Érica Paes, lutadora global feminista promove vitimismo e falácias sobre violência doméstica/ feminicídio

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Muitos pais e mães querem que filhos pratiquem artes marciais. Uns escolhem o judo ou jiu jitsu. Outros preferem capoeira, boxe, krav maga ou caratê . Parece que artes marciais ensinam disciplina, educam e passam uma certa etiqueta de conduta. Mas sabemos que existem bandidos no meio como foi o caso do professor de jiu jitsu que estuprou um menino.

No Facebook das #mulherescontraofeminismo surgiu um texto sobre violência doméstica recomendado por uma leitora de uma tal lutadora global Érica Paes que fala em auto-defesa. Tudo estava indo bem quanto notamos que a lutadora iniciou com postagens completamente feministas.  Postamos um texto bem antigo sobre como feministas se infiltram nos meios masculinos e depois demonizam os homens que as acolheram e este parece ser mais um caso. Ao investigarmos o Facebook da “lutadora” fica clara a ideologia feminista aonde mulheres são anjo e homens são o diabo.

Mais uma vez na maior hipocrisia, a feminista fala mal de homens sendo que quem criou as artes que ela luta foram homens lutadores, os lutadores da família Gracie, apoiadores de #JairBolsonaro. As feministas defensoras do socialismo hoje se apoiam nas artes marciais criadas por homens para ganhar dinheiro com as mulheres e vendem para o mundo que qualquer coisa se torna abuso e estupro.

Sim, sabemos de casos violentos de estupro, abuso e assassinato que podem envolver homens e mulheres (fatos que as feministas negam).

No Brasil (em si um lugar violento aonde feministas defendem bandidos) existe o crime de homicídio (assassinato) aonde engloba-se homens, mulheres, gays, heteros, brancos, negros. Ou seja, qualquer pessoa. A culpa é do bandido e nunca da vítima. Ambos podem ser  homens, mulheres, gays, heteros, brancos, negros. Ou seja, qualquer pessoa.

Mas o que fazem as feministas e o resto da esquerda. Criam a tal mentira do feminicídio. Ao entrarmos no Facebook da “lutadora da Globo” notamos que ela faz politicagem e se envolve com outras feministas que fazem parte do governo. Ocupando espaços como sempre faz a esquerda para depois impor leis e regras.

Fica o alerta: tem muita mulher que pensamos ser conservadora ou que apoia o correto por andar em um ambiente que em teoria possui certa honra e respeito. Mas esta mesma mulher pode ser feminista infiltrada. E os homens que apoiam este tipo de mulher tendem a levar uma bela punhalada pelas costas.

Por fim, deixamos a aula do mito do feminicídio com a #mulhercontraofeminismo Thais Azevedo

Thais Azevedo destrói a mentira do feminicídio. Assitam abaixo.

E sobre violência doméstica…

Você já ouviu falar em Erin Pizzey?

Preocupada com violência doméstica, ela foi a criadora do primeiro abrigo para mulheres vítimas dessa situação na Inglaterra no início dos anos 70.
No início era uma feminista engajada, até que percebeu que entre as 100 primeiras mulheres que recebeu no abrigo, mais de 70% delas era tão ou mais violentas do que os parceiros que estavam pretendendo fugir.
E que a violência doméstica possui índices similares tanto para homens quanto para mulheres e não apenas o homem era o agressor como divulgam até hoje.
Ela começou a divulgar este fato que foi reprovado pelo movimento feminista pois ameaçava a sua agenda de dominação ideológica e podia interferir na arrecadação de dinheiro.
O resultado: Erin e seus familiares foram ameaçados de morte, seu abrigo foi tomado pelo movimento e até mesmo teve sua correspondência desviada pelo esquadrão antibombas. Um dia, seu cachorro foi encontrado morto na propriedade da família. Temendo por todos, ela teve que fugir do país com toda a família. Mas continua a dar palestras e entrevistas
desmascarando e revelando as táticas sujas da agenda feminista.
Separe três minutos e meio do seu tempo para ver o vídeo em que ela conta brevemente a história.
Erin não é mais feminista.
PENSE: Feminismo não é um movimento por direitos iguais.
#mulherescontraofeminismo

Outro entrevista bem interessante sobre o tema no Brasil. Se as feministas refletissem com sinceridade essa questão de que não importa o gênero, violência é inaceitável, elas deixariam seu movimento. Só que é necessário haver a maldita luta de classes e alimentar o marxismo-cultural. Assim, cria-se os “movimentos sociais para minorias”, gastando o dinheiro público para dar privilégios à grupos que deviam ser vistos como iguais perante a Lei.

 

 

 

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