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Adolescentes feministas tendo chilique sobre uniforme escolar do colégio Anchieta ($$$) em Porto Alegre

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Em uma nação com tantos problemas poderíamos haver muitas prioridades e jovens poderiam se dedicar a coisas importantes. Infelizmente não é caso do Brasil e não é o caso da cidade de Porto Alegre.

Um grupo de meninas do RS, estudantes do colégio Anchieta (pelo que pesquisamos um colégio de elite e que custa 3.000,00 reais MENSALMENTE) reclama do “machismo, opressão, capitalismo” e todo aquele mimimi todo que sabemos. Motivo de tudo isso? As menina se indignaram que a escola tenha proibido elas de andar de shorts curto, aquele tipo de ir pra praia. Detalhe que bermudas são permitidas para meninas e meninos.  Agora querem causar com gritos de ordem (muito estranho isso) e se dizem “oprimidas pelo sistema”. Engraçado, meninas oprimidas que estudam em um dos melhores colégios da cidade e cujos pais ralam para pagar.

Perguntas:

-Mobilização por estudar ninguém quer?
-As meninas assim como os meninos podem usar bermuda. O que é proibido é shorts curto. Nada mais;
-E só no Brasil que estes fatos acontecem . Prova que além da crise econômica política também tem a crise intelectual e moral;
-Tal texto foi escrito por meninas que tem entre 13 e 17 anos, com reivindicações tão estranhas para a idade (professores que doutrinam????). Escola é lugar de estudar ou desfilar??? Onde estão os pais dessas meninas??? Lendo sobre a Luciana Genro??
-Na escola devem existir regras e etiquete de base e disciplina. Escola nunca foi praia;
-“As alunas dizem que a instituição não permite o uso de shorts nas dependências da escola. “Eles falam que não é lugar de usar shortinho. Mas essa é a nossa roupa. A gente tem o direito de usar a roupa que a gente quiser”, observa Marina Stein, 14 anos.”

Sai da escola, querida! Você não precisa fazer uma revolução dentro de uma escola particular que tem um conceito de valore e regras. Isto existe em qualquer lugar. Imagine quando tiver que ir trabalhar….
-Que tal falar de alguns homens e mulheres que tem que trabalhar cheio de roupa no calor africano brasileiro ?

Enquanto isso Brasil afora, a realidade de muitas crianças é esta abaixo. Neste caso um menino “opressor”:

Pobre anjo.

Podemos ver também jornalistas feministas esquerdistas usando das suas artimanhas para defender um grupo de patricinhas de um colégio rico criadas a Neston pelo pai. As adolescentes são as famosas idiotas úteis e em certo caso, manipuladas. O problema são pessoas como estas jornalistas e outros que querem bagunça, falta de regras e disciplina em um terra aonde o povo reclama exatamente do oba-oba que o Brasil virou. Mas todas aqui sabemos que esta é a agenda de pessoas do naipe desta jornalista. Sem regras, bagunça, aonde o caos impera. Estudar que é bom ninguém quer nesta zona chamada Brasil que adora carnaval, baixaria, valores invertidos e tudo o mais. Lembrem, funk é cultura e Valesca virou tese de mestrado. Tudo isso pregado por jornalistas deste tipo que querem doutrinar adolescentes.

Menos mimimi de adolescente mimada criada pelo papai e mais estudo e quem sabe uma enxada e terreno para limpar. E este tipo de jornalista deve ser desmascarada. Este é o tipo de pessoa que cria teorias loucas para defender o indefensável.