A mulher e o ex-PM na porta do banco.

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PM puxou com força a médica em agência na Vila Olímpia (Foto: Reprodução/YouTube)

Vamos analisar o caso que  aconteceu em 1º de agosto do ano passado, mas ganhou notoriedade nesta semana após um vídeo sobre a ocorrência cair nas redes sociais. As imagens mostram um então soldado (hoje ex- soldado) conversando com a médica Claudia Moss na entrada da agência. Depois de pedir para ela sair do banco para falar com ele algumas vezes ele a puxa com as duas mãos. A médica perde o equilíbrio e cai no chão, mas se levanta e tenta novamente ir ao interior do banco. Em meio à gritaria de outros clientes, o policial impede sua entrada e ela é retirada de lá. “Senhora, eu posso usar de força para tirar. Eu te chamei dez vezes”, afirma o soldado na gravação.

A mulher acionou a PM após a porta giratória do banco bloquear sua entrada. Claudia disse, no Facebook, que os armários na entrada estavam “lotados ou quebrados” e que seguiu a orientação do segurança. As feministas começaram a falar que isso é machismo,o pessoal da esquerda que é culpa do capitalismo, da ditadura e tudo o mais. Aquela mentira esquerdista de sempre.

O que aconteceu neste caso?

Primeiro que é muito fácil analisar tudo com calma atrás do computador. Na hora com o tempo passando, pressão das pessoas, o stress e o papel de autoridade sendo questionada em um lugar que adora bandidos como o Brasil as coisas mudam.

Segundo, a porta do banco trava muitas vezes e nem sempre é culpa do guarda. Tudo funciona baseado no sistema automático de segurança do banco. Esta médica não foi a primeira e nem vai ser a ultima pessoa a passar por isso e sofrer com estas portas. Bancos possuem dinheiro e com o nível de criminalidade do Brasil nada mais lógico que tentar prevenir o crime de modo impessoal e muitas vezes frio. Assim são os sistemas de segurança.

Terceiro, a mulher estava alterada pois estava no meio da porta sem poder entrar nem sair por um bom tempo. Outros clientes pressionavam ela e o guarda.  Sem calma e tendo que receber ordens estourou.

Quarto, o policial tentou argumentar mas também se alterou e perdeu a paciência. Talvez seja um mal dos policiais brasileiros que vivem sobre stress e sem o apoio do povo que adora defender bandido. O policial  estava fazendo o seu dever mas poderia ter agido de outro modo. Um lembrete? Para quem condena a policia sempre deveriam pensar se esta senhora fosse uma criminosa. Faltou tato do PM mas ela em nada colaborou.

O que vai acontecer agora? O que sempre acontece aqui no Brasil. Os esquerdistas e as feminista vão  jogar guerra entre classes em tudo o que aconteceu, que o PM oprime o povo pobre ( o PM com o seu misero salário oprime uma médica??). Vão dizer que ele fez isso nela por ser mulher pobre e oprimida. Se ela fosse negra e ele fosse branco iria ser racismo. Irão usar de jornalismo marxista cultural para condenar tudo que é policial, nossos artistas MPB esquerda caviar vão até defender bandido e lembrar do tempo da ditadura, etc.

Vale destacar que a cultura brasileira tem esta falha. Odiamos policiais. Adoramos bandidos. Por outro lado a cultura militar no Brasil também possui uma falha grave. Pararam no tempo. Lemos o livro Guerra Irregular de um oficial das forças especiais do Brasil. O autor explica os diversos tipos de guerra, guerra irregular, terrorismo, etc. O que acontece neste caso podemos explicar o caos no Brasil. Sabemos via o blog Mentes de Comandos que existe diferença entre forças policiais e forças armadas. Mas o principio da guerra irregular afeta ambos. No atual caos no mundo e em especial aqui no Brasil não se sabe quem é amigo ou inimigo. Não existe uma lugar de batalha e todo mundo pode ser um inimigo. Intelectuais usam guerra entre classes negando o senso e fazendo tudo virar opressor x oprimido. Tudo é usado para afetar a opinião publica. Observem como os traficantes pedem para o povo da favela provocar e filmar a reação dos militares na favela. Tudo isso para afetar a opinião publica e virar o jogo. Este caso mostra mais um policial tem falta de treinamento neste sentido pois a antiquada cultura militar brasileira impede ver o todo.

O pessoal feminista esquerdista vai adorar.

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  1. Senhoras do MCF, quero avisá-las que milicianismos (como os fluminenses) e formações de grupos de extermínio são atos hediondíssimos, da mesma forma que outros constados na LCH de 1990. Policiais ou quaisquer outros servidores públicos dos três poderes que cometem crimes devem ser punidos draconianamente, além de banimentos deles de seus cargos. Como sempre falo, criminalidades devem ser combatidas com Estados Draconianos, implacáveis no combate a elas, zelando pelas nossas áreas, como Educações, Saúdes e outras e assim sucessivamente. Por isso, não deixemos de lutar pelos nossos direitos constitucionais, pois sem eles nunca seremos Cidadãos Brasileiros. Agradeço-lhes de todo o meu coração! Desejo-lhes Prósperos Dia das Mães de 2015 e Festa da Carne Seca do Jardim Nova República dele! Obrigado!

    • Isso, vamos deixar todos fazerem o que bem entenderem sem serem punidos. Da próxima vez vou ficar parado na porta rotatória do banco e não vou sair de lá. Quando um policial me tirar pela força do banco vou reclamar dos meus “””direitos””” e fingir que não estou errado.

      Depois de falar uma asneira dessas ainda reclama que o mundo está esse caos.

      Como você só escreve porcaria, cara. Minha nossa.

      • Senhor VERON, avisá-lo-ei que Vossa Senhoria é que está falando asneira, pois não leu meu comentário com bastante atenção, pois estava falando apenas sobre Constitucionalismo e Penalismo. Também o avisarei que quem comete crime, não importando nenhuma condição humana, tem de pagar rigorosamente por ele. Por isso, peço-lhe para que pesquise sobre a CRFB de 1988 e sobre as Leis Brasileiras, pois se desejar procurar alguma coisa sobre nossos direitos, nelas estão. Agradeço-lhe de todo o meu coração! Obrigado!

  2. Excelente análise. Sobretudo essa ideia: O Brasil Adora Bandido.

    Mais uma notícia transmitida de maneira polarizada, obviamente. O povo bocó, tacanho, que assiste aos telejornais, no mínimo pensou que o policial agiu assim do nada, que a mulher não tinha culpa nenhuma.
    E então fica aquela sensação de que os guardiães da Lei são mais bandidos que os bandidos; não são confiáveis e são uns desequilibrados propensos a sair distribuindo porrada e chumbo em gente inocente.

    Tenso.

  3. O policial errou em jogá-la para longe, pois o correto seria levá-la ao chão com uma imobilização, enquanto chama o reforço policial. Ora, a mulher desacatou uma ordem direta e de muita obviedade: ela estava, diretamente, atrapalhando a vida de outras pessoas.
    :
    PS: Se o “””””criminoso””””” fosse homem, teria levado uns tabefes; não que isso seja correto, mas certamente a rispidez seria muito, mas muito maior.

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