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Ficar em forma ou engordar? A luta feminista a favor da obesidade maquiada como “direito de escolha.”

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Feministas em geral detestam ficar em forma. Uma ou outra que usa de EUPIRISMO ou EGOPIRISMO pode dizer que se exercita pois é “a feminista diferente” mas uma boa parte dos argumentos do movimento feminista é que cuidar do corpo é “obra de mulher submissa, Amélia e burra mandada pelo patriarcado”. Isso na verdade é uma forma de preconceito pois uma mulher com um corpo legal também pode ser inteligente mas quando as feministas  falam o preconceito é maquiado por politicamente correto e vira uma coisa “moderna e contra o sistema” permitida. Isto é muito usado por marxistas culturais para justificar todos seus atos.  Assim elas podem ser preconceituosas. Se olharmos feministas como a blogueira Bola (ops, Lola) e outras gurus que comandam a massa de manobra podemos notar que esta conversa vira  um lema que é seguido por grande parte do movimento feminista. Ser obesa é legal, ser moderna e contra o sistema “que nos oprime.” Vitimismo e feminismo andam sempre juntos e atos como estes das feministas que pregam “que tudo nos oprime” é somente um modo para atrair jovens desavisadas que de tanto terem o cérebro lavado acham que virar funkeira como a Valesca é coisa chique ou ato de orgulho de uma “luta pela liberdade”. Feministas sempre copiando o mal exemplo. Sempre.

Qual o problema disso que inclusive é pregado em livros feministas e sites feministas?

Bem, apesar da liberdade de cada pessoa fazer o que quiser existir, a apologia neste caso a obesidade gera alguns problemas como:

A)     A cultura do mal exemplo vista como moderna ou a falta da cultura do bom exemplo. Aqui no Brasil isto é muito comum e é pregado como modelo moderno para as crianças por professores as doutrinam desde cedo. Jogue a liberdade usada como desculpa para tudo e o direito de escolhas usadas de modo infantil e misture a uma teoria doida e criamos um monstro, que em muitos casos viram leis e na nossa terra cada vez mais sem moral. Nossos exemplos se tornam o que deveria ser combatido. Relativize o que é certo e errado e negue o senso comum. Neste lugar, ser certo é errado e ser errado é certo. Neste lugar funk vira tese de mestrado e estudar de verdade é coisa antiquada. Neste lugar ser acima do peso é sinal de ser intelectual. Pessoas loucas como feministas e marxistas ainda justificam isso com teorias sem pé nem cabeça. Uma governante de esquerda certa vez disse que a diabetes “era doença de rico”. Um ex-presidente nosso afirmava que nunca precisou estudar. Reparem que o que se esconde nestes argumentos é sempre a mesma coisa e a longo prazo isto somente colabora para problemas e mais problemas pois o que é bom é visto como “antiquado e opressor”.

B)      Apologia a obesidade. A obesidade é uma das doenças que mais cresce no mundo moderno e atinge inclusive crianças. Muitas delas serão adultos obesos com o nosso atua estilo de vida. Imaginem o futuro delas se ainda forem estimuladas a serem obesas por teorias feministas e afins. A obesidade gera outros problemas como infartos, derrames e muitas outras doenças se associam e levam a morte. Tudo isso se combate com a “opressora” idéia de exercícios e uma alimentação correta. Mas para as feministas cuidar do corpo é “ser oprimida”.

C)      Gastos de dinheiro. Como este é um problema de Saúde Pública, se existisse uma campanha para educar o povo a se exercitar muitos gastos poderiam ser cortados.

D)     Depressão. Pessoas obesas podem dizer o que quiserem mas em geral elas tendem a ser mais depressivas. Se exercitar ajuda a pessoa no aspecto mental e social também.

E)      Problemas ao se locomover, com o metabolismo  e função de órgãos vitais . Que tem ou teve algum familiar obeso sabe como é complicado para estas pessoas se locomoverem. Algumas pessoas são obesas como resultado de outras doenças associadas com metabolismo e possuem problemas (o que é um outro caso e que muito difere da apologia a obesidade feita por feministas).

Longe de dizer que todo obeso é um criminoso. Muitas desta pessoas tem problemas de auto-estima, traumas, doenças severas etc e devem possuir ajuda que pode vir através de certo conselho adequado. Claro  que alguns obesos são alegres e felizes. Mas falando no geral não sobre o pessoal mas sobre a obesidade em si, esta nunca foi uma qualidade ou algo digno de ser estimulado como é pregado pelo movimento feminista que acha isso um “direito de escolha”.

Ninguém precisa ser uma Suzana Vieira da vida que tem medo de envelhecer e se comporta como uma adolescente mimada e é obcecada pelo culto ao corpo. Envelhecer é normal assim como um certo aumento de peso com a idade. Ninguém precisa se comportar como piriguetes, Valescas e outras mulheres prostitutas idiotas que as feministas nesta caso apoiam por quererem atrair mais seguidoras com frases de ordem “corpo e regras” sem objetividade de certo e errado. O problema é fazer apologia a obesidade que é um assunto sério e uma importante questão de Saúde Pública.

Lembrem-se: Quem  não valoriza cuidar da saúde uma hora vai ter que valorizar o tempo para cuidar da doença.