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Tumor do Brasil, Globo publica reportagem defedendo pedofilia e cita que pedófilos devem ser tratados como “doentes viciados em drogas”.

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A Globo, o maior tumor cultural do Brasil, faz mais um ato nojento ao publicar uma reportagem tendenciosa e fingindo ser isenta e afirma que que pedófilos devem ser tratados como “doentes viciados em drogas”. ABSURDO.Tudo isso depois de “artistas andarem pelados perto de menores de idade”. Inacreditável. Agora pedófilos vão usar o Código Penal pra se livrar com o apoio da Globo artistas paz e amor. Ter defesa alegando inimputabilidade, em razão de doença mental: que apoio da Globo a menores de idade, hein?

Tratando pedófilo como coitado, fazendo apologia as drogas em novelas, pregando o aborto nas novelas com suas atrizes feministas e tudo o mais. Sério mesmo, Organizações Criminosas Globo? Qual será a próxima?

Isto infelizmente cresce na Europa que possui muitas coisas boas mas infelizmente o Brasil tem o maligno costume de copiar somente o piore de outros continentes. Existiu, entre 1974 e 1984, na Inglaterra, um movimento de pedófilos chamado PIE (Pedophile Information Exchange), que entre outras coisas lutava no congresso para diminuir a idade de consentimento para relações sexuais, uma espécie de militância pela “maioridade sexual”. O movimento recebia dinheiro do governo britânico para a sua atividade por meio de verbas do Serviço de Voluntários do Ministério do Interior. O PIE acabou sendo fechado, na década de 80, depois que as investigações de frequentes escândalos de pedofilia acabaram levando a membros do movimento. Além disso, a sua atividade política começou a se tornar ultrajante para a sociedade britânica. Leiam mais sobre isso aqui.

Simone de Beauvoir, a feminista francesa esquerda caviar por sinal, participou de um manifesto para legalizar sexo com menores de idade.

Mas vamo ver o que diz a reportagem do tumor Globo abaixo:

A pedofilia é uma doença crônica, que não tem cura. Os médicos fazem uma comparação com a diabetes e o alcoolismo, que exigem cuidado redobrado e tratamento por muito tempo, ou talvez por toda a vida. Nesse sentido, a internet surgiu como um complicador, tanto para os pacientes quanto para os profissionais que fazem esse acompanhamento.

A GloboNews entrevistou um homem que, por medo de ser preso por pedofilia, passou a fazer tratamento para se livrar da doença. Ele foi denunciado por uma vítima e já está há dois anos tomando medicação e fazendo terapia de grupo para evitar recaídas.

“Ocorreu quando aconteceu um fato com uma criança e essa criança falou com a mãe. E a partir desse momento minha família toda ficou sabendo, né? E foi onde entrou esse maior desespero na minha vida”, relata.

“Tinha, primeiro, o medo de todos descobrirem, e, segundo, o medo de ir pra cadeia, né? Porque a gente sabe que na cadeia a coisa não é fácil pra quem passa por esse processo.”

“Eu fui confiante de que ia conseguir me tratar e ficar bem. Eu fui com isso. Porque eu acho que, quando você não sabe que existe o tratamento é uma coisa; depois que você sabe que existe o tratamento muda tudo na vida da gente.”

“Eu acho que essa doença, ela tem que ser tratada assim como você trata sobre as drogas, sobre a bebida, e tudo isso aí. É complicado. Mas tem tratamento também. Se você for prender todos aqueles que são viciados em drogas, pode ver que a maioria sai de lá pior do que entrou.”

A GloboNews entrevistou um homem que, por medo de ser preso por pedofilia, passou a fazer tratamento para se livrar da doença. Ele foi denunciado por uma vítima e já está há dois anos tomando medicação e fazendo terapia de grupo para evitar recaídas.

“Ocorreu quando aconteceu um fato com uma criança e essa criança falou com a mãe. E a partir desse momento minha família toda ficou sabendo, né? E foi onde entrou esse maior desespero na minha vida”, relata.

