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O mundo comunista paz e amor anti-Ocidente-capitalismo da Coréia do Norte: Terra de feministas?

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Podemos estar perto de uma terceira guerra mundial em grandes proporções. Guerra nuclear. Quase ninguém escaparia imune. Seriam os culpados desta guerra os EUA, capitalistas, o Ocidente opressor, a igreja ou qualquer outra religião, os homens machistas ocidentais, a mulher ocidental?

Nada disso. O grande culpado disso tudo seria a ditadura- governo da Coréia do Norte que luta pela “igualdade, liberdade amizade e contra a tirania do Ocidente capitalista”. Nossa, este governo  promete o que o governo cubano promete, o que as feministas e simpatizantes nos prometem!

Neste governo muito similar ao governo cubano que as pessoas não podem se expressar, sofrem lavagem cerebral desde crianças, sofrem por terem crenças, aonde o coletivo extermina a liberdade e responsabilidades individuais. Neste governo assim como no governo cubano homossexuais sofrem torturas, morrem e tudo o mais. Neste governo paz e amor anti-Ocidente e valores ocidentais marchas das vadias não existem pois são proibidas e censuradas a força. Neste governo libertador paz e amor mulheres devem lutar em guerras, treinam para matar sem piedade ao invés de terem filhos e trabalharem como fazem aqui no Ocidente “opressor”. Nada de feministas fazendo danças mostrando a bunda ou reclamando do machismo opressor que as impede de dormir com 100 homens em um ano e publicar blogs sobre isso como acontece aqui no Brasil (a internet assim como na China é censurada, a mesma coisa que o governo atual quer fazer no Brasil).

Nada de dançar funks com passos idealizados pela ginecologista e dizer que a responsabilidade de ser vulgar é “culpa do machismo que oprime”. Nada de bebedeiras e gritos de ordem nas ruas querendo pregar ideologias. Nada de possuir acesso a tecnologias e viver em harmonia ao poder nos expressar. Pouca qualidade de vida real. Pouca. Se falarmos dos gritos feminstas “hoje não vou dar, vou distribuir” cantados em funks? Roupas curtas? Nada. O que é liberado é o aborto e principalmente se a criança for menina.

Nesta terra legal, tudo é pago para o governo, que lucra com impostos em tudo e quase nada é iniciativa privada. O governo lucra com tudo e tem o poder sobre tudo. Ditadura total. Neste governo marxista cultural (igual as feministas) quase todo o dinheiro vai para fabricar armas. Sem leis especiais futeis sobre querer escrever presidentE/ presidentA, @, estudantx, leis especiais para grupos, kit-gay. E tudo isso sobre um forte censura.

Chocante, né? O “maldito” Ocidente capitalista é “opressor demais perante a Cuba, Coréia do Norte e outros lugares marxsitas culturais.” Nestes lugares nada se compara ao “opressor”Ocidente. Logo as feministas deveriam amar viver na Coréia do Norte.

Mas o que acontece se alguém atacar esta terra prometida chamada Coréia do Norte (Cuba e China entre outros) aonde dirigentes que pregam a “liberdade,igualdade, paz e amor” tem mais  poder, riqueza e acesso a tecnologia que as pessoas normais, que trabalham para viver na miséria e simplesmente comer com uma pobre qualidade de vida? Mas esperem, cade a igualdade?

Se alguns governantes de qualquer nação atacarem este lugar (principalmentes se forem dos EUA) provavelmente irão serem taxados de imperialisas, opressores, machistas, dominadores, etc e etc, contra o “coitado” governo da Coréia do Norte que não faz nada mais que ameaçar os outros com armas nucleares apoiado de certa forma pelo seu povo, que é comunista e simpatizante do marxismo cultural. Aquele tradicional vitimismo marxista cultural também praticado por feministas e grupos simpatizantes como GLBT e racialistas.

Coréia do Norte, Cuba, China e Camboja: definitivamente os lugares sagrados para as feministas.

Feminismo e marxismo cultural: a relação que nos atinge todos os dias em universidades, propagandas e escolas

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1) O que é o marxismo cultural?

