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Ninguém paga as minhas contas, nudez, ninguém pode me julgar: o discurso padrão feminista.

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O discurso é aquele: “Ninguém paga as minhas contas, ninguém  pode me julgar, lugar de mulher é aonde ela quiser, sou forte e moderna, se os homens fazem eu também posso fazer,etc.”

Estas frases que poderiam ser citadas por qualquer outra feminista mas cabe muito bem no estilo de vida na pessoa de Andressa Urach. Ela, assim como Valesca Popozuda repete e age como boa feminista com suas atitudes e frases “meu corpo, minhas regras e ninguém pode me julgar”. A liberdade nestas horas sempre vira uma muleta para suportar o relativismo moral.

Para quem não sabe quem é esta pessoa basta procurar as fotos e o strip-tease que a moça fez no programa Agora é tarde. E o motivo pela qual ela fez isso: para protestar contra o governo (?????). Sim. Isso mesmo. Como boa simpatizante do feminismo a moça adora tirar roupas para protestar.

Andressa é mais uma das representantes do feminismo que vive o feminismo a todo o vapor. Teve o apoio de Marília Gabriela. Esta por sinal adora entrevistas prostitutas e funkeiras que usam do corpo para subir na vida mas depois reclamam do machismo e de serem vistas como objeto. Mas as moças  não eram fortes, inteligentes e modernas que fazem o que querem? Ah, claro justamente por terem um cérebro acima da média elas fazem besteira. Ou seria falta de responsabilidade?

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Fato consumado é perceber o feminismo mais intelectual como o de Marília Gabriela e outras feministas ditas pensadoras apoiarem o feminismo piriguete de Valesca e Andressa. Isto poderia beira a hipocrisia total desta movimento mas isso não nos espanta pois sabemos que as feministas não acreditam pelo que lutam e muito menos no que falam. Isso iria acabar com o vitimismo quando neste movimento o que reina é a hipocrisia.

Voltando a mulher emancipada, forte e moderna que é tema deste nosso post….Como é dona do seu corpo, Andressa Urach, adora viajar pelo mundo nua ou semi-nua e enrolada na bandeira do Brasil. Ela faz questão de dizer que é brasileira Miss Bumbum.

Ela foi a mesma que sabia que o Cristiano Ronaldo tinha namorada e deu em cima dele. Depois disse para todo o mundo que ele tinha (desculpem as palavras) comido ela e que ela também queria “pegar” o Cristiano Ronaldo. Enfim, a garota quis dizer ao planeta que o jogador tinha feito sexo com ela.  Ela ostenta o talento e a capacidade de ser Miss Bumbum ou algo assim. Ela nunca conseguiu provar que ela tinha pego o Cristiano Ronaldo pois o dito se encontrava em outra cidade no dia que ela diz ter “pego”ele.

Ela é aquela mesma pessoa que faz fotos quase tiradas de um ginecologista e semi-nua até abaixo de zero.

Para variar a culpa é do machismo, da sociedade que não a entende, etc.

Enfim, o comportamento tem um padrão que vai desde Simone de Beauvoir, Valesca Popozuda, Marcha das vadias e tudo o mais.

Tirar a roupa por nada ou para provar teorias malucas e colocar a culpa no machismo desde sempre foi estratégia feminista. Talvez pelo ego das feministas ou pelo culto a promiscuidade que adoram pregar. Talvez por isso tanto defendam as prostitutas.O engraçado é que elas fazem isso porque querem e culpam os homens ao mesmo tempo. Outras fazem isso para copiar os homens. Ao mesmo tempo nunca vemos homens nus protestando por seus direitos.

Somente falta a Lola agora entrar neste tipo de protesto. Mas ela faria isso sendo professora de uma universidade? Do jeito que anda a nossa “educasssaauuumm” logo isso vai virar tese de mestrado. Bem, a Valesca Popozuda virou.

Feminismo: vitimismo, hipocrisia, marxismo cultural,relativismo moral. Precisa dizer mais???

