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O feminismo de Gabi Garcia, lutadora de jiujitsu e o “apoio” as mulheres pela revista Gracie Mag. Apoio?

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Diapositiva1Conversando com uma amiga feminista esta semana ela me falou de um exemplo de mulher “forte, moderna” que “faz tudo o que um homem faz” e era “oprimida pelo sistema capitalista ” (tradicional propaganda feminista para desavisadas). A tal exemplo de mulher era a lutadora de jiu jitsu Gabriela Garcia (foto acima) que faz um discurso feminista tradicional (preconceito,  sou oprimida pelo sistema, etc e etc) e que se apoia na guerra entre classes, igualdade total, utopia para defender idéias com fundo feminista-marxista. Fui pesquisar sobre ela, sobre o que ela faz , sua “luta” pelas mulheres e como quer nos representar .

Resumindo: a moça quando era criança era maior que outras meninas e gordinha. Sofria  pois outras crianças de ambos os sexos provocavam ela. Ela cresceu com raiva e revolta por isso e achou na arte marcial um modo de soltar a sua ira. Até aqui tudo bem. O problema é ela se dizer “oprimida pela sociedade” e que hoje que quer ser um exemplo para as mulheres e repete todo aquela propaganda feminista tradicional novamente.

Comprei uma revista na banca que falava sobre ela e fui pesquisar. O que sabemos sobre a “coitada e oprimida” da Gabriela Garcia? A arte marcial que ela treina foi criada por homens e ela treina com outras mulheres em uma equipe formada por homens e aonde o seu professor é um homem. Se fosse oprimida realmente estaria trabalhado na roça sem receber nada, seria escrava de levar chicotadas ao invés de treinar e sendo aceita por homens. Enfim, nestes dias de hoje tudo virou opressão…

Podemos adicionar que depois da nossa pesquisa notamos que enquanto as outras meninas possuem características corporais bem femininas, Gabriela Garcia é fisicamente maior que as outras. Mas tudo bem, isso é genética. O ponto é o vitimismo feminista dela.

O mais engraçado é ver esta menina que mente nos representar no mundo da luta  como fazem as feministas depois vir falar de preconceito e fazer discurso feminista em uma revista  vulgar e de “esportes” como a tal revista Gracie Mag que possui fotos de mulheres nuas como estas abaixo na parte chamada Gracie Girl. Coerência? Pra que, né? Vejam as fotos:

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Ou seja, uma lutadora feminista mentindo nos representar e “lutar por nós “usa da propaganda de uma revista cujo assunto é artes marciais mas que explora mulheres nuas. Coerência manda lembranças para a lutadora e para esta revista sem base. A revista toda alternativa moderna politicamente correta ao mesmo tempo quer agradar tanto que cheira a hipocrisia. Traz uma lutadora simpatizante do feminismo que desconhece as bizarrices  feministas (incesto, falsas acusações de estupro, pedofilia, fim do modelo familiar tradicional, ameaças de morte a homens e mulheres que discordam do feminismo) e ao mesmo traz mulheres nuas de pernas abertas rsrsrs. Que legal, né?

Gabriela Garcia desconhece que o feminismo se apoia no jogo marxista de “somos todas iguais” para defender teorias que ela repete como um papagaio idiota (mas  ela usa do seu peso e tamanho maior para vencer as iguais oponentes menores). Gabriela Garcia usa da falaciosa mentira da dívida histórica para querer vingança contra os “opressores” homens ( que treinam com ela e ensinam ela). Ela usa do mesmo argumento marxista de guerra entre classes para dizer lutar contra “o sistema opressor” masculino.

Resumindo: Gabriela Garcia é uma idiota útil (leiam mais aqui e aqui). Desconhece que feministas nascem do marxismo e comunismo (vejam mais aqui) apoiam a pedofilia, o falso testemunho perante a lei (aqui), o incesto (veja aqui), o relativismo moral, o fim do modelo familiar tradicional (aqui)  e tantos outros absurdos. E pelo que andamos pesquisando esta tal lutadora vive viajando para os EUA rsrsrs.

Pesquisando mais um pouco descobrimos que ela reclama por ter pouco reconhecimento. Depois de olhar uma outra revista, achamos que lutadores menores homens ganham MENOS que lutadores maiores homens. Ou seja, as pessoas querem ver lutar homens de maior porte e assim quem organiza os eventos paga mais para os lutadores maiores devido ao maior interesses dos espectadores (lei de mercado). Porém, para uma feminista ou marxista isto é “injusto” pois todos devem “ganhar a mesma coisa” (puro marxismo). E assim começa o vitimismo socialista e a luta pela “igualdade”.

A tal lutadora que hoje se orgulha de “ser forte e se aceitar como é ” (conversa feminista) na verdade emagreceu e possui  massa muscular. Se caso se aceitasse de verdade como prega teria se mantido gordinha pois afinal isto é o que o feminismo prega, que sejamos gordas (Vejam o nosso post antigo aqui sobre o assunto).

Esportes e MMA: Quando o preconceito parte das feministas e a polêmica lutadora/ lutador transexual.

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Boa noite, meninas. Meu nome é Carmem, estudo Educação Física e me formo em 6 meses. Pratico artes marciais desde criança e hoje treino MMA e jiu jitsu brasileiro. Meu primeiro esporte foi o balé que me ajudou com a flexibilidade. Anos mais tarde, aos 12 anos começei a lutar judo e desde então não parei mais.

Estudo em uma universidade aonde a Educação Física fica perto das humanas e sociais. Neste meio das humanas e sociais é muito grande a quantidade de mulheres, praticamente maioria e dentro deste grupo de pessoas existe o grupo das feministas que também é enorme. As feministas, apesar de falarem frases bonitas ao meu ver e ao ver de algumas colegas são as pessoas mais preconceituosas do mundo embora se escondam na imagem das falsas pessoas exemplares. Eu debati com muitas delas que se demonstraram muito preconceituosas.

