Fátima Bernardes e as pessoas que escolhem salvar traficantes: valores invertidos e notícias falsas pregadas pela mídia brasileira

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Muitas pessoas dizem que o melhor do Brasil é o brasileiro. Embora possa ser verdade, o oposto também é um fato: o pior do Brasil pode ser o brasileiro.O Brasil passa longe de ser somente corrupção como dizem uns (link aqui) e talvez a nossa crise seja mais moral do que qualquer outra.

Senso comum, leitoras e leitores. O Brasil tem coisa boa mas também possui muito lixo em todos os sentidos. Muito lixo humano inclusive como demonstrou o Encontro Com Fátima Bernardes

No programa Encontro Com Fátima Bernardes, a apresentadora global apresentou uma versão “carioca pseudo intelectual relativista moral” e perguntou a um grupo de pessoas:  quem deveria ter prioridade em um hospital, um “traficante em estado grave” ou um “policial levemente ferido”?

A maioria das pessoas decidiu salvar o traficante. Sim, os cariocas que sofrem com traficantes armados com granadas e fuzis ao responderem uma pergunta decidiram salvar os bandidos.

O Brasil e em especial o RJ hoje vivem uma guerra não declarada por políticos mas que é real e atinge o povo. Uma guerra que passa longe de ser convencional pois é uma guerra irregular (leiam este excelente livro sobre o tema e entendam o caso do RJ).

Sabemos dos violentos crimes cometidos no RJ, a linda cidade brasileira que era modelo na época do Império brasileiro mas hoje é uma favela ao céu aberto e cuja propaganda baseia-se somente em belezas naturais ou lindas obras realizadas pela monarquia brasileira.  Hoje o RJ sofre com a violência quase sempre ligada a traficantes. Tim Lopes, colega de trabalho de Fátima Bernardes foi queimado ao vivo ao tentar demonstrar como traficantes atuavam, muitas vezes usando menores de idade  Mas mesmo assim o povo carioca escolheu salvar bandidos neste caso.

Uns comentam sobre ética médica, triagem hospitalar e pagam de hippies como se a vida de um traficante que ajuda a destruir vida de pessoas e familiares valesse o mesmo que a vida de um policial. O fato é que tais pessoas fazem o maior malabarismo para tentar defender o indefensável. Tem inclusive feminista estuprada que defende o próprio estuprador.

Este malabarismo é sempre ligado a esquerda que sofre em ser objetiva e prefere teorias de um universo paralelo. Estes jornalistas que lavam cérebros são tão criminosos quanto os traficantes.

Ora, na Globo e na maioria do jornalismo nacional (outro câncer do Brasil) defender o indefensável sempre foi regra. Defendem Fidel, defendem o socialismo- comunismo, defendem o feminismo e tudo que é lixo. O programa Esquenta que afirma ser popular colocou mulher policial militar se esfregando em traficante como se isso fosse algo legal e moderno. Este programa romantiza a favela, o malandro, o traficante e o bandido.

Seu Jorge, cantor e ex-favelado cita a verdade sobre a favela neste artigo que questiona a favelização da cultura brasileira ou como o Brasil vende a favela como sinônimo de Brasil.

– Quem gosta de pobreza é intelectual.
Seu Jorge

-Favela não é lugar para ninguém. Favela não é legal. Não tem segurança, não tem saneamento, não tem hospital, não tem porra nenhuma. Favela só sofre preconceito. Eu quis sair mesmo. Eu não quis ficar enterrado na favela. Nasci lá, mas não quis ficar enterrado lá. Favela não é meu mundo, meu tudo, porra nenhuma. A favela é o abandono que o governo deixou pra gente. E hoje eu não quero tocar na favela para não me envolver com tudo que está errado lá dentro.
Seu Jorge

-O patrulheiro que fica me enchendo o saco, dizendo “Pô, o Jorge agora mora nos Estados Unidos”, tem que se lembrar do seguinte: eu era morador de rua, um fodido e meu dinheiro eu fiz centavo por centavo sem sacanear ninguém, sem roubar ninguém. O Brasil em que eu acredito é esse que está na Avenida Paulista ralando; é o Brasil do motoboy, das mães solteiras fazendo faxina como diaristas, dos garçons, dos seguranças. Esse é o meu Brasil, eu vim daí. Agora, vem essa galerinha de Facebook e de Twitter [falar de mim]. Pô, morre e nasce de novo para poder chegar perto de mim, morou?
Seu Jorge 

Este programa da Fátima Bernardes é mais um caso claro de apologia ao crime e de vergonha nacional e em especial vergonha do povo carioca. O que esperar de um país que a maioria escolhe salvar um traficante? E toda essa violência que vemos por aí? Tais programas idiotas somente são superados pelos idiotas que parecem ser maioria atualmente: as pessoas que escolheram salvar os traficantes. Deveriam fazer um passeio nos morros cariocas ou visitar a favela que somente é idolatrada pela esquerda que visualiza estes lugares como uma comunidade socialista.

