Arquivo mensal: abril 2013

Comissão de direitos humanos, Jean Wyllys, Marcos Feliciano, marxismo cultural e a cultura do bom exemplo.

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marxismo cultural Jean Wyllys feminismo

Impossível ficar indiferente a este debate que praticamente virou uma guerra. De um lado temos Marcos Feliciano e seus defensores. Do outro Jean Wyllys, todo o movimento GLBT e a mídia. Porém, saibam que estas não são as únicas alternativas. Além disso deveriamos  meditar sobre o real objetivo deste debate e o que provavelmente resulte dele. Ou quem sabe meditar sobre as reações que ele cause, pois mostra muito do que é feito o Brasil e do que valorizamos como povo.

Primeiro, achamos que brasileiros e brasileiras possuem outras prioridades reais. Existem n Ministérios, comissões, leis e afins  mais importantes e cujas funções nos golpeiam mais durante o dia-a-dia. A Comissão de direitos humanos é importante por um lado mas no geral é quase insignifcante perto dos problemas do povo brasileiro. Claro que deveriamos olhar por tudo e todos, mas se não cuidamos do que é importante, como iremos dar atenção para algo que quase pouco nos atinge? Prioridades, pessoal.

Este debate entre o ator Jean Wyllys, movimento GLBT e Marcos Feliciano muito agrada outras pessoas com pésssima intenções. Tira o foco de assuntos sérios e que poderiam gerar debates sérios. Muitas coisas acontecem nesta falta de prioridades brazuca que é de assutar pois aqui tudo é relativo. Neste meio tempo, políticos condenados no julgamento do mensalão por corrupção ativa e formação de quadrilha, tomam posse como deputado federal. E aqui ninguém fala nada. Ninguém protesta. Ninguém faz passeatas contra isso, pois o foco é o ex-BBB estrela e um pastor que tem como crime discordar do ativistas GLBT. Os artistas marxistas culturais como Caetano, Preta Gil e outros, sempre apoiadores de uma revolução por “um mundo melhor”, ao invés de usarem do seu poder para chamarem atenção para o crime, levam a luz do holofote para um tema QUASE sem importância. Tanto estes políticos condenados no julgamento do mensalão, como os artistas intelectuais como Caetano anti-capitalista mas que cobra caros por seus shows, como a mídia, Jean Wyllys e seus seguidores (movimento GLBT, feministas e afins) possuem um discurso de base marxista cultural. Seguem a cartilha perfeitamente e tudo isso passando por “modernos revolucionários” que prometem um mundo melhor.

E Marcos Feliciano e Jean Wyllys? Bem, além de servirem como fantoches, querem poder como todo político . Marcos Feliciano, não é santo e nem o apoiamos em tudo o que fala mas ele possui a sua opinião que é baseada no que acredita e tem o direito de falar isso. Seja isso certo ou errado, quem decide é o povo. Este é um dos lados da democracia, afinal teve votos o suficiente enquanto Jean Wyllys… não. Além disso, Feliciano pelo menos defende a família, sem relativismos morais e alguns valores de base para qualquer sociedade. Isso todas as pessoas possuem, independente de crença. Mas o “crime” que ele cometeu e por isso parece estar sendo perseguido hoje foi se opor ao que o movimento quer GLBT pregar como normal, como padrão, além do movimento GLBT perder dinheiro. Tudo isso gerou revolta de alguns militantes deste movimento.

O Jean Wyllys é um caso a parte e sua incoerência é totalmente feminista. Pseudo-intelectual que apoia marxistas culturais como Che Guevara (que estuprava mulheres além de mandar matar e torturar homosexuais dentro do regime cubano), ele fala de direitos humanos. Pertecente ao PSOL , ele clama por paz sendo que o fundador do seu partido queimou um homem vivo. Ex-participante de BBBs da vida ele quer falar de “nova cultura” mesmo que isso gere caos social. Defensor do orgulho gay ele quer criar lei para processar quem chama um gay de gay.Ele é o mesmo que quer um estado laico mas diz ter sido eleito a deputado por santos de crenças afro. Jean é a incoerência em pessoa.

Como marxista cultural ( o marxismo cultural usa de estratégias para a destruição da família, um dos seus objetivos), ele quer acabar com a família tradicional (mulher x homem) que ele enxerga como “antiquada e reaça”, pois todos devemos ser iguais e ter direitos iguais na sua utopia mental.Em uma futura etapa ele talvez deseje querer quem sabe exigir licença maternidade para homosexuais mesmo sabendo que é impossível duas pessoas do mesmo sexo se reproduzirem. A ditadura da igualdade é algo que deve ser forçado em prol de mundo melhor. E isso é algo muito similar ao modo como surgiu o nazismo.

Jean Wyllys que passar por cimas de leis constitucionais para criar leis especiais, que geram mais injustiças de modo proposital, para dar o troco. E isso em nome do que ELE acha certo, censurando as pessoas e sociedade ao seu redor, além de uma doutrinação nacional sobre a escolha sexual dele, que acha isso “moderno e futurista”.

