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A feminista Valesca Popozuda, a cara do novo modelo da educação brasileira?

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Pessoas de todas as classes e ideologias postam no facebook e em redes sociais que uma “educação de qualidade” é algo que vai melhorar a sociedade. Ficam revoltadas/os com absurdos, valores invertidos, caos social, etc. Todos defendem que a educação é a solução para nossos males, mas poucos questionam: qual modelo de educação?

Nestas horas basta observar fatos ASSUSTADORES nos dias de hoje. Caiu na rede a matéria do professor que usou a guru feminista piriguete Valesca Popozuda como modelo de pensadora aos seus estudantes. Sim, a mesma que foi ASSUNTO DE TESE DE MESTRADO FEITO POR OUTRA FEMINISTA. A mesma que é tida como modelo para as adolescentes como podemos ver na imagem acima. A mesma que viaja ao exterior queimando mais ainda a imagem da mulher brasileira, vista cada dia mais como uma prostituta no exterior  e isso com o apoio de feministas como Valesca.

Depois de causar,  a piriguete (feministas detestam falar tal palavra por mimimi) Valesca postou no seu facebook que quem critica o funk é por “preconceito”. Quem critica ela é por “ela ser mulher”. Quem critica o funk é porque “detesta o povo negro da favela”. Etc e etc. A feminista funkeira usou do que feministas usam como sempre: vitimismo, apelar para a guerra de classes, relativizar o bom e o mal  e ironizar pensadores para passar como “oprimida”.

O professor que pegou ela como exemplo fez a mesma coisa. Enfim, piriguete virou exemplo de conduta na sociedade, novela, cinema, livros, etc. Pior, isso entrou na escola. Se isso acontece na escola aonde o exemplo do melhor deveria ser dado, o que esperar da sociedade e futuros adultos ? Estamos andando no caminho do quanto  pior, melhor. As novelas da “conservadora” rede Globo colocam as piriguetes, prostitutas, traficantes, bandidos ou mulheres como Valesca no auge e tidas como “fortes, modernas, poderosas, exemplares”. Depois queremos reclamar da sociedade e valores invertidos como? Pior, na verdade muitas pessoas assistem tudo isso de modo passivo e sem nem saber o motivo disso tudo.

Duvidam_ Olhem o que prega esta feminista quando “canta”:

Sabemos que isto acontece faz tempo e foi planejado. Durante muitos anos o governo marxista e socialista (pais das feministas) vem modificando a cultura, a escola e as universidades procurando atingir  as pessoas desde a mais tenra idade, relacionando inclusive sexo como qualquer assunto como faz Valesca e o professor “moderno” que acha ela exemplar. Na verdade, o governo abriu as portas para este tipo de pessoa e  para o modo de educar relativista moral politicamente correto do socialista Paulo Freire (adorado por feministas e pelo Jean Wyllys) que doutrina ao invés de ensinar. Procurem sobre as cartilhas sobre sexo para menores de idade.

Este objetivo de doutrinar desde cedo e atacar  cultura nasceu durante o regime militar. Militares nunca entenderam a guerra cultural e deixaram escolas e a academia serem comandadas por gente  deste tipo como marxistas  que querem atacar os valores de base da sociedade.  A Ana Paula Campagnolo e muitas outras pessoas denunciam casos absurdos no nosso sistema de educação doutrinar alunos e alunas sem esconder os motivos.

Ah,mas e o MEC? O MEC também nunca foi coisa que prestasse. Ainda no governo do socialista THC (popular FHC),  foi implantado em escolas de todo Brasil, como material didático da cátedra de Historia, o famigerado livro de comédia de Mário Schmidt. Quando se pensou que havíamos chegado ao fundo do poço, eis que um analfabeto foi eleito presidente da república e deu novas diretrizes ao MRC, provando que a coisa poderia ficar cada vez pior.