E como esta mídia progressista publica noticias? Sempre defendendo bandidos.

A mídia progressista paz e amor deve acordar. OLHEMOS OS FATOS E A SOCIEDADE AO NOSSO REDOR. Ninguém combate o crime com pombinhas brancas e abraços ou  passeatas perto da Lagoa. O crime deve ser combatido de 3 modos: sem relativismo moral de certo ou errado, educando as pessoas e crianças e quando tudo piorar, com pessoas de bem e policiais armados e treinados lutando contra bandidos.

Ou seja, a esquerda caviar e relativistas morais podem chorar mas o policial é fundamental para a sociedade e deve ter o apoio do povo.

Fica o alerta as pessoas para controlarem o que os filhos e familiares assistem na TV. DESCONFIEM DESTA MÍDIA MANIPULADORA QUE DEFENDE SEMPRE O LADO ERRADO.

Para os relativistas morais e imbecis que apoiam este lixo de programa da Fátima Bernardes….Imaginem este caso agora:

1-Fátima Bernardes e os filhos trigêmeos são sequestrados no carro da família, na fuga o sequestrador bate o carro e fica gravemente ferido. Fátima e os trigêmeos ficam levemente feridos! Os policiais chegam no local quem eles devem socorrer primeiro? Fátima e seus filhos levemente feridos ou o bandido gravemente ferido?

2-Marginal rouba o carro da mãe de Fátima Bernardes e leva ela de refém e bate o veículo em um poste.
A PM chega. O marginal está muito machucado, mas a mãe da Fátima está levemente ferida. Quem devemos socorrer primeiro ?”

Outro artigo interessante sobre este vergonhoso acontecimento.

Fátima Bernardes e o dilema do salvamento do traficante

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  1. Somos todos filhos de Deus, e quem há de nos Julgar é Ele, o mandamento “Não matarás” significa nenhuma vida na terra, e o juramento que qualquer profissional de Saúde faz é de salvar qualquer pessoa sem discriminação, por isso se a prioridade de emergência tem que ser respeitada, e as pessoas que se acham acima desse princípio de igualdade entre os seres humanos precisa rever seus valores e seu coração, pois, um coração sem compaixão é um coração de ódio, e esse discurso de ódio trouxe a humanidade à situação atual…..sinto muito….

  2. O que acho engraçado é esse pessoal odiar a Globo e saber o que dizem em seus programas.
    Eu odeio a Globo e não me interesso pelo que é veiculado. Não dou a mínima importância.

  3. Eu creio que há uma inversão de valores, o Brasil anda tão desacreditado, me parece que o ser humano já não esta mais sabendo discernir entre o bom e o ruim!!
    Quer dizer que um traficante pode vender droga a vontade, pode trocar tiro com a polícia, caso o policial seja ferido levemente e o traficante gravemente, a preferência é pelo bandido, que vai ser hospitalizado e salvo e logo estará na ativa novamente p/ praticar seus delitos.
    A justiça no Brasil infelizmente é muito fraca!!!

  4. Boa noite! Na minha opinião, estão fazendo essa história virar uma tempestade em um copo d’água. Esquecendo em vários momentos que a questão é “um traficante GRAVEMENTE ferido, ou um policial LEVEMENTE ferido?” e tratando a situação como “um traficante GRAVEMENTE ferido ou um policial GRAVEMENTE ferido?”.
    Estão deixando de lado de forma ignorante o fato de que existe humanização na área da saúde: prioridade às urgência, sem preconceito de ideologia, classe social e etc.

    E outra… Traficante não tem fábrica de armas. Drogas não caem do céu direto para as favelas. Opa! de onde vem então? Quem permite a chegada das drogas? quem fornece as armas?

    Você diz que a supõe que a sociedade é atrasada. E é, tanto quanto suas ideias.
    Ignorância e falta de informação!

  5. Omissões de socorros, incipientemente os médicos, são crimes previstos no Artigo 135 do CPB de Mil Novecentos e Quarenta. Se estas resultarem em mortes, elas passarão a ser assassinatos, assassínios, homicídios ou mortificações (seu Artigo Cento e Vinte e Um). Só que existem casos extremos, como o citado neste artigo. É preferível salvar vidas inocentes a culpadas.

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