Respondendo a jornalista feminista esquerdista esquizofrênica que ataca o seriado Chaves

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feminista falae sobre a serie chaves

Uma pessoa normal assiste a série de televisão mexicana Chaves, acha engraçado e fica emocionada. Além do mais é somente mais um programa de TV com drama e humor. Como o feminismo é um movimento esquerdista e a tal dita mente esquerdista ” revolucionaria” é esquizofrenia e sociopatia misturadas podemos meditar sobre o texto da jornalista feminazi da Folha Sylvia Colombo.

Vamos comentar o texto dela em negrito

Jornalista feminista: A exaltação do personagem conhecido aqui como Chaves é mais do que um sinal da imensa ignorância dos brasileiros com a cultura dos países latino-americanos. Reforça que, quando se trata do mundo regional, os gestos que se podem esperar do lado de cá são esses: a ridicularização, o tratamento como algo exótico e fútil, obviamente inferior. Para um produto cultural latino-americano ser consumido com êxito no Brasil, precisa ser assim: folclórico, tonto, mostrando que o outro é atrasado.

MCF: Mas hein? A maioria das pessoas ama o seriado Chaves por ter humor, drama, empatia, valores, etc. Ninguém se importa se o programa é da América Latina ou não.  O programa é simples, diverte e passa uma mensagem boa. Vai rebolar no batidão, ok?

Comecemos pelo nome do personagem. Ele nunca se chamou Chaves. Para entender a expressão “el chavo del ocho” (o rapaz do oito), porém, é necessária alguma intimidade com o idioma espanhol e sua coloquialidade. Muito complicado, certo? Fácil, chamamos de Chaves mesmo, sem nos importarmos de que fica completamente estranho tratar um garoto comum pelo sobrenome, dando-lhe um formalidade inexistente na série original basta ver que os outros personagens são chamados só pelos apelidos.

MCF: Jornalista feminazi as pessoas em muitos lugares dublam os filmes que mudam de nome para se adequar aos espectadores do local. Normal. Isso acontece na França, Espanha, Itália,  Brasil, etc. Isso também acontece com alguns personagens que mudam de nome não somente aqui no Brasil como no resto do mundo. Mimimi idiota de feminista como sempre.

Das centenas de pessoas que vi comentaram o assunto nas redes sociais, várias evocaram uma afetividade infantil ao lamentar a morte do ator que encarnava o protagonista. Até aí tudo bem. Quando somos crianças e adolescentes gostamos de coisas estúpidas, dizemos coisas estúpidas. Muito mais grave é chegar à fase adulta e mandar a observação, cheia de sabedoria, de que um programa tão raso como esse trazia uma espécie de “alta filosofia” embutida. “Chaves” não é “cult”, é ruim mesmo.

MCF: Que amargura e revolta. Chaves passa uma mensagem bacana com drama e humor. Isto é o que prende na série. Mas enfim, bom mesmo deve ser a arte feminista de se chamar de vadia, piranha, puta e dançar funk até o chão com um crucifixo no orifício anal, né?

Os roteiros eram estúpidos, os textos, fraquíssimos, as piadas, preconceituosas e machistas basta ver como são retratadas as mulheres no programa. Temos a menina histérica de vestido curto, a mulher mandona cheia de bobs no cabelo, ou uma mais velha, que sem rodeios é chamada de “bruxa”. Sem contar o modelo masculino (seu Madruga), um sujeito folgadão, desbocado e autoritário, a homofobia implícita de seu discurso e suas atitudes.

MCF: Vocês feministas  deveriam ser internadas.  O seriado não pode ser sexista como você diz (e intencionalmente tenta confundir os leitores/as com machismo) pois vocês enxergam sexismo e homofobia em tudo. Dona Florinda é sempre tratada bem por parte dos homens e todos os personagens como em um um programa de TV tem altos e baixos. Seu Madruga “opressor” sempre apanha da Dona Florinda e outras coisas mais. Sexista? Aonde??

