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O post feminista com estatísticas feministas, o pinto rosa e a perereca brasileira

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perereca brasileira pinto rosa

Embora o título deste texto possa soar como um piada o assunto é sério e vai ser dividido em duas partes que são relacionadas.

Recebemos de feministas ou de leitoras curiosas um texto feminista escrito por uma feminista de um blog formado por feministas. Neste texto a autora afirma algumas coisas baseando-se em si mesma.

Ela fala sobre como se sente oprimida e com medo ao caminhar na rua em lugares como aeroportos. Ela fala sobre as cantadas que recebe na rua. E enxerga isso como violência. Depois ela cita sobre o patriarcado e o privilégio de ser homem. Ela também cita os cinco mil anos em que fomos oprimidas e nos foram negadas oportunidades de sermos cientistas, físicas, chefes de polícia, matemáticas, astronautas, médicas, advogadas, atrizes, generais e nenhuma representante do gênero feminismo esteve em destaque, na televisão, no teatro, no cinema, nas artes, história, a ciência, etc. Depois ela cita sobre de um mundo feito por e para mulheres

Ela também cita que foi estuprada e que em todas outras mulheres que conhecemos, 2/3  foram estupradas. Ela também comenta sobre o estupro, que somos sempre estupradas e que não podemos fazer nada por sermos mulheres ou somos vistas como objeto.  Ela se nega a ser vista assim e se nega a ser “escrava da depilação” ou de como é vista pelo mundo.

Ela comenta sobre as minorias e guerra entre classes (homem x mulher, brancos x negros). Finaliza dizendo que em qualquer lugar do planeta, desde a Noruega até o Brasil, somos oprimidas pelo patriarcado. Em resumo,o texto é feminista assim como todo o blog.

Dividindo por partes o que pensamos:

a) A autora usa do EUPIRISMO /EGOPIRISMO para praticamente totalizar tudo e todos baseando-se em si mesma com um tom amargo e sinais de Esquizofrenia. Cantadas de rua em geral são deprimentes, toscas mas existe quem goste e existem cantadas boas ou no mínimo engraçadas. Não entendemos o motivo de quem goste mas enfim… Iremos desenvolver mais isso na segunda parte do post. Também é um tanto hipócrita ver o texto deste blog agora falar sobre o machismo de cantadas quando o mesmo blog teve textos exaltando Mc Catra como sendo o modelo de homem a ser seguido e um outro autor homem feminista relatando como transou com uma leitora.

b) Esta autora feminista possui um trauma, medo e aqui existe um motivo: ela diz que foi estuprada. Precisa de tratamento com alguma pessoa especializada. Embora existam estupradores (e falamos como lidar com eles aqui no blog em posts seguidos) começar a ter medo em qualquer lugar ou de qualquer homem é sinal de Esquizofrenia. Isso serve para ajudar a fazer propaganda feminista,  terrorismo psicológico e tornar a vida amarga. Nada mais. O tratamento é uma necessidade para uma vida melhor pelo abuso que ela diz ter sofrido;

c) Como boa feminista a autora sente uma certa inveja de ser homem e acha que todo homem tem privilégios por nascer homem. Ninguém aqui consegue enxergar que existem também privilégios em ser mulher? Claro, existem dificuldades para ambos também. A vida perfeita é uma utopia, ok? Mas como toda ideologia marxista se baseia em utopia, nada nunca é bom e “viver é um inferno”. A vida melhor é sempre a do outro.

d) Patriarcado durante 5 mil anos que nos oprime? Hum, agora mudaram o tempo. Antes o patriarcado era de 10 mil anos e isso varia conforme a feminista que usa isso para nos assustar. Pensem meninas, pensem. Se o tal patriarcado existe mesmo, de verdade, nós mulheres provavelmente já estaríamos mortas, assim como os homens e isso é muito simples de explicar.

