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Policial carioca que dançou funk com bandido no programa da Globo tem fotos nuas vazadas na internet

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Lembram daquele programa lixo da Globo chamado esquenta? Pois bem, vamos recordar…

Durante um destes programas uma capitã da PM do Rio de Janeiro, Julia Liers, dançou funk com um bandido ex-traficante do Complexo do Alemão. Os outros militares que igualmente estavam no programa “cairam na gandaia” ao mesmo tempo que representavam a corporação.

Claro que as pessoas tem liberdade para fazer o que quiserem mas existe aquele ditado: Tudo é lícito mas nem tudo convém.

Imaginem a mensagem que aquele fato passou para o povo? Os mesmos policiais que dizem combater este estilo musical nojento chamado funk que promove o crime (passa longe do funk de verdade, anos 70) ao escutar aquele lixo saem mexendo como cachorros no cio.

Vergonhoso mas esse é o retrato atual da PMERJ e do estado do Rio de Janeiro que uma vez foi o lugar do nascimento do choro e do orgulhoso reino imperial brasileiro. O Rio de Janeiro virou uma favela ao aberto. Quanto mais vagabundo, bandido e piriguete, melhor. Os ricos do RJ pouco sabem o passado do RJ mas adoram fingir serem viajados e conhecedores dos museus da Europa. Adoram ostentar riqueza assim como os mais pobres.

As cariocas afirmam serem contra a imagem de mulher objeto mas ao escutarem um funk, rebolam sem parar. O carnaval mostra somente o lado pior do Brasil. Estamos generalizando sem totalizar. Tem muitas pessoas que detestam esta imagem do povo carioca mas infelizmente parecem ser poucos.

Se adicionarmos o tumor do Brasil, TV Globo, temos muita engenharia social que prega somente o pior dos piores. E tudo isso enfiando goela abaixo um estilo de vida carioca para outros estados que passam longe de ser o Rio de Janeiro.

O RJ por sinal é aquele lugar que adora criar uma imagem do Brasil culturalmente socialista. Os favelados “viraram oprimidos pelo capitalismo e a favela era um lugar bom e coletivista antes do homem branco”. Guerra entre classes e outros truques da esquerda viraram rotina no RJ e universidades cariocas. Funk inclusive virou tese de mestrado para mostrar a verdadeira brasilidade do Brasil “revolussaum”.

Neste relativismo moral e cultural a capitã da PM do Rio de Janeiro, Julia Liers, sofreu com criminosos.

Ela teve fotos vazadas na internet por bandidos que roubaram o celular da capitã. Ela tinha fotos nuas em poses sensuais. Ou seja, bandidos funkeiros vazaram as fotos da policial que estava rebolando com um bandido ao som do funk  carioca (estilo musical de bandidos).

E depois querem que levemos este Brasil com seriedade…..

Provavelmente, logo um grupo da morte vai ser criado para eliminar quem vazou as fotos e dar aquele jeitinho carioca de abafar o caso. Mas se negar a andar com bandidos e meliantes ? Isso, virou “preconceito”.

Esta parece ser a triste realidade do Brasil: falta de bons exemplos.

Estuprada por 33 ou fez orgia com 33? O que dizem os fatos?

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menina estuprada 30

Antes de você ler este texto saiba que estupro já é crime faz um bom tempo, que estupradores são os criminosos mais odiados na cadeia (sendo mortos ou estuprados) e que em um caso de estupro a culpa é do estuprador e NUNCA da vitima. Escrevemos sobre isso no passado. Este fatos por si demonstram que a cultura do estupro é uma mentira.

Isto nos faz lembrar o caso da menina estuprada no Piauí e o silencio das feministas ou quando uma jornalista brasileira foi ameaçada de estupro por um professor esquerdista.

Dito isso, vamos analisar os fatos da menina deste caso que era tida como menina inocente estuprada mas agora com novas informações sendo mostradas parece que a coisa muda e que a menina não foi vitima de estupro. Autoridades e investigadores tentam manter a cabeça fria e investigar o caso (ou deveria ser assim).