Marxismo cultural é uma vertente do marxismo clássico mas com uma sutil e importante diferença. Enquanto o marxismo clássico se baseia em um conjunto de ideias filosóficas, econômicas e políticas (quase sempre em questionar o capitalismo e valores ocidentais vistos como antigos e caretas), o marxismo cultural atua na sociedade de modo quase invisivel, se infiltrando na cultura, nas escolas, Universidades, cinema, teatro, TV,outras formas de arte e instituições culturais da sociedade. De um modo mais grosseiro, podemos afirmar que o marxismo cultural é uma forma de propaganda que ajuda a lavar cérebros. Ele é muito forte no Brasil e é usado por alguns grupos com sedutoras promessas.

2) Mas o marxismo não faliu com com o fim do comunismo?

Em primeiro lugar, comunismo e marxismo são coisas diferentes. Em segundo, não, o marxismo não faliu completamente com o fim do comunismo. O marxismo clássico pode ter falido por ser uma ideologia incapaz, utópica e impraticável no mundo real, tanto do ponto de vista econômico (principalmente) e geopolítico. Por outro lado o marxismo cultural foi desenvolvido e demonstrou-se ser mais efetivo e mais forte, sendo usado como um tipo de “nova arma” intelectual para defensores de ideologias marxistas.  O ponto chave do marxismo cultural é o seu forte poder de propaganda que prega o mundo perfeito e politicamente correto, o modo que se infiltra nos meios culturais e que no Brasil encontrou espaço na sociedade brasileira.

3) Quem criou o marxismo cultural?

O marxismo cultural teve como criadores intelectuais marxistas que perceberam o fracasso do marxismo clássico e da luta armada marxista . Poderiamos chamar estas pessoas de “guerrilheiros intelectuais marxistas”. Logo, eles desenvolveram o marxismo cultural. Alguns deles foram Georg Lukács, Antonio Gramsci, entre outros. Um dos momentos importantes do marxismo cultural foi a criação da Escola de Frankfurt, uma escola de teoria social inter disciplinar neo-marxista. Tais pensadores marxistas mudaram a estratégia para o sucesso do marxismo.

A “Escola”  foi fundada no auditório da Universidade de Frankfurt em 22 de junho de 1924 como resultado de um encontro preliminar denominado de Erste Marxistische Arbeitswoche (Primeira Semana de Trabalho Marxista), ocorrido em um hotel em Ilmenau.

A fundação do Instituto é devida a Félix Weil, um jovem intelectual marxista que conseguiu convencer seu pai Herman Weil, um rico negociante, a amparar o pessoal da instituição que ele idealizou.

4) Quais são alguns dos dos princípios e estratégias do marxismo cultural?