Imaginem um mundo dominado pelo que feministas enxergam como realidade aonde o homem é o opressor (99%) com poder. Estes homens  dominariam o 1% dos homens outros homens virando 100% . Agora eles nos maltratariam e nos enviariam para fazer o trabalho pesado, para guerras, nos estuprariam todos os dias, não se relacionariam conosco, não nos deixariam estudar, nunca nos tratariam bem e tudo o mais. Nenhuma mulher aguentaria viver assim um dia, 5 mil, 100 mil anos. Quem iria querer ter filhos com seres assim?  Nossa vida seria estupro, trabalho pesado, trabalho doméstico, guerras, apanhar e tudo o mais de filhos, pais, maridos e de qualquer outro homem. Ao mesmo tempo, por a mulher ter o capacidade de carregar  filhos e o homem não o ser humano teria deixado de existir, afinal quem suporta uma gravidez assim se fôssemos realmente violentadas desta maneira? As feministas enxergam o mundo assim quando a verdade é que homens precisam das mulheres assim como precisamos dos homens. A necessidade fez homens terem um papel e a mulheres tendo outro e se complementando desde a época das cavernas. Houveram atos violentos e absurdos entre homens x mulheres, mulheres x homens, homens x homens e mulheres x mulheres por n motivos.

e) Nenhuma mulher obteve sucesso nenhum em 5 mil anos no cinema, nas artes, história, a ciência, etc. Mas hein? Em que mundo paralelo esta garota vive? Leiam mais aqui. Isto é um terrorismo mentiroso. E sobre governo de por mulheres e para mulheres deixamos Ayn Rand falar, além da Karen Straughan desmascarar as teorias feministas.

f) 2/3 das mulheres que existem sofrem estupro? Traduzindo em números, 6 entre 9 foram estupradas. Em números maiores, 60 entre 90. Duvidamos destas  estatísticas feministas assim como aquelas sobre aborto.  Segundo estes números praticamente toda mulher foi estuprada ou morreu por aborto. Terrorismo  psicológico puro. ( Claro que existem casos assim, mas são bem menores que estes dados feminista com segundas intenções). Faltou dizer aquela frase feminista que todo homem é um estuprador. Puro terrorismo mental.

g) Somos vistas como objeto? Sim e não. Existem homens que olham a mulher como objeto sim. Outros não. O mesmo vale para as mulheres que olham o homem como objeto. Outras pessoas querem ser vistas como objeto. Este vai ser o assunto da segunda parte do post.

h) Nenhum lugar do mundo trata as mulheres o suficiente pois nós que somos oprimidas e não podemos fazer nada. Mas hein? Existem leis que foram feitas para ajudar a mulher e sem dever nada as feministas. Foi bom senso. Existem outros casos na sociedade em que somos mais bem tratadas que homens. E vice-versa. Se o patriarcado existisse ninguém estaria nem pensando na gente. Mas as feministas são estranhas: se as leis ajudam a mulher a sociedade é machista porque nos enxerga como incapazes e elas dizem lutar para nos libertar disso. Se a sociedade não nos ajuda somos exploradas e elas querem lutar para  termos leis especiais. Elas acreditam no que falam realmente? Cheirando a hipocrisia.

i) Sobre se depilar e ser escrava da beleza. Postamos sobre isso neste post aqui. Tudo varia muita da época e dos costumes locais. Sem teorias do patriarcado nisso, please. Além disso, a autora deveria saber que quem enfatiza a tal onda da beleza é o ser humano pois SEMPRE o bonito foi mais importante que o feio ao longo da história com modelos de beleza que mudam. Para finalizar, quem comanda as empresas de beleza e faz propaganda disso? Muitas vezes outras mulheres assim como homens (estes em geral gays) que usam de propaganda como as feministas usam também.

j) Minorias, guerra entre classes sendo aqui a chamada ” o feminismo liberta as mulheres oprimidas do homem opressor” e citando negros x brancos, etc. Puro marxismo cultural. Feministas adoram pregar estas idéias e isto é moda principalmente entre adolescentes aonde escolas e professores ensinam elas/les a serem “modernas/os”. A neurose aumenta e hoje podemos ver meninas de 10, 11 anos doutrinadas por grupos feministas que acham que todo homem/menino é um bandido e outras coisas. Ao mesmo tempo podemos ver garotas beijando ou ficando com meninas cada vez mais cedo e outras coisas consideradas “modernas” para um mundo “melhor”. O único homem/garoto/ bom é o menino nada masculino ou gay. Logo, mulher x homem mais afastados. Novamente, mais um objetivo do marxismo cultural sendo atingido.