Além disso, Jean Wyllys adora propagar a idéia do péssimo exemplo. Quem tem filhos e educa sabe que o ser humano aprende por exemplo. De um bom exemplo ao seu filho e ele vai ser uma pessoa do bem. E sim, existe o bem que nunca foi relativo. Ensine o seu filho a estudar, bons valores, bons exemplos, respeito, senso de justiça, empatia e toda uma sociedade vai melhorar e ser primeiro mundo. Mas o que vai Jean Wyllys? Ele quer que crianças brinquem sexualmente com outras crianças. Quer que prostitutas sejam legalizadas e vistas como nobres. E faz isso perto da copa do mundo e sabemos que muitos turistas sexuais virão ao Brasil pela péssima fama da mulher brasileira. Não seria melhor dar oportunidades a estas mulheres para sair desta vida ao invés de glamourizar esta profissão? Este BBB 😦

Alguém vai dizer: Espere, isto é homofobia? Errado. Simplesmente discordamos do movimento GLBT neste ponto e temos direito de fazer isso. Hoje tudo virou homofobia. O homosexual tem o direito de se relacionar com quem quiser e deve ser respeitado por isso. Casar? Adotar crianças? Discordamos deles sobre isso assim como outros homosexuais também discordam dos movimentos GLBT neste mesmo caso. Nem todos gays querem casar e adotar crianças. Sim, existem pessoas que querem simplesmente viver em paz sem querer dominar o mundo como faz Jean Wyllys, uma pessoa infantil que não sabe ser contrariada. Entendam de uma vez que Jean Wyllys e o movimento GLBT não representam os homosexuais. Eles representam eles mesmos e um movimento organizado. O mesmo que as feministas que representam somente elsa mesmas. Inclusive muitos homosexuais discordam do movimento gay e sofrem com este movimento marxista cultural que exige liberdade de opinar sem respeitar o que os outros opinam.

Esportes e MMA: Quando o preconceito parte das feministas e a polêmica lutadora/ lutador transexual.

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Boa noite, meninas. Meu nome é Carmem, estudo Educação Física e me formo em 6 meses. Pratico artes marciais desde criança e hoje treino MMA e jiu jitsu brasileiro. Meu primeiro esporte foi o balé que me ajudou com a flexibilidade. Anos mais tarde, aos 12 anos começei a lutar judo e desde então não parei mais.

Estudo em uma universidade aonde a Educação Física fica perto das humanas e sociais. Neste meio das humanas e sociais é muito grande a quantidade de mulheres, praticamente maioria e dentro deste grupo de pessoas existe o grupo das feministas que também é enorme. As feministas, apesar de falarem frases bonitas ao meu ver e ao ver de algumas colegas são as pessoas mais preconceituosas do mundo embora se escondam na imagem das falsas pessoas exemplares. Eu debati com muitas delas que se demonstraram muito preconceituosas.

Como educadora  física e competidora em artes marciais, levo ume vida um regrada. Dieta, treinos, dormir cedo, evitar fast food e tudo o mais, além de estagiar, trabalhr e estudar. A pessoa que mais me apoia é o meu namorado, que também leva ume estilo de vida igual ao meu. Muitas vezes queremos desanimar mas um apoia o outro. Depois dele, meus familiares também me apoiam e os meus colegas de treino formam o terceiro grupo. Embora existam umas garotas que também treinem, é com os garotos que eu mais aprendo em relação a lutas. Luto e treino mas sem perder a minha feminilidade. Sempre foi assim.

Nunca sofri preconceito com eles, nunca. Tiver que batalhar para ser respeitada porque existem  marias tatame feministas que querem vir treinar para ter contato com o sexo masculino e cujo interesse pelas artes marciais é desculpa para xavecar os garotos. Posssuo vergonha deste tipo de mulher que sempre atrapalha a vida de quem fazer algo sério. Eu entrei na academia namorando um lutador que treina sério e mostrei que queria aprender a lutar de verdade e fui respeitada. Inclusive sinto-me muitas vezes mais a vontade com os garotos que possuem fortes valores morais com origem nas artes marciais do que com mulheres feministas.

Meus colegas de treino homens nunca abusaram de mim quando lutamos. Apesar de sere maiores e mais fortes em 95% dos casos, sempre priorizam a técnica ao invés da força bruta e sempre aliviaram comigo. Muitas vezes o treino endurece mas eles sempre foram respeitadores, gentis e nunca foram covardes. Nos casos em que tive problemas no ringue ou no tatame, sempre foi com uma mulher que se provaleceu de algum modo e foi mais agressiva por falta de controle emocional.

Na universidade aonde estudo o pessoal da Educação Física sempre é taxado e julgado pelo grupo das humanas e sociais. Este grupo, em geral formado por lésbicas é metido a ser o grupo intelectual. São arrogantes e acham que podem tudo e sabem tudo com suas teorias retiradadas de livros somente lidos por elas. Em geral, as mulheres deste grupo são acima do peso ou muito magras e muito amarguradas. Como boas lésbicas feministas (que talvez explique a raiva pelos homens) dizem que sofrem preconceito e tudo o mais mesmo elas mesmas que sejam extremamente preconceituosoas e revoltadas. Eu sou somente um exemplo mas sei de outras pessoas que sempre são taxadas de algum modo pelas feministas.