“Tinha, primeiro, o medo de todos descobrirem, e, segundo, o medo de ir pra cadeia, né? Porque a gente sabe que na cadeia a coisa não é fácil pra quem passa por esse processo.”

“Eu fui confiante de que ia conseguir me tratar e ficar bem. Eu fui com isso. Porque eu acho que, quando você não sabe que existe o tratamento é uma coisa; depois que você sabe que existe o tratamento muda tudo na vida da gente.”

“Eu acho que essa doença, ela tem que ser tratada assim como você trata sobre as drogas, sobre a bebida, e tudo isso aí. É complicado. Mas tem tratamento também. Se você for prender todos aqueles que são viciados em drogas, pode ver que a maioria sai de lá pior do que entrou.”

Medida preventiva

O tratamento prévio é apontado como medida preventiva. Ou, se for tarde demais, é possível investir no tratamento como medida complementar a uma pena de prisão, uma política que ainda engatinha no Brasil.

“É uma discussão que engloba toda a sociedade, neurologistas, sociólogos, é isso que vai muito além. Mas uma coisa é certa, as crianças precisam ser protegidas.”

Só uma delegacia da Polícia Federal em São Paulo prendeu neste ano 20 pessoas em flagrante com pornografia infantil. Mas a maioria não chega a cumprir pena na cadeia.

“A maior parte não fica presa porque a maioria é pega não por compartilhar, só por manter o arquivo. É mais difícil de rastrear o compartilhamento”, explica Renata Andrade Lotufo, juíza da 4ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

Para o médico Danilo Baliteri, o acompanhamento jurídico precisa acontecer de fato. “A cobrança não deve ser em cima do médico, e sim daquele que porta o problema e que foi liberado para se tratar. E tem que levar a declaração de que está fazendo o seguimento”, afirma. Ele destaca que, após cumprir a pena, o preso por pedofilia é liberado sem tratamento.

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Mulheres contra o feminismo: Surreal o que faz a Globo. Pedófilos são bandidos, mentirosos, manipuladores, sem escrúpulos, nojentos e criminosos que atacam inocentes. Doente é quem tem câncer, quem tem uma doença degenerativa, não malandros travestidos de inocentes, que abusam de crianças, seres tão frágeis .Gente, que mundo é esse ? 
Parece que OLAVO TEM RAZÃO! Era só questão de tempo até vocês  da rede Globo considerarem essa monstruosidade uma doença

Globo, bossa nova, rock n’roll opressor capitalista racista e as meninas ensinadas a odiar a sua feminilidade.

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Feminista pelo jeito fã da global Regina Casé

Lendo as mensagens de um tempo atrás no blog notamos feministas  protestando odiar o rock n’roll por ser “opressor capitalista racista norte-americano”. Sim, pessoas, para elas este estilo de música é coisa do mal. Lembram muito os intelectuais brasileiros e artistas da esquerda caviar do tipo Gil, Caetano e afins que na década de 60 faziam protestos para abolir a guitarra elétrica da música brasileira e rock n´roll em si pois para estes jumentos que cobram o olho da cara por um show a música brasileira deveria ser “cavaco, pandeiro, banquinho, violão” e a alegre bossa nova que causa aquele sono zzzzzzzzzzzzzzz. Ou seja, para estes lunáticos bom mesmo é a imagem fantasiosa do brasileiro macaco de circo-palhaço dançando samba e fingindo uma falsa alegria ou o intelctual introspectivo metido  a gênio.

Como FEMINISTAS NUNCA ACREDITAM NO QUE FALAM,  a nada conservadora Globo (que rede conservadora apoiaria putaria,  prega aborto, traição, apoia movimento GLBT, feminismo como faz a Globo em novelas??) publica em um site seu uma reportagem aonde feministas doutrinam crianças.

Nestes últimos dias saiu no site da Globo uma reportagem de meninas que eram praticamente doutrinadas por feministas usando o estilo de música que as mesmas feministas dizem detestar por ser norte-americana, capitalista, opressora, mimimi. Entenderam? Nem nós. Cobrar coêrencia de uma feminista é tarefa impossível.

