Arquivo da tag: Jean Wyllys

Homem feminista espanhol tatua o ânus em protesto contra Trump

Padrão

De Jean Wyllys aos artistas “interectuais” e outros que existem nas redes sociais sabemos como se comporta o maior capacho de todos os tempos: o homem feminista, que nem de longe é respeitado pelas próprias feministas. Aqui, mais um exemplo de homem feminista militante gay.

Nossos comentários em negrito temperam o texto 🙂

Com uma ‘intervenção artística’ controversa, o espanhol (A Espanha enfrenta índices de baixa natalidade graças as feministas e movimentos globalistas) Abel Azcona chocou uma plateia ao tatuar o principal slogan da campanha de Donald Trump no ânus. Sim, Abel tatuou a frase ‘Make America Great Again’ em volta do orifício anal na frente dos visitantes da Defibrillator Gallery, em Chicago. A sessão durou cerca de duas horas.

Abel, cujo trabalho já percorreu mais de 45 países (sim, pessoas, o mundo enlouqueceu) comparou as políticas de Trump às suas experiências sexuais quando foi abusado na infância:

— Fui adotado por uma família ultra-conservadora, e com múltiplas experiências de abuso sexual e infantil. O lema que eu tatuei no meu ânus é um lema fascista (fascismo é a luta por mais Estado, burrinho). Um lema que faz com que a Igreja, o patriarcado (homem feminista ateu detectado) e as pessoas desprezíveis como Trump possam usar e abusar de nós quando quiserem. É o mesmo que fizeram comigo quando eu era criança — contou ao site “Pink News”.

 Ativista LGBT (amigo espanhol do Jean Wyllys??), o “artista” explicou ter escolhido o ânus para a tatuagem por causa do forte simbolismo da região:

— O ânus é uma terra de prazer e empoderamento para muitos. E nós não vamos nos calar. Toda vez que eu cagar ou alguém me penetrar, eu passarei essa frase racista e homofóbica.

Esta não é a primeira polêmica promovida protagonizada por Abel. Em 2016, ele fez uso de Ketamina, droga que causa paralisa temporária, para uma performance.

Um europeu que nem vota nos Estados Unidos dando “openeaum”. Esses são os heróis dos eleitores da Hillary? Está aí mais uma explicação para a derrota dela. Reparem que tudo e todos são responsáveis pelos problemas dele. O mundo é coisa terrível para este rapaz que como diz Erin Pizzey usa dos seus traumas pessoais para atacar qualquer um. Ele se recusa a ver que Trump tem o apoio de gays anti-LGBT como Milo Yiannopoulos, finge ser cego ao achar o feminismo uma coisa linda, hippie e pacifista quando na verdade o feminismo é um movimento para mulheres de esquerda. E ataca o Cristianismo mas finge ser cego quando regimes ateus e islâmicos abusam de menores e maltratam gays.

Achamos que esta tatuagem no orifício anal dele não vai mudar o mundo em nada mas é assim que este bando de idiotas úteis se comporta. Passou da hora de desmascarar este tipo de homem feminista, uma criança mimada que faz birra para chamar atenção.

Feminista comunista gaúcha Manuela D’Ávila quer doutrinar crianças e quem paga é o povo gaúcho, o otário da semana.

Padrão

A feminista comunista gaúcha Manuela D’Ávila é uma velha conhecida das mulheres que lutam contra o feminismo. Conhecida por ser uma patricinha rica e mimada que estudou nas melhores escolas de sua cidade Porto Alegre e gostar de viajar para os Estados Unidos, a moça defende o genocida regime comunista (o partido dela é comunista) e finge ser uma mulher do povo ao mesmo tempo que mama nas gordas tetas do Estado. Ela mora em um dos melhores bairros da sua cidade tendo do bom e do melhor.

Sabemos que nacionais socialistas (nacional socialista) e comunistas no passado sempre quiseram doutrinar crianças desde cedo. De Cuba a Coréia do Norte, indo até a antiga União Soviética e Alemanha nazista e hoje nos países feministas da Escandinávia a idéia de doutrinar e lavar cérebros para acabar com a individualidade, eliminar o senso comum e a lógica fazem parte desta turma ligada a esquerda.

Mas agora uma uma feminista comunista do Rio Grande do Sul quer fazer isso com crianças.