Mais de uma vez vi elas destilarem veneno contra pessoas de outros cursos. Inclusive taxam quem estuda Educação Física como uma pessoa escrava do corpo. Bem, eu cuido do meu corpo porque gosto, é o meu templo e a minha ferramenta de trabalho. Cuido do meu corpo porque um corpo bem cuidado ajuda na prevenção de doenças. E para estas preconceituosas feministas que talvez tenham inveja ou fiquem criando desculpas vitimistas para manter esta imagem de “intelectuais amargas e revoltadas”, eu e muitas outras pessoas somos muito mais que somente corpos. Depois de acabar a universidade provavelmente entrarei em um mestrado em fisiologia esportiva. Existem muitos professores e educadores que treinam e estudam muito e demonstram ser muito mais que corpos bonitos.

Sofri preconceito das feministas por quererem cuidar a minha dieta, por ofenderem o meu namorado que é um amor de pessoas e me apoiou em momentos complicados da minha vida, por ofenderem a minha profissão que amo de paixão e muitas outras coisas mais.Feministas não me representam.

Parabéns e amei o blog. Virei seguidora. Escrevi um texto abaixo sobre difefença entre sexos e MMA  se alguém se interessar. Beijos.

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A lutadora transexual Fallon Fox finalmente conseguiu sua liberação para lutar. Após estudo para ver se a lutadora não os enganou, a Comissão Atlética do Estado da Flórida a liberou para voltar às competições. Ela nasceu homem e se transformou em mulher.

O ponto é:

Possui força de homem ou mulher? (Homens em geral parecem ser mais fortes que mulheres). Logo, se ela tem a força de um homem, não deveria enfrentar mulheres e sim um homem. Sem subestimar a capacidade de ninguém mas falando em igualdade e justiça é desleal colocar pessoas com capacidades bem diferentes para agradar os politicamente corretos por esta  mentirosa igualdade.

Ah, “mas ela toma hormônio feminino”.”Ela é uma mulher sem ovários, sem trompas de falópio e sem útero”. Depende, existe transexual que não usa hormonio, mas outros usam. A priori, não da pra saber se o transexual ainda tem a força de um homem ou não, por isso o justo seria mulher x mulher ou homem x homem. Muito complexo e da chance apenas pra controvérsias. Ou deveriam criar uma categoria somente para travestis.

Logo uma feminista idiota aparece falando de igualdade, que mulher pode bater em homem, etc e etc. Estas malucas deveriam saber que em artes marciais existem categorias de peso e de sexo para preservar quem luta e evitar injustiças. No esporte, assim como em muitos casos biologia supera ideologia. Existem categorias sem peso em algumas artes marcias mas isto é opcional. Luta quem quer,  nunca é regra. De resto, lutamos mas ninguém arrisca se machucar por ser cobaia de feminstas que acham que tudo é igualdade.

Que justiça seria colocar alguma lutadora como a Ronda (mulher de pequena estatura) contra o Minotauro ou o Anderson Silva (maiore e mais fortes) mesm que a técnica seja similar?

O mundo comunista paz e amor anti-Ocidente-capitalismo da Coréia do Norte: Terra de feministas?

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Podemos estar perto de uma terceira guerra mundial em grandes proporções. Guerra nuclear. Quase ninguém escaparia imune. Seriam os culpados desta guerra os EUA, capitalistas, o Ocidente opressor, a igreja ou qualquer outra religião, os homens machistas ocidentais, a mulher ocidental?

Nada disso. O grande culpado disso tudo seria a ditadura- governo da Coréia do Norte que luta pela “igualdade, liberdade amizade e contra a tirania do Ocidente capitalista”. Nossa, este governo  promete o que o governo cubano promete, o que as feministas e simpatizantes nos prometem!

Neste governo muito similar ao governo cubano que as pessoas não podem se expressar, sofrem lavagem cerebral desde crianças, sofrem por terem crenças, aonde o coletivo extermina a liberdade e responsabilidades individuais. Neste governo assim como no governo cubano homossexuais sofrem torturas, morrem e tudo o mais. Neste governo paz e amor anti-Ocidente e valores ocidentais marchas das vadias não existem pois são proibidas e censuradas a força. Neste governo libertador paz e amor mulheres devem lutar em guerras, treinam para matar sem piedade ao invés de terem filhos e trabalharem como fazem aqui no Ocidente “opressor”. Nada de feministas fazendo danças mostrando a bunda ou reclamando do machismo opressor que as impede de dormir com 100 homens em um ano e publicar blogs sobre isso como acontece aqui no Brasil (a internet assim como na China é censurada, a mesma coisa que o governo atual quer fazer no Brasil).

Nada de dançar funks com passos idealizados pela ginecologista e dizer que a responsabilidade de ser vulgar é “culpa do machismo que oprime”. Nada de bebedeiras e gritos de ordem nas ruas querendo pregar ideologias. Nada de possuir acesso a tecnologias e viver em harmonia ao poder nos expressar. Pouca qualidade de vida real. Pouca. Se falarmos dos gritos feminstas “hoje não vou dar, vou distribuir” cantados em funks? Roupas curtas? Nada. O que é liberado é o aborto e principalmente se a criança for menina.

