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Ficar em forma ou engordar? A luta feminista a favor da obesidade maquiada como “direito de escolha.”

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Feministas em geral detestam ficar em forma. Uma ou outra que usa de EUPIRISMO ou EGOPIRISMO pode dizer que se exercita pois é “a feminista diferente” mas uma boa parte dos argumentos do movimento feminista é que cuidar do corpo é “obra de mulher submissa, Amélia e burra mandada pelo patriarcado”. Isso na verdade é uma forma de preconceito pois uma mulher com um corpo legal também pode ser inteligente mas quando as feministas  falam o preconceito é maquiado por politicamente correto e vira uma coisa “moderna e contra o sistema” permitida. Isto é muito usado por marxistas culturais para justificar todos seus atos.  Assim elas podem ser preconceituosas. Se olharmos feministas como a blogueira Bola (ops, Lola) e outras gurus que comandam a massa de manobra podemos notar que esta conversa vira  um lema que é seguido por grande parte do movimento feminista. Ser obesa é legal, ser moderna e contra o sistema “que nos oprime.” Vitimismo e feminismo andam sempre juntos e atos como estes das feministas que pregam “que tudo nos oprime” é somente um modo para atrair jovens desavisadas que de tanto terem o cérebro lavado acham que virar funkeira como a Valesca é coisa chique ou ato de orgulho de uma “luta pela liberdade”. Feministas sempre copiando o mal exemplo. Sempre.

Qual o problema disso que inclusive é pregado em livros feministas e sites feministas?

Bem, apesar da liberdade de cada pessoa fazer o que quiser existir, a apologia neste caso a obesidade gera alguns problemas como:

A)     A cultura do mal exemplo vista como moderna ou a falta da cultura do bom exemplo. Aqui no Brasil isto é muito comum e é pregado como modelo moderno para as crianças por professores as doutrinam desde cedo. Jogue a liberdade usada como desculpa para tudo e o direito de escolhas usadas de modo infantil e misture a uma teoria doida e criamos um monstro, que em muitos casos viram leis e na nossa terra cada vez mais sem moral. Nossos exemplos se tornam o que deveria ser combatido. Relativize o que é certo e errado e negue o senso comum. Neste lugar, ser certo é errado e ser errado é certo. Neste lugar funk vira tese de mestrado e estudar de verdade é coisa antiquada. Neste lugar ser acima do peso é sinal de ser intelectual. Pessoas loucas como feministas e marxistas ainda justificam isso com teorias sem pé nem cabeça. Uma governante de esquerda certa vez disse que a diabetes “era doença de rico”. Um ex-presidente nosso afirmava que nunca precisou estudar. Reparem que o que se esconde nestes argumentos é sempre a mesma coisa e a longo prazo isto somente colabora para problemas e mais problemas pois o que é bom é visto como “antiquado e opressor”.

B)      Apologia a obesidade. A obesidade é uma das doenças que mais cresce no mundo moderno e atinge inclusive crianças. Muitas delas serão adultos obesos com o nosso atua estilo de vida. Imaginem o futuro delas se ainda forem estimuladas a serem obesas por teorias feministas e afins. A obesidade gera outros problemas como infartos, derrames e muitas outras doenças se associam e levam a morte. Tudo isso se combate com a “opressora” idéia de exercícios e uma alimentação correta. Mas para as feministas cuidar do corpo é “ser oprimida”.

C)      Gastos de dinheiro. Como este é um problema de Saúde Pública, se existisse uma campanha para educar o povo a se exercitar muitos gastos poderiam ser cortados.

D)     Depressão. Pessoas obesas podem dizer o que quiserem mas em geral elas tendem a ser mais depressivas. Se exercitar ajuda a pessoa no aspecto mental e social também.

E)      Problemas ao se locomover, com o metabolismo  e função de órgãos vitais . Que tem ou teve algum familiar obeso sabe como é complicado para estas pessoas se locomoverem. Algumas pessoas são obesas como resultado de outras doenças associadas com metabolismo e possuem problemas (o que é um outro caso e que muito difere da apologia a obesidade feita por feministas).

Longe de dizer que todo obeso é um criminoso. Muitas desta pessoas tem problemas de auto-estima, traumas, doenças severas etc e devem possuir ajuda que pode vir através de certo conselho adequado. Claro  que alguns obesos são alegres e felizes. Mas falando no geral não sobre o pessoal mas sobre a obesidade em si, esta nunca foi uma qualidade ou algo digno de ser estimulado como é pregado pelo movimento feminista que acha isso um “direito de escolha”.

Ninguém precisa ser uma Suzana Vieira da vida que tem medo de envelhecer e se comporta como uma adolescente mimada e é obcecada pelo culto ao corpo. Envelhecer é normal assim como um certo aumento de peso com a idade. Ninguém precisa se comportar como piriguetes, Valescas e outras mulheres prostitutas idiotas que as feministas nesta caso apoiam por quererem atrair mais seguidoras com frases de ordem “corpo e regras” sem objetividade de certo e errado. O problema é fazer apologia a obesidade que é um assunto sério e uma importante questão de Saúde Pública.

Lembrem-se: Quem  não valoriza cuidar da saúde uma hora vai ter que valorizar o tempo para cuidar da doença.

Marginais soltos, caos na segurança pública, marxismo cultural, valores invertidos e universidades marxistas.

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ufrgs

“Oi meninas. Tudo bem?

Meu nome é Adriana e sou do Rio Grande do Sul. Faz alguns dias eu me lembrei do que é escrito aqui no blog pois começo a perceber que é pura verdade. O que me fez pensar foi um debate sobre segurança aqui em Porto Alegre. Em resumo: dois marginais foram presos aqui em Porto Alegre depois de terem cometido um crime. Os marginais cometeram um crime e enquanto fugiam dispararam tiros em uma rua bem movimentada que poderia ter atingido qualquer pessoa. Os marginais depois foram presos graças aos policiais que deram uns sopapos neles.

Logo depois um jornalista aqui do sul, o Lasier Martins, fez um comentário no Jornal do Almoço, programa da RBS (filiada da Globo), defendendo os dois marginais que que foram presos pela BM na rua Cristiano Fischer, comentando que os “pobrezinhos” foram agredidos pelos  policiais. Lembrei do blog, do post sobre segurança que foi escrito sobre os problemas do RJ e SC (aqui) e pensei: Valores invertidos>governo e propagandas marxistas culturais> povo marxista cultural> problemas de segurança, caos social, terra sem lei, sem certo e sem errado.

Começo a perceber que isto é mais comum do que pensamos. Eu achava que estava sozinha quando pensava isso e agora entendo o porque. Aqui no Rio Grande do Sul ainda existe a Universidade Federal do Rio Grande do Sul que embora seja boa é um ninho de professores marxistas culturais que quase sempre defendem causas tortas por um “mundo melhor”. Os estudantes de alguns cursos da Federal daqui adoram chamar quem segue o senso comum de fascista e reacionário. Parece que eles vivem em mundo parelelo e fora da realidade.