  1. Lutas entre classes. Herdado do marxismo econômico. Substituindo proletariado x burguesia por Homem x mulher, esposa x marido, homem x mulher, adultos x crianças, brancos x negros, altos x baixos, etc. A velha idéia de “dividir para conquistar”. Divide-se a sociedade em grupos distintos para em seguida caracterizá-los como opressores ou vítimas a fim de quebrar a harmonia entre eles, sabendo que a paz acabaria e isso seria um excelente começo para implementar um novo sistema mais “progressista” cuja solução viria em uma sociedade marxista com a promessa de uma sociedade melhor, “perfeita”. Observem as leis brasileiras que prometem melhoras para certos grupos e que usam da justificativa da estratégia 5.
  2. Atacar a célula- mãe que molda o ser humano e gera empatia: a família. Marx via a família como o principal obstáculo na eliminação da propriedade privada e na submissão do povo ao Estado e o marxismo cultural herdou isso. Por isso os marxistas culturasi focam em desconstruir (na verdade destruir) o tradicional modelo familiar. Podemos considerar isso a mais radical aplicação da luta entre classes por isso o destaque, afinal, para a maioria das pessoas família é uma coisa sagrada mas não para os marxistas. Marxistas culturais adoram pregar um novo modelo de família que segundo eles é mais moderno para destruir o modelo antigo (visto enganosamente sempre como mau e ruim) pois somente este permite as pessoas procriarem. Hoje tal estratégia é muito usada por feministas e ativistas GLBT. Por isso, motivar esta guerra com o fator 1, a luta entre classes. O sucesso desse método é comprovado, tendo convertido a juventude da Alemanha ao Nazismo (um movimento socialista) a partir da endoutrinação das crianças nas escolas.
  3. Métodos a longo prazo. Essa estratégia da ênfase é no ensino das crianças, estudantes e em universidades, principalmente federais. O foco aqui é mudar o cerne do ser humano, mudar o subconsciente humano, mudar o senso comum, por isso  atuar nas crianças, estudantes e universidades, cujos professores as vezes sem saber simpatizam também com o marxismo cultural.  Simplificando, lavar cérebros e doutrinar estudantes exaltando idéias marxistas que combatam os valos ocidentais. Os relativismos surgem aqui e os valores invertidos também. O Brasil mostrou-se um terreno fértil pela cultural brasileira em si possuir simpatia por este tipo de idéais aonde o errado é certo e o certo é errado.
  4. Desconstrucionismo. A desconstrução de um texto (ou de um fato histórico) permite que se elimine o seu significado, substituindo-o por outro que se pretende com uma sedutora propaganda. Desconstruir um texto, uma sociedade, um grupo, uma identidade com a promessa de algo melhor para uma sociedade “perfeita”. Marxistas culturais adoram distorcer o sentido e tirar a objetividade dos argumentos. Isto atrapalha o oponente em um debate.
  5. Patrulha de idéias e politicamente correto. O patrulhamento que censura idéias ou pessoas que opinam contra quem é “correto” e que luta por alguma justificativa de passado que influi no presente. Uso de propaganda, falácias e ofensas do grupo politicamente correto para com o outro grupo como forma de censurar e demonizar pessoas ao invés de ver os fatos. Um exemplo disso é criar uma  “dívida histórica” sobre casos reais ou fantasiosos de injustiças entre pessoas e grupos existentes no passado  que hoje tornam a ser abertos para novos grupos se vingarem de certa forma ” politicamente correta” perpetuando assim mais injustiças. Imaginem se toda pessoa devesse responder por atitudes de seus antepassados?
  6. Revolução cultural, com o objetivo de mudar o senso comum da humanidade sobre o que é certo ou errado, relativismos e falta de objetividade o que bate de frente com as diretrizes de quase TODAS as religiões, que em geral possuem boas idéias e valores.
  7. Teoria Crítica da Sociedade cuja intenção é criticar a cultura ocidental. O Ocidente visto como mal e antiquado e os valores que formaram o Ocidente, os valores judaico- cristãos como “errados, injustos”. A promessa de uma mudança para uma sociedade progressita que é sempre superior a tradicional sociedade atual com seus valores “reaças”.  Gostariamos de lembrar que “progressista” e “retrógrado” não são sinônimos de “certo” e “errado”.
  8. O argumento falacioso da falsa dicotomia: Nesta estratégia muito usada por marxistas culturais que é uma forma de censura quando é conveniente, eles ameaçam o oponente com uma falsa dicotomia perante um grande grupo. Ao apresentar uma falsa dicotomia  em ser A ou B como (quando na verdade o assunto pode envolver outras escolhas)  eles tentam calar o oponente se este/esta for inocente nesta estratégia. Assim, o grupo marxista cultural pode falar o que quiser, atacando o oponente ou falando sobre o futuro progressita. Na verdade marxistas não tem qualquer plano para o futuro, eles adiam a solução dos problemas eternamente para o futuro, desse modo não precisam se comprometer pois nem eles acreditam realmente no que dizem. Isto na verdade é um conjunto de sofismas, retórica e demagogia.
  9. Consciência de classe. Lutar como classe, somente pela e para a classe, priorizando o modo coletivo perdendo a individualidade. Por isso o forte apelo coletivo como lutar por ser mulher, por ser isso ou aquilo. E o engraçado é que estes movimentos forçam uma igualdade baseada em utopia e embora digam respeitar a diversidade, na verdade não o fazem.
  10. Nomear o modelo tradicional da nossa sociedade com valores, deveres e responsabilidades como “antiquado, conservador, ultrapassado, etc”. Isto é um ataque usado para censurar e calar o oponente.
  11. Tudo isso transforma-se em uma sedutora propaganda que pode ser vista na TV, internet, universidades e tudo aonde existe cultura. Esta ideologia luta pela sociedade “perfeita marxista” (que na verdade nunca existiu).
  12. Mentir que feministas representam as mulheres, grupos GLBT representam os gays e racialistas representam os negros ou qualquer outra grupo. Justificar a revolta presente com o passado (mesmo que isso seja mentira muitas vezes). Censurar e patrulhar idéias, pensamentos e debates de mulheres, homossexuais, negros e outros que discordem destes movimentos politicamente corretos e que dizem lutar por “respeito, liberdade, igualdade, paz e harmonia”.