Mas o pior é passar essa ideia de uma pobreza estereotipada latino-americana. A equação da série é essa: Chaves é um moleque de rua, mas é muito espirituoso. É pobre, dorme num barril, mas é um cara feliz. É ignorante, mas emite frases cheias de sabedoria, como “foi sem querer, querendo” (oi?). Ou seja, o programa reforça todos os chavões que ajudam a perpetuar uma sociedade desigual, onde é chique veranear em balneários como Acapulco e perfeitamente natural que exista uma distinção óbvia entre “gente de bem” e “gentalha”.

MCF. Nada mais feminista e esquerdista que isso. Enxergar guerra entre classes em tudo. Pobreza estereotipada latino-americana? Mas que diabos. Na visão esquerdista de vocês  aqui no Brasil se a pessoa é rica ela é culpada por ser rica. Se ela não pode ser rica e é classe média ela é culpada. Se for pobre ela tem que ser igual as outras (todas pobres). Que bom, né? E se ela for feliz (digo feliz e não um idiota bobo alegre) ela é culpada também. São vocês esquerdistas que apoiam um nacionalismo socialista aonde tem que gostar de samba, funk,  amar a favela, amar axé, carnaval, futebol, detestar outros idiomas e tudo o mais para ser “brasileiro de verdade”.

Para os que veem em Chaves um retrato romântico da pobreza latino-americana, pergunto ainda se têm ideia daquilo que o criou e que tanto lucrou com o sucesso do personagem: o grande império midiático chamado Televisa, maior conglomerado da língua hispânica, acusado de financiar campanhas eleitorais e de ter um forte lobby no Congresso.

MCF: Feminazi aprende uma coisa: Nenhuma empresa vive de ar e não existe almoço grátis. Para uma empresa sobreviver e pagar quem trabalha nela (sim, os trabalhadores) tem que ter lucro. Simples assim. Isso não é desonestidade, ok? Se a empresa tem algum problema com a justiça que ela seja investigada, julgada e se for o caso punida.

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  1. Ridículo o texto da jornalista. Achar ruim é uma opinião, beleza. O mais incrível é enxergar no Seu Madruga um símbolo de opressão (o cara apanha o tempo todo de forma injusta, é viúvo, pobre, feio, enfim). Por mais que se tente encaixar teses feministas sobre o programa é preciso um esforço de sonegação de análise hercúleo para ver isso. Sem dúvida é um dos programas de humor mais geniais da história mundial, e conquistou essa admiração sem nenhuma propaganda intelectual em seu favor, num canal secundário (SBT – Brasil), com alterações de horários, sem estrutura de produção, além de ultrapassar diversas gerações. Se é para entrar na baboseira ideológica da história, Chaves é uma das maiores vitórias latino-americanas.
    Contudo, eu gostaria de fazer uma crítica a vocês. Sou de esquerda e não sou marxista, tampouco faço uma agregação estapafúrdia de concepções para forçar alinhamentos. A posição de vocês contra o feminismo é importantíssima exatamente por denunciar o que é ocultado e um ideal que não visa a igualdade, mas defende a superioridade moral da mulher e enxerga em tudo uma opressão masculina – o que subestima a própria mulher na construção dos valores da nossa sociedade. Vejo coisas importantes no feminismo. Existem diferenças e em várias situações as mulheres são oprimidas, mesmo. Mas o inverso também é verdadeiro, o homem também carrega pesos e silencia por causa do machismo. A relação não é unilateral – tem diferenças de grau e é questionável -, ambos possuem privilégios e sofrem por causa do machismo, ou não.
    Porém, quando vocês carregam nas suas críticas ao feminismo um desprezo ao pensamento de esquerda vocês caem no mesmo erro das feministas de extrema esquerda. Trazem concepções políticas que possuem inúmeras variações (tanto esquerda como direita tem muitas vertentes, especialmente se pensarmos fora dos extremos) e querem rotular tudo junto. Assim como as feministas que dizem que todos que discordam delas serem reacionários, fascistas e etc, vocês estão fazendo ao atacar quem é de esquerda como um doente, canalha e estúpido. A discussão de vocês perde a consistência quando fazem isso; são o que acusam de forma inversa.
    Mas quero elogia-las, pois muitos materiais que vocês publicam são fundamentais para discussão, pois vocês quebram o tabu acadêmico de ser complacente com o feminismo por que é o “certo e bonitinho”.
    Ser de esquerda, na minha visão e da maioria, é buscar reduzir as desigualdades e propiciar oportunidades e escolhas para todos. Muita gente da direita pensa assim. A diferença em muitos casos se dá pelo método que cada um acredita, não pela índole pessoal.

