Feministas apoiam o turismo sexual ao”empoderar”o vulgar clipe da Anitta

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Feministas possuem um modo padronizado de comportamento: reclamam de um problema mas ao mesmo tempo apoiam este problema. Isto parece acontecer com marginais (o caso Champinha vide a defesa que a Maria dos Bandios fez) e vai até o turismo sexual.

Todas aqui conhecemos como os estrangeiros enxergam as brasileiras no exterior: vulgar, prostituta barata.

Durante a Copa e Jogos no Brasil postamos sobre o comportamento selvagem de algumas brasileiras em geral ao ver um homem estrangeiro que faziam prostitutas passar vergonha. As mesmas que falavam de amor e respeito se comportavam como cadelas no cio com jornalistas enaltecendo esta vulgaridade como “empoderamento” (palavra feminista escrota por sinal). Mas as mesmas ficam de mimimi com a nossa triste fama mundo afora e culpam o Tio Patinhas por isso.

No carnaval tudo se repete: estragamos uma festa que nunca foi brasileira, o brasileiro mostra a sua selvageria em poucos dias e mais uma vez as brasileiras se queimam. Mas ficam de mimimi como sendo “objetificadas pelo planeta”.

Agora, Anitta, funkeira feminazi mostra o seu traseiro, enaltece a favela (mas mora em um bairro bom), enaltece a vulgaridade e as feministas aplaudem o tal “empoderamento”. 2 minutos depois querem parar de ser objetificadas, dizem ser contra mulheres peladas (mas vivem peladas) e ficam de mimimi contra o turismo sexual.

Hora de se decidir, feminazis prostitutas da esquerda.

Alguns fatos: italianos lideram o ranking em turismo sexual no Brasil.

O Brasil é o segundo maior destino para turismo sexual no mundo, perde apenas para a Tailândia. Cerca de 1000 websites novos surgem todos os anos com o intuito de “vender o país” para aqueles que procuram prostituição e drogas em suas viagens. A cidade do Rio de Janeiro, por ser o principal cartão-postal do Brasil, é a mais vendida quando se trata de turismo sexual. Um dos sites, por exemplo, diz oferecer “inesquecíveis férias eróticas na bela e encantadora cidade do Rio de Janeiro, na costa sudeste de um dos países sexualmente mais festivos do mundo, o Brasil”. Informa ainda que “nossas jovens mulheres não apenas serão suas deusas do sexo, como também serão suas guias turísticas, tradutoras, parceiras de dança e namoradas pessoais”.

Um efeito direto desse cenário é o aumento também da prostituição infantil. Segundo a BBC em uma reportagem (http://www.bbc.com/…/not…/2010/07/100730_brasil_pedofilia_rc), crianças estão suprindo uma crescente demanda de turistas estrangeiros que viajam ao Brasil atrás de sexo. A cada semana, operadores de turismo despejam nas cidades brasileiras milhares de homens europeus que chegam em voos fretados especialmente ao Nordeste em busca de sexo barato, incentivando assim a exploração sexual. A matéria inclusive relata diálogos com essas menores, como esse que cito aqui:

-“Oi, meu nome é C. Você quer fazer um programa?”, ela pergunta. C. pede menos de R$ 10 por seus serviços. Uma mulher mais velha chega perto e se apresenta como mãe da menina.

-“Você pode escolher outras duas meninas, da mesma idade da minha filha, pelo mesmo preço”, ela diz. “Eu posso levar você a um motel local onde um quarto pode ser alugado por hora.”

Nesse mesmo país existe a Anitta, artista reverenciada por seu caso particular com o sucesso: tudo o que ela canta e faz vira hit e assunto. A cantora tem passe livre em todo o meio artístico, cultural, musical e até mesmo político do país. É a paladina dos “desconstruídos.”. Em seu novo clipe, Vai Malandra, que está chegando no mundo todo, Anitta aparece em um clipe musical com uma batida simples, 3 notas musicais, 20 bundas e um amigo famoso fazendo participação. Junta-se a isso o fato de a música ser lançada no final do ano e pronto, temos a fórmula mágica do sucesso!!

A música fala basicamente de bundas dançando. Na parte cantada em inglês, um estrangeiro diz algo como: “Veja meu ziper, encoste sua bunda nele, quero te dar uns tapas, acho que você aguenta, quero ver você nua, Na favela onde tudo acontece. Todo o Brasil está sentindo isso”.

No fundo, é isso que o povo gosta e é isso que a mídia gosta de mostrar. Se não tiver bunda, sacanagem e polêmica, não vende. Tem que apelar pro lado animal, pro instinto, pro desejo carnal, a música por si mesma ficou de lado faz tempo. A música que faz sucesso hoje virou sinônimo de acasalamento.

Em seu clipe, Anitta, eleita “Mulher do Ano 2017”, a queridinha do estabilishment cultural brasileiro e rainha dos progressistas desconstruídos de mente aberta, pinta o sete da futilidade, da objetificação sexual da mulher e da venda das favelas como paraísos de prostituição. Todos aplaudem!

No mundo real, uma garota de 13 anos de idade, que trabalha nas ruas desde os 7, relata para a BBC:

“Todo dia eu peço a Deus que me tire dessa vida. Às vezes eu paro, mas depois volto para as ruas para procurar homens. A droga faz mal, a droga é minha fraqueza, e os clientes estão sempre a fim de pagar.”

Vai malandra.

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  1. Aquilo nem pode ser chamado de clipe. Aonde vamos parar com tanta porcaria? Como é que o pessoal da favela quer respeito quando eles mesmo apoiam um lixo desses? Fico cada vez indignada, enojada e até mesmo entristecida por ver os rumos que tanto a música, assim como certos comportamentos da sociedade estão tomando. Sou sim favorável que cada um faça o que bem entender de suas vidas, até pq não pago as contas de ninguém. Mas não me peçam pra apoiar lixo, pois isso não faço mesmo.

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