Esta semana a feminista comunista gaúcha Manuela D’Ávila postou no seu facebook uma escola de desprincesamento com claros objetivos feministas tentando desconstruir o que é ser menina. O movimento feminista tem uma clara aliança com o movimento GLBTS (militantes) que querem desconstruir o que papel masculino e feminino em nome de uma sociedade em prol da igualdade (um claro chavão da esquerda). Leiam sobre 5 exemplos de como a doutrinação ideológica atua na educação brasileira aqui.

O pior de tudo é que tudo isso vai ser pago com dinheiro PÚBLICO e o povo gaúcho vai pagar via impostos fazendo papel de otário enquanto o Rio Grande do Sul anda em crise devido a inúmeros fatores como bem mostra o site Spotniks.

Muitos estados brasileiros possuem políticos e lixos morais com muita hipocrisia. Jean Wyllys, BBB baiano gay esquerdista que dar ditar ordens sobre aborto mesmo sendo incapaz de engravidar uma mulher malandramente se candidatou por um partido no Rio de Janeiro que tem uma feminista comunista caloteira, Jandira Feghali, como deputada. Cada estado do Brasil tem os seus cânceres esquerdistas ou coronéis da política corruptos até a alma.

Mas o Rio Grande do Sul aqui se supera e para o pior. Possuem Luciana Genro, feminista defensora da ditadura venezuelana, a comunista Manuela D’Ávila e a Maria do Rosário, muito conhecida do nosso blog também. Todas feministas, esquerdistas, que vivem com conforto e vinda de um Estado inchado que vive da cultura de concursos  e com universidades que ao invés de ensinar lavam cérebros de estudantes. Causa e consequência da escolhas de um povo.

O que anda acontecendo com os gaúchos para elegerem tantas mulheres ricas, esquerdistas, feministas e psicopatas?

Feministas que sujaram a cidade de Porto Alegre odeiam as mulheres trabalhadoras

Recentemente, o Rio Grande do Sul mostrou como uma cidade dominada por feministas funciona. Feministas vandalizaram paredes da cidade com aquele mimimi feminista de sempre (aborto, machismo, oprimida,….). No outro dia, mulheres da secretária de serviços urbanos de Porto Alegre, foram obrigadas a limpar as sujeitas de feministas.

A menina de 14 anos que morreu dentro da sala de aula da Escola Estadual Luiz de Camões, em Cachoeirinha, Porto Alegre, nesta quarta-feira (8) teve os músculos do pescoço rompidos por conta da força que foi enforcada pelas outras estudantes

Na mesma época, uma menina foi enforcada e morta devido a motivos banais por uma gangue de meninas em uma escola de Porto Alegre. As feministas ficaram caladas. Imaginem se acontecesse algo como um menino atacando o que aconteceria?

Os gaúchos deveriam começar a ver o quer realmente acontece no estado deles e ajudar a eliminar este câncer que inclusive se alastra pelo Brasil.

A feminista Valesca Popozuda, a cara do novo modelo da educação brasileira?

Padrão

Diapositiva1

Pessoas de todas as classes e ideologias postam no facebook e em redes sociais que uma “educação de qualidade” é algo que vai melhorar a sociedade. Ficam revoltadas/os com absurdos, valores invertidos, caos social, etc. Todos defendem que a educação é a solução para nossos males, mas poucos questionam: qual modelo de educação?

Nestas horas basta observar fatos ASSUSTADORES nos dias de hoje. Caiu na rede a matéria do professor que usou a guru feminista piriguete Valesca Popozuda como modelo de pensadora aos seus estudantes. Sim, a mesma que foi ASSUNTO DE TESE DE MESTRADO FEITO POR OUTRA FEMINISTA. A mesma que é tida como modelo para as adolescentes como podemos ver na imagem acima. A mesma que viaja ao exterior queimando mais ainda a imagem da mulher brasileira, vista cada dia mais como uma prostituta no exterior  e isso com o apoio de feministas como Valesca.

Depois de causar,  a piriguete (feministas detestam falar tal palavra por mimimi) Valesca postou no seu facebook que quem critica o funk é por “preconceito”. Quem critica ela é por “ela ser mulher”. Quem critica o funk é porque “detesta o povo negro da favela”. Etc e etc. A feminista funkeira usou do que feministas usam como sempre: vitimismo, apelar para a guerra de classes, relativizar o bom e o mal  e ironizar pensadores para passar como “oprimida”.