  2. “(…)as piadas, preconceituosas e machistas(…)” tava demorando. É ótimo ver ela falar de como são tratadas as mulheres no programa, como se os homens fossem tratados de forma diferente e nenhum deles é também estereotipado. O bom é que ela mesmo cita o estereótipo do Seu Madruga, mas nesse caso não tem nada de sexista. Esquerdistas e sua visão unilateral de igualdade, nada mais comum do que isso. Ainda bem que a escritora desse site foi rápida em lembrar que o homem opressor é sempre o que apanha. Vai entender.

    Quanto ao Chaves, esquerdistas são sempre do contra. Se não foi eles que fizeram, só pode estar errado. E não importa o que seja. Do mesmo jeito, se foi eles que fizerem só pode estar certo, sem importar o que. Deve haver alguma doença na psicologia pra isso. Se não tiver, esquerdismo faz um nome muito apropriado pra ser dado à quem estudá-la.

    • Marcos, não sei da onde tu tirou que a esquerda é contra. Tem muita gente de direita que acha sem graça e patético o programa. Não conheço ninguém de esquerda que fale mal do Chaves e do Chapolin, nem feministas (só vi homenagens e carinho em relação ao Bolaños) – exceto essa. Muito pelo contrário, o Chaves está além dessa disputa ideológica babaca que tu acaba reforçando. Foi a jornalista que emitiu uma opinião, que eu e quase o mundo inteiro achou de uma bobagem inenarrável. Agora querer enfiar a esquerda em tudo porque tu quer desabafar a tua contrariedade é um indício de que dialogar não faz sentido pra ti quando alguém possui posições diferentes da tua.

      • Parece que tem um esquerdista e feminista perdido por aqui. E sendo do contra, acusando os outros, inclusive de não querer dialogar enquanto eles mesmo não admitem críticas (que novidade).
        Uma coisa é não gostar do Chaves e não tem nada errado nisso, mas o artigo cita justamente a guerra de classe em que tudo se resume pra vocês. Guerra, aliás, que quis justamente a jornalista da esquerda (vejam só) levar ao Chaves. E aí ainda vem você em outro comentário repetir a mesma baboseira secular feminista que é tudo culpa dos homens (ó a guerra de classe aí!). Tenha dó. Suas ideias são antiquadas, ultrapassadas e está aos poucos perdendo confiabilidade por não conseguirem mais esconder suas mentiras.
        Pode espernear a vontade, esquerdista-feminista, mas aqui são pessoas comuns cansadas de ouvir as baboseiras que nos impõem pela mídia e tudo mais, e já não estamos mais acreditando que são santos inocentes que só querem a igualdade (inalcançável). É dessa mentira que nasce aquilo que você quis usar de desculpa para se esquivar das barbaridades que a esquerda vêm cometendo, e chamou de extrema esquerda. Vá você se acostumando com opiniões diferentes daquelas que vivem nos impondo via governo e meios de comunicação em massa.

  3. Tem feminista que já está vivendo fora da realidade,o Seu Madruga era saco de pancada da Dona Florinda,cadê a opressão? Ela deveria gostar da frase do Chaves ” foi sem querer querendo”,isso serve ao feminismo,onde ninguém tem culpa de nada,mas não serviu porque não foi uma mulher que diz.
    Seu madruga é ridicularizado direto por ser feio e magro e não tem problema nenhum,mas debochar da bruxa do 71 é absurdo?