Noto que é  por causa dos comentários destes que vivem fora do mundo real que nós POPULAÇÃO estamos cada vez mais encarcerados e notamos criminosos barbarizando a população, porque sempre tem alguém para defende-los procurando uma justificativa. Mas defender quem trabalha, estuda e é honesto ninguém quer. Talvez marxistas culturais sejam massa de manobra mas defendem de modo direto ou indireto por politicamente correto algo que deve ser condenado. Teve também uma mulher que filmou e mandou para o jornal o ocorrido e aposto que essa no dia em que for assaltada vai reclamar.

Por esse tipo de gente que esses criminosos se proliferam e nós pessoas de bem ainda temos que conviver com isso. Também não é mero acaso que dois importantes nomes do marxismo cultural no governo do Brasil como Tarso Genro e Maria do Rosario sejam daqui. Tarso inclusive é a favor da lei da imprensa que ao meu ver cheira censura e é o mesmo que defendeu aquele terrorista italiano. Talvez o RS seja o estado mais marxista cultural do Brasil infelizmente. Eu pessoalmente acho que a UFRGS é a universidade mais marxista cultural do Brasil. Muito estudante compra a idéia de ser visto como intelectual, moderno, sem regras que os professores marxistas vendem com o objetivo do mundo melhor em um modelo marxista. Por isso muitos apoiam o feminismo e causa assim, mesmo que depois se lamentem do estado da sociedade do Brasil, problemas de segurança, etc.

Conheço também pessoas que fazem mestrado ou doutorado no exterior em lugares até conservadores e ficam felizes com a objetividade e valores morais destes  mas que querem que  o Brasil se tranforme em Cuba ou qualquer outro estado marxista. Eu acho que nem os marxisas sabem do que falam e nem realmente acreditam no que pregam. Isto também vale para as feministas que vivem em um mundo fora da realidade. Por exemplo, no meu curso 80 é composto de outras mulheres e 20% de garotos. Se ainda fossemos oprimidas isso seria diferente. Sei que as mulheres sempre estudaram pois li isso aqui. Mas as feministas fecham os olhos para isso. Feminismo virou religião, assim como qualquer doutrina marxista cultural.

Publiquem o meu e-mail se acharem interessante. Obrigada pelo espaço.”

Adri

Recebido via e-mail no dia 18/04/2013. Deixamos aqui algumas  perguntas: Qual seria a universidade mais marxista cultural do Brasil? Os estudantes percebem que são doutrinados e se tornam massa de manobra como no caso de estudantes daquela professora, a Tatina Lionço, que defende teses absurdas e ganha para ainda para “pesquisar”? Os professores marxistas culturais percebem que são manipulados e manipulam criando uma cascata de valores invertidos que atinge a todos, inclusive eles mesmos? As pessoas realmente depois querem debater por acreditarem nestas mentiras marxistas culturais ou isto é somente hipocrisia para passar por intelectual e depois reclamar do caos no mundo sem fazer nadar para mudar?

Comissão de direitos humanos, Jean Wyllys, Marcos Feliciano, marxismo cultural e a cultura do bom exemplo.

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marxismo cultural Jean Wyllys feminismo

Impossível ficar indiferente a este debate que praticamente virou uma guerra. De um lado temos Marcos Feliciano e seus defensores. Do outro Jean Wyllys, todo o movimento GLBT e a mídia. Porém, saibam que estas não são as únicas alternativas. Além disso deveriamos  meditar sobre o real objetivo deste debate e o que provavelmente resulte dele. Ou quem sabe meditar sobre as reações que ele cause, pois mostra muito do que é feito o Brasil e do que valorizamos como povo.

Primeiro, achamos que brasileiros e brasileiras possuem outras prioridades reais. Existem n Ministérios, comissões, leis e afins  mais importantes e cujas funções nos golpeiam mais durante o dia-a-dia. A Comissão de direitos humanos é importante por um lado mas no geral é quase insignifcante perto dos problemas do povo brasileiro. Claro que deveriamos olhar por tudo e todos, mas se não cuidamos do que é importante, como iremos dar atenção para algo que quase pouco nos atinge? Prioridades, pessoal.

Este debate entre o ator Jean Wyllys, movimento GLBT e Marcos Feliciano muito agrada outras pessoas com pésssima intenções. Tira o foco de assuntos sérios e que poderiam gerar debates sérios. Muitas coisas acontecem nesta falta de prioridades brazuca que é de assutar pois aqui tudo é relativo. Neste meio tempo, políticos condenados no julgamento do mensalão por corrupção ativa e formação de quadrilha, tomam posse como deputado federal. E aqui ninguém fala nada. Ninguém protesta. Ninguém faz passeatas contra isso, pois o foco é o ex-BBB estrela e um pastor que tem como crime discordar do ativistas GLBT. Os artistas marxistas culturais como Caetano, Preta Gil e outros, sempre apoiadores de uma revolução por “um mundo melhor”, ao invés de usarem do seu poder para chamarem atenção para o crime, levam a luz do holofote para um tema QUASE sem importância. Tanto estes políticos condenados no julgamento do mensalão, como os artistas intelectuais como Caetano anti-capitalista mas que cobra caros por seus shows, como a mídia, Jean Wyllys e seus seguidores (movimento GLBT, feministas e afins) possuem um discurso de base marxista cultural. Seguem a cartilha perfeitamente e tudo isso passando por “modernos revolucionários” que prometem um mundo melhor.

E Marcos Feliciano e Jean Wyllys? Bem, além de servirem como fantoches, querem poder como todo político . Marcos Feliciano, não é santo e nem o apoiamos em tudo o que fala mas ele possui a sua opinião que é baseada no que acredita e tem o direito de falar isso. Seja isso certo ou errado, quem decide é o povo. Este é um dos lados da democracia, afinal teve votos o suficiente enquanto Jean Wyllys… não. Além disso, Feliciano pelo menos defende a família, sem relativismos morais e alguns valores de base para qualquer sociedade. Isso todas as pessoas possuem, independente de crença. Mas o “crime” que ele cometeu e por isso parece estar sendo perseguido hoje foi se opor ao que o movimento quer GLBT pregar como normal, como padrão, além do movimento GLBT perder dinheiro. Tudo isso gerou revolta de alguns militantes deste movimento.