 A segunda parte do post é sobre a vulgaridade, cantadas, frases vulgares, ver pessoas como objeto e alguns blogs que outras leitoras nos enviaram e em especial  este blog do qual foram tiradas expressões como pinto rosa e perereca brasileira. Estes blogs em geral falam sobre os relacionamentos de mulher brasileira e homem estrangeiro. As expressões foram criadas e faladas por outras mulheres (infelizmente) que provavelmente reclamem da mulher objeto mas usam de vulgaridade e querem usar a sexualidade como quiserem sendo que quem discorda delas é taxada/o como machista, escrava, submissas e outras ofensas feministas.

Estas blogueiras se apegam as frases da blogueira feminista (primeira parte) acima em muitos casos, mas agem de modo inverso.  Elas que talvez reclamem de serem vistas como a “mulher brasileira objeto” e do turismo sexual na frente de conhecidos, na internet se orgulham de terem casado, pegado, ficado com uns  ou muitos homens estrangeiros. Se orgulham de terem dado a perereca brasileira para o pinto rosa. Expressão delas.

Podemos notar que hoje existem mulheres que tanto reclamam dos homens que fazem cantadas grosseiras mas se comportam de modo igual, que pegaram muitos, que pegariam este ou aquele. Isto pode ser visto em novelas, na TV, nas baladas, no dia-a-dia, etc. Ou seja, estas garotas copiam o que deveria ser evitado e o que elas dizem odiar. E taxam de qualquer coisa quem discorde delas, que nestas horas também falam do “meu corpo, minhas regras”, uso a minha sexualidade com quem quiser e fazem a mesma coisa que o canalha que tanto reclamam. Isto é incoerente totalmente. Muito mais corajosas seriam se assumissem.

Nestes blogs podemos ver infelizmente outras mulheres que reclamam do turismo sexual sendo que por livre escolha fazem sexo com homens (cujo fator de atração para elas em geral e é ser estrangeiro) que elas escolheram (se fosse forçado seria estupro, algo que é já crime) e depois reclamam do turismo sexual. Vamos combinar, né? Isto também é feminismo e pensamos que seja o tipo mais comum de atitudes feministas.

O feminismo apoia funkeiras como Valesca Popozuda e outras figuras que cantam “hoje eu não vou dar, vou distribuir” e “hoje eu sou puta” , “vou dar isso, aquilo, chupo, mas não quer ser julgada pois o modelo Mc Catra também canta . Criam marchas como o nome marchas das vadias, mas se ofendem quando chamada de vadias e querem dar aula sobre moralidade e mulher objeto?

Podemos escrever um livro com atitudes de feministas e suas frases prontas que entram em choque quando confrontadas. Sem querer fiscalizar a vagina alheia mas aonde anda o bom senso da coisa? Querer reclamar de “isto é machismo, aquilo é machismo”, “isto é o patriarcado” é o fim. Pior é justificar ou manipular tudo com teorias sem fundamento e longe da realidade, coisa afinal que toda feminista adora fazer.

Caso feminista: a feminista Judith Grossman e o seu filho acusado de estupro: quando a cegueira do movimento feminista atinge quem amamos.

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judith grossman estupro filho

O que acontece quando uma ferrenha feminista que luta por aquela igualdade feminista (aonde homens  todos são culpados e estupradores em potencial,  demonizam homens, etc mas MENTE lutar por igualdade e diz que isso é lutar também por direitos masculinos) tem o filho acusado de ser um estuprador em pleno Estados Unidos da América aonde o polticamente correto impera em meio a muitas leis feministas?

Foi o que aconteceu com a feminista Judith Grossman, feminista e defensora da teoria feminista”mulher forte e moderna contra o patriarcado formado pelos inimigos homens que oprimem as mulheres”. Judith teve o filho acusado como sendo o estuprador de uma ex-namorada que se baseou na Title IX, um lei americana de igualdade e gênero. Ironia do destino ela sempre foi uma defensora do Title IX, uma lei americana de 1972 que na teoria é “igualdade, amizade, paz e amor” mas em muitos aspectos é uma lei feminista. E a feminista Judith Grossman sentiu isso na pele através do seu filho.