Nisso tudo, entrou na moda o embuste do tal “preconceito linguístico” (“nois pega os peiche, as mina e os manu”), o que levou Marcos Bagno a fazer fama e fortuna e crianças e adolescentes brasileiros a serem convencidos de que escrever e falar errado é “algo normal e moderno”. As funkeiras e funkeiros adoraram. Além de pregar baixaria, vulgaridade, estimular o turismo sexual e o uso de drogas, os funkeiros e funkeiras começaram usar da guerra de classes para causar e ganhar mais dinheiro. E muitas usam daquela frase tipo “se você não gosta de funk, samba ou axé não é brasileiro/a de verdade”.

Por outro lado, a importância da família na condução da educação dos filhos em contraposição ao Estado  é algo que deveria ser forte. Ao mesmo tempo, o estado marxista brasileiro faz de tudo para destruir o modelo familiar existente como querem seguidores feministas, militantes GLBT como Jean Wyllys e demais marxistas. Jogam a esposa contra o marido e vice-versa, os pais contra os filhos, filhos contra pais, etc. Assim fica mais fácil dividir as pessoas para conquistar, sempre oferecendo o estado como “remédio para tudo”.

Resumindo: fim do tempos. Nissos filhos e filhas viram cobaias de obras da mais pura engenharia social. Ser bandido virou coisa boa, piriguete exemplo de mulher, a novela prega isso, o cinema, os “artistas” pregam modas grotescas, tudo virou arte boa (sem nada poder ser questionado),….O resultado: casos como os de Valesca, Mc Catra e toda uma corja metida a intelectual sambando na mente dos nossos filhos e filhas.

Temos que bater na tecla do ”homeschooling” (ensino escolar feito em casa) pois é a forma mais rápida de começarmos a mudar este quadro e questionarmos os professores que lavam o cérebro de nossos filhos.

 

Mulheres antifeminismo: Como feministas querem que nós mães eduquemos nossos filhos e filhas.

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Como já foi dito antes, muitas de nós somos mães e possuímos filhos  e filhas. Além de outros motivos, o fato de sermos mães é o que nos levou a criar um blog de mulheres anti feminismo ou contra o feminismo que combate a agenda feminista (que prega toda uma agenda marxista socialista). Esta agenda feminista prega absurdos que beiram ao inacreditável e usa de artimanhas intelectuais aliado a truques marxistas como o politicamente correto, vitimismo, guerra entre classes, noção de minorias,  propaganda feminista, revolução cultural para mudar os valores ocidentais (no Brasil usando Paulo Freire e Gramsci), etc. Podemos notar que utilizando de técnicas marxistas e socialistas as feministas criaram a absurda ideologia de gênero.

Uma coisa parece ser fato:  pessoas inocentes, ignorantes ou desonestas apoiam o feminismo. Quem entende este movimento possui o dever moral de ser contra ele.

O feminismo usa de técnicas e táticas marxistas nos seus debates. O capitalismo é “horrível” para os socialistas e comunistas mesmo que estas e estes residam em países capitalistas. O que as feministas fizeram foi levar este conceito de conflito interno de  eles contra nós para a família e a sociedade. O capitalismo “opressor” no modelo familiar ficou representado pelo homem enquanto a mulher seria o lado “socialista oprimido”.  Leiam abaixo o que dizem as líderes feministas pensam sobre o socialismo- comunismo:

1-”O Cáucaso das mulheres sanciona o pensamento marxista-leninista. (Robin Morgan, Sisterhood is Powerful, p. 597)“
2-O feminismo, o socialismo e o comunismo são a mesma coisa, e o governo socialista/comunista é o objectivo do feminismo.(Catharine A. MacKinnon, Toward a Feminist Theory of the State (First Harvard University Press, 1989), p.10).

3-Um mundo onde o homem e a mulher seriam iguais é fácil de visualizar uma vez que foi isso que a revolução soviética prometeu. (Simone de Beauvoir, The Second Sex (New York, Random House, 1952), p.806)”

Nada por acaso estas mulheres defendem o marxismo pois o feminismo em si sempre foi marxista/ comunista/ socialista. Usando de psicologia, coletivismo, propaganda e vitimismo as feministas criaram este movimento que “quer mudar o mundo” assim como quis a revolução cubana, revolução russa (todos movimentos socialistas). Elas se autointitularam as trabalhadoras salvadoras  da humanidade (mesmo que tenham vindo da aristocracia e de famílias ricas) assim como Marx nunca tiveram que trabalhar. Aliado a isso, as feministas levaram a amargura do seu lado pessoal para o lado político-social. A também antifeminista Erin Pizzey cita isso neste vídeo aqui embaixo assim como as ameaças de morte contra ela. Tudo obra do movimento feminista. Vejam:

