Karma: Professora de SC feminista agredida por menor é esquerdista, defensora de “minorias” e apoia ataques a Bolsonaro

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Lembram de quando uma professora foi agredida por um aluno menor de idade gay e a esquerda ficou quieta? O aluno inclusive passou a mão nela. Vejam isto aqui. 

Agora aconteceu um outro caso destes com um diferencial.

Mais uma professora foi agredida por um aluno. Marcia Friggi, de Indaial (SC), havia pedido que estudante se retirasse de sala.  Ela relata ter recebido uma sequência de socos depois de ter expulsado o estudante de sala por mau comportamento. O caso aconteceu no CEJA (Centro de Edução de Jovens e Adultos) da cidade.

Em uma publicação feita no Facebook no início da tarde, Marcia deu detalhes do incidente, que ocorreu após ela ter pedido que o aluno colocasse o livro sobre a mesa.

“Eu coloco o livro onde eu bem quiser”, foi a resposta do garoto. Depois de ser contestado, ele ofendeu a professora com um termo chulo e foi expulso de sala. Ao acompanhar o aluno, a professora acabou sendo agredida com uma sequência de socos.

 A professora se disse “dilacerada”. “Estou dilacerada por ter sido agredida fisicamente. Estou dilacerada por saber que não sou a única, talvez não seja a última”, disse.  Ela também divulgou uma sequência de fotos que a mostram com o rosto sangrando logo após a agressão.
Ao olharmos isso em um primeiro momento pensamos em inocentar a professora, certo? Obviamento o aluno parece ser culpado.
Porém, um detalhe…
A dita professora é simpatizante da esquerda. Consta no perfil público da professora que ela é defensora do Lula, diz que o impeachment foi golpe, e idolatra a comunista que agrediu o Bolsonaro.
A mesma esquerda defensora da “Pedagogia do Oprimido” de Paulo Freire nas escolas brasileiras, esta desgraceira que tomou conta do ensino no Brasil.  A mesma esquerda que acha palmadas “opressaum”. A mesma esquerda que tudo deve ser liberado e o relativismo moral deve imperar. A mesma esquerda que inocentou a Maria dos Bandidos quando esta defendia um estuprador que matou um rapaz e estuprou uma menina por dias. Vale lembrar também que esta mesma professora apoiou o ato da aluna que deu uma ovada no Bolsonaro e incentivou outros atos violentos contra quem sem define mais a direita (liberais ou conservadores). Ela foi vítima de uma agressão, mas colabora com o sistema que que produziu os agressores.
Esse é um dos resultados do relativismo esquerdista e seus valores distorcidos. O fruto maduro do que foi semeado desde os anos 60 com aquela conversa de boi dormir de paz e amor mentirosa mas na verdade a pura ideologia esquerdopata, o anti-regras, anti-respeito, anti-meritocracia, etc… Notícia infeliz mas rotineira e veremos ainda  muito disso pela frente. A doutrina implantada esboça seus efeitos. Essa é a criação de Paulo Freire e seus professores de esquerda (como a professora agredida) que criaram esse tipo de aluno, desconstruido, desrespeitoso o famoso “oprimido” e “coitadinho” . Esse é o método de Paulo Freire e alunos como esse o resultado final.

Mais um caso intolerância dos grupos tidos como “especiais” pela ideologia esquerdista e agora quem pagou a conta sentindo na pele não foi uma professora mas uma doutrinadora que foi atacada pela mesma ideologia que sempre pregou para os seus alunos.

Basta ver a sua página no Facebook defendendo a bandidagem que transformou a educação no Brasil um lixo e as escolas em verdadeiras penitenciárias. Ainda assim não desejamos o seu mal porque no fim quem realmente sofre são aqueles professores que fazem do seu trabalho um sacerdócio na entrega total ao verdadeiro e mais nobre ensino. Pra ela quem não gosta de bandido e é a favor da família é nazista. Esta imbecil nem sabe o que o maligno nazismo é (nacional socialismo).

Fica a dica: tome cuidado com o que desejar e ensinar aos outros. Esta “professora” está colhendo os frutos da educação que ajudou a implementar no Brasil com o seu esquerdismo doentio.

PS: faz alguns anos o aluno/a tinha o direito de aprender (consequentemente o professor tinha o dever de ensinar) e dever de respeitar os professores e colegas. Se tentasse dançar fora do ritmo, ia para a diretoria, os pais recebiam um bilhete, o aluno só voltava à sala de aula com a assinatura dos responsáveis no bilhetinho. Agora, os alunos são cheios de direitos e os professores, que tanto lutaram para chegarmos a esse ponto, tornaram-se reféns dos galalaus truculentos de 1,80 m e 17 aninhos de idade. Aqui se planta, aqui se colhe.

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  1. Antigamente os alunos respeitavam os pais, professores e os mais velhos. Hoje ninguém respeita os direitos dos outros, quando o pai corrigi o filho e tido como agressor passivo de prisão ora se uma pessoa não respeita pai, mãe vai respeitar quem? Solução: quando um filho desrespetasem alguém levasse uma surra ou mesmo uma porrada na cara na frente dos outros pra passar vergonha, na próxima vez ele vai pensar melhor. E não teríamos as prisões super lotadas.

  2. “Fica a dica: tome cuidado com o que desejar e ensinar aos outros. Esta “professora” está colhendo os frutos da educação que ajudou a implementar no Brasil com o seu esquerdismo doentio.”
    Arrematou com chave de ouro!!! Parabéns pelo texto!!!
    Pergunto:
    O que será que as “femsjw” dirão neste caso?

  3. Em colégios militares, não existem afetividades, agressões, bagunças e assim sucessivamente, pois as disciplinas neles são muito rígidas. Estes colégios obtêm as melhores notas de todos os exames nacionais e internacionais.

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