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Carnaval-Copa do mundo: Mulher brasileira é prostituta, Brasil é terra de bundas e as camisas da Adidas.

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Como muitos já sabem, a Adidas resolveu fazer camisas “homenageando” a  nossa cultura. Claro, com bundas. Vejam a imagem abaixo:

Ou seja, o estrangeiro enxerga o Brasil assim e o Brasil se VENDE assim pois  ser brasileiro ou brasileira é “adorar carnaval, futebol, samba e praia”. Observem:

Nossas escolas que deveriam educar relativizam o certo e errado e afirmam que isso é ” nossa cultura”. Vejam abaixo:

Este post passa longe de querer comandar a vida sexual alheia. Ele tem como objetivo questionar esta hipersexualidade pregada por feministas que querem se comportar como o cafa que elas dizem odiar amparadas na muleta da liberdade (como se vivessem no Oriente Médio rsrsrs), na total falta de responsabilidade aliadas a lógica  e principalmente o resto nada prazeroso disso tudo: a fama do Brasil de terra do turismo sexual e a fama de prostituta da mulher brasileira mundo afora que atinge qualquer mulher brasileira.

E sobre as camisetas?? O governo brasileiro fingiu um ataque de histeria com tal fato das camisetas. A patrulha politicamente correta saiu da toca, deixou o ufanismo tomar conta das emoções, e bradou: “Isso não. Somos “o império brasileiro agora na moda com a Copa aqui no nosso quintal”. Mas o fato é: A bunda feminina brasileira é um dos grandes atrativos nacionais no mercado de turismo internacional. Mulher brasileira no exterior é vista prostituta, vulgar, fácil. Todos sabem disso basta uma rápida procura na internet. E não é obra que se constrói em pouco tempo não…Enquanto alguém viaja para o exterior para ver a natureza, fazer compras, provar novos pratos, etc, o turista estrangeiro na sua maioria sabe que o Brasil é terra de bundas, sexo com um certa facilidade, futebol, carnaval, praias, turismo sexual e mais bundas.

Mas devemos ir procurar a fonte do problema….sem cair na coletivismo ufanista.

O Carnaval vem aí. A nosso cultura e nossos valores são relativizado e estereotipados ao extremo. Mais algumas toneladas de bundas de fora, rebolando, para todos apreciarem, a começar pela Globeleza (daquela Globo “conservadora”demais, né?). Os cartões postais são conhecidos: aquele bundão da mulata com o Pão de Açúcar ao fundo. Liga a TV: bundas rebolando, em tudo que é programa, desde Chacrinha, até Faustão, Caldeirão do Hulk, Pânico, etc. Baile funk: bundas, e mais bundas, descendo até o chão ao som de tá-tá-tá-tum-tum. Funkeiras louvado o seu feminismo e dizendo que surram com a bunda, adoram dar e distribuir. Há bunda pra todo lado. Somos o país das bundas. E tal imagem reflete algo ainda mais forte visto aos olhos de uma pessoa estranha a nossa cultura: o Brasil é uma terra de mulheres no cio e de extrema facilidade no assunto sexo. E tudo isso com o APOIO das feministas “meu corpo, minhas regras, fortes e modernas”. Vejamos:

Se alguém dizer que detesta carnaval (que nem uma festa brasileira é), ufanistas defensores de samba, axé e funk irão dizer que quem não gosta destes estilos musicais não é brasileiro de verdade. Hermes e Renato fazem piada com este assunto (veja abaixo) e lembram muito a feminista que postou aqui dizendo que brasileiro de verdade detesta rock por este ser capitalista opressor machista reaça (vejam o post aqui). Pois é, feminismo é doença mesmo….

O BBB deputado feminista Jean Wyllys e outros socialistas acham legal dar curso curso de inglês para prostitutas para melhor servirem durante a Copa do Mundo. Enquanto isso para taxistas, donos de restaurantes, pessoas que lidam com turistas, etc ….nada. Coisa de governo socialista que vive fora da realidade e pensa que ser mulher brasileira forte e moderna é ser piriguete, prostituta.

Outras feministas como a Tatiana Lionço querem que as crianças entrem na brincadeira e tenham direitos “sexuais”. Postamos sobre isso no passado. Procurem no blog.