O professor que pegou ela como exemplo fez a mesma coisa. Enfim, piriguete virou exemplo de conduta na sociedade, novela, cinema, livros, etc. Pior, isso entrou na escola. Se isso acontece na escola aonde o exemplo do melhor deveria ser dado, o que esperar da sociedade e futuros adultos ? Estamos andando no caminho do quanto  pior, melhor. As novelas da “conservadora” rede Globo colocam as piriguetes, prostitutas, traficantes, bandidos ou mulheres como Valesca no auge e tidas como “fortes, modernas, poderosas, exemplares”. Depois queremos reclamar da sociedade e valores invertidos como? Pior, na verdade muitas pessoas assistem tudo isso de modo passivo e sem nem saber o motivo disso tudo.

Duvidam_ Olhem o que prega esta feminista quando “canta”:

Sabemos que isto acontece faz tempo e foi planejado. Durante muitos anos o governo marxista e socialista (pais das feministas) vem modificando a cultura, a escola e as universidades procurando atingir  as pessoas desde a mais tenra idade, relacionando inclusive sexo como qualquer assunto como faz Valesca e o professor “moderno” que acha ela exemplar. Na verdade, o governo abriu as portas para este tipo de pessoa e  para o modo de educar relativista moral politicamente correto do socialista Paulo Freire (adorado por feministas e pelo Jean Wyllys) que doutrina ao invés de ensinar. Procurem sobre as cartilhas sobre sexo para menores de idade.

Este objetivo de doutrinar desde cedo e atacar  cultura nasceu durante o regime militar. Militares nunca entenderam a guerra cultural e deixaram escolas e a academia serem comandadas por gente  deste tipo como marxistas  que querem atacar os valores de base da sociedade.  A Ana Paula Campagnolo e muitas outras pessoas denunciam casos absurdos no nosso sistema de educação doutrinar alunos e alunas sem esconder os motivos.

Ah,mas e o MEC? O MEC também nunca foi coisa que prestasse. Ainda no governo do socialista THC (popular FHC),  foi implantado em escolas de todo Brasil, como material didático da cátedra de Historia, o famigerado livro de comédia de Mário Schmidt. Quando se pensou que havíamos chegado ao fundo do poço, eis que um analfabeto foi eleito presidente da república e deu novas diretrizes ao MRC, provando que a coisa poderia ficar cada vez pior.

Nisso tudo, entrou na moda o embuste do tal “preconceito linguístico” (“nois pega os peiche, as mina e os manu”), o que levou Marcos Bagno a fazer fama e fortuna e crianças e adolescentes brasileiros a serem convencidos de que escrever e falar errado é “algo normal e moderno”. As funkeiras e funkeiros adoraram. Além de pregar baixaria, vulgaridade, estimular o turismo sexual e o uso de drogas, os funkeiros e funkeiras começaram usar da guerra de classes para causar e ganhar mais dinheiro. E muitas usam daquela frase tipo “se você não gosta de funk, samba ou axé não é brasileiro/a de verdade”.

Por outro lado, a importância da família na condução da educação dos filhos em contraposição ao Estado  é algo que deveria ser forte. Ao mesmo tempo, o estado marxista brasileiro faz de tudo para destruir o modelo familiar existente como querem seguidores feministas, militantes GLBT como Jean Wyllys e demais marxistas. Jogam a esposa contra o marido e vice-versa, os pais contra os filhos, filhos contra pais, etc. Assim fica mais fácil dividir as pessoas para conquistar, sempre oferecendo o estado como “remédio para tudo”.

Resumindo: fim do tempos. Nissos filhos e filhas viram cobaias de obras da mais pura engenharia social. Ser bandido virou coisa boa, piriguete exemplo de mulher, a novela prega isso, o cinema, os “artistas” pregam modas grotescas, tudo virou arte boa (sem nada poder ser questionado),….O resultado: casos como os de Valesca, Mc Catra e toda uma corja metida a intelectual sambando na mente dos nossos filhos e filhas.

Temos que bater na tecla do ”homeschooling” (ensino escolar feito em casa) pois é a forma mais rápida de começarmos a mudar este quadro e questionarmos os professores que lavam o cérebro de nossos filhos.

 

Comissão de direitos humanos, Jean Wyllys, Marcos Feliciano, marxismo cultural e a cultura do bom exemplo.

Padrão

marxismo cultural Jean Wyllys feminismo

Impossível ficar indiferente a este debate que praticamente virou uma guerra. De um lado temos Marcos Feliciano e seus defensores. Do outro Jean Wyllys, todo o movimento GLBT e a mídia. Porém, saibam que estas não são as únicas alternativas. Além disso deveriamos  meditar sobre o real objetivo deste debate e o que provavelmente resulte dele. Ou quem sabe meditar sobre as reações que ele cause, pois mostra muito do que é feito o Brasil e do que valorizamos como povo.