Nesta terra legal, tudo é pago para o governo, que lucra com impostos em tudo e quase nada é iniciativa privada. O governo lucra com tudo e tem o poder sobre tudo. Ditadura total. Neste governo marxista cultural (igual as feministas) quase todo o dinheiro vai para fabricar armas. Sem leis especiais futeis sobre querer escrever presidentE/ presidentA, @, estudantx, leis especiais para grupos, kit-gay. E tudo isso sobre um forte censura.

Chocante, né? O “maldito” Ocidente capitalista é “opressor demais perante a Cuba, Coréia do Norte e outros lugares marxsitas culturais.” Nestes lugares nada se compara ao “opressor”Ocidente. Logo as feministas deveriam amar viver na Coréia do Norte.

Mas o que acontece se alguém atacar esta terra prometida chamada Coréia do Norte (Cuba e China entre outros) aonde dirigentes que pregam a “liberdade,igualdade, paz e amor” tem mais  poder, riqueza e acesso a tecnologia que as pessoas normais, que trabalham para viver na miséria e simplesmente comer com uma pobre qualidade de vida? Mas esperem, cade a igualdade?

Se alguns governantes de qualquer nação atacarem este lugar (principalmentes se forem dos EUA) provavelmente irão serem taxados de imperialisas, opressores, machistas, dominadores, etc e etc, contra o “coitado” governo da Coréia do Norte que não faz nada mais que ameaçar os outros com armas nucleares apoiado de certa forma pelo seu povo, que é comunista e simpatizante do marxismo cultural. Aquele tradicional vitimismo marxista cultural também praticado por feministas e grupos simpatizantes como GLBT e racialistas.

Coréia do Norte, Cuba, China e Camboja: definitivamente os lugares sagrados para as feministas.

Sobre as prostitutas e outras leis: A falta de uma bússola de valores para Jean Wyllys e a sociedade brasileira.

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Podemos dizer que a crise no Brasil hoje deixou de ser financeira para ser uma crise moral por causa de pessoas como o ex-BBB Jean Wyllys e seus simpatizantes. Como a nossa cultura relativiza o que é certo e errado por simpatizar com o marxismo cultural, com a propaganda feminista marxista cultural e simpatizantes, uma ditadura politicamente correta nos é imposta todo o dia e deixamos de ver absurdos que agridem o senso comum de qualquer sociedade que queira paz e harmonia. E tudo isso vira lei, que com o tempo vira a ditadura do copiar o pior ou valorizar o pior. Valorizar outras prioridades ou quem trabalha bem, nada. Ninguém lembra disso. Na verdade, os corruptos ficam felizes com isso.

Neste Brasil que ainda deve melhorar em muitas coisas realmente sérias o que percebemos acontecer? Prioridades idiotas, censura politicamente correta ao opinar sobre o que qualquer ser pensante discordaria  mesmo se forem absurdos como demonstra a mais atual triste iniciativa de Jean Wyllys, que infelizmente mostra a realidade do nosso  país, campeão de leis absurdas. E tudo isso idealizado por feministas e outros marxistas culturais. Podemos perceber em leis como a lei da presidente Dilma sobre o “machismo” no nosso idioma e que exige que seja chamada de presidentA. Ou aquelas pessoas que querem mudar o nosso idioma e escrever tudo com @ ou x no final. Ou outras que querem leis que legalize a prostituição (assim como legalizaram o funk como “cultura tradicional do Brasil”) ou a tal lei de crimes cibernéticos mas que levou o nome de Carolina Dieckmann. Para quem desconhece, Jean Wyllys quer legalizar a prostituição.

Mas esta é a propanganda do futuro : “Vamos vender sexo ! Vamos Legalizar a Prostituição ! Vamos legalizar drogas ! Vamos Legalizar o aborto ! Tudo é hipocrisia e quem discorda é “reaça”. Nossa, como ficará o Brasil daqui a alguns anos ?

Podemos perceber o que acontece com a sociedade brasileira, com atos errados que se transformam em certos, valores invertidos que atingem até o marxistas culturais (futuro post) e tudo o mais. Mas como é proibido falar pela  censura/ ditadura do politicamente correto, deixamos isso crescer, crescer até que isso explode e nos atinge a cada dia mais.

Agora a prostituição vai ser legalizada como uma profissão. Quem deseja isso é o Jean Wyllys e seus simpatizantes. A sociedade cada vez mais denegrida e temos certeza que muitos aqui vão dizer, alias, já estão dizendo que, só os religiosos são contra, que é preconceito, que as pessoas devem respeitar os direitos das outras, que cada um usa do seu corpo como deseja e qualquer outra desculpa marxista cultural. E ninguém pode discordar porque isso é “oprimir” e ser uma pessoa “de mentalidade antiga”.

