Fórmula 1 bane modelos, mas feministas continuam a apoiar prostitutas e protestando peladas

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Politicamente correto e feminismo andam juntos sempre.

Em comunicado emitido no último dia 31 de janeiro, a Fórmula 1 decidiu banir as grid girls (aquelas modelos que promovem os eventos por escolha)  nas corridas da categoria. O argumento utilizado foi que a prática “não faz parte dos valores da marca, além de ser questionável com as normais sociais modernas.” Em contrapartida, várias grid girls manifestaram-se contrárias à decisão, por motivo óbvio: é um trabalho como qualquer outro e a decisão “politicamente correta” prejudica diretamente as mulheres que realizam o trabalho.

O caso das grid girls prova que o feminismo e o “politicamente correto” não têm absolutamente nada a ver com a defesa dos direitos da mulher, mas sim com militância partidária e ideológica. As feministas são as que mais lutam pelo “empoderamento masculino”: para desempregar o máximo de mulheres ou substituí-las por homens com perucas.

Mas embora as feminsta afirmam serem contra mulheres objetificadas (neste caso, modelos que trabalham de forma respeitosa) as mesmas feministas apoiam que prostitutas sejam liberadas, apoiam o turismo sexual e muitas feministas celebridades justiceiras sociais andam peladas em capas de revistas e falando de emperamento. E a marcha das vadias com as feministas andando peladas nas ruas e doutrinando menores? Para as feminstas neste caso, pode.

Não é a primeira vez que decisões influenciadas pelo ruído de feministas carolas prejudicam o trabalho de outras mulheres. Uma lei sancionada no Rio de Janeiro no início deste ano proíbe veiculação de propaganda considerada “machista ou misógina” com multas que podem chegar a R$ 1,3 milhão. Em suma: adeus propagandas com belas mulheres de biquíni, mesmo que as modelos recebam um ótimo cachê pelo trabalho e a peça publicitária contribua para fomentar o portfólio das profissionais.

Podemos mudar a frase que abriu este texto: o Estado, feministas fascistas, politicamente correto e feminismo andam juntos sempre.

As feministas não se importam com as mulheres perdendo seus empregos, apenas com a “causa” da militância barulhenta. Para Michelle Westby, ex-grid girl e atualmente piloto dublê, o trabalho como grid girl contribuiu diretamente para inseri-la em um ramo do mercado (o automobilismo) completamente dominado por homens e o fim das grid girlsfará com que trabalhadoras percam empregos apenas para agradar feministas. Outra grid girlRebecca Cooper, afirmou que é ridículo ver mulheres que dizem lutar pelos direitos das mulheres impedindo modelos de trabalharem com o que gostam e dizendo o que elas podem ou não fazer. Para Cooper, “o politicamente correto enlouqueceu”. Fato.

Na hora de impor vontades contrárias à liberdade feminina, nenhuma militante feminista lembra da “sororidade” ou do “empoderamento”, afinal, esses termos vazios servem somente ao que agrada as militantes. Para elas, a mulher só é livre caso se comporte de acordo com a cartilha de regras morais aprovada pelas feministas carolas. Se você não segue os padrões feministas, você será oprimida.

O caso das grid girls prova que o feminismo e o “politicamente correto” não têm absolutamente nada a ver com a defesa dos direitos da mulher, mas sim com militância partidária e ideológica. Basta ver como são tratadas as mulheres que vão contra o padrão de comportamento imposto por elas (grid girls e modelos de propaganda, por exemplo), que cometeram a “ousadia” de se casar com homens da “extrema-direita” ou “golpistas” (como Melania Trump ou Marcela Temer) ou criticam a militância feminista como Rachel Sheherazade. Todas são ridicularizadas sem que qualquer feminista defenda-as.

Qual será o próximo “lacre”? Demissão das assistentes de palco? Fim das modelos fotográficas e de passarela? Fim dos concursos de miss? Pelo visto, o grande objetivo é excluir definitivamente mulheres destes postos de trabalho, ou, quem sabe, substituí-las por “mulheres trans”, afinal, Pablo Vittar e afins estão autorizados pela militância a expor o seu “corpo sensual”. “Mulher trans” seminua é lacre, grid girl é machismo e misoginia.

Ironicamente, as feministas são as que mais lutam pelo “empoderamento masculino”: para desempregar o máximo de mulheres ou substituí-las por homens com perucas. Tudo em nome de uma sociedade com mais mulheres “empoderadas” de cabelo roxo, axila cabeluda, barba por fazer e pernas peludas.

