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Caso Rhuan: Mãe e parceirA arrancam o pênis de filho, assassinam, esquartejam e tentam triturar os ossos (além de fritar a carne). A grande mídia abafa o assunto

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Caso Rhuan: O crime mais cruel do Brasil foi cometido por duas mulheres.  E o povo de verdade quer somente uma coisa: Justiça para punir quem matou um anjo inocente do pior modo que uma pessoa possa imaginar.

Mas para punir estas duas criminosas devemos falar sobre o tabu que as cadelas das feministas e lacradoras/res em geral nunca falam: Mulheres criminosas, que matam, torturam, abusam sexualmente. Gays e mulhers não morrem apenas; matam também. Mas todos ficam calados quando isso acontece ou criam desculpas: foi stress, o tempo, a TPM, o menor chorava demais.

Somente os racionais culpam a pessoa criminosa.

Nenhuma global postou no Instagram sobre o caso do menino Rhuam. Não vimos movimentos políticos progressistas subindo nenhuma hastag no Twitter. Não houve “textão” de repúdio de nenhuma feminista no Facebook e as grandes plataformas de notícias da internet não deram o destaque devido na semana.

Na sexta-feira passada (31), um casal lésbico cometeu um crime absurdo, brutal e bizarro. Antes, há um ano, a mãe do menino Rhuan Maicon o mutilou numa “cirurgia de mudança de sexo” forçada, no Acre. O menino teve o seu pênis removido. E na semana passada, em Brasília, juntamente com sua companheira, Rosana Auri da Silva Candido assassinou, degolou e esquartejou o seu filho. Para finalizar ainda tentou triturar os ossos (além de fritar a carne) para dar um sumiço com o corpo.

O menino possuia pouco contato com o pai pois a mãe alienou ele e uma outra menina de 8 anos que presenciou o assassinato e esquartejamento do menino. O pai faz poucos dias que descobriu aonde os filhos estavam pois a separação havia sido forçada pela mãe e dois não se viam há cinco anos.

A menina possui uma resistência à figura masculina pois as assassinas doutrinavam a pobre criança.

Este caso assombroso pouco foi falado. A repercussão foi ínfima, digna de uma nota de rodapé de um editorial despretensioso. Não houve comoção, porque muitos destes são capazes de humanizar um cachorro (como foi naquele do episódio do Carrefour) e desumanizar o ser humano. Os lacradores e lacaradoras que querem salvar o mundo, por medo do politicamente correto negam-se a comentar que duas mulheres tenham cometido tal crime.

O que quero dizer com tudo isto? É simples: não vimos nada disso porque a indignação é sempre seletiva, ainda mais quando se trata da classe artística e, especialmente, da grande mídia.

Devemos falar sobre este tabu sem criar desculpas como TPM, stress em prola da defesa das nossas crianças.

Nossa Ministra dos direitos humanos que sofre ataque das feministas e estranhamente defende uma agenda feminista mas fica calada em casos aonde mulheres cometem crimes deste tipo tem O DEVER MORAL DE SE PRONUNCIAR.

 

Alienação parental é crime: A criança não deve pagar pela escolha,revolta ou amargura do pai ou da mãe

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Usando de imparcialidade muitas vezes podemos perceber mães e pais que depois de se separarem jogam  a criança ou adolescente contra o ex-marido ou ex-esposa. Novamente sendo imparciais, infelizmente aqui podemos perceber uma grande parte de mulheres neste grupo. A criança vira objeto de barganha, mercadoria, algo que é usado para se vingar, para punir, etc. Muitas vezes o genitor que tem  a guarda manipula a criança e/ou impede ela de ver o ex-marido ou ex-esposa. Outras vezes fazem vitimismo na frente dos magistrados. Outras vezes usam de violência psicológica e emocional. E em muitos casos, usam de tudo isso.

Conforme a lei, é alienação realizar campanha de desqualificação contra o pai ou a mãe; dificultar o exercício da autoridade parental; atrapalhar o contato dos filhos com genitor; criar empecilhos para a convivência familiar; omitir deliberadamente ao genitor informações relevantes sobre a criança ou adolescente, inclusive escolares, médicas e alterações de endereço; apresentar falsa denúncia contra genitor; ou mudar o domicílio para local distante visando dificultar a convivência dos menores com o outro genitor, com familiares ou com avós.

Por outro lado, o estado brasileiro quer isso. Claro. O Brasil é uma nação marxista cultural cujo povo é cobaia de engenharia social faz anos. Toda a cartilha marxista cultural é seguida com leis absurdas (PresidentA), lei disso, projeto daquilo. Pense, note ao seu redor. Sabemos que o foco do marxismo cultural é mudar a sociedade e para isso os marxistas como feministas e outros grupos querem destruir a estrtutura familiar (vista como antiga). Logo, alienar crianças é bom para estes movimentos com suas teorias “modernas”. Enquanto isso para leis realmente importantes, no principal, no grosso, nada muda.

Sorte que algumas pessoas sabem disso. Homens e mulheres que ainda questionam este “mundo melhor” com leis absurdas, prioridades tortas e valores invertidos.

Lembramos:

1- A criança não deve pagar pela sua amargura, dor ou raiva nem ser cobaia de movimentos marxistas culturais que fazem engenharia social (feminismo);

2-A criança não é objeto, mercadoria ou barganha;

3-Evitar um pai ou mãe violentos é uma coisa bem diferente de manipular a criança, manipular a lei ou criar mentiras  de terceiros;

4- Todo mundo tem direito a ter um pai ou mãe. Impedir a criança de ter isso é uma crueldade absurda e crime.

5-A criança não deve pagar pelas suas escolhas;

6-Em casais separados pai e mãe podem não se relacionarem bem mas isso não quer dizer que a criança não possa se relacionar bem com um dos dois ou ambos.

7-Feministas e simpatizantes adoram usar a sua amargura e revolta com crianças. Denunciamos aqui no passado como elas fazem de crianças cobaias para suas teses loucas sobre igualdade. O trauma que sofrerem querem repassar aos seus filhos/as.

Manipular criança ou adolescente contra seu genitor/a é crime e gera punição.