Agora o Jean Wyllys quer transformar o Brasil em Amsterdam quando os holandeses começam a perceber o erro que fizeram e reclamam disso. Coisas extranhas estão acontecendo. Seria porque é mais cômodo legalizar a prostituição do que tentar auxiliar de verdade as pessoas que são vítimas ou não são dela/ direta ou indiretamente? Direito que ninguém pode julgar? Ou talvez o governo brasileiro saiba que com os eventos como Copa do Mundo iremos ter aumento de turistas sexuais (o que gera impostos se legalizarmos as prostitutas) querendo provar o que o feminismo sempre pregou: a nossa péssima fama de mulher brasileira com frases sem responsabilidade de “meu corpo, minhas regras”, “ninguém pode nos julgar”. Tudo isso acontece misturado com o tradicional vitimismo marxista cultural.

Caro Jean Wyllys, ante de legalizar a prostituição vamos legalizar o feijão e o arroz no prato da população que é a melhor coisa a se fazer. Chega, o mundo não se resume apenas em pênis, sexo e vagina não. Deveriamos crira leis para dar oportunidade as pessoas e valorizar quem soma a sociedade em todos os sentidos. Ninguém vai para prostituição por vocação ou desejo (talvez marias chuteiras e afins). Temos certeza que a maioria das prostitutas gostariam é de uma oportunidade de verdade na vida, de novos empregos, de atendimento digno à saúde da mulher, não de abrir mais uma vala para as jogar ali dentro. Muitas matérias da imprensa hoje crucificam quem discorda de feministas- GLBT e afins e outra exaltando estes grupos a favor da remuneração da prostituição e outras leis absurdas. Acorda Brasil. Isto é querer um futuro assustador, ainda mais aqui aonde o errado é sempre certo. Olhem o que acontece no nosso dia-a-dia.

A defesa de valores errados são prejudiciais para a sociedade, ainda mais nessa nossa época em que as pessoas tem saído de uma mentira achando serem libertas para caírem em outra. Vamos parar de hipocrisia e utopias baratinhas, o mundo nao é essa liberdade maravilhosa e modernete que algumas pessoas idealizam. Precisamos que alguém presenteie Jean Wyllys e outros marxistas culturais com uma bússola de valores e que os ensine sobre o que é prioridade no Brasil ou deveria ser.

A mídia feminista: de Marília Gabriela a Andressa Urach, site yahoo, Globo e novelas

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Não é de hoje que Marília Gabriela  e outras pessoas representantes da mídia se mostram feministas ou apoiam o feminismo diretamente ou indiretamente. Mesmo que digam pregar uma coisa, adoram fazer o oposto, afinal a coerência nunca foi forte do feminismo. E aqui podemos incluir Marília Gabriela que representa o feminismo metido a intelecual-superior e Andressa Urach, que representa o feminismo 50 tons de cinza /estilo piriguete, este muito mais popular no Brasil.

Mas aonde surge aqui a incoerência da feminista “intelectual” Gaby?

A “jornalista” Gaby entrevistou a “modelo” Andressa Urach no seu programa e esta contou que sofreu abuso sexual quando era menor (dos 2 aos 8 anos). Como é de se esperar todo o mundo vai ter pena dela, afinal abuso sexual é coisa séria, crime extremamente sério. O estranho é que esta “modelo” é aquela que vira e mexe fica nua no Twitter. Ela é aquela mesma que é sempre candidata a miss bumbum Brasil. Pior, ela é aquela mesma que foi a Paris tirar a roupa e ficou enrolada na bandeira do Brasil. A mesma que fez a mesma coisa nos Estados Unidos. Ela é a mesma que foi para Londres durante os Jogos Olímpicos e também ficou quase nua e usando roupas com a bandeira do Brasil. Na verdade, ela usa de qualquer contexto para tirar a roupa e chamar atenção dizendo que é brasileira. Fora os boatos que era garota de programa. Mas se alguém questionar isso é “mulher machista”, “Amélia,”, “santa do pau oco,”etc.

Ela é a mesma que conta a sua vida sexual aos quatro ventos e diz que isso é ser “moderna e bem resolvida”. Ela é a mesma que diz ser bi, tri, pentasexual. Ela é a mesma que faz fotos vulgares em fotos para ginecologista ver e diz nos representar como mulher brasileira no exterior pois somos “lindas,sensuais e marvilhosas”. E depois disso tudo ainda exige respeito pelo seu “talento”. No mundo feminista de hoje politicamente correto devemos aplaudir esta garota ou ficarmos quietas afinal ela é “livre e faz o que quer” mesmo que jogue a nossa imagem no lixo.

Ou seja, ela faz de tudo para chamar atenção. Claro que ela pode estar falando a verdade sobre o abuso. Mas aqui surge a questão: Que coisa estranha.Ela sofre abuso sexual, e depois passa a venerar a própria bunda. O coerente seria ela ficar traumatizada, ter até medo de sexo e não venerar sexo/bunda e ser vulgar de doer.