O Jean Wyllys é um caso a parte e sua incoerência é totalmente feminista. Pseudo-intelectual que apoia marxistas culturais como Che Guevara (que estuprava mulheres além de mandar matar e torturar homosexuais dentro do regime cubano), ele fala de direitos humanos. Pertecente ao PSOL , ele clama por paz sendo que o fundador do seu partido queimou um homem vivo. Ex-participante de BBBs da vida ele quer falar de “nova cultura” mesmo que isso gere caos social. Defensor do orgulho gay ele quer criar lei para processar quem chama um gay de gay.Ele é o mesmo que quer um estado laico mas diz ter sido eleito a deputado por santos de crenças afro. Jean é a incoerência em pessoa.

Como marxista cultural ( o marxismo cultural usa de estratégias para a destruição da família, um dos seus objetivos), ele quer acabar com a família tradicional (mulher x homem) que ele enxerga como “antiquada e reaça”, pois todos devemos ser iguais e ter direitos iguais na sua utopia mental.Em uma futura etapa ele talvez deseje querer quem sabe exigir licença maternidade para homosexuais mesmo sabendo que é impossível duas pessoas do mesmo sexo se reproduzirem. A ditadura da igualdade é algo que deve ser forçado em prol de mundo melhor. E isso é algo muito similar ao modo como surgiu o nazismo.

Jean Wyllys que passar por cimas de leis constitucionais para criar leis especiais, que geram mais injustiças de modo proposital, para dar o troco. E isso em nome do que ELE acha certo, censurando as pessoas e sociedade ao seu redor, além de uma doutrinação nacional sobre a escolha sexual dele, que acha isso “moderno e futurista”.

Além disso, Jean Wyllys adora propagar a idéia do péssimo exemplo. Quem tem filhos e educa sabe que o ser humano aprende por exemplo. De um bom exemplo ao seu filho e ele vai ser uma pessoa do bem. E sim, existe o bem que nunca foi relativo. Ensine o seu filho a estudar, bons valores, bons exemplos, respeito, senso de justiça, empatia e toda uma sociedade vai melhorar e ser primeiro mundo. Mas o que vai Jean Wyllys? Ele quer que crianças brinquem sexualmente com outras crianças. Quer que prostitutas sejam legalizadas e vistas como nobres. E faz isso perto da copa do mundo e sabemos que muitos turistas sexuais virão ao Brasil pela péssima fama da mulher brasileira. Não seria melhor dar oportunidades a estas mulheres para sair desta vida ao invés de glamourizar esta profissão? Este BBB 😦

Alguém vai dizer: Espere, isto é homofobia? Errado. Simplesmente discordamos do movimento GLBT neste ponto e temos direito de fazer isso. Hoje tudo virou homofobia. O homosexual tem o direito de se relacionar com quem quiser e deve ser respeitado por isso. Casar? Adotar crianças? Discordamos deles sobre isso assim como outros homosexuais também discordam dos movimentos GLBT neste mesmo caso. Nem todos gays querem casar e adotar crianças. Sim, existem pessoas que querem simplesmente viver em paz sem querer dominar o mundo como faz Jean Wyllys, uma pessoa infantil que não sabe ser contrariada. Entendam de uma vez que Jean Wyllys e o movimento GLBT não representam os homosexuais. Eles representam eles mesmos e um movimento organizado. O mesmo que as feministas que representam somente elsa mesmas. Inclusive muitos homosexuais discordam do movimento gay e sofrem com este movimento marxista cultural que exige liberdade de opinar sem respeitar o que os outros opinam.

Sobre as prostitutas e outras leis: A falta de uma bússola de valores para Jean Wyllys e a sociedade brasileira.

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Podemos dizer que a crise no Brasil hoje deixou de ser financeira para ser uma crise moral por causa de pessoas como o ex-BBB Jean Wyllys e seus simpatizantes. Como a nossa cultura relativiza o que é certo e errado por simpatizar com o marxismo cultural, com a propaganda feminista marxista cultural e simpatizantes, uma ditadura politicamente correta nos é imposta todo o dia e deixamos de ver absurdos que agridem o senso comum de qualquer sociedade que queira paz e harmonia. E tudo isso vira lei, que com o tempo vira a ditadura do copiar o pior ou valorizar o pior. Valorizar outras prioridades ou quem trabalha bem, nada. Ninguém lembra disso. Na verdade, os corruptos ficam felizes com isso.

Neste Brasil que ainda deve melhorar em muitas coisas realmente sérias o que percebemos acontecer? Prioridades idiotas, censura politicamente correta ao opinar sobre o que qualquer ser pensante discordaria  mesmo se forem absurdos como demonstra a mais atual triste iniciativa de Jean Wyllys, que infelizmente mostra a realidade do nosso  país, campeão de leis absurdas. E tudo isso idealizado por feministas e outros marxistas culturais. Podemos perceber em leis como a lei da presidente Dilma sobre o “machismo” no nosso idioma e que exige que seja chamada de presidentA. Ou aquelas pessoas que querem mudar o nosso idioma e escrever tudo com @ ou x no final. Ou outras que querem leis que legalize a prostituição (assim como legalizaram o funk como “cultura tradicional do Brasil”) ou a tal lei de crimes cibernéticos mas que levou o nome de Carolina Dieckmann. Para quem desconhece, Jean Wyllys quer legalizar a prostituição.

Mas esta é a propanganda do futuro : “Vamos vender sexo ! Vamos Legalizar a Prostituição ! Vamos legalizar drogas ! Vamos Legalizar o aborto ! Tudo é hipocrisia e quem discorda é “reaça”. Nossa, como ficará o Brasil daqui a alguns anos ?

Podemos perceber o que acontece com a sociedade brasileira, com atos errados que se transformam em certos, valores invertidos que atingem até o marxistas culturais (futuro post) e tudo o mais. Mas como é proibido falar pela  censura/ ditadura do politicamente correto, deixamos isso crescer, crescer até que isso explode e nos atinge a cada dia mais.

Agora a prostituição vai ser legalizada como uma profissão. Quem deseja isso é o Jean Wyllys e seus simpatizantes. A sociedade cada vez mais denegrida e temos certeza que muitos aqui vão dizer, alias, já estão dizendo que, só os religiosos são contra, que é preconceito, que as pessoas devem respeitar os direitos das outras, que cada um usa do seu corpo como deseja e qualquer outra desculpa marxista cultural. E ninguém pode discordar porque isso é “oprimir” e ser uma pessoa “de mentalidade antiga”.

Agora o Jean Wyllys quer transformar o Brasil em Amsterdam quando os holandeses começam a perceber o erro que fizeram e reclamam disso. Coisas extranhas estão acontecendo. Seria porque é mais cômodo legalizar a prostituição do que tentar auxiliar de verdade as pessoas que são vítimas ou não são dela/ direta ou indiretamente? Direito que ninguém pode julgar? Ou talvez o governo brasileiro saiba que com os eventos como Copa do Mundo iremos ter aumento de turistas sexuais (o que gera impostos se legalizarmos as prostitutas) querendo provar o que o feminismo sempre pregou: a nossa péssima fama de mulher brasileira com frases sem responsabilidade de “meu corpo, minhas regras”, “ninguém pode nos julgar”. Tudo isso acontece misturado com o tradicional vitimismo marxista cultural.

