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Feminista Isadora Freixo, fiha de Marcelo Freixo, fica brava com outras feministas quando atacam o pai dela por “machismo”

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Sempre postamos aqui dados e fatos contra o feminismo. E uma trama mimizenta feminista mostra mais uma vez por quais motivos ser contra o feminismo nos dias de hoje é um dever.

Resumindo: a ex-namorada do politico do PSOL do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, o acusou de ser machista opresssor e aquela coisa toda. Mas Freixo, como todo bom esquerdista e apoiodor da maluca da Luciana Genro, se diz feminista e defensor das mulheres.

Esta conversa de acusar homens injustamente de qualquer coisa nasceu nos anos 60 e existem relatos de acontecimentos de homens acusados injustamente ainda nos anos 30. Logo, isso NUNCA foi novo e sempre esteve no meio do mundo feminista pois para as feministas fatos pouco importam. O que elas querem? Conflito, briga, tumulto para atrair mais gente para esta nojenta ideologia feminista que ataca inocentes de todos os tipos, inclusive certos homens.

A filha de Frexio, Isadora Freixo, doutrinada pela esquerda e pelas feminazi, agora coloca panos quentes pra defender o pai ao mesmo tempo que sofre ataques das feministas que na luta por mais poder, querem ferrar o pai dela.

Podemos resumir o texto da zumbi feminista que talvez agora tenha acordado para esta seita chamada feminismo? Duvidamos.

Um resumo do textão da Freixinha: A ideologia feminista que ataca inocentes só é gostosa quando é no dos outros. Quando é no do seu pai, seu filho, no seu familiar “mimimii, não é esse o feminismo que eu acredito.”

Texto da menina abaixo (original aqui) e comentaremos no final: 

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“Diante de tamanha injustiça não posso mais ficar calada. Fui criada para não baixar a cabeça pras injustiças, pro machismo, pra não aceitar nenhuma forma de opressão. Nem mesmo de parentes mais próximos. Se meu pai tivesse cometido qualquer forma de machismo eu jamais iria defendê-lo. Resolvi falar porque o que vem acontecendo é um linchamento nas redes, baseado numa acusação injusta e que utiliza uma luta importante como arma de vingança, deslegitimando as denúncias reais. Quero deixar claro que meu pai não pediu defesa, o que ele pediu foi para que eu não me envolvesse. Mas na primeira “denúncia” de sua ex-namorada, eu fui citada, marcada e acusada a partir de boatos e acabei sendo envolvida publicamente nesta história, mesmo sem querer. Apesar disso, ninguém se interessou em ouvir o que eu tinha a dizer. E agora resolvi relatar um pouco do que vivi durante a relação desta moça com meu pai.

Meu pai e minha mãe se separam quando eu tinha 8 anos. Durante quatro anos meus pais tiveram guarda compartilhada, até minha mãe decidir ir morar em Campos. A partir daí, passei a ir pro Rio pelo menos 1 vez ao mês para ficar com meu pai. Ele sempre foi muito presente e carinhoso. Conheci sua última namorada quando eu tinha 15 anos. No início, não tinha muito contato, já que eles estavam começando a namorar e eu não morava com ele. Mas depois que eles foram morar juntos os problemas começaram.

Os ciúmes dela comigo eram evidentes e apareciam de várias formas. Sempre que eu ia para o Rio ela arrumava um motivo para brigas onde exigia 100% da atenção do meu pai, saia de casa e não parava de ligar para ele, falava que se ele não fosse encontra-la era porque ele não se importava com ela. Durante os 2 anos de relação ela quase nunca foi visitar os meus avós, meu irmão ficou os 2 anos sem pisar na casa do meu pai pois não se sentia confortável. Meu pai errou sim. Errou ao deixar essa situação se prolongar e não mostrar o quanto a família é parte dele, mas em nenhum momento fez as atrocidades que está sendo acusado de cometer.