Esse é um assunto muito sério, mas vindo dessa “modelo”, fica a dúvida, se não é apenas uma declaração, para continuar em evidência na midia como ela sempre faz ao mostrar o corpo e usar de temas tensos para aparecer. E quem lembra de sofrer abuso com 2 anos? Sofreu abuso durante 6 anos e não disse a ninguém? Ela não parece nem um pouco abalada ou carregar algum trauma. Talvez isso agora tenha virado moda (Xuxa?). Abuso sexual é um assunto sério que gera muitas outras coisas sérias. Tudo deve ser apurado com calma. Sendo comprovado o abuso, a cadeia é o caminho, seja para mulher ou homem. Mas tudo deve ser investidado, comprovado. Isso é justiça.

Mas e a Gabi? A feminista intelectual Gaby que deve repetir frases feitas feministas, ser contra o turismo sexual, contra a vulgaridade e pelo direito da mulher se valorizar acaba entrevistando a outra feminista que age de modo completamente inverso mas diz ter sido abusada. Logo, nesta sociedade politicamente correta a garota se blinda de outras perguntas e do seu estranho modo de agir. E tudo fica por issm mesmo. A coerência que deveria aparecer, é esquecida propositalmente pelas feministas.

Mas isso aconteceu no passado também. Gaby entrevistou a funkeira Valeska Popozuda e durante a entrevista deu muito apoio a funkeira que é a vulgaridade em pessoa e usa de vitimismos marxistas culturais para vender o seu “trabalho”. Ora ninguém pode questionar a sua incoerência por ser mulher, ora por ter vindo de uma classe mais pobre, ora porque “canta” funk e ser contra funkeira é preconceito,etc. Neste programa Gaby deixou a entender que colocar silicone e ser uma mulher bunda é legal pois “alguns homens também colocam no peitoral”. Logo a culpa é da sociedade machista e tirou a responsabilidade da funkeira que também diz representar a “verdadeira mulher brasileira e o Brasil”. Tudo completamente feminista, né?

A mesma Gabi ao entrevistar um doutor que falava da descoberta da pílula anticoncepcional masculina e da revolta feminista contra esta excelente descoberta gerou, acabou defendendo as feministas e tirou a responsabilidade do movimento feminista neste assunto sério para colocar a culpa na personalidade masculina vista como “neurótica”. Outra amostra de feminismo da jornalista sem credibilidade Marília Gabriela.

Podemos perceber na verdade que a feminista metida a intelectual apoia a vulgar e a vulgar vende a sua vulgaridade como “normal, algo bom e moderno” se apoiando na intelectual, porque ambas são feministas. Pouco importa se uma represente tudo o que a outra diz detestar. Basta que tudo isso de ibope e venda bem. Basta que isso suporte o feminismo e venda o feminismo como algo “bom, moderno, perfeito e futurista”. Pouco importa o caos que isso gere.

Se olharmos as novelas da Globo é a mesma coisa. Olhem como qualquer exemplo de mulher e homem que em nada são exemplares fazem sucesso. Enquantos os personagens bons nunca são valorizados. Isto vale o mesmo para o nosso dia-a-dia.

Voltando a nossa imagem, a mulher retratada como vulgar, baixa, prostituta, isso ou aquilo é sempre a “coitada, guerreira, exemplar, que sofreu”. Mãe solteira mesmo que sinta a falta de um companheiro para seus filhos é sempre a melhor se comparada a uma mulher casada decente. Bunda e vulgaridade é mais importante que exemplo, respeito e valores. Ser funkeira é ser mulher emancipada. Transar com qualquer um é ser moderna. Detestar funk é ser quadrada, recalcada. Se alguém for professora, médica, freira, estudante, dona de casa, empregada doméstica, uma pessoa normal, perde valor. Se alguém somar para a sociedade pede valor, se alguém disser que tem marido, namorado e o ama assim como ama os seus filhos, perder valor. Se alguém falar que acredita em valores familiares, em certo e errado é moralista. E a mídia feminista exalta sempre as de pior exemplo com o apoio das intelectuais que acham isso moderno (marxismo cultural puro).

No site do yahoo existe uma jornalista que adora pregar o feminismo e falar o que for de sexo. Adora dizer que tudo é liberado e ninguém pode julgar ninguém. Esta feminista teve até a idéia de defender a protagonista do livro 5o tons de cinza e o Mr Grey. Mas e quem discorda dela? Machista, antiquada, Amélia, etc. Pior é estas pessoas quererem ensinar sobre sexo por serem feministas “modernas” sendo que as gurus feministas que comandam elas pregam que quem faz sexo como homem porque quer apoia o estupro. Falamos sobre isso aqui em posts passados.

O que o feminismo quer é atrair a maior quantidade de mulheres que puder. Elas nos misturam todas em um grupo e colocam a culpa nos homens e no sistema. Elas usam de palavras de ordem (made in marxismo cultural) para tentar unir este grupo todo. Criam desculpas para umas que se comportaram de modo errado desde que elas acompanhem o feminismo. Ser coerente é com o que dizem pregar é pouco importante. A hipocrisia atrapalha na hora. Por isso o relativismo moral é uma arma feminista muito usada. Ninguém sabe quem é quem. A mídia feminista, de Marília Gabriela a Andressa Urach, site yahoo, Globo e novelas apoiam tudo isso.