5) Quais são os objetivos do marxismo cultural?

O principal objetivo do marxismo cultural é o mesmo do marxismo clássico: a criação de um novo modelo de sociedade que eles sempre afirmam ser melhor (mas que nunca deu certo) sem os valores ocidentais tradicionais que eles encaram como “antigos, repressores, reaças, etc”. O objetivo no final ainda é implantar a revolução marxista. Não através dos meios armados ou de uma movimentação de violência, mas por meio da transformação da cultura ocidental. Algumas pessoas pensam que o objetivo do marxismo cultural é maior que isso.

6) Existem sociedades marxistas hoje?

Existem hoje algumas sociedades nos moldes similares de sociedades marxistas ideais. A sociedade marxista como Marx queria na verdade nunca deu certo e virou utopia. As sociedades que se baseiam no marxismo existem atualmente em governos comunistas como China, Cuba e Coréia-do-Norte. Muitos destes lugares possuem ainda pessoas na miséria, pobreza, censuram pessoas, torturam, diferenças entre classes, etc.

Inclusive, muitas pessoas devem ler para saber que realmente foi o socialismo, os milhões e mortos na mão de Stalin nos GULAGs. E também devem ler para saber que Karl Marx engravidou a própria empregada doméstica e nunca assumiu a criança, que não tinha o direito nem de comer na mesa com os outros filhos, comia no porão da casa. E saber mais sobre Engels era dono de uma fábrica onde os funcionários eram obrigados a trabalhar 16 horas por dia nas piores condições. Que sociedade perfeita é essa com criadores assim?

7) O modelo capitalista e sociedade tradicional são perfeitos e sem falhas?

Não, não são. Nenhum modelo é perfeito e nenhuma sociedade é perfeita. Talvez exista um sistema ou modelo que  possa surgir e mudar isto. Mas o que fatos mostram até agora e a própria história conta é que o modelo chamado como tradicional /capitalista é ainda melhor e superior ao modelo marxista. Fatos falam por si mesmos. Além disso, o modelo tradicional, com valores tradicionais e o capitalismo permitem melhor qualidade de vida para as pessoas, tecnologia e a preservação da espécie humana que consegue ainda viver em harmonia (nem sempre) na maioria das vezes.

8) Cite alguns exemplos de grupos marxistas culturais.

Movimento GLBT -Feminismo -Racialismo são frutos da mesma árvore, a árvore do Marxismo Cultural. A agenda programática dessas três ideologias é basicamente a mesma. Todos estes grupos seguem o que foi citado no pergunta 4. Nada disso é simples coincidência. Pregam absurdos muita vezes não apenas como algo normal mas como algo absolutamente positivo.

7) Como o marxismo cultural nos atinge no dia-a-dia? Cite exemplos?

Com a apologia a falta de objetividade, falta de responsabilidade e outras coisas. Tudo isso, a longo prazo e coletivamente gera um caos social, uma sociedade pior. Repare os valores invertidos aqui no Brasil.