Caro Jean Wyllys, ante de legalizar a prostituição vamos legalizar o feijão e o arroz no prato da população que é a melhor coisa a se fazer. Chega, o mundo não se resume apenas em pênis, sexo e vagina não. Deveriamos crira leis para dar oportunidade as pessoas e valorizar quem soma a sociedade em todos os sentidos. Ninguém vai para prostituição por vocação ou desejo (talvez marias chuteiras e afins). Temos certeza que a maioria das prostitutas gostariam é de uma oportunidade de verdade na vida, de novos empregos, de atendimento digno à saúde da mulher, não de abrir mais uma vala para as jogar ali dentro. Muitas matérias da imprensa hoje crucificam quem discorda de feministas- GLBT e afins e outra exaltando estes grupos a favor da remuneração da prostituição e outras leis absurdas. Acorda Brasil. Isto é querer um futuro assustador, ainda mais aqui aonde o errado é sempre certo. Olhem o que acontece no nosso dia-a-dia.

A defesa de valores errados são prejudiciais para a sociedade, ainda mais nessa nossa época em que as pessoas tem saído de uma mentira achando serem libertas para caírem em outra. Vamos parar de hipocrisia e utopias baratinhas, o mundo nao é essa liberdade maravilhosa e modernete que algumas pessoas idealizam. Precisamos que alguém presenteie Jean Wyllys e outros marxistas culturais com uma bússola de valores e que os ensine sobre o que é prioridade no Brasil ou deveria ser.

Feminismo e marxismo cultural: a relação que nos atinge todos os dias em universidades, propagandas e escolas

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marxismo cultural feminismo

1) O que é o marxismo cultural?

Marxismo cultural é uma vertente do marxismo clássico mas com uma sutil e importante diferença. Enquanto o marxismo clássico se baseia em um conjunto de ideias filosóficas, econômicas e políticas (quase sempre em questionar o capitalismo e valores ocidentais vistos como antigos e caretas), o marxismo cultural atua na sociedade de modo quase invisivel, se infiltrando na cultura, nas escolas, Universidades, cinema, teatro, TV,outras formas de arte e instituições culturais da sociedade. De um modo mais grosseiro, podemos afirmar que o marxismo cultural é uma forma de propaganda que ajuda a lavar cérebros. Ele é muito forte no Brasil e é usado por alguns grupos com sedutoras promessas.

2) Mas o marxismo não faliu com com o fim do comunismo?

Em primeiro lugar, comunismo e marxismo são coisas diferentes. Em segundo, não, o marxismo não faliu completamente com o fim do comunismo. O marxismo clássico pode ter falido por ser uma ideologia incapaz, utópica e impraticável no mundo real, tanto do ponto de vista econômico (principalmente) e geopolítico. Por outro lado o marxismo cultural foi desenvolvido e demonstrou-se ser mais efetivo e mais forte, sendo usado como um tipo de “nova arma” intelectual para defensores de ideologias marxistas.  O ponto chave do marxismo cultural é o seu forte poder de propaganda que prega o mundo perfeito e politicamente correto, o modo que se infiltra nos meios culturais e que no Brasil encontrou espaço na sociedade brasileira.

3) Quem criou o marxismo cultural?

O marxismo cultural teve como criadores intelectuais marxistas que perceberam o fracasso do marxismo clássico e da luta armada marxista . Poderiamos chamar estas pessoas de “guerrilheiros intelectuais marxistas”. Logo, eles desenvolveram o marxismo cultural. Alguns deles foram Georg Lukács, Antonio Gramsci, entre outros. Um dos momentos importantes do marxismo cultural foi a criação da Escola de Frankfurt, uma escola de teoria social inter disciplinar neo-marxista. Tais pensadores marxistas mudaram a estratégia para o sucesso do marxismo.

A “Escola”  foi fundada no auditório da Universidade de Frankfurt em 22 de junho de 1924 como resultado de um encontro preliminar denominado de Erste Marxistische Arbeitswoche (Primeira Semana de Trabalho Marxista), ocorrido em um hotel em Ilmenau.

A fundação do Instituto é devida a Félix Weil, um jovem intelectual marxista que conseguiu convencer seu pai Herman Weil, um rico negociante, a amparar o pessoal da instituição que ele idealizou.

4) Quais são alguns dos dos princípios e estratégias do marxismo cultural?