Nesta luta para  mudar o mundo optaram por  engrossar o movimento feminista com mais pessoas que compartilhasssem a ideologia marxista de guerra entre classes e se aliaram ao movimento  LGBTTQI ( vistos por eles mesmos  como “oprimidos” pelos heterossexuais e pelo sociedade cristã ocidental). O mais engraçado é que a mulher e os homossexuais possuem respeito e liberdade nas sociedades cristãs ocidentais enquanto que em sociedades ateístas (em geral, comunistas) e não cristãs a mulher quase não tem valor.  Como o movimento feminista e LGBTTQI  são anticristianismo eles irão sempre condenar a sociedade que mais os protege e irão sempre defender sociedades não cristãs.

Reparem que no ponto de vista delas é tudo guerra entre classes como Marx prega. As feministas e o movimento LGBTTQI  adicionaram o sexo na equação assim como prega a obra “Eros e Civilização” do pensador socialista  Herbert Marcuse (Por favor, leiam sobre marxismo cultural para entender mais). Assim surge o embrião da ideologia de gênero,  da revoluçao sexual sempre com cunho marxista e dos conceitos feministas de marcha das vadias, sou puta, sou vadia, funks feministas, etc. Um interessante vídeo sobre a ideologia de gênero pode ser visto aqui embaixo:

A ideologia de gênero é um dos pilares do feminismo assim como do movimento LGBTTQI e é uma grande fraude. Vocês podem ler mais aqui e assistir este vídeo e ler este excelente artigo clicando aqui ou aqui

http://lucianoayan.com/2013/08/13/para-levar-a-loucura-as-feministas-radicais-e-o-movimento-lgbt-como-harald-eia-abalou-a-ideologia-de-genero/

Aqui neste ponto a biologia é vista como opressora e o mundo real deve se adequar ao ideologia e não o inverso. Tudo é assim no movimento feminista. Nesta fuga da realidade feminista, mulheres nascem sem vagina (?), homens nascem sem pênis (?), uma pessoa negra nasce branca e vice-versa (?), uma pessoa baixinha é oprimida pela gravidade e não se transforma em alguém de 1,95. Para elas é tudo somos o que queremos. O ponto é:  Isto funciona na realidade para tudo? Devemos ser todas/os iguais porque as feministas querem por acreditaram na mentira marxista da igualdade e que devemos ser todas/os iguais?  E o respeito pela própria individualidade? Isso nunca é considerado pelo movimento feminista que dita a igualdade como regra por ser um movimento marxista coletivista. Muitas mulheres que lutam contra o feminismo sofrem ameaças por não se deixarem ser levadas pela onda coletivista deste movimento que ameaça quem luta contra ele e seus absurdos.

 

Muitas pesquisadoras e pesquisadores possuem um passado marxista e assim defendem o feminismo. Lembram do caso da Tatiana Lionço que se declara feminista, defende a pornografia e direitos sexuais de menores de idade? Leiam mais aqui. Tais manipuladores e manipuladoras criam obras de pura engenharia social e comportamental para justificar atos que condenam a infelicidade menores de idade. Jean Wyllys, Tatiana Lionço, Lola e tantos outros DOUTRINAM jovens e menores desde a mais tenra idade como pregado por Gramsci e outros pensadores marxistas culturais. As artes, as universidades brasileiras e de outros lugares foram tomadas por estas/es psicopatas. A guerra se tornou cultural. Pouco importa se absurdos como pregar o incesto, a pedofilia, se mutilam menores de idade, etc. Pela “causa” estes grupos atacam tudo e quem lutar contra.