Exemplos: Se ligarmos a TV podemos ver pessoas cometendo crimes, muitas vezes cruéis. Os direitos humanos misturaram casos absurdos de abusos de poder com defesas destes criminosos cruéis culpados, tirando a responsabilidades dos atos destes. A justificativa disso? O criminoso é branco, negro, pobre, isso, aquilo e muitas coisas da pergunta 4. A atitude individual e o ato em si quase nunca parecem ser lembrados. Isso gera impunidade tanto para ricos, como para pobre pois vira cultural. Em lugares assim, ser bandido, criminoso é ter justificativa para tudo.

E a senadora Marta Suplicy com seus planos sobre abolir nome de pai e mãe da carteira de identidade ou o que hoje é considerado modelo familar tradicional para algo “mais moderno, melhor e do futuro”?

Podemos ver feministas que usam todo a pergunta 4 para justificar tudo o que fazem, muitas vezes em atos com total falta de respeito contra qualquer pessoa. Elas esquecem que a sociedade mudou, o mundo mudou e ainda repetem palavras de ordem antigas. E com isso justificam os seus excessos com a pergunta 4. O grupo Femen e gurus feministas (em geral radicais, que comandam as feministas simpatizantes massa de manobra) agem do mesmo modo. A propaganda de liberdade, igualdade, etc é puro marxismo cultural.

Frases de gurus feministas que PROVAM a origem marxista cultural do movimento feminista (embora isso seja claro pelo modo de agir das militantes e atitudes feministas).

1-“O Cáucaso das mulheres sanciona o pensamento marxista-leninista.
(Robin Morgan, Sisterhood is Powerful, p. 597)

2-O feminismo, o socialismo e o comunismo são a mesma coisa, e o governo socialista/comunista é o objectivo do feminismo.(Catharine A. MacKinnon, Toward a Feminist Theory of the State (First Harvard University Press, 1989), p.10).

3-Um mundo onde o homem e a mulher seriam iguais é fácil de visualizar uma vez que foi isso que a revolução soviética prometeu.  (Simone de Beauvoir, The Second Sex (New York, Random House, 1952), p.806)”

Conseguiram enxergar como tudo é padronizado e bem organizado e similar? Tudo isso nasce de estratégias marxistas culturais.

O movimento GLBT que mente representar todos os homossexuais (assim como as feministas fazem conosco e dizem representar todas as mulheres) agem de modo similar as feministas e novamente, pergunta 4.

Grupos racialistas como “orgulho negro, orgulho afrodescendente, orgulho branco, europeu, etc” agem do mesmo modo. Parecem esquecer que somos todos humanos e deveriamos sermos julgados por nossos atos, com deveres e responsabilidades, além de direitos. Nossas atitudes deveriam ser de pessoas adultas, preocupadas em somar a sociedade. Mas aqui novamente feministas usam de armadilhas e estratégias da pergunta 4.

Todos as feministas se aliam e lutam por objetivos comuns e pregam absurdos muita vezes não apenas como algo normal mas como algo absolutamente positivo. A desculpa é sempre a mesma: de um mundo melhor. Seria isto verdade ou é somente propaganda para permitir que elas continuem fazendo os seus absurdos e tentem censurar quem discorda delas?

Carnaval e o trabalhador que falou tudo sobre o Brasil. O que podemos aprender com eles?

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Por este dias o vídeo de um trabalhador brasileiro se popularizou na internet.

O homem (que não parece ser um estuprador em potencial e nem opressor do patriarcado, ok, feministas?) deve ter se cansado de muitas coisas e desabafou enquanto alguém o filmava. Mesmo sendo um humilde artesão (ele diz que trabalha com artesanato), ele demonstra conhecimento de muitos problemas que atingem o nosso país. Foi perfeito em tudo o que ele falou. Ele demonstrou aos elitistas e a todas pessoas humildes que para se fazer questionamentos inteligentes ninguém precisa ser rico, embora muitas vezes uma boa educação ajude. Mas o mais importan é QUERER PENSAR E SABER FAZER BOM USO DO cérebro. Porém, deveriamos pensar de modo correto e não pensar de qualquer maneira.

