Arquivo da tag: feminismo marxista

Ajude a publicar o livro “O outro lado do feminismo” no nosso idioma

Padrão

Cara leitora e caro leitor. Estamos fazendo parte de uma campanha e pedimos a ajuda de pessoas que lutam contra o feminismo. Participamos de uma campanha para publicar o livro “O outro lado do feminismo” no nosso idioma.

Como ajudar?

Escolha sua recompensa, faça sua contribuição e compartilhe nossa campanha em suas redes sociais. Nos ajude a publicr o livro “O outro lado do feminismo” no nosso idioma. Toda divulgação é fundamental para o sucesso desta empreitada. 

Mas do que se trata o livro O outro lado do feminismo?

As autorAs  sra. Schlafly e a sra. Venker desacreditam na propaganda feminista de que o feminismo moderno tem tudo a ver com igualdade. Elas mostram a verdade que esconde na propaganda feminista. Com meticulosidade devastadora, elas desembalam as várias razões pelas quais tão poucas mulheres hoje em dia estão dispostas a reivindicar o rótulo de “feminista”. O “feminismo” não é nada mais que a “esquerda feminina” direcionada a impor uma agenda esquerdista e radical às famílias, aos negócios e às instituições. Segundo, a promessa feminista de que as mulheres podem simplesmente ser como homens e desfrutar de tudo o que os homens tipicamente fazem – como sexo casual, longas horas no trabalho, menos tempo com a família – se provou vazia. Sofrimento, relações despedaçadas, casamentos fracassados, doenças sexualmente transmitidas, aborto e índices vertiginosos de crianças emocionalmente feridas tem sido o verdadeiro legado do feminismo. E a história completa você encontra em O Outro Lado do Feminismo.

Os direitos de tradução para o Brasil já estão garantidos. Agora só depende de cada um de nós para que este audacioso projeto venha ao mundo. Nos ajude nesta batalha para combater o feminismo. Clique no link abaixo para colaborar e nos ajude a divulgar.

http://www.kickante.com.br/campanhas/o-outro-lado-do-feminismo

Sou mulher, brasileira e não sou uma prostituta como feministas querem vender.

Padrão

mulher brasileira nao é prostituta anti feminismo

Mais uma leitora explica os motivos de ser contra o feminismo e lutar contra o que este movimento representa na realidade ao invés da propaganda e fantasia. Enviem os seus depoimentos.

“Sou mulher, brasileira e não sou uma prostituta como feministas querem vender. Nunca fui e nunca serei vadia, piriguete ou qualquer outro termo tido como moderno. E nunca irei fazer sexo com o meu pai ou filho como elas pregam também. Dançar funk, carnaval? Jamais.

Venho observando faz tempo como feministas adoram defender prostitutas, mulheres vulgares, golpistas, funkeiras e ao mesmo tempo falam de respeito, sociedade melhor e igualdade. Falam o A, fazem o B. Eu quero é fugir de uma sociedade feminista. Por isso me desliguei deste movimento. Felizmente acordei. Desde a época de Simone de Beauvoir que ser vulgar e ser uma reserva de esperma é algo moderno para as feministas. Simone foi uma reserva de esperma de Sartre porque quis e morreu triste e amargurada. Ela como marxista que foi quis abraçar a fantasia marxista do feminismo ao invés de fatos. E felizmente se foi. Hoje temos a Lola e a Valesca que infelizmente continuam com esta praga chamada feminismo, o defensor oficial de piriguetes e prostitutas que atingem a toda mulher brasileira.

Feministas podem pensar que mulheres que discordam delas são burras mas se enganam. Pensamos e sabemos diferenciar os fatos da propaganda. Eu li muito sobre feminismo. Por ter participado deste movimento sei as estratégias dele. Eu também fui censurada por feministas pois sempre me oponho a este movimento mentiroso e ditatorial. Mas não me calarei jamais. Chega de atingir meninas mais jovens com lavagem cerebral, chega.

Voltemos as piriguetes e feministas… Aqui em Salvador aonde moro e trabalho hoje em época de carnaval o que mais vejo é piriguete enrolada na bandeira do Brasil que vem aqui e ataca os gringos como se nunca tivessem visto homem na vida. Aqui em Salvador é cheio de estrangeiros e piriguetes querem pegar por serem exemplos de mulher de verdade. Elas infestam até aonde moramos, trabalhamos ou queremos relaxar. Querem dar, distribuir. Nos transformamos na capital nacional do turismo sexual junto com o Rio de Janeiro. Para estrangeiros, o carnaval nada brasileiro que importamos da Europa, não passa nada mais de uma ótima forma de se obter sexo fácil sem problemas.

Na verdade, a única imagem que o gringo forma sobre nossa nação é de um país imoral, que expõe mulheres que querem se expor como pedaços de carne e acham isso moderno, semi-nuas ou completamente nuas sem o mínimo pudor, na TV, nos Jornais, em todos os lugares, inclusive na frente das crianças. Eles longe de serem santos usam o que vendemos maquiado com relativismo moral. Um alimenta o outro. Alimentamos o que nos perturba e o que nos ofende.

A maioria destas piriguetes usa e abusa do apoio dado a elas por parte das feministas que relativizam a responsabilidade e pregam o relativismo moral. A piriguete é moderna e decidida que escolhe o que faz mas depois a culpa é sempre do homem ou de um fantasioso machismo pois hoje tudo virou machismo. Feministas, livres,fortes e modernas mas um segundo depois oprimidas pelo capitalismo machismo ou qualquer outra desculpa. Quem entende? Deve ser doença mesmo.

Aqui no Nordeste sei de meninas que foram mães aos 14 anos, 15 anos. Sei que feministas apoiam que estas garotas façam sexo pois o “corpo é delas e nem pai ou mãe podem se meter”. Se o pai falar algo vai ser taxado de machista. Se elas engravidam podem abortar, né? E nem vou falar em pedofilia afinal 15 anos…
Feministas adoram empurrar a responsabilidade para as outras pessoas. A culpa é da noite, do buraco na rua, do chuveiro. Infelizmente eu e muitas outras mulheres pagamos por este comportamento doentio. Também infelizmente a mulher brasileira aceita esta degradação e aquelas que deveriam reagir contra o movimento feminista e a sua agenda que apoia prostitutas fecham os olhos para tal. Nos omitimos e consentimos com a fama que nos atinge. Já vi até muitas alegando que é liberdade transar com 2,3,4. Tudo é liberdade agora, tudo. E depois reclamam que os homens nos tratam como objetos sexuais? Neste período de carnaval são divulgadas fotos vulgares no mundo inteiro intituladas: “Carnaval e a beleza da mulher brasileira”. E somos taxadas de prostitutas.
De quem é a culpa? Como disse o jornalista Paulo Eduardo Martins, a culpa é nossa, do povo. Neste caso a culpa também é nossa, mulheres que defendem a agenda feminista ou se omitem. Eu deixei de me omitir e vou lutar como puder contra este movimento.”