que era garota de programa. Mas se alguém questionar isso é “mulher machista”, “Amélia,”, “santa do pau oco,”etc.

Ela é a mesma que conta a sua vida sexual aos quatro ventos e diz que isso é ser “moderna e bem resolvida”. Ela é a mesma que diz ser bi, tri, pentasexual. Ela é a mesma que faz fotos vulgares em fotos para ginecologista ver e diz nos representar como mulher brasileira no exterior pois somos “lindas,sensuais e marvilhosas”. E depois disso tudo ainda exige respeito pelo seu “talento”. No mundo feminista de hoje politicamente correto devemos aplaudir esta garota ou ficarmos quietas afinal ela é “livre e faz o que quer” mesmo que jogue a nossa imagem no lixo.

Ou seja, ela faz de tudo para chamar atenção. Claro que ela pode estar falando a verdade sobre o abuso. Mas aqui surge a questão: Que coisa estranha.Ela sofre abuso sexual, e depois passa a venerar a própria bunda. O coerente seria ela ficar traumatizada, ter até medo de sexo e não venerar sexo/bunda e ser vulgar de doer.

Esse é um assunto muito sério, mas vindo dessa “modelo”, fica a dúvida, se não é apenas uma declaração, para continuar em evidência na midia como ela sempre faz ao mostrar o corpo e usar de temas tensos para aparecer. E quem lembra de sofrer abuso com 2 anos? Sofreu abuso durante 6 anos e não disse a ninguém? Ela não parece nem um pouco abalada ou carregar algum trauma. Talvez isso agora tenha virado moda (Xuxa?). Abuso sexual é um assunto sério que gera muitas outras coisas sérias. Tudo deve ser apurado com calma. Sendo comprovado o abuso, a cadeia é o caminho, seja para mulher ou homem. Mas tudo deve ser investidado, comprovado. Isso é justiça.

Mas e a Gabi? A feminista intelectual Gaby que deve repetir frases feitas feministas, ser contra o turismo sexual, contra a vulgaridade e pelo direito da mulher se valorizar acaba entrevistando a outra feminista que age de modo completamente inverso mas diz ter sido abusada. Logo, nesta sociedade politicamente correta a garota se blinda de outras perguntas e do seu estranho modo de agir. E tudo fica por issm mesmo. A coerência que deveria aparecer, é esquecida propositalmente pelas feministas.

Mas isso aconteceu no passado também. Gaby entrevistou a funkeira Valeska Popozuda e durante a entrevista deu muito apoio a funkeira que é a vulgaridade em pessoa e usa de vitimismos marxistas culturais para vender o seu “trabalho”. Ora ninguém pode questionar a sua incoerência por ser mulher, ora por ter vindo de uma classe mais pobre, ora porque “canta” funk e ser contra funkeira é preconceito,etc. Neste programa Gaby deixou a entender que colocar silicone e ser uma mulher bunda é legal pois “alguns homens também colocam no peitoral”. Logo a culpa é da sociedade machista e tirou a responsabilidade da funkeira que também diz representar a “verdadeira mulher brasileira e o Brasil”. Tudo completamente feminista, né?

A mesma Gabi ao entrevistar um doutor que falava da descoberta da pílula anticoncepcional masculina e da revolta feminista contra esta excelente descoberta gerou, acabou defendendo as feministas e tirou a responsabilidade do movimento feminista neste assunto sério para colocar a culpa na personalidade masculina vista como “neurótica”. Outra amostra de feminismo da jornalista sem credibilidade Marília Gabriela.

Podemos perceber na verdade que a feminista metida a intelectual apoia a vulgar e a vulgar vende a sua vulgaridade como “normal, algo bom e moderno” se apoiando na intelectual, porque ambas são feministas. Pouco importa se uma represente tudo o que a outra diz detestar. Basta que tudo isso de ibope e venda bem. Basta que isso suporte o feminismo e venda o feminismo como algo “bom, moderno, perfeito e futurista”. Pouco importa o caos que isso gere.

Se olharmos as novelas da Globo é a mesma coisa. Olhem como qualquer exemplo de mulher e homem que em nada são exemplares fazem sucesso. Enquantos os personagens bons nunca são valorizados. Isto vale o mesmo para o nosso dia-a-dia.

Voltando a nossa imagem, a mulher retratada como vulgar, baixa, prostituta, isso ou aquilo é sempre a “coitada, guerreira, exemplar, que sofreu”. Mãe solteira mesmo que sinta a falta de um companheiro para seus filhos é sempre a melhor se comparada a uma mulher casada decente. Bunda e vulgaridade é mais importante que exemplo, respeito e valores. Ser funkeira é ser mulher emancipada. Transar com qualquer um é ser moderna. Detestar funk é ser quadrada, recalcada. Se alguém for professora, médica, freira, estudante, dona de casa, empregada doméstica, uma pessoa normal, perde valor. Se alguém somar para a sociedade pede valor, se alguém disser que tem marido, namorado e o ama assim como ama os seus filhos, perder valor. Se alguém falar que acredita em valores familiares, em certo e errado é moralista. E a mídia feminista exalta sempre as de pior exemplo com o apoio das intelectuais que acham isso moderno (marxismo cultural puro).

No site do yahoo existe uma jornalista que adora pregar o feminismo e falar o que for de sexo. Adora dizer que tudo é liberado e ninguém pode julgar ninguém. Esta feminista teve até a idéia de defender a protagonista do livro 5o tons de cinza e o Mr Grey. Mas e quem discorda dela? Machista, antiquada, Amélia, etc. Pior é estas pessoas quererem ensinar sobre sexo por serem feministas “modernas” sendo que as gurus feministas que comandam elas pregam que quem faz sexo como homem porque quer apoia o estupro. Falamos sobre isso aqui em posts passados.

O que o feminismo quer é atrair a maior quantidade de mulheres que puder. Elas nos misturam todas em um grupo e colocam a culpa nos homens e no sistema. Elas usam de palavras de ordem (made in marxismo cultural) para tentar unir este grupo todo. Criam desculpas para umas que se comportaram de modo errado desde que elas acompanhem o feminismo. Ser coerente é com o que dizem pregar é pouco importante. A hipocrisia atrapalha na hora. Por isso o relativismo moral é uma arma feminista muito usada. Ninguém sabe quem é quem. A mídia feminista, de Marília Gabriela a Andressa Urach, site yahoo, Globo e novelas apoiam tudo isso.