  1. Lutas entre classes. Herdado do marxismo econômico. Substituindo proletariado x burguesia por Homem x mulher, esposa x marido, homem x mulher, adultos x crianças, brancos x negros, altos x baixos, etc. A velha idéia de “dividir para conquistar”. Divide-se a sociedade em grupos distintos para em seguida caracterizá-los como opressores ou vítimas a fim de quebrar a harmonia entre eles, sabendo que a paz acabaria e isso seria um excelente começo para implementar um novo sistema mais “progressista” cuja solução viria em uma sociedade marxista com a promessa de uma sociedade melhor, “perfeita”. Observem as leis brasileiras que prometem melhoras para certos grupos e que usam da justificativa da estratégia 5.
  2. Atacar a célula- mãe que molda o ser humano e gera empatia: a família. Marx via a família como o principal obstáculo na eliminação da propriedade privada e na submissão do povo ao Estado e o marxismo cultural herdou isso. Por isso os marxistas culturasi focam em desconstruir (na verdade destruir) o tradicional modelo familiar. Podemos considerar isso a mais radical aplicação da luta entre classes por isso o destaque, afinal, para a maioria das pessoas família é uma coisa sagrada mas não para os marxistas. Marxistas culturais adoram pregar um novo modelo de família que segundo eles é mais moderno para destruir o modelo antigo (visto enganosamente sempre como mau e ruim) pois somente este permite as pessoas procriarem. Hoje tal estratégia é muito usada por feministas e ativistas GLBT. Por isso, motivar esta guerra com o fator 1, a luta entre classes. O sucesso desse método é comprovado, tendo convertido a juventude da Alemanha ao Nazismo (um movimento socialista) a partir da endoutrinação das crianças nas escolas.
  3. Métodos a longo prazo. Essa estratégia da ênfase é no ensino das crianças, estudantes e em universidades, principalmente federais. O foco aqui é mudar o cerne do ser humano, mudar o subconsciente humano, mudar o senso comum, por isso  atuar nas crianças, estudantes e universidades, cujos professores as vezes sem saber simpatizam também com o marxismo cultural.  Simplificando, lavar cérebros e doutrinar estudantes exaltando idéias marxistas que combatam os valos ocidentais. Os relativismos surgem aqui e os valores invertidos também. O Brasil mostrou-se um terreno fértil pela cultural brasileira em si possuir simpatia por este tipo de idéais aonde o errado é certo e o certo é errado.
  4. Desconstrucionismo. A desconstrução de um texto (ou de um fato histórico) permite que se elimine o seu significado, substituindo-o por outro que se pretende com uma sedutora propaganda. Desconstruir um texto, uma sociedade, um grupo, uma identidade com a promessa de algo melhor para uma sociedade “perfeita”. Marxistas culturais adoram distorcer o sentido e tirar a objetividade dos argumentos. Isto atrapalha o oponente em um debate.
  5. Patrulha de idéias e politicamente correto. O patrulhamento que censura idéias ou pessoas que opinam contra quem é “correto” e que luta por alguma justificativa de passado que influi no presente. Uso de propaganda, falácias e ofensas do grupo politicamente correto para com o outro grupo como forma de censurar e demonizar pessoas ao invés de ver os fatos. Um exemplo disso é criar uma  “dívida histórica” sobre casos reais ou fantasiosos de injustiças entre pessoas e grupos existentes no passado  que hoje tornam a ser abertos para novos grupos se vingarem de certa forma ” politicamente correta” perpetuando assim mais injustiças. Imaginem se toda pessoa devesse responder por atitudes de seus antepassados?
  6. Revolução cultural, com o objetivo de mudar o senso comum da humanidade sobre o que é certo ou errado, relativismos e falta de objetividade o que bate de frente com as diretrizes de quase TODAS as religiões, que em geral possuem boas idéias e valores.
  7. Teoria Crítica da Sociedade cuja intenção é criticar a cultura ocidental. O Ocidente visto como mal e antiquado e os valores que formaram o Ocidente, os valores judaico- cristãos como “errados, injustos”. A promessa de uma mudança para uma sociedade progressita que é sempre superior a tradicional sociedade atual com seus valores “reaças”.  Gostariamos de lembrar que “progressista” e “retrógrado” não são sinônimos de “certo” e “errado”.
  8. O argumento falacioso da falsa dicotomia: Nesta estratégia muito usada por marxistas culturais que é uma forma de censura quando é conveniente, eles ameaçam o oponente com uma falsa dicotomia perante um grande grupo. Ao apresentar uma falsa dicotomia  em ser A ou B como (quando na verdade o assunto pode envolver outras escolhas)  eles tentam calar o oponente se este/esta for inocente nesta estratégia. Assim, o grupo marxista cultural pode falar o que quiser, atacando o oponente ou falando sobre o futuro progressita. Na verdade marxistas não tem qualquer plano para o futuro, eles adiam a solução dos problemas eternamente para o futuro, desse modo não precisam se comprometer pois nem eles acreditam realmente no que dizem. Isto na verdade é um conjunto de sofismas, retórica e demagogia.
  9. Consciência de classe. Lutar como classe, somente pela e para a classe, priorizando o modo coletivo perdendo a individualidade. Por isso o forte apelo coletivo como lutar por ser mulher, por ser isso ou aquilo. E o engraçado é que estes movimentos forçam uma igualdade baseada em utopia e embora digam respeitar a diversidade, na verdade não o fazem.
  10. Nomear o modelo tradicional da nossa sociedade com valores, deveres e responsabilidades como “antiquado, conservador, ultrapassado, etc”. Isto é um ataque usado para censurar e calar o oponente.
  11. Tudo isso transforma-se em uma sedutora propaganda que pode ser vista na TV, internet, universidades e tudo aonde existe cultura. Esta ideologia luta pela sociedade “perfeita marxista” (que na verdade nunca existiu).
  12. Mentir que feministas representam as mulheres, grupos GLBT representam os gays e racialistas representam os negros ou qualquer outra grupo. Justificar a revolta presente com o passado (mesmo que isso seja mentira muitas vezes). Censurar e patrulhar idéias, pensamentos e debates de mulheres, homossexuais, negros e outros que discordem destes movimentos politicamente corretos e que dizem lutar por “respeito, liberdade, igualdade, paz e harmonia”.

5) Quais são os objetivos do marxismo cultural?

O principal objetivo do marxismo cultural é o mesmo do marxismo clássico: a criação de um novo modelo de sociedade que eles sempre afirmam ser melhor (mas que nunca deu certo) sem os valores ocidentais tradicionais que eles encaram como “antigos, repressores, reaças, etc”. O objetivo no final ainda é implantar a revolução marxista. Não através dos meios armados ou de uma movimentação de violência, mas por meio da transformação da cultura ocidental. Algumas pessoas pensam que o objetivo do marxismo cultural é maior que isso.

6) Existem sociedades marxistas hoje?

Existem hoje algumas sociedades nos moldes similares de sociedades marxistas ideais. A sociedade marxista como Marx queria na verdade nunca deu certo e virou utopia. As sociedades que se baseiam no marxismo existem atualmente em governos comunistas como China, Cuba e Coréia-do-Norte. Muitos destes lugares possuem ainda pessoas na miséria, pobreza, censuram pessoas, torturam, diferenças entre classes, etc.

Inclusive, muitas pessoas devem ler para saber que realmente foi o socialismo, os milhões e mortos na mão de Stalin nos GULAGs. E também devem ler para saber que Karl Marx engravidou a própria empregada doméstica e nunca assumiu a criança, que não tinha o direito nem de comer na mesa com os outros filhos, comia no porão da casa. E saber mais sobre Engels era dono de uma fábrica onde os funcionários eram obrigados a trabalhar 16 horas por dia nas piores condições. Que sociedade perfeita é essa com criadores assim?

7) O modelo capitalista e sociedade tradicional são perfeitos e sem falhas?

Não, não são. Nenhum modelo é perfeito e nenhuma sociedade é perfeita. Talvez exista um sistema ou modelo que  possa surgir e mudar isto. Mas o que fatos mostram até agora e a própria história conta é que o modelo chamado como tradicional /capitalista é ainda melhor e superior ao modelo marxista. Fatos falam por si mesmos. Além disso, o modelo tradicional, com valores tradicionais e o capitalismo permitem melhor qualidade de vida para as pessoas, tecnologia e a preservação da espécie humana que consegue ainda viver em harmonia (nem sempre) na maioria das vezes.

8) Cite alguns exemplos de grupos marxistas culturais.

Movimento GLBT -Feminismo -Racialismo são frutos da mesma árvore, a árvore do Marxismo Cultural. A agenda programática dessas três ideologias é basicamente a mesma. Todos estes grupos seguem o que foi citado no pergunta 4. Nada disso é simples coincidência. Pregam absurdos muita vezes não apenas como algo normal mas como algo absolutamente positivo.

7) Como o marxismo cultural nos atinge no dia-a-dia? Cite exemplos?