Primeiro, achamos que brasileiros e brasileiras possuem outras prioridades reais. Existem n Ministérios, comissões, leis e afins  mais importantes e cujas funções nos golpeiam mais durante o dia-a-dia. A Comissão de direitos humanos é importante por um lado mas no geral é quase insignifcante perto dos problemas do povo brasileiro. Claro que deveriamos olhar por tudo e todos, mas se não cuidamos do que é importante, como iremos dar atenção para algo que quase pouco nos atinge? Prioridades, pessoal.

Este debate entre o ator Jean Wyllys, movimento GLBT e Marcos Feliciano muito agrada outras pessoas com pésssima intenções. Tira o foco de assuntos sérios e que poderiam gerar debates sérios. Muitas coisas acontecem nesta falta de prioridades brazuca que é de assutar pois aqui tudo é relativo. Neste meio tempo, políticos condenados no julgamento do mensalão por corrupção ativa e formação de quadrilha, tomam posse como deputado federal. E aqui ninguém fala nada. Ninguém protesta. Ninguém faz passeatas contra isso, pois o foco é o ex-BBB estrela e um pastor que tem como crime discordar do ativistas GLBT. Os artistas marxistas culturais como Caetano, Preta Gil e outros, sempre apoiadores de uma revolução por “um mundo melhor”, ao invés de usarem do seu poder para chamarem atenção para o crime, levam a luz do holofote para um tema QUASE sem importância. Tanto estes políticos condenados no julgamento do mensalão, como os artistas intelectuais como Caetano anti-capitalista mas que cobra caros por seus shows, como a mídia, Jean Wyllys e seus seguidores (movimento GLBT, feministas e afins) possuem um discurso de base marxista cultural. Seguem a cartilha perfeitamente e tudo isso passando por “modernos revolucionários” que prometem um mundo melhor.

E Marcos Feliciano e Jean Wyllys? Bem, além de servirem como fantoches, querem poder como todo político . Marcos Feliciano, não é santo e nem o apoiamos em tudo o que fala mas ele possui a sua opinião que é baseada no que acredita e tem o direito de falar isso. Seja isso certo ou errado, quem decide é o povo. Este é um dos lados da democracia, afinal teve votos o suficiente enquanto Jean Wyllys… não. Além disso, Feliciano pelo menos defende a família, sem relativismos morais e alguns valores de base para qualquer sociedade. Isso todas as pessoas possuem, independente de crença. Mas o “crime” que ele cometeu e por isso parece estar sendo perseguido hoje foi se opor ao que o movimento quer GLBT pregar como normal, como padrão, além do movimento GLBT perder dinheiro. Tudo isso gerou revolta de alguns militantes deste movimento.

O Jean Wyllys é um caso a parte e sua incoerência é totalmente feminista. Pseudo-intelectual que apoia marxistas culturais como Che Guevara (que estuprava mulheres além de mandar matar e torturar homosexuais dentro do regime cubano), ele fala de direitos humanos. Pertecente ao PSOL , ele clama por paz sendo que o fundador do seu partido queimou um homem vivo. Ex-participante de BBBs da vida ele quer falar de “nova cultura” mesmo que isso gere caos social. Defensor do orgulho gay ele quer criar lei para processar quem chama um gay de gay.Ele é o mesmo que quer um estado laico mas diz ter sido eleito a deputado por santos de crenças afro. Jean é a incoerência em pessoa.

Como marxista cultural ( o marxismo cultural usa de estratégias para a destruição da família, um dos seus objetivos), ele quer acabar com a família tradicional (mulher x homem) que ele enxerga como “antiquada e reaça”, pois todos devemos ser iguais e ter direitos iguais na sua utopia mental.Em uma futura etapa ele talvez deseje querer quem sabe exigir licença maternidade para homosexuais mesmo sabendo que é impossível duas pessoas do mesmo sexo se reproduzirem. A ditadura da igualdade é algo que deve ser forçado em prol de mundo melhor. E isso é algo muito similar ao modo como surgiu o nazismo.

Jean Wyllys que passar por cimas de leis constitucionais para criar leis especiais, que geram mais injustiças de modo proposital, para dar o troco. E isso em nome do que ELE acha certo, censurando as pessoas e sociedade ao seu redor, além de uma doutrinação nacional sobre a escolha sexual dele, que acha isso “moderno e futurista”.