Em resumo, o filho de Judith Grossman se relacionou sexualmente com uma garota que era sua namorada. A garota disse que esta relação foi sexo não-consensual (palavras bonitas para estupro) e ele foi julgado praticamente baseado nisso. E aqui começa o babado independente se o rapaz foi culpado ou inocente. Mais importante foi a reação do sistema ao julgar alguém que é homem e filho de feminista que cegamente apoia leis feministas. A reflexão sobre este acontecimento e deste artigo não devem ser subestimadas. O que anda escondido nas frases feministas de ordem que repetem as mesmas coisas mas agem de modo inverso? Isso pode atingir alguém que gostamos ou somos imunes a isso? Porque meninas se deixam doutrinar pelas feminisas e se tornam cada vez mais amargas e revoltadas? Porque elas querem atingir os jovens e usam de propaganda para isso? Porque elas agem de modo inverso ao que dizem? Porque elas dizem amar os homens e lutar por igualdade mas o movimento se chama feminismo e raramente os homens são bem visto por elas?

Ele poderia ser culpado, claro. Mas e se ele for inocente? Como ele ficaria ao ser julgado por leis feminstas que inclusive tiveram o apoio da mãe doutrinada e cega mas que agora sente na pele a punição pelo pecado feminista de ter tido um filho homem? Igualdade feminista :O

Claro. Todas sabemos que o estupro já é e sempre foi  considerado um crime cruel assim como o assassinato, entre outros crimes. As feministas parecem não saber disso. Queremos que estupradores e estupradoras (sim, elas existem) sejam punidos/as de modo duro e severo, assim como outro criminosos de natureza semelhante. Porém, na justiça de verdade para punir devemos saber quem e que ato esta pessoa criminosa fez para ser punida. E para isso precisamos de provas, fatos, dados, etc para evitarmos injustiças e outras coisa mais.

Judith começou a meditar sobre isso somente agora e por força do destnino. Nas palavras de Judith (artigo original abaixo), o seu filho foi intimado a comparecer para responder a essas acusações em questão de dias.  Como Judith afirma no seu texto redigido por ela MESMA

…..”Não houve investigação preliminar por parte de alguém na escola sobre essas acusações ou sobre o caso supostamente ter ocorrido alguns anos antes, nem foi considerada a possibilidade de que o ciúme ou a vingança poderia ser o motivo  de uma jovem desprezada atacar o ex-amante. Pior de tudo, o meu filho não seria proporcionado a presunção de inocência”…..

Sobre o estatutuo  IX:

……”O estatuto IX, que a chamada garantia de igualdade entre os sexos nos campus universitários, e aplicada por uma directiva recente do Departamento do Gabinete do Educação para os Direitos Civis, apagou a presunção de inocência“….

…..” Nos campus universitários de hoje, nem ” em casos de qualquer dúvida razoável”, nem mesmo por falta de um mínimo de evidências claras e convincentes” de prova é necessário para estabelecer a culpa de má conduta sexual”….

Sobre o modo que alguém pode acusar alguém:

…Estes procedimentos referentes ao processo  por ordem do governo federal, foram substituídos por aquilo que é conhecido como “a preponderância da evidência”. O que isto significa, na planície Inglês, é que tudo que a  acusadora do meu filho  necessita para estabelecer um tribunal no campus é que as alegações eram “mais provável que não terem ocorrido” por uma margem de prova que pode ser tão fina quanto 50,1% para 49,9 %…(Ou seja, somente a palavra).

…A carta (que o filho dela recebeu o intimando) não tinha mesmo as informações mais básicas sobre os atos que teriam acontecido anos antes. Nem eram as alegações apoiadas por qualquer prova que não seja a palavra da ex-namorada…..

Sobre a defesa do seu filho:

….”As muitas páginas de documentação que meu filho tinha juntos, que eram diretamente sobre o ponto sobre seu relacionamento com quem o acusou (a ex-namorada), durante o período de tempo de sua suposta conduta ilícita, foram demitidos como algo não relevante. O que era relevante, no entanto, de acordo com o comitê, foi o juramentado depoimento de “testemunhas” consideradas ter conhecimentos observável sobre o relacionamento há muito tempo entre meu filho e a ex-namorada.”……

….”durante o qual, meu filho relatou mais tarde, ele teve expressamente negado o seu pedido para ser representado por um advogado ou até mesmo ter um advogado de fora da porta da sala.”……

….”Perguntas de um passado distante, mesmo sobre assuntos não relacionados, foram arremessados ​​para ele sem nenhuma oportunidade para ele dar respostas atenciosas”…….