Mulheres cultas e trabalhadoras ameaçadas por serem contra o feminismo e suas mentiras.

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Algumas pessoas desconhecem que existem outras mulheres que lutam ativamente contra o feminismo. Sim, este raivoso movimento que mente nos representar possui outras mulheres contra ele. Existe esta falsa propaganda feminista na sociedade como se toda mulher devesser ser feminista, pois de algum modo devemos algo a ele e isto é coisa de mulher”moderna” pois o feminismo “promete o futuro”. Esta pressão é muita usada por feministas que deixam a entender serem as “verdadeiras defensoras” da verdade sobre serem mulheres e o papel da mulher na sociedade segundo as feministas. Tudo é propaganda feminista. Uma mentirosa propaganda. Este post tem o objetivo de enfatizar que existem MUITAS  outras mulheres contra o feminismo e que nunca devemos nada a ele. Estas outras mulheres foram ameaçadas como também fomos e também foram censuradas pelos movimentos feministas. Liberdade, respeito, igualdade? Puras mentiras feministas da ditatura feminista hoje existente no Brasil. O movimento feminista é uma ditadura que censura e condena quem discorde delas. Todas as outras mulheres abaixo aqui sofreram com isso também.

Erin Pizzey: trabalhadora social inglesa que possui um tradicional abrigo para homens e mulheres que sofrem de abusos domésticos. Erin é uma ex-feminista e decidiu abandonar as feministas por notar a verdade escondida embaixo dos movimentos feministas que usavam de falsa propaganda como “amor, igualdade, paz, liberdade etc” e outras mentiras do mito paz e amor para outros fins. Erin descobriu que mulheres abusam de homens e violentam homens fisicamente ou psicologicamente semelhante a homens que maltratam mulheres. Isto na época foi algo novo que fugia do conto feminista que homens sempre maltratam mulheres. Erin descobriu que ambos os sexos podem ser violentos e podem gerar crianças violentas em um ciclo vicioso o que é perigoso para todos. Erin quis falar a verdade mas foi censurada pelo movimento feminista que era feliz com a verdade oculta, pois neste ciclo vicioso a estrutura familiar era arruinada, tendo o homem sempre como culpado.  Além disso, o movimento feminista lucrava com esta mentira por desviar incentivos financeiros do governo para fins feministas, sempre tendo o homem como culpado. Casos de injustiça eram considerados justiça por politacamente correto. Por falar a verdade, Erin sofreu ameaças de morte por parte das feministas, teve o seu cachorro morto e precisou mudar de continente por motivos de segurança.

Esther Margareta Katzen, mais conhecida como Esther Vilar: escritora, mais conhecida pelo seu livro de 1971, O Homem Domado, e suas continuações, que argumentam, ao contrário da retórica feminista e dos direitos femininos, que as mulheres em culturas industrializadas não são oprimidas, e que ao invés disso exploram um sistema bem estabelecido de manipulação dos homens.  Nele, ela alega que as mulheres não são oprimidas pelos homens, mas os controlam em um relacionamento que é vantajoso à elas mas no qual a maioria dos homens não tomam ciência.

Debateu com gurus feministas que a ofenderam sem refutar os seus argumentos. Pelas as controvérsias em torno do livro sofreu  ameaças de morte de grupos feministas.

Algumas das estratégias descritas no livro e usadas pelas mulheres segundo a autora são: atrair homens com sexo, usando estratégias de sedução; Usar o elogio para controlar homens administrando-o com cuidado; Usar chantagem emocional como meio de controlar os homens; Uso de amor e romance como um pretexto para disfarçar suas intenções e motivos reais.

Michele Elliott– Mestre em psicologia, autora, professora e trabalhadora social especializada em crianças. Em 1992, Elliott publicou seu livro “Abuso Sexual de Crianças Feminino, o último tabu “, o primeiro livro a abordar a questão do abuso sexual por mulheres. O livro foi bem recebido pelos profissionais e organizações. Mike Lew descreveu como” um trabalho importante e desafiador “, ajudando a” forjar uma nova compreensão das questões “. Doody anual afirmou que era” um livro extremamente valioso para todos os profissionais, e isso aumenta muito o estado atual do conhecimento, ou a falta que conhecimento, que pode ter uma profunda influência sobre o desenvolvimento da sobrevivência e recuperação “.

Trabalho de Elliott em expor a questão da pedofilia feminina também resultou na hostilidade de feministas que quiserem censurar o livro como fizerem com outros casos de mulheres que falavam a verdade contra a “verdade feminista”. Ao divulgar Abuso Sexual de Crianças Feminino Elliott organizou uma conferência em Londres sobre o abuso sexual por mulheres  e sofreu ameaças. Depois de publicar o livro Elliott foi sujeita a um “dilúvio” de mensagens de ódio das feministas.