Como era mais que esperado, as feministas fazem terrorismo psicológico e taxam todos os homens de estupradores, querem mais poder no governo e criam mais picuinhas para dividir o povo, neste caso homens x mulheres (a tradicional guerra entre classes esquerdista). Justiceiros sociais brasileiros sem noção a lógica e fatos criam varias justificativas para defender a menina desde invasão de privacidade (isto cai por terra pois a própria menina postou fotos no Facebook no modo publico, enviou fotos no What’s up para outras pessoas além dos áudios divulgados para esclarecer o caso). Outros imbecis dizem que isso é normal e merece ser respeitado. Normal e respeito por isso?

O que dizem os fatos e provas até agora?

-A menina gosta de andar com membros perigosos de uma facção criminosa. Ela tem fotos com fuzis de assalto fazendo apologia aos traficantes. A menina frequentava bailes funk desde muito nova segundo a própria família que perdeu o controle sobre a menina. Ela também parece ter um histórico de uso de drogas.

-Mensagens de amigas e conhecidos confirmam que a menina fazia atos similares (orgias) com frequência com o mesmo grupo de rapazes e era conhecida no meio.

-Traficantes conheciam a menina de outras orgias.

Esta história  dela saber quantos caras a estupraram é muito estranha. Achamos que numa situação dessas seria muito difícil a mulher ficar contando quantos caras estão subindo em cima dela, pois não se daria ao trabalho de ficar … 1, 2, 3, 4… 29, 30! Nó máximo diria que foram muitos! E se ela estava dopada como sabe quantos homens foram?

-Novas fontes afirmam que a menina vive chamando o maior número de caras possível para participar de bacanais (ela queria fazer sexo com 50) e que esta prática (absurda) parece ser rotineira.

-Delegados e policiais afirmam que nos bailes funk (comandados pelo trafico, regados a drogas tendo sempre o sexo selvagem, primitivo e que humilha as mulheres como fundo) existe uma linha entre estupros e orgias que é praticamente impossível de ser investigada.

Levando em conta que nas favelas onde o tráfico comanda, o crime de estupro é punido com a execução do estuprador, seria algo estranho que estupradores estuprassem uma menina, filmassem e colocassem em redes sociais.

-Depois do acontecimento a menina voltou ao lugar do acontecimento para pegar o celular (que lá havia esquecido)e   postou mensagens dizendo que esteve muito ocupada (maliciosamente). Que vitima de estupro faz isso?

-Não é novidade que, infelizmente, outra coisa acontece nas comunidades dominadas pelo tráfico no Rio. Meninas novas atrás de autoafirmação, vitimas do relativismo moral de uma sociedade e adolescentes rebeldes correndo atrás de bandido em troca de drogas e o glamour do crime.

Ou seja, não é nada desta mentira feminista de culpar quem é vitima de estupro, mas existem muitas falhas na versão da menina, fora os fatos das mensagens retiradas do Facebook dela e What’s up.

Poderíamos aqui lembrar também das falsas acusações de estupro que feminista pregam. E como isso afeta as verdadeira vitimas de estupro que são desacreditadas por causa de mulheres mal intencionadas.

Outros imbecis dizem que isso é normal e merece ser respeitado. Normal e respeito por isso? Isso não é normal. Que sociedade doente é esta nossa aonde isso acontece? Fazer sexo com 30 e pedir mais 20 pra entrar na roda? Qual vai ser a próxima? Achar pedofilia e zoofilia normal? Absurdo. No mundo atual e em especial aqui no Brasil o politicamente correto e relativismo moral estão acabando com a lógica e bom senso. Pessoas tem medo de falar o óbvio por medo de censura das feministas e justiceiros sociais. Devemos parar de acabar com isso, pensar e julgar SIM. Existe certo e errado e existem limites SIM.

Esta menina nada mais é que uma vitima sim da ideologia feminista e ideologias simpatizantes ao feminismo. O feminismo prega que a mulher deve ser o que ela quiser. Acha que prostituta e piriguete é sinônimo de mulher livre. Acha funk libertador para a mulher (feministas acham que o funk empodera a mulher e é feminista). Doutrina crianças nas escolas, dizendo que ser recatada é coisa retrógrada. Acham que drogas devem ser liberadas e orgias ou transar com 100 por ano são coisas de mulher empoderada. Que ser contra o sistema e regras básicas de conduta e segurança é coisa de mulher moderna.