Além disso, Jean Wyllys adora propagar a idéia do péssimo exemplo. Quem tem filhos e educa sabe que o ser humano aprende por exemplo. De um bom exemplo ao seu filho e ele vai ser uma pessoa do bem. E sim, existe o bem que nunca foi relativo. Ensine o seu filho a estudar, bons valores, bons exemplos, respeito, senso de justiça, empatia e toda uma sociedade vai melhorar e ser primeiro mundo. Mas o que vai Jean Wyllys? Ele quer que crianças brinquem sexualmente com outras crianças. Quer que prostitutas sejam legalizadas e vistas como nobres. E faz isso perto da copa do mundo e sabemos que muitos turistas sexuais virão ao Brasil pela péssima fama da mulher brasileira. Não seria melhor dar oportunidades a estas mulheres para sair desta vida ao invés de glamourizar esta profissão? Este BBB 😦

Alguém vai dizer: Espere, isto é homofobia? Errado. Simplesmente discordamos do movimento GLBT neste ponto e temos direito de fazer isso. Hoje tudo virou homofobia. O homosexual tem o direito de se relacionar com quem quiser e deve ser respeitado por isso. Casar? Adotar crianças? Discordamos deles sobre isso assim como outros homosexuais também discordam dos movimentos GLBT neste mesmo caso. Nem todos gays querem casar e adotar crianças. Sim, existem pessoas que querem simplesmente viver em paz sem querer dominar o mundo como faz Jean Wyllys, uma pessoa infantil que não sabe ser contrariada. Entendam de uma vez que Jean Wyllys e o movimento GLBT não representam os homosexuais. Eles representam eles mesmos e um movimento organizado. O mesmo que as feministas que representam somente elsa mesmas. Inclusive muitos homosexuais discordam do movimento gay e sofrem com este movimento marxista cultural que exige liberdade de opinar sem respeitar o que os outros opinam.

Sobre as prostitutas e outras leis: A falta de uma bússola de valores para Jean Wyllys e a sociedade brasileira.

Padrão
Diapositiva1

Podemos dizer que a crise no Brasil hoje deixou de ser financeira para ser uma crise moral por causa de pessoas como o ex-BBB Jean Wyllys e seus simpatizantes. Como a nossa cultura relativiza o que é certo e errado por simpatizar com o marxismo cultural, com a propaganda feminista marxista cultural e simpatizantes, uma ditadura politicamente correta nos é imposta todo o dia e deixamos de ver absurdos que agridem o senso comum de qualquer sociedade que queira paz e harmonia. E tudo isso vira lei, que com o tempo vira a ditadura do copiar o pior ou valorizar o pior. Valorizar outras prioridades ou quem trabalha bem, nada. Ninguém lembra disso. Na verdade, os corruptos ficam felizes com isso.

Neste Brasil que ainda deve melhorar em muitas coisas realmente sérias o que percebemos acontecer? Prioridades idiotas, censura politicamente correta ao opinar sobre o que qualquer ser pensante discordaria  mesmo se forem absurdos como demonstra a mais atual triste iniciativa de Jean Wyllys, que infelizmente mostra a realidade do nosso  país, campeão de leis absurdas. E tudo isso idealizado por feministas e outros marxistas culturais. Podemos perceber em leis como a lei da presidente Dilma sobre o “machismo” no nosso idioma e que exige que seja chamada de presidentA. Ou aquelas pessoas que querem mudar o nosso idioma e escrever tudo com @ ou x no final. Ou outras que querem leis que legalize a prostituição (assim como legalizaram o funk como “cultura tradicional do Brasil”) ou a tal lei de crimes cibernéticos mas que levou o nome de Carolina Dieckmann. Para quem desconhece, Jean Wyllys quer legalizar a prostituição.

Mas esta é a propanganda do futuro : “Vamos vender sexo ! Vamos Legalizar a Prostituição ! Vamos legalizar drogas ! Vamos Legalizar o aborto ! Tudo é hipocrisia e quem discorda é “reaça”. Nossa, como ficará o Brasil daqui a alguns anos ?

Podemos perceber o que acontece com a sociedade brasileira, com atos errados que se transformam em certos, valores invertidos que atingem até o marxistas culturais (futuro post) e tudo o mais. Mas como é proibido falar pela  censura/ ditadura do politicamente correto, deixamos isso crescer, crescer até que isso explode e nos atinge a cada dia mais.