Como educadora  física e competidora em artes marciais, levo ume vida um regrada. Dieta, treinos, dormir cedo, evitar fast food e tudo o mais, além de estagiar, trabalhr e estudar. A pessoa que mais me apoia é o meu namorado, que também leva ume estilo de vida igual ao meu. Muitas vezes queremos desanimar mas um apoia o outro. Depois dele, meus familiares também me apoiam e os meus colegas de treino formam o terceiro grupo. Embora existam umas garotas que também treinem, é com os garotos que eu mais aprendo em relação a lutas. Luto e treino mas sem perder a minha feminilidade. Sempre foi assim.

Nunca sofri preconceito com eles, nunca. Tiver que batalhar para ser respeitada porque existem  marias tatame feministas que querem vir treinar para ter contato com o sexo masculino e cujo interesse pelas artes marciais é desculpa para xavecar os garotos. Posssuo vergonha deste tipo de mulher que sempre atrapalha a vida de quem fazer algo sério. Eu entrei na academia namorando um lutador que treina sério e mostrei que queria aprender a lutar de verdade e fui respeitada. Inclusive sinto-me muitas vezes mais a vontade com os garotos que possuem fortes valores morais com origem nas artes marciais do que com mulheres feministas.

Meus colegas de treino homens nunca abusaram de mim quando lutamos. Apesar de sere maiores e mais fortes em 95% dos casos, sempre priorizam a técnica ao invés da força bruta e sempre aliviaram comigo. Muitas vezes o treino endurece mas eles sempre foram respeitadores, gentis e nunca foram covardes. Nos casos em que tive problemas no ringue ou no tatame, sempre foi com uma mulher que se provaleceu de algum modo e foi mais agressiva por falta de controle emocional.

Na universidade aonde estudo o pessoal da Educação Física sempre é taxado e julgado pelo grupo das humanas e sociais. Este grupo, em geral formado por lésbicas é metido a ser o grupo intelectual. São arrogantes e acham que podem tudo e sabem tudo com suas teorias retiradadas de livros somente lidos por elas. Em geral, as mulheres deste grupo são acima do peso ou muito magras e muito amarguradas. Como boas lésbicas feministas (que talvez explique a raiva pelos homens) dizem que sofrem preconceito e tudo o mais mesmo elas mesmas que sejam extremamente preconceituosoas e revoltadas. Eu sou somente um exemplo mas sei de outras pessoas que sempre são taxadas de algum modo pelas feministas.

Mais de uma vez vi elas destilarem veneno contra pessoas de outros cursos. Inclusive taxam quem estuda Educação Física como uma pessoa escrava do corpo. Bem, eu cuido do meu corpo porque gosto, é o meu templo e a minha ferramenta de trabalho. Cuido do meu corpo porque um corpo bem cuidado ajuda na prevenção de doenças. E para estas preconceituosas feministas que talvez tenham inveja ou fiquem criando desculpas vitimistas para manter esta imagem de “intelectuais amargas e revoltadas”, eu e muitas outras pessoas somos muito mais que somente corpos. Depois de acabar a universidade provavelmente entrarei em um mestrado em fisiologia esportiva. Existem muitos professores e educadores que treinam e estudam muito e demonstram ser muito mais que corpos bonitos.

Sofri preconceito das feministas por quererem cuidar a minha dieta, por ofenderem o meu namorado que é um amor de pessoas e me apoiou em momentos complicados da minha vida, por ofenderem a minha profissão que amo de paixão e muitas outras coisas mais.Feministas não me representam.

Parabéns e amei o blog. Virei seguidora. Escrevi um texto abaixo sobre difefença entre sexos e MMA  se alguém se interessar. Beijos.

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A lutadora transexual Fallon Fox finalmente conseguiu sua liberação para lutar. Após estudo para ver se a lutadora não os enganou, a Comissão Atlética do Estado da Flórida a liberou para voltar às competições. Ela nasceu homem e se transformou em mulher.

O ponto é:

Possui força de homem ou mulher? (Homens em geral parecem ser mais fortes que mulheres). Logo, se ela tem a força de um homem, não deveria enfrentar mulheres e sim um homem. Sem subestimar a capacidade de ninguém mas falando em igualdade e justiça é desleal colocar pessoas com capacidades bem diferentes para agradar os politicamente corretos por esta  mentirosa igualdade.

Ah, “mas ela toma hormônio feminino”.”Ela é uma mulher sem ovários, sem trompas de falópio e sem útero”. Depende, existe transexual que não usa hormonio, mas outros usam. A priori, não da pra saber se o transexual ainda tem a força de um homem ou não, por isso o justo seria mulher x mulher ou homem x homem. Muito complexo e da chance apenas pra controvérsias. Ou deveriam criar uma categoria somente para travestis.

Logo uma feminista idiota aparece falando de igualdade, que mulher pode bater em homem, etc e etc. Estas malucas deveriam saber que em artes marciais existem categorias de peso e de sexo para preservar quem luta e evitar injustiças. No esporte, assim como em muitos casos biologia supera ideologia. Existem categorias sem peso em algumas artes marcias mas isto é opcional. Luta quem quer,  nunca é regra. De resto, lutamos mas ninguém arrisca se machucar por ser cobaia de feminstas que acham que tudo é igualdade.

Que justiça seria colocar alguma lutadora como a Ronda (mulher de pequena estatura) contra o Minotauro ou o Anderson Silva (maiore e mais fortes) mesm que a técnica seja similar?