O que dizem as professoras (ops, doutrinadoras) sobre esta escola de rock? Elas em itálico e nós em negrito:

“Nosso foco é o empoderamento feminino. O objetivo não é formar bandas nem revelar talentos, mas mostrar que as meninas podem fazer o que elas quiserem, inclusive ter uma banda de rock. Mostrar que elas são iguais aos meninos e não precisam depender deles para nada”, explica Flavia Biggs, socióloga, guitarrista com mais de uma década de estrada na cena do rock independente e diretora do evento.

MCF: Reparem nesta doutrinadora. Nada de igualdade o negócio é ter mais poder para o lado feminino. Ela provavelmente se acha igual ao Anderson Silva e talvez tenha um pênis no lugar de uma vagina (ou talvez seja este o seu sonho) ou desconhece o significado da palavra igualdade pois esta é distorcida pelo movimento feminista. Também deve não saber que todo mundo precisa de alguém e homens e mulheres precisam um do outro para gerar pessoas e sobreviveram por milhares de anos trabalhando juntos.Enfim, feministas usando de truques marxistas para pregar na “conservadora” Globo. 

Flavia se inspirou no Girls Rock Camp americano, criado em 2001 e que ela frequentou em três ocasiões. Depois de organizar diversas oficinas específicas de guitarra para meninas, ela organiza um evento de temática feminista óbvia, mas sem explicitar a palavra “feminismo”. “As meninas em geral têm uma formação individualista, de competir umas com as outras, além de passiva, ou seja, de esperar que outra pessoa tome a atitude.” Por isso, explica, a ausência de meninos: “Se eles estivessem aqui, provavelmente tomariam a frente para organizar e liderar tudo. Por isso, para que a gente possa treinar essa atitude independente, é que o evento é feito só de meninas”, completa.

MCF: Uma feminista se inspirando em um evento norte-americano de música “rock  opressora capitalista racista”? Coerência nunca, né? Depois podemos ver que feministas querem na verdade É DOUTRINAR meninas a se comportarem como meninos e a negar as suas características que fazem delas tão especiais. Marxismo cultural agindo desde a infância como é pregado por Gramsci e outros. Outra, renegam os meninos pois segundo as feministas eles  seriam mais líderes. Hum, mas não são as mesmas feministas que renegam a biologia e dizem que meninas e meninos são iguais? Se os meninos fossem colocados na banda eles não seriam tão líderes assim segundo as próprias teorias feministas que ELAS mesmas NÃO ACREDITAM.

Também estão no “currículo” aulas de defesa pessoal, para prevenção de situações de assédio e violência. Elas se dividem em grupos e metade representa meninos em posição ofensiva, enquanto outras colocam a mão na frente do rosto para afastar o “oponente” enquanto gritam “não” em voz alta.

MCF: Novamente a igualdade feminista (na verdade a falta dela) inspirada em Marx e na guerra entre classes. De um lado meninas boazinhas e ao mesmo tempo frágeis, dóceis e do outro lado meninos malvados psicopatas. E ainda existem pessoas que digam que o feminismo luta pelos direitos dos homens rsrsrsrs.

Em resumo: do mesmo jeito que novelas de Rede Globo apoiam o estereótipo do brasileiro palhaço no programa Esquenta, do mesmo jeito que a Globo prega a revolução cultural nas suas novelas  aonde putaria, prostituição, traição, aborto, gayzismo e tudo o mais também acontece no BBB, tal reportagem comprova e mostra a cara da nada conservadora Rede Globo que tem o poder de doutrinar e ditar o que os brasileiros e brasileiras devem pensar. A Globo apronta mais uma das suas e tenta afirmar que todo o Brasil se resume a uma fantasia de estrangeiro do Rio de Janeiro. Quem discorda não é brasileiro. Essa turma andou bebendo da mesma fonte da esquerda caviar que odeia o rock e a guitarra elétrica por serem ” uma simbologia capitalista opressora”.

Quem não reparou nos nossos valores invertidos ainda e a sua relação com a Globo corre o risco de ser vítima de tal falta de conhecimento. A crise no Brasil faz um bom tempo deixou de ser econômica e se tornou moral.