Com esta historia sendo contada com fatos e este estupro na verdade parecendo ter sido uma orgia, muita feminista que antes queria prender estuprador agora  vai passar a defender a liberdade sexual da garota e o direito dela de transar com quantos homens ela quiser, elas chamarão isso de “empoderamento” e acusarão de machistas misóginos todos aqueles que ousarem criticar a atitude dessa garota.

Assim é o feminismo: volátil, sem lógica, sem fundamento e vitimista. Existe inclusive feminista que defende o próprio estuprador pois este faz parte de um grupo que ela ideologicamente defende. Doença total.

Quanto a estupradores, quando um homem como Bolsonaro cria leis para punir estupradores ou conservadores e liberais pregam o porte de armas para o povo que quer se defender em um Brasil cada vez mais violento, esquerdistas e feministas se omitem e chamam estas pessoas de “machistas”. Quando atores, funkeiros e todo um grupo que tem o apoio da esquerda ataca uma mulher, as feministas se calam pois a indignação delas é seletiva. Feministas querem nos usar como massa de manobra.

A mentalidade feminista e esquerdista cria esse tipo de garota, que vai testando limites pois pensa ser imortal até que a vida cobra a conta e ela não tem psicológico pra aguentar a consequência. A culpa do estupro NUNCA é da vitima, porém, mais provas mostram que parece que não foi estupro e sim orgia aonde uma jovem que ora é forte/ ora vitima sem noção se envolveu com pessoas do mal e hoje paga as consequências de suas ações.

Para finalizar, sabemos com provas que a menina é envolvida com bandidos (traficantes) que usam fuzis de assalto e é fascinada pelo mundo do crime. Mesmo achando errado o que eles fizeram com ela (se bem que parece que ela fez tudo o que fez porque quis segundo provas . Isso não é culpar a vitima pois provas aparecem a cada dia), existem realmente vitimas de crimes de estupro que são violadas por criminosos (mulheres que estupram por sinal também existem).

Esta menina se envolveu com traficantes, usados a queimar pessoas, dar tiro, matar e vender drogas, ficando fascinada com a vida loka pois ser uma pessoas correta era muito “chato”. Esqueceu do perigo e foi vitima das próprias escolhas pelo que parece.

Vamos ver o que vai acontecer com este caso.

Fonte das fotos: Mídia Latina

Ninguém paga as minhas contas, nudez, ninguém pode me julgar: o discurso padrão feminista.

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O discurso é aquele: “Ninguém paga as minhas contas, ninguém  pode me julgar, lugar de mulher é aonde ela quiser, sou forte e moderna, se os homens fazem eu também posso fazer,etc.”

Estas frases que poderiam ser citadas por qualquer outra feminista mas cabe muito bem no estilo de vida na pessoa de Andressa Urach. Ela, assim como Valesca Popozuda repete e age como boa feminista com suas atitudes e frases “meu corpo, minhas regras e ninguém pode me julgar”. A liberdade nestas horas sempre vira uma muleta para suportar o relativismo moral.

Para quem não sabe quem é esta pessoa basta procurar as fotos e o strip-tease que a moça fez no programa Agora é tarde. E o motivo pela qual ela fez isso: para protestar contra o governo (?????). Sim. Isso mesmo. Como boa simpatizante do feminismo a moça adora tirar roupas para protestar.

Andressa é mais uma das representantes do feminismo que vive o feminismo a todo o vapor. Teve o apoio de Marília Gabriela. Esta por sinal adora entrevistas prostitutas e funkeiras que usam do corpo para subir na vida mas depois reclamam do machismo e de serem vistas como objeto. Mas as moças  não eram fortes, inteligentes e modernas que fazem o que querem? Ah, claro justamente por terem um cérebro acima da média elas fazem besteira. Ou seria falta de responsabilidade?

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Fato consumado é perceber o feminismo mais intelectual como o de Marília Gabriela e outras feministas ditas pensadoras apoiarem o feminismo piriguete de Valesca e Andressa. Isto poderia beira a hipocrisia total desta movimento mas isso não nos espanta pois sabemos que as feministas não acreditam pelo que lutam e muito menos no que falam. Isso iria acabar com o vitimismo quando neste movimento o que reina é a hipocrisia.