Simone de Beauvoir na foto de Art Shay

valesca popozuda Londres vergonhaMais obras feministas meu corpo, minhas regras abaixo:

A mídia feminista: de Marília Gabriela a Andressa Urach, site yahoo, Globo e novelas

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Não é de hoje que Marília Gabriela  e outras pessoas representantes da mídia se mostram feministas ou apoiam o feminismo diretamente ou indiretamente. Mesmo que digam pregar uma coisa, adoram fazer o oposto, afinal a coerência nunca foi forte do feminismo. E aqui podemos incluir Marília Gabriela que representa o feminismo metido a intelecual-superior e Andressa Urach, que representa o feminismo 50 tons de cinza /estilo piriguete, este muito mais popular no Brasil.

Mas aonde surge aqui a incoerência da feminista “intelectual” Gaby?

A “jornalista” Gaby entrevistou a “modelo” Andressa Urach no seu programa e esta contou que sofreu abuso sexual quando era menor (dos 2 aos 8 anos). Como é de se esperar todo o mundo vai ter pena dela, afinal abuso sexual é coisa séria, crime extremamente sério. O estranho é que esta “modelo” é aquela que vira e mexe fica nua no Twitter. Ela é aquela mesma que é sempre candidata a miss bumbum Brasil. Pior, ela é aquela mesma que foi a Paris tirar a roupa e ficou enrolada na bandeira do Brasil. A mesma que fez a mesma coisa nos Estados Unidos. Ela é a mesma que foi para Londres durante os Jogos Olímpicos e também ficou quase nua e usando roupas com a bandeira do Brasil. Na verdade, ela usa de qualquer contexto para tirar a roupa e chamar atenção dizendo que é brasileira. Fora os boatos que era garota de programa. Mas se alguém questionar isso é “mulher machista”, “Amélia,”, “santa do pau oco,”etc.

Ela é a mesma que conta a sua vida sexual aos quatro ventos e diz que isso é ser “moderna e bem resolvida”. Ela é a mesma que diz ser bi, tri, pentasexual. Ela é a mesma que faz fotos vulgares em fotos para ginecologista ver e diz nos representar como mulher brasileira no exterior pois somos “lindas,sensuais e marvilhosas”. E depois disso tudo ainda exige respeito pelo seu “talento”. No mundo feminista de hoje politicamente correto devemos aplaudir esta garota ou ficarmos quietas afinal ela é “livre e faz o que quer” mesmo que jogue a nossa imagem no lixo.

Ou seja, ela faz de tudo para chamar atenção. Claro que ela pode estar falando a verdade sobre o abuso. Mas aqui surge a questão: Que coisa estranha.Ela sofre abuso sexual, e depois passa a venerar a própria bunda. O coerente seria ela ficar traumatizada, ter até medo de sexo e não venerar sexo/bunda e ser vulgar de doer.

Esse é um assunto muito sério, mas vindo dessa “modelo”, fica a dúvida, se não é apenas uma declaração, para continuar em evidência na midia como ela sempre faz ao mostrar o corpo e usar de temas tensos para aparecer. E quem lembra de sofrer abuso com 2 anos? Sofreu abuso durante 6 anos e não disse a ninguém? Ela não parece nem um pouco abalada ou carregar algum trauma. Talvez isso agora tenha virado moda (Xuxa?). Abuso sexual é um assunto sério que gera muitas outras coisas sérias. Tudo deve ser apurado com calma. Sendo comprovado o abuso, a cadeia é o caminho, seja para mulher ou homem. Mas tudo deve ser investidado, comprovado. Isso é justiça.

Mas e a Gabi? A feminista intelectual Gaby que deve repetir frases feitas feministas, ser contra o turismo sexual, contra a vulgaridade e pelo direito da mulher se valorizar acaba entrevistando a outra feminista que age de modo completamente inverso mas diz ter sido abusada. Logo, nesta sociedade politicamente correta a garota se blinda de outras perguntas e do seu estranho modo de agir. E tudo fica por issm mesmo. A coerência que deveria aparecer, é esquecida propositalmente pelas feministas.