Texto adaptado pela #muherescontraofeminismo.

Texto original: Vanessa Rodrigues-Bacharel em Serviço Social, co-fundadora do grupo de estudos Libertas UECE e membro do grupo de estudos Dragão do Mar.

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  1. Diferentemente do que afirmou a grid girl Rebecca Cooper, o politicamente correto não “enlouqueceu” (como se um dia tivesse sido lúcido). Na verdade, sempre foi estupidamente hipócrita e canalha.

    Sobre a decisão carioca: terá sido motivada pela peça publicitária da Alezzia? Seja como for, significa mais uma vitória da corja esquerdalha, no seu afã de destruir tudo o que é bom e civilizado. Certamente contou com o apoio irrestrito de certas marcas – de cerveja, inclusive, como uma atual em que uma participante diz a outro, sobre um comentário deste acerca de uma lésbica, que “o problema é dele e dela”.

    Pena que muita gente boa, conservadores inclusive, antifeministas inclusive, continuam consumindo essas marcas nojentas.

  2. O maior objetivo das feministas no mundo é ajudar a disseminação do islamismo, por esse motivo gritam empoderamento quando na verdade defendem a agenda da dominação de Aiatolás, ela estão sendo muito bem pagas para destruirem o conceito ocidental de familia, sociedade e direito da mulher. Não se enganem elas não querem mulheres fortes ela querem mulheres de 2ª classe ao estilo Sharia Law.

  3. Não entendo esse blog…vc reclama quando feministas apóiam a objetificação feminina para logo depois defende essa mesma objetificação??? Vc aceitaria um emprego desse?? gostaria de ver uma fgilha sua nele?? O que tem de digno se reduzir a um enfeite,e ser dispenda quando não for mais bonita o suficiente?? Já viu algum homem se prestar á esse papel?? tem horas que penso que na verdade,vc é um homem,vc nos quer objetificadas e subjulgadas,o seu prazer é atacar feministas e logo depois,defender as mesma coisas que elas! Por mais que uma mulher seja contra o feminismo,ela não apóia nenhuma forma de exploração nossa.Não á toa que a maioria de seus comentadores/ apoiadores são homens.

    • 1 – inverteu sorrateiramente o que se afirmou no texto. São as feministas que se inflamam com o que consideram exploração do corpo feminino (em trabalhos dignos, remunerados, escolhidos pelas próprias mulheres) enquanto, de um modo particularmente hipócrita, cultivam essa objetificação, quando conveniente aos interesses estúpidos delas. Quer melhor exemplo de degradação de um ser humano que servir aos outros apenas de objeto sexual, caso das prostitutas? Pois é … Elas são reduzidas a um órgão sexual e dispensadas quando não são mais “bonitas o suficiente”;

      2 – um pormenor, do qual você muito convenientemente se esquiva, é que empregos de modelo não são forçados, mas procurados, de livre e espontânea vontade, pelas próprias mulheres. Não são centrados em sexo (talvez por isso, as imbecis feministas os detestem), mas permitem até que as moças consigam outros objetivos (vide os depoimentos dessas garotas, os quais você, também convenientemente, desconsidera). Não há a menor exploração em um trabalho de livre contratação, remunerado, e muito bem quisto pelas garotas que livremente o procuram. Elas querem isso. Elas se realizam nisso. Os corpos delas, as regras delas, que tal?

      3 – falando por mim (não sou a blogueira), não consideraria indigno se minha filha tivesse um emprego como esse. Ficaria muito triste, isto sim, se ela fosse acometida de um retardamento sério, se impregnasse de puro ódio e, assim, saísse seminua na rua militando em favor de aborto e outras porcarias derivadas desse ódio infinito;

      Quer berrar contra “objetificação” do corpo feminino? Devia ir, todo carnaval, para um sambódromo da vida, se insurgir contra aquele monte de mulher seminua ou quase nua, rebolando sensualmente para o mundo ver. Devia montar campana permanente contra toda forma de prostituição e inclusive a glamourização desta, como já se fez/faz em certos programas de tv. Devia, também, gritar contra abusos absurdos como uma menina – meninA – ser induzida pela própria mãe a tocar um homem nu, numa alegada “performance artística”. O aborto, tão adorado pelas feministas, visa muito mais seres humanos do sexo feminino que do masculino, principalmente em países como a China, onde essa prática medonha é corriqueira. É o corpo feminino tratado como o mais simples objeto: com frieza, abordado apenas sob ótica utilitarista, e, finalmente, descartado como um produto indesejado.

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