Com a apologia a falta de objetividade, falta de responsabilidade e outras coisas. Tudo isso, a longo prazo e coletivamente gera um caos social, uma sociedade pior. Repare os valores invertidos aqui no Brasil.

Exemplos: Se ligarmos a TV podemos ver pessoas cometendo crimes, muitas vezes cruéis. Os direitos humanos misturaram casos absurdos de abusos de poder com defesas destes criminosos cruéis culpados, tirando a responsabilidades dos atos destes. A justificativa disso? O criminoso é branco, negro, pobre, isso, aquilo e muitas coisas da pergunta 4. A atitude individual e o ato em si quase nunca parecem ser lembrados. Isso gera impunidade tanto para ricos, como para pobre pois vira cultural. Em lugares assim, ser bandido, criminoso é ter justificativa para tudo.

E a senadora Marta Suplicy com seus planos sobre abolir nome de pai e mãe da carteira de identidade ou o que hoje é considerado modelo familar tradicional para algo “mais moderno, melhor e do futuro”?

Podemos ver feministas que usam todo a pergunta 4 para justificar tudo o que fazem, muitas vezes em atos com total falta de respeito contra qualquer pessoa. Elas esquecem que a sociedade mudou, o mundo mudou e ainda repetem palavras de ordem antigas. E com isso justificam os seus excessos com a pergunta 4. O grupo Femen e gurus feministas (em geral radicais, que comandam as feministas simpatizantes massa de manobra) agem do mesmo modo. A propaganda de liberdade, igualdade, etc é puro marxismo cultural.

Frases de gurus feministas que PROVAM a origem marxista cultural do movimento feminista (embora isso seja claro pelo modo de agir das militantes e atitudes feministas).

1-“O Cáucaso das mulheres sanciona o pensamento marxista-leninista.
(Robin Morgan, Sisterhood is Powerful, p. 597)

2-O feminismo, o socialismo e o comunismo são a mesma coisa, e o governo socialista/comunista é o objectivo do feminismo.(Catharine A. MacKinnon, Toward a Feminist Theory of the State (First Harvard University Press, 1989), p.10).

3-Um mundo onde o homem e a mulher seriam iguais é fácil de visualizar uma vez que foi isso que a revolução soviética prometeu.  (Simone de Beauvoir, The Second Sex (New York, Random House, 1952), p.806)”

Conseguiram enxergar como tudo é padronizado e bem organizado e similar? Tudo isso nasce de estratégias marxistas culturais.

O movimento GLBT que mente representar todos os homossexuais (assim como as feministas fazem conosco e dizem representar todas as mulheres) agem de modo similar as feministas e novamente, pergunta 4.

Grupos racialistas como “orgulho negro, orgulho afrodescendente, orgulho branco, europeu, etc” agem do mesmo modo. Parecem esquecer que somos todos humanos e deveriamos sermos julgados por nossos atos, com deveres e responsabilidades, além de direitos. Nossas atitudes deveriam ser de pessoas adultas, preocupadas em somar a sociedade. Mas aqui novamente feministas usam de armadilhas e estratégias da pergunta 4.

Todos as feministas se aliam e lutam por objetivos comuns e pregam absurdos muita vezes não apenas como algo normal mas como algo absolutamente positivo. A desculpa é sempre a mesma: de um mundo melhor. Seria isto verdade ou é somente propaganda para permitir que elas continuem fazendo os seus absurdos e tentem censurar quem discorda delas?

Universidades brasileiras, professores e pesquisas “estranhas”: o marxismo cultural na figura de Tatiana Lionço

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Nenhuma pessoa representa mais o feminismo e outros movimentos sociais que prometem “liberdade contra quem nos oprime” que a figura de Tatiana Lionço. Ela é uma das representantes do marxismo cultural/ feminismo no Brasil e que talvez explique um pouco a nossa sociedade doente e os nossos valores (ou a falta deles) pois aqui tudo é relativo. Protestamos por causas estranhas e relativamos o certo e o errado, mesmo que depois o errado possa nos atingir.

Professora universitária e pesquisdora federal (ou seja, paga com o nosso dinheiro) ela é uma feminista e simpatizante que prega uma doutrina (marxismo cultural) e defende grupos com interesses bem definidos (feministas, GLST, etc). O atual modelo familiar é visto como antigo por ela. O atual modelo de educar crianças é visto como antigo por ela. Feministas e simpatizantes, que em geram seguem cegamente ordens de gurus feministas (em geral, lésbicas revoltadas que condenam fazer sexo com homens como postamos aqui) aceitam de bom grado a propaganda feminista em geral pelo politicamente correto e agem do mesmo modo além de compactuar com idéias similares. Com Tatiana, não é diferente. O diferencial dela é que ela como professora ajuda a formar pessoas e a propagar a sua ideologia o que é perigoso para uma terra sem valores morais como o Brasil.

Como diria a cartilha marxista cultural, se infiltre nas universidades e escolas, afirme que isso é politicamente correto, pregue a idéia de uma sociedade perfeita, lave o cérebro de estudantes e destrua a sociedade. Os absurdo pregados por ela e outros professores “intelectuais” demonstram o porque do Brasil ser o que é. Porque importamos ainda tecnologia? Porque o nosso governo ao invés de fazer pesquisas sérias paga para marxistas culturais que defendem grupos com interesses. E estes pesquisam sobre procurar pelo em ovos e outras coisas. Tudo pelo “social”.

Sabemos que marxistas culturais sempre quiseram doutrinar a maior quantidade de pessoas que pudessem. Nada melhor para isso que usar universidades para isso e misturar uma propaganda  de “liberdade, revolta, igualdade” com utopia e propagandas de um mundo melhor.

A psicóloga Tatiana Lionço que é tida como uma professora, pesquisadora e pensadora “moderna” é uma das pessoas que passam por exemplares na sociedade pelo seu status tido como “intelectual de universidade” mas é uma farsa. Ela é somente exemplar como marxista cultural pois isso fica claro nos exemplos de suas teorias que entram nas universidades brasileiras e viram doce na boca de estudantes cabeça fraca que acham que o marxismo cultural é “luta contra o sistema, liberdade, igualdade” ou qualquer outra frase de efeito usada como propaganda mentirosa para um “mundo melhor e mais moderno contra o sistema”. Feministas usam da mesma propaganda.

Tatiana, como boa feminista e simpatizante do grupo GLST, adora falar sobre diferenças sexuais entre homens e mulheres, questão de gênero e modelos familiares sendo que leva isso para o lado das crianças. Leiam o discurso de  Tatiana Lionço no IX SEMINÁRIO LGBT PARA A INFANCIA:

…….“As brincadeiras sexuais infantis também podem envolver outros: MENINOS buscando conhecer os corpos de outros MENINOS e MENINAS buscando conhecer os próprios corpos e os de outras MENINAS e MENINOS. Então, quando MENINOS e MENINAS brincam inclusive sexualmente em seus corpos, com outros MENINOS e MENINAS, eles não estão sendo gays ou lésbicas, quando fazem isto com pares do mesmo sexo. Não é disso que se trata. Que deixem as crianças brincarem em paz... (SEXUALMENTE)…….

