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Miss EUA 2017 é mulher, negra, cientista nuclear e bonita. Mas não quer ser chamada de feminista. E feministas piram

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Uma das coisas mais legais de hoje é ver uma pessoa vencer batalhas sem fazer vitimismo. E num mundo com feministas e justiceiros sociais esquerdistas chorões  isso é um feito raro.

Felizmente existem grupos como Negros contra o movimento negro, gays contra o movimento gay como Milo Yiannopoulos e grupos similares ao nosso #mulherescontraofeminismo que seguem fatos e lógica sem cair na propaganda esquerdista.

Vejam este caso da Miss USA 2017

Na noite do último domingo (14), a Miss Columbia #KaraMcCullough foi coroada a nova Miss Estados Unidos 2017 e entrou para a história.

Descrita pelos jurados do concurso como “uma das competidoras mais inteligentes da memória recente”, a cientista de 25 anos venceu a Miss New Jersey Chhavi Verg na disputa pela coroa.

McCullough nasceu em Veneza, na Itália, e cresceu em Virginia Beach, estado americano.

 Ela se formou na Universidade Estadual da Carolina do Sul em química e trabalha para a Comissão Reguladora Nuclear dos EUA.
 Ou seja: mulher (desculpem, travestis), negra, nascida na Europa e cientista nuclear. E para a raiva das feministas: bonita.

Antes de ganhar a coroa, McCullough precisou responder algumas perguntas sobre o cenário político do país. Questionada se um sistema de saúde pública nos EUA seria um direito ou um privilégio dos cidadãos, ela respondeu que “definitivamente era um privilégio”.

Kara conhece de economia e sabe que Não existe almoço grátis” (Milton Friedman)

Depois, ela foi questionada se ela se considerava uma feminista.

“Eu realmente não quero me considerar feminista – tente não me considerar como alguém intransigente, você sabe, ‘Oh, eu realmente não me importo com os homens’. Mas uma coisa que eu vou dizer, porém, é: Mulheres, somos tão iguais quanto os homens quando se trata de oportunidade no mercado de trabalho”, afirmou.

As respostas da nova Miss EUA 2017 geraram controvérsias no Twitter. E ela foi obviamente atacada pelas feministas sem piedade.

Se é cientista é inteligente, se é inteligente não é feminista.