Sobre as testemunhas  que eram as provas do caso:

….”as lembranças desses jovens (sob intensa pressão dos colegas) eram relevantes, enquanto que os registros de e-mail do acusador ( ex-namorada) e postagens de mídia social não” ……

….”Enquanto meu filho foi instruído pelo comitê para não “discutir o assunto” com quaisquer potenciais testemunhas, estas testemunhas de acusação não foram identificados por ele, nem ele estava autorizado a confrontar ou questionar a eles ou seu acusador ( a ex-namorada)”…..

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Judith sofreu com o que muitos outros marxistas culturais sofreram: o efeito colateral de quando um grupo com privilégios tem o poder para se vingar sem que a sociedade perceba pois a propaganda é muito forte. Isto gera poder descabido e impunidade. Isto acontenceu com a Chaui e um fundador da escola de Frankfurt que sofreram com a criatura que criaram e apoiaram. A ideologia que promete o mundo melhor e justiça (propaganda) na verdade é uma ferramenta para valores invertidos, atos de vingança e  raiva de um grupo que tem o poder nas mãos. Tal grupo em geral é incapaz de possuir empatia e com sua cegueira vai fazer o que for preciso para atingir os seus objetivos, sendo um deles aumentar injustiças pelo politicamente correto e separar mulheres x homens, que faz um bom tempo começam a se enxergar como inimigos. Este grupo cria leis para si mesmo, faz vitimismo e repete frases antigas quando convém. Quando obtém o poder, este grupo aplica o seu senso de justiça e nega fatos que qualquer ser pensante usaria para julgar/punir/defender. E isto virou “justiça em prol da igualdade”.

A ironia é ver uma mãe feminista ter o filho atingido pela justiça feminista e aqui ela inicia a perceber o porque deveriamos ser contra o feminismo. Talvez ela nunca tenha percebido mas nesta luta por “igualdade” que ela lutou o filho dela tem menos direitos justamente por causa de mulheres como ela. Talvez ela nunca tenha percebido mas o filho dela hoje deve urinar como mulher, deve se comportar como mulher, deve por politicamente correto forçado a ser mulher e suas qualidades de homem que justamente o fazem diferente devem ser vergonhosas para ele. Isto tudo tomou tal proporção que a justiça que era ou deveria ser igual para todos, escolhe culpados baseando-se em gênero. Talvez ela nunca tenha percebido, mas gurus do movimento feminista sempre  perceberam disso. E sempre usaram a massa de manobra burra e barata com objetivos bem definidos escondidos em uma sedutora propaganda.

Artigo orginal aqui escrito pela própria Judith Grossman: http://online.wsj.com/article/SB10001424127887324600704578405280211043510.html

Nicole Bahls, Gerald Thomas, a cultura do estupro e o patriarcado: teorias feministas.

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Imagine que o professor do seu filho na escola ao invés de ensinar biologia, contas e regras gramaticais ministra aulas de tapa na bunda e arrancar a roupa de meninas a força. Quem faz isso melhor ganha nota 10 e passa de ano. Imaginem no estupro como sendo algo normal, completamente comum em uma sociedade. Imaginem homens que estuprem mulheres a toda hora. Passou na rua, olhou, gostou, estupra.  Chegou em algum bar para pedir um café, estupra.Imaginem policiais estuprando mulheres na rua e que soltam estupradores das cadeias ao invés de prende-los. Imaginem uma aula de ” Como estuprar” nas aulas das universidades ou pais ensinandos os seus filhos a estuprarem. Imaginem propagandas dizendo” estupre e seja feliz”, “estupre e ganhe uma viagem para a Coréia do Norte, a terra prometida” e outras coisas assim.

Absurdo, né?

Pois bem, isso para as feminstas não é um absurdo. Na doentia mente feminista isto é real e isso é usado como uma propaganda terrorista para termos medo e cairmos no conto feminista de “liberdade, amizade e coisinhas fofas”. Para elas o estupro é uma coisa que é pregada como normal e comum no Brasil ou no mundo Ocidental. Para elas isso é a cultura do estupro. Devem fingir não saber que nas nossas leis estupro é crime e o é faz um bom tempo.