Voltando a mulher emancipada, forte e moderna que é tema deste nosso post….Como é dona do seu corpo, Andressa Urach, adora viajar pelo mundo nua ou semi-nua e enrolada na bandeira do Brasil. Ela faz questão de dizer que é brasileira Miss Bumbum.

Ela foi a mesma que sabia que o Cristiano Ronaldo tinha namorada e deu em cima dele. Depois disse para todo o mundo que ele tinha (desculpem as palavras) comido ela e que ela também queria “pegar” o Cristiano Ronaldo. Enfim, a garota quis dizer ao planeta que o jogador tinha feito sexo com ela.  Ela ostenta o talento e a capacidade de ser Miss Bumbum ou algo assim. Ela nunca conseguiu provar que ela tinha pego o Cristiano Ronaldo pois o dito se encontrava em outra cidade no dia que ela diz ter “pego”ele.

Ela é aquela mesma pessoa que faz fotos quase tiradas de um ginecologista e semi-nua até abaixo de zero.

Para variar a culpa é do machismo, da sociedade que não a entende, etc.

Enfim, o comportamento tem um padrão que vai desde Simone de Beauvoir, Valesca Popozuda, Marcha das vadias e tudo o mais.

Tirar a roupa por nada ou para provar teorias malucas e colocar a culpa no machismo desde sempre foi estratégia feminista. Talvez pelo ego das feministas ou pelo culto a promiscuidade que adoram pregar. Talvez por isso tanto defendam as prostitutas.O engraçado é que elas fazem isso porque querem e culpam os homens ao mesmo tempo. Outras fazem isso para copiar os homens. Ao mesmo tempo nunca vemos homens nus protestando por seus direitos.

Somente falta a Lola agora entrar neste tipo de protesto. Mas ela faria isso sendo professora de uma universidade? Do jeito que anda a nossa “educasssaauuumm” logo isso vai virar tese de mestrado. Bem, a Valesca Popozuda virou.

Feminismo: vitimismo, hipocrisia, marxismo cultural,relativismo moral. Precisa dizer mais???

Simone de Beauvoir na foto de Art Shay

valesca popozuda Londres vergonhaMais obras feministas meu corpo, minhas regras abaixo:

Porque odiar o funk carioca: mulher nua no palco, desculpas e relativismos marxistas culturais.

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O que aconteceu?

Durante um show de funk carioca (sem sermos politicamente corretas, um lixo musical que muito difere do excelente funk original) uma garota sobe no palco de um tal de Mc Magrinho, em trajes mega curtos. O lixo musical começa a tocar, com suas letras absurdas, vulgares e nojentas. Todo mundo no local parece amar estas coisas, homens ou mulheres.  Muitas garotas simulam movimentos sexuais e gritam as letras felizes como se isso fosse liberdade e dançam com rapazes metidos a pegadores que também simulam fazerem sexo. Uma garota sobe ao palco e começa a se esfregar em uma dança quase ato sexual com os dançarinos. Ela veste somente uma calcinha amarela estilo fio dental.

A dupla de dançarinos alternam passos de “dança” que simulam atos sexuais e passam a mão nela . Ela somente de calcinha continua dançando sem reclamar. Um dos dançarinos a pega no colo simulando sexo em pé e tenta tirar a calcinha dela. Ela resiste um pouco mas como era de se esperar pelo tamanho da calcinha e com aquela partner, esta estoura na parte lateral. Ela fica de pé e tenta arrumar. Os dois dançarinos com que ela dançava puxam a calcinha dela para baixo e a deixam nua. Ela sorrri ao ficar completamente nua na frente de todos enquanto o  lixo musicial continua a tocar. O climax do show. Pura obra de arte (ironia).

Os dançarinos falaram que isso é um show normal. Normal? Aqui no Brasil tudo é normal, matar é normal, roubar é normal, estuprar é normal. Vulgaridade? Normal. A pessoa tem que ser muito corajosa para dizer que isso é errado, absurdo. E deve se preparar para escutar que ela ela é “moralista, reaça, tradicional, antiquada, etc”. Ser contra isso é quase crime. Nossos exemplo de mulheres modernas hoje são prostitutas, mulheres “modernas” solteiras que se envolvem com caras com jeito de traficante. Ambos não pregam valores ou algo bom. Quanto mais baixaria melhor e isso hoje é ser normal, moderno. Puro marxismo cultural feminista.

