Feministas gringas acham cultura do estupro em animais: Doideiras feministas e o uso de drogas

Padrão

Image may contain: 1 person, glasses and text

Toda feminista sempre foi uma mulher doente. Nenhuma se salva. Vejam estes casos sobre feministas gringas muito loucas:

Há quase um ano, a pesquisadora Helen Wilson conseguiu publicar um artigo intitulado “Human reactions to rape culture and queer performativity at urban dog parks in Portland, Oregon” ( Em Português: Reações humanas à cultura do estupro e performatividade biba em pracinhas de cachorros em Portland, Oregon ).

No estudo, Wilson explica que ao longo de 1 ano observou cerca de 1000 atos sexuais entre os caninos, mas que teve dificuldade em diferenciar se eram estupros, mas pareciam estupros. Comenta que na maioria dos casos em que um cachorro do sexo masculino tentava copular com cachorros do mesmo sexo os seus donos afastavam, mas quando os cachorros tentavam copular com cadelas seus donos permitiam que fossem adiante e riam. Viu nisto tudo evidências de homofobia e fomento da cultura do estupro contra as fêmeas caninas. Acrescenta ainda que ao se abaixar para observar as genitálias dos cachorros, tomou cuidado pra não ser invasiva e se afastar casos os animais se sentissem desconfortáveis com a indiscrição.

O estudo era uma pegadinha. Helen Wilson foi um codinome escolhido pelos pesquisadores James A. Lindsay , Peter Boghossian e Helen Pluckrose. Os três estudiosos queriam testar o nível da qualidade (ou melhor: da falta de qualidade) das revistas “científicas” feministas e enviaram uma série de textos propositalmente absurdos para algumas das principais revistas acadêmicas de Estudos de Gênero: vários foram aceitos e alguns chegaram a ser publicados em prestigiosíssimas revistas Q1 em Estudos de Gênero.

Duas feministas espanholas – responsáveis pela ONG Santuario Animal Almas veganas – parecem ter lido o artigo publicado pela revista Gender, Place & Culture e – talvez sem saber que tudo não passava de uma pegadinha – acabaram sendo influenciadas por ele.

Há alguns dias as moças explodiram nas mídias espanholas e dos países colonizados pela monarquia ibérica depois de terem postado um curioso vídeo onde explicam como se dá o manejo das galinhas criadas em seu “santuário vegano”.

As moças começam um dos vídeos quebrando ovos e oferecendo para as galinhas comerem.

Enquanto as bichinhas se alimentam, as ativistas explicam que os ovos são das galinhas e por isso são devolvidos a elas, para o próprio consumo. Explicam também que são ovos não fertilizados, já que os machos são mantidos separados das fêmeas para que não ocorram estupros: “Tivemos que separar os galos porque não queríamos que as violassem, ainda que seja da sua natureza”.

Em outros vídeos, as feministas explicam que baseiam sua decisão no princípio do consentimento: “a galinha não quer ser montada pelo fato de querer fugir, tentar escapar e, além disso, às vezes é seriamente ferida pelos esporões dos galos”, disseram.

Não explicaram, entretanto, se elas – as feministas – pediram consentimento às galinhas para submetê-las à condição de celibatárias involuntárias.

Não sei bem se o vídeo foi gravado por imbecilidade feminista sincera ou se foi pensado como um modo – bem sucedido – de popularizar a ONG “antiespecista, transfeminista, libertária e ecologista” que as moças lideram.

Sei que elas pedem doações em Euro de quem quiser ajudá-las manter o “galinheiro livre de estupros” que construíram.

Uma resposta »

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s