Em um site feminista popular dois pseudo-artistas (algo que muito existe no Brasil) fizeram um teatro combinado.  Misture na receita: Uma paniquet vulgar ou piriguetes do tipo semelhante. Um pseudo-intelectual frustrado. Ela, que ganha dinheiro pela imagem de piriguete que “pega” todos, vulgar, corpo bonito e nada mais. Ela ama isso. Ele, que pensa ser o perfeito entendedor do intelecto humano e pseudo-artista sendo um pobre coitado. Coloque mais um programa de TV é mais escroto ainda, tudo pela audiência. E nasceu a porcaria que feministas levam a sério para suas teorias. Depois disso, todo homem estupra e vivemos na cultura do estupro. O dito intelectual foi vulgar com a paniquete e também com o outro entrevistador que era homem e tentou apalpar ambos. No final das contas, um programa de mal gosto igual aos muitos que existem na nossa TV pois isso é vendido como cultura idiota. E as feministas definiram que isso é cultura do estupro. Engraçado as feministas que sempre dizem que nada é errado e tudo é permitido terem chiliques por um teatro combinado. Cultura do estupro. Mas hein?

Algumas pessoas podem dizer: “Mas e se fosse uma filha sua? Aposto que a opinião seria diferente”. Pode ser, mas antes de tudo e falando com o instinto materno nas alturas, em primeiro lugar eu nunca ensinaria a minha filha a ser vulgar, se comportar como piriguete-feminista-vitimista. Ela nunca se prestaria a este papel ou se envolveria com este tipo de gente. Nunca ensinaria a minha filha a fazer este tipo de escolha e fugir da responsabilidade de como se comporta, como se veste, como se mostra e do seu papel como mulher e ser humano de bem. Nunca.

Mas pior de tudo é ver feminista que leva isso a sério e chama isso de cultura do estupro em 2013 como alguma regra secreta que elas imaginam realmente existir e adoram responder defendendo comportamentos estranhos de mulheres metidas a modernas e homens do futuro. Piada. Mas quem são os culpados pela cultura do estupro? Os homens que se juntam secretamente para dominar o mundo desde a época das cavernas e formaram uma seita para torturar as mulheres: o patriarcado.

Na teoria feminista tudo funciona assim: os homens exploram as mulheres. Qualquer homem é um estuprador em potencial. Tudo é culpa deles. Inclusive fazer sexo com homem segundo as feministas é apoiar o estupro como postamos aqui no passado. Bom, mesmo é o sexo somente entre mulheres. No mundo feminista, mulheres são sempre oprimidas pelos homens e nunca tem direito de escolha. No mundo feminista mulheres vão lutar em guerras. Mulheres não estudam porque não podem. Mulheres não podem fazer sexo e ter prazer. Mulheres são estupradas todo o dia por qualquer homem, marido, pai porque isso é o que o patriarcado prega. No mundo feminista toda mulher ganha menos por ser mulher. No mundo feminista toda mulher faz o trabalho de pedreiro, mineiro e tem que pagar pensão para o homem. No mundo feminista a mulher é exploradada pelo homem em tudo. Mas seria isto verdade?

Um exemplo de como as feministas enxergam o mundo: uma garota quer sair e um pai aconselha a filha a usar uma roupa mais longa. Segundo as feministas ele é machista da seita do patriarcado. Se um pai aconselha a filha a evitar de se envolver com certas pessoas ou a ir em certos lugares, a culpa é do patriarcado. Se ele apoia o que a menina quer vestir ou aconselha ela a fazer o que ela quer mesmo sendo uma escolha ruim, ele é conivente com a sociedade que objetifica a mulher e o patriarcado.

No mundo feminista toda mulher é oprimida e todo homem oprime. E esta idéia feminista sobre o mundo é que justifica o feminismo que “nos liberta e salva” de tudo isso. Esta é a propaganda que elas nos vendem. Quem é contra o feminismo é vista como burra ou ignorante demais e precisa ser “libertada” por este movimento” perfeito”.

E os homens nisso tudo? Eles ficam em casa, manipulando tudo, bebendo cerveja, arrotando e pensando no melhor modo do destruir as mulheres ou nos estuprrar, eles nos mandam fazer as piores tarefas do mundo, os serviços mais pesados e nos prendem em correntes. Isto para as feministas é o patriarcado. Homem é igual a bandido.