Agora a prostituição vai ser legalizada como uma profissão. Quem deseja isso é o Jean Wyllys e seus simpatizantes. A sociedade cada vez mais denegrida e temos certeza que muitos aqui vão dizer, alias, já estão dizendo que, só os religiosos são contra, que é preconceito, que as pessoas devem respeitar os direitos das outras, que cada um usa do seu corpo como deseja e qualquer outra desculpa marxista cultural. E ninguém pode discordar porque isso é “oprimir” e ser uma pessoa “de mentalidade antiga”.

Agora o Jean Wyllys quer transformar o Brasil em Amsterdam quando os holandeses começam a perceber o erro que fizeram e reclamam disso. Coisas extranhas estão acontecendo. Seria porque é mais cômodo legalizar a prostituição do que tentar auxiliar de verdade as pessoas que são vítimas ou não são dela/ direta ou indiretamente? Direito que ninguém pode julgar? Ou talvez o governo brasileiro saiba que com os eventos como Copa do Mundo iremos ter aumento de turistas sexuais (o que gera impostos se legalizarmos as prostitutas) querendo provar o que o feminismo sempre pregou: a nossa péssima fama de mulher brasileira com frases sem responsabilidade de “meu corpo, minhas regras”, “ninguém pode nos julgar”. Tudo isso acontece misturado com o tradicional vitimismo marxista cultural.

Caro Jean Wyllys, ante de legalizar a prostituição vamos legalizar o feijão e o arroz no prato da população que é a melhor coisa a se fazer. Chega, o mundo não se resume apenas em pênis, sexo e vagina não. Deveriamos crira leis para dar oportunidade as pessoas e valorizar quem soma a sociedade em todos os sentidos. Ninguém vai para prostituição por vocação ou desejo (talvez marias chuteiras e afins). Temos certeza que a maioria das prostitutas gostariam é de uma oportunidade de verdade na vida, de novos empregos, de atendimento digno à saúde da mulher, não de abrir mais uma vala para as jogar ali dentro. Muitas matérias da imprensa hoje crucificam quem discorda de feministas- GLBT e afins e outra exaltando estes grupos a favor da remuneração da prostituição e outras leis absurdas. Acorda Brasil. Isto é querer um futuro assustador, ainda mais aqui aonde o errado é sempre certo. Olhem o que acontece no nosso dia-a-dia.

A defesa de valores errados são prejudiciais para a sociedade, ainda mais nessa nossa época em que as pessoas tem saído de uma mentira achando serem libertas para caírem em outra. Vamos parar de hipocrisia e utopias baratinhas, o mundo nao é essa liberdade maravilhosa e modernete que algumas pessoas idealizam. Precisamos que alguém presenteie Jean Wyllys e outros marxistas culturais com uma bússola de valores e que os ensine sobre o que é prioridade no Brasil ou deveria ser.

Universidades brasileiras, professores e pesquisas “estranhas”: o marxismo cultural na figura de Tatiana Lionço

Padrão

ScreenShot001

Nenhuma pessoa representa mais o feminismo e outros movimentos sociais que prometem “liberdade contra quem nos oprime” que a figura de Tatiana Lionço. Ela é uma das representantes do marxismo cultural/ feminismo no Brasil e que talvez explique um pouco a nossa sociedade doente e os nossos valores (ou a falta deles) pois aqui tudo é relativo. Protestamos por causas estranhas e relativamos o certo e o errado, mesmo que depois o errado possa nos atingir.

Professora universitária e pesquisdora federal (ou seja, paga com o nosso dinheiro) ela é uma feminista e simpatizante que prega uma doutrina (marxismo cultural) e defende grupos com interesses bem definidos (feministas, GLST, etc). O atual modelo familiar é visto como antigo por ela. O atual modelo de educar crianças é visto como antigo por ela. Feministas e simpatizantes, que em geram seguem cegamente ordens de gurus feministas (em geral, lésbicas revoltadas que condenam fazer sexo com homens como postamos aqui) aceitam de bom grado a propaganda feminista em geral pelo politicamente correto e agem do mesmo modo além de compactuar com idéias similares. Com Tatiana, não é diferente. O diferencial dela é que ela como professora ajuda a formar pessoas e a propagar a sua ideologia o que é perigoso para uma terra sem valores morais como o Brasil.