Claro, do jeito que andam as coisas isso aqui está virando terra de ninguém. Inclusive o tal funk carioca é patrimônio cultural do Rio de Janeiro. Sim, este lixo musical que prega descaradamente promiscuidade, vulgaridade, baixaria, pornografia, faz apologia ao crime e ao uso de drogas é moda com inclusive programas populares da nossa TV dizendo que funk ” é legal, coisa moderna e cultura tradicional aqui do Brasil”. A Globo ama o funk e ser bandido hoje ou mulher de traficante é charme. Se alguma pessoa discorda é chamada de preconceituosa ou que detesta a verdadeira cara do povo do Brasil. E o que o mundo pensa do Brasil? E da mulher brasileira? Somos os palhaços com a simpatia de tudos maos o respeito de ninguém.

Mas e quem detesta o funk de qualquer modo ou os seus seguidores e seguidoras? Quem detesta é taxada/o de preconceituosa/o, antiquada, moralista, tradicional, conservadora, antibrasileira e tudo o mais. Lembram das estratégias do marxismo cultural? Elas surgem aqui.

Absurdos como este passam longe da tradicional dicotomia mulher x homem que feministas amam. Isto vai muito além disso. O foco principal deveria ser valores, responsabilidade, escolhas, certo x errado. Mas o que dizem as feministas?

A ministra da “cultura” Marta Suplicy diz que “funk é cultura”. Mas outras coisas bem menos chocantes não são segundo ela. Feministas adoram apoiar funkeiras que cantam absurdos e usam de relativismo moral para isso. Outras dizem que isso é somente “maiores de idade fazendo o que querem, nada demais” pois o corpo “é deles e ninguém pode julgar”.

Outras culpam os dançarinos que realmente são culpados mas tiram a responsabilidade da garota (também culpada) que subiu no palco quase nua porque quis e que se esfregava com homens de tipo duvidoso também porque quis. Fora que são estas mesmas pessoas (mulheres e homens) que ficam felizes com as letras absurdas do funk. Pagam para ir a eventos deste tipo e sempre justificam isso com a liberdade de escolha. Certeza absoluta: Escolher o lado errado e chorar depois pelo leite derramado.

É incrível como vivemos em um mundo de valores invertidos: uma mulher sendo usada como objeto e crendo que isso seja o ápice de sua liberdade. E tudo isso com o apoio das feministas. As covardes feministas relativistas morais e marxistas culturais.

Novamente tudo isso é relativizado e novamente surgem as estratégias do marxismo cultural. Culpem o sistema, o opressor homem branco, a moralidade, as mulheres de bem e os homens de bem que não os entendem e nem entendem o funk com suas letras “inocentes”. Uns e umas ainda se escondem no vitimismo de “oprimidos e oprimidas” por serem mulheres, negros, brancos, isso ou aquilo. Fugir da responsabilidade é tudo nestas horas.

O Rio, que dizem ser a cara do Brasil no exterior vai se tranformar a qualquer momento em sodoma e gomorra. Tudo que é errado é defendido por político corrupto, canal de TV popular que prega absurdos como “normal e moderno”. Tudo parece ser aceito sem ninguém questionar. O respeito humano acabou. Se funk for cultura as meninas menores de idade (muitas crianças) sem limites que frequentam o baile de hoje serão as prostitutas do futuro. Os garotos irão ser pais e as meninas mães precoces que aumentam o caos social. Tudo isso pela covardia politicamente correta de discordar ou patrulheiros relativistas morais que taxam, julgam, ofendem quem segue o senso comum com um pouco de objetividade. Chegamos no patamar aonde qualquer palavrão vira música e cultura e ninguém pode discordar.

Popozuda:a feminista funkeira incoerente que apela para a vulgaridade.

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Muitas de nós,mulheres, não nos sentimos representadas pelos movimentos feministas em 2012.Combatemos esses grupos por achar quem em 2012, com o livre direito de escolha que quase todo o ser humano na nossa sociedade possui,fazer o papel de vítima como as feministas e simpatizantes modernas adoram fazer é algo pouco nobre e uma grande mentira.Existem sim vítimas indefesas pelo planeta ,desde crianças,animais,mulheres e até homens.Ao nosso ver as pessoas deveriam avaliar,investigar,defender os indefesos que não possuem meios de se defender.Mas isso é longe de ser vitimismo como pregam as feministas.E convenhamos,um vitimismo um tanto estranho aonde a sociedade permite tudo,inclusive manifestações “culturais”como dessas” pessoas” das fotos desse post.