Alguém vai dizer: Espere um momento. Isto é “frase de reaça contra quem quer revolucionar o sistema”. Nada disso. O problema é o tipo de prioridades da revolução que querem fazer. E nem toda revolução gera governantes bons preocupados com o povo. Que o diga Fidel e outros ditadores. O marxismo cultural gerou além de prioridades absurdas gerou também assassinos, estupradores e psicopatas como Che Guevara. Ninguém fala isso no Brasil pela forte propaganda marxista cultural em universidades e na nossa cultura. E assim casos como o da professara e pesquisadora que ensina em universidades aumentam, valores invertidos aumentam e tudo isso vira uma bola de neve. Leia mais aqui

Outra pergunta que deveria ser feita é: Queremos realmente o Brasil que ele citou? Queremos melhorar? Nossos governantes querem isso? Ou possuimos medo e nos omitimos com estes absurdos?

Perguntamos isso porque para fazer o que ele comentou muito bem, trabalho e mudanças demonstram-se urgentes. E este é um dos problemas do povo brasileiro. Queremos um país que funcione como algo de primeiro mundo, mas nunca lutamos para construir isto. NUNCA. Os Estados Unidos e alguns outros lugares tidos como primeiro mundo passaram por muito processos de questionamentos internos, revoltas, em alguns casos guerras e tudo o mais que transformou a mentalidade das pessoas locais com OUTROS valores, preservando a individualidade de cada um mas que unida soma ao coletivo. O bem comum é prioridade na maioria destes lugares mas sempre preservando a individualidade. Claro, outros lugares mesmo que mais ricos ou pobres que o Brasil possuem problemas semelhantes aos nossos.

Podemos exemplificar isso no Brasil que todo mundo sabe. Sabemos o que deve ser feito, mas ninguém faz. O verdadeiro culpado de tudo é povo mesmo. Reclamamos que aqui precisa melhorar, mas nunca fazemos nada para mudar. Nunca. Observe abaixo:

1) Feriados: O povo brasileiro adora feriados. Muitos se preocupam mais com praias, calor e boa vida que com todo o resto do ano;

2) Carnaval e o tempo de trabalho: A frase que muitos falam que a o ano começa depois do carnaval explica muita coisa. Quase 3 meses do ano com a mentalidade de “aproveitar a vida”. Depois muitas pessoas se lamentam do estado do Brasil e do povo. Em qual lugar que quer ser competitivo (China, EUA como exemplo), as pessoas ficam este tempo sem levar nada a sério?

3) O povo brasileiro nunca lutou por algo sério e adora ser relativista moral. O povo brasileiro em si, nunca lutou para melhorar o Brasil. Nunca. As pessoas  quem lutaram para melhorar o Brasil foram cortadas dos livros e esquecidas pelo tempo. O relativismo morou sempre priorizou e defendeu bandidos, criminosos ou pessoas de conduta duvidosa. Copiamos o modelo cubano: Che Guevara, um estuprador, assassino e criminoso foi beatificado. Aqui fazemos a mesma coisa. Na verdade, sempre fizemos. Somos a terra aonde crianças brigam para ser o bandido em brincadeiras de polícia e ladrão. Isto diz muito sobre a nossa identidade.

4) Relativismo moral e falta de prioridades: Podemos ver milhares que se manifestam pelo direito de fumar maconha. Milhares na passeata gay. Milhares pela alegria de sediar a Copa. Milhares que se manifestam por causas NADA importantes. Pela dia nacional contra a corrupção ou outros protestos inteligentes e urgentes, os organizadores precisam tirar leite de pedra para juntar algumas pessoas. Jean Wyllys e outros marxistas culturais adoram tudo isso, pois gera votos.