Como diria a cartilha marxista cultural, se infiltre nas universidades e escolas, afirme que isso é politicamente correto, pregue a idéia de uma sociedade perfeita, lave o cérebro de estudantes e destrua a sociedade. Os absurdo pregados por ela e outros professores “intelectuais” demonstram o porque do Brasil ser o que é. Porque importamos ainda tecnologia? Porque o nosso governo ao invés de fazer pesquisas sérias paga para marxistas culturais que defendem grupos com interesses. E estes pesquisam sobre procurar pelo em ovos e outras coisas. Tudo pelo “social”.

Sabemos que marxistas culturais sempre quiseram doutrinar a maior quantidade de pessoas que pudessem. Nada melhor para isso que usar universidades para isso e misturar uma propaganda  de “liberdade, revolta, igualdade” com utopia e propagandas de um mundo melhor.

A psicóloga Tatiana Lionço que é tida como uma professora, pesquisadora e pensadora “moderna” é uma das pessoas que passam por exemplares na sociedade pelo seu status tido como “intelectual de universidade” mas é uma farsa. Ela é somente exemplar como marxista cultural pois isso fica claro nos exemplos de suas teorias que entram nas universidades brasileiras e viram doce na boca de estudantes cabeça fraca que acham que o marxismo cultural é “luta contra o sistema, liberdade, igualdade” ou qualquer outra frase de efeito usada como propaganda mentirosa para um “mundo melhor e mais moderno contra o sistema”. Feministas usam da mesma propaganda.

Tatiana, como boa feminista e simpatizante do grupo GLST, adora falar sobre diferenças sexuais entre homens e mulheres, questão de gênero e modelos familiares sendo que leva isso para o lado das crianças. Leiam o discurso de  Tatiana Lionço no IX SEMINÁRIO LGBT PARA A INFANCIA:

…….“As brincadeiras sexuais infantis também podem envolver outros: MENINOS buscando conhecer os corpos de outros MENINOS e MENINAS buscando conhecer os próprios corpos e os de outras MENINAS e MENINOS. Então, quando MENINOS e MENINAS brincam inclusive sexualmente em seus corpos, com outros MENINOS e MENINAS, eles não estão sendo gays ou lésbicas, quando fazem isto com pares do mesmo sexo. Não é disso que se trata. Que deixem as crianças brincarem em paz... (SEXUALMENTE)…….

Mulheres contra o feminsimo: aqui o texto diz tudo. Parece uma propaganda ou apologia a homossexualidade para crianças, quando crianças deveriam ser tratadas como crianças e terem outros objetivos em mente.

……”Isto as tornarão adolescentes e adultos mais inteligentes e potencialmente mais perspicazes no enfrentamento e na transformação do mundo que lhe deixamos como herança”…...

Mulheres contra o feminsimo: Ou seja, ela deixa a entender que a pesssoa ser homossexual é ser “inteligente” e ser “hetero” é ser qualquer outra coisa.

Pessoas como ela defendem teorias que se não fossem pelo status de “intelectuais de universidades” talvez fossem presas pelo tamanho absurdo que pregam em nome de “um mundo melhor, mais moderno e evoluido”. O que ela prega descaradamente deixa portas abertas para pedofilia e outras coisas mais. Mas na sociedade brasileira marxista cultural isso é “normal”. Aqui tudo vira “normal”.

Além disso, esta pessoa que no Brasil hoje é tida como exemplar, moderna e forma futuros profissionais, faz apologia a idéias que de longe nada somam para a nossa sociedade. Nossas prioridades deveriam ser outras e podemos ver isto todos os dias. Nos falta tecnologia, pesquisas em campos produtivos e uma feminista manipula a psicologia para defender interesses de grupos que querem tratamento especial. Mas isto no Brasil é visto como algo moderno pelo marxismo cultural que é muito forte aqui e  normalmente é lei nas universidades brasileiras.

Percebemos que hoje está havendo uma grande confusão aos que querem usar os DIREITOS HUMANOS para obter todos os seus anseios e liberdades. Grupos que apoiam Tatiana hoje misturam A+B e mentem que isso é luta pelos direitos e conquistas para uma sociedade “melhor e moderna”. Usam de qualquer meio. Usam crianças, se mesclam a minorias usando de propaganda marxista cultural e dizem que isto é “o melhor” para a sociedade.  Ao mesmo tempo, uma pessoa que discorda deles e de suas estratégias que querem praticamente impor uma ideologia é taxada, ofendida e censurada pelo politicamente correto ou com frases que fazem parecer uma pessoa conservadora como pior, antiga. “Reaça” é um exemplo? Mas o que falar do reaça Jean Wyllys que é contra a mudança da maioridade penal?