Lendo uma revista esses dias descobri que uma mulher desse tipo que nos envergonha.Uma  funkeira,”cantora” que afirma ser feminista e fez uma música com um “cantor”que é a vulgaridade em pessoa.Tal obra de arte intitulada”Mama” refere-se ao sexo(feministas sempre falam de sexo em tudo).Tal “cantora” de “funk” possui silicone na bunda porque quer,mostra o corpo a toda hora nos seus shows porque quer,fala palavras vulgares,baixas,etc e etc.E claro,é feminista de carteirinha pois faz com o”corpo dela o que quer e isso é ser mulher forte em 2012″.E ela ainda diz ser vítima.O cantor que a acompanha é um homem que defende a promiscuidade,defende a marginalidade e atitudes realmente machistas.Mas a cantora feminista o apoia.Por qual motivo?$$.

Muitas feministas até questionam porque estrada caminha essa movimento.Conhecemos algumas ex-feministas que se arrependeram de ter entrado nessa conversa por enxergarem coisas como essa acima e a carga de raiva que o movimento estimula contra os homens e mulheres antifeminismo.O corpo humano é uma obra de arte mas muitas vezes é usado para fins tendenciosos como faz essa”mulher de verdade”.E tais “mulheres de verdade”por desconhecerem argumentos ou criarem fantasias de sociedades perfeitas querem na verdade é ganhar dinheiro,chocando e apelando.Infelizmente,tais monstros ganham até seguidores e pessoa de cabeça fraca. Mas que esse movimento e mentalidade nunca foram nobres e puros como afirmam é um fato consumado. 

A funkeira acima é claramente uma feminista convicta,uma mulher mais interessada em ganhar dinheiro e usa do coletivismo para atrair seguidoras,que usa o corpo como arma vulgar mas diz ser nobre,que quer chocar mas tampouco aceita críticas de ser incoerente e sem senso comum.Pior,afirma que ser mulher de verdade e mulher forte é o que ela faz,ser vulgar,baixa.Quem discorda dela e das suas simpatizantes é “mulher submissa”.Talvez elas desconheçam a palavra discrição e odeiem pessoas que não queiram chamar a atenção.Talvez para elas quem não deseja mostrar os ovários e os seios a toda hora e obtenha reconhecimento por isso não possa ser considerada mulher.Democracia pura estilo feminista.Culpe o mundo e nunca responsabilize quem faz as péssimas escolhas livremente.

Discordamos da marcha das vadias ou vagabundas.Discordamos porque o nome é vulgar,apelativo e muitas mulheres não se enxergam com tal. Discortamos dessa conversa antiga do Patriarcado em 2012 para ficar nua por nada e exigir palmas por isso.Discordamos porque as/os manifestantes fazem coisas apelativas,vulgares,baixas.Discordamos porque pode-se protestar de modo inteligente e sem usar o corpo com gestos apelativos mas querer um reconhecimento de nobreza,pureza,de uma alma inteligente.Discordamos porque usam crianças para propagar o ponto de vista tendencioso delas.Homens também prostestam entre eles e contra a sociedade.Mas o engraçado é que homens protestam de modo diferente e nunca vimos homens pelados em protestos pela economia ou pelo planeta.

Muitas de nós, possuem filhos,possuem irmãos e  não enxergamos eles como inimigos e sabemos respeitar diferenças e limites que cada ser humano tem.E muitas de nós sabem que mulheres erram como qualquer ser humano e devem ser responsabilizadas por seus atos,como qualquer um em uma sociedade que diz ser igual.Infelizmente,as feministas discordam e procuram responsabilizar as outras e os outros e nunca elas mesmas,além de alimentarem uma guerra contra todos que discordem delas.Esse é o feminismo da liberdade e que diz amar a livre escolha e a democracia.

Talvez o mundo enlouqueceu e pessoas que discordem desses novos “valores” venham a perder.Mas nunca iremos ver virtude em apelar para a vulgaridade,baixaria e falta de classe.Isso nunca foi ser mulher de verdade.