Mas isso aconteceu no passado também. Gaby entrevistou a funkeira Valeska Popozuda e durante a entrevista deu muito apoio a funkeira que é a vulgaridade em pessoa e usa de vitimismos marxistas culturais para vender o seu “trabalho”. Ora ninguém pode questionar a sua incoerência por ser mulher, ora por ter vindo de uma classe mais pobre, ora porque “canta” funk e ser contra funkeira é preconceito,etc. Neste programa Gaby deixou a entender que colocar silicone e ser uma mulher bunda é legal pois “alguns homens também colocam no peitoral”. Logo a culpa é da sociedade machista e tirou a responsabilidade da funkeira que também diz representar a “verdadeira mulher brasileira e o Brasil”. Tudo completamente feminista, né?

A mesma Gabi ao entrevistar um doutor que falava da descoberta da pílula anticoncepcional masculina e da revolta feminista contra esta excelente descoberta gerou, acabou defendendo as feministas e tirou a responsabilidade do movimento feminista neste assunto sério para colocar a culpa na personalidade masculina vista como “neurótica”. Outra amostra de feminismo da jornalista sem credibilidade Marília Gabriela.

Podemos perceber na verdade que a feminista metida a intelectual apoia a vulgar e a vulgar vende a sua vulgaridade como “normal, algo bom e moderno” se apoiando na intelectual, porque ambas são feministas. Pouco importa se uma represente tudo o que a outra diz detestar. Basta que tudo isso de ibope e venda bem. Basta que isso suporte o feminismo e venda o feminismo como algo “bom, moderno, perfeito e futurista”. Pouco importa o caos que isso gere.

Se olharmos as novelas da Globo é a mesma coisa. Olhem como qualquer exemplo de mulher e homem que em nada são exemplares fazem sucesso. Enquantos os personagens bons nunca são valorizados. Isto vale o mesmo para o nosso dia-a-dia.

Voltando a nossa imagem, a mulher retratada como vulgar, baixa, prostituta, isso ou aquilo é sempre a “coitada, guerreira, exemplar, que sofreu”. Mãe solteira mesmo que sinta a falta de um companheiro para seus filhos é sempre a melhor se comparada a uma mulher casada decente. Bunda e vulgaridade é mais importante que exemplo, respeito e valores. Ser funkeira é ser mulher emancipada. Transar com qualquer um é ser moderna. Detestar funk é ser quadrada, recalcada. Se alguém for professora, médica, freira, estudante, dona de casa, empregada doméstica, uma pessoa normal, perde valor. Se alguém somar para a sociedade pede valor, se alguém disser que tem marido, namorado e o ama assim como ama os seus filhos, perder valor. Se alguém falar que acredita em valores familiares, em certo e errado é moralista. E a mídia feminista exalta sempre as de pior exemplo com o apoio das intelectuais que acham isso moderno (marxismo cultural puro).

No site do yahoo existe uma jornalista que adora pregar o feminismo e falar o que for de sexo. Adora dizer que tudo é liberado e ninguém pode julgar ninguém. Esta feminista teve até a idéia de defender a protagonista do livro 5o tons de cinza e o Mr Grey. Mas e quem discorda dela? Machista, antiquada, Amélia, etc. Pior é estas pessoas quererem ensinar sobre sexo por serem feministas “modernas” sendo que as gurus feministas que comandam elas pregam que quem faz sexo como homem porque quer apoia o estupro. Falamos sobre isso aqui em posts passados.

O que o feminismo quer é atrair a maior quantidade de mulheres que puder. Elas nos misturam todas em um grupo e colocam a culpa nos homens e no sistema. Elas usam de palavras de ordem (made in marxismo cultural) para tentar unir este grupo todo. Criam desculpas para umas que se comportaram de modo errado desde que elas acompanhem o feminismo. Ser coerente é com o que dizem pregar é pouco importante. A hipocrisia atrapalha na hora. Por isso o relativismo moral é uma arma feminista muito usada. Ninguém sabe quem é quem. A mídia feminista, de Marília Gabriela a Andressa Urach, site yahoo, Globo e novelas apoiam tudo isso.