Já vimos casos de feministas que estimulavam seus filhos a agirem como meninas, transformando a pobre criança em algo completamente contrária a sua natureza, tudo em prol do fanatismo feminista cujas mães pregavam hábitos afeminados por moda ou modernismo e mutilando a mente e o corpos de filhos meninos. Já presenciamos feministas tentarem nos coagir para educar nossos filhos como meninas e dizendo isso ser igualdade e respeito, sem respeitar a diversidade de gêneros e a natureza humana. Nossa reação obviamente como mãe e mulher de verdade foi igual de uma leoa quando algum animal tenta atacar o seu filhote. Somos orgulhosas de sermos mulheres, com todas nossas qualidades e defeitos. Tentamos mostrar a verdade para as feministas sem sucesso pois elas são fanáticas demais e pregam tanto ódio que sua cegueira as deixa incapazes de diferenciar a verdade da mentira. Assim como qualquer grupo marxista, elas querem adequar a realidade a fantasia e nunca o inverso. Claro,  sabemos também que homens possuem qualidades e defeitos. Isso não nos torna escrava ou que odiamos homens. Simplesmente sabemos respeitar os outros e outras, algo que as feministas abominam pois pregam a raiva até contra mulheres que discordam deste movimento terrorista marxista que prega a guerra entre classes. Leiam mais aqui. Os homens  sofrem mais ainda com elas (leiam aqui). Igualdade? Nada, isto sempre foi pura propaganda.

As meninas e sua educação tampouco escaparam de serem atingidas por essa visão unipolar e fanática. Feministas como já citamos antes, odeiam serem mulheres na verdade e querem ser vistas como homens de saias.  Elas  conseguem odiar as mulheres e os homens ao mesmo tempo. A fala marxista sobre igualdade sempre foi propaganda, nada mais. Qualidades como sensibilidade, intuição, empatia, caridade, perseverança entre outras são vistas como defeitos nas mulheres pelas feministas pois “devemos ser iguais aos homens”.. Então elas tentam modificar a mentalidade de mães e meninas através do espírito coletivo e afirmam que tais características são fraquezas. As garotas crescem e muitas negam suas qualidade naturais e acabam agindo como homens. Como resultado podemos ver hoje adultos homens que agem como mulheres e mulheres que agem como homens. E o pior, infelizes e sem saber de onde nasce essa infelicidade. Nesta luta marxista por igualdade sem fim, lutamos contra a biologia e afastamos homens e mulheres ocidentais uns dos outros gerando uma baixa taxa de natalidade no Ocidente. Ao mesmo tempo as feministas pregam o multiculturalismo e podemos pegar como exemplo os muçulmanos que possuem uma alta taxa de natalidade. Quem lucra com isso? Escreveremos sobre isso no futuro.

Algumas de nós já foram feministas e acordaram para a falsa mentira da igualdade, da cultura ao ódio ao diferente que o feminismo prega, da igualdade forçada entre meninos e meninas sem respeitar os seus corpos e a biologia e da luta para transformar o menino em uma menina e a menina em um menino. Tudo isso é pregado com a mentira deslavada que o feminismo é para defender a mulher. Isso é uma mentira pois as feministas condenam as qualidades da mulher, o dom da maternidade, fazem apologia ao aborto, vivem em um mundo que criam a violência contra meninos e hoje já podemos ver garotas e mulheres complexadas, infelizes que caíram nessa conversa mentirosa em prol de meia dúzia de mulheres que dizem pregar a liberdade mas na verdade pregam o ódio ao diferente e a diversidade. Detalhe: muitas  gurus feministas são lésbicas e NUNCA TIVERAM FILHOS. Estas mulheres criam teorias sem fundamento e deixamos elas nos dizerem como devemos educar os nossos filhos.

Muitas de nós em sua grande maioria possui uma profissão, muitas tem mestrado, outras escolheram ser donas de casa mas isso não quer dizer que somos idiotas, ignorantes ou que quem priorizou a vida profissional seja superior a quem escolhe a vida do lar. A maternidade nunca foi vista como uma doença como feministas pregam e a promiscuidade nunca foi algo nobre bastando um aborto para dormir bem novamente. Respeitamos as mulheres de bem e homens de bem, cada um com a sua verdade, o seu caminho e é por essa diversidade que lutamos. Nunca seremos iguais. Isso parece ser fato. Somos na verdade diferentes e complementares.