Mulheres contra o feminsimo: aqui o texto diz tudo. Parece uma propaganda ou apologia a homossexualidade para crianças, quando crianças deveriam ser tratadas como crianças e terem outros objetivos em mente.

……”Isto as tornarão adolescentes e adultos mais inteligentes e potencialmente mais perspicazes no enfrentamento e na transformação do mundo que lhe deixamos como herança”…...

Mulheres contra o feminsimo: Ou seja, ela deixa a entender que a pesssoa ser homossexual é ser “inteligente” e ser “hetero” é ser qualquer outra coisa.

Pessoas como ela defendem teorias que se não fossem pelo status de “intelectuais de universidades” talvez fossem presas pelo tamanho absurdo que pregam em nome de “um mundo melhor, mais moderno e evoluido”. O que ela prega descaradamente deixa portas abertas para pedofilia e outras coisas mais. Mas na sociedade brasileira marxista cultural isso é “normal”. Aqui tudo vira “normal”.

Além disso, esta pessoa que no Brasil hoje é tida como exemplar, moderna e forma futuros profissionais, faz apologia a idéias que de longe nada somam para a nossa sociedade. Nossas prioridades deveriam ser outras e podemos ver isto todos os dias. Nos falta tecnologia, pesquisas em campos produtivos e uma feminista manipula a psicologia para defender interesses de grupos que querem tratamento especial. Mas isto no Brasil é visto como algo moderno pelo marxismo cultural que é muito forte aqui e  normalmente é lei nas universidades brasileiras.

Percebemos que hoje está havendo uma grande confusão aos que querem usar os DIREITOS HUMANOS para obter todos os seus anseios e liberdades. Grupos que apoiam Tatiana hoje misturam A+B e mentem que isso é luta pelos direitos e conquistas para uma sociedade “melhor e moderna”. Usam de qualquer meio. Usam crianças, se mesclam a minorias usando de propaganda marxista cultural e dizem que isto é “o melhor” para a sociedade.  Ao mesmo tempo, uma pessoa que discorda deles e de suas estratégias que querem praticamente impor uma ideologia é taxada, ofendida e censurada pelo politicamente correto ou com frases que fazem parecer uma pessoa conservadora como pior, antiga. “Reaça” é um exemplo? Mas o que falar do reaça Jean Wyllys que é contra a mudança da maioridade penal?

Ficamos a nos perguntar o que será que vão ensinar aos nossos filhos nas escolas no futuro  já  o que está sendo ensinado hoje é absurdo. Seria melhor educar os nossos filhos em casa?

Para finalizar postamos algumas fotos da dita professora intelectual que ajuda a formar nossos jovens. Cada um usa o seu corpo do modo que desejar mas é um tanto estranho ver uma professora (fotos acima) que forma crianças e jovens afirmar que poderia ser uma atriz de filmes adultos e ter as costas beijadas por um ator gay de filmes adultos. Que exemplo bem estranho estamos querendo implementar como modelo “moderno” para as nossas filhas e filhos.

Marxismo cultural no dia-a-dia parte I: cotas, sexo e outros absurdos das universidades brasileiras.

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O marxismo cultural nasce com o marxismo como modelo econômico e nos golpeia todo o dia até hoje em forma de propaganda. Mas enquanto este na economia mostrou-se um tremendo desastre que pode ser comprovado pela total falha de países que possuiam este sistema embora extremistas ainda achem lugares como Cuba a “ilha da fantasia”, o marxismo cultural usou de outra arma: propaganda, frases prontas contra um sistema ou alguém e a promessa de um mundo melhor, afinal quase ninguém parece ser feliz com o modo em que vive e outras estratégias.

Aqui no Brasil ele é visto como algo legal, moderno e alguns intelectuais e professores pregam livremente suas idéias como sendo a doutrina perfeita para melhorar o ser humano, possuimos algo extremamente forte também na nossa cultura que favorece o marxismo cultural. Ele é muito popular nas universidades, livros e escolas pois é  algo extremamente atrativo.

O marxismo cultural possui algumas diretrizes base para perpetuar a sua propaganda e pela cultura do povo brasileiro (futuro post) podemos também perceber porque ele sempre é visto com algo “legal” no Brasil. Ele é sempre convidatitivo. Suas diretrizes podemos ler abaixo:

1) O marxismo cultural  como todo regime marxista prega que sempre alguém oprime alguém mesmo que isso nem seja verdade hoje ou nega o que historiadores falam sobre o passado se isso ofende esta diretriz. Exemplos de discursos marxistas culturais: brancos oprimem negros, homens oprimem mulheres,  heteros oprimem GLS, ricos oprimem pobres, estudantes oprimem estudantes, professores oprimem estudantes, pais oprimem filhos, etc.

Eles negam fatos de que negros, mulheres, grupos, GLS, crianças e adolescentes possuem capacidade de fazer coisas boas e ruins. Que hoje a sociedade mudou e a liberdade existe para quase todas pessoas. Mas para terem apoio minimizam a responsabilidade de tais grupos para manter a sua diretriz de opressor x oprimido.  O livro Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil fornece um exemplo disso: Zumbi, popular representante em lendas populares na defesa pela liberdade dos negros, comprovadamente possuia escravos negros. Existem outros exemplos denunciados por historiadores sérios (contra o marxismo cultural comum nas nossas universidades). Feministas censuram fatos de mulheres que violentam e estupram outras mulheres como denunciamos aqui. Estes parecem ser somente alguns exemplos mas hoje quem somente discorda do que os marxistas culturais pregam geralmente é taxada/o de alguma maneira ofensiva;

2) O marxismo cultural promete revolucionar para a melhor, usando leis que hoje devem punir quem no passado “oprimia” pois isso é a “justiça” e no seu mundo perfeito, sem falhas e que toda mudança é para a melhor. Aqui muitas vezes a utopia desta filosofia é misturada a demagogia. A utopia é algo quase sempre presente no marxismo cultural que usa de psicologia e do ser humano instatisfeito para conseguir o seu apoio;

3) A  desconstrução como base para algo “melhor”. O marxismo cultural usa da diretriz de desconstruir o que existe por ser “antiquado, careta, antigo, reaça e opressor” para algo “que ajude a melhorar o mundo e as pessoas”. Muitas pessoas querem fazer uma revolução contra qualquer coisa que represente o antigo sistema (sempre visto como opressor) para algo mais moderno que sirva a “liberdade, igualdade, amizade, caridade” e toda qualquer outra propaganda amiguinha marxista cultural. Um dos grandes objetivos de grupos marxista cultural hoje é destruir o modelo familiar atual com mulher, homem e filhos/as. Este é somente um exemplo;

4) Em geral, marxistas culturais sempre apresentam incoerência e hipocrisia pois agem ou agiram de modo contra o que afirmam e sua cegueira extremista os impede ver que seus gurus se comportam como o maior opressor capitalista ou qualquer outra pessoa “opressora”. Aqui podemos ver feministas que defendem o Mr Grey ou o Mc Catra,  estudantes ricos que estudaram em escolas boas que nunca sofreram e que lutam por cotas em universidades como se fossem minorias e pagam de pobres ou caridosos com outras pessoas, artistas anti-capitalismo como Chico Buarque  e Caetano que fingem serem do povo e populares mas cobram caro por seus shows, etc.