E o que falar da prostituta-piriguete que pegou o turista sexual cantor teen Justin Bieber e postou na internet mundo afora? Feministas amam defender este tipo de garota e relativizam elas colocando-as no mesmo patamar de uam dona de casa, nutricionista, professora, etc. O piriguetismo é total filosofia feminista total “corpo dela, regras dela, faço o que quero, mulher forte e moderna”. Tal “jenia que pegou o Justin” quer copiar o comportamento do tipo de homem que deveríamos evitar. Nosso post sobre o tema pode ser lido aqui.

Em épocas de carnaval podemos ver em aeroportos e outros lugares cheios de turistas propagandas como: “Nesse carnaval o Brasil estará distribuindo X milhões de camisinhas gratuitamente. Com AIDS não se brinca.” E este é o mesmo tipo de propaganda que vai ser feito durante as Olimpíadas pois como disse a nossa presidente “Vamos trazer uma escola de samba e arrasar na abertura”. Ou seja, mais bundas. Nessas horas ninguém fala nada.

No Brasil, fora escola aonde alunas dançam funk,  feministas fazem tese de mestrado defendendo a funkeira Valesca que canta “traz a bebida que pisca, parei de dar e vou distribuir, hoje virei put@, etc.” Vejam:

Se alguém residiu ou reside no exterior sabe o que é o Brazilian day. Nele podemos ver brasileiras que adoram mostrar a bunda e toda a festa é feita em homenagem ao axé, samba, carnaval e mais bundas. Ser brasileira é sempre algo a ver com bunda e o pior, isso trazido por parte de mulheres também.

Se alguém for em algum salão de beleza feminino no exterior ou no Brasil vai saber que o que mais acontece é ter mulher brasileira alimentando o turismo sexual de um modo bem feminista. “Faço o que quero com o meu corpo e peguei muitos gringos ontem na balada, etc”, “Adoro ter marido GRINGO ou somente quero me casar com GRINGO, etc”. Mulher brasileira que vai viajar no exterior adora pegar-dar-distribuir para estrangeiros para contar para as amigas depois. Uma parte da mulher brasileira “feminista, forte e moderna” hoje faz turismo sexual. Do outro lado temos o turista sexual que tem na mente aquela fantasia da brasileira fácil, do carnaval, das bundas e nestas horas um alimenta o outro.

Ah, mas a culpa é do machismo? Sério.  Tentem  em um salão de beleza feminino falar de mulher para mulher e condenar estas mulheres acima como piriguetes, falsas conservadores e prostitutas que jogam a nossa imagem no lixo e que são vistas como modelos de comportamento em TVs, desfiles, na sociedade . Condenem as funkeiras nos bailes funks. Questionem o carnaval. Tentem dizer para todas elas mostrarem mais sobre o lado bom do Brasil ao invés de estereótipos para estrangeiro ver. Se você for homem como pai, marido, namorado, irmão tente  falar com uma destas criaturas para maneirar na sua “brasilidade” bundalizada. Elas irão taxar vocês de machistas rsrsrsrs. Entenderam? Nós também não.

Em resumo, possuímos os turistas sexuais de verdade, possuímos a falsa brasilidade de que temos que amar samba, axé, funk, carnaval pois para ufanistas isto é ser brasileiro ou brasileira ( o povo alegre que todos gostam mas ninguém respeita) e por outro lado temos todo um aparato construido por relativistas morais e feministas que abusam da falta de responsabilidade, invertem valores, usam de coletivismo barato, propaganda feminista e vitimismo aliados a impunidade.

Sem hipocrisia. Um país que faz de tudo para colocar a bunda das mulheres no topo da hierarquia dos valores nacionais com apoio de feministas que vandalizam a nossa cultura e nossos valores sociais e familiares, um lugar que prega a falsa brasilidade do samba, carnaval,  agora querer ser moralista e fingir não saber a causa do problema? Vamos acordar, meninas e ver que o problema parte de uma parte do povo brasileiro e da parcela tanto masculina como feminina. E as feministas apoiam isso com relativismo moral e falta de responsabilidade pelos próprios atos.