Christina Hoff. Christina Hoff Sommers é uma autora americana e ex-professora de filosofia que é conhecida por sua crítica do feminismo do final do século 20, e seus escritos sobre o feminismo na cultura americana contemporânea. Seus livros mais discutidos sãoWho Stole Feminism?: How Women Have Betrayed Women e The War Against Boys: How Misguided Feminism Is Harming Our Young Men. Christina fala sobre a desinformação muitas vezes proposital sobre a violência doméstica contra a mulher, a raiva de feministas contra homens, violência doméstica contra os homens/ meninos e sobre dados manipulados pela mídia feminista.

Karen Straughan (Girl Writes That). Vlogueira e blogueira que desmascara as feministas e os dogmas feministas como “cultura do estupro”, “homens ganham mais”, “homens isso, aquilo”, “mulheres sempre foram vítimas do sistema”, etc. Ela questiona o mundo visto pelas feministas e os reais motivos do movimento feminista. Também sofre ameças por partes das feministas que em geral sempre repetem a mesma conversa.

Suzanne Wenker é vice-presidente do Centro de Política Casamento e autora de quatro livros, incluindo How to Choose a Husband (And Make Peace With Marriage) (February 2013), The War on Men (February 2013, eBook only), The Flipside of Feminism (2011), and 7 Myths of Working Mothers (2004).

Suzanne é uma colaboradora freqüente do Fox News.com e tem escrito extensivamente sobre política, educação de filhos, e a influência do feminismo na sociedade americana. Seu trabalho foi publicado no New York Post, St. Louis Post-Dispatch, Parents.com, Human Events, National Review Online, e CNSnews.com. Além disso, Suzanne apareceu no ABC, CNN, FOX, C-Span, e outros canais, bem como de programas de rádio de todo o país.

Seu primeiro livro, 7 Myths of Working Mothers, argumenta que as crianças e carreiras exigentes são incompatíveis. O Flipside of feminism, lançado em 2011, é uma conta explosiva dos danos deixados na esteira do movimento feminista. Seu original de e-book,  The war on men, é um olhar, concisa autoritária no mito da igualdade de gênero. E seu mais recente lançamento, How to Choose a Husband (And Make Peace With Marriage), lança um olhar duro para a revolução sexual e incentiva as mulheres a rejeitar o roteiro cultural têm sido vendidos sobre o amor, o sexo, os homens eo casamento.

Ayn Rand.Nascida Alissa Zinovievna Rosenbaum, de origem judaico-russa , em 1905, Ayn Rand deixou seu país, ao completar 21 anos de idade, rumo aos Estados Unidos, supostamente para visitar parentes, mas, de fato, com a intenção de por lá ficar. Na terra natal, com a revolução russa e a vitória final dos comunistas, sua família de classe-média, que fugira para a Criméia, teve seus bens confiscados e ficou na miséria. Mesmo assim, de volta a Petrogrado, Alissa conseguiu se formar, em 1924, em Filosofia e História na universidade local e, no ano seguinte, 1925, logrou obter permissão para visitar parentes nos EUA, a terra da liberdade, como aprendera nas aulas de história ainda no secundário. Nunca mais retornou. Foi escritora, dramaturga, roteirista e controversa filósofa origem,  mais conhecida por desenvolver um sistema filosófico chamado de Objetivismo, e por seus romances The Fountainhead (que foi lançado no Brasil com o título de “A Nascente” e deu origem a um filme homónimo conhecido no Brasil por “Vontade Indômita”) e Atlas Shrugged (“A Revolta de Atlas” no Brasil). Nascida e educada na Rússia, Rand emigrou para os Estados Unidos em 1926. Ela trabalhou como roteirista em Hollywood e teve uma peça produzida na Broadway, em 1935-1936. Ela alcançou a fama com seu romance The Fountainhead, publicado em 1943, que em 1957 foi seguido por seu melhor e mais conhecido trabalho, o romance filosófico Atlas Shrugged.

Talyta Caravalho. Filósofa especialista em renascença e mestre em ciências da religião pela PUC-SP. Escreveu um texto interessante na Folha de SP (que publicamos aqui no nosso blog) sobre o feminismo no contexto atual e se transformou imediatamente em um alvo por parte das feministas. Feminstas além de repetirem a mesma conversa marxista cultural e a atacarem pessoalmente com argumentos antigos fizeram campanhas contra Talyta. Uma amostra de censura ditatorial feminista.

Kelly Mac. Blogueira que é contra o feminismo por ele atualmente ser praticamente anti-homem. O blog dela é awomanagainstfeminism.blogspot.com

camile paglia

Camille Paglia. Outra mulher dissidente do movimento feminista, Camille faz profundos questionamentos sobre o movimento que diz nos representar. Ela possui uma célebre fase sobre a marcha das vadias: ““Não se chame de vadia a não ser que você esteja preparada para viver e se defender como tal”. Ela também foi entrevistada pela revista ÉPOCA aonde quem quiser pode ler a entrevista aqui. Segundo ela a biologia supera ideologia e isso é uma coisa que bate de frente com a ideologia da seita feminista.

Gertrud von Le Fort. Famosa escritora alemã de romances, poemas e ensaios. Estudou teologia e filosofia. Nasceu em 1876 e faleceu em 1971. Teve a sua face em selos postais como uma homenagem da Alemanha ao seu trabalho.