Ficamos a nos perguntar o que será que vão ensinar aos nossos filhos nas escolas no futuro  já  o que está sendo ensinado hoje é absurdo. Seria melhor educar os nossos filhos em casa?

Para finalizar postamos algumas fotos da dita professora intelectual que ajuda a formar nossos jovens. Cada um usa o seu corpo do modo que desejar mas é um tanto estranho ver uma professora (fotos acima) que forma crianças e jovens afirmar que poderia ser uma atriz de filmes adultos e ter as costas beijadas por um ator gay de filmes adultos. Que exemplo bem estranho estamos querendo implementar como modelo “moderno” para as nossas filhas e filhos.

Crimes e problemas sociais: amostras do relativismo moral feminista no nosso dia a dia.

Padrão

Muitas pessoas feministas ou simpatizantes dizem não se sentir atingidas pelo feminismo e o seu  amigo, o relativismo moral no dia-a-dia. Na verdades elas se lamentam destas coisas mas quando convém, elas se tornam super mulheres ou super homens fortes, de aço e fingem que nada os abala. E no nosso grupo adoram postar e posar de pessoas paz e amor com problemas com as palavras limites, leis regras, sociedade, respeito e responsabilidade. Neste discurso delas que é pura utopia cegueira feminista taleban, o marxismo cultural as impede de ver as coisas abaixo. Se tudo “é permitido, nada tem limites e tudo é gosto e escolha que deve ser respeitado” o Brasil demonstra bem o futuro que quer ter e o que iremos deixar aos nossos filhos. Nosso governo deve amar o relativismo moral. O povo sente isso no dia-a-dia. E a propanda de liberdade e alegria do forte marxismo cultural no Brasil em praticamente todos os meios blinda os nossos ouvidos de fatos que sentimos na pele diariamente como estes abaixo. Se nada é errado e tudo é certo, podemos entender os absurdos abaixo:

Diapositiva11) Bandido solto e defensor da justiça preso.

miss bumbum

2) “Oprimidas pelo homens e patriarcado”candidatas a miss Bumbum. Deveriam se candidatar a miss vulgaridade. Devem se lamentar depois da fama da mulher brasileira. Seria isso hipocrisia relativista moral?

215917_562712947076430_1189381733_n

3) Cantora que canta baixaria e é tida como mulher que revolucionou o sistema. Uma feminista comentou no nosso grupo no facebook que Valesca Popozuda é a nova guru feminista substituta de Simone de Belouvair. No Brasil é algo verdade mesmo.

4) O que falar de Jean Wyllys (aqui), deputado federal marxista eleitoral eleito por ajuda de companheiro de partido e que veio a fama através de um BBB que defende causas de alguns grupos e sem completa noção das prioridades coletivas para a realidade brasileira. O “nobre” deputado, que é contra a mudança da maioridade penal, deveria ver fatos como este. No Brasil relativista moral menor usa drogas, dirige, faz sexo, estupra, comete crimes mas é sempre aliviado pela sociedade aonde quem der umas palmadas leves no filhos é preso. Veja mais abaixo o resultado disso.

5) O que falar das mortes violentas em São Paulo e em Santa Catarina, com meios de transporte sendo incendiados, mortes e a população ficando indefesa. Claro, basta um criminoso ser investigado e condenado que os direitos humanos (comandados por feministas e simpatizantes) correm em defender bandidos.

6) O que falar dos corruptos investigados e condenados e que cujos defensores defendem ao blindar os ouvidos para FATOS comprovados criando teses absurdas para a defesa?

7) O que falar de casos como pesquisdoras de universidades criam teses absurdas sobre sexualidade infanatil? Leia mais no nosso post antigo aqui.

8) Novo modo de educar segundo pesquisadores de universidades brasileiras marxistas culturais abaixo.

Diapositiva1

9) E a advogada e empregada nossa (do estado) que foi que gravou um filme fazendo sexo e foi amplamente defendida pelos meios feministas e marxistas culturais. Este povo sabe o que é decoro? Defendemos que o rapaz que apareceu no filme com ela também seja punido.

Como dica olhe a imagem abaixo de um exemplo-armadilha de relativismo moral, aonde frases de efeito de alguém inocente, utopia e propaganda marxista cultural podem alimentar um grande exemplo de regimes doentes, extremistas e psicopatas.

Diapositiva1