5) No Brasil isto ainda é mais forte pois na nossa cultura o mérito nunca foi valorizado e nossos exemplos de sucesso sempre foram alguém que taxamos como “grupo oprimido”, que temos pena e devemos recompensar. Vivemos no passado neste quesito e criamos falsos remédios como o assistencialismo para problemas das origens da  nossa cultura e estes sempre geram mais problemas futuros. O mérito aqui quase nunca existiu e uma seleção natural que geralmente acontece em casos aonde a quantidade de vagas é inferior a procura foi sempre mal vista como opressora (vestibular), afinal na utopia do marxismo cultural o que impera é a sociedade alternativa sem leis e a utopia que devemos ser iguais.  Objetividade ou regras baseadas no senso comum sempre foram denegridas no Brasil, bom mesmo é ser o diferente;

6) Quem revolucionou ontem vai oprimir/ falhar no futuro ou vai ser incapaz de gerar algo melhor pois é incapaz por ser sem mérito (falta de conhecimento) para uma futura responsabilidade governativa ou profissional. Que o diga o povo cubano;

7) Nossos exemplos de sucesso nunca foram pessoas que estudaram, trabalharam duro e conseguiram o sucesso como é o modelo dos Estados Unidos ou de outros lugares que criam tecnologia e pesquisa. O nosso modelo de sucesso nasce de Macunaíma, o errado sem honra, moral e valores que acaba sendo algo bom mais por sorte e jeitinho que mérito. Qualquer semelhança com o nosso ex-presidente que nunca foi chegado nos estudos nasce da nossa cultura pois pensamos que isso é certo.

Mas o que isso tudo é relacionado as cotas? Tudo, absolutamente tudo. Pense: O vestibular opressor é uma forma injusta de ver quem é capaz ou incapaz de fazer um curso na universidade.  Cada pessoa deveria ser analizada de modo individual e basedo na igualdade pois todos deveriam ter acesso as universidades, trabalho, moradia, etc. Além disso, o vestibular  faz parte do sistema opressor capitalista feito por pessoas de determinada cor de pele que sempre oprimiram outras pessoas. Logo, nada melhor que revolucionar criando um sistema aonde o mérito não conta nada e partir para a subjetividade do assistencialismo baseando-se na luta entre classes (opressor x oprimido) de séculos passados. Um erro atual com amostras de preconceito por julgar o outro incapaz tentando resolver outro erro que os marxistas culturais acreditam ter acontecido. E tudo isso para sermos politicamente corretos.

Ou, seja, as cotas são marxistas culturais e geram absurdos retratados por um professor nos filmes abaixo. E assim a longo prazo, a sociedade piora. O mérito não é estimulado, nem novas descobertas, alunos podem desisitir por falta de base escolar e tudo isso vira uma bola de neve.

Bem, uma coisa importante. Nenhum sistema vai poder avaliar uma grande quantidade de estudantes como os marxistas culturais querem de modo perfeito e sem falhas. Isto é utopia. E um sistema que pode ser visto como milagroso pode ser pior no futuro, principalmente se guiado por marxistas culturais.

Segundo, estes 7 elementos acima ditam o marxismo cultural no nosso sistema de ensino, na nossa cultura e isso nunca estimulou o mérito. Somada a falta de objetividade, podemos ver pesquisadores nas nossas universidades querendo pesquisar sobre a sexualidade das crianças ao invés de tecnologia (aqui) ou outras pesquisas sérais feitas em outros lugares (dos quais devemos comprar tecnologia). Isto deveria ser mudado pois a longo prazo é muito ruim pois estimula um certo assistencialismo. Muitos estudantes cotistas e inclusive alguns outros demonstram uma grave falha de aprendizado mas conseguem passar de ano porque professores recebem ordens para tal ou como marxistas culturais misturam o lado profissional com o pessoal.

Podemos ir além disso, hoje no Brasil podemos ver estudantes que não sabem somar, dividar, multiplicar e outras atividades de base passando de série pois isso é  igudaldade do governo. Tudo isso estimulado por um governo marxista que é contra o mérito e usa tal estratégia para conseguir votos. O coitadismo e vitimismo entraram no processo seletivo e de mérito.

Claro que existem estudantes cotistas, exemplares  que por capacidade e orgulho demonstram-se capazes. Mas seriam estes maioria? E aqueles que entram como notas baixas por serem cotisas e no futuro tornam-se evasores escolares?

Terceiro, seriam pessoas cotistas tidas como incapazes? Não seria isto preconceito? Seria bom corrigir uma injustiça com outra injustiça politicamente correta?

Quarto, com isso pode-se criar uma guerra étnica no Brasil em um certo aspecto. Se existem cotas para negros, porque não para orientais, mamelucos, mulatos e outros grupos tido como oprimidos? Se somos iguais perante a lei porque criar leis especiais para alguns?

Quinto, se alguém oprimiu alguém em 1400 seria agora a solução agora julgarmos as pessoas pela cor da pele por erros de antepassados ou pensar no mérito? Seria isso a desculpa mais simples (e que em alguns casos gera mais votos) para manter o sistema vitimista no Brasil assim como ele pois o assistencialismo é forte na nossa cultura e no nosso dia-a-dia? Seria bom corrigir um erro passado com outro erro por ser politicamente correto para arrotar ao mundo que o Brasil hoje diz ser um lugar melhor?

Sexto, o vestibular permanece ainda como processo seletivo mais por falta de outra alternativa que por simpatia do governo marxista cultural  que quer sempre “revolucionar” o sistema. O ENEM é um bom sistema sobre muitos aspectos e sem regalias a grupos especiais.

Sétimo, todas concordamos talvez que melhorar o ensino de base e médio é fundamental seja a base de tudo. Mas o governo quer realmente isso?

Absurdos sobre cotas  e sobre a educação brasileira nos links abaixo:

Cotas para mulheres (em geral, uma luta das feministas)

omarxismocultural.blogspot.com.br/2013/01/preparem-se-meninas-as-nossas-quotas.html