Lembro-me de um dia que passamos juntos e sua ex-namorada não foi, mesmo sendo diversas vezes convidada. Ela passou o dia todo mandando mensagens para o meu pai e quando chegamos em casa ela começou a gritar com ele, empurrando ele diversas vezes e falando que ele tinha abandonado ela. Meu pai não revidou como ela alega, nem nesta nem nas outras brigas que presenciei. Ele se manteve calmo, respondendo que estava comigo o dia inteiro e que a tinha convidado, mas que ela não quis ir. Ela disputava comigo um espaço que não era de disputa.

Além da minha mãe, meu pai teve dois outros casamentos, além deste último relacionamento. Tenho uma boa relação com todas as ex-companheiras do meu pai, mas com a última moça sempre foi diferente, desde o início eu e meu irmão fomos bloqueados em todas as redes sociais dela.

Os últimos dois Natais em que eles estavam juntos foram um caos. Ela ficava brigando com meu pai pelo telefone e ele passava o Natal inteiro tentando fazer as pazes. Em ambos, meu pai teve que ir embora mais cedo para conversar com ela e evitar mais conflitos. Nos picos da depressão dela, havia sempre o fantasma de que ela voltasse a tentar cometer um ato extremo. No reveillon de 2016, eu ia ficar com meu pai do dia primeiro até minhas aulas voltarem, mas tive que ir mais cedo pra casa pois ela sempre arrumava briga quando eu estava por perto.

Sobre as acusações feitas a respeito do meu pai, a primeira ocorreu uma semana depois do seu aniversario de 50 anos, onde ele apareceu publicamente pela primeira vez com a namorada nova. A segunda denúncia foi dois dias depois do dia dos namorados, quando ele e a nova namorada postaram, pela primeira vez, fotos juntos. A terceira e mais recente ocorreu durante a viagem de férias do casal, duas horas depois da sua nova namorada postar uma foto com declarações de amor.

Não aceito que digam que eu não sei quem é meu pai, pois quem sabe é esta moça que conviveu com ele pouco mais de dois anos. Não vou tolerar que falem que eu “também” estou sendo manipulada, porque isso nunca existiu. Não venham dizer que estou sendo instrumentalizada. Sou jovem sim, mas não sou burra nem ingênua. Jamais compactuaria com atitudes opressoras, violentas ou machistas. Nunca vi ou ouvi meu pai cometendo tais atitudes de que é acusado. Nem com sua ex, nem com ninguém. Convivo com ele há quase 19 anos e ele sempre me educou pelos princípios do feminismo. Meu lugar de fala é legítimo e mereço ser ouvida. Na primeira postagem, a moça falou sobre a importância da sororidade, enquanto atacava a mim e minha mãe. Essa compreensão de sororidade que só beneficia a um indivíduo, não se alinha com o que entendo como feminismo. Me irrita que uma bandeira tão importante para mim e outras mulheres seja usada como arma de forma tão egoísta, individualista e vingativa. Toda mulher deve sim ser ouvida ao reivindicar o lugar de vítima. Mas não se pode usar uma luta que não é sobre justiçamento, e sim sobre justiça, para acabar com a vida de uma pessoa inocente por conta de ressentimento de uma relação que não deu certo.

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O que notamos:

1- Diante do post dela, deixa a entender que a ex do pai fez um denúncia falsa.
Então ela é a favor de que denúncias falsas de agressão e estupro sejam crimes inafiançáveis, indo contra a doutrina feminista de que todo homem é potencial estuprador e quando é denunciado é verdade SIM? Ou que o ato de acusar homens injustamente de estupro sempre foi pregado pelas feministas desde os anos 70?

2-A hipocrisia dessas feministas fede, igual o caráter podre delas. Nojo dessa laia desgraçada. NOJO.

Homem aleatório acusado de estupro = “É culpado, ponto final. Vamos acabar com a vida dele. Pelo fim da cultura do estupro”.
Pai, irmão, ou amigo sendo acusado = “Vamos ter responsabilidade. Não se pode cometer injustiças. Denúncia falsa, é um absurdo, mimimi”.

3- Agora pense nas feministas que estão votando contra a petição que transforma falsa acusação de estupro em crime hediondo e tente ver sentido nisso.

4-Imagina se a acusação fosse contra Bolsonaro. Garanto que já estaria crucificado e torturado de todas as formas pelas feministas.