A culpa é realmente das elites mas de um modo diferente

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<p>	Nome: Alexander de Almeida, 39 anos. Profissão: dono de uma empresa despachante que presta serviços a bancos. Gasto por balada: até 50 000 reais. “Saem da minha conta de 200 000 a 300 000 reais por mês apenas com as noitadas”. Bebidas: champanhe. Cristal e vodca Cîroc</p>

Muita feminista pira quando alguém fala de elite, capitalismo e tudo o mais que elas julgam como “opressor” pela clara ligação do feminismo com o marxismo- comunismo- socialismo nas palavras delas mesmas, as feministas (post antigo aqui no blog). Elas, que vivem nesta utopia absurda de “igualdade” como se fossemos somente mais um tijolo no parede e que preferem perder a individualidade para “honrar” o coletivismo doentio com origens vermelhas, fingem esquecer que nas nobre terras marxistas existe uma elite que manda (melhor, dita) e o povo sofre sem real liberdade. Tudo muito difere da propaganda mentirosa que vendem mundo afora.

Embora elites sempre tenham existido devemos questionar uma coisa: as elites brasileiras. Claro, tudo isso longe da filosofia comunista- marxista- socialista. Queriamos nos pronunciar sobre o “Rei do Camarote”, mas que valeria para qualquer governante nosso até alguma celebridade. Estes seres que tiveram “a faca e o queijo”,  possuem $$, status, oportunidades e uns inclusive nos governam e em teoria, seriam os nossos representantes mais “esclarecidos e com oportunidades”. Queremos falar sobre estes seres quem tem o poder e deveriam nos guiar.

Pois bem, o tal “Rei do Camarote” ou o que ele representa  como “elite” é  tão ruim quanto qualquer ditadura da igualdade embora ela tenha o direito total de fazer o quiser com o dinheiro dele. Que mais uma vez fique claro: passamos longe de defender coisas como o comunismo- marxismo- socialismo.

Aqui no Brasil nossas elites sempre se comportam de um jeito jeca, vulgar, ostentador e cafona. E usam da mesma conversa falaciosa das feministas de “liberdade, uso do dinheiro porque é meu” sem se preocupar com exemplo. Hoje a liberdade virou desculpa para tudo. Muleta de pessoas sem bom senso. Alguém uma vez disse muito bem que a elite brasileira primeiro deveria ser educada pois o povo de um modo ou outro tem ela como exemplo. Assim, o povo se espelharia nela e a longo prazo isso geraria excelente frutos. Mas isto parece um sonho distante. Nossa elite jeca e cafona nos envergonha e muitos se comportam de uma maneira que beira qualquer imagem fantasiosa que o mundo tem do Brasil.

Por outro lado, o  povo aqui copia somente o pior da nossa elite que copia o pior do exterior. Peguem um funkeiro ou funkeira, jogador de futebol ou qualquer outra pessoa que era pobre  e ganhou dinheiro de um dia para o outro. Uma boa parte se comporta como o Rei do Camarote, que por sua vez se comporta como um cafona qualquer que acha que dinheiro compra tudo (bem, pode ajudar mas passa longe de comprar honra e valores morais).

Até pessoas normais se comportam assim. Basta ver alguns absurdos postados no facebook ou Instagram. Nossas elites ostentam e o povo adora copiar quem ostenta.

Embora, outros lugares possuam falhas e isso nunca tenha sido coisa de Brasil, podemos notar que as elites brasileiras nos envergonham porque o povo exige pouco e quer pouco. E muitas vezes a elite brazuca é na verdade uma ralé que se perdeu com o poder e ficou deslumbrada.

Achamos bonito ter um ex-presidente analfabeto mas que possui um ego enorme e adorava ostentar poder. Achamos bonito uma presidente que quer mudar o nosso idioma por ego e que quando fala muitas vezes nunca diz coisa com coisa. Possuimos atores, atrizes e intelectuais que se comportam de modo jeca/ cafona/ vulgar com exageros, futilidade e amor a ostentação ou então querem viver no meio do mato, no passado e cultuando a fantasia brasileira para gringo ver do brasileiro “bom selvagem”.

Ao lermos sobre o tal “Rei do Camarote” me veio em mente a tal Marta Suplicy, Lula, Collor ou qualquer ator na revista Cara. Pagam de bons exemplos mas adoram ostentar.

Aqui no Brasil possuimos muita coisa boa, mas nossas elites passam longe disso. Enquanto vemos na Inglaterra um nobre trabalhar como piloto, pegar o filho recém nascido de carro sem ostentar ou ir servir na guerra, aqui no Brasil nossas elites ostentam dinheiro sem NUNCA dar um exemplo e sem FAZER nada.

Enquanto podemos ver atrizes e atores de cinemas norte- americanos famosos de um certo modo ajudando  ou apoiando alguma causa justa  aqui vemos um ser ostentando que pode gastar 50.000  na noite, pagar para tudo sem ter nada, transar com piriguetes na balada e usando da desculpa da “liberdade”.

Dinheiro, poder, status tudo isso é bom e quem trabalha e batalha merece . Que tenham todo o direito para gastar como quiserem. O problema é ver cafonas e jecas que não sabem lidar com isso  e que 0 povo pega como exemplo. Na verdade é isso o que falta no Brasil: bons exemplos. Possuimos alguns mas eles se sentem tão ofendidos ou culpados que se mudam para o exterior. Aqui entra o tal relavismo moral que tanto falamos e faz o certo virar errado e o errado virar certo.

Mais ricos e cafonas abaixo.

Uma resposta »

  1. A moda do momento é essa coisa ridícula chamado ”funk ostentação”. E esse estilo de Funk bomba nas redes sociais. O tal de mc Guime tem milhões de visualizações, a mc Marcelly que canta o ”bigode grosso” também.

    Fico pensando cá com meus botões: tanta coisa interessante que tem na internet, e o brasileiro vai pagar pau pra Justin Bieber e essas figuras que eu acabei de falar.

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