    Estão sabendo do caso do professor Idelber Avelar? Feministas estão revoltadas,porque o cara mantinha relacionamentos picantes com mulheres pela net ou pessoalmente,com uma conduta sexual bem estranha na minha opinião ,mas as mulheres que ficaram com ele aceitaram tudo ,mas mesmo assim,elas são vítimas e denunciam o cara por assédio,manipulação…. kkkkk Uma das “manipuladas” é casada e coitadinha né,traiu o marido “sem querer querendo”.

  4. Senhoras do MULHERES CONTRA O FEMINISMO, desejo que Vossas Senhorias leiam a letra da música “OUÇA BEM, ESCUTE BEM”, da Turma do Chaves, que é um si maior (ou um dó bemol maior), abaixo:

    “Dona Florinda: Acredite Seu Madruga, dá gosto ter um vizinho como o senhor!
    Seu Madruga: Pois o mesmo digo eu, Dona Florinda, é um prazer ter a senhora como vizinha!

    Refrão:
    Ouça bem, escute bem
    Pois ele quer amigos
    Ouça bem, escute bem
    Pois ele quer você

    Ouça amigo, ouça bem o que lhe digo
    A felicidade é ter Jesus
    Um companheiro que será sempre sincero
    Não há que seja como Jesus

    Refrão (2x)

    Triste de verdade é perder uma amizade
    Mas sabe na tristeza, chame Jesus
    Porque Ele não deixa sem resposta qualquer queixa
    Não há quem seja como Jesus

    Refrão (2x)

    Lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá!”

    Agradeço-lhes de todo o meu coração! Desejo-lhes um Próspero Advento de 2014! Obrigado!

  5. Amei esse site, condiz com todas as opiniões que tenho. Honestamente acredito que o feminismo teve muitas conquistas importantes principalmente na conquista do mercado de trabalho por muitas mulheres, porém atualmente há grande fanatismo por parte das mulheres que o defendem e atualmente valorizam mais a vulgaridade por parte das mesmas no seu dia a dia e a opressao dos homems e de todos os que se oporem à elas, do que questões realmente importantes (como sociais e econômicas), enfim estou adorando o site.

  6. Boa tarde.. sabe, gostei bastante do blog de voces.. tenho alguns amigos e amigas feministas, que já me falaram sobre idéias que acho um absurdo, e outras que ate concordo.. acho muito errado eles levarem tudo pro lado extremo e dizer que e machismo, opressao., quando na verdade e a libertinagem que eles pregam e que e opressiva. Eles falam de respeito e falta de preconceito quando na verdade desrespeitam e são preconceituosos com quem não concorda com a maneira deles de ver as coisas. Tudo e levado as extremo,, acho muito triste que muitas pessoas caiam nessa manipulação.., Sabe, meu ex namorado que virou feminista, quando tive uma briga com ele, me agridiu. Agridiu porque ” ele tem direito de se defender, de igual para igual” confesso que me senti bastante oprimida, porque alem de ele ter gritado comigo, me bateu forte, quando eu não havia batido forte nele, e bati porque pedi muitas vezes para ele passar de gritar, e ele nao parou, no fim, foi como pudi me defender, e apanhei, de um jeito mais forte claro. Depois essas pessoas feministas, me dizem que mereci. Ou seja: mais opressão. Mereci apanhar na vista deles, depois eles me dizem que lutam contra o machismo e opressão da mulher, o que de fato e muita hipocrisia, pois se um homem feminista bate em mulher, e o que eles chamam de machista não bate, quem ta oprimindo ai? Sem contar o preconceito com a crença e com quem não concorda com eles.
    Sabe… gostaria de agradecer pelo blog de vocês, e muito bom, e ajuda a desmasccarar essa libertinagem desenfreada e hipocrisia que o feminismo moderno se tornou.
    Mais uma vez obrigada ^^

  7. Se o Seu Madruga fosse o opressor, eu acho, apenas acho, que a Dona Florinda viveria com a cara inchada de tanta porrada.
    :
    PS: Não li essa patética jornalista ‘bostejar’ sobre o Prof. Girafales. Será que é porque o cavalheirismo [dele] é a parte do machismo que convém a essa mulherada?

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