O ponto é que no mundo real muitas coisas aconteceram de modo diferente. No mundo real a necessidade sempre foi mais forte que teorias absurdas e tudo isso fez o ser humano sobreviver. No mundo real homens e mulheres lutaram para se ajudar mutuamente e vencerem. No mundo real, homens lutaram em guerras que foram criadas por homens ou mulheres. No mundo real mulheres e crianças se salvavam primeiro. Os homens morriam por serem homens longe de casa. No mundo real, o homem em geral fazia o trabalho mais pesado por ser mais forte e não querer sacrificar a mulher, enquanto esta cuidava da casa e dos filhos por ter maiores dotes sociais. No mundo real, homens faziam serenatas para as mulheres e o romantismo existia. No mundo real, as gurus feministas parecem detestar sexo. No mundo real, homens possuiam um certo tipo de comportamento enquanto mulheres possuiam outro. No mundo real, homens possuiam uns gostos e as mulheres outros. Existiam homens loucos e mulheres loucas, existiam homens bons e mulheres boas. Existiam também  seres malignos de ambos os sexos. Hoje, também no mundo real, concursos pagam o mesmo. No mundo real nunca presenciamos uma mulher que ganhe menos por ser mulher ou um homem que ganhe mais por ser homem.

Com a II guerra tudo mudou. Faltavam trabalhadores homens pois estes estavam morrendo nas guerras. Para a sociedade se manter e o ser humano sobreviver, a mulher mais por necessidade que por gosto teve que sair de casa e ir trabalhar. Umas tomaram gosto. Os homens voltaram. Tudo isso veio da necessidade do ser humano sobreviver e fatos históricos mudaram o mundo. As mudanças nasceram disso . Logo depois, apareceram as feministas gritando a mentira do feminismo  dizendo que salvaram o planeta do “patriarcado”.  E elas fizeram tanta propaganda que o mundo mudou para a pior. Hoje cantores ao invés de cantarem “Meu amor” cantam “cachorra, vou te comer”. Ao invés de mulher se dar valor, ela vai copiar o Mc Catra ou o Neymar. E a nova onda é ser igual a Valezca Popozuda que deu e distibuiu para quem quis e prega que isso é ser a “forte mulher brasileira.”

O mundo mudou? Com certeza. O modo de cortejar mudou. Hoje chamar de cachorra é elogio. Dançar de modo vulgar é moda. Também hoje podemos ver muito homem que fica perdido ao levar um “não” de uma mulher. Mas, lembrando também que muitas mulheres que dão em cima de um rapaz se não são correspondidas ofendem o cara de gay, frouxo e por ai vai. É como se ele tivesse a obrigação de aceitar as investidas dela pois ela é a “feminista mulher moderna que chega junto” quando na verdade quer se auto-afirmar. Prova disso, foi a Fernanda do BBB, que enquanto o André não se declarou ela não sossegou. Já estava a ponto de chamar o cara de v#### em rede nacional. Mas aqui as feministas ficam cegas e irão achar qualquer desculpa para blinda-las. Ex: falácia do escocês (ela não é mulher de verdade, ela nunca foi feminista de verdade, etc). Feministas tentam criar teorias intelectuais mas somente falam falácias para copiarem sempre o comportamento masculino da pior espécie.

Estas terroristas até hoje acreditam nas suas mentiras e querem nos converter com suas teorias sem nenhuma base e completamente fora da realidade. Feministas coms seus “malabarismos psicológicos” se blindam para nunca ter culpa de nada. Também querem é se auto-afirmar tendo sempre o homem como exemplo a ser copiado mas usam da desculpa da igualdade para se justificar mas elas na verdade fogem da igualdade. Elas conseguem praticar misandria e misoginia ao mesmo tempo. O feminismo que elas tanto falam lutar por direitos iguais ( deveria se chamar humanismo ao invés de feminismo), hoje não passa de psicologia barata e hipócrita. E podemos ver que os meios de comunicação que são puro marxismo cultural apoiam o feminismo com chamadas baratas e complemaente recheadas de hipocrisia feminista como foi este caso destes dois pseudo-artistas entre tantos outros.