5) A frase relativista moral “Hipocrisia. Todo mundo gosta de carnaval”. MENTIRA. Nem todo mundo gosta de carnaval. Atualmente é durante este tempo de “festa e alegria” da mentirosa identidade do povo brasileiro que aumentam os casos de turismo sexual, de crimes e outras coisas. Isso seria algo para condenarmos, mas aqui é visto como “cultura”. Muita gente tem que “gostar” de carnaval por ser a Única Opção pois o Brasil para e todo o resto deixam de funcionar.

6) Carnaval: O carnaval é uma coisa nojenta em si e nem brasileiro é. Se antigamente esta festa que mentimos ser brasileira para gringo ver era um momento de alegria para o povo durante alguns dias, hoje é na verdade a festa da promiscuidade na maioria dos casos. Se antigamente o carnaval eram 3,4 dias de festa, hoje ele é uma semana. E em alguns estados do Brasil este tempo aumenta para 15 a 30 dias.

7) O “oprimido povo do carnaval”: Mulheres quase peladas nos desfiles. Pessoa fazendo sexo na rua. Homens se comportam como psicopatas que nunca viram mulhers. Mulheres se comportam como se nunca tivessem visto homem. Todo este povo que o feminismo chama de “oprimido” depois reclama do caos que é o Brasil. Claro, formado por pessoas desta laia.

8) Marxista culturais adoram chamar outras pessoas de elitistas. Bom seria se todos pudessemos ser elites e que lutassemos para melhor o Brasil, sem ostentar. O problema dos marxistas culturais e seu opositores é que eles se fecham neste debata guerra fria comunismo x capitalismo e blindam os seus ouvidos.  E nossas elites demonstram-se elitistas e ostentantes. Ser pobre nunca foi escolha. Sempre foi um acaso ou resultado de um ato com muitas causas. Ao mesmo tempo no Brasil ser rico é a mesma coisa que ser opressor (o que é mentira). Poucas pessoas pensam em casos de pessoas  ricas, nobres, que batalharam de modo honesto e vieram de baixo e que ajudam os outros sem querer ostentar e aparecer. Muitas pessoas pobres e ricas lutam pelo bem comum. Ou seja, existe a terceira alternativa que quase ninguém comenta.

9) A cultura do ser pobre, burro é ser brasileiro: Se alguém abrir um site de famosos podemos ver pessoas sempre com a mesma conversa. “Eu ia ser criminoso, bandido, mas começei a jogar futebol e hoje sou famoso”. Ou seja, a pessoa que era humilde MAS IRIA ESCOLHER uma péssima estrada ficou famoso ao JOGAR BOLA. A mentirosa mensagem que fica é “Para melhorar de vida eu deveria ser bandido ou fazer algo que os idiotas valorizam e é algo sica inútil mas o povo idiota valoriza”. Outras escolhas como TRABALHAR E ESTUDAR  para fazer o Brasil crescer NUNCA parecem ser consideradas. O mesmo vale para o nosso ex-presidente que passa a mensagem: “Nunca estudei e sou feliz assim” ou a nossa atual presidente que fez um discurso no Nordeste por estes dias e cometeu propositalmente erros gramaticais para se dizer “do povo”. Estimulamos sempre o errado.

Este texto e filme que circulam na internet falam outras verdades.

“Queria ser presidente por um dia. Faria uma lei que anulasse o carnaval em prol da nação. Argumentos lógicos não me faltam: Diminuição de acidentes;menor índice de HIV positivo; melhorar imagem do país no exterior; cortar semana ociosa para que aumentemos nossa renda; valorizar a imagem da mulher brasileira; investir os 2 bilhões por ano do carnaval em educação; diminuir consumo de drogas nesse período….
 
Acho que não teria o apoio popular pra isso. Já tivemos presidentes que 
afundaram a educação, a habitação, a reforma agrária, a inflação, a 
renda familiar, os empregos, e até mesmo presidente que roubou nossa 
poupança. Ninguém reclamou. Porém se eu acabasse com o carnaval 
certamente me matariam.
.
Mesmo sabendo o risco que corro, aceitaria essa missão suicida, afinal, é melhor morrer no país do 
carnaval do que viver no carnaval desse pais.”